Homem é preso por perseguir atriz Isis Valverde há mais de 20 anos
(Foto:Reprodução) – A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, na última terça-feira (16), um homem que perseguia a atriz Isis Valverde há mais de 20 anos. A operação, conduzida pela Delegacia Antissequestro (DAS), ocorreu dentro do condomínio onde a artista reside, no bairro do Joá, Zona Oeste da capital fluminense.
A prisão em flagrante
O suspeito foi capturado após tentar, pela terceira vez consecutiva, acessar a residência da atriz para forçar um encontro. Diante da insistência e da presença do invasor no local, os agentes montaram um cerco tático e efetuaram a prisão em flagrante pelo crime de perseguição (stalking).
Em depoimento às autoridades, o homem — que não teve a identidade revelada — confessou que acompanhava e tentava se aproximar de Isis Valverde há duas décadas. A investigação revelou métodos alarmantes utilizados pelo suspeito:
Monitoramento profissional: Ele chegou a contratar um detetive particular para descobrir dados sigilosos, como o endereço residencial e o número de telefone da artista.
Escalada da violência: Embora a perseguição dure anos, o comportamento tornou-se agressivo e obsessivo em janeiro deste ano, o que levou a atriz a registrar um inquérito policial.
Pronunciamento da atriz
Por meio de sua assessoria, Isis Valverde expressou alívio com a ação policial e destacou que sua preocupação central é o bem-estar de seus entes queridos.
“Fui informada sobre a prisão de um homem que vinha me perseguindo há anos. Agradeço o trabalho das autoridades pela rápida intervenção. Minha prioridade é a segurança da minha família e de todos ao meu redor”, declarou a atriz.
O caso segue sob custódia da Justiça, e o inquérito detalha as diversas tentativas de aproximação que a artista sofreu em diferentes locais ao longo dos anos.
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Fonte: noticiastupi e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/12/2025/08:07:46
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Greve dos Correios atinge 7 Estados; saiba quais e outros detalhes
Correios: saiba todos os detalhes sobre os sete estados que entraram em greve. | Divulgação/MPF-MA
Trabalhadores dos Correios aprovam greve em 7 estados. Saiba detalhes dessa paralisação histórica.
Trabalhadores dos Correios aprovaram uma greve em sete estados após dois anos de alertas ignorados pela direção da empresa sobre a crise financeira. Desde 2023, documentos revelam que a alta gestão da estatal foi avisada sobre o risco iminente de falta de recursos, mas nada chegou a ser feito para evitar o colapso. Agora, em dezembro de 2025, a categoria decidiu cruzar os braços para exigir reajuste salarial, manutenção dos direitos e melhores condições de trabalho.
Essa paralisação não é um ato isolado, mas sim o resultado de uma longa batalha entre os funcionários e a direção da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), marcada por negociações frustradas e uma crise econômica que ameaça a sobrevivência do serviço postal público. Entenda as causas, os impactos e os desdobramentos dessa greve para compreender o futuro dos Correios no Brasil.
A decisão que fez 7 estados pararem
Em assembleias realizadas no dia 16 de dezembro de 2025, sindicatos das maiores bases dos Correios aprovaram a greve em sete estados brasileiros. A decisão veio após meses de impasse nas negociações salariais e na defesa dos direitos trabalhistas. Os trabalhadores reclamam da demora da direção da ECT em apresentar propostas concretas para resolver a crise financeira que afeta a empresa.
Durante as assembleias, a categoria reforçou que não aceita ser penalizada por uma crise que não criou. Os trabalhadores exigem um aporte financeiro imediato, reajuste salarial retroativo a agosto e melhorias nos benefícios econômicos. Além disso, pedem manutenção integral dos direitos adquiridos e melhores condições para exercer suas funções cotidianas.
Mas por que essa mobilização ganhou tanta força agora? A resposta está na combinação entre alertas financeiros ignorados pela direção e o desgaste acumulado pelos trabalhadores ao longo dos últimos anos.
A pressão aumentou especialmente depois que representantes da empresa insistiram na narrativa de inviabilidade financeira para justificar a ausência de propostas salariais adequadas. Essa postura gerou revolta entre os funcionários, que veem sua dedicação ameaçada por decisões administrativas distantes da realidade do dia a dia.
Documentos revelam riscos financeiros desde 2023
Desde 2023, documentos internos divulgados pela imprensa mostram que a direção dos Correios foi alertada sobre despesas crescentes e risco real de ficar sem dinheiro para operar. Esses relatórios apontavam para um cenário preocupante, com déficits orçamentários significativos e necessidade urgente de medidas estruturais.
