Carro invade e destrói loja de conveniência em posto de gasolina no Butantã, na Zona Oeste de SP

Carro invade e destrói loja de conveniência em posto de gasolina no Butantã, na Zona Oeste de SP — Foto: Reprodução/TV Globo

O motorista fez o teste do bafômetro, que deu negativo. Ele disse que perdeu o controle da direção ao enroscar os pés nos pedais no carro.

Um carro invadiu e destruiu uma loja de conveniência em um posto de gasolina na Rua Alvarenga, no Butantã, na Zona Oeste de São Paulo, na tarde de terça-feira (6). Uma mulher de 31 anos, funcionária do posto, ficou ferida.

O acidente foi registrado por câmeras de segurança, e as imagens impressionam. O carro passou pela área das bombas de gasolina e, de repente, perdeu o controle e invadiu a loja. Ele estourou o vidro, derrubou gôndolas e avançou pela loja.

Depois, o motorista, de 65 anos, fez o teste do bafômetro, que deu negativo. Ele disse que perdeu o controle da direção ao enroscar os pés nos pedais no carro.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a perícia foi acionada, e o caso foi registrado pela polícia como lesão corporal culposa (sem intenção) na direção de veículo automotor no 14º DP (Pinheiros).

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/01/2026/12:28:32

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Justiça condena cabeleireiro que disse não contratar “pretos” e “veados” em áudios

Foto: Reprodução | O processo começou quando um funcionário do salão ficou incomodado com áudios e com a conduta do acusado.

A 15ª vara Criminal de São Paulo condenou em novembro um cabeleireiro pelos crimes de injúria racial e discriminação por raça e orientação sexual, após ele enviar áudios de em que afirmava não contratar “preto” e “veado”.

O processo começou quando um funcionário do salão ficou incomodado com áudios e com a conduta do acusado.

“Ele me respondeu com um áudio, dizendo que “não contratava negros, gordos, veados ou feministas. […] Eu sou negro e me ofendi e foi dai que se originou a denúncia”, diz o relato no documento.

O funcionário resolveu deixar o dono do estabelecimento “famoso no Instagram” e fez uma publicação com os áudios recebidos. Um outro arquivo afirma que o acusado se refere a uma cliente negra como com “cabelo duro que não passava pente”.

A pena aplicada foi de 2 anos, 4 meses e 24 dias de reclusão, mais 30 dias multa, que foram substituídas por prestação de serviços à comunidade. A Justiça também fixou um valor de R$ 15 mil por danos morais.

Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2025/07:48:46

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Homem atira com duas armas contra a ex-companheira dentro da pastelaria onde ela trabalha, em SP

Foto: Reprodução | O homem, identificado como Bruno Lopes Barreto, fugiu do local em uma motocicleta e segue foragido. Um pedido de prisão temporária já foi encaminhado à Justiça.

Um homem atirou pelo menos seis vezes contra a ex-companheira, de 38 anos, dentro da pastelaria onde ela trabalha, na manhã desta segunda-feira (1º), no bairro Jardim Fontalis, Zona Norte de São Paulo. O crime, registrado por uma câmera de segurança, mostra o momento em que o agressor se aproxima da vítima e repete várias vezes: “Você não vai sair?” Diante da negativa, ele saca duas armas ao mesmo tempo e dispara repetidamente.

Segundo a Polícia Militar, o homem, identificado como Bruno Lopes Barreto, fugiu do local em uma motocicleta e segue foragido. Um pedido de prisão temporária já foi encaminhado à Justiça. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a perícia foi acionada e que o caso é investigado como tentativa de feminicídio pelo 73° Distrito Policial (Jaçanã).

A vítima, Evelin de Souza Saraiva, de 38 anos, foi socorrida pelo helicóptero Águia da PM e levada ao Hospital das Clínicas. Ela passou por cirurgia e permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com estado de saúde considerado delicado.

Familiares relataram que Evelin e Bruno mantiveram um relacionamento por cerca de três anos e que ele já havia cumprido pena e apresentava comportamento violento. Ainda segundo a família, o agressor estaria motivado por ciúme do novo relacionamento da vítima. Evelin trabalhava na pastelaria há aproximadamente cinco meses.

