‘Este é nosso hemisfério’: governo dos EUA faz post após operação

(Foto>Reprodução X) – “Este é o NOSSO hemisfério, e o presidente Trump não permitirá que nossa segurança seja ameaçada”, diz a legenda.

O post traz uma imagem com uma foto do presidente Donald Trump em preto e branco e a frase “Este é nosso hemisfério”, com a palavra “nosso” destacada em vermelho. Um post idêntico foi feito por uma conta do Departamento de Estado em espanhol.

A Casa Branca também publicou um artigo com a mesma frase. A fala foi atribuída ao secretário de Estado, Marco Rubio, que participou de uma série de entrevistas a veículos de comunicação americanos nesta segunda-feira.

Segundo a Casa Branca, Rubio afirmou que Trump mantém um compromisso “inquebrantável” de impedir que o Hemisfério Ocidental se torne um refúgio para traficantes de drogas, aliados do Irã ou “regimes hostis” que ameacem a segurança nacional dos Estados Unidos.

“O Hemisfério Ocidental é onde vivemos, e não vamos permitir que ele seja uma base de operações para adversários, concorrentes ou rivais dos Estados Unidos”, disse Rubio em uma das entrevistas.

Maduro é acusado pelos Estados Unidos de narcoterrorismo e outros crimes. Após ser capturado na Venezuela, ele foi levado para Nova York junto com a esposa. Em audiência judicial realizada nesta segunda-feira, o líder venezuelano declarou-se inocente.

Clique NO LINK e veja no X: https://x.com/StateDept/status/2008221563888292207/photo/1

Nicolás Maduro é transferido por autoridades dos EUA para comparecer em tribunal em Nova York em 5 de janeiro de 2026 — Foto: Eduardo Munoz/Reuters
Nicolás Maduro é transferido por autoridades dos EUA para comparecer em tribunal em Nova York em 5 de janeiro de 2026 — Foto: Eduardo Munoz/Reuters

Situação atual

Com a deposição de Maduro, a vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu o cargo de presidente interina da Venezuela. A decisão foi tomada pelo Tribunal Supremo de Justiça do país logo após Maduro ser retirado do poder pelos Estados Unidos.

Segundo o texto da decisão, Rodríguez assume a função para “garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da Nação”.

Além da decisão judicial, as Forças Armadas da Venezuela reconheceram Rodríguez como presidente interina no domingo (4). Em pronunciamento em rede nacional, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, apoiou a determinação de mantê-la no cargo por 90 dias.

Também no domingo, Trump afirmou que o país está “no comando” da Venezuela após a captura de Maduro, ao mesmo tempo em que lida com a nova liderança interina em Caracas.

“Estamos lidando com as pessoas que acabaram de tomar posse. Não me perguntem quem está no comando, porque eu daria uma resposta e isso seria muito controverso”, disse Trump a jornalistas, ao ser questionado se havia falado com Delcy Rodríguez.

Pressionado a esclarecer a declaração, o republicano afirmou: “Isso significa que nós estamos no comando”.

Post do Departamento de Estado diz 'este é nosso hemisfério' — Foto: Reprodução/X
Post do Departamento de Estado diz ‘este é nosso hemisfério’ — Foto: Reprodução/X

Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/01/2026/16:11:46

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Imagens mostram Nicolás Maduro sendo transferido antes de prestar depoimento; veja

(Foto: REUTERS/Eduardo Muñoz) – Segundo o jornal The New York Times, ele e a esposa, Cilia Flores, foram levados do Centro de Detenção Metropolitano, no Brooklyn, para um tribunal federal em Lower Manhattan, a cerca de oito quilômetros de distância.

Cilia Flores também é acusada, segundo o The New York Times.

A Casa Branca colocou o “Cartel de los Soles” na mira de seu aparato militar ao classificar organizações de tráfico de drogas como organizações terroristas. As conclusões do governo americano, no entanto, são contestadas por pesquisadores do tema.

Para especialistas, Maduro não seria o chefe da organização, já que o “Cartel de los Soles” não funciona como um grupo com hierarquia definida, mas como uma “rede de redes” que facilita o tráfico de drogas e lucra com a atividade, reunindo membros de diferentes patentes militares e setores políticos da Venezuela.

Ainda assim, há indícios de que Maduro, mesmo não sendo o líder, seja um dos principais beneficiários de uma “governança criminal híbrida” que ele teria ajudado a instalar no país.