Durante dois anos consecutivos, apesar das advertências claras sobre as finanças frágeis da empresa, nenhuma ação decisiva foi tomada para reverter ou mitigar os problemas. A falta de planejamento estratégico agravou ainda mais as dificuldades enfrentadas pelos Correios.
Entenda as reivindicações dos trabalhadores
A categoria dos Correios em São Paulo lidera um movimento forte contra as tentativas da direção da ECT de transferir à força dos trabalhadores os efeitos da crise financeira. Desde julho deste ano, foram apresentadas as seguintes reivindicações iniciais:
Reajuste salarial imediato com retroativo desde agosto;
Manutenção integral dos direitos trabalhistas;
Aporte financeiro emergencial para garantir funcionamento;
Melhores condições físicas e estruturais nos locais de trabalho;
Defesa contra privatizações ou cortes indiscriminados.
O movimento grevista busca justamente pressionar para que essas demandas sejam atendidas com urgência. A paralisação foi aprovada em assembleias realizadas em São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Ceará e Paraíba.
Com sete estados aprovando greve simultaneamente e documentos comprovando alertas financeiros desde 2023, fica claro que essa não é apenas uma disputa salarial comum — trata-se da defesa do serviço público postal brasileiro diante do risco real de colapso financeiro e institucional.
Fonte: Sintect-SP e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/12/2025/08:44:24
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PF afasta policiais em operação contra ouro ilegal
(Foto>Reprodução) – Dinheiro apreendido por agentes da Polícia Federal em operação para desmontar um esquema de contrabando de ouro, corrupção e lavagem de dinheiro; ação aconteceu simultaneamente nesta quinta-feira (4) em Macapá, Oiapoque (AP) e Rio de Janeiro – Divulgação/Polícia Federal
A Justiça também determinou o afastamento de forma cautelar dos servidores das funções públicas, a proibição de contato entre eles e a restrição de entrada em delegacias e unidades da segurança pública.
OUTRO LADO: Defesas negam irregularidades e afirmam que inocência será comprovada
Servidores são suspeitos de participar de esquema que movimentou milhões através de posto de combustíveis em Oiapoque
A Polícia Federal afastou, nesta quinta-feira (4), um delegado e um policial civil do Amapá, no âmbito de uma operação que investiga um esquema de contrabando de ouro, corrupção e lavagem de dinheiro. A operação Cartucho de Midas foi deflagrada em Oiapoque (AP), Macapá e Rio de Janeiro.
Os servidores afastados são o delegado Charles Corrêa, 52, e o policial civil Daniel Lima das Neves, 54, ambos lotados em Oiapoque. As defesas negam qualquer irregularidade e afirmam que os dois não participaram de atividades ilícitas.
Na ação, os agentes cumpriram 13 mandados de busca e apreensão e apreenderam mais de R$ 1 milhão e mais de 25 mil euros (R$ 154 mil). Durante as buscas, uma pessoa foi presa em flagrante por posse de arma de uso restrito.
A Justiça também determinou o afastamento de forma cautelar dos servidores das funções públicas, a proibição de contato entre eles e a restrição de entrada em delegacias e unidades da segurança pública.
Segundo a PF, a investigação começou após a identificação de movimentações bancárias atípicas, incompatíveis com a renda dos investigados. Os policiais identificaram repasses de joalherias de vários estados para um posto de combustíveis em Oiapoque, que, em seguida, teria transferido valores a um agente público do município, levantando suspeitas de ocultação e dissimulação de ativos obtidos com o comércio ilegal de ouro.
A PF afirma também ter encontrado indícios de movimentações superiores a R$ 4,5 milhões envolvendo servidores públicos e o uso de empresas de fachada para lavagem de dinheiro. Os investigados poderão responder por corrupção passiva, lavagem de capitais, participação em organização criminosa e peculato.
A Corregedoria-Geral da Polícia Civil do Amapá informou que acompanha o caso e instaurará um inquérito para apurar a conduta dos servidores.
“Estamos dando todo o apoio necessário para a Polícia Federal e vamos iniciar um processo administrativo. Um fato como esse não resume a atuação da Polícia Civil nem das forças de segurança do Amapá”, frisou o corregedor-geral Daniel Marsili.
A defesa de Charles Corrêa afirma que ele não integrou, participou ou compactuou com qualquer atividade ilícita e que não foi apresentado até o momento nenhum elemento concreto que o vincule ao suposto esquema. Diz ainda que seu afastamento é uma medida administrativa padrão e que sua carreira de mais de 15 anos no combate ao crime organizado é incompatível com as acusações.
A defesa de Daniel Lima das Neves, representada pelo escritório Ramos e Segato Advocacia, informou que fará uma análise minuciosa do inquérito e que a inocência de ambos será comprovada.
