Polícia Civil prende condenado por estupro de vulnerável em Marituba

Foto | Divulgação PC – A Polícia Civil do Estado do Pará cumpriu, nesta quinta-feira (16), um mandado de prisão definitiva contra um homem condenado pelo crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal.

A ação foi realizada por equipes da 18ª Seccional Urbana de Marituba, vinculada à Superintendência Regional Metropolitana. O mandado foi expedido após o trânsito em julgado da sentença condenatória.

Segundo a polícia, após diligências preliminares, o condenado foi localizado em um estabelecimento comercial na rua da Recon, no município de Marituba. Ele foi informado sobre a decisão judicial e, em seguida, conduzido à unidade policial para os procedimentos legais.

Após o cumprimento do mandado, o preso permanece à disposição da Justiça.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/01/2026/08:30:15

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Mulher é morta a tiros enquanto gravava áudio no WhatsApp, em MG; ex é o principal suspeito

Vítima foi identificada como Patrícia Cezar Nogueira, que trabalhava em uma lavoura de morangos no momento do crime.

Um áudio gravou o momento em que Patrícia Cezar Nogueira, de 29 anos, é morta enquanto trabalhava em uma lavoura de morangos em Bom Repouso (MG). O crime aconteceu na manhã de sábado (10).

Durante a gravação é possível ouvir Patrícia falando com uma amiga e dizendo que não estava muito bem e teria chorado enquanto trabalhava. De repente ocorre um disparo e um grito. A gravação é encerrada.

Patrícia foi morta com dois tiros na cabeça na zona rural de Bom Repouso. O suspeito do crime é o ex-namorado, que foi preso no domingo (11).

Segundo informações da polícia, a vítima trabalhava em uma lavoura de morango no bairro dos Garcias. Ela teria se afastado dos outros trabalhadores durante o intervalo e enviava um áudio por WhatsApp, quando foi surpreendida pelo suspeito, que estaria escondido em um milharal próximo.

Ela foi morta com dois tiros na cabeça. Segundo os familiares, os disparos também atingiram a mão dela.

O suspeito do crime é Dionata da Silva Schmitt, de 30 anos. Ele é ex-namorado de Patrícia e segundo familiares dela, não se conformava com o fim do relacionamento.

Após o crime, ele fugiu por uma área de mata. Foi montada uma força-tarefa com policiais de Bom Repouso, Extrema, Pouso Alegre e Poços de Caldas que utilizaram cães, drone que faz a leitura de variações de temperatura e um helicóptero nas buscas.

Segundo informações da polícia, Schmitt foi localizado em uma área conhecida como Campo Alegre, no município de Bom Repouso.

No sábado, a Polícia Militar havia prendido um homem de 39 anos, suspeito de ter ajudado Schmitt a fugir. Ele foi detido em um casebre próximo ao local do crime. Segundo a PM, o suspeito teria ido para este local após atirar contra Patrícia, mas fugiu ao ver a chegada dos policiais.

No casebre, os policiais apreenderam o celular do suspeito e, em um bambuzal atrás do imóvel foi encontrado um revólver calibre 32 dentro de uma mochila com outros pertences de Schmitt. A arma estava com duas munições deflagradas.

Segundo familiares, Patrícia e o suspeito tiveram um relacionamento de 11 meses e haviam se separado em outubro. Ela tinha uma medida protetiva contra o ex-namorado desde 29 de novembro, um dia depois que ele teria quebrado uma televisão com um martelo e queria impedir o filho dela, de 7 anos, de se alimentar.

Em outros áudios, Patrícia conta como estava angustiada, diz que estava sendo ameaçada, que havia dado dinheiro para o suspeito para pagar as coisas que compraram juntos, que precisou mudar de casa e que soube que o suspeito estava procurando uma arma.

Em uma mensagem de texto para uma prima, ela diz que havia perdido o medo da possibilidade de morrer: “Talvez tenha paz no plano espiritual”, disse. Ela ainda afirma que precisa trabalhar para alimentar o seu filho.

Veja vídeo:

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/01/2026/14:19:31

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Paraense é morta a facadas pelo cunhado no Mato Grosso; filho presenciou o crime

 Foto: Reprodução |  Após o crime, o suspeito fugiu, mas foi localizado cerca de 400 metros da residência, ainda na região, correndo com uma faca na mão e com o corpo sujo de sangue.

