Vazamento detalha novos tamanhos de tela e design do iPhone 18

 O iPhone 18 padrão pode chegar com display LTPO OLED de 6,27 polegadas e taxa de atualização de 120Hz. | Reprodução

Apple testa protótipos com sensores sob a tela e chip A20 Pro de 2nm.

AApple iniciou a fase de testes dos protótipos da linha iPhone 18, prevista para lançamento em 2026.

As primeiras informações apontam supostas mudanças no design da tela, especialmente nos modelos premium.

A fabricante californiana começou a testar internamente todos os dispositivos da linha iPhone 18, conforme revelou o insider Digital Chat Station na rede social chinesa Weibo. Os protótipos que teriam vazado mostram alterações focadas no layout de tela e na diferenciação entre os modelos da família.

O iPhone 18 padrão pode chegar com display LTPO OLED de 6,27 polegadas e taxa de atualização de 120Hz. A Ilha Dinâmica permanecerá com o mesmo formato das gerações anteriores, sem mudanças relevantes no recorte superior da tela.

O iPhone Air 2 aparece com tela de 6,55 polegadas, também com tecnologia LTPO e 120Hz. O aparelho mantém a proposta de corpo mais fino e leve, preservando o visual frontal conhecido pelos usuários.

Versões Pro trazem principal novidade visual

Os modelos premium concentrariam as maiores transformações no display. O iPhone 18 Pro conta com painel de 6,27 polegadas, enquanto o Pro Max possui tela de 6,86 polegadas. Ambos utilizam painéis LTPO com taxa de 120Hz.

As principais mudanças podem incluir:

  • Sensores do Face ID reposicionados sob a tela;
  • Apenas um pequeno furo para câmera frontal fica visível;
  • Ilha Dinâmica reduzida pela primeira vez desde o iPhone 14 Pro.

A diminuição do recorte superior será possível com o uso de tecnologia que esconde componentes do sistema de reconhecimento facial sob o display.

A funcionalidade completa do Face ID será mantida mesmo com os sensores invisíveis.

Processador avança para processo de 2nm

No hardware, o chip A20 Pro será fabricado em processo de 2 nanômetros.

O avanço representa ganho expressivo em eficiência energética e velocidade de processamento quando comparado às gerações atuais de processadores da empresa.

O sistema fotográfico receberá sistema de abertura variável e sensores de imagem aprimorados. O conjunto de câmeras ampliará a diferença técnica entre os modelos padrão e os Pro.

Possível mudança no calendário de lançamentos

Rumores anteriores indicam que a Apple pode alterar seu cronograma tradicional de apresentação dos iPhones em 2026. O iPhone 18 Pro, 18 Pro Max e um possível iPhone dobrável chegariam ao mercado no final de 2026.

Já o iPhone 18 básico e a eventual versão 18e seriam lançados apenas entre março e junho de 2027. A empresa ainda não definiu data específica para a chegada do iPhone Air 2 às lojas.

Fonte: Tech Mundo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/01/2025/14:08:49

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Escolas Conectadas alcança 68,4% das instituições públicas em 2025 e se aproxima da meta de universalização da internet

O investimento total previsto para o programa é de quase R$ 9 bilhões, sendo R$ 6,5 bilhões provenientes do Novo PAC. Foto: Marcel Cordeiro/arquivo MCom

Programa já levou conectividade a mais de 94 mil unidades do país. Entre os estados com maior percentual de escolas conectadas estão o Paraná (83,6%) e o Piauí (81,4%).

Em 2025, o programa Escolas Conectadas atingiu 68,4% das instituições públicas de ensino previstas. Isso aproximou o país da meta de universalizar o acesso à internet nas escolas. Ao todo, 94.221 dos 138 mil colégios públicos no Brasil já contam com conectividade por meio da iniciativa, desenvolvida em parceria pelos ministérios das Comunicações e da Educação (MEC).

Somente no ano passado, 22,8 mil escolas passaram a ter acesso à internet graças a políticas coordenadas pelo Ministério das Comunicações, como o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) e a Entidade Administradora da Conectividade de Escolas (Eace), consolidando o avanço da inclusão digital na educação básica.

“Esse é um projeto prioritário para o Governo Federal, porque entendemos que a inclusão digital é essencial. Vamos atender escolas urbanas e rurais. Onde houver fibra, a prioridade será a fibra óptica. Onde não houver, teremos soluções via satélite”, destacou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.

O objetivo do Escolas Conectadas é garantir infraestrutura de conectividade nas unidades de ensino, criando condições para o uso pedagógico das tecnologias digitais, a formação de professores e o acesso dos estudantes a conteúdos educacionais e plataformas de aprendizagem.

R$ 9 BILHÕES — O investimento total previsto para o programa é de quase R$ 9 bilhões, sendo R$ 6,5 bilhões provenientes do Novo PAC, além de recursos de outros eixos. Desde o lançamento, em setembro de 2023, mais de R$ 3 bilhões já foram aplicados em escolas estaduais e municipais de todas as regiões do país.

ESTADOS — Entre os estados com maior percentual de escolas conectadas estão o Paraná (83,6%), seguido por Piauí (81,4%) e Goiás (81,3%), o que demonstra o avanço da conectividade educacional em diferentes realidades regionais.

SELEÇÕES — Para acelerar ainda mais esse processo, em dezembro de 2025, MEC e Ministério das Comunicações, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), lançaram a segunda seleção pública de projetos do programa BNDES Fust Escolas Conectadas. A iniciativa disponibiliza R$ 53,3 milhões em recursos não reembolsáveis do Fust para conectar 1.258 escolas públicas das regiões Norte e Nordeste, ampliando o acesso à conectividade significativa para cerca de 410 mil estudantes.