O episódio ocorre dois dias após outro caso de extrema violência contra a mulher na Zona Norte de São Paulo, quando uma jovem de 31 anos foi atropelada e arrastada por mais de 1 km pelo ex-ficante. O agressor foi preso no domingo (30) após trocar tiros com a polícia.

A Polícia Civil segue em busca de Bruno Lopes Barreto e pede que qualquer informação sobre o paradeiro dele seja comunicada às autoridades.

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Veja vídeo:

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/12/2025/09:22:02

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Filho mata a mãe professora e corta o dedo dela para acessar banco

Foto: Reprodução / Redes sociais | Corpo da mulher foi queimado em um terreno baldio; estudante de 28 anos manteve vida normal por 10 dias até ser descoberto pela polícia.

Um estudante de Direito de 28 anos foi preso no último sábado (22/11), pela Polícia Civil, de São Paulo, suspeito de assassinar a própria mãe, Eliana Roschel, professora aposentada de 61 anos. Segundo a investigação, Maurício Gonçalves Garcia teria cortado o dedo da mãe para acessar suas contas bancárias pelo celular. Mãe e filho viviam em Parelheiros (SP).

O crime aconteceu após uma discussão: Maurício empurrou a mãe, que bateu a cabeça na escada e perdeu a consciência. Ele a colocou no sofá e fugiu, sem prestar socorro. Dois dias depois, voltou e encontrou Eliana morta. Maurício enrolou o corpo em um lençol, colocou no porta-malas, abandonou em um terreno baldio e ateou fogo, após cortar o dedo dela.

Apesar do assassinato, Maurício tentou manter a rotina. Durante cerca de dez dias, ele usou o celular da mãe para não levantar suspeitas e chegou a responder algumas mensagens em nome dela. O investigado acabou sendo descoberto após assaltar um posto de combustível.

Ele foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) do Cambuci, na zona central de São Paulo. Segundo informações preliminares, a Justiça determinou prisão temporária de 30 dias enquanto o caso segue em investigação.

Fonte: Metrópoles  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2025/09:15:41

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Casal é preso por maltratar e torturar filho adotivo, em SP

Foto: Reprodução | Conforme o boletim de ocorrência, médico constatou diversas fraturas pelo corpo da criança, que continua internada. Casal tem três filhos adotivos. Dois foram levados para um acolhimento institucional

Um casal foi preso suspeito de agredir o filho adotivo de dez anos com uma raquete nesta quarta-feira (12), em Jundiaí (SP). Segundo o BO, os dois também são suspeitos de deixar a criança sem comer, apertar suas partes íntimas e arrancar seus cabelos.

O casal tem outros dois filhos adotivos, de cinco e oito anos, irmãos biológicos da vítima, que foram levados para um acolhimento institucional. Ainda de acordo com o registro, o colégio das crianças denunciou o caso ao Conselho Tutelar depois de notar que a vítima tinha hematomas pelo corpo.

O caso também foi comunicado ao Fórum e ao Ministério Público. Um dos conselheiros tutelares foi até a escola e encontrou a criança com machucados recentes na mão e na lombar, além de dificuldade para andar e dor intensa.

Ainda segundo o registro, a criança contou que havia sido agredida pela mãe com uma raquete e disse que os castigos físicos eram frequentes. Disse também que era obrigado a permanecer durante a noite em posição de flexão, apenas de roupa íntima, trancado em um escritório, sem alimentação adequada e sem poder dormir.

De acordo com o registro policial, a mãe também arrancava os cabelos do menino, apertava suas partes íntimas e já quebrou uma garrafa no braço da criança. O garoto também contou aos policiais que chegou a ficar até 15 dias sem tomar banho e era impedido de se alimentar como forma de punição.

A vítima disse que o pai tinha conhecimento das agressões e, por vezes, participava delas. O irmão do menino confirmou as informações e mostrou ao conselheiro cicatrizes antigas.

As crianças foram encaminhadas para atendimento médico, e a Guarda Municipal foi acionada para garantir a segurança durante o procedimento. O casal foi comunicado sobre as medidas protetivas.

Após o atendimento médico, um dos irmãos da vítima foi levado para a Casa Transitória. A outras duas crianças foram encaminhadas para o Hospital Universitário (HU) de Jundiaí (SP).

Segundo o boletim, o médico constatou múltiplas fraturas e alterações na região da barriga da vítima. Até a última atualização desta reportagem a criança permanecia internada para observação e tratamento.

