Delegados, promotor e juiz se uniram para cobrar propina de investigados no Pará

Foto | Redes Sociais – O Ministério Público do Pará (MPPA) investiga dois delegados da Polícia Civil, um promotor de Justiça e um juiz suspeitos de envolvimento em um esquema voltado a burlar a distribuição de processos e cobrar propina de investigados em Belém. Além deles, outros servidores, advogados e assessores também são investigados por participação nas irregularidades.

De acordo com a apuração, o grupo teria solicitado vantagens indevidas em processos que tratavam de dívidas cíveis, acidentes de trânsito e casos relacionados a influenciadores que atuam com jogos de aposta. O relatório que detalha o suposto esquema tem 552 páginas e foi elaborado pela Procuradoria-Geral de Justiça, instância máxima do Ministério Público estadual. O documento foi enviado ao Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), onde o processo tramita em segunda instância devido ao envolvimento de promotores e de um magistrado de primeira instância.

O Ministério Público pediu o afastamento de parte dos suspeitos dos cargos públicos, a quebra de sigilos bancário e fiscal e a realização de buscas para avanço das investigações, conduzidas por promotores do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Em decisão de 12 de dezembro, a desembargadora Eva do Amaral Coelho acatou os pedidos e determinou buscas e apreensões em imóveis de 12 investigados, quebras de sigilo de 14 pessoas e o afastamento de dois delegados e um promotor de Justiça.

Foram suspensos os delegados Arthur Afonso Nobre de Araújo, apontado como figura central do esquema, e Carlos Daniel Fernandes de Castro, que ocupava o cargo de diretor metropolitano da Polícia Civil. O promotor afastado é Luiz Márcio Teixeira Cypriano. O juiz Jackson Sodré Ferraz também é alvo da investigação. A Justiça determinou a quebra de sigilos bancário e fiscal da esposa e do filho dele, suspeitos de receber vantagens indevidas. A promotora Juliana Dias Nobre, esposa do delegado Arthur, também é investigada sob suspeita de ter movimentado dinheiro ilícito em contas pessoais.

Segundo o Ministério Público, os investigados teriam identificado vítimas em potencial para solicitar vantagens indevidas e, a partir disso, atuavam para avocar processos ou instaurar inquéritos policiais que servissem de instrumento de pressão. O delegado Arthur Nobre é suspeito de ter instaurado inquéritos sobre casos de inadimplência e desacordos comerciais — normalmente da esfera cível — para simular a cobrança de valores. Em um dos episódios, que envolve influenciadores digitais ligados a jogos de aposta, o pagamento de propina teria chegado a R$ 547 mil.

As investigações apontam que medidas cautelares foram concedidas pelo juiz investigado durante plantões judiciais e que, em seguida, outros membros do grupo atuavam na cobrança de propina. O relatório também cita que o núcleo liderado pelo delegado Arthur teria movimentado cerca de R$ 4 milhões de forma irregular desde 2021. Há ainda indícios de lavagem de dinheiro por meio de contas de terceiros e saques em espécie.

Em nota, o Ministério Público informou que as investigações começaram há mais de um ano e seguem sob condução do Gaeco. O órgão afirmou esperar reunir provas suficientes para responsabilizar “todos os envolvidos que tiverem cometido algum crime”. A Polícia Civil do Pará declarou que instaurou processo disciplinar e afastou os delegados assim que recebeu notificação sobre o caso.

A defesa do promotor afastado informou que ainda não teve acesso integral aos autos e, por isso, manterá o silêncio. A defesa do delegado Carlos Daniel afirmou que o processo corre em sigilo e reafirmou a inocência do investigado. O Tribunal de Justiça do Pará disse que não comenta investigações em andamento. A defesa do juiz Jackson Sodré negou as acusações e afirmou que as supostas irregularidades “não se sustentam diante de um contraditório justo”.

O relatório do Ministério Público afirma que os agentes públicos envolvidos “instalaram uma associação criminosa no cerne do Ministério Público, da Polícia Civil e do Judiciário”, o que teria colocado em xeque o sistema de segurança e justiça do estado. O documento descreve o caso como uma “completa inversão do exercício de suas funções” e indica que os integrantes do grupo agiram para enriquecimento ilícito por meio da cobrança de propinas e manipulação de processos.

Fonte:Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/01/2026/08:20:46

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Operação PF -Mulher traída implodirá TJ de MT

Imagem ilustrativa PF (Foto: Reprodução) – A operação da Polícia Federal, adiantada ontem pelo jornal O Globo, gerou um imenso burburrinho pelas bandas do Judiciário de Mato Grosso. A investigação comandada pela Polícia Federal, autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça, teve início após uma denúncia de ex-mulher de um desembargador revoltada com a separação e por ter sido trocada por uma assessora mais novinha.

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Em seguida, o genro confirmou ainda mais a venda de sentenças pelo magistrado. A partir dai, iniciou-se uma devassa chegando a outros membros da alta corte da Justiça pantaneira descobrindo-se os mais variados esquemas, como por exemplo, fraudes impressionantes em recuperações judiciais bilionárias envolvendo até mesmo “barões do agronegócio”.

