Fim do mundo acontecerá em 2026, segundo cientistas americanos

Segundo os cálculos matemáticos apresentados, o planeta chegaria a um ponto de ruptura quando a demanda por recursos superasse totalmente a capacidade de oferta. | Reprodução / Columbia Pictures

Pesquisa alertou sobre riscos do crescimento populacional.

Uma pesquisa científica realizada há mais de seis décadas estabeleceu uma data específica para um possível colapso planetário. O trabalho apontou uma data específica como marco crítico para a humanidade.

Cientistas norte-americanos da Universidade de Illinois desenvolveram em 1960 um estudo que projetou consequências graves para o planeta. Os pesquisadores Heinz von Foerster, Patricia Mora e Lawrence Amiot utilizaram cálculos matemáticos para determinar que a Terra enfrentaria condições insustentáveis em uma data específica: 13 de novembro de 2026.

O trabalho partiu da análise do ritmo acelerado com que a população humana crescia naquela época.

Os cientistas concluíram que, se a taxa de expansão demográfica se mantivesse, os recursos naturais não seriam suficientes para garantir a sobrevivência de todos.

Base populacional e recursos alimentares

Em 1960, cerca de três bilhões de pessoas habitavam o planeta. Atualmente, esse número ultrapassa oito bilhões de indivíduos.

O estudo destacou que o principal problema seria a disparidade entre a produção de alimentos e o número de bocas para alimentar.

Os pesquisadores identificaram pontos críticos:

  • Incapacidade de ampliar a produção agrícola no mesmo ritmo do crescimento populacional;
  • Esgotamento progressivo dos recursos naturais disponíveis;
  • Avanços médicos que prolongaram a vida, mas intensificaram a pressão demográfica.

Segundo os cálculos matemáticos apresentados, o planeta chegaria a um ponto de ruptura quando a demanda por recursos superasse totalmente a capacidade de oferta. Esse cenário provocaria uma crise social e ambiental sem precedentes.

Contexto histórico de previsões

Diversas teorias ao longo da história humana anunciaram o fim da civilização. Desde o ano 1000, várias datas foram apontadas como marcos do apocalipse.

A maioria dessas projeções teve origem em interpretações religiosas ou especulações sem embasamento científico sólido.

O diferencial do estudo da Universidade de Illinois reside na metodologia empregada.

Os pesquisadores basearam suas conclusões em dados concretos e modelos matemáticos, não em profecias ou interpretações místicas. Nomes como Nostradamus aparecem frequentemente em discussões sobre previsões apocalípticas, mas carecem de fundamento científico comprovável.

A pesquisa de 1960 representa um marco na análise científica sobre os limites da capacidade de suporte do planeta.

Embora outras previsões catastrofistas tenham surgido e desaparecido ao longo dos séculos, este trabalho acadêmico mantém relevância por seu rigor metodológico e pela urgência do tema abordado.

Fonte: CNN Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/12/2025/09:45:50

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‘Este é nosso hemisfério’: governo dos EUA faz post após operação

(Foto>Reprodução X) – “Este é o NOSSO hemisfério, e o presidente Trump não permitirá que nossa segurança seja ameaçada”, diz a legenda.

O post traz uma imagem com uma foto do presidente Donald Trump em preto e branco e a frase “Este é nosso hemisfério”, com a palavra “nosso” destacada em vermelho. Um post idêntico foi feito por uma conta do Departamento de Estado em espanhol.

A Casa Branca também publicou um artigo com a mesma frase. A fala foi atribuída ao secretário de Estado, Marco Rubio, que participou de uma série de entrevistas a veículos de comunicação americanos nesta segunda-feira.

Segundo a Casa Branca, Rubio afirmou que Trump mantém um compromisso “inquebrantável” de impedir que o Hemisfério Ocidental se torne um refúgio para traficantes de drogas, aliados do Irã ou “regimes hostis” que ameacem a segurança nacional dos Estados Unidos.

“O Hemisfério Ocidental é onde vivemos, e não vamos permitir que ele seja uma base de operações para adversários, concorrentes ou rivais dos Estados Unidos”, disse Rubio em uma das entrevistas.

Maduro é acusado pelos Estados Unidos de narcoterrorismo e outros crimes. Após ser capturado na Venezuela, ele foi levado para Nova York junto com a esposa. Em audiência judicial realizada nesta segunda-feira, o líder venezuelano declarou-se inocente.