O casal foi preso em flagrante por maus-tratos com o agravante de ter sido praticado contra uma pessoa menor de 14 anos, em contexto de violência doméstica e familiar contra criança. A prisão dos dois foi convertida em preventiva após uma audiência de custódia. A Polícia investiga o caso.

Fonte: G1 e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/11/2025/07:56:13

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Explosão em depósito de fogos mata morador e devasta quarteirões; em SP

Foto: Reprodução | Onda de choque atinge três quarteirões, fere dez pessoas e força Defesa Civil a interditar 21 imóveis.

A explosão em um imóvel usado como depósito de fogos de artifício matou um morador e feriu dez pessoas na noite de quinta, 13, na esquina da avenida Celso Garcia com a avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé, Zona Leste de São Paulo.

A detonação ocorreu por volta das 19h45, de acordo com o Corpo de Bombeiros, e gerou uma onda de choque tão forte que destruiu casas, quebrou janelas em prédios e obrigou a Defesa Civil a interditar 21 imóveis na madrugada de sexta, 14, por risco de colapso estrutural.

A vítima fatal ainda não teve o nome divulgado pela Polícia Militar até a manhã desta sexta. O corpo foi arremessado para o quintal de uma casa vizinha e localizado por cães farejadores.

Os bombeiros confirmaram que o homem morava no imóvel que armazenava o material explosivo. Entre os dez feridos, quatro tiveram lesões graves e foram encaminhados a hospitais da região, enquanto outros seis sofreram ferimentos leves e dispensaram atendimento prolongado.

Moradores descrevem uma cena de destruição súbita. Vidros estilhaçados cobriram calçadas e carros foram amassados pela pressão da explosão. Estruturas metálicas se retorceram com o impacto. Fotos e vídeos feitos por vizinhos mostram uma coluna de fogo subindo rapidamente e formando uma imagem semelhante a uma “nuvem cogumelo”.

Um morador de um prédio próximo relatou que tudo sacudiu dentro de casa e que objetos caíram das estantes. Uma moradora disse à TV que “a janela voou, a cortina caiu e um pó terrível tomou o quarto”.

O Corpo de Bombeiros deslocou oito viaturas e informou que atuou com cautela para evitar novas explosões. Um oficial afirmou que o imóvel funcionava como depósito de fogos de artifício e que o caso será aprofundado pela Polícia Civil.

Segundo o agente, foram encontradas evidências de artefatos usados em balões, e a corporação repassou essas informações aos investigadores. A Polícia Civil apura se o depósito operava de forma clandestina e se a queda de um balão sobre o material pirotécnico pode ter provocado a detonação. O proprietário já se apresentou, mas a causa exata ainda depende de laudos técnicos.

A legislação brasileira exige licença da Defesa Civil, fiscalização dos bombeiros e registro no Ministério do Exército para armazenar e comercializar fogos de artifício. Normas técnicas, como a NR 19 e regras estaduais, determinam limites de estocagem e padrões de segurança para evitar incêndios e explosões.

Em estabelecimentos varejistas, o teto de armazenamento costuma ser de 1.000 quilos de massa pirotécnica, segundo parâmetros citados por órgãos de fiscalização.

Soltar balões é crime ambiental desde 1998 e prevê pena de detenção de um a três anos, multa ou ambas, porque representa risco direto à vida e ao patrimônio. Órgãos ambientais e o governo de São Paulo registram aumento nas autuações por manuseio de balões, o que pressiona mais os serviços de emergência.

Técnicos da Defesa Civil seguem na região para avaliar se alguns imóveis poderão ser liberados ou se terão de ser parcialmente demolidos.

Moradores desalojados foram encaminhados para casas de familiares, enquanto a polícia tenta reconstituir, minuto a minuto, como um depósito em área residencial se transformou em um epicentro de destruição.

Fonte: O Antangonista e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/11/2025/10:20:18

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Mulher é presa após fugir de motel sem pagar, dirigir na contramão e colidir com carros na Zona Oeste de SP

Mulher acelerou o carro contra um funcionário do estabelecimento — que não foi atingido — e contra o portão do local. — Foto: Reprodução

Motorista de 24 anos avançou contra funcionário, destruiu portão, dirigiu na contramão e foi presa após colisão. Ela irá responder por embriaguez ao volante.

