Joesley Batista atuou como emissário informal de Trump e propôs asilo a Maduro na Turquia

Foto: Ayrton Vignola / Estadão Conteúdo | Bilionário se encontrou com Maduro e Cília Flores em novembro na capital Caracas para propôr acordo com garantia de não extradição para os Estados Unidos.

O bilionário Joesley Batista atuou como emissário informal da administração de Donald Trump durante viagem à Venezuela em novembro quando propôs asilo diplomático a Nicolás Maduro e Cília Flores na Turquia. Fontes do alto escalão da Casa Branca relataram ao Washington Post o papel do magnata da JBS na tentativa de negociação para saída de Maduro da presidência.

A reportagem expõe as articulações estrangeiras que articularam uma rota de fuga para Maduro, possibilitando que ele evitasse a captura pelos Estados Unidos como ocorreu no último dia 3. O cardeal Pietro Parolin, segundo na hierarquia papal, teria oferecido ao então presidente da Venezuela e à primeira-dama asilo na Rússia com garantias dadas pelo presidente Vladimir Putin. Parolin, conforme o Post, teria procurado o secretário de Estado norte-americano Marco Rubio para pedir tempo para convencer Maduro a aceitar a proposta.

Batista agiu em outra frente de negociação. O bilionário com negócios nos Estados Unidos e na Venezuela embarcou em novembro para Caracas com reunião marcada com Maduro e Cília Flores. A missão do empresário era convencer o venezuelano a deixar o poder. Batista chegou ao país com uma lista de pontos de interesse dos Estados Unidos, incluindo o acesso às terras raras e ao petróleo e o rompimento das relações da Venezuela com Cuba. Trump também exigia a saída de Maduro do país.

Fontes relataram ao Washington Post que Joesley detalhou o encontro ao governo Trump. “Ele não estava trabalhando a mando dos Estados Unidos”, disse um oficial do alto escalão, mas, as conclusões do brasileiro foram consideradas. A reportagem ainda classifica Joesley como um dos emissários não-oficiais da Casa Branca.

Recentemente, o proprietário da JBS também apareceu em destaque no noticiário internacional. Joesley Batista era um dos empresários brasileiros que contribuíram na articulação para a derrubada das sobretaxas aplicadas por Donald Trump às exportações brasileiras. Ele intermediou a aproximação entre o norte-americano e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/01/2026/10:30:03

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Trump publica imagem em que aparece como ‘presidente interino da Venezuela’

(Foto:Reprodução)- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou neste domingo nas redes sociais uma imagem que o apresenta como “presidente interino da Venezuela”, em um layout semelhante ao de uma ficha biográfica digital. O material inclui foto oficial, datas e cargos atribuídos ao republicano, associando-o simbolicamente ao comando do país sul-americano.

A postagem foi feita mais de uma semana após os EUA realizarem uma intervenção militar que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro. Também ocorre enquanto Trump concilia outras declarações polêmicas sobre o futuro político e econômico de Cuba. Neste domingo, o líder americano afirmou que a ilha deixará de receber petróleo e recursos financeiros venezuelanos e defendeu que a perda desse apoio pode levar à queda do regime cubano.

A imagem compartilhada por Trump não foi acompanhada de explicações adicionais. O gesto, porém, foi feito poucos dias após o republicano declarar, em entrevista ao New York Times, que seu poder como comandante-em-chefe é limitado apenas por sua “própria moralidade”, ignorando o direito internacional e outros mecanismos de controle sobre sua capacidade de usar a força militar para atacar, invadir ou coagir nações ao redor do mundo.

— Minha própria moralidade. Minha própria mente. É a única coisa que pode me impedir — declarou o presidente. — Não preciso do direito internacional. Não quero ferir ninguém.

A avaliação de Trump sobre sua própria liberdade de usar qualquer instrumento de poder militar, econômico ou político para consolidar a supremacia americana foi o reconhecimento mais direto até o momento de sua visão de mundo. O republicano também deixou claro que usa sua reputação de imprevisibilidade e sua disposição para recorrer à ação militar, muitas vezes a serviço da coerção de outras nações.trump

Plano em três etapas

Ainda ao NYT, Trump afirmou que espera que os EUA administrem a Venezuela e extraiam petróleo de suas vastas reservas por anos. Ele disse que o governo interino venezuelano, formado inteiramente por aliados de Maduro, está cooperando com Washington. Ao ser perguntado por quanto tempo sua administração exigirá supervisão direta sobre o país sul-americano, porém, o líder republicano evitou estabelecer prazos:

— Só o tempo dirá — disse, acrescentando que a política dos EUA ocorre sob a ameaça permanente de uma ação militar. — Nós vamos reconstruí-la de uma forma muito lucrativa. Vamos usar petróleo, e vamos tirar petróleo. Estamos baixando os preços do petróleo, e vamos dar dinheiro à Venezuela, algo que eles precisam desesperadamente.

As declarações foram feitas pouco após integrantes do governo americano afirmarem que os EUA planejam assumir o controle da venda do petróleo venezuelano por tempo indeterminado. A medida faz parte de um plano em três fases apresentado pelo secretário de Estado, Marco Rubio, a membros do Congresso. Embora parlamentares republicanos tenham apoiado em grande parte as ações do governo, democratas reiteraram na quarta-feira seus alertas de que o país caminha para uma intervenção internacional prolongada sem uma base legal clara.

Durante a entrevista, Trump foi questionado mais uma vez sobre por quanto tempo os EUA deveriam permanecer como tutores políticos da Venezuela. Indagado se o período seria de três meses, seis meses, um ano ou mais, ele respondeu: “Eu diria que muito mais tempo”.

