Infrator é condenado a pagar R$ 5,3 milhões por degradar floresta em terra indígena em Novo Progresso; no Pará

Ibama identificou organização que atuava na extração ilegal e na comercialização de madeira – Foto: Vinícius Mendonça/Ibama

A Justiça Federal condenou um infrator ambiental ao pagamento de mais de R$ 5,3 milhões pela degradação de 2,88 mil hectares de Floresta Amazônica localizados na Terra Indígena Baú, no município de Novo Progresso, no sudoeste do Pará. A decisão atende a ação ajuizada pela Advocacia-Geral da União (AGU) e inclui, além da indenização, a recuperação integral da área desmatada, que deverá ser realizada pelo próprio infrator.

O valor da condenação refere-se a danos materiais ambientais e corresponde ao custo mínimo estimado para recomposição florestal da área degradada, conforme laudos técnicos. Além disso, o infrator foi condenado ao pagamento de R$ 267 mil por danos morais coletivos, em razão dos prejuízos causados ao meio ambiente e à coletividade.

A ação teve como base um auto de infração e relatório de fiscalização elaborados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) durante operação realizada em agosto de 2018. Na ocasião, os fiscais ambientais encontraram um caminhão carregado com toras de madeira extraídas sem licenciamento, além de indícios de uma organização estruturada para a exploração e comercialização ilegal de madeira dentro da terra indígena.

Segundo os autos, durante a fiscalização, agentes do Ibama chegaram a ser alvejados no momento da abordagem, o que reforçou a gravidade do caso. As provas reunidas — incluindo imagens de satélite, documentos técnicos e depoimentos colhidos pela fiscalização — apontaram que o réu atuava como gerenciador do esquema de desmatamento ilegal.

A AGU destacou ainda que foram identificadas trilhas clandestinas, esplanadas e o corte seletivo de árvores de alto valor comercial, prática comum em esquemas ilegais de exploração florestal. As imagens de satélite comprovaram a extensão da área devastada dentro de território legalmente protegido.

Ao julgar o caso, o Juízo da Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Itaituba (PA) acolheu integralmente os argumentos da AGU e determinou, entre outras medidas, o bloqueio de bens do infrator, a recomposição e restauração florestal da área degradada, além da restrição de acesso a linhas de financiamento e benefícios fiscais.

A decisão reforça o entendimento de que a responsabilidade civil por danos ambientais é objetiva, imprescritível e deve resultar na reparação integral, especialmente quando envolve áreas de proteção permanente e terras indígenas.

Fonte e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/12/2025/15:31:01

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Inpe confirma redução de desmatamento na maioria dos biomas em 2024

Foto: Gustavo Pedro/Divulgação)- Queda foi maior na Mata Atlântica, 37,89%, segundo o Inpe.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) consolidou os dados do sistema de Monitoramento Anual da Supressão de Vegetação Nativa (Prodes) do ano de 2024 para todos os biomas brasileiros.

A análise sobre as imagens dos alertas divulgados anteriormente confirmou a redução da supressão de vegetação natural na maioria dos biomas monitorados, em relação a 2023.  

Os dados consolidados apontam que entre os anos de 2023 e 2024 houve redução do desmatamento nos seguintes biomas:

  • Amazônia: 28,09%
  • Área não florestal na Amazônia: 5,27%
  • Cerrado: 25,76%
  • Mata Atlântica: 37,89%
  • Pampa: 20,08%

Os biomas Caatinga e Pantanal foram os únicos que apresentaram crescimento em relação às áreas que sofreram supressão da vegetação nativa. Os aumentos foram de:

  • Caatinga: 9,93%
  • Pantanal: 16,5%

De acordo com nota técnica divulgada pelo Inpe, somente é considerada supressão a remoção da cobertura da vegetação nativa, independentemente das características da vegetação e da futura utilização da área.  As análises são feitas a partir de imagens de satélites das áreas com supressão, identificadas automaticamente e classificadas a partir dos índices de vegetação. Depois passam por interpretação visual.

Na avaliação da vice-coordenadora do Programa do Inpe BiomasBR, Silvana Amaral, a queda no desmatamento na maioria dos biomas brasileiros entre 2023 e 2024 corrobora a efetividade e a importância de políticas públicas de comando e controle, bem como de mecanismos regulatórios como acordos e termos de conduta firmados entre sociedade civil e setores de comércio e exportação de produtos agropecuários.