Uma mulher de 24 anos foi presa em flagrante na manhã desta segunda-feira (10) no Butantã, Zona Oeste de São Paulo, após fugir de um motel sem pagar e cometer uma sequência de crimes de trânsito. Ela irá responder por embriaguez ao volante, trafegar em velocidade incompatível, dano, perigo para a vida ou saúde de outrem e resistência.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), funcionários do motel acionaram a polícia depois que a suspeita tentou deixar o local, localizado na Avenida Vital Brasil, sem pagar pelo serviço.

Durante a abordagem, ela se recusou a descer do veículo, engatou a marcha à ré e quase atingiu o pé de um dos agentes. Em seguida, acelerou o carro contra um funcionário do estabelecimento — que não foi atingido — e contra o portão do local.

Após romper o portão, a motorista fugiu em alta velocidade pelas ruas da região. De acordo com a PM, ela passou por diversos sinais vermelhos, trafegou pela contramão, subiu em calçadas e colocou pedestres e motoristas em risco.

A perseguição terminou quando o veículo da mulher colidiu contra dois carros que estavam parados em um semáforo. Ela foi detida logo depois.

A motorista apresentava sinais de embriaguez e foi conduzida ao 14º Distrito Policial (Pinheiros), que solicitou exame pericial. A jovem permaneceu presa e à disposição da Justiça.

Fonte: G1 SP e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/11/2025/08:48:11

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VÍDEO – Youtuber é preso suspeito de aliciar crianças com cartas Pokémon e pelúcias

Foto: Reprodução | João Paulo Manoel, de 45 anos, com mais de 1 milhão de seguidores e conhecido por conteúdo sobre Pokémon, foi detido em Santo André; Polícia Civil do Rio investiga exploração sexual e estupro de vulnerável.

O youtuber João Paulo Manoel, conhecido como Capitão Hunter, de 45 anos, foi preso nesta quarta-feira (22) em Santo André, São Paulo. A prisão ocorreu no âmbito de uma investigação conduzida pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, que acusa o influenciador de aliciamento de crianças e adolescentes.

Segundo a delegada Maria Luiza Machado, da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav) fluminense, Hunter usava sua popularidade e produtos relacionados à série Pokémon — como cartas colecionáveis raras e pelúcias — para atrair menores de idade.

“Ele sempre usava essa proposta de dar um benefício, de dar uma cartinha rara de Pokémon, de, às vezes, dar um brinquedo. E aí ele ia aliciando essas crianças, esses adolescentes, falando que a criança era a pessoa que ele mais confiava que era a melhor amiga dele”, relatou a delegada Maria Luiza Machado.

O youtuber, que produz conteúdo focado em personagens e produtos da franquia e possui uma base de mais de 1 milhão de seguidores em suas redes sociais, é investigado pelos crimes de exploração sexual de crianças e estupro de vulnerável.

Tática do ‘Parque do Silêncio’

A investigação aponta que João Paulo criava um cenário psicológico para silenciar as vítimas, o que a polícia chama de ‘parque do silêncio’. O objetivo era impedir que as crianças relatassem os atos aos pais, pois acreditavam que o “ídolo” realmente lhes queria o bem.

“Então, ele criava todo esse cenário que a gente chama de ‘parque do silêncio’, pra criança deixar de mencionar isso. De não falar sobre isso aos pais, por acreditarem que aquele ídolo dela era efetivamente uma pessoa que queria o bem dela”, completou a delegada responsável pela prisão.

Perícia de celulares e busca por novas vítimas

A investigação da Dcav teve início após a denúncia de uma adolescente de 13 anos. No decorrer do inquérito, a delegada Maria Luiza Machado confirmou que um menino também pode ter tido conversas íntimas com o youtuber. A própria vítima informou que Hunter chegou a enviar uma foto de um outro menor em situação íntima para “provar” que outras pessoas estavam participando.

Na residência de Capitão Hunter, a polícia apreendeu um vasto material que será submetido à perícia no Rio de Janeiro, incluindo:

  • Seis celulares
  • Três pendrives
  • Uma CPU de computador

O objetivo principal da perícia é “conseguir alcançar outros crimes ou outras vítimas também”, conforme declarou a delegada. Apesar de a investigação ser conduzida pela polícia fluminense, João Paulo Manoel permanecerá preso no estado de São Paulo. A defesa do youtuber não foi localizada pela reportagem até o momento da publicação.