Trump não assumiu compromissos sobre quando eleições seriam realizadas na Venezuela, que teve uma longa tradição democrática do fim dos anos 1950 até Hugo Chávez chegar ao poder em 1999. Ele também não respondeu o motivo de ter reconhecido Delcy Rodríguez, vice-presidente de Maduro, como líder da Venezuela, em vez de apoiar María Corina, líder opositora cujo partido conduziu uma campanha eleitoral bem-sucedida contra Maduro em 2024 e que recebeu o Nobel da Paz. Questionado se havia falado com Delcy, ele se recusou a comentar.

— Mas o Marco fala com ela o tempo todo — disse, referindo-se ao secretário de Estado Marco Rubio. — Posso dizer que estamos em comunicação constante com ela e com o governo.

O americano também evitou responder por que não instalou Edmundo González Urrutia, o diplomata aposentado reconhecido pelos EUA e outros governos internacionais como vencedor da eleição presidencial venezuelana de 2024. González Urrutia era considerado um candidato de consenso da oposição, ligado a María Corina Machado. Trump reiterou que aliados de Maduro seguem cooperando com Washington.

Fonte:New York Times e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/12/2025/10:07:03

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://old.folhadoprogresso.com.br/simplicidade-e-ritmo-em-uma-nova-experiencia-de-jogo-online-no-brasil/




Levado à “prisão infernal”, Maduro é esperado em 1ª audiência nesta segunda (5)

Maduro é acusado pelo Departamento de Justiça dos crimes de tráfico de cocaína e narcoterrorismo (Foto: Reprodução/Casa Branca)

A audiência está marcada para o meio-dia (horário local, 14h de Brasília), no Tribunal Distrital Federal de Manhattan.

Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, devem comparecer pela primeira vez a um tribunal federal americano nesta segunda-feira (5). A audiência ocorre dois dias após o casal ser capturado na Venezuela em uma operação militar dos Estados Unidos, quando ouvirão formalmente as acusações contra eles.

A sessão está marcada para o meio-dia (horário local, 14h de Brasília), no Tribunal Distrital Federal de Manhattan. O juiz irá notificá-los sobre as acusações, informar seus direitos e questionar como se declaram: culpados ou inocentes.

O juiz Alvin K. Hellerstein, veterano com quase três décadas de experiência e nomeado pelo ex-presidente Bill Clinton, deve decretar a prisão preventiva. O julgamento do casal, acusado pelo Departamento de Justiça dos EUA, está previsto para ocorrer apenas daqui a mais de um ano.

Acusações e prisão

Maduro, Cilia Flores e outros quatro homens são acusados de tráfico de cocaína e narcoterrorismo. Entre os indiciados está um filho de Maduro, cujo paradeiro permanece desconhecido pelas autoridades.

As acusações são baseadas em uma investigação conduzida pela Administração de Combate às Drogas dos Estados Unidos (DEA). Até o julgamento, o ex-ditador venezuelano ficará detido no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, conhecido como MDC.

Estrutura e detentos famosos

O MDC é uma instalação de grande porte que, durante décadas, abrigou alguns dos criminosos mais notórios dos Estados Unidos. O local recebe detentos que aguardam julgamento ou que já cumprem pena, sendo também conhecido pelas péssimas condições de funcionamento.

Entre os detidos famosos está o rapper e produtor musical Sean Combs, conhecido como P. Diddy, acusado de tráfico sexual. Ele já esteve sob custódia na unidade.

Outro caso é o de Luigi Mangione, que aguarda julgamento pelo assassinato do CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson. Ghislaine Maxwell, ex-namorada de Jeffrey Epstein, também passou pelo MDC.

Maxwell foi presa por participar do esquema de exploração sexual do financista antes de ser transferida para outra unidade. O ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, é mais um nome conhecido que esteve no local.

Marin foi detido antes de começar a cumprir pena por corrupção. De acordo com o MDC, a unidade abriga atualmente 1.336 detentos. Embora alguns respondam por crimes graves, como tráfico internacional de drogas ou terrorismo, a maioria enfrenta acusações de menor gravidade.

O centro penitenciário funciona como um ponto de passagem, onde os presos permanecem enquanto aguardam julgamento ou a definição de suas sentenças. A população carcerária tem diminuído ao longo dos anos, segundo dados oficiais.

Condições críticas e incidentes

Em 2024, o Departamento de Prisões dos Estados Unidos anunciou a suspensão temporária do envio de detentos para o MDC. Naquele ano, diferentes juízes se recusaram a encaminhar presos à unidade devido às péssimas condições do local.

A decisão ocorreu após ao menos dois detentos terem sido mortos dentro da prisão, o que gerou grande preocupação. O advogado de um dos mortos classificou o MDC como um “inferno na terra”, ao afirmar que a morte era evitável.

Em 2019, um apagão de energia durante o inverno deixou a unidade sem eletricidade por uma semana inteira. Nesse período, os presos ficaram em celas congelantes, sem aquecimento adequado.

Uma investigação do The New York Times apontou o episódio como mais um caso de negligência e brutalidade. Segundo a reportagem, a prisão é considerada uma das piores do sistema federal americano.

Ao longo dos anos, foram registrados casos de espancamentos, abusos sexuais e detentos mantidos sob condições desumanas. Um ex-funcionário do MDC afirmou ao jornal que a unidade era “uma das mais problemáticas do sistema federal de prisões dos EUA”.