Corrêa foi candidato a prefeito de Oiapoque em 2024 pelo PSB e concorreu a deputado federal em 2022 pelo PL, mas não foi eleito. Neves disputou uma vaga de vereador em 2024, também pelo PSB.
Dinheiro apreendido por agentes da Polícia Federal em operação para desmontar um esquema de contrabando de ouro, corrupção e lavagem de dinheiro; ação aconteceu simultaneamente nesta quinta-feira (4) em Macapá, Oiapoque (AP) e Rio de Janeiro – Divulgação/Polícia Federal A Justiça também determinou o afastamento de forma cautelar dos servidores das funções públicas, a proibição de contato entre eles e a restrição de entrada em delegacias e unidades da segurança pública.
Fonte: Estadão e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/12/2025/09:39:46
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Etanol ou gasolina: veja qual é o mais vantajoso no Pará e outros estados
Foto Reprodução| Em um país de distâncias continentais e realidades econômicas que variam de região para região, o ritual de parar no posto virou quase um exercício de análise econômica.
Em novembro, consumidores enfrentaram um cenário curioso: a gasolina ficou mais barata, enquanto o etanol subiu – movimento que redesenha o mapa da vantagem entre os combustíveis e reforça que a escolha do que colocar no tanque depende, cada vez mais, do CEP do motorista.
Segundo o levantamento quinzenal da Ticket Log, a gasolina registrou queda de 0,47% no mês passado, com o litro custando em média R$ 6,33. O etanol, por sua vez, subiu 0,91%, chegando a R$ 4,44 no cenário nacional. A redução nas refinarias anunciada pela Petrobras em outubro acabou chegando – ainda que timidamente – às bombas.
Com essas oscilações, o estudo também indica onde cada combustível sai mais em conta, de acordo com cada estado do Brasil. Confira:
O ETANOL É MAIS VANTAJOSO EM:
Acre
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Mato Grosso do Sul
Mato Grosso
Pernambuco
Paraná
Roraima
São Paulo
Tocantins.
A GASOLINA É MAIS VANTAJOSA EM:
Alagoas
Amazonas
Bahia
Ceará
Espírito Santo
Maranhão
Pará
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Piauí
Rio de Janeiro
Rondônia
Sergipe
EXTREMOS DO MERCADO
O levantamento ainda mostra extremos do mercado. Uruará (PA) registrou a gasolina mais cara do país, a R$ 7,62, enquanto o etanol mais salgado apareceu em Varzelândia (MG) e Dom Feliciano (RS), ambos a R$ 5,60. Na outra ponta, os preços mais baixos animaram alguns motoristas: em Coronel Bicaco (RS), a gasolina teve o menor valor nacional, R$ 5,54, e em Iperó (SP) o etanol chegou a R$ 3,74.
RESUMÃO:
Gasolina mais cara: Uruará (PA) – R$ 7,62
Gasolina mais barata: Coronel Bicaco (RS) – R$ 5,54
Etanol mais caro: Varzelândia (MG) – R$ 5,60
Etanol mais caro: Dom Feliciano (RS) – R$ 5,60
Etanol mais barato: Iperó (SP) – R$ 3,74
Com um mercado que muda ao sabor de reajustes, logística e impostos estaduais, a recomendação permanece a mesma: acompanhar os preços virou quase tão importante quanto calibrar os pneus. Afinal, no Brasil, até o combustível tem sua própria geografia.
Fonte: DOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/12/2025/15:33:32
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Operação contra atuação de facções e milícia no transporte clandestino prende 10 pessoas no Pará
A imagem em destaque mostra um policial civil conduzindo um dos suspeitos presos. (Foto: Divulgação | Agência Pará)
A investigação iniciou dois anos atrás, quando uma vítima procurou a Polícia Civil para denunciar que estava sofrendo extorsões de uma cooperativa de vans irregulares, a mando de uma facção criminosa.
A Polícia Civil do Pará prendeu 10 pessoas na manhã desta quarta-feira (26/11), na operação “Passe Livre”. O delegado Augusto Potiguar, titular da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), disse que a ação foi feita para combater “faccionados e milicianos que exploravam o transporte clandestino” no estado. As prisões ocorreram em Belém, Castanhal, Ananindeua, São Miguel do Guamá, Tracuateua, Salvaterra e nos estados do Rio de Janeiro e Mato Grosso.
A investigação iniciou no ano de 2023, quando uma vítima procurou a Delegacia de Repressão às Facções Criminosas (DRFC) para denunciar que estava sofrendo extorsões de uma cooperativa de vans irregulares a mando de uma facção criminosa.