A consolidação dos dados do Prodes serve para a análise de tendências de médio e longo prazo do desmatamento no Brasil, de forma complementar aos resultados antecipados. São informações que dão subsidio à construção e implementação de políticas públicas ambientais.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/01/2026/12:10:07

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Os 7 mistérios da Amazônia que desafiam a ciência

(Foto: Reprodução) – A Amazônia é um dos territórios mais estudados e, ao mesmo tempo, menos compreendidos do planeta. Entre fenômenos biológicos únicos, estruturas antigas e relatos históricos intrigantes, os mistérios da Amazônia continuam desafiando cientistas e pesquisadores, mesmo com o avanço da tecnologia moderna.

Mistérios da Amazônia ligados a fenômenos biológicos surpreendentes

Entre os achados mais impressionantes está o fungo Pestalotiopsis microspora, descoberto por pesquisadores da Universidade de Yale. Ele é capaz de digerir plástico do tipo poliuretano mesmo na ausência de oxigênio, algo extremamente raro no reino biológico e com potencial impacto ambiental global.

Outro fenômeno curioso é a palmeira Socratea exorrhiza, conhecida como palmeira andante. Estudos indicam que ela pode se deslocar até cerca de um metro por ano, graças ao crescimento de novas raízes em uma direção enquanto outras apodrecem, especialmente em áreas alagadas da floresta.

Estruturas antigas que reforçam os mistérios da Amazônia

Na região do Acre, mais de 500 geoglifos milenares já foram identificados. Essas estruturas geométricas, com diâmetros entre 20 e 385 metros, foram construídas entre 200 a.C. e 1300 d.C. por povos indígenas, revelando um nível de organização social muito mais avançado do que se imaginava.

Outro achado impressionante são as pirâmides de terra na Bolívia, atribuídas ao povo Karabi por volta de 500 a.C. Algumas chegam a 22 metros de altura e só foram reveladas graças ao uso do LIDAR, mostrando centros urbanos que ocupavam áreas de até 100 hectares.

Os 7 mistérios da Amazônia que desafiam a ciência

Os 7 mistérios da Amazônia que desafiam a ciência

Descobertas surpreendentes levantam novas perguntas. – Créditos: depositphotos.com / gustavofrazao

Mistérios da Amazônia ligados à astronomia e rituais antigos

No Amapá, um conjunto de 127 rochas com mais de quatro metros de altura forma o chamado Stonehenge da Amazônia. Datado de aproximadamente 1000 a.C., o círculo de pedras apresenta alinhamento preciso com o solstício de inverno, indicando uso ritual e astronômico.

Essas descobertas reforçam a ideia de que povos amazônicos possuíam profundo conhecimento astronômico, engenharia de grande escala e relação simbólica com os ciclos naturais, muito antes da chegada dos europeus.

Lendas, cidades perdidas e formações enigmáticas da Amazônia

*  El Dorado, associada a rituais de ouro do povo Muisca no Lago Guatavita
*  Paititi, suposta cidade inca escondida a leste da Cordilheira dos Andes
*  Cidade Z, no Mato Grosso, buscada por Percy Fawcett
*  Rosto de Harakbut, formação rochosa com traços humanos precisos no Peru
*  Pirâmides de terra ocultas sob áreas urbanas modernas

Mistérios pouco explicados que envolvem a região amazônica são explorados neste vídeo do canal Universo Space News, que reúne 588 mil inscritos e soma 1,1 milhão de visualizações. Ao assistir, você conhece sete enigmas da Amazônia, entende por que eles intrigam cientistas e pesquisadores e quais teorias tentam explicar esses fenômenos até hoje:

Os 7 MISTÉRIOS Mais INTRIGANTES da AMAZÔNIA Que Deixam Até os Cientistas Perplexos

(Foto: Reprodução) 

Principais mistérios da Amazônia e suas características

Mistério                                 //  Característica principal
Fungo comedor de plástico //  Digestão de poliuretano sem oxigênio
Palmeira andante                 //  Deslocamento gradual por raízes
Geoglifos do Acre                //  Estruturas geométricas milenares
Pirâmides de terra             // Centros urbanos revelados por LIDAR
Stonehenge amazônico    //  Alinhamento com solstício
Cidades perdidas              //  Relatos históricos e buscas inacabadas
Rosto de Harakbut          //  Formação rochosa de aparência humana

Esses exemplos mostram que os mistérios da Amazônia envolvem ciência, história, arqueologia e cultura, revelando que a floresta ainda guarda segredos capazes de reescrever o entendimento sobre civilizações antigas e fenômenos naturais únicos.