A paraense Laila Carolina Souza da Conceição, de 29 anos, foi morta com pelo menos 15 golpes de faca pelo cunhado, identificado como Gutemberg, em um crime de feminicídio registrado na manhã do último domingo (11), no município de Nova Maringá, no estado do Mato Grosso. A vítima foi encontrada já sem vida dentro de uma residência.

De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi acionada por volta das 11h após denúncia de um possível homicídio no local. Ao chegarem ao endereço, os policiais encontraram Laila caída no chão, com diversas perfurações causadas por arma branca. Uma criança, filho da vítima, estava em estado de desespero e pediu socorro aos agentes. Uma das crianças presenciou o crime e relatou o ocorrido à polícia.

Após o crime, o suspeito fugiu, mas foi localizado cerca de 400 metros da residência, ainda na região, correndo com uma faca na mão e com o corpo sujo de sangue. Ele foi preso em flagrante e confessou o homicídio, afirmando que “perdeu o controle” durante uma discussão com a vítima.

Laila Carolina, era casada com o irmão de Gutemberg, que atualmente está preso por homicídio.

Uma equipe do Hospital Municipal chegou a ser acionada e enviou uma ambulância ao local, mas os profissionais de saúde apenas constataram o óbito. A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

Laila deixa três filhos: um adolescente de 12 anos e duas meninas gêmeas de 7 anos, frutos de um relacionamento anterior.

Segundo a Polícia Civil, o caso é investigado para esclarecer a motivação e a dinâmica do crime.

Prisão mantida

Na manhã desta segunda-feira (12), durante audiência de custódia, a Justiça decretou a prisão preventiva de Gutemberg, suspeito do crime. A decisão foi proferida pelo juiz plantonista da comarca de São José do Rio Claro, Daniel Campos Silva de Siqueira.

Na decisão, o magistrado destacou a gravidade concreta do caso, caracterizado por extrema violência, contexto doméstico e familiar, além do fato de crianças terem presenciado a agressão. O juiz também considerou a tentativa de fuga após o crime e o histórico criminal do suspeito, que já responde por ameaças, desacato e vias de fato. Segundo a Justiça, medidas cautelares alternativas seriam inadequadas diante da gravidade do feminicídio.


Arma do crime | Foto: Reprodução

Fonte: Estado do Pará Online e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/01/2026/07:16:39

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Moradora de Novo Progresso é encontrada morta em área de garimpo no MT; família pede ajuda para traslado

Foto: Reprodução | O corpo de uma mulher foi encontrado na tarde deste domingo (11) nas proximidades da ponte do Sararé, região conhecida pela atividade garimpeira, no município de Pontes e Lacerda, a 448 quilômetros a oeste de Cuiabá. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

De acordo com informações apuradas pela reportagem, a polícia foi acionada por volta das 15h, logo após o corpo ser localizado no local.

A vítima foi identificada como Regiane Oliveira Lima, de 38 anos, e que residia há cerca de dois anos na região, onde teria ido para trabalhar.

Após a constatação do óbito, o corpo foi recolhido por uma funerária e encaminhado para exames periciais. Em nota à imprensa, a Polícia Civil de Pontes e Lacerda informou, na manhã desta segunda-feira (12), que as circunstâncias e a causa da morte ainda estão sendo apuradas.

A ponte do Sararé é frequentemente citada em ocorrências policiais. Segundo as autoridades, o local já foi utilizado para o descarte de vítimas de homicídio, além de registros de mortes decorrentes de acidentes de trabalho em garimpos e até casos de morte natural.

Familiares relataram à reportagem que há a suspeita de que o ex-marido da vítima possa estar envolvido no caso, porém a informação não foi confirmada oficialmente pelas autoridades.

Pedido de solidariedade

Diante do ocorrido, amigos e familiares organizam uma arrecadação para custear o translado do corpo de Regiane até o município de Novo Progresso, onde ela residia, e onde será velada por parentes.

As doações podem ser feitas via Pix:

  • Chave Pix: 93981270911
  • Nome: Gleice Jane Teixeira Roberto
  • Banco: Sicredi

Qualquer valor é bem-vindo e ajudará a família neste momento de dor.

Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/01/2026/10:30:03

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Justiça muda status de inquérito e Gato Preto passa a ser investigado no Pará

Foto:Reprodução | Com a decisão, a tipificação do inquérito foi alterada. Antes, o influenciador era investigado por lesão corporal culposa, que tem penas menores.

