Correios inauguram primeiro Ponto de Coleta no Pará

Os Correios inauguraram, na última quarta-feira (14), o primeiro Ponto de Coleta da estatal no estado do Pará. O novo canal de atendimento foi instalado no bairro Prainha, na região metropolitana de Santarém, e representa um avanço na ampliação da rede de serviços postais, oferecendo mais comodidade e agilidade à população.

A iniciativa integra o projeto nacional de expansão dos pontos alternativos dos Correios, cujo objetivo é aproximar os serviços postais dos cidadãos, reduzindo distâncias e o tempo necessário para envio e recebimento de encomendas. Com o novo ponto, os clientes passam a contar com uma opção mais acessível, sem a necessidade de deslocamento até uma agência tradicional.

O Ponto de Coleta também atende à demanda de pessoas que não conseguem receber encomendas em casa, seja por compromissos profissionais ou rotina intensa. Por meio do serviço Clique & Retire, os clientes podem optar por retirar suas encomendas diretamente no local credenciado.

Além de beneficiar os usuários, o modelo de loja compartilhada impulsiona o comércio local, permitindo que empreendedores utilizem suas estruturas já existentes, com baixo investimento, e obtenham vantagens como aumento do fluxo de clientes, maior visibilidade e crescimento nas vendas.

O credenciamento de novos parceiros no Pará segue aberto para os municípios de Belém e Santarém. Mais informações estão disponíveis no site dos Correios ou pelo telefone (91) 3084-3256. Para localizar um Ponto de Coleta, basta acessar o serviço Busca Agência no site da estatal.

Serviço

Ponto de Coleta CEF São Pedro
Endereço: Avenida Elinaldo Barbosa, 1116 – Anexo A – Santíssimo – Santarém – PA – 68010-970
Horário de atendimento: segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, e, aos sábados, das 8h às 17h.

Fonte: Correios e  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/01/2025/15:03:25

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Justiça acolhe ação do MPF e condena advogado por racismo e discurso de ódio contra indígenas em Santarém (PA)

Arte: Comunicação/MPF, sobre foto de Freepik | Condenado terá que pagar indenização de R$ 50 mil.

A Justiça Federal acolheu pedidos do Ministério Público Federal (MPF) e condenou um advogado ao pagamento de R$ 50 mil por danos morais coletivos em razão de atos de racismo e discurso de ódio praticados em Santarém (PA) contra lideranças indígenas da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab). A decisão foi assinada na última segunda-feira (12).

O caso ocorreu em 21 de agosto de 2022, em uma churrascaria. Na ocasião, um grupo de aproximadamente 20 lideranças indígenas almoçava no estabelecimento após participar de um evento da Coiab em parceria com a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) na comunidade do Maguari, no município de Belterra (PA).

Segundo a ação civil pública ajuizada pelo MPF, o advogado dirigiu-se à mesa onde estavam as lideranças indígenas e, em tom agressivo e depreciativo, questionou a identidade étnica dos presentes e proferiu frases ofensivas.

Condenado afirmou estar armado – Quando confrontado e orientado a se retirar do local, o demandado alegou que ligaria para a polícia e sugeriu estar em risco pela presença dos indígenas no restaurante. Em seguida, afirmou estar armado e disposto a usar a força. A situação provocou risos entre outros clientes do estabelecimento, aumentando a exposição vexatória das vítimas.

O procurador-chefe do MPF no Pará, Felipe Palha, estava presente no restaurante durante o incidente. Ao presenciar as ofensas racistas, o procurador alertou o réu sobre suas condutas discriminatórias e solicitou que ele se retirasse do local para evitar que a situação se agravasse. Mesmo após a intervenção do representante do MPF, o advogado manteve seu discurso ofensivo.

Diante da insistência do réu em permanecer no estabelecimento, as lideranças indígenas precisaram interromper a refeição e retornar ao hotel onde estavam hospedadas. Conforme relatado nos depoimentos, o grupo permaneceu no hotel até o momento de ir ao aeroporto devido ao medo e à insegurança gerados pelo episódio.