Situação atual

Segundo o texto da decisão, ela assume o cargo para “garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da Nação”.

Donald Trump afirmou neste domingo que os Estados Unidos estão “no comando” da Venezuela após a captura de Nicolás Maduro, ao mesmo tempo em que lidam com a nova liderança interina em Caracas.

“Estamos lidando com as pessoas que acabaram de tomar posse. Não me perguntem quem está no comando, porque eu daria uma resposta e isso seria muito controverso”, disse o republicano a jornalistas nesta noite, ao ser questionado se havia falado com Delcy Rodríguez.

Pressionado a explicar o que quis dizer, Trump afirmou: “Isso significa que nós estamos no comando.”

Fonte: The New York Times/ G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/01/2026/08:11:46

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Governador do Pará “Helder Barbalho” critica ataque dos EUA e se solidariza com venezuelanos

Helder Barbalho critica ataque dos EUA à Venezuela: ‘Retrocesso’  – (Foto>Reprodução)
Helder Barbalho critica ataque dos EUA e se solidariza com venezuelanos: ‘A América do Sul vive um retrocesso histórico’

Governador do Pará usou as redes sociais para se manifestar sobre ataque deste sábado. ‘Quando uma potência estrangeira captura e sequestra o chefe de Estado de um país soberano estamos diante de uma agressão à toda ordem internacional’, afirmou Helder.

    “A América do Sul vive um retrocesso histórico no dia de hoje. Demoramos, como civilização, séculos para construir um arcabouço chamado direito internacional, cuja premissa é a autodeterminação dos povos e o multilateralismo”, diz o governador paraense. 

Na manifestação, o governador do Pará criticou o regime de Nicolás Maduro. No entanto, argumentou que sua ditadura não justifica o ataque. Ele ainda classificou a captura do presidente venezuelano como sequestro.

“Que Maduro não deveria nem poderia mais permanecer, como ditador, não há dúvida. A questão não é essa. A questão é se os fins justificam os meios e se somos na América Latina meras colônias como quando os primeiros europeus chegaram por aqui. A resposta é não! Quando uma potência estrangeira – qualquer uma! – captura e sequestra o chefe de Estado de um país soberano estamos diante de uma agressão à toda ordem internacional”, afirmou Helder.

O governador avaliou ainda que a violência nas fronteiras do continente se soma a um histórico de agressões sofridas pela América do Sul.

Leia mais> Governo venezuelano diz desconhecer paradeiro de Maduro e exige de Trump “prova de vida imediata” após operação dos EUA

*Donald Trump afirma que forças dos EUA capturaram Nicolás Maduro após ataques à Venezuela

*Maduro e esposa serão julgados em tribunal de Nova York, diz Procuradoria-geral dos EUA

Clique no link e assista https://g1.globo.com/jornal-nacional/video/entenda-como-tropa-de-elite-dos-eua-capturou-nicolas-maduro-dentro-de-fortaleza-militar-14226131.ghtml

“Um erro não justifica outro e dois erros não fazem um acerto. Esperemos que a evolução dos acontecimentos permita que uma solução baseada no respeito a princípios, e não só à força, prevaleça no final. Nossa solidariedade ao povo venezuelano”.

Helder Barbalho finalizou sua manifestação citando o educador e humanista venezuelano Andrés Bello: “Só a unidade do povo e a solidariedade de seus dirigentes garantem a grandeza das nações”.

Em rede social, governador do Pará criticou ataque dos EUAs à Venezuela — Foto: Reprodução/Redes sociais
Em rede social, governador do Pará criticou ataque dos EUAs à Venezuela — Foto: Reprodução/Redes sociais

Fonte:G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/01/2026/08:11:46

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EUA detalham operação que levou à captura de Nicolás Maduro na Venezuela

— Foto: TV Globo ) – O líder do partido do ditador venezuelano revelou que na hora dos ataques, Maduro não estava na residência oficial do Palácio Miraflores, mas sim em outra casa, dentro do Forte Tiuna: um complexo militar altamente protegido, no sudeste de Caracas.

Maduro já vinha usando esta outra residência por causa dos riscos à sua segurança.

O general Dan Caine, chefe do estado maior americano, disse que a operação foi batizada de Resolução Absoluta.

Ela levou meses de preparação e colaboração entre todas as forças armadas e a inteligência dos Estados Unidos.

De acordo com a agência de notícias Reuters, a CIA infiltrou espiões, um deles próximo a Maduro, para monitorar cada movimento do ditador.