Fonte: Tupi.fm e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/12/2025/07:40:46

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Pará registra queda de 51% no desmatamento e lidera resultados positivos na Amazonia

(Foto:Reprodução) – Dados oficiais registram melhor desempenho da série histórica 2019-2026, com redução de quase 80% em relação

O Pará alcançou um novo marco histórico na preservação ambiental. Segundo dados oficiais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Estado registrou 385 km² de área recoberta por alertas de desmatamento, no acumulado de agosto a novembro de 2025 – o menor valor de toda a série histórica 2019-2026. O Ano Prodes 2026, contabilizado pelo Inpe, teve início em agosto de 2025. O resultado representa uma queda de 51% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram registrados 778 km². Em termos absolutos, são quase 400 km² de floresta preservados, a maior queda, em área, da Amazônia Legal. Comparada ao pico histórico de 2020, quando o acumulado atingiu 1.954 km², a redução chega a 80%.

Desempenho superior à média regional – O Pará superou o desempenho da Amazônia Legal, que registrou queda de 40% no período (de 1.794 km² para 1.074 km²). O Estado reduziu sua participação de 43% para 36% do total amazônico, indicando que a pressão sobre a floresta está sendo contida de forma mais eficaz no território paraense.

No mês de novembro, isoladamente, o Estado apresentou redução de 6%, passando de 126 km² para 119 km², mantendo a tendência de estabilização em patamares baixos.

Para o governador Helder Barbalho, os números comprovam a eficácia da estratégia adotada. “É o resultado de um trabalho incansável de nossas equipes, da inteligência aplicada e do compromisso inegociável com a Amazônia. Esses números reforçam a eficácia de uma estratégia adotada a partir do Plano Amazônia Agora, desde o início governo, que nos permite não só alcançar esses resultados mas também avançar em outras frentes de transformação, a partir da bioeconomia”, declarou.

A vice-governadora Hana Ghassan destacou a conexão entre preservação e desenvolvimento: “Reduzir o desmatamento significa proteger nossos povos, garantir a sustentabilidade de nossas cadeias produtivas e mostrar ao mundo que é possível prosperar conservando. O Pará mostra que fez a escolha certa ao investir em um política pública que vai além do comando e controle, e que entende que a bioeconomia, a regularização e a recuperação florestal são o caminho”.

O titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas), Raul Protázio Romão, atribui os resultados à estratégia integrada de fiscalização. “Estamos colhendo os frutos de uma política ambiental que não é só pautada pela fiscalização, mas que promove uma verdadeira mudança no uso dos recursos naturais. Hoje, temos um conjunto de políticas públicas que estimulam o desenvolvimento sustentável, com benefícios reais à população”, afirmou.

(Foto: Pedro Guerreiro / Ag. Pará)

Queda do desmatamento nos municípios – As ações de combate ao desmatamento resultaram em reduções expressivas nos municípios. Uruará se destacou com a maior redução absoluta, diminuindo sua área sob alerta em 73%, caindo de 15,42 km² para 4,13 km². Outros municípios também apresentaram quedas expressivas no mês de novembro. São eles: Senador José Porfírio, com redução de 25%; Medicilândia, com diminuição de 23%; e Placas, que reduziu as áreas em alerta em 56%

Fonte: oestadonet e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2025/07:48:46

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Jaguatirica é flagrada em área de preservação da Usina Belo Monte

Fotos: Norte Energia | O programa já identificou mais de 1.200 espécies da região, entre mamíferos, aves, répteis, anfíbios, morcegos e invertebrados.

Uma jaguatirica (Leopardus pardalis), felino de hábitos noturnos e grande habilidade de caça, foi registrada pelas câmeras de monitoramento na Área de Preservação Permanente (APP) da Usina Hidrelétrica Belo Monte em Vitória do Xingu, no sudoeste do Pará.

O avistamento do animal representa mais um indicativo de que a região segue abrigando espécies silvestres que contribuem com o funcionamento saudável dos ecossistemas.

A jaguatirica é um dos felinos mais conhecidos da fauna brasileira. Com pelagem marcada por manchas escuras em forma de rosetas e listras, mede entre 70 centímetros e um metro de comprimento, com peso médio de 11 a 16 quilos. É um animal solitário, que marca território em áreas de floresta preservada.

A reprodução acontece ao longo do ano, com ninhadas de até dois filhotes. Na fase inicial, os jovens permanecem próximos à mãe, aprendendo técnicas de caça e sobrevivência.

