Anvisa manda recolher caixa de remédio para pressão alta entre os mais vendidos do Brasil

Foto | Reprodução – A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou o recolhimento do lote OA3169 do Pantoprazol Sódico Sesqui-Hidratado 40mg. O medicamento, indicado para o tratamento de problemas gastrointestinais, foi vendido em embalagem de remédio para pressão alta, a Hidroclorotiazida 25mg.

Segundo a agência, apenas o lote citado foi atingido pela medida, que determinou a suspensão da venda, da distribuição e do uso do produto.

A decisão, conforme informações do R7, foi adotada após a empresa MedQuímica Indústria Farmacêutica Ltda. comunicar o recolhimento voluntário do lote como ação preventiva. “O produto disponível no mercado não oferece risco imediato à saúde do paciente”, afirmou a MedQuímica.

A empresa informou ainda que todas as medidas corretivas já foram adotadas e que segue colaborando com as autoridades competentes. No brasil, a Hidroclorotiazida foi o terceiro medicamento genérico mais vendido do país no último ano, com mais de 26 milhões de caixas comercializadas até abril de 2025.
Além do remédio para pressão alta, outros medicamentos falsificados entram na mira da Anvisa

Além do caso envolvendo o remédio para pressão alta, a Anvisa também determinou, na quarta-feira (7), a apreensão de lotes falsificados de outros medicamentos comercializados no país, entre eles Imbruvica — indicado para o tratamento de diferentes tipos de câncer no sangue —, Mounjaro e Voranigo.

No caso do Imbruvica, a agência determinou a apreensão dos lotes NIS7G01, NJS7J00 e PJS0B00.

Os produtos estão proibidos de ser vendidos, distribuídos ou utilizados. A decisão foi tomada após a Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda., fabricante original do medicamento, informar que não produziu os lotes citados. A empresa também destacou que o registro do Imbruvica na forma de cápsulas já foi cancelado.

Já em relação ao Mounjaro, a Eli Lilly do Brasil Ltda., detentora do registro, comunicou que o lote D838878 não foi fabricado por ela.

O Mounjaro é utilizado para o tratamento da obesidade e diabetes tipo 2.O

Diante disso, a Anvisa determinou que o lote do Mounjaro seja apreendido e retirado do mercado, com proibição de comercialização, distribuição e uso.

A agência também adotou a mesma medida para o lote FM13L62 do medicamento Voranigo, indicado para o tratamento de tumores cerebrais.

Segundo a Anvisa, o lote do Voranigo não pode ser armazenado, vendido, distribuído, fabricado, importado, divulgado ou utilizado, já que a empresa Laboratórios Servier do Brasil, responsável pelo medicamento, informou desconhecer a origem do produto.

Fonte:NDmais e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/01/2026/10:30:46

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Primeiras canetas para obesidade 100% nacionais chegam no dia 4 às farmácias

(Foto: Reprodução) – De acordo com a empresa, até o final deste ano, 250 mil unidades de Olire e Lirux deverão estar disponíveis no varejo.

Chegam às farmácias na próxima segunda-feira, 4, as primeiras canetas para o tratamento de obesidade e diabetes de produção 100% nacional, anunciou nesta sexta-feira, 1, a farmacêutica EMS, responsável pela fabricação.

Os produtos têm como princípio ativo a liraglutida, substância que imita a ação do hormônio GLP-1, responsável, entre outras funções, por retardar o esvaziamento gástrico e aumentar a produção de insulina, ajudando, assim, a aumentar a saciedade e reduzir o apetite, além de controlar os níveis de glicose no sangue.

Até agora, a liraglutida só era comercializada no País por meio dos dois medicamentos de referência, Saxenda e Victoza, da farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk. A produção nacional foi possível após a queda das patentes desses medicamentos, no ano passado.

De acordo com a EMS, estão sendo lançados dois produtos: o Olire, voltado ao controle da obesidade e com dosagem de 3 mg ao dia, e o Lirux, indicado para o tratamento de diabetes tipo 2 e com dosagem de 1,8 mg ao dia. Vale ressaltar que, ao contrário de outros medicamentos análogos do GLP-1, como semaglutida e tirzepatida, a liraglutida é de uso diário, e não semanal.

Os novos produtos terão preços sugeridos a partir de R$ 307,26 (embalagem com 1 caneta), R$ 507,07 (Lirux com 2 canetas) e R$ 760,61 (Olire com 3 canetas), de acordo com a EMS. Os clientes que fizerem parte do programa de descontos da companhia terão acesso a preços 10% menores.

A expectativa da farmacêutica é a de que os produtos nacionais fossem comercializados com valores 10% a 20% mais baixos do que os medicamentos de referência, mas, em pesquisa feita pelo Estadão nesta sexta em sites de drogarias, Saxenda e Victoza estão sendo vendidos com descontos de mais de 30%, o que faz os preços dos produtos dos dois fabricantes ficarem muito próximos.

Produtos estarão disponíveis inicialmente para Sul e Sudeste

A EMS informou que, inicialmente, as canetas estarão disponíveis nas redes de drogarias Raia, Drogasil, Drogaria São Paulo e Pacheco. “Os produtos já estão nos centros de distribuição dessas redes e estarão disponíveis para venda nos sites e em parte das lojas físicas do Sul e Sudeste do País, com expansão gradual para as demais regiões ao longo das próximas semanas”, informou a empresa.

De acordo com a empresa, até o final deste ano, 250 mil unidades de Olire e Lirux deverão estar disponíveis no varejo.

A EMS diz ter investido mais de R$ 1 bilhão para viabilizar a produção das canetas em território nacional. Para a produção dos medicamentos, a empresa inaugurou no ano passado a primeira fábrica de peptídeos do País.

Localizada em Hortolândia, no interior de São Paulo, a planta tem capacidade inicial para produzir 20 milhões de canetas injetáveis por ano, e possibilidade de dobrar a produção para 40 milhões.

A companhia se prepara agora para lançar a semaglutida (princípio ativo dos medicamentos Ozempic e Wegovy, também da Novo Nordisk) em 2026, após a queda da patente no País.

 

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/08/2025/16:37:24

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