“Em razão disso, nós instauramos um procedimento policial para apurar esses fatos e conseguimos comprovar que realmente havia atuação da facção criminosa nas extorsões a motoristas de vans e que, além disso, havia a participação de servidores públicos que atuavam nessa área extensiva para coibir os motoristas irregulares, mas, na verdade, atuavam junto aos criminosos e, caso os motoristas não pagassem as extorsões, os servidores públicos fiscalizavam e apreendiam os veículos”, destacou o delegado Erir Ribeiro, responsável pela investigação.
De acordo com o delegado, “já o lado mais violento da organização criminosa realizava ameaças aos motoristas e mandava quebrar os carros. Mediante essas informações, foram efetuadas medidas investigativas e nós conseguimos verificar um montante patrimonial que eles movimentavam, sendo deferido ainda o bloqueio financeiro de valores e de bens”.
Com os suspeitos, foram apreendidos cinco veículos automotores, cinco motocicletas e telefones celulares, que serão periciados. Houve, ainda, o bloqueio de R$ 22.592.418,79 nas contas de alguns dos investigados.
Todos os presos foram conduzidos para a sede da DRCO, onde serão realizados os procedimentos judiciais cabíveis. Eles vão responder pelos crimes de lavagem de dinheiro, extorsão, corrupção ativa e passiva e por integrar organização criminosa.
A operação contou com a participação de policiais civis vinculados à Diretoria de Polícia Especializada (DPE), Diretoria de Polícia do Interior (DPI), Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), Núcleo de Inteligência Policial (NIP) e da Divisão de Crimes Funcionais (DCRIF), além das Polícias Civis dos estados do Rio de Janeiro e Mato Grosso.
Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/11/2025/15:05:59
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Gracyanne Barbosa é assaltada na Zona Oeste do Rio e sofre agressão
Foto: Reprodução/ Redes Sociais | Gracyanne Barbosa e a irmã foram ajudadas por motoboys após o assalto
Modelo fitness e ex-BBB estava acompanhada da irmã quando teve o carro levado por criminosos na Barra Olímpica, na noite de quarta-feira (15).
A modelo fitness e ex-BBB Gracyanne Barbosa, de 42 anos, foi vítima de um assalto na Zona Oeste do Rio de Janeiro na noite de quarta-feira (15). Ela estava com a irmã mais velha, Bárbara Jacobina, quando criminosos armados roubaram o carro em que estavam, na Avenida Abelardo Bueno, na Barra Olímpica.
Segundo testemunhas, o crime aconteceu nas proximidades do Parque Olímpico. Três homens armados renderam as vítimas quando elas pararam em um posto de combustível para comprar remédios em uma farmácia.
Modelo voltava de ensaio da União da Ilha
Gracyanne e a irmã retornavam do ensaio da União da Ilha do Governador, escola de samba da Série Ouro da qual a modelo é rainha de bateria. A irmã dirigia uma Land Rover Defender 110, avaliada em cerca de R$ 800 mil.
Durante a abordagem, um dos assaltantes colocou uma arma na cabeça da modelo e a agrediu.
“Ele colocou a arma na minha cabeça. Eu estava dentro do carro esperando a minha irmã. Ele puxou o meu cabelo e me jogou no chão. Eu, sem conseguir andar. Fud@# o meu joelho”, relatou Gracyanne.
Gracyanne Barbosa machuca o joelho e busca atendimento médico
A modelo machucou o joelho durante o assalto e precisou de atendimento médico. Ela já se recuperava de uma cirurgia feita há cerca de 15 dias, após uma lesão sofrida no quadro “Dança dos Famosos”.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram Gracyanne e a irmã sentadas na calçada, em frente ao posto de combustível, logo após o crime. Elas deixaram o local em um carro de aplicativo e registraram ocorrência na 42ª DP (Recreio).
O caso foi encaminhado à 32ª DP (Taquara), responsável pela área onde o roubo ocorreu.
Polícia investiga o caso
O delegado Marcos Buss, titular da 32ª DP, afirmou que um inquérito foi instaurado para apurar o crime e identificar os suspeitos.
“O registro inicial foi feito na 42ª DP, mas como o fato ocorreu na área da 32ª, estamos assumindo o caso. Vamos buscar imagens de câmeras de segurança para identificar e qualificar os autores”, declarou o delegado.
A Polícia Militar informou que não foi acionada para a ocorrência e não detalhou se houve reforço no patrulhamento da região.
Escola de samba lamenta o ocorrido
Em nota, a União da Ilha do Governador lamentou o assalto e manifestou solidariedade à rainha de bateria, desejando que ela se recupere quanto antes. A agremiação também afirmou esperar providências das autoridades competentes.
Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2025/16:18:00
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Polícia de SP indicia gêmea de ‘serial killer’ por 4 homicídios ao ajudar irmã a cometer crimes
As irmãs gêmeas Roberta Cristina Veloso Fernandes (à esquerda) e Ana Paula Veloso Fernandes (no centro) estão presas por homicídios — Foto: Reprodução
Roberta Fernandes foi interrogada na terça (14) na delegacia que investiga caso em Guarulhos. Ana Paula, irmã dela, é acusada de envenenar e matar pessoas em série. E de contar com ajuda também da filha de vítima. As três mulheres estão presas.
A Polícia Civil indiciou na terça-feira (14) a irmã gêmea da “serial killer” acusada de envenenar e matar quatro pessoas, entre janeiro e maio, nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Roberta Cristina Veloso Fernandes, de 36 anos, foi interrogada no 1º Distrito Policial (DP) de Guarulhos, na Grande São Paulo, onde também acabou responsabilizada criminalmente pelos quatro homicídios. Ela é suspeita de ajudar a irmã Ana Paula Veloso Fernandes a cometer os assassinatos.
Ana Paula é universitária e apontada pela investigação como assassina em série. De acordo com a polícia, a estudante de direito contou também com a ajuda de Michelle Paiva da Silva, de 43 anos, filha de uma das vítimas, nos homicídios. Ela também está presa.
Defesa das irmãs
Roberta foi presa em agosto pela polícia. Ana Paula foi detida em julho e já foi interrogada. A universitária é ré na Justiça por todos os homicídios.
A defesa das irmãs informou que ainda não há provas concretas do envolvimento de seus clientes nos crimes pelos quais elas são acusadas.
“Reconhecemos a gravidade dos fatos investigados e a comoção social que geram. No entanto, o dever desta defesa é acompanhar a investigação com a seriedade e a discrição exigidas, zelando estritamente pelos direitos de Ana Paula. Nesta fase, em que as provas ainda estão sendo formadas e examinadas, não é possível, e (seria temerário), afirmar ou negar categoricamente qualquer tese defensiva”, informa trecho da nota do advogado Almir da Silva Sobra, que defende Roberta e Ana Paula.
O g1 não conseguiu localizar a defesa de Michelle para comentar o assunto até a última atualização desta reportagem.
Laudo aponta ‘chumbinho’
Laudo da Polícia Técnico-Científica confirmou a presença de inseticida em grãos em um frasco transparente de vidro apreendido na casa onde a “serial killer” mora em Guarulhos.
Segundo a Polícia Civil, o objetivo da universitária era ficar com os bens e dinheiro das vítimas.
Documento do Instituto de Criminalística (IC) informa que o veneno identificado na perícia tem a substância “terbufós” _composto químico usado na agricultura contra insetos. Sua venda é permitida no Brasil. Mas seres humanos e animais não podem ter contato com o produto sob o risco de intoxicação e até morte.
A Polícia Civil investiga se Ana Paula usou esse agrotóxico em lanche, bolo, feijão e milkshake para envenenar as vítimas. A universitária é ré na Justiça pelos assassinatos de Marcelo Hari Fonseca, Maria Aparecida Rodrigues, Neil Corrêa da Silva e Hayder Mhazres.
Todas as quatro vítimas morreram com edemas nos pulmões e outros sinais internos característicos de envenenamento, segundo as autoridades. Três dos quatro corpos foram exumados para análise pericial complementar.
Exames periciais
O 1º DP de Guarulhos aguarda outros exames periciais para saber se o veneno encontrado na casa da assassina em série também foi usado para matar as quatro vítimas. Ou se outra substância foi dada a elas. Os resultados ainda não ficaram prontos.
“Nossa investigação nos levou a crer que Ana Paula matou quatro pessoas envenenadas”, disse ao g1 o delegado Halisson Ideiao Leite, que apura o caso. “Aguardamos os exames para saber qual substância ou quais substâncias foram usadas.”
O que as vítimas comeram antes de morrer
Veja abaixo, segundo a investigação, quem são as quatro vítimas, o que cada uma comeu antes de morrer, quando faleceram e onde:
Marcelo Hari Fonseca: dono de um imóvel em Guarulhos, onde alugava os fundos para Ana Paula. Morreu em casa em 31 de janeiro após comer um sanduíche que pode ter sido envenenado. Após sua morte, a universitária passou a exigir da família do homem que ela tinha direito a continuar na residência. A mulher alegou que teve envolvimento amoroso com ele, o que é mentira, segundo a polícia;
Maria Aparecida Rodrigues: uma amiga virtual. Conheceu Ana Paula por um aplicativo de relacionamento. Depois foi até a casa da estudante onde comeu um bolo que estaria com veneno. Voltou para sua residência em Guarulhos, se sentiu mal e morreu em 11 de abril;
Neil Corrêa da Silva: pai de Michelle, que é amiga de Ana Paula e ex-colega de faculdade dela. Segundo a polícia, a filha pagou R$ 4 mil para a “serial killer” ir até Duque de Caxias, no Rio, onde o homem de 65 anos morava. Depois, a universitária colocou veneno no feijão dele. O idoso passou mal e morreu em 26 de abril;
Hayder Mhazres: tunisiano de 21 anos, morador da capital paulista, conheceu Ana Paula por um aplicativo de encontros. Segundo a polícia, após se envolver com ela, quis terminar o namoro, o que levou a estudante a querer matá-lo. A “serial killer” estava com ele quando o rapaz tomou um milkshake, passou mal e parou num hospital. Para a investigação, a bebida foi envenenada. Após a morte, familiares da vítima disseram que Ana Paula dizia estar grávida do rapaz e que os procurou para pedir dinheiro. De acordo com a investigação, ela mentiu sobre a gestação.