A primeira seleção pública, lançada em 2023, destinou R$ 60 milhões para conectar 1,5 mil escolas. Até o fim de 2025, 824 unidades já haviam sido conectadas.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/01/2026/11:23:04

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Brasileiro está falando menos de política no WhatsApp, mostra estudo

Foto: Ilustrativa | Mais da metade considera ambiente “muito agressivo”.

O compartilhamento de notícias de política está menos frequente em grupos de família, de amigos e de trabalho no WhatsApp. Além disso, mais da metade das pessoas que participam desses ambientes dizem ter medo de omitir opinião.

A constatação faz parte do estudo Os Vetores da Comunicação Política em Aplicativos de Mensagens, divulgado nesta segunda-feira (15).

O levantamento foi feito pelo centro independente de pesquisa InternetLab e pela Rede Conhecimento Social, instituições sem fins lucrativos.

A pesquisa identificou que mais da metade das pessoas que usam WhatsApp estão em grupos de família (54%) e de amigos (53%). Mais de um terço (38%) participam de grupos de trabalho.

Apenas 6% estão em grupos de debates de política. Em pesquisa realizada em 2020, eram 10%.

Ao se debruçar sobre o conteúdo dos grupos de família, de amigos e de trabalho, os pesquisadores verificaram que, de 2021 a 2024, caiu a frequência dos que aparecem mensagens sobre política, políticos e governo.

Em 2021, 34% das pessoas diziam que o grupo de família era no qual mais apareciam esse tipo de notícias. Em 2024, eram 27%.

Em relação aos grupos de amigos, a proporção caiu de 38% para 24%. Nos de trabalho, de 16% para 11%.

O estudo apresenta depoimentos de alguns dos entrevistados, sem identificá-los.

“Evitamos falar sobre política. Acho que todos têm um senso autorregulador ali, e cada um tenta ter bom senso para não misturar as coisas”, relata sobre o grupo de família uma mulher de 50 anos, de São Paulo.

As informações foram coletadas de forma online com 3.113 pessoas com 16 anos ou mais, de 20 de novembro a 10 de dezembro de 2024. Foram ouvidas pessoas de todas as regiões do país.

Receio de se posicionar

A pesquisa identificou que há receio em compartilhar opiniões políticas. Pouco mais da metade (56%) dos entrevistados disseram sentir medo de emitir opinião sobre política “porque o ambiente está muito agressivo”.

Foi possível mapear que essa percepção foi sentida por 63% das pessoas que se consideravam de esquerda, 66% das de centro e 61% das de direita.

“Acho que os ataques hoje estão mais acalorados. Então, às vezes você fala alguma coisa e é mais complicado, o pessoal não quer debater, na verdade, já quer ir para a briga mesmo”, conta uma mulher de 36 anos, de Pernambuco.

Os autores do estudo afirmam que se consolidaram os comportamentos para evitar conflitos nos grupos. Os dados mostram que 52% dos entrevistados se policiam cada dia mais sobre o que falam nos grupos, enquanto 50% evitam falar de política no grupo da família para fugir de brigas.

“As pessoas foram se autorregulando, e nos grupos onde sempre se discutia alguma coisa, hoje é praticamente zero. As pessoas tentam, alguém publica alguma coisa, mas é ignorado”, descreve uma entrevistada.

Cerca de dois terços (65%) dizem evitar compartilhar mensagens que possam atacar os valores de outras pessoas, segundo o levantamento.

Dos respondentes, 29% já saíram de grupos onde não se sentiam à vontade para expressar opinião política.

“Tive que sair, era demais, muita briga, muita discussão, propaganda política, bateção de boca”, conta uma entrevistada.

Afirmação

Mas o levantamento identifica também que 12% das pessoas compartilham algo considerado importante mesmo que possa causar desconforto em algum grupo.

Dezoito por cento afirmam que, quando acreditam em uma ideia, compartilham mesmo que isso possa parecer ofensivo.

“Eu taco fogo no grupo. Gosto de assunto polêmico, gosto de falar, gosto de tacar lenha na fogueira e muitas vezes sou removida”, diz uma mulher de 26 anos de Minas Gerais.

Entre os 44% que se consideram seguros para falar sobre política no WhatsApp, são adotadas as seguintes estratégias:

  • 30% acham que mandar mensagens de humor é um bom jeito de falar sobre política sem provocar brigas;
  • 34% acham que é melhor falar sobre política no privado do que em grupos;
  • 29% falam sobre política apenas em grupos com pessoas que pensam igualmente.

“Eu gosto de discutir, mas é individualmente. Eu não gosto de expor isso para todo mundo”, revela um entrevistado de 32 anos, do Espírito Santo.

“É como se as pessoas já tivessem aceitado que aquele grupo é mais alinhado com uma visão política específica. Entra quem quer”, define uma mulher, de 47 anos, do Rio Grande do Norte.

O estudo foi apoiado financeiramente pelo WhatsApp. De acordo com o InternetLab, a empresa não teve nenhuma ingerência sobre a pesquisa.

Amadurecimento

Uma das autoras do estudo, a diretora do InternetLab, Heloisa Massaro, constata que o WhatsApp é uma ferramenta “arraigada” no cotidiano das pessoas. Dessa forma, assim como no mundo “offline“, ou seja, presencial, o assunto política faz parte das interações.

O estudo é realizado anualmente, desde o fim de 2020. De acordo com Heloisa, ao longo dos anos, as pessoas “foram desenvolvendo normas éticas próprias para lidar com essa comunicação política no aplicativo”, principalmente nos grupos.

