Hospital Regional de Santarém, referência na área, inicia 2026 realizando transplante renal

Além dos transplantes, o hospital também realiza captação de órgãos e tecidos, e é referência em terapia renal substitutiva, ofertando tratamentos especializados.

Referência em transplantes renais em todo o oeste do Pará, o Hospital Regional do Baixo Amazonas Dr. Waldemar Penna (HRBA), em Santarém, começou o ano de 2026 realizando mais um procedimento na última segunda-feira (12).

A unidade recebeu um rim de um doador falecido de 53 anos, natural de Natal, no Rio Grande do Norte. O transplante foi realizado pela equipe médica do HRBA e beneficiou um paciente de 58 anos, do município de Monte Alegre.

“A espera dos pacientes é uma espera nossa. A briga deles é uma briga nossa. Estamos atentos à tudo o que pode ser feito para aumentar cada vez mais o número de transplantes, atendendo mais pessoas e devolvendo cada vez mais pacientes à família, ao trabalho e às atividades normais. Aqui em Santarém, o trabalho tem sido feito, graças a Deus com muito afinco e gerando grandes resultados”, explicou o responsável pelo setor de transplantes e diretor clínico do HRBA, Emanuel Espósito.

Emanuel acrescentou: “O transplante é o melhor tratamento para a doença renal crônica, pois tira o paciente da hemodiálise. Estamos trabalhando junto à Secretaria de Estado de Saúde Pública para ampliar e melhorar ainda mais o nosso serviço”.

Excelência – O primeiro transplante de rim em 2026 atesta a importância do Hospital Regional neste atendimento. No ano passado, o HRBA realizou um total de 20 procedimentos, mudando a vida de pacientes com insuficiência renal.

Os profissionais da instituição realizam os transplantes, desde novembro de 2016, e estão habilitados pelo Ministério da Saúde para a promoção deste serviço de saúde até o ano de 2028. Nestes quase 10 anos, o Regional de Santarém já realizou 136 transplantes renais, sendo 54 intervivos, quando o doador é geralmente parente do transplantado, e mais 82 de doadores falecidos.

Além dos transplantes, o hospital também realiza captação de órgãos e tecidos desde 2012, e é referência em terapia renal substitutiva, ofertando tratamentos especializados de Hemodiálise e Diálise Peritoneal.

“Nosso Centro de Terapia Intensiva é referência na região, mas o que nós queremos mesmo é que os nossos pacientes saiam das máquinas de hemodiálise e recuperem a qualidade de vida. E isso só é possível com os transplantes renais. Por isso, ficamos muito felizes em também ofertar este serviço, com uma equipe médica de excelência e com profissionais de saúde capacitados para mudar vidas a partir destes procedimentos”, comemorou o diretor-geral do HRBA, Matheus Coutinho.

Doação de órgãos – Para ser um doador de órgãos após a morte, é necessária a realização de um rigoroso protocolo médico que vai determinar se o paciente teve morte encefálica, que consiste na parada irreversível das funções do cérebro.

No Brasil, a retirada de órgãos só pode ser realizada após a autorização familiar. Assim, mesmo que uma pessoa tenha dito em vida que gostaria de ser doador, a doação só acontece se a família autorizar.

O Hospital Regional do Baixo Amazonas realiza uma série de ações para incentivar a doação de órgãos e conscientizar as pessoas da importância que essa decisão pode ter na vida de outros pacientes.

“Sem doação, não tem transplante. A doação pode vir de um familiar, intervivo, ou mesmo de um doador falecido, quando a família que perde um ente querido toma a decisão de doar o rim para um paciente que faz hemodiálise e está na fila de espera. Então, esta escolha pela doação é muito importante. Aqui no Hospital Regional, entramos no nono ano ofertando este serviço. Uma cidade no interior do Pará que despontou nessa modalidade de terapia tão avançada, que geralmente se encontra apenas nos grandes centros. Tivemos números expressivos em 2025 e a gente acredita que tem capacidade para sempre ofertar mais aos nossos pacientes”, concluiu o médico nefrologista Emanuel Espósito.

Serviço: O HRBA é referência em média e alta complexidade para uma população de 1,4 milhão de pessoas residentes em 29 municípios, e presta serviço 100% referenciado, atendendo à demanda originária da Central de Regulação do Estado.

A unidade pertence ao Governo do Pará, sob administração do Instituto Social Mais Saúde, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), e fica localizada na avenida Sérgio Henn, nº 1100, no bairro Diamantino, em Santarém.

Fonte: Ascom/HRBA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/12/2025/14:57:09

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Anvisa manda recolher caixa de remédio para pressão alta entre os mais vendidos do Brasil

Foto | Reprodução – A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou o recolhimento do lote OA3169 do Pantoprazol Sódico Sesqui-Hidratado 40mg. O medicamento, indicado para o tratamento de problemas gastrointestinais, foi vendido em embalagem de remédio para pressão alta, a Hidroclorotiazida 25mg.