Fonte: g1  e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/10/2025/09:19:06

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‘Não consigo dormir direito’, diz pai de menina morta pela mãe e padrasto no interior de SP

‘Não consigo dormir direito’, diz pai de menina morta pela mãe e padrasto no interior de SP — Foto: Matheus Xavier Lisboa/Arquivo pessoal

Em entrevista ao g1, Mateus Xavier Lisboa, mecânico de motos autônomo, disse que ainda tenta lidar com a perda e com as lembranças da filha. Maria Clara Aguirre Lisboa, de 5 anos, foi encontrada morta em Itapetininga (SP).

Pela primeira vez, o pai de Maria Clara Aguirre Lisboa, de cinco anos, falou publicamente sobre a morte da filha, que foi assassinada pela mãe e pelo padrasto em Itapetininga (SP). O corpo da criança foi encontrado enterrado em uma cova rasa e concretada no quintal da casa onde a família morava.

Em entrevista ao g1, Mateus Xavier Lisboa, mecânico de motos autônomo, disse que ainda tenta lidar com a perda e com as lembranças da filha.

“Estou sentindo uma dor que nunca senti. Não consigo dormir direito. Sonho com ela todos os dias. A última vez que vi minha filha, ela me abraçou forte e disse que me amava. Tínhamos uma relação muito boa. Ela era carinhosa e sempre me abraçava.”

Segundo Mateus, a convivência com a mãe da menina era limitada, mas o vínculo com a filha era próximo.

“Em relação à mãe dela, eu não convivia muito, só quando minha mãe pegava a menina. A última vez que estivemos juntos foi há cerca de sete meses, em uma chácara de uma tia minha, em Sorocaba. Foi um dia muito bom e o último que a gente passou junto. Depois disso, nunca mais vi ela. A gente tinha esperança de encontrá-la, mas acabou encontrando ela morta.”

O pai também afirmou que tentou acionar os órgãos de proteção quando começou a desconfiar de que algo estava errado.

“Faz uns cinco meses que começamos a procurar o Conselho Tutelar. Muita gente fala que a gente não correu atrás, mas corremos, sim, atrás do conselho, da polícia. No fim, só foram achar agora.”

Sobre os áudios que recebeu do padrasto com mensagens que diziam que a menina já estava morta, Matheus disse que inicialmente não acreditou. “Quando soubemos, achamos que era mentira. Tentei buscar informações, mas não consegui. Depois veio a confirmação e foi desesperador.”

Padrasto tinha extensa ficha

O padrasto que confessou ter matado a enteada e enterrado o corpo no quintal de casa já tem passagens policiais por crimes graves, incluindo estupro, roubo e ameaça.

Conforme apuração do g1, entre as ocorrências registradas na ficha de Ribeiro Machado, de 23 anos, consta uma denúncia de ameaça e vias de fato, registrada em janeiro de 2025, cuja vítima era a própria Maria Clara. O caso foi enquadrado na Lei Maria da Penha por se tratar de violência doméstica.

Além desse registro, o homem responde por porte de arma, também em janeiro de 2025; roubo qualificado, em março de 2025; estupro, em agosto de 2022; e roubo, em setembro de 2019.

Padrasto que confessou ter matado menina no interior de SP tem passagens por estupro, roubo e violência doméstica — Foto Reprodução

O Conselho Tutelar informou que Maria Clara estava sob os cuidados da mãe, Luiza Aguirre Barbosa Da Silva, de 25 anos, e que já haviam sido aplicadas medidas protetivas para orientar e acompanhar a família. O órgão não detalhou quais medidas seriam essas.

O Conselho Tutelar ressaltou que não tem poder para retirar a guarda de uma criança, cabendo essa decisão à Justiça. Segundo o órgão, foram feitas diversas tentativas de contato com a mãe por telefone e em visitas aos endereços cadastrados, mas todas sem sucesso.

“O boletim de ocorrência foi registrado no mesmo dia em que o órgão recebeu denúncia sobre a possível morte da criança, em 8 de outubro”, disse em comunicado divulgado na quarta-feira (15).