“Elas se policiam mais, relatam um amadurecimento no uso”, diz a autora. “Ao longo do tempo, a gente vai observando essa ética de grupos nas relações dos aplicativos de mensagem para falar sobre política se desenvolvendo”, completa.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2025/08:21:56

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Brasil terá regras sobre uso de redes sociais por crianças e adolescentes; veja o que muda

Foto: Ilustrativa | Com a nova regulamentação do ECA Digital, governo busca garantir mais proteção aos jovens na internet; entenda as principais mudanças.

Com a Austrália proibindo o uso de redes sociais por menores de 16 anos, o Brasil também começará a ter algumas regras que as plataformas deverão seguir a partir de março de 2026. O objetivo é garantir maior proteção e segurança a esse público na internet.

O ECA Digital, que virou lei em setembro, é uma proposta de atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), apresentada pelo governo federal. A medida visa ampliar a proteção dos menores no ambiente online, onde questões como assédio, exploração de dados e exposição a conteúdo impróprio têm sido cada vez mais recorrentes.

A nova legislação, que ainda precisa passar por algumas etapas antes de ser totalmente implementada, traz diversas mudanças importantes. Confira o que muda:

Verificação da idade dos usuários

Tradicionalmente, muitas plataformas digitais, como redes sociais e jogos online, permitem que qualquer pessoa se cadastre fornecendo informações básicas — como nome, e-mail e data de nascimento. Nesse processo, o usuário pode simplesmente informar sua idade, ou seja, realizar uma autodeclaração.

Com a nova lei proposta pelo ECA Digital, as plataformas serão obrigadas a adotar métodos de verificação de idade mais rigorosos, sem depender da autodeclaração. Isso significa que as empresas não poderão mais confiar apenas nas informações fornecidas pelos usuários e terão que garantir que a idade declarada corresponde à realidade.

A verificação de idade poderá ocorrer de diferentes maneiras:

  • Tecnologia de reconhecimento facial ou biometria: algumas plataformas poderão usar algoritmos ou sistemas de inteligência artificial para analisar a imagem do usuário e cruzar dados com bancos públicos ou privados.

  • Documentos de identificação: outra possibilidade é solicitar o envio de fotos de documentos oficiais, como CPF ou RG.

  • Consulta a bancos de dados públicos: algumas plataformas poderão integrar seus sistemas a bases governamentais que confirmem oficialmente a idade.

Lojas de aplicativos — como Google Play Store e App Store — e sistemas operacionais — como Windows, Android e iOS — serão responsáveis por essa verificação. O objetivo é impedir que menores de 16 anos acessem plataformas ou conteúdos destinados a adultos.

Vinculação de contas de menores de 16 anos aos perfis dos responsáveis

Outro ponto essencial do ECA Digital é a exigência de que contas de crianças e adolescentes sejam vinculadas aos perfis de seus responsáveis legais.

A medida visa garantir que pais ou responsáveis tenham controle e acompanhamento do uso da internet pelos filhos, prevenindo riscos como exposição a conteúdos inadequados e interações perigosas com estranhos.

Com a vinculação:

  • os pais saberão o que os filhos fazem nas redes sociais;

  • poderão intervir se perceberem comportamentos preocupantes;

  • terão maior controle sobre configurações de privacidade e segurança.

Essa mudança tende a criar um ambiente online mais seguro, permitindo que os responsáveis assumam um papel mais ativo na proteção digital dos menores.

Como será o tratamento dos dados?

A abordagem faz parte do conceito chamado Prova de Conhecimento Zero (Zero-Knowledge Proof).
Em vez de saber o dia, mês e ano de nascimento do usuário, a plataforma receberá apenas um “sim” ou “não” indicando, por exemplo, se a pessoa tem mais de 18 anos.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/12/2025/09:06:01

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FBI recomenda ação de 10 segundos para proteger o seu celular

Agências de segurança dos EUA recomendam hábito semanal simples para bloquear invasores digitais. | Reprodução/Freepik

Agências reforçam que medida simples e rápida interrompe malwares, reduz espionagem digital e aumenta a segurança dos smartphones.

Nesta era de hiperconectividade, em que smartphones guardam segredos, rotinas e a memória íntima do usuário, uma dica simples ganhou força entre especialistas em cibersegurança: reiniciar o celular semanalmente. A orientação, destacada recentemente pela Forbes, veio do próprio FBI e da NSA, que alertam para o avanço silencioso de ataques capazes de invadir dispositivos sem um único clique.

Segundo a Agência de Segurança Nacional dos EUA, desligar e ligar o aparelho periodicamente ajuda a interromper atividades maliciosas que podem atuar sem que o usuário perceba — entre elas, spywares, malwares e softwares espiões que se escondem na memória RAM.

A reinicialização funciona como uma espécie de “faxina digital”, eliminando arquivos temporários, encerrando apps travados e cortando conexões suspeitas.

DADOS SENSÍVEIS

O alerta é especialmente importante diante dos chamados zero-click exploits — ataques sofisticados que permitem o acesso ao dispositivo sem que o usuário toque em links, abra anexos ou interaja com qualquer conteúdo. Essa técnica, usada em operações de espionagem de alto nível, tem se tornado mais comum à medida que o celular concentra dados sensíveis, como senhas, aplicativos bancários, documentos e conversas privadas.

O FBI reforça que a prática não substitui outras medidas de segurança, mas se soma a um conjunto de ações consideradas essenciais.

A analogia usada pela NSA compara o smartphone a uma caneca usada todos os dias: mesmo com um enxágue rápido, resíduos imperceptíveis se acumulam, e apenas uma limpeza profunda, como reiniciar o aparelho, remove de fato as sujeiras invisíveis.

COMO A REINICIALIZAÇÃO AJUDA A PROTEGER O CELULAR

  • Interrompe malwares em execução;

  • Desativa processos suspeitos na memória;

  • Reduz falhas exploráveis por invasores;

  • Melhora o desempenho geral do aparelho;

  • Diminui a chance de espionagem remota.

