Joesley Batista atuou como emissário informal de Trump e propôs asilo a Maduro na Turquia

Foto: Ayrton Vignola / Estadão Conteúdo | Bilionário se encontrou com Maduro e Cília Flores em novembro na capital Caracas para propôr acordo com garantia de não extradição para os Estados Unidos.

O bilionário Joesley Batista atuou como emissário informal da administração de Donald Trump durante viagem à Venezuela em novembro quando propôs asilo diplomático a Nicolás Maduro e Cília Flores na Turquia. Fontes do alto escalão da Casa Branca relataram ao Washington Post o papel do magnata da JBS na tentativa de negociação para saída de Maduro da presidência.

A reportagem expõe as articulações estrangeiras que articularam uma rota de fuga para Maduro, possibilitando que ele evitasse a captura pelos Estados Unidos como ocorreu no último dia 3. O cardeal Pietro Parolin, segundo na hierarquia papal, teria oferecido ao então presidente da Venezuela e à primeira-dama asilo na Rússia com garantias dadas pelo presidente Vladimir Putin. Parolin, conforme o Post, teria procurado o secretário de Estado norte-americano Marco Rubio para pedir tempo para convencer Maduro a aceitar a proposta.

Batista agiu em outra frente de negociação. O bilionário com negócios nos Estados Unidos e na Venezuela embarcou em novembro para Caracas com reunião marcada com Maduro e Cília Flores. A missão do empresário era convencer o venezuelano a deixar o poder. Batista chegou ao país com uma lista de pontos de interesse dos Estados Unidos, incluindo o acesso às terras raras e ao petróleo e o rompimento das relações da Venezuela com Cuba. Trump também exigia a saída de Maduro do país.

Fontes relataram ao Washington Post que Joesley detalhou o encontro ao governo Trump. “Ele não estava trabalhando a mando dos Estados Unidos”, disse um oficial do alto escalão, mas, as conclusões do brasileiro foram consideradas. A reportagem ainda classifica Joesley como um dos emissários não-oficiais da Casa Branca.

Recentemente, o proprietário da JBS também apareceu em destaque no noticiário internacional. Joesley Batista era um dos empresários brasileiros que contribuíram na articulação para a derrubada das sobretaxas aplicadas por Donald Trump às exportações brasileiras. Ele intermediou a aproximação entre o norte-americano e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/01/2026/10:30:03

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‘Este é nosso hemisfério’: governo dos EUA faz post após operação

(Foto>Reprodução X) – “Este é o NOSSO hemisfério, e o presidente Trump não permitirá que nossa segurança seja ameaçada”, diz a legenda.

O post traz uma imagem com uma foto do presidente Donald Trump em preto e branco e a frase “Este é nosso hemisfério”, com a palavra “nosso” destacada em vermelho. Um post idêntico foi feito por uma conta do Departamento de Estado em espanhol.

A Casa Branca também publicou um artigo com a mesma frase. A fala foi atribuída ao secretário de Estado, Marco Rubio, que participou de uma série de entrevistas a veículos de comunicação americanos nesta segunda-feira.

Segundo a Casa Branca, Rubio afirmou que Trump mantém um compromisso “inquebrantável” de impedir que o Hemisfério Ocidental se torne um refúgio para traficantes de drogas, aliados do Irã ou “regimes hostis” que ameacem a segurança nacional dos Estados Unidos.

“O Hemisfério Ocidental é onde vivemos, e não vamos permitir que ele seja uma base de operações para adversários, concorrentes ou rivais dos Estados Unidos”, disse Rubio em uma das entrevistas.

Maduro é acusado pelos Estados Unidos de narcoterrorismo e outros crimes. Após ser capturado na Venezuela, ele foi levado para Nova York junto com a esposa. Em audiência judicial realizada nesta segunda-feira, o líder venezuelano declarou-se inocente.

Clique NO LINK e veja no X: https://x.com/StateDept/status/2008221563888292207/photo/1

Nicolás Maduro é transferido por autoridades dos EUA para comparecer em tribunal em Nova York em 5 de janeiro de 2026 — Foto: Eduardo Munoz/Reuters
Nicolás Maduro é transferido por autoridades dos EUA para comparecer em tribunal em Nova York em 5 de janeiro de 2026 — Foto: Eduardo Munoz/Reuters

Situação atual

Com a deposição de Maduro, a vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu o cargo de presidente interina da Venezuela. A decisão foi tomada pelo Tribunal Supremo de Justiça do país logo após Maduro ser retirado do poder pelos Estados Unidos.

Segundo o texto da decisão, Rodríguez assume a função para “garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da Nação”.

Além da decisão judicial, as Forças Armadas da Venezuela reconheceram Rodríguez como presidente interina no domingo (4). Em pronunciamento em rede nacional, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, apoiou a determinação de mantê-la no cargo por 90 dias.

Também no domingo, Trump afirmou que o país está “no comando” da Venezuela após a captura de Maduro, ao mesmo tempo em que lida com a nova liderança interina em Caracas.

“Estamos lidando com as pessoas que acabaram de tomar posse. Não me perguntem quem está no comando, porque eu daria uma resposta e isso seria muito controverso”, disse Trump a jornalistas, ao ser questionado se havia falado com Delcy Rodríguez.

Pressionado a esclarecer a declaração, o republicano afirmou: “Isso significa que nós estamos no comando”.