Na cadeia ecológica, exerce papel fundamental no controle populacional de pequenos vertebrados e roedores, ajudando a manter o equilíbrio natural dos ecossistemas. Em 13 anos de monitoramento, o animal já foi registrado 68 vezes na APP da Usina.

“A presença da jaguatirica é um indicativo importante de que a fauna continua ativa e adaptada nas áreas monitoradas. Ao longo dos últimos anos, temos acompanhado espécies de grande relevância ecológica, que encontram em nossas áreas protegidas um ambiente apto para sobreviver.

Os monitoramentos que desenvolvemos são essenciais para entendermos a dinâmica da floresta e da vida silvestre e garantir que a biodiversidade da região seja preservada”, afirma Roberto Silva, gerente de Meios Físico e Biótico da Norte Energia.

O registro da jaguatirica soma-se ao de outros animais como o macaco-aranha, a ariranha, a onça-pintada e o cachorro-vinagre, que habitam a APP de Belo Monte, que possui 26 mil hectares de área protegida — o equivalente a 25 mil campos de futebol. Esse conjunto de espécies é um sinal de saúde ambiental nessas áreas florestadas.

O monitoramento da fauna, conduzido pela Norte Energia desde 2012, é parte dos compromissos do licenciamento ambiental da Usina. O programa já identificou mais de 1.200 espécies da região, entre mamíferos, aves, répteis, anfíbios, morcegos e invertebrados.

As ações incluem expedições em diferentes épocas do ano, uso de tecnologia, metodologias específicas e a participação de comunidades locais na coleta de dados. O objetivo é avaliar e acompanhar a dinâmica da fauna e implementar ações de conservação da biodiversidade do entorno da usina.

Fonte: / Jornal Folha do Progresso com Informações  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/09/2025/13:44:42

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Operação Maravalha-Ibama intensifica o combate ao desmatamento na Amazônia; “Novo Progresso e Moraes Almeida na mira da fiscalização”

(Foto:Divulgação/Ibama) – A Operação Maravalha 2025 já está em campo para desmantelar extração e comercialização de madeira ilegal. Com mais de 80 agentes, cinco aeronaves e 29 viaturas, nossas equipes atuam em áreas críticas da Amazônia, como Porto Velho (RO), Novo Progresso (PA) e Tailândia (PA).

Nos primeiros dias da operação, já são 23 autos de infração foram lavrados e mais de 7 mil m’ de madeira apreendidos.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deu início, em janeiro, à operação Maravalha, que busca combater o desmatamento na Amazônia.  O Jornal Folha do Progresso acompanha as ações, que deve durar o ano todo.

Os agentes estão focando na extração e comercialização de madeira em três regiões consideradas críticas para a extração e a comercialização ilegal de madeira.

Três regiões consideradas críticas receberam a operação de combate ao desmatamento na Amazônia. No Pará, no município de Tailândia e no distrito de Moraes de Almeida, em Novo Progresso. Em Rondônia, nossa equipe acompanhou a incursão na Ponta do Abunã no extremo oeste do Estado, próximo da divisa com o Acre e da fronteira com a Bolívia.

A região da Ponta do Abunã tem 46 empresas madeireiras legalizadas. O foco das ações do Ibama foi na fiscalização de polos madeireiros e dos planos de manejo dos recursos naturais.

Os próximos passos da operação incluem a apreensão de gado criado ilegalmente em áreas embargadas. Rondônia é o estado com o terceiro maior rebanho do país com cerca de 17 milhões de cabeças de gado.

Marina da Silva, ministra do meio ambiente publicou no seu canal no Instagram; “O crime ambiental não passa despercebido”. Com tecnologia e equipes especializadas, seguimos trabalhando para proteger o patrimônio natural do Brasil.

Clique AQUI  e assista ao vídeo no INSTAGRAM

 

Veja reportagem da Agência Brasil

https://youtu.be/7sk7XFDpxU0

Fonte:Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/02/2025/06:50:26

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https://www.folhadoprogresso.com.br/brasileiros-usam-a-internet-principalmente-para-compras-e-entretenimento/




Governo do Pará prepara entrega de florestas desmatadas para iniciativa privada

Foto: Banco de imagens | Modelo inédito de concessão será lançado por governo federal e Pará nos próximos meses, mas interessados cobram ajustes como contrapartida.

O governo federal e o estado do Pará devem concluir nos próximos meses a entrega de florestas desmatadas para a iniciativa privada. A ideia é conceder milhares de hectares para empresas que, em troca de restaurar florestas destruídas, poderão faturar mais de R$ 1 bilhão com a venda de créditos de carbono.