Um relatório do Departamento de Justiça concluiu que as autoridades lidaram de forma extremamente inadequada com a crise. As condições do local seguem sendo alvo constante de críticas.

Detalhes da operação de captura

O caminho até a prisão no Brooklyn foi longo para Maduro e Cilia Flores. O ex-líder venezuelano foi capturado por forças dos Estados Unidos na chamada Operação Resolução Absoluta.

Ele foi encontrado por volta das 2h da madrugada (3h de Brasília), no Forte Tiuna, uma extensa base militar no centro de Caracas que abriga a cúpula do governo venezuelano e estava sob vigilância.

Após a captura, Maduro foi levado ao porta-aviões americano USS Iwo Jima, no Mar do Caribe. O casal foi transferido para os Estados Unidos após uma parada estratégica na base naval americana da Baía de Guantánamo.

No local, o FBI mantinha um avião governamental Boeing 757 à espera. A aeronave levou o casal até a Base Aérea da Guarda Nacional Stewart, no estado de Nova York.

De lá, os dois foram transportados de helicóptero até Manhattan e, em seguida, levados de carro à sede da DEA. Um vídeo que circulou nas redes sociais mostra Maduro chegando ao departamento.

Segundo relatos, ele teria cumprimentado os agentes com um “boa noite” e desejado feliz ano-novo. Por fim, o casal foi transferido de helicóptero para o Brooklyn e levado de carro até a prisão, onde aguarda os próximos desdobramentos do caso.

Fonte: Com agências internacionais. Informações do jornal O Estado de S. Paulo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/01/2026/07:36:26

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Lula e Trump se reúnem na Malásia e avançam em negociação sobre tarifas impostas a produtos brasileiros

Presidente Lula cumprimenta o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante encontro em Kuala Lumpur, na Malásia: conversa franca e construtiva – Foto: Ricardo Stuckert / PR

Encontro abriu espaço para novas rodadas de negociação, que devem prosseguir ainda hoje. Presidente brasileiro considerou a reunião “franca e construtiva”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu neste domingo, 26 de outubro, em Kuala Lumpur, na Malásia, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para tratar das tarifas impostas às exportações brasileiras. Durante a conversa, descrita por Lula como “franca e construtiva”, os líderes discutiram caminhos para a suspensão das medidas e reforçaram o compromisso de aprofundar o diálogo econômico entre os dois países.

“Tive uma ótima reunião com o presidente Trump na tarde deste domingo, na Malásia. Discutimos de forma franca e construtiva a agenda comercial e econômica bilateral. Acertamos que nossas equipes vão se reunir imediatamente para avançar na busca de soluções para as tarifas e as sanções contra as autoridades brasileiras”, afirmou o presidente Lula nas redes sociais.
 
Segundo o governo brasileiro, a imposição das tarifas ao país carece de base técnica e desconsidera o fato de que os Estados Unidos mantêm superávit na balança comercial em relação ao Brasil. No encontro com Trump, Lula renovou o pedido brasileiro de suspensão das tarifas, propondo um período de negociação.

“O presidente Lula começou dizendo que não havia assunto proibido e renovou o pedido de suspensão das tarifas impostas à exportação brasileira durante um período de negociação, da mesma forma a aplicação da lei Magnitsky a algumas autoridades brasileiras, e disse que estava pronto a conversar”, relatou o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

“A conclusão final é de que a reunião foi muito positiva, e nós esperamos em pouco tempo agora, em algumas semanas, concluir uma negociação bilateral que trate de cada um dos setores da atual tributação americana ao Brasil”

Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores

Segundo o ministro, os dois presidentes tiveram uma conversa “muito descontraída e muito alegre”, que foi aberta à imprensa por alguns minutos. O presidente Trump expressou “admiração pelo perfil da carreira política do presidente Lula, já tendo sido duas vezes presidente da República, perseguido no Brasil, provado sua inocência e vitoriosamente conquistado o terceiro mandato à frente da presidência da República”.

Durante o diálogo, Trump afirmou admirar o Brasil, e concordou com a necessidade de um processo de revisão tarifária. “A conclusão final é de que a reunião foi muito positiva, e nós esperamos em pouco tempo agora, em algumas semanas, concluir uma negociação bilateral que trate de cada um dos setores da atual tributação americana ao Brasil”, afirmou o chanceler.

NEGOCIAÇÕES — As negociações deverão prosseguir, ainda hoje, em Kuala Lumpur, entre ministros brasileiros e suas contrapartes dos Estados Unidos.

O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Rosa, também destacou o caráter franco do diálogo. “O diálogo foi franco, o presidente Lula deixou claro que a motivação utilizada pelos Estados Unidos para impor a elevação de tarifas para o restante do mundo não se aplica ao Brasil por conta do superávit da balança comercial para os Estados Unidos”, afirmou.

Rosa ressaltou ainda o papel estratégico do Brasil na região: “O Brasil tem um papel muito importante na América do Sul, por isso também nos colocamos à disposição para colaborar com os Estados Unidos nos outros temas que possam ser pertinentes.”

LEI MAGNITSKY — Durante o encontro, Lula também citou a Lei Magnitsky, utilizada pelos Estados Unidos para impor sanções a autoridades estrangeiras. Segundo o presidente, a aplicação da lei em relação a ministros do Supremo Tribunal Federal brasileiro é “injusta”, uma vez que “respeitou-se o devido processo legal e não houve nenhuma perseguição”.