Post do Departamento de Estado diz 'este é nosso hemisfério' — Foto: Reprodução/X
Post do Departamento de Estado diz ‘este é nosso hemisfério’ — Foto: Reprodução/X

Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/01/2026/16:11:46

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Governador do Pará “Helder Barbalho” critica ataque dos EUA e se solidariza com venezuelanos

Helder Barbalho critica ataque dos EUA à Venezuela: ‘Retrocesso’  – (Foto>Reprodução)
Helder Barbalho critica ataque dos EUA e se solidariza com venezuelanos: ‘A América do Sul vive um retrocesso histórico’

Governador do Pará usou as redes sociais para se manifestar sobre ataque deste sábado. ‘Quando uma potência estrangeira captura e sequestra o chefe de Estado de um país soberano estamos diante de uma agressão à toda ordem internacional’, afirmou Helder.

    “A América do Sul vive um retrocesso histórico no dia de hoje. Demoramos, como civilização, séculos para construir um arcabouço chamado direito internacional, cuja premissa é a autodeterminação dos povos e o multilateralismo”, diz o governador paraense. 

Na manifestação, o governador do Pará criticou o regime de Nicolás Maduro. No entanto, argumentou que sua ditadura não justifica o ataque. Ele ainda classificou a captura do presidente venezuelano como sequestro.

“Que Maduro não deveria nem poderia mais permanecer, como ditador, não há dúvida. A questão não é essa. A questão é se os fins justificam os meios e se somos na América Latina meras colônias como quando os primeiros europeus chegaram por aqui. A resposta é não! Quando uma potência estrangeira – qualquer uma! – captura e sequestra o chefe de Estado de um país soberano estamos diante de uma agressão à toda ordem internacional”, afirmou Helder.

O governador avaliou ainda que a violência nas fronteiras do continente se soma a um histórico de agressões sofridas pela América do Sul.

Leia mais> Governo venezuelano diz desconhecer paradeiro de Maduro e exige de Trump “prova de vida imediata” após operação dos EUA

*Donald Trump afirma que forças dos EUA capturaram Nicolás Maduro após ataques à Venezuela

*Maduro e esposa serão julgados em tribunal de Nova York, diz Procuradoria-geral dos EUA

Clique no link e assista https://g1.globo.com/jornal-nacional/video/entenda-como-tropa-de-elite-dos-eua-capturou-nicolas-maduro-dentro-de-fortaleza-militar-14226131.ghtml

“Um erro não justifica outro e dois erros não fazem um acerto. Esperemos que a evolução dos acontecimentos permita que uma solução baseada no respeito a princípios, e não só à força, prevaleça no final. Nossa solidariedade ao povo venezuelano”.

Helder Barbalho finalizou sua manifestação citando o educador e humanista venezuelano Andrés Bello: “Só a unidade do povo e a solidariedade de seus dirigentes garantem a grandeza das nações”.

Em rede social, governador do Pará criticou ataque dos EUAs à Venezuela — Foto: Reprodução/Redes sociais
Em rede social, governador do Pará criticou ataque dos EUAs à Venezuela — Foto: Reprodução/Redes sociais

Fonte:G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/01/2026/08:11:46

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EUA detalham operação que levou à captura de Nicolás Maduro na Venezuela

— Foto: TV Globo ) – O líder do partido do ditador venezuelano revelou que na hora dos ataques, Maduro não estava na residência oficial do Palácio Miraflores, mas sim em outra casa, dentro do Forte Tiuna: um complexo militar altamente protegido, no sudeste de Caracas.

Maduro já vinha usando esta outra residência por causa dos riscos à sua segurança.

O general Dan Caine, chefe do estado maior americano, disse que a operação foi batizada de Resolução Absoluta.

Ela levou meses de preparação e colaboração entre todas as forças armadas e a inteligência dos Estados Unidos.

De acordo com a agência de notícias Reuters, a CIA infiltrou espiões, um deles próximo a Maduro, para monitorar cada movimento do ditador.

“Descobrimos pra onde ele ia, onde morava, para onde viajava, o que ele comia, o que vestia, quais eram seus animais de estimação”, afirmou o general.

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Clique no link e assista https://g1.globo.com/jornal-nacional/video/entenda-como-tropa-de-elite-dos-eua-capturou-nicolas-maduro-dentro-de-fortaleza-militar-14226131.ghtml

O sinal verde para a operação foi dado por Trump há quatro dias, e as equipes só esperavam o tempo abrir em Caracas para fazer o ataque com menos nuvens. Nesta sexta à noite, as condições ficaram favoráveis.

Parte da capital venezuelana estava sem luz, segundo Trump, por uma ação dos Estados Unidos.

Depois de passar por uma região montanhosa, soldados da tropa de elite do Exército americano — a Delta Force — chegaram de helicóptero ao Forte Tiuna às duas da manhã em Caracas, três da manhã no Brasil.

O presidente Donald Trump postou uma foto de Maduro na embarcação. De orelhas e olhos cobertos, o ditador segurava uma garrafa d’água, aparentemente algemado. (Foto>Reprodução)
O presidente Donald Trump postou uma foto de Maduro na embarcação.
De orelhas e olhos cobertos, o ditador segurava uma garrafa d’água, aparentemente algemado.
(Foto>Reprodução)

Militares venezuelanos dispararam contra as aeronaves.