OUTRAS RECOMENDAÇÕES DO FBI E DA NSA

  • Ativar autenticação em dois fatores;

  • Evitar anexos e links suspeitos, mesmo enviados por contatos conhecidos;

  • Nunca compartilhar senhas por mensagens;

  • Manter o sistema do celular sempre atualizado;

  • Baixar aplicativos apenas de lojas oficiais.

A mensagem das agências é clara: em um mundo onde o ataque pode vir sem aviso e sem clique, pequenos hábitos fazem grande diferença — e podem ser decisivos para manter a privacidade do usuário a salvo.

Fonte: Mix e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/12/2025/07:33:47

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Vírus do WhatsApp cria nova onda de golpes; saiba como se proteger

Foto: Reprodução | A infecção começa com uma mensagem recebida de um contato confiável no WhatsApp, o que aumenta a chance de a vítima abrir o arquivo.

Pesquisadores da Trend Micro identificaram uma nova campanha digital que usa o vírus do WhatsApp para infectar computadores e roubar dados bancários de brasileiros. O ataque, associado ao grupo Water Saci, circula por meio de arquivos enviados no aplicativo de mensagens e consegue assumir o controle do WhatsApp Web para se autopropagar entre os contatos da vítima. Confira a seguir como o vírus age e o que fazer para se proteger.

Segundo a empresa de cibersegurança, o Brasil concentra a maior parte dos incidentes analisados, com centenas de casos envolvendo aparelhos pessoais, empresas, órgãos públicos e setores como tecnologia, educação e construção.

A infecção começa com uma mensagem recebida de um contato confiável no WhatsApp, o que aumenta a chance de a vítima abrir o arquivo. Em geral, o pacote chega em formatos como ZIP, PDF ou HTA. Todos são capazes de acionar scripts que instalam o malware no Windows.

Como age o vírus do WhatsApp Water Saci

Depois que o usuário abre o arquivo malicioso, um script em PowerShell baixa os componentes do ataque. Entre eles estão um instalador MSI, responsável por ativar o trojan bancário, e um script Python que realiza uma varredura completa no sistema.

Os criminosos buscam sinais de acesso a bancos como:

  • Bradesco,
  • Itaú,
  • Santander,
  • Banco do Brasil,
  • Caixa,
  • Sicredi,
  • Sicoob.

A partir disso, eles passam a monitorar atividades financeiras e capturar senhas e dados sensíveis.

O vírus ainda desativa antivírus, copia históricos do navegador, altera processos do Windows e se reinicia automaticamente sempre que o usuário acessa serviços bancários.

Vírus se espalha automaticamente pelo WhatsApp Web

Um dos elementos mais perigosos é o arquivo “whatsz.py”, baixado pelo sistema após a infecção. Ele automatiza o envio do malware para todos os contatos da vítima, usando o navegador e ferramentas como Selenium e Chromedriver para controlar o WhatsApp Web.

Na prática, o vírus abre conversas, anexa o arquivo falso e envia a mensagem sem que a pessoa perceba. A Trend Micro afirma que o grupo responsável utilizou modelos avançados de inteligência artificial para otimizar a lógica do código e tornar o processo ainda mais eficiente.

Técnicas de engano usadas no golpe

Os pesquisadores identificaram diferentes abordagens usadas pelos criminosos. Veja:

  • Arquivos ZIP que escondem atalhos (.LNK) capazes de executar comandos ocultos;
  • PDFs que simulam uma atualização do Adobe Reader para instalar o trojan;
  • Arquivos HTA, que executam códigos maliciosos automaticamente;
  • Nomes de arquivos alterados, como “comprovante”, para induzir a abertura;
  • Mensagens dizendo que o documento só pode ser visualizado no computador.

O malware detecta inclusive se o computador está configurado em português e no fuso horário brasileiro, reforçando que o alvo principal da campanha está no país.

Brasil vive nova fase de ameaças digitais

A Trend Micro avalia que o avanço do vírus do WhatsApp indica que o Brasil entrou em um período de ataques mais sofisticados. Os criminosos exploram confiança, automação e técnicas de engenharia social capazes de atingir grandes grupos rapidamente.

Outros relatórios apontam que golpes envolvendo pagamentos NFC e malwares para Android, como o RelayNFC, também seguem em expansão no país.

Como se proteger do vírus do WhatsApp

Especialistas recomendam uma série de medidas para evitar a infecção. Confira:

  • Desativar downloads automáticos no WhatsApp;
  • Confirmar com o contato antes de abrir qualquer arquivo recebido;
  • Manter o antivírus atualizado no celular e no computador;
  • Evitar abrir anexos ZIP, PDF ou HTA enviados sem explicação;
  • Limitar transferências de arquivos em aparelhos corporativos;
  • Usar autenticação em duas etapas em todos os serviços;
  • Desconfiar de mensagens que pedem ações incomuns.

A Meta afirma que trabalha para reforçar camadas de proteção e oferecer mais contexto aos usuários ao receber mensagens de desconhecidos. 

Fonte: Oliberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/12/2025/08:44:57

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“Adeus, Starlink”: tecnologia chinesa desembarca no Brasil e promete mudar o futuro da internet

Foto: Reprodução | A China instala sua primeira base de internet via satélite no Brasil com a SpaceSail, desafiando a Starlink e prometendo revolucionar a conectividade em toda a América do Sul.

Uma nova revolução digital está em marcha, e o epicentro dela pode ser o Brasil. A empresa chinesa SpaceSail, sediada em Xangai, acaba de iniciar operações no país com a promessa de levar internet via satélite ultrarrápida até os cantos mais isolados do território nacional, e desafiar diretamente o império de Elon Musk e sua Starlink.