A reunião contou também com a presença do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio; do secretário do Tesouro, Scott Bessent; e do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/10/2025/08:46:41

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/tom-carroll-revolucionou-o-surfe-com-suas-manobras/




Rumble e empresa de Trump acionam Justiça dos EUA contra decisão de Moraes

Alexandre de Moraes (à direita); Rumble (à esquerda) e Trump Media já havia pedido sanções ao ministro antes, mas a liminar foi negada — Foto: Antonio Augusto/STF e reprodução

Advogados norte-americanos questionam ordem do STF para suspender conta na rede social. Segundo o documento, Moraes estabeleceu multa diária de R$ 100 mil caso a decisão fosse desrespeitada.

A plataforma de vídeos Rumble e o grupo de comunicação do presidente Donald Trump acionaram a Justiça dos Estados Unidos para questionar uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que ordenou a suspensão de uma conta de um usuário na rede social.

Segundo o documento protocolado em um tribunal da Flórida, no dia 11 de julho, Moraes determinou que a Rumble bloqueasse no Brasil a conta, além de fornecer os dados cadastrais do usuário. De acordo com o processo, o ministro estabeleceu um prazo de 48 horas para o cumprimento da ordem, sob pena de multa diária de R$ 100 mil.

Os advogados do Rumble e da empresa de Trump argumentaram à Justiça dos EUA que a ordem de Moraes foi enviada por e-mail, sem uso de qualquer mecanismo legal previsto em tratado entre o Brasil e o governo norte-americano.

Além disso, a plataforma afirma que a decisão não tem efeito prático, uma vez que o Rumble está fora do ar no Brasil desde fevereiro deste ano.

“A única exigência com efeito prático na ordem é a obrigatoriedade de divulgar e preservar dados de usuários dos EUA”, dizem os advogados. “A Rumble não pretende cumprir as exigências do réu, pois elas são inválidas e inexequíveis.”

O documento também afirma que a conta pertence a um usuário com cidadania americana que publicou “discursos ideológicos e não violentos sobre autoridades públicas brasileiras”. A defesa alega ainda que a conta está inativa desde o fim de 2023 e que não há qualquer atividade registrada no Brasil.

A Rumble e o grupo de comunicação de Trump têm diversos negócios conjuntos.

O STF afirmou que não vai ser manifestar sobre o assunto.

Tarifaço

Os advogados norte-americanos também relacionaram a decisão de Moraes às tarifas de 50% anunciadas por Trump contra produtos brasileiros importados pelos EUA. A medida entrará em vigor a partir do dia 1º de agosto.

Segundo o documento, a decisão de Moraes foi emitida apenas dois dias após Trump enviar uma carta ao presidente Lula “expressando preocupação com o tratamento dado pelo Brasil a empresas de tecnologia dos EUA”.

Na carta, Trump escreveu que o STF tem emitido “ordens de censura secretas e ilegais” contra plataformas de redes sociais com sede nos Estados Unidos.

O presidente dos EUA também determinou a abertura de uma investigação contra o Brasil devido ao que chamou de “ataques contínuos” do país às atividades comerciais digitais de empresas americanas.

 

Fonte: Redação g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/07/2025/14:38:54

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Charge publicada por fundação ligada ao PT chama Donald Trump de “vagabundo”

(Foto: Divulgação) – Ilustração publicada pela Fundação Perseu Abramo: “Trump é um vagabundo”

Entidade publica nota de apoio ao governo e tenta mobilizar militância contra “arreganhos autoritários”

A Fundação Perseu Abramo publicou em seu site uma nota de protesto contra a tarifa de 50% imposta pelo governo americano aos produtos brasileiros. O texto é acompanhado por uma ilustração que faz um trocadilho com o nome do presidente Donald Trump.

“Trump is a Tramp – Brasil Soberano”, diz a publicação. “Tramp” significa “vagabundo” em inglês.

A Fundação Perseu Abramo é sustentada com recursos do Partido dos Trabalhadores. Intitulada “Em Defesa do Brasil e dos brasileiros”, a nota é assinada pela Diretoria Executiva da entidade, que repudia a ingerência do governo americano em assuntos internos do Brasil.

Uma das razões alegadas por Trump para aumentar as tarifas foi uma suposta perseguição do judiciário ao ex-presidente Jair Bolsonaro. “O ataque a nossa soberania e a nossa democracia contra a atuação do Supremo Tribunal Federal Brasileiro e contra a economia é fruto de uma visão imperial adotada pelo atual ocupante da Casa Branca”, diz a nota.

A Fundação elogia a postura de Lula em reagir ao aumento das tarifas. “Nós nos solidarizamos com a nota pública do presidente Lula e sua firme decisão de não se curvar aos arreganhos autoritários”, diz a nota. E acrescenta: “Ao curvar-se aos interesses de uma potência estrangeira, mesmo quando ela aumenta e prejudica sua própria base social, a extrema direita mostra a sua cara”.

A nota ainda conclama os militantes e simpatizantes a engrossarem as manifestações convocadas pelo movimento social contra o fim da escala 6X1, a tributação dos bilionários e a defesa do Brasil — o que nada tem a ver com o tarifaço, mas que tem ajudado o PT a mobilizar sua base.

Conforme mostrou VEJA, o PT e a Fundação Perseu Abramo decidiram lançar no início do mês o projeto “Pode Espalhar”, voltado à formação de uma rede digital de influenciadores  alinhados ao governo de Lula. O partido, inclusive, promete  “suporte jurídico” a quem aderir à campanha.