Segundo a agência, apenas o lote citado foi atingido pela medida, que determinou a suspensão da venda, da distribuição e do uso do produto.

A decisão, conforme informações do R7, foi adotada após a empresa MedQuímica Indústria Farmacêutica Ltda. comunicar o recolhimento voluntário do lote como ação preventiva. “O produto disponível no mercado não oferece risco imediato à saúde do paciente”, afirmou a MedQuímica.

A empresa informou ainda que todas as medidas corretivas já foram adotadas e que segue colaborando com as autoridades competentes. No brasil, a Hidroclorotiazida foi o terceiro medicamento genérico mais vendido do país no último ano, com mais de 26 milhões de caixas comercializadas até abril de 2025.
Além do remédio para pressão alta, outros medicamentos falsificados entram na mira da Anvisa

Além do caso envolvendo o remédio para pressão alta, a Anvisa também determinou, na quarta-feira (7), a apreensão de lotes falsificados de outros medicamentos comercializados no país, entre eles Imbruvica — indicado para o tratamento de diferentes tipos de câncer no sangue —, Mounjaro e Voranigo.

No caso do Imbruvica, a agência determinou a apreensão dos lotes NIS7G01, NJS7J00 e PJS0B00.

Os produtos estão proibidos de ser vendidos, distribuídos ou utilizados. A decisão foi tomada após a Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda., fabricante original do medicamento, informar que não produziu os lotes citados. A empresa também destacou que o registro do Imbruvica na forma de cápsulas já foi cancelado.

Já em relação ao Mounjaro, a Eli Lilly do Brasil Ltda., detentora do registro, comunicou que o lote D838878 não foi fabricado por ela.

O Mounjaro é utilizado para o tratamento da obesidade e diabetes tipo 2.O

Diante disso, a Anvisa determinou que o lote do Mounjaro seja apreendido e retirado do mercado, com proibição de comercialização, distribuição e uso.

A agência também adotou a mesma medida para o lote FM13L62 do medicamento Voranigo, indicado para o tratamento de tumores cerebrais.

Segundo a Anvisa, o lote do Voranigo não pode ser armazenado, vendido, distribuído, fabricado, importado, divulgado ou utilizado, já que a empresa Laboratórios Servier do Brasil, responsável pelo medicamento, informou desconhecer a origem do produto.

Fonte:NDmais e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/01/2026/10:30:46

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Covid-19: chega ao fim estado de emergência em saúde pública no Brasil

(Foto:Reprodução) – Chegou ao fim, neste domingo (22), o estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), decretado em função da pandemia de covid-19 no Brasil.

A portaria com a decisão foi assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em 22 de abril, e previa prazo de 30 dias para que estados e municípios se adequassem à nova realidade.

A decisão do governo brasileiro foi tomada com base do cenário epidemiológico mais arrefecido e o avanço da Campanha de Vacinação no país. Segundo o Ministério da Saúde, apesar da medida, nenhuma política pública de saúde será interrompida.

“A pasta dará apoio a estados e municípios em relação à continuidade das ações que compõem o Plano de Contingência Nacional”, garantiu o governo.

Histórico

No último dia 12 de maio, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) prorrogou, a pedido do Ministério da Saúde, o prazo de validade das autorizações para uso emergencial de vacinas contra covid-19, que deixariam de ser usadas na campanha de vacinação contra a doença com o fim do Epin. A medida vale também para medicamentos que só deveriam ser usados durante a crise sanitária. Segundo a decisão da Diretoria Colegiada da Anvisa, as autorizações permanecerão válidas por mais um ano.

No mesmo dia, a Anvisa alterou a resolução que permite a flexibilização das medidas sanitárias adotadas em aeroportos e aeronaves, em virtude do encerramento do estado de emergência. Entre as mudanças, estão a retomada do serviço de alimentação a bordo e permissão para retirada de máscaras para se alimentar, durante o voo.

Segundo o Ministério da Saúde, o governo federal empenhou quase R$ 34,3 bilhões para a compra de cerca de 650 milhões de imunizantes contra a covid-19.

“Por conta da vacinação, o Brasil registra queda de mais de 80% na média móvel de casos e óbitos pela covid-19, em comparação com o pico de casos originados pela variante Ômicron, no começo deste ano. Os critérios epidemiológicos, com parecer das áreas técnicas da pasta, indicam que o país não está mais em situação de emergência de saúde pública nacional”, ressaltou o Ministério em nota.
(Com informações da Agência Brasil).

Jornal Folha do Progresso em 23/05/2022/15:35:17

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