“Descobrimos pra onde ele ia, onde morava, para onde viajava, o que ele comia, o que vestia, quais eram seus animais de estimação”, afirmou o general.

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*Donald Trump afirma que forças dos EUA capturaram Nicolás Maduro após ataques à Venezuela

*Maduro e esposa serão julgados em tribunal de Nova York, diz Procuradoria-geral dos EUA

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O sinal verde para a operação foi dado por Trump há quatro dias, e as equipes só esperavam o tempo abrir em Caracas para fazer o ataque com menos nuvens. Nesta sexta à noite, as condições ficaram favoráveis.

Parte da capital venezuelana estava sem luz, segundo Trump, por uma ação dos Estados Unidos.

Depois de passar por uma região montanhosa, soldados da tropa de elite do Exército americano — a Delta Force — chegaram de helicóptero ao Forte Tiuna às duas da manhã em Caracas, três da manhã no Brasil.

O presidente Donald Trump postou uma foto de Maduro na embarcação. De orelhas e olhos cobertos, o ditador segurava uma garrafa d’água, aparentemente algemado. (Foto>Reprodução)
O presidente Donald Trump postou uma foto de Maduro na embarcação.
De orelhas e olhos cobertos, o ditador segurava uma garrafa d’água, aparentemente algemado.
(Foto>Reprodução)

Militares venezuelanos dispararam contra as aeronaves.

Os americanos furaram o bloqueio e começaram a percorrer a fortaleza atrás de Maduro.

Trump disse que o ditador e a esposa correram para entrar num bunker. Segundo Trump, eles não conseguiram fechar a porta a tempo, foram presos e levados de helicóptero.

No caminho, as forças americanas voltaram a ser atacadas, mas concluíram a missão sem baixas.

Às 5h30 da manhã, hora do Brasil, Nicolás Maduro e a esposa chegaram ao navio de guerra Iwo Jima.

O presidente Donald Trump postou uma foto de Maduro na embarcação.

De orelhas e olhos cobertos, o ditador segurava uma garrafa d’água, aparentemente algemado.

Maduro e a esposa foram levados de avião a um aeroporto militar no norte do estado de Nova York. Quando a aeronave pousou, agentes do FBI, a Polícia Federal americana, subiram a bordo. Já estava escuro quando Maduro e a esposa desembarcaram, cercado pelas forças de segurança. Eles foram conduzidos a um hangar e depois transferidos de helicóptero para a cidade de Nova York.

Em sua mansão na Flórida, o presidente Donald Trump assistiu à captura de Maduro em tempo real, ao lado do secretário de Guerra, Pete Hegseth, do diretor da CIA, John Ratcliffe, e do general Dan Caine.

Segundo a agência de notícias Reuters, soldados americanos chegaram a criar uma réplica exata da casa protegida de Maduro para praticar como entrariam.

Drones e aviões de guerra acompanharam a operação de longe para garantir a segurança das tropas.

A equipe Delta Force, que capturou Maduro, é um grupo de elite do Exército, especializado em missões contra terrorismo e resgate de reféns.

Foi essa equipe que, há exatos 36 anos, se infiltrou no Panamá e prendeu o ditador do país, Manuel Noriega.

Nicolás Maduro e a esposa, Cília Flores, serão julgados em um tribunal no sul de Manhattan, em Nova York. A audiência de custódia deve acontecer na segunda-feira (5).

O Departamento de Justiça já determinou o confisco de bens do casal e apresentou quatro acusações:

*Conspiração para praticar narcoterrorismo
*Conspiração para importar cocaína para os EUA
*Uso de armas de guerra em crimes de tráfico
*Conspiração armada ligada ao narcotráfico

O crime de narcoterrorismo sozinho tem pena mínima de 20 anos de prisão.

Também vão responder às acusações o filho de Maduro, o atual ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, o ex-ministro da pasta e o chefe do cartel de traficantes “Tren de Arágua”.

Complexo Militar da Venezuela onde Maduro foi capturado (Foto>Reprodução)
Complexo Militar da Venezuela onde Maduro foi capturado (Foto>Reprodução)

Fonte: JN/G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/01/2026/08:11:46

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Maduro e esposa serão julgados em tribunal de Nova York, diz Procuradoria-geral dos EUA

(Foto: Reprodução) – O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, será julgado pela Justiça dos em um tribunal de Nova York, anunciou neste sábado (3) a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi.