A tendência é que a operação da PF seja realizada nos próximos dias. Há quem diga que serão cerca de 30 mandados de prisão, busca e apreensão, além de afastamentos.

Fonte: FolhaMax/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/07/2023/05:25:27

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Justiça prepara nova operação que mira venda de sentenças em Mato Grosso

Fachasda do STJ em Brasília -(Foto: Aílton de Freitas/Agência O Globo)

Um inquérito sigiloso que apura a compra de sentenças no poder judiciário de Mato Grosso segue a pleno vapor.

Há a expectativa da deflagração de uma nova Operação Faroeste, a exemplo do que aconteceu na Bahia, em 2020, que revelou um esquema de venda de decisões judiciais para a grilagem de terras no oeste do estado. O caso corre no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A investigação mirava, inicialmente, um desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e um pequeno número de advogados. Agora, o número de alvos foi ampliado para dezenas de magistrados e advogados que atuam no sistema judiciário do estado.

Um dos personagens que é foco das apurações em curso também aparece como delator na Operação Faroeste da Bahia.

Fonte:O Globo/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2023/05:25:27

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Judiciário entra em recesso no Pará; retorno ocorre no início de janeiro

Estará em funcionamento apenas o plantão judicial e serviços essenciais – (Foto:Divulgação)

Esta semana, o judiciário entrou em recesso. Nos tribunais, o expediente está suspenso desde o último domingo (20), devendo ficar assim até o início de janeiro, com funcionamento apenas do plantão judicial e serviços essenciais.

No Tribunal de Justiça do Pará, por exemplo, as unidades judiciais estão prestando atendimento em regime de plantão remoto durante o recesso, que vai de 20 de dezembro a 6 de janeiro.

Ficam suspensos, nesse período, os prazos processuais e a publicação de acórdãos, de sentenças e de quaisquer outras decisões, assim como a intimação de partes e de advogados, na Primeira e na Segunda Instâncias, exceto em relação aos feitos previstos em lei como urgentes.

Segundo o TJPA, as unidades administrativas com serviços essenciais atenderão com servidores em regime de plantão remoto.

A Justiça Federal em todo o Pará, incluindo a sede da Seção Judiciária, em Belém, e as Subseções que funcionam em oito municípios do interior do Pará, também suspendeu o expediente nas áreas judicial e administrativa desde o último dia 20 de dezembro, data que marcou o início o recesso forense.

As atividades normais serão retomadas a partir de 7 de janeiro de 2021, uma quinta-feira.O expediente da Seção Judiciária do Pará, da Justiça Federal, no plantão judicial, está sendo das 9h às 15h, período no qual a unidade plantonista deverá manter pelo menos um servidor no Fórum para atender advogados e partes, assim como encaminhar aos magistrados plantonistas questões urgentes e com risco de perecimento de direito.

Nos dias 24 e 31 de dezembro, véspera do Natal e Ano Novo, o atendimento presencial ocorrerá apenas das 8h às 14h. Na área administrativa, o horário de atendimento será das 13h às 19h.

Conforme divulgado pela Justiça Federal, durante o recesso, serão apreciados apenas pedidos de habeas corpus e mandados de segurança em que figurar como coatora autoridade submetida à competência jurisdicional do magistrado plantonista.

Os juízes também poderão apreciar comunicações de prisão em flagrante.O recesso de final de ano, na Justiça Federal do Pará, foi estabelecido através da Portaria nº 11983534, de 17 de dezembro, e ela define ainda que o magistrado de plantão poderá apreciar, em caso de justificada urgência, representações da autoridade policial ou do Ministério Público visando à decretação de prisão preventiva ou temporária; pedidos de busca e apreensão de pessoas, bens ou valores, desde que objetivamente comprovada a urgência; medida cautelar, de natureza cível ou criminal, e medidas urgentes, cíveis ou criminais, da competência dos Juizados Especiais.

No caso da Justiça do Trabalho da Oitava Região, também em recesso forense entre os dias 20 de dezembro e 6 de janeiro, estão suspensos os prazos processuais e a publicação de acórdãos, sentenças, decisões, intimação de partes ou de advogados, na primeira e segunda instâncias, exceto com relação às medidas consideradas urgentes. No período de 7 a 20 de janeiro de 2021, as atividades serão em expediente normal, porém os prazos permanecerão com a contagem suspensa.O TRT8 publicou, em sua página na internet, a escala de magistrados plantonistas para este período.

Será permitido o acesso ao prédio do Tribunal apenas do público interno, como magistrados e servidores de plantão, mediante apresentação de documento de identificação junto ao segurança.O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) também funciona em regime de plantão até o dia 6 de janeiro na capital e interior do Estado. Nesse período, atenderá ao público externo, no horário de 8h às 14h. Em sua página da internet, o órgão disponibiliza os telefones e e-mails das promotorias de Justiça.No Ministério Público Federal no Pará, o expediente entre os dias 20 de dezembro de 2020 e 6 de janeiro de 2021, durante o recesso judiciário, será cumprido em regime de plantão, de 9h às 15h, preferencialmente de maneira remota.

Por:Keila Ferreira

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