Clique NO LINK e veja no X: https://x.com/StateDept/status/2008221563888292207/photo/1

Nicolás Maduro é transferido por autoridades dos EUA para comparecer em tribunal em Nova York em 5 de janeiro de 2026 — Foto: Eduardo Munoz/Reuters
Nicolás Maduro é transferido por autoridades dos EUA para comparecer em tribunal em Nova York em 5 de janeiro de 2026 — Foto: Eduardo Munoz/Reuters

Situação atual

Com a deposição de Maduro, a vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu o cargo de presidente interina da Venezuela. A decisão foi tomada pelo Tribunal Supremo de Justiça do país logo após Maduro ser retirado do poder pelos Estados Unidos.

Segundo o texto da decisão, Rodríguez assume a função para “garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da Nação”.

Além da decisão judicial, as Forças Armadas da Venezuela reconheceram Rodríguez como presidente interina no domingo (4). Em pronunciamento em rede nacional, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, apoiou a determinação de mantê-la no cargo por 90 dias.

Também no domingo, Trump afirmou que o país está “no comando” da Venezuela após a captura de Maduro, ao mesmo tempo em que lida com a nova liderança interina em Caracas.

“Estamos lidando com as pessoas que acabaram de tomar posse. Não me perguntem quem está no comando, porque eu daria uma resposta e isso seria muito controverso”, disse Trump a jornalistas, ao ser questionado se havia falado com Delcy Rodríguez.

Pressionado a esclarecer a declaração, o republicano afirmou: “Isso significa que nós estamos no comando”.

Post do Departamento de Estado diz 'este é nosso hemisfério' — Foto: Reprodução/X
Post do Departamento de Estado diz ‘este é nosso hemisfério’ — Foto: Reprodução/X

Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/01/2026/16:11:46

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Governador do Pará “Helder Barbalho” critica ataque dos EUA e se solidariza com venezuelanos

Helder Barbalho critica ataque dos EUA à Venezuela: ‘Retrocesso’  – (Foto>Reprodução)
Helder Barbalho critica ataque dos EUA e se solidariza com venezuelanos: ‘A América do Sul vive um retrocesso histórico’

Governador do Pará usou as redes sociais para se manifestar sobre ataque deste sábado. ‘Quando uma potência estrangeira captura e sequestra o chefe de Estado de um país soberano estamos diante de uma agressão à toda ordem internacional’, afirmou Helder.

    “A América do Sul vive um retrocesso histórico no dia de hoje. Demoramos, como civilização, séculos para construir um arcabouço chamado direito internacional, cuja premissa é a autodeterminação dos povos e o multilateralismo”, diz o governador paraense. 

Na manifestação, o governador do Pará criticou o regime de Nicolás Maduro. No entanto, argumentou que sua ditadura não justifica o ataque. Ele ainda classificou a captura do presidente venezuelano como sequestro.

“Que Maduro não deveria nem poderia mais permanecer, como ditador, não há dúvida. A questão não é essa. A questão é se os fins justificam os meios e se somos na América Latina meras colônias como quando os primeiros europeus chegaram por aqui. A resposta é não! Quando uma potência estrangeira – qualquer uma! – captura e sequestra o chefe de Estado de um país soberano estamos diante de uma agressão à toda ordem internacional”, afirmou Helder.

O governador avaliou ainda que a violência nas fronteiras do continente se soma a um histórico de agressões sofridas pela América do Sul.

Leia mais> Governo venezuelano diz desconhecer paradeiro de Maduro e exige de Trump “prova de vida imediata” após operação dos EUA

*Donald Trump afirma que forças dos EUA capturaram Nicolás Maduro após ataques à Venezuela

*Maduro e esposa serão julgados em tribunal de Nova York, diz Procuradoria-geral dos EUA

Clique no link e assista https://g1.globo.com/jornal-nacional/video/entenda-como-tropa-de-elite-dos-eua-capturou-nicolas-maduro-dentro-de-fortaleza-militar-14226131.ghtml

“Um erro não justifica outro e dois erros não fazem um acerto. Esperemos que a evolução dos acontecimentos permita que uma solução baseada no respeito a princípios, e não só à força, prevaleça no final. Nossa solidariedade ao povo venezuelano”.