Segundo Bondi, Maduro e sua esposa, a primeira-dama Cilia Flores, foram formalmente acusados pelos seguintes crimes:

  • Conspiração para narcoterrorismo;
  • Conspiração para importação de cocaína;
  • Posse de metralhadoras e dispositivos explosivos;
  • Conspiração para posse de metralhadores.

Ainda de acordo com Bondi, Maduro e Flores serão julgados por um tribunal do Distrito Sul de Nova York. Ela não informou se já há data para o julgamento e disse apenas que o processo começará “em breve”.

Na rede social Truth Social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país realizou um ataque de grande escala contra a Venezuela e que o presidente Nicolás Maduro foi capturado, junto com sua esposa, e retirado do país por via aérea. Segundo Trump, a operação foi conduzida em conjunto com forças de segurança americanas. Ele disse ainda que mais detalhes seriam divulgados posteriormente e anunciou uma coletiva de imprensa para as 11h (horário local; 13h em Brasília), em Mar-a-Lago, propriedade do presidente no estado da Flórida.
Na rede social Truth Social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país realizou um ataque de grande escala contra a Venezuela e que o presidente Nicolás Maduro foi capturado, junto com sua esposa, e retirado do país por via aérea.
Segundo Trump, a operação foi conduzida em conjunto com forças de segurança americanas. Ele disse ainda que mais detalhes seriam divulgados posteriormente e anunciou uma coletiva de imprensa para as 11h (horário local; 13h em Brasília), em Mar-a-Lago, propriedade do presidente no estado da Flórida.

Clique e Assista ao Vídeo – Maduro entra em desespero e diz que os EUA querem abertamente roubar os recursos de seu país “Eles já disseram: querem levar todo o petróleo da Venezuela, o ouro, as terras raras, as riquezas da Venezuela”

Um incêndio no Forte Tiuna, o maior complexo militar da Venezuela, é visto à distância após uma série de explosões em Caracas, em 3 de janeiro de 2026 (Foto:Gettey Imagens)
Um incêndio no Forte Tiuna, o maior complexo militar da Venezuela, é visto à distância após uma série de explosões em Caracas, em 3 de janeiro de 2026 (Foto:Gettey Imagens)

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/01/2026/08:11:46

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EUA elevam a R$ 150 milhões recompensa por informação que leve a prisão de Maduro

Washington oferece ainda US$ 15 milhões por Vladimir Padrino, ministro da Defesa (Foto:Reprodução).

Os Estados Unidos elevaram a US$ 25 milhões (cerca de R$ 150 milhões) a recompensa por informações que levem à prisão de Nicolás Maduro e o ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, após a posse do ditador venezuelano, nesta sexta (10). O valor é o máximo permitido por lei no país, de acordo com o jornal El País.
Washington oferece ainda US$ 15 milhões por Vladimir Padrino, ministro da Defesa. Também anunciou novas sanções e restrições de visto a integrantes do regime, como o presidente da PDVSA, estatal venezuelana de petróleo, Pedro Telechea, e prorrogou status de proteção especial a venezuelanos que chegaram aos EUA desde 2023.

“Desde a eleição do ano passado, Maduro e seus associados continuaram com suas ações repressivas na Venezuela. Os EUA, junto com parceiros, solidarizam-se com o voto do povo venezuelano por uma nova liderança e rejeita a reivindicação de vitória fraudulenta de Maduro”, disse Bradley Smith, vice-secretário para Terrorismo e Inteligência Financeira do Tesouro dos EUA.

O perfil do Departamento de Estado americano publicou na plataforma X fotos dos líderes venezuelanos acompanhadas de informações sobre os valores das recompensas e acusações que pesam contra eles. “O Programa de Recompensa para Narcóticos oferece um total de até US$ 65 milhões por informações que levem às prisões e/ou condenações dos venezuelanos Nicolás Maduro Moros, Diosdado Cabello Rondón e Vladimir Padrino López”, diz a publicação.

O Reino Unido também anunciou sanções contra 15 autoridades do regime venezuelano, incluindo juízes e membros das forças de segurança. O secretário de Relações Exteriores britânico, David Lammy, descreveu a ditadura de Maduro como fraudulenta, e sua pasta afirmou que as autoridades alvo de sanções eram responsáveis por “minar a democracia, o Estado de direito e por violações de direitos humanos”.