Os americanos furaram o bloqueio e começaram a percorrer a fortaleza atrás de Maduro.

Trump disse que o ditador e a esposa correram para entrar num bunker. Segundo Trump, eles não conseguiram fechar a porta a tempo, foram presos e levados de helicóptero.

No caminho, as forças americanas voltaram a ser atacadas, mas concluíram a missão sem baixas.

Às 5h30 da manhã, hora do Brasil, Nicolás Maduro e a esposa chegaram ao navio de guerra Iwo Jima.

O presidente Donald Trump postou uma foto de Maduro na embarcação.

De orelhas e olhos cobertos, o ditador segurava uma garrafa d’água, aparentemente algemado.

Maduro e a esposa foram levados de avião a um aeroporto militar no norte do estado de Nova York. Quando a aeronave pousou, agentes do FBI, a Polícia Federal americana, subiram a bordo. Já estava escuro quando Maduro e a esposa desembarcaram, cercado pelas forças de segurança. Eles foram conduzidos a um hangar e depois transferidos de helicóptero para a cidade de Nova York.

Em sua mansão na Flórida, o presidente Donald Trump assistiu à captura de Maduro em tempo real, ao lado do secretário de Guerra, Pete Hegseth, do diretor da CIA, John Ratcliffe, e do general Dan Caine.

Segundo a agência de notícias Reuters, soldados americanos chegaram a criar uma réplica exata da casa protegida de Maduro para praticar como entrariam.

Drones e aviões de guerra acompanharam a operação de longe para garantir a segurança das tropas.

A equipe Delta Force, que capturou Maduro, é um grupo de elite do Exército, especializado em missões contra terrorismo e resgate de reféns.

Foi essa equipe que, há exatos 36 anos, se infiltrou no Panamá e prendeu o ditador do país, Manuel Noriega.

Nicolás Maduro e a esposa, Cília Flores, serão julgados em um tribunal no sul de Manhattan, em Nova York. A audiência de custódia deve acontecer na segunda-feira (5).

O Departamento de Justiça já determinou o confisco de bens do casal e apresentou quatro acusações:

*Conspiração para praticar narcoterrorismo
*Conspiração para importar cocaína para os EUA
*Uso de armas de guerra em crimes de tráfico
*Conspiração armada ligada ao narcotráfico

O crime de narcoterrorismo sozinho tem pena mínima de 20 anos de prisão.

Também vão responder às acusações o filho de Maduro, o atual ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, o ex-ministro da pasta e o chefe do cartel de traficantes “Tren de Arágua”.

Complexo Militar da Venezuela onde Maduro foi capturado (Foto>Reprodução)
Complexo Militar da Venezuela onde Maduro foi capturado (Foto>Reprodução)

Fonte: JN/G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/01/2026/08:11:46

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Maduro e esposa serão julgados em tribunal de Nova York, diz Procuradoria-geral dos EUA

(Foto: Reprodução) – O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, será julgado pela Justiça dos em um tribunal de Nova York, anunciou neste sábado (3) a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi.

Segundo Bondi, Maduro e sua esposa, a primeira-dama Cilia Flores, foram formalmente acusados pelos seguintes crimes:

  • Conspiração para narcoterrorismo;
  • Conspiração para importação de cocaína;
  • Posse de metralhadoras e dispositivos explosivos;
  • Conspiração para posse de metralhadores.

Ainda de acordo com Bondi, Maduro e Flores serão julgados por um tribunal do Distrito Sul de Nova York. Ela não informou se já há data para o julgamento e disse apenas que o processo começará “em breve”.

Na rede social Truth Social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país realizou um ataque de grande escala contra a Venezuela e que o presidente Nicolás Maduro foi capturado, junto com sua esposa, e retirado do país por via aérea. Segundo Trump, a operação foi conduzida em conjunto com forças de segurança americanas. Ele disse ainda que mais detalhes seriam divulgados posteriormente e anunciou uma coletiva de imprensa para as 11h (horário local; 13h em Brasília), em Mar-a-Lago, propriedade do presidente no estado da Flórida.
Na rede social Truth Social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país realizou um ataque de grande escala contra a Venezuela e que o presidente Nicolás Maduro foi capturado, junto com sua esposa, e retirado do país por via aérea.
Segundo Trump, a operação foi conduzida em conjunto com forças de segurança americanas. Ele disse ainda que mais detalhes seriam divulgados posteriormente e anunciou uma coletiva de imprensa para as 11h (horário local; 13h em Brasília), em Mar-a-Lago, propriedade do presidente no estado da Flórida.

Clique e Assista ao Vídeo – Maduro entra em desespero e diz que os EUA querem abertamente roubar os recursos de seu país “Eles já disseram: querem levar todo o petróleo da Venezuela, o ouro, as terras raras, as riquezas da Venezuela”

Um incêndio no Forte Tiuna, o maior complexo militar da Venezuela, é visto à distância após uma série de explosões em Caracas, em 3 de janeiro de 2026 (Foto:Gettey Imagens)
Um incêndio no Forte Tiuna, o maior complexo militar da Venezuela, é visto à distância após uma série de explosões em Caracas, em 3 de janeiro de 2026 (Foto:Gettey Imagens)

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/01/2026/08:11:46

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Trump diz que reunião com Lula foi ‘muito boa’, mas não garante acordo; brasileiro espera finalização nas próximas semanas

Foto Reprodução| Presidente americano voltou a elogiar Lula um dia após reunião bilateral na Malásia que deu início às negociações comerciais entre os países.