Helder Barbalho finalizou sua manifestação citando o educador e humanista venezuelano Andrés Bello: “Só a unidade do povo e a solidariedade de seus dirigentes garantem a grandeza das nações”.

Em rede social, governador do Pará criticou ataque dos EUAs à Venezuela — Foto: Reprodução/Redes sociais
Em rede social, governador do Pará criticou ataque dos EUAs à Venezuela — Foto: Reprodução/Redes sociais

Fonte:G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/01/2026/08:11:46

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EUA detalham operação que levou à captura de Nicolás Maduro na Venezuela

— Foto: TV Globo ) – O líder do partido do ditador venezuelano revelou que na hora dos ataques, Maduro não estava na residência oficial do Palácio Miraflores, mas sim em outra casa, dentro do Forte Tiuna: um complexo militar altamente protegido, no sudeste de Caracas.

Maduro já vinha usando esta outra residência por causa dos riscos à sua segurança.

O general Dan Caine, chefe do estado maior americano, disse que a operação foi batizada de Resolução Absoluta.

Ela levou meses de preparação e colaboração entre todas as forças armadas e a inteligência dos Estados Unidos.

De acordo com a agência de notícias Reuters, a CIA infiltrou espiões, um deles próximo a Maduro, para monitorar cada movimento do ditador.

“Descobrimos pra onde ele ia, onde morava, para onde viajava, o que ele comia, o que vestia, quais eram seus animais de estimação”, afirmou o general.

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Clique no link e assista https://g1.globo.com/jornal-nacional/video/entenda-como-tropa-de-elite-dos-eua-capturou-nicolas-maduro-dentro-de-fortaleza-militar-14226131.ghtml

O sinal verde para a operação foi dado por Trump há quatro dias, e as equipes só esperavam o tempo abrir em Caracas para fazer o ataque com menos nuvens. Nesta sexta à noite, as condições ficaram favoráveis.

Parte da capital venezuelana estava sem luz, segundo Trump, por uma ação dos Estados Unidos.

Depois de passar por uma região montanhosa, soldados da tropa de elite do Exército americano — a Delta Force — chegaram de helicóptero ao Forte Tiuna às duas da manhã em Caracas, três da manhã no Brasil.

O presidente Donald Trump postou uma foto de Maduro na embarcação. De orelhas e olhos cobertos, o ditador segurava uma garrafa d’água, aparentemente algemado. (Foto>Reprodução)
O presidente Donald Trump postou uma foto de Maduro na embarcação.
De orelhas e olhos cobertos, o ditador segurava uma garrafa d’água, aparentemente algemado.
(Foto>Reprodução)

Militares venezuelanos dispararam contra as aeronaves.

Os americanos furaram o bloqueio e começaram a percorrer a fortaleza atrás de Maduro.

Trump disse que o ditador e a esposa correram para entrar num bunker. Segundo Trump, eles não conseguiram fechar a porta a tempo, foram presos e levados de helicóptero.

No caminho, as forças americanas voltaram a ser atacadas, mas concluíram a missão sem baixas.

Às 5h30 da manhã, hora do Brasil, Nicolás Maduro e a esposa chegaram ao navio de guerra Iwo Jima.

O presidente Donald Trump postou uma foto de Maduro na embarcação.

De orelhas e olhos cobertos, o ditador segurava uma garrafa d’água, aparentemente algemado.

Maduro e a esposa foram levados de avião a um aeroporto militar no norte do estado de Nova York. Quando a aeronave pousou, agentes do FBI, a Polícia Federal americana, subiram a bordo. Já estava escuro quando Maduro e a esposa desembarcaram, cercado pelas forças de segurança. Eles foram conduzidos a um hangar e depois transferidos de helicóptero para a cidade de Nova York.

Em sua mansão na Flórida, o presidente Donald Trump assistiu à captura de Maduro em tempo real, ao lado do secretário de Guerra, Pete Hegseth, do diretor da CIA, John Ratcliffe, e do general Dan Caine.

Segundo a agência de notícias Reuters, soldados americanos chegaram a criar uma réplica exata da casa protegida de Maduro para praticar como entrariam.

Drones e aviões de guerra acompanharam a operação de longe para garantir a segurança das tropas.

A equipe Delta Force, que capturou Maduro, é um grupo de elite do Exército, especializado em missões contra terrorismo e resgate de reféns.