A chegada do projeto marca o início de uma disputa bilionária no espaço pela liderança global da conectividade. E, segundo especialistas, a competição entre Estados Unidos e China no setor de internet orbital pode redefinir completamente o modo como o mundo se conecta.

China instala sua primeira base de internet espacial no Brasil

Em um acordo assinado com a Telebras, estatal brasileira de telecomunicações, a SpaceSail começa a oferecer serviços de comunicação satelital e banda larga em áreas sem infraestrutura de fibra óptica. O plano é ambicioso: lançar 648 satélites de órbita baixa (LEO) ainda este ano e expandir a constelação para 15 mil unidades até 2030, cobrindo mais de 30 países, incluindo boa parte da América do Sul.

O investimento é gigantesco. Em 2024, a SpaceSail recebeu 6,7 bilhões de yuans (cerca de R$ 4,8 bilhões) em uma rodada de financiamento liderada por um fundo estatal chinês voltado ao fortalecimento de tecnologias espaciais e industriais.

Segundo a Reuters, parte dessa verba será destinada à construção de centros de controle e antenas terrestres, e um dos primeiros já está em território brasileiro, consolidando o país como base de lançamento e operação da rede chinesa no hemisfério sul.

Um rival à altura de Starlink

Starlink mantém atualmente cerca de 7 mil satélites LEO em operação e planeja chegar a 42 mil até o fim da década.
Starlink mantém atualmente cerca de 7 mil satélites LEO em operação e planeja chegar a 42 mil até o fim da década.

Enquanto a Starlink mantém atualmente cerca de 7 mil satélites LEO em operação e planeja chegar a 42 mil até o fim da década, a SpaceSail segue um caminho semelhante, mas com uma vantagem estratégica: o apoio direto do governo chinês.

A meta é tornar a China autossuficiente em comunicações espaciais e reduzir a dependência de sistemas ocidentais.

Essa corrida não é isolada. O país também desenvolve a constelação Qianfan, conhecida como “Mil Velas”, além de três outros projetos paralelos que somam mais de 43 mil satélites planejados.

O programa é parte do projeto nacional de soberania digital promovido por Pequim e tem despertado alerta entre países ocidentais, que temem a expansão do modelo de censura da internet chinesa.

Satélites LEO: o segredo por trás da velocidade

A SpaceSail utiliza satélites de órbita baixa, conhecidos como LEO (Low Earth Orbit), que operam entre 500 e 2.000 km acima da Terra, muito mais próximos do planeta que os satélites tradicionais. Isso permite velocidades de conexão mais altas e menor latência, fundamentais para transmissões ao vivo, jogos online e chamadas de vídeo sem travamentos.

Essa é a mesma tecnologia usada pela Starlink, que atualmente lidera o mercado global de internet rural e remota. No entanto, com a entrada dos chineses, o cenário competitivo pode mudar rapidamente, trazendo preços mais baixos e cobertura ampliada em locais onde a internet ainda é precária, como na Amazônia Legal, sertão nordestino e áreas montanhosas do Sudeste.

Empresas como OneWeb (com 630 satélites) e o Projeto Kuiper da Amazon (que prevê 3.200 unidades) também estão na corrida, mas ainda não atingem a escala e a agressividade tecnológica dos programas norte-americanos e chineses.

O Brasil no centro da nova corrida espacial digital

Com a instalação da SpaceSail, o Brasil se posiciona como pioneiro na internet satelital chinesa fora da Ásia. A expectativa é que, nos próximos anos, o país se torne hub regional de conectividade, exportando sinal para Peru, Bolívia e Paraguai, e fortalecendo a presença chinesa no espaço aéreo e orbital sul-americano.

Para milhões de brasileiros que vivem em locais sem cobertura estável, essa disputa pode significar o fim do apagão digital. Especialistas veem o avanço da SpaceSail como o início de uma nova era de conectividade acessível, capaz de reduzir desigualdades e acelerar a transformação digital em toda a América do Sul.

A batalha agora é pelo domínio do céu, e o Brasil acaba de se tornar o principal campo de provas.

Fonte: clickpetroleoegas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/11/2025/10:50:14

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Como criar vídeos profissionais e editar no Iphone: guia completo

O avanço das tecnologias de edição na nuvem democratizou o acesso ao audiovisual. | Reprodução

Aprenda a criar e editar vídeos profissionais no iPhone sem equipamentos caros ou softwares complexos, usando ferramentas online intuitivas para empreendedores, criadores de conteúdo e iniciantes.

Nos últimos anos, o vídeo se consolidou como o formato mais poderoso da internet. Seja para divulgar produtos, gerar engajamento nas redes sociais ou ensinar algo, os vídeos são o tipo de conteúdo que mais retém a atenção do público. No entanto, muitas pessoas ainda acreditam que é necessário ter equipamentos caros ou dominar softwares complexos para começar.

A realidade é bem diferente: hoje é possível criar vídeos de forma simples, gratuita e online, usando ferramentas intuitivas que funcionam diretamente no navegador. Plataformas como o Clideo permitem montar vídeos completos — com trilha sonora, cortes, legendas e transições — sem precisar instalar nada no computador.

O avanço das tecnologias de edição na nuvem democratizou o acesso ao audiovisual. Antes, criar vídeos exigia tempo, conhecimento técnico e um computador robusto. Hoje, qualquer pessoa com uma boa ideia e conexão à internet pode produzir conteúdos com aparência profissional em poucos minutos.

Seja você um empreendedor, professor, criador de conteúdo ou alguém que quer apenas registrar momentos especiais, aprender a criar vídeos é uma habilidade indispensável para o mundo digital. E neste guia, você vai entender como começar do zero, editar pelo celular e publicar com qualidade.