Trump também desejou parabéns a Lula, que completou 80 anos nesta segunda (27).

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (27) que a reunião com Lula foi “muito boa” e voltou a elogiar o presidente brasileiro —mas não garantiu necessariamente um acordo.

Lula, por sua vez, afirmou esperar que um acordo comercial entre Brasil e EUA deve ser finalizado nas próximas semanas.

Trump chamou Lula de “muito vigoroso e impressionante” e desejou os parabéns a ele por seu aniversário de 80 anos nesta segunda.

“Tivemos uma reunião muito boa, vamos ver o que acontece. Não sei se alguma coisa vai acontecer, mas veremos. Eles gostariam de fazer um acordo.

Vamos ver, agora mesmo eles estão pagando, acho que 50% de tarifa. E quero desejar feliz aniversário ao presidente, hoje é o aniversário dele.

Ele é um cara muito vigoroso, na verdade, e foi muito impressionante”, afirmou Trump a repórteres durante voo para o Japão.

A fala de Trump ocorre após um encontro com o presidente Lula no domingo (26) em Kuala Lumpur, na Malásia, que marcou o início formal das negociações comerciais entre os dois países em busca de uma resolução às tarifas de 50% impostas pelos EUA a produtos brasileiros.

As negociações comerciais entre representantes brasileiros e americanos iniciaram já nesta segunda-feira, logo após o encontro entre Lula e Trump. Segundo a repórter da Globo Raquel Krahenbuhl, uma cúpula brasileira de alto nível, incluindo o vice-presidente Geraldo Alckmin, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o ministro da Economia, Fernando Haddad, irá a Washington na semana que vem para mais negociações.

Após encontro, Trump chama Lula de ‘vigoroso’

Assim como Trump, Lula também demonstrou otimismo com o resultado da reunião e afirmou nesta segunda-feira: “Acho que vamos fazer um bom acordo”. Também disse que ligará para o presidente americano sempre que achar necessário ao longo das negociações. Horas antes, ele já havia dito que “se depender dele e de Trump, vai ter acordo”.

O presidente brasileiro também disse que entregou uma lista com as reivindicações brasileiras — que incluem o fim do tarifaço e das sanções a ministros do STF e ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha — e teve a impressão de que logo não haverá mais problema entre os dois países.

Esta foi a primeira vez que os líderes se encontraram oficialmente para conversar sobre as tarifas. Durante o encontro, Lula e Trump também conversaram sobre outros assuntos, como Bolsonaro, a China e a crise entre EUA e Venezuela.

Fonte: Com Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/10/2025/14:42:36

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Milhões de pessoas saem às ruas em protestos contra o autoritarismo de Trump

(Foto>Direitos de autor Armando Franca/Copyright 2025 The AP. All rights reserved)

Milhões de manifestantes marcharam e reuniram-se em cidades dos EUA no sábado, participando nas manifestações “No Kings” (Sem Reis ou Não há Reis, na sua tradução livre), condenando o que os participantes vêem como a rápida deriva do governo para o autoritarismo sob o presidente Donald Trump.

As pessoas carregavam cartazes com slogans que diziam “Nada é mais patriótico do que protestar” ou “Resistir ao fascismo”, enquanto se aglomeravam na Times Square, em Nova Iorque, e se reuniam aos milhares em parques de Boston, Atlanta, Chicago e outras metrópoles.

Os manifestantes marcharam por Washington e pelo centro de Los Angeles e fizeram piquetes à porta das capitais de vários estados liderados pelos republicanos, de um tribunal em Billings, Montana, e em centenas de espaços públicos mais pequenos.

Muitos manifestantes chegaram mesmo a fazer manifestações à porta de edifícios com o nome de Trump, como em Nova Iorque e Chicago, onde o presidente dos EUA – sob as suas organizações Trump – possui e gere vários imóveis nobres no centro da cidade.

O Partido Republicano de Trump menosprezou as manifestações como comícios “Hate America”, mas em muitos lugares os eventos pareciam mais uma festa de rua.

Havia bandas a marchar, enormes faixas com o preâmbulo da Constituição dos EUA “Nós, o Povo”, que as pessoas podiam assinar, e manifestantes com fatos insufláveis, em particular sapos, que surgiram como um sinal de resistência em Portland, Oregon.

Foi a terceira mobilização em massa desde o regresso de Trump à Casa Branca e teve como pano de fundo um encerramento do governo que não só encerrou programas e serviços federais, como está a testar o equilíbrio central do poder, à medida que uma ala executiva agressiva confronta o Congresso e os tribunais de uma forma que os organizadores do protesto advertem ser um deslize para o autoritarismo.

“Lutei pela liberdade e contra este tipo de extremismo no estrangeiro”, disse Shawn Howard, um antigo fuzileiro naval da Guerra do Iraque, que também trabalhou na CIA durante 20 anos em operações de combate ao extremismo.

“E agora vejo um momento na América em que temos extremistas por todo o lado que estão, na minha opinião, a empurrar-nos para uma espécie de conflito civil”, acrescentou.

Trump, por sua vez, estava a passar o fim de semana na sua propriedade de Mar-a-Lago, na Flórida.