Já a União Europeia publicou nota em que diz se solidarizar com o povo venezuelano, que votou “a favor da mudança democrática ao apoiar em grande maioria Edmundo González Urrutia, de acordo com as cópias das atas eleitorais disponíveis ao público”.

O bloco afirmou que o regime “carece de legitimidade”, mas apenas afirma que os resultados divulgados pelo regime não podem ser tomados como confiáveis, sem explicitar reconhecimento de González como presidente eleito.
O Conselho Europeu adotou novo pacote de sanções dirigidas a 15 pessoas responsáveis por minar a democracia e os direitos humanos na Venezuela. “A UE não adotou nenhuma medida que possa prejudicar o povo ou a economia da Venezuela. A responsabilidade de colocar fim à crise na Venezuela recai sobre as autoridades”, afirmou.

O Canadá se juntou aos aliados e anunciou a aplicação de sanções contra 14 indivíduos ligados ao regime que participaram “direta ou indiretamente de atividades que apoiaram a violação de direitos humanos na Venezuela”. Na véspera da posse, Ottawa também reconheceu Edmundo González, opositor de Maduro, como presidente eleito no pleito de 2024.

 

Fonte: Folhapress  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/01/2025/17:33:53

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Venezuelanos vão às urnas neste domingo (03) em plebiscito convocado por Maduro

Maduro pode ter trazido o tema da anexação à tona por enfrentar baixa popularidade em ano pré-eleitoral  – (foto:Reprodução)

Vitória do ‘sim’ parece inevitável, pois o tema Essequibo une situação e oposição na Venezuela, mas ainda não sinais de que Maduro pretenda invadir a Guiana, que tem forças armadas muito inferior

Neste domingo (3), os venezuelanos vão às urnas para opinar no referendo convocado pelo regime de Nicolás Maduro, que busca legitimidade na reivindicação de Essequibo, região da Guiana cujo controle é alvo de disputa com Caracas desde o século 19.

Há alguns meses, Maduro vem intensificando o discurso sobre a reinserção de Esequibo ao território venezuelano, fazendo intensa campanha pelo país para movimentar a opinião popular. Este sempre foi um assunto que uniu venezuelanos, incluindo a oposição, que entendem que a região pertence, de fato, à Venezuela.

O país ainda passa por situação econômica extremamente delicada, e o repentino interesse de Maduro na disputa por Essequibo tem levantado dúvidas sobre a sua real intenção com o plebiscito.

Desde a guerra na Ucrânia, muitos países ocidentais precisaram buscar outros países para suprir a necessidade de petróleo e gás, que antes era abastecida pela Rússia. Diante deste cenário, a Venezuela se tornou uma opção viável até mesmo para os Estados Unidos, que enviaram representante para conversar com Nicolás Maduro em Caracas.

Uma das contrapartidas, seria a Venezuela dar sinais de normalidade democrática e, por isso, Maduro se comprometeu em realizar eleições limpas em 2024. Embora isso ainda não tenha se confirmado, a sua baixa popularidade pode ser um dos motivos no interesse por Essequibo, visando unidade nacional em um assunto centenário de interesse da ampla maioria da população.

Interesses por Essequibo

Essequibo encontra-se no centro do Escudo das Guianas, uma área geográfica no nordeste da América do Sul que, além de representar uma das formações mais antigas do planeta, destaca-se pela sua relevância devido aos seus extensos recursos naturais e minerais.

A região abrange uma porção significativa da linha costeira da Guiana, onde, há alguns anos, foram identificadas vastas reservas de petróleo. A Guiana já está conduzindo atividades de exploração nessa área, em colaboração com empresas como a ExxonMobil dos Estados Unidos e a CNOOC da China. Para a Venezuela, é inadmissível uma multinacional americana explorar petróleo em uma região que, oficialmente, consideram ser venezuelana.

Na opinião popular, a atual fronteira foi estabelecida de forma fraudulenta pelo Laudo Arbitral de Paris de 1899. Inicialmente, a Venezuela, contrariada, aceitou os limites impostos pelo tribunal, os quais beneficiavam substancialmente os interesses britânicos. Entretanto, décadas mais tarde, optou por contestar o acordo, argumentando a ocorrência de fraudes na decisão arbitral.

Em amarelo, o território em disputa (Infografia / Agência Brasil)
Em amarelo, o território em disputa (Infografia / Agência Brasil)

Como será o referendo?