 

Fonte: Veja Abril e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/07/2025/16:18:48

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Como o Brasil poderia retaliar os EUA após tarifas de Trump

Trump citou um suposto déficit comercial dos EUA com o Brasil; entretanto, dados oficiais do governo brasileiro mostram superávit para os EUA. — Foto: Getty Images via BBC

Lula diz que ‘qualquer medida de elevação de tarifas de forma unilateral será respondida à luz da Lei brasileira de Reciprocidade Econômica’.

O governo brasileiro está calculando os próximos passos de sua resposta ao anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que produtos do Brasil exportados para o mercado americano serão submetidos a taxação adicional de 50% a partir de 1º de agosto.

Em entrevista na noite de quinta-feira (10/07) ao Jornal Nacional, da TV Globo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que a primeira etapa da reação será a formação de um grupo de empresários brasileiros de setores com grandes volumes de exportação para os EUA, como produtores de suco de laranja e aço, além da Embraer.

A ideia é diagnosticar as consequências do aumento das tarifas e buscar soluções, como a procura por novos mercados estrangeiros.

Além disso, Lula afirmou que o Brasil vai buscar uma avaliação da Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre a situação.

“A partir daí, se não houver solução, nós vamos entrar com a reciprocidade já a partir do 1º de agosto, quando ele começa a taxar o Brasil”, disse o presidente à TV Globo.

Afinal, o que é a lei da reciprocidade, citada por Lula como uma possível resposta a Trump?

Sancionada pelo presidente brasileiro em abril, a Lei brasileira de Reciprocidade Econômica autoriza o governo a retaliar países ou blocos que imponham barreiras comerciais a produtos brasileiros.

Na época da entrada em vigor, a lei foi apresentada como uma “ação estratégica” frente às tarifas impostas a dezenas de nações pelo governo Trump, em abril.

Entre as medidas possíveis, o Brasil poderia impor restrições e sobretaxas na importação de bens e serviços, suspender acordos ou obrigações comerciais e, em casos excepcionais, suspender direitos de propriedade intelectual, como reconhecimento de patentes ou pagamento de royalties.

A lei determina ainda que “consultas diplomáticas serão realizadas com vistas a mitigar ou anular os efeitos das medidas e contramedidas”.

Apesar de a lei oferecer instrumentos legais para que o Poder Executivo, em coordenação com o setor privado, adote “contramedidas” em resposta a “medidas unilaterais que impactem negativamente a competitividade internacional brasileira”, uma retaliação do Brasil pode provocar uma escalada na guerra comercial.

“A resposta mais óbvia, a retaliação, viria com o Brasil impondo tarifas recíprocas ou semelhantes a produtos americanos”, diz à BBC News Brasil o especialista em relações Brasil-EUA Carlos Gustavo Poggio, professor de Relações Internacionais da universidade Berea College, no Estado americano do Kentucky.

“Mas esta não seria a melhor resposta”, avalia Poggio.

Ao comentar sobre as chances do Brasil de medir forças com os EUA, Poggio compara: “É Davi contra Golias”.

“Os EUA são um parceiro muito mais importante para o Brasil do que o Brasil é para os EUA em termos do comércio como um todo. Então, a capacidade que o Brasil tem [de retaliar] é muito limitada”, avalia.

Na carta endereçada a Lula, em que anunciou a intenção de taxar as exportações brasileiras, Trump avisou que “se por qualquer motivo você decidir aumentar suas tarifas, então qualquer que seja o número escolhido para aumentá-las, ele será adicionado aos 50% que cobramos”.

Segundo Poggio, uma retaliação pura e simples por parte do governo brasileiro seria apenas uma questão simbólica que acabaria prejudicando o Brasil também.

“Porém, não dá para ficar totalmente sem resposta [ao anúncio de Trump]”, pondera.

Uma outra maneira de responder, segundo o analista, seria tentar fazer pressão sobre os setores específicos mais ligados ao comércio brasileiro e buscar contato com a sociedade civil americana, como parlamentares e empresários — “e ver se isso consegue chegar a Trump”.

“Trump só escuta empresários americanos que eventualmente liguem pra ele e falem ‘isso está nos prejudicando'”, observa.

Outra opção, sugere Poggio, seria tentar algum tipo de pressão regional, unindo-se a outros países, como o México.

‘O Brasil está sendo sancionado pelos EUA, assim como Irã, Venezuela ou Rússia’

Os EUA são o segundo principal destino das exportações totais brasileiras, atrás da China, e o principal destino das exportações brasileiras de produtos manufaturados.

A nova taxa representa um aumento significativo em relação aos 10% anunciados pelos EUA em 2 de abril.

Produtos como aço, petróleo, aeronaves, celulose, café, carne e suco de laranja estão entre as principais exportações brasileiras para os EUA, segundo dados do governo, e esses setores poderiam ser os mais afetados.

Entre os mais importados pelo Brasil dos EUA estão motores e máquinas não elétricos, óleos combustíveis e brutos de petróleo, aeronaves e gás natural.

O Brasil poderia redirecionar seus produtos para outros mercados, como a China.

Mas, enquanto as exportações para a China são focadas em commodities, a pauta para os EUA é mais diversificada e com valor agregado mais alto.

Entre as justificativas para as novas tarifas, Trump citou um suposto déficit comercial dos EUA com o Brasil. No entanto, dados oficiais do governo brasileiro mostram superávit para os EUA.

Em sua nota em resposta, Lula disse que “é falsa a informação, no caso da relação comercial entre Brasil e Estados Unidos, sobre o alegado déficit norte-americano”.

“As estatísticas do próprio governo dos Estados Unidos comprovam um superávit desse país no comércio de bens e serviços com o Brasil da ordem de US$ 410 bilhões ao longo dos últimos 15 anos”, diz a nota.

