Pará é o 4º em apreensão de ouro ilegal no país, aponta PF

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(Foto: Reprodução) –A Polícia Federal apreendeu no Brasil, entre janeiro e o início deste mês de dezembro, 447,09 kg de ouro ilegal, extraído sem autorização, em áreas proibidas ou com documentação falsa. O Pará figura em quarto lugar no ranking nacional dos estados, com (40,28 kg), Roraima lidera operações e a Amazônia Legal lidera as apreensões.

De acordo com a PF, a maior apreensão nacional, e a história da instituição, aconteceu em Roraima, em agosto. Foram interceptados 103 kg de ouro, em Boa Vista. A carga foi avaliada em R$ 61 milhões, e estava com o empresário Bruno Mendes de Jesus, condenado a 8 anos e 11 meses de prisão.

O Pará é o quarto estado na lista entre os entes federativos, atrás de Roraima, Amazonas (73,71 kg) e São Paulo (46,74 kg), após vêm Rondônia (6,95 kg). No geral, a maioria das apreensões de ouro se concentra na Amazônia Legal, com mais de 345 kg.

Apreensões quadruplicaram em relação a 2024

A PF informa que o volume de ouro apreendido este ano é quase quatro vezes (344%) maior que o de 2024, quando foram apreendidos 100,7 kg de ouro ilegal no país. A PF atribui o volume de apreensões ao reforço na fiscalização e à suspeita de que Roraima virou rota para escoar minério ilegal vindo de outras áreas da Amazônia.

Em Roraima, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi a responsável pela maior parte das apreensões de ouro. A PF informa que quando se trata de ouro, tudo que é apreendido pelas forças de segurança — PRF, Polícia Militar e Polícia Civil — é encaminhado à PF, que centraliza a custódia e conduz as investigações.

O valor das apreensões chega a cerca de R$ 348 milhões porque a cotação internacional é feita por onça troy, e não por quilo. Cada onça equivale a 31,1035 gramas. Ao converter os 447 quilos apreendidos, obtém-se aproximadamente 14,37 mil onças troy. Multiplicando esse volume pela cotação desta segunda (22) — US$ 4.385,15 por onça — o montante chega a cerca de US$ 63 milhões.

Roraima é rota de escoamento

Sobre Roraima, a PF explica que criminosos têm aproveitado a localização do estado, na fronteira com a Venezuela e a Guiana, para escoar o ouro extraído ilegalmente em outras regiões do país, especialmente da Amazônia.

O ouro apreendido é enviado ao Instituto Nacional de Criminalística da PF, em Brasília, para ser peridicado no projeto Ouro Alvo, iniciativa que busca identificar o “DNA do ouro”, ou seja, rastrear a região exata de onde foi extraído.

Conforme a PF, com essa análise técnica, é possível descobrir se o ouro veio de áreas de garimpo ilegal, inclusive dentro de terras indígenas. É um trabalho técnico, demorado, mas essencial para combater a origem do crime.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/12/2025/07:28:46

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