“Dizem que se estão a referir a mim como um rei. Eu não sou um rei”, disse o presidente numa entrevista à Fox News que foi para o ar na sexta-feira, antes de partir para uma angariação de fundos MAGA (Make America Great Again) de 1 milhão de dólares por cabeça (857 600 euros) no seu clube.

 O presidente Donald Trump acena depois de chegar no Air Force One, sexta-feira, 17 de outubro de 2025, no Aeroporto Internacional de Palm Beach, em West Palm Beach, Flórida Mark Schiefelbein/Copyright 2025 The AP. All rights reserved.
O presidente Donald Trump acena depois de chegar no Air Force One, sexta-feira, 17 de outubro de 2025, no Aeroporto Internacional de Palm Beach, em West Palm Beach, Flórida Mark Schiefelbein/Copyright 2025 The AP. All rights reserved.

Os manifestantes – maioritariamente democratas – dizem que vão continuar a sair às ruas para garantir que a democracia do seu país não “escorregue pelas fendas” e proteger a Constituição, que acusam a administração Trump de subverter.

Os deputados criticaram Trump por tentar revogar a cidadania americana por nascimento, um direito protegido pela 14ª emenda, que ainda não foi decidido pelo Supremo Tribunal.

Criticaram também a forma como a sua administração tem visado os imigrantes ilegais, as rusgas de imigração em massa em cidades maioritariamente democratas, como Los Angeles e Chicago, que dividiram e separaram famílias, detiveram e deportaram muitas pessoas, por vezes sem julgamento ou processo legal.

Os manifestantes também exigiram o fim do destacamento de tropas da Guarda Nacional para as cidades americanas para realizar operações de policiamento civil, que Trump considera desnecessárias e inconstitucionais, e apelaram à restauração do poder local para as autoridades estaduais.

Americanos mobilizam-se no estrangeiro

Também se realizaram vários protestos nas principais cidades europeias. As manifestações foram em grande parte organizadas e assistidas por imigrantes norte-americanos que vivem no estrangeiro, que se dizem cada vez mais preocupados com o facto da administração Trump estar a minar a posição global do seu país.

Centenas de pessoas reuniram-se em Madrid, segurando cartazes e sinais que diziam “nenhum homem está acima da lei” e “Não aos tiranos, defendam a democracia!”

“O Governo Trump não está a respeitar as instituições que todos os presidentes anteriores sempre respeitaram. O Partido Republicano está a permitir que isso aconteça. O Supremo Tribunal parece estar a decidir a seu favor em tudo, e estamos muito preocupados com tudo isso”, disse William Kotes, um consultor de admissões de MBA de 66 anos.

“Há outra agenda em curso e penso que é preciso fazer alguma coisa para nos mantermos vigilantes, activos e para nos manifestarmos contra o que está a acontecer”, disse Miss Dawn, funcionária pública internacional.

A manifestação também aconteceu em Lisboa. Na Praça do Comércio, dezenas de imigrantes norte-americanos ergueram cartazes com palavras de ordem contra o autoritarismo da Administração Trump, como “No Kings, No crowns” (Não aos reis, não aos reinos, numa tradução livre).

Os organizadores deste protesto em Lisboa, os Americans in Portugal United in Protest – AMPT, pedem a “Democracia de volta” ao seu país.

Muitos também protestaram contra as mensagens contraditórias do Presidente dos EUA no seu apoio à Ucrânia, após a visita do líder ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, à Casa Branca, na sexta-feira.

Zelenskyy, que visitou Washington para apresentar o caso do seu país e convencer Trump a vender-lhe mísseis Tomahawk de longo alcance, saiu sem as armas que desejava, o que muitos suspeitam ter sido devido ao facto de Vladimir Putin, da Rússia, ter dissuadido Trump de as fornecer.

Alguns manifestantes também criticaram o seu apoio inabalável a Israel e acusaram a atual administração de cumplicidade no que descreveram como um genocídio em Gaza, antes de um acordo de cessar-fogo, mediado por Trump, que entrou em vigor na semana passada.

Fonte:  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/10/2025/15:29:58

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Encontro entre Lula e Trump está sendo organizado para um local neutro, diz Bloomberg

Presidentes Donald Trump (EUA) e Lula (Brasil) — Foto: TIMOTHY A. CLARY / AFP e MICHAEL M. SANTIAGO / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP

Segundo site, organização está sendo para ser na Malásia, em 26 de outubro, no encontro da Associação das Nações do Sudeste Asiático.

O encontro presencial entre o presidente Lula e Donald Trump deve ocorrer em um terceiro país e não no Brasil ou nos Estados Unidos.

A organização está sendo realizada para possa acontecer ainda no mês de outubro, com o governo brasileiro indicado a cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático. As informações são da agência Bloomberg.

O encontro da associação será na Malásia a partir de 26 de outubro. Autoridades da Casa Branca e do governo brasileiro confirmaram a intenção de um local neutro.

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, disse nessa quarta-feira (1) que conversou com assessores de Trump sobre uma possível reunião e sugeriu que ela poderia ocorrer em um terceiro país.

‘Pode ser uma ligação telefônica, uma videochamada, bem como um encontro em um momento específico quando ambos estiverem presentes no mesmo evento internacional’, disse ele no Congresso Nacional.