As justificativas de Trump para o anúncio não são meramente comerciais. Sua carta cita uma suposta perseguição que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estaria sofrendo no Brasil, onde é alvo de processo criminal no Supremo Tribunal Federal (STF) sob a acusação de liderar uma tentativa de golpe de Estado.

A carta de Trump também menciona decisões do STF com “centenas de ordens de censura secretas e ilegais para plataformas de mídias sociais dos EUA, ameaçando-as com milhões de dólares em multas e expulsão do mercado brasileiro de mídias sociais”.

A decisão de Trump foi recebida com surpresa no Brasil e nos EUA. O economista americano Paul Krugman, vencedor do Nobel de Economia em 2008, disse que a carta “marca um novo rumo” das políticas tarifárias, descritas por ele como “megalomaníacas”.

Os principais veículos da imprensa americana também repercutiram a carta. O jornal The Washington Post afirmou que o anúncio mostra como questões pessoais, e não simplesmente econômicas, norteiam o uso de tarifas comerciais por Trump.

Na quarta-feira, o Ministério das Relações Exteriores convocou duas vezes o encarregado de negócios da Embaixada dos Estados Unidos, Gabriel Escobar, para prestar esclarecimentos.

A convocação é uma medida séria em relações internacionais e uma demonstração de desagrado com a outra nação.

A embaixadora Maria Luisa Escorel, secretária da América do Norte e Europa do Itamaraty, informou que o Brasil devolveria a carta, considerada por ela como ofensiva e contendo afirmações inverídicas e erros factuais.

Poggio, do Berea College, considera este um dos pontos mais baixos nos 200 anos de relações bilaterais entre Brasil e EUA e classifica as ações anunciadas por Trump como uma sanção ao Brasil.

“O nome que se dá a medidas coercitivas econômicas para fins políticos é sanção”, afirma.

“O Brasil está sendo sancionado pelos EUA, assim como Irã, Venezuela ou Rússia. Com a diferença que o Brasil é uma democracia e é um aliado histórico dos EUA, um país amigo dos EUA.”

 

Fonte: BBC e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/07/2025/10:03:06

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Tarifaço: veja os países e as novas taxas anunciadas por Trump em cartas a chefes de Estado

O presidente dos EUA, Donald Trump, mandou cartas a países avisando sobre a taxação de produtos — Foto: Ken Cedeno/Reuters

Presidente dos EUA estendeu o prazo para a retomada das chamadas ‘tarifas recíprocas’. Nesta segunda (7), ele enviou cartas a 14 países anunciando taxas de 25% a 40% sobre importações, com início em 1º de agosto. Outras nações ainda devem ser notificadas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou nesta segunda-feira (7) cartas para notificar 14 parceiros comerciais. Nos documentos, ele definiu tarifas mínimas sobre produtos importados, que variam entre 25% e 40%, com validade a partir de 1º de agosto.

Segundo a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, “haverá cartas adicionais nos próximos dias”.

Veja abaixo os países que receberam os documentos e as taxas anunciadas por Trump até o momento:

África do Sul: 30%
Bangladesh: 35%
Bósnia e Herzegovina: 30%
Cambodja: 36%
Cazaquistão: 25%
Coreia do Sul: 25%
Indonésia: 32%
Japão: 25%
Laos: 40%
Malásia: 25%
Myanmar: 40%
Sérvia: 35%
Tailândia: 36%
Tunísia: 25%

A elevação das tarifas sobre os produtos desses países acende novamente um alerta em relação à guerra comercial de Trump. O republicano vem tentando firmar acordos com seus parceiros comerciais — mas, até agora, chegou a um entendimento prévio com apenas três países.

A entrega das cartas é mais uma tentativa de pressionar as nações pela conclusão de acordos. Além do envio aos chefes de Estado, os documentos foram publicados pelo republicano em seu perfil na rede Truth Social. (leia mais abaixo)

Nesta segunda-feira, o presidente dos EUA também assinou um decreto que adiou oficialmente para 1º de agosto a data de retomada de seu tarifaço. A previsão era que as chamadas “tarifas recíprocas”, que atingiram mais de 180 países, voltassem a valer nesta quarta-feira (9).

Questionado se o prazo é definitivo, Trump respondeu: “Eu diria que sim, mas não 100% definitivo. Se eles [os países] ligarem e disserem que gostariam de tentar algo diferente, estaremos abertos a isso.”

Trump já havia antecipado neste domingo (6) que os EUA enviariam cartas a seus parceiros comerciais, especificando os valores de taxas que esses países teriam de pagar caso não negociassem acordos com a maior economia do mundo.

As cartas enviadas aos países seguem um padrão semelhante: Trump afirma que o gesto representa uma demonstração da “força e do compromisso” dos EUA com seus parceiros e destaca o interesse em manter as negociações, apesar do déficit comercial significativo.

“A partir de 1º de agosto de 2025, cobraremos do Japão uma tarifa de apenas 25% sobre todos os produtos japoneses enviados aos Estados Unidos, separadamente de todas as tarifas setoriais”, informa a carta enviada ao primeiro-ministro japonês, Ishiba Shigeru.

“Entenda que os 25% são muito menos do que o necessário para eliminar a disparidade do déficit comercial que temos com seu país. Como é do seu conhecimento, não haverá tarifa se o Japão, ou empresas de seu país, decidirem construir ou fabricar produtos dentro dos Estados Unidos”, continua a carta, destacando que os EUA se comprometem a obter as aprovações necessárias de forma rápida.