O influenciador Samuel Sant’anna, conhecido como Gato Preto, passou a ser investigado por tentativa de homicídio. Nesta quarta-feira, 1º, a Justiça de São Paulo transferiu o processo ao Tribunal do Júri, que julga crimes contra a vida, atendendo um pedido do Ministério Público do Estado.

Com a decisão, a tipificação do inquérito foi alterada. Antes, o influenciador era investigado por lesão corporal culposa, que tem penas menores.

Gato Preto furou o sinal vermelho e bateu seu Porsche em um HB20 na Avenida Faria Lima, na zona oeste de São Paulo, no mês passado. Um exame toxicológico apontou consumo de bebidas e de drogas. Ele deixou o local do acidente sem esperar a polícia. Um dos passageiros do HB20 sofreu um fratura no maxilar e precisou ser hospitalizado.

A promotora de Justiça Ana Paola Ferrari Ambra argumentou que o caso é “mais grave que mero delito de lesão corporal culposa”.

“Vê-se claramente que o averiguado conduziu o veículo sob a influência de álcool e drogas, de maneira tresloucada, em alta velocidade, passando no cruzamento com o semáforo fechado sem qualquer menção de frear, violentamente e de maneira assustadora atingindo o carro da vítima. O resultado catastrófico era totalmente previsível e claramente indiferente ao réu”, escreveu a promotora ao pedir a transferência do inquérito.

A decisão foi tomada pela juíza Fernanda Oliveira Silva, do Fórum Criminal da Barra Funda. “Diante da manifestação do Ministério Público, redistribuam-se os autos a uma das varas do Júri desta comarca”, determinou a magistrada.

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/07:00:00

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Filho extorquia e submetia mãe a violência psicológica antes de matá-la

Foto:  Reprodução- Redes Sociais | Segundo a denúncia, Matteos França Campos, 32, mantinha a mãe, a professora Soraya França, sob violência psicológica e patrimonial antes de matá-la em julho. O Ministério Público afirma que ele tentava controlar o dinheiro da vítima e chegou a simular seu desaparecimento.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou Matteos França Campos, de 32 anos, pelos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e fraude processual. Ele é acusado de matar a própria mãe, a professora Soraya Tatiana Bomfim França, de 56 anos, em Belo Horizonte, em 18 de julho.

Segundo a investigação da Polícia Civil, mãe e filho viviam juntos, e Soraya sofria violência psicológica e patrimonial. O promotor Claudio Barros, coordenador Estadual das Promotorias do Tribunal do Júri, afirmou que o crime se enquadra em feminicídio por ter sido praticado dentro de casa e em contexto de violência doméstica.

Após o assassinato, Matteos tentou despistar a polícia. Registrou boletim de ocorrência sobre o suposto desaparecimento da mãe e chegou a viajar para a Serra do Cipó com amigos. No entanto, o corpo de Soraya foi encontrado no dia 20 de julho em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, enrolado em um lençol e abandonado próximo a um viaduto.

Chamado ao Instituto Médico-Legal, o acusado reconheceu a mãe, mas manteve a versão de que não sabia o que havia ocorrido. Dias depois, diante de contradições em seu depoimento, foi preso e acabou confessando o crime.

De acordo com o relato, ele matou Soraya durante uma discussão sobre dívidas feitas em jogos de apostas. Endividado após um empréstimo consignado, Matteos disse ter “entrado em colapso” durante a briga e enforcado a mãe. Depois, colocou o corpo no porta-malas do carro e o abandonou.

O promotor Caio Augusto Bogus afirmou que o Ministério Público espera uma pena mínima de 20 anos e destacou que, além do assassinato, Matteos cometeu fraude processual ao tentar enganar as autoridades com a falsa denúncia de desaparecimento.

contou Alexis em entrevista ao Fantástico, da TV Globo.

A atleta passou por três cirurgias, sobreviveu e hoje segue em recuperação, ainda necessitando da ajuda da mãe para se locomover. Os primos também apresentaram sintomas, mas tiveram quadros mais leves.

A família acusa o hotel de negligência, afirmando que laudos de inspeção apontaram ausência de cloro na piscina. Procurado pela CBS News Detroit, o Residence Inn declarou que não comentará o caso publicamente.