Impactos nas vítimas – Durante a instrução do inquérito civil conduzido pelo MPF, as vítimas relataram o profundo impacto causado pelas agressões. Uma das lideranças indígenas afirmou que ficou insegura em usar seus adereços culturais em público após o ocorrido. Houve relato de que mulheres indígenas presentes não conseguiram dormir e outro de que não quiseram sair sozinhas do hotel.

Os depoimentos revelaram ainda que o grupo se sentiu humilhado e ameaçado, especialmente quando o réu repetiu duas vezes que estava armado e usaria a força para se defender, mesmo sem ter sofrido qualquer tipo de agressão física ou ameaça por parte dos indígenas.

Fundamentação da sentença – Em sua decisão, o juiz federal Nicolas Gabry da Silveira rejeitou expressamente a tese da defesa de que as ofensas teriam sido proferidas em tom de brincadeira ou jocoso. O juiz federal destacou que o contexto posterior reforça o caráter racista das falas, pois o réu expôs em ambiente público estereótipos discriminatórios de modo a afetar toda a coletividade indígena.

O juiz federal considerou não haver dúvidas quanto à violação da honra objetiva e da dignidade dos povos indígenas. “Restou comprovado que o réu questionou a identidade étnica das vítimas e proferiu frases de teor depreciativo […], além de ameaçar o uso de força armada e exposição vexatória perante os demais clientes do estabelecimento”, registrou o magistrado.

Discurso de ódio e liberdade de expressão – A sentença enfatizou que a liberdade de expressão, embora seja um direito fundamental, não é absoluta e encontra limites na dignidade da pessoa humana e na vedação ao racismo. Ao citar a Convenção Americana sobre Direitos Humanos, o magistrado recordou que está excluída do âmbito de proteção da liberdade de manifestação toda apologia ao ódio racial que constitua incitação à discriminação, hostilidade ou violência.

O magistrado destacou ainda que a gravidade dos fatos é maior considerando que o réu é advogado, profissional que deve manter postura comprometida com o respeito aos direitos humanos, à cidadania e à moralidade.

Dano moral coletivo – A decisão reconheceu a configuração de dano moral coletivo, dispensando a demonstração de prejuízos concretos. O magistrado estipulou o valor da condenação em R$ 50 mil revertidas ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos. O juiz federal considerou o montante “razoável, adequado e suficiente” tendo em vista as particularidades do caso, a gravidade e reprovabilidade da conduta, a profissão do réu e o caráter punitivo, dissuasório e reparatório da condenação. O MPF estuda recorrer da decisão e pedir aumento do valor da condenação.

Atuação do MPF – A Ação Civil Pública foi ajuizada pelo procurador da República Vítor Vieira Alves com base em inquérito civil que colheu extensos depoimentos das vítimas e testemunhas. Ao longo da instrução processual, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e a Coiab ingressaram no processo como assistentes do MPF.

Em suas manifestações processuais, o MPF enfatizou que o Brasil assumiu obrigações internacionais de prevenir, eliminar, proibir e punir todos os atos de racismo, discriminação racial e intolerância, especialmente após a ratificação da Convenção Interamericana contra o Racismo, a Discriminação Racial e Formas Correlatas de Intolerância.

Cabe recurso contra a sentença.

Ação também na área penal – Além da ação civil pública, ajuizada em 2024, em 2023 o MPF apresentou denúncia criminal à Justiça Federal contra o advogado. Para o MPF, a conduta do advogado incidiu em três núcleos do crime de praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

Essas tipificações estão na lei que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (Lei 7.716/1989). O advogado incorreu em três núcleos do crime ao ofender os indígenas e fazê-lo em ambiente público, ao induzir pessoas à discriminação contra esse povo tradicional, e ao incitar e reforçar o sentimento de discriminação contra indígenas nas outras pessoas.