Por que investir em vídeos?

Os vídeos representam mais de 80% do tráfego global da internet, segundo relatório da Cisco Visual Networking Index. E não é difícil entender por quê: eles unem imagem, som e narrativa, tornando qualquer mensagem mais envolvente e fácil de consumir.

No marketing, o vídeo é um dos formatos mais rentáveis. Segundo pesquisa da Wyzowl (2024), 92% das empresas que utilizam vídeos afirmam que eles são uma ferramenta importante de marketing e vendas. Além disso, conteúdos audiovisuais aumentam o tempo de permanência em sites, fortalecem o SEO e melhoram a percepção de marca.

Mas a vantagem dos vídeos vai além da divulgação. Eles também são ótimos para ensino, treinamento, comunicação interna e apresentações de produtos. Em um cenário digital cada vez mais competitivo, quem domina a linguagem audiovisual sai na frente.

A criação e edição de vídeos não são mais privilégios de profissionais com equipamentos caros. |Reprodução
A criação e edição de vídeos não são mais privilégios de profissionais com equipamentos caros. |Reprodução

Planejamento: o segredo de um vídeo de sucesso

Antes de iniciar a edição, é essencial pensar na estrutura do conteúdo. Um bom vídeo precisa ter objetivo claro, ritmo adequado e narrativa coerente.

Pergunte-se:

  • Qual é a mensagem principal que você quer transmitir?
  • Quem é o público-alvo?
  • Onde o vídeo será publicado (YouTube, Instagram, site, etc.)?

Depois, crie um roteiro simples dividido em três partes:

  • Abertura impactante: prenda a atenção nos primeiros segundos.
  • Desenvolvimento objetivo: entregue valor de forma clara e visual.
  • Encerramento com CTA: estimule o público a agir (curtir, comprar, seguir, etc.).
  • Um roteiro bem estruturado torna o processo de gravação e edição mais fluido, além de facilitar a conexão com o espectador.

Como criar vídeos online com o Clideo

Ferramentas online como o Clideo revolucionaram a forma como criamos conteúdo audiovisual. Mesmo quem nunca editou antes pode produzir vídeos de qualidade em poucos minutos.

Veja como funciona na prática:

  • Acesse o site Clideo Video Maker.
  • Faça upload das suas imagens, vídeos ou trilhas sonoras.
  • Arraste os elementos para a linha do tempo na ordem desejada.
  • Adicione música de fundo, legendas e transições.
  • Escolha o formato final e exporte seu vídeo em alta resolução.

Além da facilidade, a ferramenta é 100% online, ou seja, não requer download e funciona em qualquer navegador. Isso permite que você edite vídeos no trabalho, em casa ou até em um tablet, com a mesma fluidez.

Outro diferencial do Clideo é o suporte a múltiplos formatos e integração com serviços em nuvem, como Google Drive e Dropbox. Assim, o fluxo de trabalho se torna rápido e organizado.

Editando vídeos diretamente no iPhone

A segunda etapa do processo é a edição mobile. Atualmente, os smartphones da Apple oferecem desempenho e câmeras que rivalizam com equipamentos profissionais. Com um iPhone, é possível gravar em 4K, ajustar enquadramentos e editar vídeos completos sem precisar de um computador.

O app do Clideo para iPhone é uma das opções mais práticas para quem quer editar diretamente do celular. Ele permite cortar, unir, aplicar filtros, adicionar legendas e até converter formatos — tudo com poucos toques.

Além do Clideo, outros aplicativos úteis para edição mobile são:

  • iMovie: gratuito e já vem instalado em muitos aparelhos Apple.
  • CapCut: ideal para vídeos rápidos, com transições e legendas automáticas.
  • VN Editor: interface intuitiva e bons recursos de cor e som.

A principal vantagem da edição no iPhone é a agilidade. Você grava, edita e publica em questão de minutos, o que é perfeito para criadores de conteúdo, empreendedores e influenciadores digitais que precisam manter constância nas redes sociais.

Dicas práticas para melhorar a qualidade dos seus vídeos

Mesmo sem equipamentos profissionais, é possível alcançar um resultado excelente com boas práticas de gravação e edição. Veja algumas recomendações:

1. Cuide da iluminação

A luz natural é sua melhor aliada. Grave próximo a janelas ou em locais bem iluminados. Se possível, use uma ring light para equilibrar sombras.

2. Use microfone externo

O áudio é tão importante quanto a imagem. Microfones de lapela simples já melhoram muito a qualidade do som.

3. Enquadre corretamente

Mantenha o enquadramento na altura dos olhos e evite cortes bruscos de cabeça ou espaço vazio excessivo.

4. Mantenha o ritmo

Evite trechos longos e monótonos. Utilize cortes e inserções de texto para dinamizar o vídeo.

5. Otimize o formato

  • 9:16: ideal para TikTok e Reels.
  • 16:9: melhor para YouTube e sites.
  • 1:1: ótimo para posts no feed.

6. Finalize com propósito

Inclua um CTA (chamada para ação): convide o espectador a seguir, comentar, baixar algo ou conhecer seu produto.

A importância da consistência visual

Manter uma identidade visual coerente ajuda o público a reconhecer seus vídeos com mais facilidade. Use cores, fontes e logotipos consistentes.

Ferramentas como Canva ou Figma auxiliam na criação de templates visuais para vídeos. Já o Clideo permite importar esses elementos e aplicá-los em toda a linha do tempo. Assim, você mantém padronização e transmite profissionalismo em cada conteúdo.

O futuro é audiovisual

A criação e edição de vídeos não são mais privilégios de profissionais com equipamentos caros. A combinação entre ferramentas online e dispositivos móveis poderosos, como o iPhone, torna o processo acessível a qualquer pessoa disposta a aprender.