Durante discurso na ONU, Trump afirmou que teve um breve encontro com o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, os dois líderes “se abraçaram e tiveram ótima química”. Ele ainda disse que o presidente brasileiro parece ser um “ótimo homem” e que “eu (Trump) gostei dele e ele (Lula) gostou de mim, e eu só faço negócios que pessoas que eu gosto”.

Trump anunciou que Brasil e Estados Unidos vão marcar uma reunião na próxima semana para tratar de questões tributárias relacionadas ao chamado “tarifaço”. O presidente americano destacou que “o Brasil só se dará bem quando estiver trabalhando em conjunto com os Estados Unidos”.

Em tom irônico, ele afirmou que o Brasil já taxou os Estados Unidos de forma injusta, e como resposta, agora com o tarifaço, estão reataliando fortemente.

‘No passado… você consegue acreditar nisso? o Brasil taxou o nosso país de forma injusta. E agora, com as nossas tarifas, estamos retaliando. E estamos retaliando fortemente. Eu como presidente sempre irei defender a nossa soberania e os direitos’.

Por fim, ele afirmou que se o Brasil continuar agindo dessa forma, vai falhar assim como outras nações.

‘Eu sinto em dizer que o Brasil não está agindo muito bem, e vai continuar a ter problemas e falharão assim como outras nações.’

O comentário acontece em meio a tensões comerciais recentes e ataques dos EUA ao Judiciário do Brasil.

O que deve ser discutido?

Os diplomatas de Brasil e Estados Unidos já iniciaram as tratativas para organizar a reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente norte-americano Donald Trump. Segundo fontes do governo, a prioridade será discutir temas econômicos, com a expectativa de reverter parte das tarifas impostas por Trump a produtos brasileiros.

Entre os principais pontos da pré-pauta estão a abertura do acesso norte-americano a minerais estratégicos, como terras raras — essenciais para a produção de baterias e tecnologias avançadas — e a negociação em torno do etanol. Hoje, o Brasil aplica tarifa de 18% sobre o etanol importado dos EUA, enquanto os norte-americanos cobram 2,5% sobre o produto brasileiro.

Apesar de resistências dentro do governo, aliados de Lula afirmam que não há assunto impossível de ser negociado, desde que restrito ao campo econômico. Em contrapartida, o Palácio do Planalto descarta concessões em outros temas, como a regulação das big techs. Na Assembleia Geral da ONU, Lula voltou a defender regras para plataformas digitais, mas assessores afirmam que o assunto não deve entrar na conversa com Trump.

Outra frente em análise é a expansão de data centers no Brasil, regulamentada recentemente, que pode interessar às empresas norte-americanas. A expectativa é de que a reunião seja virtual — por telefone ou videoconferência — para evitar constrangimentos diplomáticos.

 

Fonte: Jornal da CBN e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/07:00:00

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Na ONU, Lula manda recados a Trump, diz que ataque ao Judiciário do Brasil é ‘inaceitável’ e condena anistia: ‘Democracia é inegociável’

Lula discursa na ONU — Foto: Mike Seggar/Reuters 

Presidente também criticou guerras e afirmou que ‘nada justifica o genocídio em Gaza’. Petista defendeu ainda a regulação das redes sociais e citou condenação de Jair Bolsonaro.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um discurso durante a abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) com recados a Donald Trump, presidente dos Estados Unidos.

O petista afirmou que agressão ao Judiciário brasileiro é “inaceitável”. E condenou “falsos patriotas” e a possibilidade de anistia a quem ataca a democracia.

Ele disse ainda que a democracia e a soberania brasileiras são “inegociáveis”. E que o Brasil passou uma mensagem ao mundo com a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado.

No discurso, Lula também defendeu a regulação das redes sociais. E, ao criticar ações de Israel contra o grupo terrorista Hamas, afirmou que “nada justifica o genocídio em curso em Gaza”.

O petista também chamou atenção para as mudanças climáticas e convidou os líderes presentes na assembleia para comparecerem à COP30, em Belém (PA).

A Assembleia Geral da ONU é o principal evento das Nações Unidas e acontece anualmente em Nova York. Durante a assembleia, líderes dos 193 países membros da ONU discursam.

O Brasil é tradicionalmente o responsável pelo discurso de abertura do debate de líderes na ONU, que está em sua 80ª edição. Cada país tem o direito de fazer um discurso para apresentar seu ponto de vista sobre o tema do encontro e a situação global. O tema deste ano é “Melhor juntos: 80 anos e mais em prol da paz, do desenvolvimento e dos direitos humanos”.

A fala de Lula em defesa da soberania brasileira ocorreu no dia seguinte à nova rodada de sanções do governo americano a cidadãos brasileiros como reação ao julgamento e condenação do ex-presidente Bolsonaro.

Bolsonaro foi condenado, no início de setembro, pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. Os ministros concluíram que ele liderou uma organização criminosa que tentou impedir a posse de Lula, entre 2022 e 2023.

Lula e Trump trocaram críticas frequentes nos últimos meses, em especial desde que os Estados Unidos sobretaxaram em 50% produtos brasileiros, com o argumento de tentar encerrar uma “caça às bruxas” a Bolsonaro. Com o tarifaço, este é o pior momento das relações entre Brasil e EUA nas últimas décadas.

“Mesmo sob ataque sem precedentes, o Brasil optou por resistir e defender sua democracia, reconquistada há 40 anos pelo seu povo depois de duas décadas de governos ditatoriais”, disse Lula.