Um crédito de carbono equivale a uma tonelada de carbono que deixou de ser emitida ou que foi absorvida da atmosfera. Como as árvores absorvem carbono no processo de fotossíntese, a restauração de florestas ajuda na absorção desse gás –responsável pelo aquecimento global.

Esses créditos são gerados por empresas especializadas em conservar ou restaurar florestas e comprados por qualquer companhia que queira compensar suas emissões de carbono. A grande maioria é adquirida por multinacionais que consomem muita energia, como as big techs.

Até então, esses créditos eram gerados em áreas privadas arrendadas ou compradas pelas desenvolvedoras, sem interferência pública. Agora, a partir do novo modelo, os créditos poderão ser gerados em áreas públicas, desde que parte do faturamento com a venda dos créditos vá para os governos.

No caso do Pará, por exemplo, as desenvolvedoras de crédito de carbono interessadas em assumir um projeto em Altamira têm até o final de março para enviar seus lances. Vencerá a licitação quem oferecer a maior outorga variável (atrelada à receita anual da empresa).

Até agora, segundo o governo paraense, ao menos três empresas pediram para visitar a área do projeto, chamada de Unidade de Recuperação Triunfo do Xingu (URTX), de 10 mil hectares.

Já o governo federal vai lançar neste semestre o edital para conceder 15 mil hectares da Floresta Nacional do Bom Futuro, em Rondônia. O governo Lula quer entregar até o ano que vem cerca de 350 mil hectares de floresta pública para a iniciativa privada.

É incerto o tamanho do apetite das desenvolvedoras pelas concessões.

O modelo é visto como arriscado pelas principais empresas do mercado, embora as empresas não tenham que arcar com a compra de propriedades, as áreas cedidas sejam maiores do que as fazendas que abrigam os atuais projetos e, por serem áreas públicas, não há dúvida sobre o proprietário, como ocorre em outras áreas.

Os riscos, segundo executivos ouvidos pela Folha, começam pela característica das áreas concedidas, muitas vezes remotas e cercadas de grileiros e madeireiros. As empresas questionam a capacidade de os governos garantirem a segurança das áreas, já que isso não foi feito nas últimas décadas (o que, aliás, gerou o desmatamento).

“Há uma questão logística e de segurança, porque são áreas que sofreram desmatamento e que têm pressão de invasores e grileiros, além de terem processos sociais complexos. Essa pressão para os projetos de restauração é um risco, porque você está plantando uma floresta”, diz Munir Soares, CEO da Systemica, desenvolvedora ligada ao banco BTG.

As duas concessões preveem que o Estado arque com os custos caso seja comprovado que eventuais danos ao projeto não foram de responsabilidade das empresas. No caso do Pará, o mecanismo envolverá uma operação com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).

Uma eventual inércia do poder público poderia também atrapalhar a comercialização dos créditos. Isso porque, no processo de certificação mais comum desses créditos, as desenvolvedoras precisam garantir que o carbono absorvido pelas árvores ficará retido no solo pelos próximos cem anos. Mas a legislação brasileira fixa um limite de 40 anos para concessões florestais. Assim, sem poderem se responsabilizar, as desenvolvedoras se preocupam sobre como garantir que a floresta continuará conservada após o fim do contrato.

“Essa é hoje a única ponta solta, e esse tema foi muito batido pelas desenvolvedoras durante o pré-lançamento do edital. Nós alteramos a lei que cria a Unidade de Restauração para dar mais segurança de que o estado, após os 40 anos, não poderá conceder a área para madeireiro ou para qualquer atividade que desmate”, afirma Raul Protázio, secretário de Meio Ambiente do Pará.

A localização remota dessas áreas também atrapalha. A área cedida pelo Pará, por exemplo, está a 150 quilômetros da região urbana mais próxima, o que dificulta qualquer intervenção. Segundo o executivo de uma das maiores empresas desse mercado, os bombeiros mais próximos demorariam cerca de dez horas para chegar à região caso a floresta pegasse fogo.

Esse executivo aponta que na área cedida pelo Pará o desmatamento é recente, com árvores grossas caídas e algumas mortas de pé. Com isso, a expectativa é de um grande custo logístico e operacional para limpar a área.

Esse problema não deve ser encontrado em São Paulo, onde o governo estadual anunciou no fim do ano passado a intenção de ceder 37 mil hectares de áreas de proteção. As áreas passíveis de restauração no estado, porém, são bem menores do que na Amazônia.