“Se, por qualquer motivo, vocês decidirem aumentar suas tarifas, qualquer valor que escolherem será adicionado aos 25% que cobramos”, acrescenta Trump no texto.

As cartas enviadas aos demais líderes repetem integralmente o conteúdo da mensagem destinada ao primeiro-ministro japonês — com tarifas mínimas sobre produtos importados específicas para cada país.

Trégua tarifária é prorrogada

O envio das cartas com a nova data de 1º de agosto confirma a prorrogação da suspensão das chamadas “tarifas recíprocas”, concedendo mais três semanas para a negociação de acordos bilaterais que evitem o tarifaço anunciado em abril.

A suspensão de 90 dias das tarifas impostas pelo republicano iria expirar nesta quarta (9). Até agora, Washington firmou apenas acordos limitados com o Reino Unido e o Vietnã. Trump também confirmou um acordo com a China, mas os termos ainda estão sendo avaliados pelos dois lados. A maioria dos países ainda tenta evitar as tarifas anunciadas, que podem variar entre 10% e 50%.

A União Europeia tenta fugir sobretaxas em áreas como agricultura, tecnologia e aviação, mas ainda enfrenta entraves nas negociações com os EUA. Segundo a Reuters, a expectativa é que o bloco não receba uma carta dos EUA estabelecendo tarifas mais altas.

Japão, Índia, Coreia do Sul, Indonésia, Tailândia e Suíça também correm contra o tempo para apresentar concessões de última hora.

Trump também aumentou a ofensiva contra o Brics, grupo de países emergentes que inclui o Brasil, a Rússia, a China, a Índia, a África do Sul, os Emirados Árabes Unidos, o Egito, a Arábia Saudita, a Etiópia, a Indonésia e o Irã.

Também no domingo (6), o republicano afirmou que vai impor uma tarifa adicional de 10% a “qualquer país que se alinhar às políticas antiamericanas do Brics”.

Ainda não há informações sobre quais países serão taxados. Trump também não esclareceu o que considera “políticas antiamericanas” em sua publicação. Autoridades do governo americano dizem que não há um decreto sendo escrito e tudo depende dos próximos passos do bloco.

O Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que “o uso de tarifas não serve a ninguém” e declarou que “se opõe ao uso de tarifas como ferramenta para coagir outros países”.

A Rússia também respondeu às declarações de Trump. “Vimos, de fato, essas declarações do presidente Trump, mas é muito importante destacar que a singularidade de um grupo como o Brics está no fato de que ele reúne países com abordagens e visões de mundo comuns sobre como cooperar com base em seus próprios interesses”, disse o porta-voz Dmitry Peskov.

Ele acrescentou que “essa cooperação dentro do Brics nunca foi e nunca será dirigida contra terceiros”.

A África do Sul seguiu a mesma linha. Para o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Chrispin Phiri, o Brics deve ser visto como um movimento em prol de um “multilateralismo reformado, nada mais”.

Segundo ele, “os objetivos do Brics são, principalmente, criar uma ordem global mais equilibrada e inclusiva, que reflita melhor as realidades econômicas e políticas do século 21”.

O Brasil ainda não se manifestou oficialmente.

Veja a carta na íntegra

Prezado Senhor Primeiro-Ministro:

É uma grande honra para mim enviar-lhe esta carta, pois ela demonstra a força e o compromisso de nosso relacionamento comercial, bem como o fato de que os Estados Unidos da América concordaram em continuar trabalhando com o Japão, apesar de terem um déficit comercial significativo com seu grande país. No entanto, decidimos seguir em frente com vocês, mas apenas com um comércio mais equilibrado e justo. Portanto, convidamos vocês a participar da extraordinária economia dos Estados Unidos, o maior mercado do mundo, de longe.

Tivemos anos para discutir nosso relacionamento comercial com o Japão e concluímos que devemos nos afastar desses déficits comerciais de longo prazo e muito persistentes, causados pelas políticas tarifárias e não tarifárias e pelas barreiras comerciais do Japão. Nosso relacionamento tem sido, infelizmente, longe de ser recíproco.

A partir de 1º de agosto de 2025, cobraremos do Japão uma tarifa de apenas 25% sobre todos os produtos japoneses enviados aos Estados Unidos, separadamente de todas as tarifas setoriais. Produtos transbordados para evitar uma tarifa mais alta estarão sujeitos à tarifa mais elevada. Por favor, entenda que os 25% são muito menos do que o necessário para eliminar a disparidade do déficit comercial que temos com seu país. Como é do seu conhecimento, não haverá tarifa se o Japão ou empresas dentro do seu país decidirem construir ou fabricar produtos dentro dos Estados Unidos — e, de fato, faremos todo o possível para obter aprovações de forma rápida, profissional e rotineira — ou seja, em questão de semanas.

Se, por qualquer motivo, vocês decidirem aumentar suas tarifas, qualquer valor que escolherem será adicionado aos 25% que cobramos. Por favor, entenda que essas tarifas são necessárias para corrigir muitos anos de políticas tarifárias e não tarifárias e barreiras comerciais do Japão, que causaram esses déficits comerciais insustentáveis contra os Estados Unidos. Esse déficit é uma grande ameaça à nossa economia e, de fato, à nossa segurança nacional!

Estamos ansiosos para trabalhar com você como nosso parceiro comercial por muitos anos. Se desejar abrir seus mercados comerciais, até agora fechados, para os Estados Unidos e eliminar suas políticas tarifárias, não tarifárias e barreiras comerciais, poderemos, talvez, considerar um ajuste nesta carta. Essas tarifas poderão ser modificadas, para cima ou para baixo, dependendo do nosso relacionamento com seu país. Você nunca se decepcionará com os Estados Unidos da América.