“Não há justificativas para as medidas unilaterais e arbitrárias contra as nossas instituições e nossa economia. Agressão contra a independência do poder Judiciário é inaceitável. Essa ingerência em assuntos internos conta com o auxílio de uma extrema-direita subserviente e saudosa das antigas hegemonias”, completou o petista.

O petista afirmou ainda que “falsos patriotas arquitetam e promovem publicamente ações contra o Brasil”. “Não há pacificação com impunidade”, emendou.

“Diante dos olhos do mundo, o Brasil deu um recado a todos os candidatos a autocratas e àqueles que os apoiam: nossa democracia e nossa soberania são inegociáveis”, acrescentou Lula.

Recados a Trump

Sem citar os EUA, Lula abriu o discurso com uma crítica à política externa e tarifária adotada por Trump.

“Assistimos à consolidação de uma desordem internacional marcada por seguidas concessões à política do poder. Atentados à soberania, sanções arbitrárias e intervenções unilaterais estão se tornando a regra”, disse.

“Existe um evidente paralelo entre a crise do multilateralismo e o enfraquecimento da democracia”, acrescentou.

Em seus posicionamentos internos, Lula tem criticado o americano pelo ataque à soberania nacional e, após o julgamento, tem destacado a independência do STF.

Menção à condenação de Bolsonaro

Lula também comentou, durante o discurso, a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Diante dos olhos do mundo, o Brasil deu um recado a todos os candidatos a autocratas e àqueles que os apoiam. Nossa democracia e nossa soberania são inegociáveis. Seguiremos como nação independente e como povo livre de qualquer tipo de tutela”, afirmou Lula.

“Há poucos dias, e pela primeira vez em 525 anos de nossa história, um ex-chefe de Estado foi condenado por atentar contra o Estado Democrático de Direito”, disse ainda o presidente.

‘Nada justifica o genocídio em curso em Gaza’, diz Lula na ONU

No seu discurso, Lula também lamentou a ausência do presidente da Autoridade Palestina presencialmente na reunião e afirmou que “nada justifica o genocídio em curso” na Faixa de Gaza.

“Os atentados terroristas perpetrados pelo Hamas são indefensáveis sob qualquer ângulo, mas nada, absolutamente nada, justifica o genocídio em curso em Gaza”, afirmou Lula.

O presidente da Palestina, Mahmoud Abbas, não participa presencialmente da reunião deste ano, após o governo de Donald Trump, dos Estados Unidos, revogar todos os vistos de membros do governo palestino.

Reforma da ONU e defesa do multilateralismo

O presidente brasileiro defendeu a reforma da ONU, além de mencionar a importância do multilateralismo — pauta recorrente em seus discursos durante viagens internacionais e em outras edições da assembleia.

“A voz do Sul Global deve ser respeitada e ouvida. A ONU tem hoje quase quatro vezes mais membros do que os 51 que estiveram na sua fundação. Nossa missão histórica é a de torná-la novamente portadora de esperança e promotora da igualdade, da paz, do desenvolvimento sustentável, da diversidade e da tolerância”, afirmou.

Pauta ambiental e ‘COP da verdade’

No pronunciamento, o presidente brasileiro chamou a atenção para as questões climáticas e destacou a realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém (PA).

“Bombas e armas nucleares não vão nos proteger da crise climática. O ano de 2024 foi o mais quente já registrado. A COP30, em Belém, será a COP da verdade. Será o momento de os líderes mundiais provarem a seriedade de seu compromisso com o planeta”, disse Lula.

Nesse contexto, ele reforçou o convite aos países para a conferência. “Sem ter o quadro completo das Contribuições Nacionalmente Determinadas (as NDCs), caminharemos de olhos vendados para o abismo”.

Regulação das redes sociais

Na Assembleia Geral da ONU, o petista voltou a defender a regulação das redes sociais.

“Regular não é restringir a liberdade de expressão, é garantir que o que já é ilegal no mundo real seja tratado assim também no mundo virtual”, afirmou o presidente.

Segundo Lula, ataques à regulação servem para “encobrir interesses escusos”. Nesse contexto, Lula defendeu a atuação do parlamento brasileiro na discussão sobre o tema e falou sanção da lei sobre a “adultização”.

“Ataques à regulação servem para encobrir interesses escusos e dar guarida a crimes, como fraudes, tráfico de pessoas, pedofilia e investidas contra a democracia”, afirmou Lula.

Venezuela e Ucrânia

Lula defendeu ainda manter aberta a “via do diálogo” na Venezuela e a busca de uma “solução realista” para a guerra entre Rússia e Ucrânia.

O presidente mencionou Venezuela, Haiti e Cuba ao falar de instabilidades no Caribe e na América Latina.

Lula não citou os EUA, que deslocaram navios militares para o Caribe sob pretexto de combater o narcotráfico, mas disse que a região vive “momento de crescente polarização e instabilidade”.

“A via do diálogo não deve estar fechada na Venezuela. O Haiti tem direito a um futuro livre de violência. E é inadmissível que Cuba seja listada como país que patrocina o terrorismo”, acrescentou o petista.