Ao chegar para votar, cada venezuelano encontrará cinco perguntas a serem respondidas, que basicamente pedem legitimação para que o governo incorpore o território de Essequibo e a se opor, por todos os meios, ao desenho atual da fronteira na Guiana.

A vitória do “SIM” é inevitável, e o governo venezuelano afirma que não tem intenções de entrar em conflito pela incorporação de 75% do território. A Guiana tem tentado buscar apoio internacional para impedir que o referendo aconteça, e conseguiu o aval do Tribunal de Haia, que decidiu que a Venezuela não deve agir para modificar a situação atual. Maduro, entretanto, não reconhece a decisão.

Uma disputa militar entre Venezuela e Guiana é o cenário mais improvável, já que o exército venezuelano é muito superior ao da Guiana, que sequer tem helicóptero disponível nas suas Forças Armadas.

Brasil reforça ações de defesa na fronteira em meio à tensão entre Venezuela e Guiana

O governo brasileiro vem reforçando a presença do Exército na fronteira enquanto busca uma solução diplomática para o conflito. De acordo com o Conselho Nacional Eleitoral, o resultado deve sair entre 8 de dezembro e 6 de janeiro.

Fonte: O LIBERAL/  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/12/2023/07:57:39

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Lula terá encontro reservado com Maduro em Belém

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá um encontro reservado com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em Belém. A informação foi confirmada à CNN pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom).

O encontro deverá ocorrer no hotel em que Lula está hospedado em Belém, que sedia nesta semana o encontro de presidentes dos países amazônicos na Cúpula da Amazônia. Ainda não há, porém, data e horário do encontro.

Esta será a segunda vez neste ano que Maduro vem ao Brasil. Ele esteve em Brasília nos dias 29 e 30 de junho para a Cúpula dos presidentes da América do Sul.

O presidente também terá agendas bilaterais com a presidente do Peru, Dina Boluarte, e com o presidente da Bolívia, Luis Arce. Lula também encontrará os chefes de estado do Congo.
COP28

Além dessas agendas políticas, Lula se encontra com o presidente da COP28, Sultan Ahmed Al Jaber, que também comanda a estatal petroleira dos Emirados Árabes Unidos, a National Oil Company.

O sultão é ministro da indústria e tecnologia do seu país, além de enviado climático dos Emirados Árabes Unidos.

Al Jaber, porém, é entusiasta do setor petroquímico e o anúncio de que seria o presidente da COP 28 em janeiro gerou polêmica, já que ambientalistas debatem em todo o mundo um modelo de transição energética de combustíveis fósseis para outros ambientalmente sustentáveis.

Tanto que há pressão dos Estados Unidos e da Europa para que ele deixe o posto na COP.

Em maio, parlamentares do Congresso norte-americano e do Parlamento Europeu enviaram uma carta ao presidente dos EUA, Joe Biden, à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e às Nações Unidas, dizendo terem “profunda preocupação” de que os poluidores do setor privado possam “exercer influência indevida” nas negociações climáticas da COP28, que ocorre neste ano em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Em janeiro, o sultão havia defendido limitar o aumento global das temperaturas a 1,5º C “sem retardar o crescimento econômico”.

Lula chega a Belém no começo da tarde, vindo de Santarém, onde cumpre agenda com o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB). Em Belém, ele também se reúne com a Secretária-Geral da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), María Alexandra Moreira López.

 

Fonte:Caio Junqueira da cnnbrasil  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/08/2023/15:26:19

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Maduro cancela participação na Cúpula da Amazônia

O líder venezuelano Nicolás Maduro e o presidente brasileiro Lula se encontraram em maio, em Brasília — Foto: REUTERS

Venezuelano está com otite e enviou a vice-presidente Delcy Rodríguez para representá-lo. Maiores doadores do Fundo Amazônia, Noruega e Alemanha também estarão em Belém

O presidente Nicolás Maduro, da Venezuela, cancelou a participação na Cúpula da Amazônia, que começa nesta terça (8) em Belém, segundo o Itamaraty.

O encontro vai reunir, a convite do presidente Lula, representantes dos oito países integrantes da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA): Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela.

A razão da ausência de Maduro, segundo informou a diplomacia venezuelana à organização da Cúpula, é uma infecção nos ouvidos que o impediria de participar dos debates da Cúpula.

Para representá-lo, o venezuelano enviou a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, que já está em Belém.

Além de Maduro, já haviam anunciado que não participariam da Cúpula os presidentes do Equador, Guillermo Lasso, e do Suriname, Chan Santokhi.