Veja cronologia do caso da menina morta pela mãe e padrasto em Itapetininga (SP) — Foto: Arte/g1

Veja cronologia do caso da menina morta pela mãe e padrasto em Itapetininga (SP) — Foto: Arte/g1

De acordo com a perícia, o corpo de Maria Clara, encontrado em 14 de outubro, estava enterrado havia cerca de 20 dias, ou seja, no fim de setembro. A investigação aponta que o casal ocultou o corpo dois dias após o crime.

No início de outubro, a avó paterna de Maria Clara procurou o Conselho Tutelar para denunciar o desaparecimento da neta. Segundo o órgão, a equipe já acompanhava o caso da mãe desde um episódio de ameaça feita pelo padrasto meses antes.

Conforme o boletim de ocorrência registrado pelo Conselho Tutelar, não havia contato com a mãe desde agosto. O órgão formalizou o desaparecimento da menina na Polícia Civil no dia 8 de outubro.

Após denúncia e diligências, a Polícia Civil encontrou o corpo de Maria Clara em uma cova rasa, já em estado avançado de decomposição, no dia 14 de outubro. A menina apresentava sinais de lesões provocadas por instrumento contundente, possivelmente ferramenta.

No mesmo dia, Luiza e Rodrigo foram localizados pela polícia e, durante o interrogatório, confessaram o crime. Segundo a polícia, eles admitiram ter matado a menina e concretado o corpo para esconder o crime.

No dia 15 de outubro, foi divulgado um áudio que o padrasto enviou ao pai da criança, dizendo que a menina estava morta e que, com isso, acabaria o vínculo dele com a mãe da criança. Ainda na mensagem, o suspeito pede ao pai que pare de “encher o saco” dele e da mãe da criança.

De acordo com a avó da vítima, a gravação foi enviada duas semanas antes da descoberta do corpo.

Ainda no dia 15, após audiência de custódia, a Justiça manteve a prisão preventiva da mãe e do padrasto. Ela foi transferida para a cadeia de Votorantim (SP) e ele para Capão Bonito (SP). Os dois devem responder por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Franco Augusto, a menina de cinco anos sofria agressões frequentes da mãe e do padrasto. Ainda conforme o delegado, o padrasto já tinha histórico criminal e torturava psicologicamente a criança e a mãe dela, utilizando a menina como forma de pressão, além de agredi-la fisicamente.

Na tarde do dia 15, a menina foi sepultada. O corpo de Maria Clara foi encontrado em estado avançado de decomposição, o que impediu a realização de velório. O sepultamento ocorreu no Cemitério Colina da Paz, e somente familiares do pai biológico acompanharam.

Padrasto e mãe suspeitos de matar menina de cinco anos e enterrar corpo em quintal de casa, em Itapetininga (SP) — Foto: Reprodução
Padrasto e mãe suspeitos de matar menina de cinco anos e enterrar corpo em quintal de casa, em Itapetininga (SP) — Foto: Reprodução

Menina Maria Clara Aguirre Lisboa, de cinco anos, foi encontrada morta na tarde de terça-feira (14) — Foto Vanderleia Monteiro do AmaralArquivo pessoal
Menina Maria Clara Aguirre Lisboa, de cinco anos, foi encontrada morta na tarde de terça-feira (14) — Foto Vanderleia Monteiro do AmaralArquivo pessoal

Sem velório, menina achada morta no quintal é enterrada em Itapetininga (SP) — Foto ReproduçãoTV TEM




Vírus assume controle do WhatsApp Web para roubar senhas de bancos

Quadrilha envia arquivo zip a todos contatos de vítima; golpe só funciona em computadores brasileiros; app trabalha para fortalecer segurança; Febraban diz que sistema bancário tem defesa robusta

O vírus que se espalha no WhatsApp Web, ao menos desde setembro, usa uma tela falsa para roubar dados de clientes de mais de duas dúzias de bancos brasileiros, além de corretoras de criptomoedas, incluindo senhas e outras credenciais de acesso. As instituições financeiras que estão entre os alvos não foram divulgadas em estudo da Kaspersky.

O ataque tem início com o download de um arquivo compactado, no formato “.zip”, que contém um atalho no formato “.lnk”. É a execução desse arquivo que invoca o código malicioso, que assume o controle do navegador da máquina infectada, acessa o WhatsApp Web e envia o arquivo “.zip” a todos os contatos da vítima.