Devido a essas complexidades, outro desafio apontado pelos executivos é a garantia do modelo econômico das concessões. Nas apresentações feitas aos investidores antes do lançamento do edital, os governos federal e do Pará apresentaram as estimativas de receitas e custos dos projetos –neste último, estão inclusas as outorgas.

No caso do Pará, a concessionária precisará pagar anualmente no máximo 6% de sua receita bruta, que em 2042 pode chegar a R$ 143 milhões, segundo as projeções do governo paraense. Já no modelo federal, a outorga discutida até agora pode chegar a 5,34% da receita bruta, que somando os dois lotes a serem negociados chegam a R$ 1,2 bilhão.

Para impedir que empresas sem capacidade financeira ganhem a concessão, os dois modelos exigem o pagamento de uma outorga fixa no início do projeto caso o vencedor ofereça uma outorga variável acima do máximo estipulado.

grafico

Fábio Galindo, CEO da Future Carbon, desenvolvedora que tem Luciano Huck como um dos acionistas, defende que os governos reduzam ao máximo as outorgas. “Em uma concessão de ônibus, metrô ou água, já há uma tarifa prefixada e um consumidor ativo daquele serviço, então a empresa tem previsibilidade de receita. Mas no mercado de carbono, só há receita potencial, porque não existe um tomador efetivo daquele carbono. Ou seja, se o governo não for conservador na modelagem, o projeto não vai ser viável”, diz.

“Se ninguém participar da primeira concessão, a política pública vai naufragar. Então, como não dá pra errar, a outorga tinha que ser zero”, acrescenta.

Para ele, o BNDES precisa oferecer linhas de financiamento para a vencedora e atuar ativamente na compra dos créditos, seja garantindo a compra de parte dos créditos gerados ou fazendo a intermediação com potenciais compradores. Executivos do banco, porém, defendem que as últimas duas ações se alinham a uma parceria público privada e não a uma concessão.

“Não estamos fazendo a venda de créditos, o que estamos fazendo é uma avaliação de mercado para o governo como um todo. Nosso projeto de concessão de manejo ou restauração de floresta não depende da existência de uma demanda prévia pelos créditos”, diz Nelson Barbosa, diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES.

O banco é responsável pela modelagem da concessão federal e deve enviar até o início de fevereiro o modelo do edital para o Tribunal de Contas da União, que pode sugerir alterações. Após esse processo, o governo federal estará autorizado a publicar o edital.

“A parte mais difícil, ao meu ver, foi elaborar o primeiro projeto, porque é muito difícil definir uma curva de precificação de carbono. Para cada uma dessas etapas, a gente teve que encontrar um consultor específico e conversar com as empresas para ver se tava todo mundo falando a mesma língua. Mas agora a gente já tem bastante experiência com isso”, diz Renato Rosenberg, diretor de concessões do Serviço Florestal Brasileiro. O órgão já projeta outras sete concessões do tipo na Amazônia.

CONCESSÕES PARA RESTAURO FLORESTAL

Legalidade

  • A lei de concessão florestal, de 2006, autoriza a iniciativa privada a explorar florestas, mas até então isso era feito para madeireiros.

Quem vai estender para restauro florestal

  • Governo federal e governos do Pará e SP

Receita estimada

  • Governo federal: R$ 1,22 bilhão; Pará: R$ 949,5 milhões; SP: ainda não estimado

Custo estimado

  • Governo federal: R$ 658 milhões; Pará: R$ 290 milhões; SP ainda não estimado

Fonte: Folha de São Paulo  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/01/2025/09:40:49

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SEMAS/PA intima 27 agentes 9 municípios do oeste do Pará a contestarem autos de infrações ambientais

Gado  produzido em áreas embargadas (Foto:Ibama)  – Diário Oficial do Estado desta terça-feira(14) publica relação completa de 80 áreas fiscalizadas

SEMAS intima 27 agentes de 9 municípios do oeste do Pará a contestarem autos de infrações ambientais

Diário Oficial do Estado desta terça-feira(14) publica relação completa de 80 áreas fiscalizadas
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade(SEMAS) publicou edital com informações de embargo de 80 áreas em todas as regiões do estado do Pará.
Na região oeste do estado foram embargadas 27 áreas em 9 municípios.
Os agentes causadores de infração ambiental ficam notificados a comparecerem à SEMAS para sua identificação, no prazo de 20 (vinte) dias úteis, a contar desta terça-feira(14) para apresentar manifestação e/ou esclarecimentos acerca da imposição de embargo administrativo nas áreas dos pontos elencados:

*Alenquer 1
*Jacareacanga 8
*Prainha 1
*Novo Progresso 2
*Itaituba 8
*Trairão 3
*Uruará 1
*Placas 2
*Santarém 1
As informações completas estão disponíveis no sítio eletrônico institucional da SEMAS : https://www.semas.pa.gov.br/; ou https://monitoramento.semas.pa.gov.br/simlam

1- Os Processos podem ser consultados em: https://monitoramento.semas.pa.gov.br/simlam. SIMLAM PÚBLICO > Protocolo SIMLAM > Buscar Processo.