Foi essa equipe que, há exatos 36 anos, se infiltrou no Panamá e prendeu o ditador do país, Manuel Noriega.

Nicolás Maduro e a esposa, Cília Flores, serão julgados em um tribunal no sul de Manhattan, em Nova York. A audiência de custódia deve acontecer na segunda-feira (5).

O Departamento de Justiça já determinou o confisco de bens do casal e apresentou quatro acusações:

*Conspiração para praticar narcoterrorismo
*Conspiração para importar cocaína para os EUA
*Uso de armas de guerra em crimes de tráfico
*Conspiração armada ligada ao narcotráfico

O crime de narcoterrorismo sozinho tem pena mínima de 20 anos de prisão.

Também vão responder às acusações o filho de Maduro, o atual ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, o ex-ministro da pasta e o chefe do cartel de traficantes “Tren de Arágua”.

Complexo Militar da Venezuela onde Maduro foi capturado (Foto>Reprodução)
Complexo Militar da Venezuela onde Maduro foi capturado (Foto>Reprodução)

Fonte: JN/G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/01/2026/08:11:46

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Zelensky pede mísseis Tomahawk a Trump para atacar Rússia; americano evita se comprometer

Presidente dos EUA, Donald Trump, recebe o ucraniano Volodymyr Zelensky na Casa Branca, em 17 de outubro de 2025 — Foto: Win McNamee/Getty Images/AFP

Um dia antes do novo encontro, o presidente americano passou mais de 2 horas em ligação com o líder russo, Vladimir Putin. Os dois acertaram uma reunião em Budapeste, na Hungria, que ainda não tem data marcada.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebe o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, na Casa Branca, nesta sexta-feira (17).

É a terceira vez que o ucraniano vai à sede do governo americano, em Washington D.C., para negociar com Trump um possível acordo de paz que dê fim à guerra de seu país com a Rússia, que começou em fevereiro de 2022.

Zelensky vem pressionando Trump a vender mísseis Tomahawk para Kiev. O armamento, um míssil guiado para ataques a longa distância e com alto grau de precisão, permitiria que as forças ucranianas realizassem ataques em alvos mais distantes do território russo. Trump foi evasivo.

“Esse é o problema. Nós precisamos dos Tomahawks”, disse Trump, ao ser questionado por repórteres. “É uma escalada [da guerra], nós discutiremos isso. Nós gostaríamos muito mais de que eles não precisassem dos Tomahawks”.

Trump também foi evasivo ao comentar sobre a possibilidade de a Ucrânia ceder território à Rússia para obter um acordo de paz: “Nunca se sabe. A guerra é muito interessante. Nunca se sabe”, comentou o presidente.

O encontro começou tranquilo, com Trump elogiando o paletó de Zelensky — ao ser recebido em fevereiro, o ucraniano não usava o item.

“É uma honra estar com um líder muito forte, um homem que passou por muita coisa e um homem que conheci muito bem, e nos demos muito bem”, disse o americano, em um almoço antes da reunião.

A relação dos líderes sofreu altos e baixos ao longo do ano. Em 28 de fevereiro, o primeiro encontro de Trump e Zelensky na Casa Branca terminou de forma desastrosa, com bate-boca e o presidente americano e seu vice, J.D. Vance, levantando a voz.

Com o passar do meses, apesar de manter relações com o russo Vladimir Putin e até recebê-lo no Alasca, o tom de Trump em relação à Ucrânia mudou, defendendo até a recuperação integral do território perdido por Kiev durante a guerra há algumas semanas.

Zelensky argumenta que ataques mais poderosos com o uso de Tomahawks ajudariam Putin a levar mais a sério os apelos de Trump por negociações diretas entre a Rússia e a Ucrânia para encerrar a guerra entre os dois países.

Dois meses após uma cúpula que reuniu os presidentes americano e russo no Alasca, nenhum avanço efetivo para um cessar-fogo foi feito.

Telefonema com Putin

Um dia antes, nesta quinta-feira (16), Trump conversou com o líder russo, Vladimir Putin, por telefone.

Em sua rede Truth Social, Trump anunciou que os dois combinaram de voltar a se encontrar pessoalmente em Budapeste, na Hungria. Na semana que vem, em um local ainda não confirmado, assessores de ambos irão se reunir para voltar a tentar chegar a um acordo que leve à paz entre a Rússia e a Ucrânia.