A pena para o crime é de dois a cinco anos de reclusão, e proibição de frequentar, por três anos, locais destinados a práticas esportivas, artísticas ou culturais destinadas ao público. Na ação penal, que ainda tramita na Justiça Federal, o MPF também pede a condenação de o advogado a pagar R$ 150 mil a título de danos morais coletivos.

Fonte: Ministério Público Federal no Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/01/2025/07:29:45

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Mototaxista e passageiro morrem após acidente com caminhão em Santarém

Colisão ocorreu no bairro Santo André e mobilizou equipes da Polícia Militar e da Polícia Científica.

Um grave acidente de trânsito envolvendo uma motocicleta e um caminhão resultou na morte de duas pessoas na tarde desta quarta-feira (14), em Santarém, no oeste do Pará. As vítimas eram o mototaxista e o passageiro que estavam na moto.

O caso foi registrado no cruzamento da Travessa Turiano Meira com a via Sol Nascente, no bairro Santo André. De acordo com as primeiras informações, após a colisão, os dois ocupantes da motocicleta ficaram presos sob o caminhão e não resistiram aos ferimentos.

A Polícia Militar esteve no local para isolar a área e controlar o trânsito, garantindo a preservação da cena até a chegada da Polícia Científica, que realizou a perícia e a remoção dos corpos.

Até o momento, a dinâmica do acidente ainda não foi divulgada oficialmente. O caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes.

Fonte: Plantão 24horas News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/01/2025/07:35:53

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Turmas de inglês já estão com inscrições abertas no Sesc em Santarém

Curso de Inglês Sesc no Pará – Foto – Evellyn Pereira

O Sesc em Santarém está com inscrições abertas para novas turmas do curso Inglês para Iniciantes, voltado a pessoas a partir de 8 anos de idade. As aulas serão oferecidas nos períodos da manhã, tarde e noite, ampliando o acesso de diferentes públicos à formação.

Reconhecido pela riqueza da fauna, da flora e pela diversidade cultural, o município de Santarém recebe turistas do Brasil e do exterior ao longo de todo o ano. Diante desse cenário, o aprendizado de idiomas se torna uma ferramenta essencial de qualificação profissional, especialmente para quem atua ou deseja atuar no setor turístico.

O curso tem duração trimestral e os valores variam de acordo com o perfil do aluno. Trabalhadores do Comércio e seus dependentes contam com desconto. O valor é calculado automaticamente após o login no site do Sesc.

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site www.sesc-pa.com.br.

Fonte: Ascom/Sesc Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/12/2025/14:57:09

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Adolescente é estuprada por padrasto de amiga na comunidade Caranazal, em Santarém

Deaca Santarém — Foto: Dominique Cavaleiro/g1

O caso aconteceu por volta das 22h de sábado (10). O suspeito foi preso.

Uma adolescente de 15 anos foi estuprada pelo padrasto de uma amiga na noite de sábado (10) na comunidade Caranazal em Santarém, no oeste do Pará. O caso aconteceu por volta das 22h e o suspeito foi preso.

De acordo com a Polícia Militar (PM), o homem sempre dava carona para a vítima e para a enteada após o culto de jovens da igreja que as meninas participam. No entanto, neste sábado (10) o homem não deu carona para enteada, somente para a vítima.

Ainda de acordo com a PM, a vítima relatou que em um determinado momento do percurso o suspeito parou a moto e falou para a menina seguir o caminho a pé, pois teria acabado o combustível da moto.

De acordo com o relato da vítima aos policiais, ela seguiu caminhando por um caminho escuro quando foi surpreendida pelo suspeito que a pegou por trás e praticou o crime de estupro. Ela afirma ser o padrasto da amiga, já que reconheceu a voz do suspeito.

A Polícia Militar foi acionada pela vítima e por familiares e o homem foi preso e apresentado na Delegacia de Atendimento Especializado a Criança e ao Adolescente (Deaca). Um inquérito foi instaurado para esclarecer o crime. O suspeito segue preso.