Polícia, MP e Justiça
Em todos esses casos acima, Ana Paula estava com as vítimas ou procurou a polícia para contar sobre as mortes delas. Isso acabou chamando a atenção dos policiais, que passaram a desconfiar da universitária.
A Justiça ainda não marcou a audiência para decidir se leva Ana Paula a júri popular pelos assassinatos. O Ministério Público (MP) deverá denunciar Roberta também pelas quatro mortes, mas como coautora dos crimes. Sobre Michelle, a Promotoria deverá acusá-la por ter participado do homicídio do seu pai.
As três presas continuam sendo investigadas pela Polícia Civil, que apura se há mais vítimas. Ana Paula está presa preventivamente numa unidade prisional na capital paulista. Roberta e Michelle estão detidas temporariamente em presídios de Guarulhos.
Fonte: G1 SP — São Paulo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/10/2025/17:27:08
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Em 5 meses, ‘serial killer’ matou dono de imóvel, amiga, idoso e namorado tunisiano; saiba quem são as vítimas da estudante
Ana Paula Veloso Fernandes (ao centro) é acusada de matar Marcelo Hari Fonseca (no alto à esquerda), Maria Aparecida Rodrigues (no algo à direita), Neil Corrêa da Silva (abaixo à esquerda) e Hayder Mhazres (abaixo à direita) — Foto: Reprodução
Segundo a polícia, Ana Paula Veloso Fernandes cometeu crimes entre janeiro e maio deste ano em SP e no RJ. Universitária está presa juntamente com irmã gêmea e filha de uma vítima, suspeitas de a ajudarem a envenenar as pessoas.
Em cinco meses, a universitária Ana Paula Veloso Fernandes envenenou e matou o dono de um imóvel, uma amiga que conheceu num aplicativo de relacionamentos, um idoso pai de uma ex-colega de faculdade e um namorado tunisiano. É o que aponta a investigação da Polícia Civil de São Paulo sobre a “serial killer” presa no início de setembro.
Durante as investigações, a polícia concluiu que a universitária matou:
Marcelo Hari Fonseca, dono de um imóvel, e Maria Aparecida Rodrigues, uma amiga virtual, em Guarulhos;
Neil Corrêa da Silva, pai de uma ex-colega e morador de Duque de Caxias (RJ);
Hayder Mhazres, um namorado nascido na Tunísia, morto na capital paulista;
Segundo os policiais, a estudante de direito matou em Guarulhos: Marcelo Hari Fonseca (dono de um imóvel), Maria Aparecida Rodrigues (amiga virtual). Depois foi para a cidade fluminense de Duque de Caxias, onde tirou a vida de Neil Corrêa da Silva (aposentado de 65 anos). E quando voltou à capital paulista, onde causou a morte de Hayder Mhazres (namorado nascido na Tunísia).
Marcelo era dono de um imóvel para quem Ana Paula pagava aluguel. Maria foi a pessoa que a estudante havia conhecido nas redes sociais. Neil era pai de uma ex-colega dela de faculdade. Hayer foi a última vítima da “serial killer, segundo as autoridades (veja mais abaixo quem é cada uma das vítimas da assassina em série).
Ainda de acordo com a polícia, Ana Paula envenenou e matou essas quatro pessoas com a ajuda da sua irmã gêmea e da filha de uma das vítimas. As três mulheres envolvidas nos homicídios estão presas.
Ana Paula, de 35 anos, foi presa em julho. Sua irmã Roberta Cristina Veloso Fernandes, de 35 anos, acabou detida em agosto. E Michelle Paiva da Silva, de 43, filha de uma das pessoas mortas, foi presa na última terça-feira (7).