2- Os polígonos completos encontra-se em: https://monitoramento.semas.pa.gov.br/ldi/  Áreas com Desmatamento ilegal sem CAR > Número do Processo > Pesquisar; ou em DO WNLOADS > ÁREAS EMBARGADAS EM SHAPEFILE.

Secretaria Municipal de Meio Ambiente na Rua Quinze de Novembro, 181 - Santa Luzia, Novo Progresso - PA,
Secretaria Municipal de Meio Ambiente na Rua Quinze de Novembro, 181 – Santa Luzia, Novo Progresso – PA,

Fonte:O Estado Net/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/01/2025/14:03:18

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Ibama destrói 215 escavadeiras do garimpo em terra indígena com milícias e membros do Comando Vermelho

No local também foi realizada a destruição de motores estacionários e escavadeiras — Foto: Polícia Federal

Participaram da operação: A Polícia Federal (PF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Força Nacional, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Fundação Nacional do Índio (Funai), a Polícia Civil, o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

Em um dos territórios mais violentos do país, na fronteira do Brasil com a Bolívia, as operações realizadas por agentes do Ibama tentam segurar o avanço do garimpo ilegal, agora suportado por milícias e pelo crime organizado.

Na terra indígena Sararé, território do povo Nambikwara, onde vivem cerca de 250 indígenas distribuídos em sete aldeias, 215 máquinas escavadeiras de grande porte foram destruídas desde janeiro do ano passado.

Segundo autoridades, o ambiente conflagrado na terra indígena envolve milícias e membros do Comando Vermelho que, nessa parte da fronteira com a Bolívia, dividem o tráfico de drogas e o controle do ouro ilegal.

Além das escavadeiras, foram destruídos ou apreendidos 30 veículos, três caminhões, dois tratores de esteira, uma pá carregadeira e uma draga. Diversos equipamentos menores, como bombas hidráulicas e geradores, também foram inutilizados em acampamentos. O balanço é de um prejuízo de R$ 300 milhões, entre janeiro de 2023 e outubro de 2024.

Ainda assim, o garimpo permanece embrenhado na terra indígena, em áreas situadas nos municípios de Pontes e Lacerda, Vila Bela da Santíssima Trindade e Comodoro, em Mato Grosso.

As estimativas é que, atualmente, cerca de 2.000 garimpeiros ainda atuem dentro do território demarcado. Garimpo em terra indígena é atividade ilegal.

Segundo autoridades, o ambiente conflagrado na terra indígena envolve milícias e membros do Comando Vermelho que, nessa parte da fronteira com a Bolívia, dividem o tráfico de drogas e o controle do ouro ilegal.

Além da destruição dos equipamentos, as operações resultaram na apreensão de dezenas de armas de fogo, incluindo uma submetralhadora e um fuzil, além de munição. O volume e o porte dos armamentos evidenciam o envolvimento de milícias e a presença de facções criminosas.

Dentro do Ibama, a decisão é de intensificar as operações. Das 215 escavadeiras destruídas, 100 delas foram capturadas neste ano. As operações de fiscalização foram realizadas pelo Grupo Especializado de Fiscalização, com apoio da Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional de Segurança Pública e Fundação Nacional dos Povos Indígenas.

“Essa região sempre teve exploração mineral irregular, mas de alguns anos para cá isso se intensificou, principalmente com a atitude permissiva do garimpo pelo governo anterior”, diz o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Jair Schmitt. “A realidade mostra que não há pequeno garimpeiro. Estamos falando de exploração ilegal em grande escala. Isso dá uma ideia do quanto de ouro ilegal está saindo dali.”

Escavadeira usada pelos garimpeiros na Terra Indígena Sararé, no Mato Grosso, é destruída em operação do Ibama e da PRF - Divulgação - 28.set.2024/Ibama
Escavadeira usada pelos garimpeiros na Terra Indígena Sararé, no Mato Grosso, é destruída em operação do Ibama e da PRF – Divulgação – 28.set.2024/Ibama

Desde 2023, o Ibama realizou 11 operações de fiscalização ambiental na região. A terra indígena Sararé foi oficialmente demarcada em 1985, mas tem sido alvo de invasões constantes para a exploração de ouro.