Fonte: Notícias ao Minuto  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/09/2025/09:58:33

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Começa julgamento de 36 acusados de esquema bilionário de exportação ilegal de ouro no Pará

Imagem ilustrativa (Foto: Freepik) As investigações foram conduzidas em parceria com a Polícia Federal e a Receita Federal, e revelaram o uso de notas fiscais falsas ou superfaturadas como principal instrumento para a simulação da legalidade do minério

A Justiça Federal recebeu a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra 36 pessoas acusadas de integrarem uma organização criminosa voltada à exportação ilegal de ouro extraído principalmente da região de Itaituba, no Pará. Com a decisão, comunicada ao MPF no último dia 21 de maio, tem início o processo julgamento dos réus.

Segundo o MPF, o grupo teria atuado entre os anos de 2018 e 2023 cometendo uma série de crimes, entre eles usurpação de bens da União, lavagem de dinheiro, contrabando qualificado e crimes financeiros. A organização se especializou no chamado “esquentamento” de ouro, prática que consiste em introduzir no mercado formal o ouro oriundo de garimpos ilegais, ocultando sua verdadeira origem.

As investigações foram conduzidas em parceria com a Polícia Federal e a Receita Federal, e revelaram o uso de notas fiscais falsas ou superfaturadas como principal instrumento para a simulação da legalidade do minério. Empresas de fachada eram responsáveis por emitir esses documentos, que depois eram utilizados em transações com exportadoras de ouro.

O ouro ilegal era contrabandeado para o exterior com destino a países como Emirados Árabes, Índia, Hong Kong, Itália e Suíça, por meio de uma empresa registrada como sediada nos Estados Unidos. Em 2023, como parte das medidas cautelares, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 19,6 bilhões em bens dos acusados e das empresas envolvidas no esquema.

O avanço das investigações culminou na deflagração da Operação Sisaque, em 15 de fevereiro de 2023, que cumpriu mandados de busca e apreensão em diversos estados brasileiros, incluindo o Pará (Belém, Santarém e Itaituba), além do Rio de Janeiro, Distrito Federal, Goiás, Amazonas, São Paulo, Mato Grosso e Roraima.

Além dos mandados, a apuração contou com oitivas dos envolvidos, perícias técnicas nas áreas de extração de ouro mencionadas nas Permissões de Lavra Garimpeira (PLGs), análise de dispositivos eletrônicos apreendidos e cruzamento de informações entre os órgãos responsáveis.

Fonte: Jornal Folha do Progresso Com informações Pantanal Blog  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/05/2025/10:24:47

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Mulher vai à casa de Lula com coroa de flores e chama PF de ‘macaco’

Foto: Reprodução- TV Record | O incidente ocorreu por volta das 17h30, quando ela chegou ao local em um carro com imagens ofensivas direcionadas aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na tarde de quarta-feira (18), uma mulher de 77 anos foi presa em São Paulo por injúria racial contra um policial federal, após se envolver em uma confusão em frente à residência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O incidente ocorreu por volta das 17h30, quando ela chegou ao local em um carro com imagens ofensivas direcionadas aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

No porta-malas do veículo, a mulher carregava uma coroa de flores, que ela tentou colocar em frente à casa do presidente. Durante essa tentativa, ela foi abordada por policiais federais responsáveis pela segurança do imóvel. Os agentes solicitaram que ela retirasse a coroa de flores, o que levou a um protesto da idosa, que iniciou uma discussão com os policiais.

Durante a altercação, a mulher afirmou ser filha de um general de divisão do Exército e justificou seu ato como um protesto em nome de uma amiga, que, segundo ela, havia sido presa por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Ela também fez questão de se declarar não racista, alegando que “a filha já tinha namorado um negro”, em um esforço para justificar suas atitudes.

Após mais de 20 minutos de discussão, a mulher foi levada pelos agentes até a Superintendência da Polícia Federal em São Paulo. Embora tenha estacionado o carro em outro local, ela permaneceu dentro do veículo. Nesse momento, um policial federal negro se aproximou para pegar a chave do carro, momento em que, segundo testemunhas, a mulher proferiu uma injúria racial, chamando o agente de “macaco”.

A mulher, cuja identidade não foi divulgada, foi então presa por injúria racial e conduzida à delegacia para os procedimentos legais.