Os dois países enviaram ministros como representantes e podem participar normalmente dos debates, além de assinar a Declaração de Belém, documento final da Cúpula que será divulgado nesta terça, ao final do encontro.

Também participam representantes da Noruega e da Alemanha, os maiores doares do bilionário Fundo Amazônia, que financia projetos de preservação da floresta.

O presidente francês, Emmanuel Macron, também foi convidado por Lula para participar da Cúpula como representante da Guiana Francesa, nono território amazônico que, por não ser um país independente, não faz parte da OTCA.

Macron deixou sua participação em aberto até semana passada, mas decidiu não viajar para Belém.

Além dos países Amazônicos, também foram convidados e participam da Cúpula como ouvintes, outros países onde há florestas tropicais, como a Floresta do Congo, que se espalha por seis países africanos, e a Floresta Borneo-Mekong, da Indonésia. O presidente congolês, Denis Sassou Nguesso, confirmou presença no encontro.

 

Fonte: GloboNews e Tv Globo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/08/2023/10:49:28

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Partido de Maduro vence eleições legislativas na Venezuela com alta abstenção e boicote da oposição

Aproximadamente 5,2 milhões de pessoas votaram, o que representa cerca de 31% dos eleitores. A aliança que apoia o presidente Nicolás Maduro obteve 67,7% dos votos. A oposição faz uma consulta popular na qual pergunta aos venezuelanos se eles aceitam ou rejeitam a votação.

O chavismo retomou o controle da Assembleia Nacional da Venezuela neste domingo (6), ao vencer a eleição legislativa boicotada por quase toda a oposição e caracterizada por uma abstenção de 69% dos eleitores, informam as agências de notícias.

A presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Indira Alfonzo, indicou que a aliança do Grande Pólo Patriótico (CPP), que apoia o presidente Nicolás Maduro, obteve 67,7% dos votos apurados em um primeiro boletim, enquanto os opositores que se dispuseram a participar ficaram com 18%.

Segundo o CNE, o comparecimento às urnas foi de 31% do eleitorado. Cerca de 5,2 milhões de eleitores votaram.

A Assembleia Nacional, hoje liderada por Juan Guaidó, é o único poder que não está sob comando de aliados de Maduro. No entanto, desde 2017 a Casa está praticamente sem poderes, já que o Supremo Tribunal a declarou em desacato e anulou todas as suas decisões (veja mais abaixo).

Além das 167 cadeiras já existentes, foram criadas mais 110 vagas pelo CNE, elevando a 277 o número de deputados que serão eleitos, com posse prevista para o dia 5 janeiro de 2021.

Os candidatos à Assembleia Nacional são eleitos por dois sistemas, voto nominal e voto por lista.

A maior parte da oposição, que é liderada por Guaidó, não participou dessas eleições, alegando que haveria fraudes.

A escolha dos membros do CNE é um dos motivos que fizeram com que a oposição abandonasse a votação: os nomes deveriam passar pelo Congresso, o que não aconteceu. Foram escolhidas pessoas ligadas ao regime chavista.

O regime de Maduro também vetou a presença de parte dos observadores internacionais independentes.

Alfonzo não especificou quantos dos 277 assentos correspondem a cada frente política.

Até o início da madrugada desta segunda-feira (7), 82,35% dos votos haviam sido apurados, segundo o CNE.

A Assembleia Nacional
A eleição anterior para a Assembleia Nacional aconteceu em 2015. Naquela ocasião, a oposição venceu com folga e passou a dominar o Legislativo do país.

Em 2017, as cortes de Justiça com pessoas favoráveis ao regime de Maduro criaram um outro poder legislativo, uma Assembleia Nacional Constituinte.

Guaidó, o líder da Assembleia Nacional, fez campanha pelo boicote às eleições do domingo. A oposição está fazendo uma consulta popular até o dia 12 de dezembro, na qual pergunta se as pessoas aceitam ou rejeitam a votação.

Reação brasileira
Em uma rede social, o ministro de Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, fez comentários sobre a votação.

De acordo com o ministro, trata-se de uma tentativa do regime de Maduro de conseguir “legitimação”. Araújo escreveu: “Porém o povo venezuelano rejeitou a farsa eleitoral. Com baixíssima participação, mostrou que as eleições legislativas não representam sua vontade”.

 
Foto: Cristian Hernandez / AFP Photo
Por: G1

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