Fonte: Portal Encontro das Águas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/01/2026/10:08:59

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Operações identificam ligações clandestinas de energia em dois estabelecimentos comerciais de Santarém

Foto: Reprodução | Duas operações realizadas em Santarém, no oeste do Pará, na tarde desta segunda-feira, 05, identificaram ligações clandestinas de energia elétrica em estabelecimentos comerciais localizados em área de acesso rodoviário do município. As ações contaram com apoio da Polícia Civil e da Polícia Científica e fazem parte de fiscalizações de rotina para coibir irregularidades no sistema de distribuição.

O primeiro caso foi registrado em um restaurante localizado na estrada de Ponta de Pedras, km 10. No local, as equipes constataram que o estabelecimento estava ligado à rede elétrica sem autorização da distribuidora de energia, por meio de um transformador clandestino de 10 kVA. A irregularidade foi confirmada após análise técnica da Polícia Científica. Diante da constatação, o proprietário foi conduzido à Delegacia da Polícia Civil para prestar esclarecimentos. Segundo o levantamento técnico, realizado pela Equatorial Pará, o consumo de energia não medido no local é estimado em cerca de 30 mil kWh por ano.

O segundo caso ocorreu na comunidade São Braz, em uma distribuidora e comércio de bebidas. Durante a fiscalização, foi identificada uma ligação clandestina de energia, também realizada à revelia da distribuidora. A irregularidade foi confirmada com apoio das forças de segurança. Neste caso, o proprietário não foi conduzido à delegacia, mas o procedimento foi registrado para as providências legais. O volume de energia consumida e não medida é estimado em aproximadamente 14 mil kWh por ano.

De acordo com a Equatorial Pará, as ligações clandestinas representam riscos à segurança da população, podendo causar choques elétricos, incêndios, sobrecarga da rede e interrupções no fornecimento de energia, além de prejuízos ao sistema elétrico.

As fiscalizações devem continuar em diferentes municípios da região.

Fonte e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/01/2026/11:23:04

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Balsa tomba e dois caminhões caem no rio Amazonas em Prainha (PA)

Imagens do momento do acidente — Foto: Reprodução/TV Tapajós

Acidente aconteceu próximo à comunidade Boa Vista do Cuçari; não há registro de feridos ou desaparecidos.

Dois veículos de grande porte caíram no rio Amazonas após o tombamento de uma balsa no fim da tarde de domingo (4), nas proximidades da comunidade Boa Vista do Cuçari, no município de Prainha, no oeste do Pará. O acidente foi registrado em vídeos que circularam nas redes sociais e mostram o momento de tensão vivido pela tripulação.

As imagens indicam forte agitação do rio e, em um segundo registro, já durante à noite, a balsa aparece parcialmente submersa e sem os veículos, que haviam sido transportados desde o porto de Prainha com destino a uma comunidade rural, onde seriam utilizados em serviços locais. Os caminhões estavam carregados com brita.

De acordo com relatos de testemunhas, uma fissura no casco da balsa teria provocado a entrada de água, levando ao tombamento da embarcação e à queda dos veículos no rio. Para preservar a própria segurança, os tripulantes se lançaram na água e conseguiram se salvar.

A Capitania Fluvial de Santarém, oeste do Pará, informou que ainda não havia recebido comunicação formal sobre o acidente, mas deve realizar averiguação do caso. O órgão reforçou que é fundamental que os envolvidos façam o registro oficial da ocorrência para a adoção das medidas cabíveis.

Em nota, a Prefeitura de Prainha afirmou que as equipes atuaram de forma imediata para garantir a segurança no local e realizar a avaliação técnica da situação. A administração municipal destacou ainda que acompanha o caso e que não houve registro de feridos ou pessoas desaparecidas.

O episódio reacende o alerta para os riscos da navegação neste período do ano, marcado por instabilidade climática, ventos fortes e mudanças repentinas no nível e na correnteza dos rios da região amazônica, fatores que exigem atenção redobrada de tripulações e responsáveis pelo transporte fluvial.

