Descoberta de flechas envenenadas há 60 mil anos muda o que se sabia sobre os primeiros homens
- Arqueólogos descobriram pontas de flechas envenenadas de 60 mil anos atrás em Umhlatuzana Rock Shelter, África do Sul.
- Análise revelou resíduos tóxicos da planta Boophone disticha, usada como veneno, em flechas de quartzo.
- A descoberta antecipa em 53 mil anos o registro mais antigo do uso de veneno em armas de caça.
Estudo indica pensamento complexo e conhecimento ecológico avançado dos primeiros Homo sapiens. - Quando os humanos desenvolveram formas de ataque sofisticadas? A arqueologia lança luz sobre uma das ocorrências mais antigas já descobertas de armas equipadas com veneno, o que demonstra a proficiência dos humanos ancestrais em formas complexas de ataque.
Pesquisadores identificaram pontas de flechas datadas de cerca de 60 mil anos atrás num sítio arqueológico da África do Sul. Umhlatuzana Rock Shelter, na província de KwaZulu-Natal, é um dos locais com os registros mais ricos do Pleistoceno tardio (entre 126.000 e 11.700 anos atrás, no último ciclo glacial, quando surgiram os Homo sapiens).
A descoberta de um conjunto formado por 216 pontas de flecha em quartzo enterrado na região levou a uma análise publicada no periódico Science Advances em janeiro de 2026.
Dez das flechas escavadas pelos pesquisadores na região revelaram resíduos microscópicos ainda preservados e, dentre essas, cinco carregavam substâncias vegetais tóxicas consideradas venenosas.
Os compostos detectados foram os alcaloides buphanidrina e epibuphanisine, substâncias associadas à planta Boophone disticha, conhecida por suas propriedades altamente tóxicas e ainda usada por caçadores da África Austral como veneno de armamentos.
Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/01/2025/10:25:32
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