O programa malicioso foi escrito com comentários em português brasileiro e compartilha trechos do código de outro vírus nacional descoberto no ano passado, de acordo com análises das empresas de cibersegurança Sophos e Kaspersky. O novo vírus foi batizado de maverick.

O vírus não funciona em celulares e mira apenas máquinas brasileiras -há instruções para acionar o programa apenas quando o teclado tiver “ç” e data no padrão do Brasil. A mensagem padrão enviada pelo grupo criminoso diz: “Visualização permitida somente em computadores.”

“Caso esteja utilizando o Chrome, poderá ser solicitado para ‘manter’ o arquivo por se tratar de um arquivo zipado”, acrescenta a mensagem fraudulenta.

O vírus foi descoberto pela empresa de cibersegurança Trend Micro no último dia 3, após circularem relatos sobre o ataque nas redes sociais. Ainda assim, o programa malicioso continua se espalhando e gerou mais de 200 mil disparos no WhatsApp, mostra relatório da empresa de cibersegurança Solo Iron, que teve acesso a um dashboard usado pela quadrilha para gerenciar a operação.

Segundo o documento, os criminosos usam ferramentas de geração automatizada dos nomes de arquivos maliciosos, além de um painel estatístico com métricas de entrega, como total de envios, taxa de sucesso e controle da distribuição dos links. “Esses artefatos apontam para uma operação profissionalizada”, diz o diretor de segurança da informação da Solo Iron, Felipe Guimarães.

Tanto a Sophos quanto a Kaspersky dizem que já atualizaram seus antivírus para bloquear o download do arquivo “.zip” responsável pela infecção.

A pessoa que já foi infectada deve apagar os arquivos baixados, porque o vírus foi programado para monitorar o computador da vítima toda vez que a máquina for ligada.

“Quando a vítima entra no site do banco, o vírus congela a tela do computador e mostra uma mensagem de segurança falsa, como se fosse o banco pedindo as credenciais dela para validar alguma coisa”, explica o analista da Kaspersky Anderson Leite. Dessa maneira, o maverick rouba os dados da vítima sem precisar varrer o computador infectado.

Tudo é feito por meio de servidores na internet, sem deixar vestígios. A tomada de controle do WhatsApp ocorre por meio de uma ferramenta de automação de navegadores, chamada selenium. Por isso, o aplicativo de mensageria interpreta que é a vítima acessando sua conta.

A Meta diz que está trabalhando para tornar o WhatsApp um lugar mais seguro, e que possui camadas de proteção “que oferecem mais contexto sobre com quem você está conversando ao receber uma mensagem de alguém que você não conhece -além de proteger suas conversas pessoais com a criptografia de ponta a ponta”.

Procurada, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) diz que o sistema bancário possui “robustas estruturas de monitoramento de seus sistemas e utiliza o que há de mais moderno em termos de tecnologia e segurança da informação”, como mensageria criptografada, autenticação biométrica e tokenização, além de tecnologias como big data, analytics e inteligência artificial em processos de prevenção de riscos.

Ainda de acordo com a Kaspersky e com a Sophos, o maverick usa vários trechos do código do vírus brasileiro coyote, descoberto pela equipe da Kaspersky no Brasil em 2024.

Diferentemente do maverick, o coyote já estava pronto para operar em outros países e mirava mais de 60 bancos. “É uma evidência de que o trabalho pertence à mesma quadrilha ou a um grupo relacionado”, disse Leite, da Kaspersky.

VEJA COMO SE PROTEGER

A empresa recomenda as seguintes medidas de precaução:

– Desative downloads automáticos no WhatsApp para evitar a abertura acidental de arquivos maliciosos
– Restrinja transferências de arquivos em aplicativos pessoais nos dispositivos corporativos
– Fique atento a mensagens suspeitas, principalmente aquelas que solicitam permissões em navegadores ou orientam ações fora do comum

– Garanta que seu antivírus esteja sempre atualizado, tanto no celular quanto no computador
– Não abra anexos recebidos pelo WhatsApp de imediato. Antes, confirme com a pessoa se o envio foi intencional
– Pergunte se a pessoa realmente enviou o arquivo. Em muitos casos, o usuário não tem conhecimento de que sua conta foi invadida

 

Fonte: FOLHAPRESS e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/10/2025/14:25:18

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