“Acabei de concluir minha conversa telefônica com o presidente Vladimir Putin, da Rússia, e foi muito produtiva. O presidente parabenizou a mim e aos Estados Unidos pela grande conquista da paz no Oriente Médio, algo que, segundo ele, era sonhado há séculos. (…) Também passamos bastante tempo conversando sobre o comércio entre a Rússia e os Estados Unidos após o fim da guerra com a Ucrânia. (…) Acredito que a conversa telefônica de hoje tenha sido um grande progresso”, contou.

O enviado especial de Putin, Kirill Dmitriev, também elogiou o resultado da ligação. Disse que foi “produtiva e positiva, e definiu os próximos passos das negociações claramente”.

Um porta-voz da Casa Branca revelou a repórteres que a conversa durou mais de duas horas e que o presidente americano acredita que ainda é possível reunir os presidentes russos e ucraniano.

A promessa de acabar com as guerras na Ucrânia e em Gaza foi fundamental para o discurso de campanha de Trump em 2024, quando ele criticou duramente o então presidente Joe Biden pela forma como lidou com os conflitos.

No entanto, tal qual seu antecessor, Trump também teve suas ambições de mediar um acordo frustradas por Putin até o momento.

 

Fonte: Redação g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/10/2025/16:23:45

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Pai deixa filha de 2 anos morrer dentro de carro a 42°C enquanto bebia, jogava videogame e assistia a vídeos pornográficos

Foto: Reprodução | Um homem foi indiciado nos Estados Unidos após a morte da filha de dois anos, que ficou trancada dentro de um carro sob calor extremo enquanto ele assistia a vídeos pornográficos, jogava videogame e bebia cerveja em casa, em Tucson, no estado do Arizona.

O caso chocou a comunidade local e ganhou repercussão internacional. O Extra.Globo também publicou a matéria.

Christopher Scholtes, de 37 anos, foi acusado nesta semana de homicídio doloso pela morte da filha, Parker. O incidente ocorreu em julho do ano passado, durante o verão no Hemisfério Norte, quando as temperaturas na região ultrapassavam os 40 graus Celsius.

De acordo com a Promotoria, o homem deixou a menina trancada em um Acura 2003 com o ar-condicionado ligado e retornou para casa. Enquanto a criança permanecia no veículo, Christopher assistia a vídeos pornográficos, jogava videogame e consumia bebidas alcoólicas. O carro acabou desligando sozinho, e Parker ficou confinada, exposta ao calor intenso.

O legista do condado de Pima relatou que, quando os socorristas chegaram, a temperatura dentro do veículo atingia 42°C. A menina já estava sem vida, e a causa da morte foi confirmada como exposição ao calor.

Durante a investigação, promotores apresentaram mensagens de texto trocadas entre Christopher e sua esposa, Erika, que revelaram que a negligência do pai era recorrente. Quando Parker foi levada às pressas para o hospital, Erika enviou uma mensagem ao marido dizendo: “Eu te disse para parar de deixá-los no carro, quantas vezes eu já te disse?”.

Erika, que é médica e trabalhava no mesmo hospital para onde a filha foi levada em estado grave, enviou outra mensagem mais tarde: “Nós a perdemos, ela era perfeita.” Em resposta, Christopher escreveu: “Querida, me desculpe! Como eu pude fazer isso? Eu matei nosso bebê, isso não pode ser real.”

O casal tem outras duas filhas, de 5 e 9 anos. Apesar das mensagens apresentadas pela acusação, Erika, que é anestesista, compareceu ao tribunal na terça-feira (14) e defendeu o marido, afirmando que a morte da filha foi “um erro”.

 

Fonte: Ver o Fato e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/10/2025/14:46:09

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A nova corrida do ouro nos EUA: pessoas largam o trabalho para garimpar

(Foto>Reprodução) – Preços recordes fazem garimpeiros amadores comprarem picaretas e baldes em busca de ouro
‘Não estou no escritório. Fui para o garimpo’: O renascimento da febre do ouro nos EUA
Há duas semanas, Mike Hewlett encontrou ouro. Quer dizer, mais ou menos.

O soldador californiano tem muitos hobbies, incluindo snowboard, esqui e motocross. Mas com os preços do ouro atingindo recordes, ele adotou um novo compromisso na agenda: procurar ouro.

