Bebê foi sequestrado após parto em Belém? Entenda história viral
Foto: Ilustrativa | Inicialmente, o caso começou a circular nas redes sociais como um possível sumiço de bebê recém-nascido dentro de um hospital particular.
Uma história que repercutiu nos últimos dias em Belém foi esclarecida logo no início da tarde desta quinta-feira (8). Ao longo da semana, circulou nas redes sociais a informação de um atendimento de parto que teria terminado com o possível sumiço de um bebê recém-nascido em um hospital particular. Até mesmo um boletim de ocorrência foi registrado pelo suposto pai em uma delegacia de Belém.
Após a repercussão do caso, foi confirmado que não havia gravidez.
“Durante o atendimento, foram realizados diversos exames, incluindo exames de imagem, que não evidenciaram qualquer sinal de gestação em curso. Também não foi identificado, em nenhum momento, qualquer sinal clínico compatível com o quadro relatado.”
Veja a íntegra da nota:
“Informamos que a paciente foi atendida por nossa equipe médica em uma de nossas unidades, seguindo todos os protocolos clínicos e legais. Durante o atendimento, foram realizados diversos exames, incluindo de imagem, que não evidenciaram qualquer sinal de gestação em curso. Também não foi identificado, em nenhum momento, qualquer sinal clínico compatível com o quadro relatado.
Ressaltamos que, ao longo dos atendimentos, a paciente não apresentou carteira de gestante nem exames anteriores que comprovassem acompanhamento pré-natal. Reforçamos que todos os atendimentos realizados por nossa equipe seguem critérios médicos rigorosos, pautados nos mais elevados padrões éticos e legais, com prioridade absoluta à segurança, ao cuidado responsável e ao bem-estar dos pacientes.”
– Hapvida.
A Polícia Civil do Pará (PCPA) foi questionada duas vezes sobre a investigação do suposto sumiço de um bebê dentro do hospital particular citado e sobre o caso de uma falsa gravidez atendida na unidade. Em nota divulgada nesta quinta-feira (8), a PC do Pará informou que o caso está sendo apurado, inicialmente, como desaparecimento de pessoa menor, pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DATA).
“Testemunhas são ouvidas para auxiliar nas investigações, que ocorrem sob sigilo”, detalha a nota.
Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/01/2026/18:06:21
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