Este ano marcou um recorde de alertas de garimpo na terra indígena, com 570 hectares de destruição identificados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.

Há menos de um mês, na madrugada do dia 28 de setembro, um confronto entre garimpeiros e agentes que atuam na terra indígena Sararé terminou com cinco mortos.

Segundo os órgãos oficiais, as equipes de fiscalização foram atacadas a tiros durante uma ação de combate ao garimpo ilegal.

Mesmo com o encerramento das atividades em campo, a polícia informou que as investigações continuarão para identificar os financiadores da atividade ilegal e o possível envolvimento de proprietários rurais da região.

Ação resultou na apreensão de 45 gramas de ouro, quatro antenas, um fuzil, três escopetas, duas pistolas e mil litros de óleo diesel. — Foto: Polícia Federal
Ação resultou na apreensão de 45 gramas de ouro, quatro antenas, um fuzil, três escopetas, duas pistolas e mil litros de óleo diesel. — Foto: Polícia Federal

Chacina na Sararé

Há três semanas, quatro pessoas morreram e uma ficou ferida em uma chacina em um garimpo ilegal na Terra Indígena Sararé. Duas vítimas foram identificadas como Fabio Tavares Siriano, de 33 anos e a esposa, Flavia Melo Miranda Soares, de 20 anos.

Flávia Miranda é natural do Acre e teria ido ao garimpo encontrar o marido, Fábio.

De acordo com o delegado João Paulo Berté, a chacina teria sido motivada após uma briga dentro do garimpo, por área de exploração. Uma das linhas de investigação da polícia é que os envolvidos tenham ligação com organização criminosa.

Crescimento da exploração

Documentarista registra degradação ambiental na terra indígena Sararé

A Terra Indígena Sararé abrange os municípios de Conquista D’Oeste, Nova Lacerda e Vila Bela da Santíssima Trindade. Nos últimos anos, a região tem sido alvo de uma intensificação das atividades garimpeiras, que ameaçam não apenas a integridade do meio ambiente, mas também a saúde e os modos de vida das comunidades indígenas locais.

A primeira operação das forças de segurança foi em maio de 2020, quando policiais desocuparam um garimpo ilegal de ouro. Porém, após a saída das equipes, os garimpeiros invadiram novamente.

Em abril deste ano, foram apreendidas 22 pás carregadoras avaliadas em mais de R$ 17 milhões, 39 motores estacionários, duas bombas d’água, um gerador e duas britadeiras foram destruídas, durante a “Operação que Ouro Viciado”.

As escavações indiscriminadas provocam desmatamento, poluição dos rios e degradação do solo, o que afeta diretamente o abastecimento de água e a biodiversidade local. Segundo dados do Ministério Público Federal de 2022, a TI Sararé tem cerca de 5 mil garimpeiros.

Segundo lideranças indígenas da região, o território é uma área de grande importância ambiental e cultural, mas tem enfrentado sérios desafios relacionados ao garimpo clandestino.

Fonte: com informações do UOL e G1  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/10/2024/08:26:56

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FLONA JAMANXIM – Após ganharem mais 30 dias para retirada de bovinos,moradores relatam destruição das propriedades

(Foto:Reprodução)- Conforme relatos de moradores eles  estão sendo retirados na força da lei de suas propriedades rurais na Flona Jamanxim no PA  (Vídeo TV PROGRESSO)

Para Órgãos e instituições ambientais o desmatamento e invasões ameaçam Floresta do Jamanxim no PA

Criada em 2006, a Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim está localizada no município de Novo Progresso, no estado do Pará, há quase 20 anos tem sido palco de conflitos e de interesses econômicos. Inicialmente, a área foi estabelecida com um plano de desenvolvimento florestal sustentável, com o objetivo de equilibrar crescimento econômico, justiça social e conservação ambiental.

Para os órgãos e instituições ambientais Entretanto, o avanço desordenado da soja e do gado comprometeu o uso da Flona. Órgãos e instituições ambientais tentam, agora, proteger a área, a fim de impedir o desmatamento, grilagem e atividades de garimpo.

ASSISTA AO VÍDEO COM REPORTAGEM DA TV PROGRESSO

https://youtu.be/6A46NUYYrW4?si=Tcjgy5ASijtp3YUl

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Fonte: Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/06/2024/06:31:37

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