Enquanto caminhava por uma floresta na região do Monte Shasta com um detector de metais, examinando pedras e terra, sua máquina começou a apitar. Hewlett havia detectado metal enterrado em cascalho — ao desenterrá-lo, encontrou um pedaço de ouro com cerca de metade do tamanho da unha do seu mindinho.

“Eu estava pulando para todos os lados, como se fosse um desenho animado”, disse o homem de 50 anos. A pepita, que ele pesou mais tarde, não foi exatamente transformadora. “Valia US$ 175”, disse ele. “Mas, por outro lado, estava ali, à espera de ser pega.”

Em todo o país, uma corrida do ouro moderna está em andamento. Pessoas nas redes sociais brandem panelas e pepitas salpicadas de ouro enquanto exibem seus equipamentos, que vão de picaretas antigas a caixas separadoras de ouro. Outros trocam dicas e examinam mapas, determinados a descobrir quais áreas ainda podem esconder riquezas metálicas.

O sonho de encontrar uma mina-mãe pode ser improvável, mas com os preços do ouro chegando a US$ 4.000 a onça, é tentador.

“Durante todo o caminho, fico pensando que vou tirar essa maldita pepita de US$ 100.000”, disse Hewlett.

Aula para garimpar ouro

A Mina de Ouro Big Thunder, na Dakota do Sul, tem sido inundada com pedidos de consultoria, disse a coproprietária Sandi McLain.

O museu de mineração de ouro, que contém uma coleção de artefatos que datam da Corrida do Ouro de Black Hills de 1874, oferece aulas de garimpo e a oportunidade de prospectar em suas terras: quem acha, fica com ele.

As aulas já estão esgotadas. As vendas de seus baldes de 5 galões de “terra paga” — que custam US$ 55 cada e contêm terra local — aumentaram 50% em relação ao ano passado.
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“As pessoas levam para casa e sentam na garagem com uma cuba do Walmart para garimpar”, disse McLain. Em seus 33 anos como proprietária do museu, ela nunca viu tanta febre.

Como nas corridas do ouro de antigamente, o caminho mais seguro para ganhar dinheiro geralmente vem da venda de equipamentos de mineração. Em uma versão mais moderna, há também o ouro nas mídias sociais: as maiores contas do YouTube dedicadas à prospecção ostentam mais de meio milhão de seguidores.

Em Sacramento, Cody Blanchard procurava ouro há vários anos no norte da Califórnia antes de abrir seu próprio negócio vendendo equipamentos e oferecendo passeios de prospecção no ano passado. Ele encontrou pessoalmente cerca de 170 gramas. Mas o negócio — um bico para o trabalhador do saneamento — provou ser mais lucrativo.

Em alguns dias, Blanchard dá uma passada rápida em um parque local com um detector de metais na esperança de encontrar joias de ouro perdidas. Mas, quando tem mais tempo, prefere mergulhar com snorkel em leitos de rios, onde escava o leito rochoso.

Ele disse que a emoção da primeira descoberta de ouro na natureza é imbatível e faz com que as pessoas voltem sempre. “É como um vício em heroína”, disse ele.
Foto: Divulgação
Muito além do ouro

Às vezes, os caçadores de ouro tropeçam em outras descobertas. Certa vez, quando Blanchard estava garimpando com amigos, eles encontraram botões antigos de uma calça jeans Levi’s que datava de meados do século XIX. Ainda havia um pouco de jeans preso.

Dois anos atrás, enquanto Chris Spangler acampava com a família no Deserto de Mojave e escavava ouro à noite, um de seus filhos olhou para cima e percebeu que estavam cercados por centenas de tarântulas. Aparentemente, elas foram atraídas pelas vibrações de seus equipamentos, incluindo uma lavadora a seco e um gerador.