Fonte: g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/01/2026/07:55:39

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CNH Pai D’égua contempla cerca de mil beneficiários em Santarém

CNH Pai D’égua — Foto: ASDECOM/DETRAN

Entrega gratuita das carteiras ocorre durante agenda administrativa do Governo do Estado e inclui moradores de Mojuí dos Campos e Belterra.

Cerca de mil pessoas serão contempladas, nesta quarta-feira (7), com a entrega gratuita da Carteira Nacional de Habilitação por meio do Programa Social CNH Pai D’égua. A cerimônia acontece no Centro de Convenções Sebastião Tapajós, em Santarém, oeste do Pará, das 15h às 16h, durante agenda administrativa da vice-governadora Hana Ghassan no município.

A ação beneficia moradores de Santarém, Mojuí dos Campos e Belterra que concluíram todas as etapas do processo dentro do prazo estabelecido. A emissão da CNH é totalmente gratuita, sem qualquer custo para os usuários, desde a inscrição até a entrega do documento.

Com oferta de 60 mil vagas distribuídas nos 144 municípios paraenses, o CNH Pai D’égua garantiu acesso ao programa em todas as regiões do Estado. Nesta etapa, o Governo do Pará inicia a entrega das carteiras aos candidatos aptos, consolidando a fase final do processo.

O programa é voltado a pessoas de baixa renda que buscam ampliar as chances de inserção ou permanência no mercado de trabalho, seja por meio da primeira habilitação, da mudança de categoria ou da inclusão de uma nova categoria na CNH.

Fonte: g1 Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/01/2026/07:55:39

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Presa mulher suspeita de esconder drogas na roupa íntima de filho de 12 anos em Santarém

Celulares, dinheiro e entorpecentes apreendidos — Foto: Jampierre Martins/TV Tapajós

Caso aconteceu na tarde desta segunda, 5, após usuário informar à polícia que comprou droga de adolescente.

Uma mulher suspeita de envolver o próprio filho, um adolescente de 12 anos, no tráfico, foi presa na tarde desta segunda (5) durante ação da Polícia Militar que desmontou um ponto de venda de drogas na rua Bom Jardim, no bairro Santo André, em Santarém, oeste do Pará.

De acordo com a polícia, a mulher apontada como responsável pelo imóvel usava o filho para ocultar entorpecentes na roupa íntima dele.

A polícia chegou até o ponto de venda de drogas após a abordagem a um usuário, que relatou ter adquirido drogas no local. Segundo os policiais, o usuário afirmou ainda que a venda teria sido realizada por uma adolescente, o que reforçou a suspeita de envolvimento direto de menores na atividade criminosa.

No local os policiais apreenderam cerca de 40 e 50 papelotes de crack, parte estava escondida na roupa íntima do menino de 12 anos. Também foram apreendidos objetos de origem ilícita. Conforme a polícia, tais objetos teriam sido entregues na “boca de fumo” como forma de pagamento dos entorpecentes.

No imóvel, além da mulher suspeita e do companheiro dela, foram encontrados dois adolescentes e uma criança. Todos os adultos suspeitos foram conduzidos e apresentados na 16ª Seccional Urbana da Polícia Civil para os procedimentos legais.

A polícia informou que a mulher já tinha histórico de envolvimento com o tráfico e utilizava tornozeleira eletrônica no momento da prisão. Ela e o companheiro devem responder por crimes como tráfico de drogas, associação para o tráfico, receptação e corrupção de menores, entre outros que ainda podem ser confirmados ao longo das investigações.

O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso e adotar as medidas de proteção previstas em lei.

Fonte: g1 Santarém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/01/2026/07:55:39

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Redenção e Santarém lideram interdições de postos no Pará em 2025, diz ANP

Foto: Reprodução | Pará é o oitavo estado com maior número de interdições no país, e especialista alerta para os riscos de panes causadas pelo uso de gasolina adulterada.

