‘Rei do atum’, japonês paga US$ 3,2 milhões por peixe de 243 quilos e bate recorde de leilão
Kiyoshi Kimura, empresário japonês e operador de uma rede de restaurantes de sushi, arrematou um atum-rabilho gigante de 243 quilos em leilão realizado em Tóquio em 5 de janeiro de 2026, pelo preço recorde para o evento de US$ 3,2 milhões — Foto: Yuichi YAMAZAKI / AFP
O pescado foi arrematado na tradicional venda de ano novo do principal mercado de frutos de mar de Tóquio. Valor é o maior em 27 anos, desde que o evento foi criado
RESUMO
No tradicional leilão de ano novo em Tóquio, Kiyoshi Kimura, conhecido como o “Rei do Atum”, pagou um recorde de US$ 3,2 milhões por um atum-rabilho de 243 kg. Este valor superou o recorde anterior de 2019. Durante a pandemia, os preços dos atuns caíram, mas a recuperação dos estoques no Pacífico, graças a um plano iniciado em 2017, promete um futuro promissor para a espécie.
Um empresário japonês do ramo de sushi pagou nesta segunda-feira o valor recorde do equivalente a US$ 3,2 milhões por um atum-rabilho gigante, em um famoso leilão de ano novo no principal mercado de frutos do mar de Tóquio.
O restaurante de sushi do autodenominado “Rei do Atum”, Kiyoshi Kimura, pagou esse preço recorde por um peixe de 243 quilos, capturado perto da costa norte do Japão.
— Eu achei que poderia comprar um pouco mais barato, mas o preço disparou num piscar de olhos — contou Kimura após o leilão realizado de madrugada em Tóquio.
O valor de 510,3 milhões de ienes no leilão de ano novo foi o mais alto desde que o evento teve início, em 1999.
O recorde anterior havia sido de 333,6 milhões de ienes por um atum-rabilho de 278 quilos, em 2019.
O maior preço do ano passado foi de 207 milhões de ienes por um atum-rabilho de 276 quilos.
Durante a pandemia de Covid-19, os atuns atingiram apenas uma fração de seus preços habituais, já que os restaurantes reduziram suas operações.
Dave Gershman, do projeto de pesca da organização filantrópica Pew Charitable Trusts, destacou em comunicado que os estoques de atum-rabilho cresceram no Pacífico depois de terem ficado perto do colapso.
Segundo ele, um plano de recuperação adotado em 2017 “está funcionando e, se as autoridades tomarem mais medidas em 2026, o futuro do atum-rabilho do Pacífico será promissor”.
Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/01/2026/08:11:46
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