Crianças mortas por padrasto tentaram defender mãe de agressões
(esq.) Victor Hugo Lima dos Santos, de 8 anos, Luiz Henrique Lima dos Santos, de 6, e Eduardo Felipe Lima dos Santos, de 10, foram mortos por padrasto em Jaboticabal, SP — Foto: Arquivo pessoal
Crianças mortas por padrasto tentaram defender em Jaboticabal, SP.
Crianças mortas a marretadas por padrasto tentaram defender mãe de agressões em Jaboticabal, SP
Eduardo Felipe Lima dos Santos, de 10 anos, Victor Hugo Lima dos Santos, de 8, e Luiz Henrique Lima dos Santos, de 6, presenciaram momento em que Sabrina de Almeida Lima foi golpeada com um facão pelo filho do companheiro dela. Os dois suspeitos dos crimes estão presos.
Filho de homem que matou companheira e 3 filhos dela também é preso em Jaboticabal, SP
Os irmãos Eduardo Felipe Lima dos Santos, de 10 anos, Victor Hugo Lima dos Santos, de 8, e Luiz Henrique Lima dos Santos, de 6, mortos com a mãe pelo padrasto e pelo filho dele, tentaram intervir durante uma briga entre Sabrina de Almeida Lima, de 27 anos, e o companheiro dela, Milton Gonçalves Filho, de 48.
À polícia, Leonardo revelou que foi ele quem matou Sabrina, após presenciar uma discussão entre ela e o pai na noite de 18 de dezembro.
Segundo o relato dos suspeitos à polícia, durante a discussão com Milton, Sabrina teria partido para cima do companheiro e, para defender o pai, Leonardo pegou um facão e desferiu vários golpes na cabeça dela.
Ainda segundo o relato dos suspeitos à polícia, Vitor Hugo teria corrido em direção a Leonardo para proteger a mãe. Neste momento, Milton pegou uma marreta e desferiu um golpe na cabeça do menino, que tinha 8 anos.
Os outros dois irmãos, de 10 e de 6, foram contidos por Milton e também golpeados com a mesma marreta. Todas as vítimas morreram no local.
Após o crime, Milton e Leonardo levaram os corpos para uma área de mata próxima à fazenda. Antes de deixarem a casa com os corpos, Milton desligou a chave geral para que as câmeras de segurança do imóvel não captassem a saída deles.
Milton e Leonardo utilizaram sacos de alumínio para silagem para enrolar as vítimas e jogá-las em valas que eles mesmos cavaram.

Desaparecimento e morte
Sabrina e os filhos estavam desaparecidos desde a última quinta-feira (18) e Milton chegou a dizer à polícia e aos familiares da companheira que ela tinha saído de casa para usar cocaína e levado os meninos.
Ele só avisou a família de Sabrina sobre o caso no sábado (20), quando a mãe e os tios dela procuraram a polícia e registraram um boletim de ocorrência.
Mãe de Sabrina, Joviniana Braz de Almeida disse na segunda-feira (22) que a filha já foi usuária de drogas, mas estava limpa há dez meses. Ela chegou a contestar a versão do genro que Sabrina tinha sumido para se drogar.
De acordo com o delegado Oswaldo José da Silva, Milton matou a mulher no mesmo dia que alegou que ela tinha desaparecido.
“Ele falou que no dia mesmo que ela desapareceu, na quinta-feira, ela deixou a residência, ele saiu à procura dela, encontrou, só que ela deve ter se recusado a voltar para casa, esse detalhe ele não explicou, e ele resolveu por fim à vida dela. Como as crianças estavam junto e seriam testemunha, ele acabou dando o mesmo fim às crianças”.
O casal morava em uma fazenda na área rural de Jaboticabal com os três filhos de Sabrina e um filho de Milton. Como a mulher não tinha celular, os contatos da família com ela eram feitos por meio do aparelho do companheiro.
Quando Anderson, tio de Sabrina, soube do desaparecimento dela, chegou a questionar Milton em busca de respostas, mas afirma que não se convenceu.
“Ela foi levar manga na quinta-feira pra minha mãe e pra outra avó dela. Na sexta-feira, meu sobrinho mandou recado pra ele [Milton] pra que pudessem ir à casa da minha mãe, que ela tinha comprado remédio pras crianças. Ele visualizou a mensagem, porém não respondeu. No sábado, ele já chegou em casa com essa informação ‘olha, a Sabrina desapareceu’. Em momento nenhum ele perguntou se ela estava lá, já chegou falando que ela tinha sumido”.
Com o boletim de ocorrência registrado, as buscas por Sabrina e pelos filhos começaram no domingo (21).

Na segunda-feira (22), além do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, também participam da ação equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), e do Grupamento de Ações em Emergências e Desastres (GAED), que se deslocou de São Paulo a Jaboticabal com um cão farejador.
À polícia, Milton afirmou que usou uma marreta e um facão para cometer os crimes. As armas e uma pá, usada para cavar a cova, foram apreendidas. Ele foi preso em flagrante e levou policiais até o local onde enterrou as vítimas.
Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/12/2025/07:37:46
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