Redenção e Santarém são os municípios com maior número de interdições de postos de combustíveis no Pará em 2025, com seis interdições cada, segundo dados do painel dinâmico de fiscalização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O levantamento, realizado entre 1º de janeiro e 18 de dezembro de 2025, mostra que o Pará lidera o ranking de interdições na Região Norte e ocupa a oitava posição no cenário nacional, o que acende um alerta aos consumidores quanto à qualidade do combustível comercializado no estado.

Além de Redenção e Santarém, outros municípios paraenses também registraram números relevantes de interdições. Itaituba, Melgaço e Ananindeua tiveram três interdições cada. Já Cumaru do Norte, Jacareacanga, Mojuí dos Campos, Belterra, Marabá, Capanema, Salinópolis, Marapanim, Curuçá, Marituba e Barcarena contabilizaram uma interdição no período analisado.

No ranking nacional, o Pará aparece atrás de Rio de Janeiro (185 interdições), São Paulo (170), Bahia (58), Rio Grande do Sul (55), Minas Gerais (48), Ceará (47) e Goiás (43).

Ranking nacional de interdições da ANP

  • Rio de Janeiro

  • São Paulo

  • Bahia

  • Rio Grande do Sul

  • Minas Gerais

  • Ceará

  • Goiás

  • Pará

Por que os postos são interditados

Dados da ANP apontam que 74% das interdições no Pará estão relacionadas ao descumprimento de notificações anteriores, o que indica reincidência de irregularidades. A agência explica que a interdição é uma medida cautelar, adotada quando há risco ao consumidor ou quando o estabelecimento insiste em operar fora das normas.

Entre 1º de janeiro e 30 de novembro de 2025, a ANP aplicou 43 autos de interdição no estado. Desses, 12 interdições (28%) ocorreram porque os postos exerciam atividade regulada sem autorização. Outras motivações incluem o não cumprimento de normas de segurança (10 casos) e a comercialização de combustível com vício de quantidade (8 casos).

Mesmo após a desinterdição, o posto continua respondendo a processo administrativo, que pode resultar em multas e outras penalidades.

Fiscalizações no Pará

O balanço da ANP indica que, ao longo de 2025, foram realizadas 306 fiscalizações no Pará, resultando em 116 autos de infração, 20 autos de apreensão e 43 interdições.

O estado aparece como o oitavo com maior número de interdições do país e ocupa a primeira colocação na Região Norte, tanto em fiscalizações quanto em medidas de interdição.

Prejuízos para o consumidor podem ultrapassar R$ 10 mil

Para quem depende do carro no dia a dia, as irregularidades representam um risco direto ao bolso. O motorista de aplicativo Caio Vinícius afirma que os gastos com combustível consomem mais de 60% da renda mensal, o que torna a escolha do posto ainda mais criteriosa.

“Sempre abasteço em locais onde já confio. O barato pode sair caro”, resume.

Segundo o mecânico João Guedes, que atua na Grande Belém, o abastecimento com combustível adulterado pode causar desde falhas simples até danos graves ao motor.

“Os motores mais novos percebem o problema quase imediatamente, porque exigem uma queima perfeita. Quando o combustível está fora do padrão, o carro começa a falhar”, explica.

Nos casos menos graves, quando o problema é identificado rapidamente, o reparo costuma envolver a drenagem do combustível, troca do filtro e limpeza da linha, com custo médio de R$ 250. Já em situações mais severas, quando há comprometimento do motor, a manutenção corretiva pode ultrapassar R$ 10 mil.

Guedes relata um caso recente em que um motorista teve prejuízo de R$ 11 mil após insistir em rodar com combustível adulterado, o que provocou o derretimento dos pistões do motor.

“Sem o cupom fiscal, não há como comprovar onde ocorreu o problema”, alerta.

Como denunciar irregularidades em postos

A ANP orienta que os consumidores denunciem qualquer suspeita de irregularidade no mercado de combustíveis. As denúncias podem ser feitas pelo telefone 0800 970 0267, com ligação gratuita, ou pela plataforma FalaBR, da Controladoria-Geral da União (CGU).

Fonte: Estadão Conteúdo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/01/2026/07:36:26

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