Plataformas como o Clideo simplificam o que antes era técnico e complexo. Com poucos cliques, é possível criar vídeos envolventes e editá-los de forma rápida e intuitiva, sem abrir mão da qualidade.

Fonte: Tech Tudo  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/10/2025/07:00:00

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Governo anuncia classificação indicativa para apps e nova faixa etária

Foto: Ilustrativa | Serão avaliados riscos presentes como contato com adultos e de compras; o governo quer criar mecanismos que contribuam para a construção de um ambiente midiático e digital mais seguro, educativo e respeitoso para as crianças

O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, assinou, nesta quarta-feira (15), portaria que aponta que aplicativos e jogos eletrônicos, além dos produtos audiovisuais, também poderão ter classificação indicativa.

Outro anúncio foi a criação de uma nova faixa etária indicativa, a de 6 anos de idade, para filmes, programas e também para os novos itens passíveis de classificação. Até agora, as classificações existentes são livre, 10 anos, 12, 14,16 e 18 anos.

“A portaria que assinamos é especialmente inovadora ao incluir a chamada interatividade digital”, disse o ministro. Ele explicou que, atualmente, a classificação indicativa se baseava apenas em conteúdo que continham sexo, nudez, drogas e violência.

“Mas a partir de agora serão avaliados riscos presentes em jogos eletrônicos, aplicativos de toda espécie à venda nas redes sociais. Serão averiguadas a possibilidade de contato com adultos desconhecidos, as compras online não autorizadas e as interações potencialmente perigosas. com agentes de inteligência artificial”, explicou Lewandowski.

O objetivo, segundo o ministro, é criar mecanismos que contribuam para a construção de um ambiente midiático e digital mais seguro, educativo e respeitoso para as crianças brasileiras.

Proteção

O governo ainda lançou vídeos do programa Famílias Fortes, para fomentar políticas para reduzir fatores de risco relacionados à violência, à saúde mental e ao uso de drogas.

“Nosso objetivo é que até o fim de 2026 o programa beneficie três mil famílias, pelo menos”.

Outro anúncio foi a aprovação de projeto do governo para dar prioridade à tramitação de procedimentos penais envolvendo mortes violentas de crianças e adolescentes. “A proposta também instituiu um sistema de monitoramento unificado para esses casos”.

O objetivo é acelerar as investigações e julgamentos de crimes como homicídio, feminicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte. quando as vítimas são crianças e adolescentes.

Ainda nesta quarta, o governo assinou o Pacto Nacional pela Escuta Protegida de crianças e adolescentes, vítimas ou testemunhas de violência.

Cenário preocupante

Ricardo Lewandowski destacou que dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2025 revelam um cenário muito preocupante para a infância e adolescência. O ministro citou que, nos últimos dois anos, as mortes violentas intencionais de crianças e adolescentes aumentaram 4,2%, e totalizaram 2.356 casos.

“Este lamentável cenário exige uma ação imediata e coordenada do Estado brasileiro. O projeto Crescer em Paz reafirma o compromisso do governo com a proteção e a dignidade das crianças e dos adolescentes”.

A partir do novo pacto, foi criado, segundo Lewandowski, um sistema unificado para receber denúncias de violações online. com um protocolo de atendimento.

Urgências

A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, destacou que o dever do Estado é garantir plenitude de acesso aos direitos para que seja possível assegurar um projeto de vida plena. “São mais de 54 milhões de crianças e adolescentes no país, mas os dados sobre sua situação de segurança são preocupantes”, citou.

Outro dado destacado é que houve o aumento de 245,6% de interrupções no calendário escolar por conta da violência. “Isso nos mostra a urgência da pauta de prevenção e proteção à vida e à integridade física de nossas crianças e adolescentes”.

No ambiente digital, foram 2.543 registros criminais de bullying e 452 de cyberbullying, com uma concentração em ambos os casos em crianças e adolescentes de 10 a 17 anos.

“Superar esse cenário é o que tentamos fazer no governo federal. Uma das nossas maiores vitórias no campo de garantias foi a aprovação do ECA Digital nesse ano, o que estendeu a proteção do ECA”.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2025/12:42:58

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Vídeo: Apple anuncia iPhone 17 em versão mais fina já feita, com preços que chegam a R$ 18.499

Foto: Getty images | No Brasil, os preços do iPhone 17 padrão, Air, Pro e Pro Max começam, respectivamente, em R$ 7.999, R$ 10.499, R$ 11.499 e R$ 12.499.

A Apple apresentou nesta terça-feira (9) em evento na Califórnia o iPhone 17, nova geração da principal linha de produtos da empresa, com melhorias no desempenho, mudanças no design e a chegada do modelo mais fino já feito pela empresa.

O iPhone Air, ultrafino com revestimento de titânio, tem 5,6 milímetros de espessura (cerca de duas moedas de R$ 0,50), 2,3 mm mais fino do que a versão padrão e 0,2 mm menos do que o Samsung Galaxy S25 Edge deste ano.

A versão entra na linha de iPhones no lugar do Plus, antiga versão com tela maior. Os modelos Pro e Pro Max continuam sendo as versões mais completas.

No Brasil, os preços do iPhone 17 padrão, Air, Pro e Pro Max começam, respectivamente, em R$ 7.999, R$ 10.499, R$ 11.499 e R$ 12.499.

O modelo mais caro com 2 TB de armazenamento custa R$ 18.499 na loja oficial. A pré-venda começa na próxima terça-feira (16), com entregas a partir do dia 19 de setembro.