Para o Ministério Público (MP), Ana Paula contou com a ajuda de Roberta para dar veneno e matar todas as quatro pessoas. Michelle, de acordo com a Promotoria, tem participação numa das mortes, a do próprio pai, Neil, e pagou R$ 4 mil para as irmãs matarem o idoso.
Em todos os casos, segunda a denúncia do MP, o objetivo de Ana Paula e Roberta era o de ficar com os bens e dinheiro das vítimas.
A “serial killer” é ré na Justiça pelos quatro homicídios. A irmã dela ainda não foi denunciada pela Promotoria, mas deverá ser acusada por todas as mortes também. O Ministério Público ainda não denunciou Michelle, que poderá responder pelo assassinato do pai.
Todas as quatro vítimas morreram com edemas nos pulmões e outros sinais internos característicos de envenenamento. Mas a polícia e MP ainda aguardam os resultados dos exames periciais da Polícia Técnico-Científica para saber qual foi a substância usada para matar as pessoas.
Três dos quatro corpos já foram exumados para análise. A suspeita dos peritos é de as quatro mortes possam ter sido causadas “chumbinho”, nome popular para veneno contra ratos.
As três presas continuam sendo investigadas pela Polícia Civil, que apura se há mais vítimas. Ana Paula está presa preventivamente numa unidade prisional na capital paulista. Roberta e Michelle estão detidas temporariamente em presídios de Guarulhos. O g1 não conseguiu localizar as defesas das três para comentarem o assunto.
Veja na foto acima e nas imagens abaixo quem são as quatro pessoas mortas pela “serial killer”, segundo as autoridades.
31 de janeiro: Marcelo Hari Fonseca
Marcelo Hari Fonseca foi assassinado por Ana Paula, segundo a denúncia da Promotoria — Foto: Reprodução
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Ana Paula é acusada pelo Ministério Público de matar Marcelo Hari Fonseca, de 51 anos, em 31 de janeiro em Guarulhos. O corpo dele foi encontrado em casa em avançado estado de putrefação.
A estudante e sua irmã Roberta, que alugavam do homem um imóvel nos fundos, acionaram a Polícia Militar (PM) para atender a ocorrência. A Polícia Civil chegou a investigar o caso, mas ele foi arquivado em 5 de maio por falta de provas.
Reaberta, a investigação apontou para a participação das irmãs na morte. A principal suspeita é de envenenamento. A polícia aguarda laudos periciais com os resultados dos exames toxicológicos em Marcelo.
11 de abril: Maria Aparecida Rodrigues
Maria Aparecida Rodrigues foi morta por Ana Paula, de acordo com o MP — Foto: Reprodução
Ainda em Guarulhos, Ana Paula é acusada pelo MP de ter matado Maria Aparecida Rodrigues em 11 de abril. A estudante conheceu a mulher. Depois de um tempo de amizade deu café e bolo a ela na casa onde morava com a irmã. Ao voltar para sua residência, Maria passou mal e morreu.
A filha da vítima contou à polícia que Ana Paula havia mentido e se identificou com outro nome quando se apresentou à sua mãe. E demonstrou após a morte que queria pegar umas roupas que supostamente teria deixado na residência de Maria. A universitária também não foi ao velório e enterro.
26 de abril: Neil Corrêa da Silva
Neil, vítima de envenenamento na Baixada Fluminense — Foto: Reprodução
O aposentado Neil Corrêa da Silva morreu em 26 de abril após comer uma feijoada levada pela estudante. Ela e a filha do homem eram amigas na faculdade. Ele tinha 65 anos.
Segundo a investigação, Michelle contratou Ana Paula para que ela fosse de Guarulhos a Duque de Caxias envenenar a comida do pai. A “serial killer” teria matado dez cães durante os testes com o produto para saber se ele faria efeito, de acordo com a investigação.
Segundo a polícia, há ainda trocas de mensagens por WhatsApp entre Ana Paula e Roberta que mostram que as irmãs usavam a sigla “TCC”, numa falsa referência acadêmica a “Trabalho de Conclusão de Curso”. Só que nesse caso, o termo “TCC” era o código para cobrar os R$ 4 mil que Michelle pagaria a elas para matar o idoso. Pai e filha tinham diversos desentendimentos, segundo policiais.
23 de maio: Hayder Mhazres
Hayder Mhazres era da Tunísia e tinha 21 anos. Segundo a polícia, ele foi morto por Ana Paula — Foto: Reprodução
De acordo com a Promotoria, Ana Paula também matou Hayder Mhazres, um tunisiano de 21 anos com quem mantinha um relacionamento amoroso em São Paulo. O estrangeiro passou mal em seu apartamento num momento em que a estudante estava com ele.
O corpo não foi exumado porque seguiu para a Tunísia. Mas, para a investigação, o jovem foi envenenado.