Fonte: Notícias ao Minuto Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/12/2024/13:09:31

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STF julgará ação de Bolsonaro para impedir Moraes de relatar inquérito

Foto: Getty Images | O plenário da Corte vai julgar um recurso da defesa do ex-presidente para derrubar a decisão do presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, que, em fevereiro deste ano, negou pedido feito pela defesa do ex-presidente para que Moraes seja impedido de atuar no processo.

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 6 de dezembro o julgamento do recurso no qual o ex-presidente Jair Bolsonaro pretende afastar o ministro Alexandre de Moraes da relatoria do inquérito do golpe.

O plenário da Corte vai julgar um recurso da defesa do ex-presidente para derrubar a decisão do presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, que, em fevereiro deste ano, negou pedido feito pela defesa do ex-presidente para que Moraes seja impedido de atuar no processo.

Após a decisão, os advogados recorreram ao plenário para reafirmar que Alexandre de Moraes figura como vítima nas investigações. Segundo a defesa, pelas regras do Código de Processo Penal (CPP), o juiz não pode atuar no processo em que ele próprio for parte ou diretamente interessado.

Na semana passada, Bolsonaro e mais 36 aliados foram indiciados pela Polícia Federal (PF) pela tentativa de golpe. De acordo com as investigações, Bolsonaro tinha conhecimento do plano para matar Alexandre de Moraes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente, Geraldo Alckmin.

O caso será julgado pelo plenário virtual da Corte. Na modalidade eletrônica, os votos são inseridos no sistema de votação e não há deliberação presencial dos ministros.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/11/2024/17:01:11

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Empresária pagará R$ 70 mil por xingar casal Moro e chamá-los de ‘marrecos’

( Foto-Edilson Rodrigues/Agência Senado)- De acordo com o acórdão, Roberta Luchsinger extrapolou a liberdade de expressão ao ofender o senador e a deputada federal com termos como pilantra, canalhas, casal de marrecos, medíocre, corrupto e ladrão.

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou que a empresária Roberta Moreira Luchsinger pague R$ 70 mil a título de danos morais ao senador Sergio Moro (União-PR) e à deputada federal Rosangela Moro (União-SP) por ofensas proferidas nas redes sociais. Ela também deverá apagar as publicações feitas contra os parlamentares em até cinco dias sob pena de multa diária de R$ 10 mil. O Estadão não conseguiu falar com a defesa de Roberta até o momento e não localizou Rosangela Moro. O espaço está aberto. Sergio Moro preferiu não comentar a decisão.

De acordo com o acórdão, Roberta Luchsinger extrapolou a liberdade de expressão ao ofender o senador e a deputada federal com termos como pilantra, canalhas, casal de marrecos, medíocre, corrupto e ladrão, bandido, voleur (ladrão em francês). “Forçoso reconhecer que tais opiniões, ao contrário do que tenta fazer crer a recorrente, não são, em absoluto, de caráter eminentemente político. Muito menos são apenas críticas civilizadas. Para além da adjetivação ultrajante em suas postagens, com emissão de juízo de valor acerca da conduta ética e moral dos então candidatos Sérgio e Rosangela, a apelante demonstra o seu inequívoco ânimo de ofender”, citou a desembargadora Clara Maria Araújo Xavier.

A magistrada diz ainda que o casal Moro devem estar preparados para “confrontação mais áspera” por ocuparem cargos do Poder Legislativo. “Contudo, a mitigação dos seus direitos de personalidade tem limites, não sendo possível que o exercício do direito de crítica transborde para a difamação, injúria e ofensa pessoal, como verificado nestes autos”, afirmou a desembargadora

Em primeira instância, o valor da indenização foi definido em R$ 100 mil para cada, mas o TJ-SP diminuiu a cifra. “Diante de tais ensinamentos, observada a orientação fornecida pelos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, as circunstâncias e peculiaridades que envolvem a demanda, bem como a condição socioeconômica das partes envolvidas, aferida pelo cargo e profissão que exercem/exerciam à época dos fatos, minora-se a indenização para R$ 35 mil, para cada qual dos autores, montante que melhor atende tanto à sua finalidade reparatória quanto punitiva, sem que se cogite de enriquecimento sem causa”, disse a magistrada.

As publicações com ofensas feitas por Roberta Luchsinger foram feitas no Instagram e no X. De acordo com a decisão do TJ-SP, a empresária deve remover 16 publicações.

Fonte: O Liberal   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/05/2024/08:59:59

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