“No conflito na Ucrânia, todos já sabemos que não haverá solução militar. O recente encontro no Alaska despertou a esperança de uma saída negociada. É preciso pavimentar caminhos para uma solução realista. Isso implica levar em conta as legítimas preocupações de segurança de todas as partes”, concluiu o petista.

 

Fonte: G1 — Brasília e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/09/2025/15:42:07

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‘Uma partida de xadrez’: Putin e Trump travam o primeiro cara a cara desde o início da guerra da Ucrânia sob desconfiança

Presidentes Donald Trump e Vladimir Putin se cumprimentam no início de encontro em Helsinque, na Finlândia, em 2018 — Foto: Kevin Lamarque/ Reuters

Sem a presença do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, líderes dos EUA e da Rússia se reúnem nesta sexta (15), a partir das 16h, em uma base militar no Alasca para tratar de cessar-fogo na guerra.

“Será como uma partida de xadrez”.

A frase, dita pelo presidente EUA, Donald Trump, resume o clima com o qual Estados Unidos e Rússia chegam para a primeira cúpula entre os dois países desde o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022.

Donald Trump e Vladimir Putin, os dois grandes atores do tabuleiro atual da geopolítica mundial, voltarão a ficar cara a cara nesta sexta-feira (15) em um encontro com potencial de “selar a paz mundial”, como disse esperar Putin.

Mas que, com apenas um movimento errado, pode também minar as chances de um fim próximo de uma das guerras mais longas dos últimos anos.

A reunião, que ocorrerá a partir das 16h pelo horário de Brasília em uma base militar do Alasca que já foi usada para espionagem à ex-União Soviética — em território norte-americano, portanto — não terá a presença do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Segundo a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, a exclusão de Zelensky ocorreu porque partiu de Putin a ideia do encontro com Trump.

Será também o primeiro encontro a sós entre os dois líderes desde 2018. Na ocasião, quando a cúpula bilateral tratou de acusações de interferência russa nas eleições dos EUA, Putin conseguiu convencer Trump, que ainda saiu do encontro defendendo a versão do Kremlin e contradizendo a própria CIA, que dizia ter provas de que Moscou interferiu no pleito norte-americano.

A avaliação da imprensa norte-americana é que, desta vez, um Trump mais autoritário e experiente pode bater de frente com o homólogo russo.

Embora tenham trocado críticas e ameaças nos últimos meses, tanto Trump como Putin sinalizaram, na véspera da reunião, estar esperançosos que será um bom encontro.

O líder russo elogiou os “esforços sinceros” de Washington para solucionar a guerra na Ucrânia e disse achar que o cara a cara com Trump pode selar a “paz mundial”. Mas ponderou que isso só ocorrerá caso haja um acordo para restringir o uso de armas estratégicas, incluindo as nucleares, já sugerindo uma tentativa de barganhar algo em troca de um cessar-fogo na Ucrânia.

Trump também enviou mensagens dúbias nos últimos dias: se mostrou esperançoso e disse que “acho que ele (Putin) fará um acordo”, mas admitiu que “nada está garantido. Será como uma partida de xadrez”. E, mesmo munido de autoconfiança como negociador, o líder norte-americano e seu governo foram baixando as expectativas ao longo dos últimos dias.

Ele afirmou ter calculado em 25% as chances de o encontro “terminar mal” e já fala na necessidade de uma segunda reunião com o mandatário russo antes mesmo da a primeira acontecer. Seu secretário de Estado, Marco Rubio, também afirmou que, embora esperançoso, “em última instância, caberá à Ucrânia e à Rússia concordar pela paz”.

Territórios

Uma certeza que ambos os lados apontam é que o debate pelas regiões ucranianas atualmente ocupadas por tropas russas será o ponto central das negociações. Segundo o Instituto para o Estado da Guerra (ISW, na sigla em inglês), Moscou controla militarmente cerca de 20% de todo o território ucraniano.

E nenhum dos lados sinalizou querer abrir mão dessas regiões.

No início ano, quando Trump ensaia uma aproximação com Putin, os EUA já chegaram a mencionar que a única solução para o fim da guerra que já dura três anos e meio, a Ucrânia teria de abdicar desse território.

Depois, voltou atrás e disse que negociaria essas áreas com o Kremlin. Nesta semana, o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, voltou a dizer que não quer nem pode ceder as áreas ocupadas.

Ao longo da semana, Zelensky, já ciente de que estava excluído do encontro, se reuniu com uma série de líderes europeus, com quem também telefonou para Trump. Do líder norte-americano, conseguiram a garantia de que nenhum acordo para um cessar-fogo seria fechado sem o conhecimento e autorização de Kiev.

E Trump disse que um segundo encontro no Alasca pode ter a presença do ucraniano.

Só os dois e os intérpretes

Ainda assim, quando a cúpula desta sexta começar, serão apenas Putin e Trump na sala, acompanhados de ninguém mais que seus intérpretes. Os dois ficarão a sós por cerca de uma hora, e só depois disso suas comitivas, formadas por ministros e secretários de peso, se sentarão também na mesa de negociações.

Depois disso, os dois líderes darão uma entrevista coletiva à imprensa para revelar os detalhes do encontro. E mostrar quem parece ter vencido a batalha desta vez.
Animação mostra local que sediará encontro entre Trump e Putin no Alasca

Animação mostra local que sediará encontro entre Trump e Putin no Alasca

 

Fonte: Por Luisa Belchior, g1/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/08/2025/10:28:49

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