Considerado pelo CEO da empresa, Tim Cook, o maior salto que o iPhone recebeu, o ultrafino promete 27 horas de duração de bateria, uma das principais preocupações para modelos do tipo. No rival da Samsung, a duração estimada é de 24 horas.

No acabamento, o Air recebeu uma protuberância no topo para acomodar a câmera única, como no recém-lançado iPhone 16e. A tela é de 6,5 polegadas, maior do que a da versão padrão.

O celular vem com o chip A19 Pro, considerado o mais avançado da empresa e capaz de competir com os MacBooks. A câmera externa tem um sensor de 48 MP, enquanto a frontal é de 18 MP.

Para o iPhone 17 padrão, o tamanho saiu de 6,1 polegadas no ano passado para 6,3 polegadas. A tela também recebeu melhoria no brilho máximo e na taxa de atualização, agora de até 120Hz, possibilitando uma exibição mais fluida.

O chip A19 padrão promete alta de 20% no desempenho em relação ao celular do ano passado, com A18, e a bateria deve durar oito horas a mais.

As câmeras do modelo padrão, similares às do iPhone 16, receberam uma atualização no sensor da lente frontal que melhora a resolução de selfies, segundo a empresa. A lente ultra-angular externa, para ângulo de captura mais amplo, saiu de 12 MP para 48 MP. A câmera externa principal continua com 48 MP.

Os modelos Pro e Pro Max, este com tela de 6,9 polegadas, também receberam a protuberância no topo e, como no Air, têm o chip A19 Pro, com performance 40% maior do que a do iPhone 16 Pro. A bateria é capaz de durar 39 horas reproduzindo vídeos, segundo a empresa. O acabamento voltou a ser de alumínio para evitar superaquecimento.

Os novos celulares também vêm com o iOS 26 instalado de fábrica. A nova versão do sistema operacional, anunciada em junho, altera o design para o chamado Liquid Glass, com interface translúcida inspirada em vidro.

A novidade na linha de smartphones marca a primeira de uma série de novidades que culminarão no possível lançamento de um modelo dobrável no ano que vem e de uma versão especial em 2027, quando o iPhone completa 20 anos, segundo a Bloomberg News.

O modelo mais fino também chega em um momento de maior concorrência com a Samsung e uma série de marcas chinesas. Em maio, a sul-coreana lançou o Galaxy S25 Edge, com 5,8 mm de espessura, 2 mm mais fino do que o iPhone 16. Modelos dobráveis deste ano também apostaram no design ultrafino.

A empresa também anunciou novas versões do AirPods Pro e do Apple Watch.
O AirPods Pro 3, sequência do lançado em 2022, é o principal fone de ouvido in-ear da empresa. Em preço e acabamento, fica atrás apenas dos headphones AirPods Max.

Para esta geração a promete maior qualidade de áudio, bateria maior, o dobro de desempenho no cancelamento de ruído e tradução simultânea usando IA, incluindo do português para o inglês. O modelo atual sai por R$ 2.699.

Já o Apple Watch Series 11 promete o dobro de resistência em relação à geração anterior, compatibilidade com 5G e mais funções de monitoramento do corpo, como avaliação de hipertensão. Os modelos SE, mais econômico, e Ultra, voltado para atividades intensas, também receberam atualizações -este recebeu a função de contato de emergência via satélite.

Os relógios Apple Watch SE, Series 11 e Ultra 3 saem, respectivamente, por R$ 3.299, R$ 5.499 e R$ 10.499, ainda sem data definida para o Brasil.

O ciclo desde o lançamento do iPhone 16 no ano passado foi marcado pelo atraso no lançamento de recursos mais avançados de inteligência artificial e a guerra comercial iniciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

As ações da Apple caíam cerca de 1,6% nesta terça após o lançamento. No trimestre encerrado em 28 de junho, a empresa divulgou uma receita de US$ 94 bilhões, alta de 10% em relação ao mesmo período no ano anterior. O iPhone sozinho representa cerca de 47% do faturamento da empresa, hoje a terceira maior do mundo -atrás de Microsoft e Nvidia.

A empresa depende principalmente da China e da Índia para a produção dos iPhones, dois países alvo das políticas de Trump. Só no ano fiscal de 2024, o custo de produção de hardware bateu US$ 182,23 bilhões, o que poderia explodir neste ano com sobretaxas de dois dígitos sobre as importações dos países.

Poderia, porque o período também foi marcado por uma reaproximação entre CEOs de grandes empresas de tecnologia e o líder republicano.

Em fevereiro, a empresa anunciou um investimento de US$ 500 bilhões nos EUA nos próximos quatro anos em projetos relacionados a manufatura e data centers; em abril, produtos como computadores, smartphones e chips foram isentos de tarifas; no mês passado, a cifra subiu para US$ 600 bilhões, além de um troféu dado por Tim Cook a Trump.

Na quinta-feira (4), durante jantar que reuniu alguns dos principais executivos do setor de tecnologia na Casa Branca, Cook agradeceu ao presidente.

“Quero agradecer por dar o tom para que pudéssemos fazer um grande investimento [US$ 600 bilhões] nos Estados Unidos… isso diz muito sobre seu foco, sua liderança e seu foco na inovação”, afirmou.

Nos EUA, a versão de 256 GB do iPhone 17 tem o preço inicial de US$ 799, mesmo valor do iPhone 16, mas agora com o dobro de armazenamento. Já o iPhone 17 Pro começará em US$ 1.099 na versão de 256 GB -mesmo preço do modelo equivalente do ano passado, mas sem a opção de entrada de menor capacidade que custava US$ 999.

A Apple também não aumentou os preços dos novos modelos do Apple Watch nem dos AirPods Pro 3 no país.

https://youtu.be/xoXClT_Aqm8

Fonte:  Folhapress/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/09/2025/07:31:31

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