Em depoimento à polícia, familiares de Hayder disseram que Ana Paula dizia estar grávida do rapaz e que os procurou para pedir dinheiro. Segundo a investigação, a estudante mentiu sobre a gestação.
Fonte: G1 SP — São Paulo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/10/2025/15:54:59
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VÍDEO: Perfil “UFC Ceasa RJ” viraliza com vídeos de brigas entre trabalhadores
Foto:Reprodução | Página com mais de 75 mil seguidores expõe rotina de confusões e confrontos físicos na maior central de abastecimento do estado.
Um perfil no Instagram chamado @UFC_CeasaRJ tem viralizado ao publicar dezenas de vídeos de brigas entre trabalhadores da Ceasa, a maior central de abastecimento do Rio de Janeiro, localizada em Irajá, na Zona Norte da capital.
Com mais de 75 mil seguidores e quase 200 publicações, a página brinca com a sigla da liga de lutas UFC (Ultimate Fighting Championship) e mostra confrontos físicos em diversos pontos do mercado — entre bancas, carrinhos de carga, estacionamentos e até dentro de lanchonetes.
Os vídeos acumulam milhares de visualizações e transformaram a rotina da Ceasa em um verdadeiro “Clube da Luta” da vida real.
“Todos os dias, uma luta diferente”
Na descrição do perfil, a frase resume o conteúdo que atrai curiosos de todo o país:
“Todos os dias, uma luta diferente. 90% das brigas são no calor do momento. Depois, estão todos trabalhando normalmente.”
Segundo um trabalhador ouvido pela reportagem, as confusões acontecem por motivos banais: disputa por espaço, clientes, fofocas e até sumiço de marmita.
“As brigas são quase sempre entre carregadores. Um vem com o carrinho cheio e o outro não quer deixar passar. Aí o pau quebra”, contou, sob anonimato.
Ele também afirmou que há casos em que os confrontos são “com hora marcada”, lembrando o filme “Te Pego Lá Fora” (1987):
“Às vezes, o cara promete: ‘te pego no fim do expediente’, e cumpre.”
Brigas viram espetáculo nas redes sociais
Nos comentários das publicações, seguidores analisam os golpes como se fossem lutas profissionais. Há quem descreva os brigões com linguagem de jiu-jítsu e outros que encaram as cenas com humor.
“Pra trabalhar na Ceasa tem que ter artes marciais”, escreveu um internauta. “O único emprego em que o cara briga e não é mandado embora”, ironizou outro.
Enquanto uns tratam como diversão, outros criticam a violência e a falta de condições dignas de trabalho.
“Enquanto não acontecer uma tragédia, ninguém vai parar de filmar”, alertou uma seguidora.
VEJA VÍDEO:
Ceasa-RJ pode ser responsabilizada
De acordo com a advogada trabalhista Sandra Morais, se as brigas acontecem durante o expediente e dentro do local de trabalho, a Ceasa-RJ ou as empresas permissionárias podem ser responsabilizadas por omissão.
“A empresa deve garantir segurança e integridade física aos empregados. Se há histórico de desentendimentos e nenhuma medida preventiva, ela responde civilmente pelos danos”, explicou.
A CLT (artigo 157) reforça que cabe ao empregador cumprir e fiscalizar as normas de segurança no ambiente de trabalho.
Código de conduta e medidas disciplinares
O Código de Conduta Ética e Integridade da Ceasa-RJ exige que todos os colaboradores ajam com respeito, urbanidade e dignidade.
Comportamentos que atentem contra esses valores podem resultar em censura formal, suspensão ou demissão.
A Ceasa também mantém canais de denúncia anônimos, voltados à prevenção de conflitos e práticas antiéticas.
Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/10/2025/11:19:42
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Maconha líquida importada dos EUA é apreendida pela PF
Foto: Reprodução | Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão na Zona Sul do Rio de Janeiro, nos bairros Botafogo e Copacabana.
A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal atuaram contra um esquema de tráfico internacional de drogas na manhã dessa segunda-feira (6). Os órgãos deflagaram a Operação Whisky, com apreensão de maconha líquida importada dos Estados Unidos (EUA). A substância estava escondida em garrafas com rótulos de uísque.
Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão na Zona Sul do Rio de Janeiro, nos bairros Botafogo e Copacabana. A PF apreendeu celulares, pendrives e documentos. A investigação iniciou após a apreensão de uma remessa enviada dos EUA, interceptada pela Receita Federal em fiscalização de rotina no Aeroporto Internacional do Galeão.
A maconha líquida estava camuflada nas garrafas, o que dificultava a percepção, segundo a Polícia Federal. Os investigados podem responder por tráfico internacional de drogas, crime com pena prevista de até 15 anos.
Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/10/17:21:00
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