“Foi meio bizarro, mas, ao mesmo tempo, algo que você nunca experimentaria de outra forma”, disse Spangler, um administrador de saúde de 39 anos da Marinha dos EUA, agora baseado em Sydney. Ele tem registrado a jornada de caça ao ouro de sua família nas redes sociais, onde tem um total de 430.000 seguidores. Sua presença nas redes sociais rendeu à família cerca de US$ 30.000, superando qualquer ouro que tenham encontrado.
Parker Schnabel tem um programa sobre extração de ouro usa boné, cavanhaque e está de camisa vermelha

Parker Schnabel tem um programa sobre extração de ouro – Foto: Divulgação
Parker Schnabel tem um programa sobre extração de ouro – Foto: Divulgação

“Em muitos países, a mineração de ouro em pequena escala é um modo de vida”, disse Parker Schnabel, um minerador de ouro do Alasca que estrela a longa série “Gold Rush” da Discovery.
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Em contraste, nos EUA, ele observa, regulamentações ambientais mais rígidas podem dificultar a extração de grandes quantidades. “Mas a alta dos preços do ouro está ajudando a mudar esse cálculo”, disse ele, especialmente considerando a dificuldade financeira que muitos americanos enfrentam.

“Essa é uma das coisas mais legais sobre a mineração de ouro e a razão pela qual existe um programa de TV sobre o assunto”, disse Schnabel. “Você pode ter muita sorte e encontrar quantias de dinheiro que podem mudar sua vida se encontrar o lugar certo.”

A febre do ouro traz um sintoma sério: competição. A alta dos preços atraiu mais pessoas para o evento anual de mineração Goldzilla, em um acampamento no Alabama, perto da fronteira com a Geórgia, onde tudo o que é encontrado é dividido entre a multidão. “Quanto mais pessoas participam, menos ouro você vai levar para casa”, disse Cannady. O dono do acampamento usa equipamentos de lavagem de ouro que ele mesmo construiu.

Mesmo assim, o mecânico, de 46 anos, disse que a experiência é divertida de qualquer maneira. Ele planeja participar novamente e quer transformar o ouro que coletou em anéis para sua esposa e filha.

Todos os anos, ônibus lotados de alunos do quarto ano se reúnem no Parque Histórico Estadual Marshall Gold Discovery, em Coloma, Califórnia, para aprender sobre a Corrida do Ouro no estado e experimentar a arte da garimpagem, usando água em um cocho que os funcionários do parque semeiam com flocos de ouro. Em um fim de semana, o local sediou uma encenação de uma cidade de tendas da década de 1850, com atores fantasiados.

Embora o preço do ouro tenha disparado, disse a assistente sênior do parque, Cynthia Flewelling, eles continuarão com a atividade, que custa US$ 10 por pessoa e inclui uma aula de 15 minutos e meia hora para garimpar flocos, que os participantes podem ficar com eles.

Traduzido do inglês

Fonte: Por The Wall Street Journal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/10/2025/09:43:39

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Adolescente é detido após perguntar ChatGPT como matar amigo

Foto: Reprodução | O incidente ocorreu no final de setembro na Southwestern Middle School, em DeLand, Flórida.

Um adolescente de 13 anos chamou a atenção da polícia nos Estados Unidos depois de usar o ChatGPT para perguntar como matar um colega durante a aula. O incidente ocorreu no final de setembro na Southwestern Middle School, em DeLand, Flórida.

A delegacia do condado de Volusia relatou o caso nas redes sociais. Segundo o órgão, o policial responsável pela segurança da escola recebeu um alerta do Gaggle, sistema que monitora atividades digitais de estudantes, ao identificar a mensagem. O alerta chegou imediatamente à administração escolar e à polícia.

Quando confrontado, o aluno afirmou aos agentes que estava “apenas brincando” e que a pergunta era uma “trollagem” contra um colega que o irritava. Mesmo assim, a polícia deteve o jovem e o encaminhou ao centro de custódia para menores, onde ele aguarda a decisão do juiz.
Como funciona o Gaggle?

O Gaggle monitora contas escolares em busca de conteúdos perigosos. Ele, por sua vez, usa inteligência artificial para escanear e-mails e documentos de alunos do ensino fundamental e médio, identificando sinais de comportamento de risco, como automutilação, depressão, pensamentos suicidas, uso de drogas, cyberbullying ou ameaças de violência.

Logo, ao detectar algum alerta, a ferramenta notifica imediatamente administradores escolares e autoridades policiais.

Além disso, educadores afirmam que o Gaggle já ajudou a prevenir situações graves e salvar vidas. No entanto, críticos alertam que o monitoramento constante pode criminalizar crianças por palavras ou brincadeiras impensadas, segundo a Associated Press (AP).

 

Fonte: Debate Carajase Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/10/2025/15:08:29

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Adolescente de 13 anos é detido nos EUA após perguntar ao ChatGPT como matar o amigo na escola

Adolescente de 13 anos perguntou ao ChatGPT como fazer para matar o amigo na escola — Foto: Volusia Sheriff’s Officer

Menino disse à polícia que era apenas uma brincadeira; mensagem foi detectada pelo Gaggle, sistema usado pela escola para monitorar atividades virtuais dos alunos.

Um adolescente de 13 anos foi detido nos Estados Unidos depois de perguntar para o ChatGPT: “Como matar meu amigo no meio da aula?”. A informação foi divulgada nas redes sociais da delegacia do condado de Volusia, na Flórida, no final de setembro.

Segundo o órgão, o policial responsável pela segurança escolar na Southwestern Middle School recebeu um alerta do Gaggle, sistema usado para monitorar as atividades virtuais de estudantes, que detectou a mensagem.

O alerta foi repassado imediatamente à polícia e à administração da escola.

Ao ser confrontado, o aluno disse aos agentes que estava “apenas brincando” e que a frase era uma “trollagem” contra um colega que o estava irritando.

De acordo com o registro da ocorrência enviado pela delegacia ao g1, o estudante afirmou que apagou o texto logo em seguida e que não mostrou a mensagem para ninguém.

Questionado pelo policial, ele também disse que não tinha acesso a armas em casa.

A delegacia informou ao g1 que o adolescente foi encaminhado ao órgão responsável pela custódia de menores, onde pode permanecer pelo período determinado por um juiz — geralmente de até 21 dias.

“Mais uma ‘bincadeira’ que acabou criando uma emergência na escola. Pais, conversem com seus filhos para que eles não cometam o mesmo erro”, disse a delegacia na publicação.

   Como o Gaggle monitora estudantes e alerta sobre riscos

O Gaggle, tecnologia usada no caso do adolescente, escaneia contas escolares em busca de conteúdos nocivos.

Ele emite alertas automáticos para administradores escolares e autoridades policiais quando identifica sinais de automutilação, depressão, pensamentos suicidas, uso de drogas, cyberbullying ou ameaças de violência, segundo o relatório policial enviado ao g1.

Educadores afirmam que o sistema já salvou vidas, mas críticos alertam que a vigilância pode criminalizar crianças por palavras impensadas, segundo a Associated Press (AP).

“Isso tornou rotineiro o acesso e a presença das forças de segurança na vida dos estudantes — inclusive dentro de suas casas”, disse Elizabeth Laird, diretora do Center for Democracy and Technology, de acordo com a AP.

 

VEJA VÍDEO:

 

Fonte: G1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/10/2025/16:54:03

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Lula conversa com Trump e pede fim de tarifaço a produtos brasileiros

Foto: Reprodução | Ele recordou que o Brasil é um dos três países do G20 com quem os Estados Unidos mantêm superávit na balança de bens e serviços.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,  tiveram nesta segunda-feira (6) uma conversa de 30 minutos por videoconferência. Na oportunidade, Lula solicitou a retirada da sobretaxa de 50% imposta pelo governo norte-americano a produtos brasileiros.

Mais cedo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, classificou a conversa entre os dois chefes de Estado como “positiva”, do ponto de vista econômico.

“Em tom amistoso, os dois líderes conversaram por 30 minutos, quando relembraram a boa química que tiveram em Nova York por ocasião da Assembleia Geral da ONU. Os dois presidentes reiteraram a impressão positiva daquele encontro”, informou o Planalto.

De acordo com o Planalto, a ligação telefônica ocorreu por iniciativa de Trump. Os dois presidentes chegaram a trocar telefones para estabelecer via direta de comunicação.

Na conversa, Lula disse que o contato representa uma “oportunidade para a restauração das relações amigáveis de 201 anos entre as duas maiores democracias do Ocidente”.

Ele recordou que o Brasil é um dos três países do G20 com quem os Estados Unidos mantêm superávit na balança de bens e serviços. Na sequência, solicitou a retirada da sobretaxa de 50% imposta a produtos nacionais, além das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.

“O presidente Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda Fernando Haddad”, informou o Planalto.

Os dois presidentes acordaram encontrar-se pessoalmente em breve. Lula sugeriu que o encontro seja durante a Cúpula da Asean, na Malásia. Ele reiterou convite a Trump para participar da COP30, em Belém; e se dispôs  também a viajar aos Estados Unidos.

 

 

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/10/17:12:43

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