Presidente dos EUA, Donald Trump, envia carta ao presidente da Coreia do Sul impondo tarifas de 25% sobre produtos importados do país — Foto: Reprodução/Truth Social

 

Fonte: Redação g1 — São Paulo e Araçatuba e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/07/2025/18:41:26

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Musk pede impeachment de Trump e diz que programa da SpaceX será desativado

Elon Musk e Donald Trump na Casa Branca | Foto:REUTERS/Kevin

Elon Musk pediu o impeachment do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em meio a uma troca de farpas entre os dois bilionários, nesta quinta-feira (5).

“Sim”, Musk postou no X em resposta a outro usuário que escreveu: “Presidente vs. Elon. Quem ganha? Aposto no Elon. Trump deveria sofrer impeachment e JD Vance deveria substituí-lo”.

Em outra publicação, Musk escreveu: “Em vista da declaração do presidente sobre o cancelamento dos meus contratos governamentais, a @SpaceX começará a descomissionar sua nave espacial Dragon imediatamente”.

Tal medida poderia ter um efeito devastador sobre a Estação Espacial Internacional e a NASA.

De acordo com a SpaceX, a nave espacial Dragon é “a única nave espacial atualmente em operação capaz de retornar quantidades significativas de carga à Terra”, além de poder acomodar sete passageiros.

Ela é considerada crucial para o transporte de carga e pessoas para a Estação Espacial Internacional.

Foi uma cápsula Dragon da SpaceX que ajudou a retornar os dois astronautas da NASA que ficaram presos na Estação Espacial Internacional por nove meses devido a problemas com um veículo da Boeing.

A SpaceX não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

 

Fonte:cnnbrasil/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/06/2025/07:30:03

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

 




Do namoro ao divórcio: entenda como a relação entre Musk e Trump foi esfriando ao longo do tempo

Elon Musk e Donald Trump antes de lançamento da nave Starship, em 19 de novembro — Foto: Brandon Bell/Pool via AP

Bilionário ajudou presidente a voltar para a Casa Branca durante uma campanha cheia de holofotes. Por outro lado, saída do governo foi discreta e sem cerimônias.

Se Elon Musk foi peça-chave na vitória de Donald Trump nas eleições de 2024, sob os holofotes de uma campanha barulhenta, agora o bilionário se despede da Casa Branca de forma discreta.

Os 128 dias de Elon Musk no poder: relembre os principais atos e polêmicas do bilionário na Casa Branca

▶️ Contexto: a saída de Musk do comando do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE) foi confirmada na noite de quarta-feira (28). No governo, o bilionário ocupava um cargo especial — que, por lei, só pode durar 130 dias.

Musk deixou o comando do DOGE dois dias antes do prazo limite.
A saída veio um dia após ele criticar um projeto fiscal de Trump que pode elevar os gastos públicos.
No X, ele limitou-se a agradecer ao presidente pela oportunidade.
Segundo a agência Reuters, os dois não tiveram uma conversa formal antes da despedida.

↔️ Vaivém: a relação entre Trump e Musk é antiga, mas se intensificou no ano passado e foi marcada por reviravoltas.

Em março de 2024, Musk se reuniu com Trump. No X, ele negou que estivesse doando dinheiro para campanhas presidenciais. Meses depois, tornou-se o principal financiador dos republicanos, investindo mais de US$ 200 milhões.
Em maio de 2024, ele negou que ocuparia um cargo de conselheiro em eventual segundo mandato de Trump. Já em janeiro deste ano, foi nomeado chefe do DOGE.

⭐ Durante a campanha, Musk participou de comícios de Trump e virou astro entre os republicanos. Nas redes sociais, criticou os democratas e chegou a divulgar um vídeo falso em que a candidata Kamala Harris insultava Joe Biden.

Casamento

A união entre Musk e Trump foi sacramentada após as eleições presidenciais. Mesmo antes da vitória, Trump já exaltava o bilionário com frequência.

❤️‍🔥 Só amores: Nas redes sociais, Musk dizia que Trump era um “cara bom”, “forte” e que salvaria o país. O republicano retribuiu os afagos durante seu discurso da vitória, quando reservou alguns minutos para chamar o bilionário de “supergênio” e “um cara incrível”.

Dias depois da vitória nas eleições, o então presidente eleito confirmou que o Musk seria o chefe do DOGE.
Musk, por sua vez, dizia que a eleição era só o começo de suas ambições políticas.
Na posse de Trump, o bilionário fez um discurso acalorado e subiu ao palco comemorando. Naquele dia, ele causou polêmica ao fezer um gesto que foi comparado a uma saudação nazista.
No dia seguinte, Musk ameaçou retaliar senadores que não apoiassem os indicados de Donald Trump para compor o secretariado do governo. Segundo a revista “Time”, ele usaria seu poder financeiro para prejudicar os políticos nas próximas eleições.

👥 No início do governo, Musk apareceu várias vezes ao lado de Trump. Enquanto isso, o presidente o elogiava publicamente.

“Elon está fazendo um ótimo trabalho, ele está encontrando fraudes, corrupção e desperdícios tremendos”, disse Trump em fevereiro.

Crise e divórcio

Elon Musk e Donald Trump antes de lançamento da nave Starship, em 19 de novembro — Foto: Brandon Bell/Pool via AP
Elon Musk e Donald Trump antes de lançamento da nave Starship, em 19 de novembro — Foto: Brandon Bell/Pool via AP

Indícios de que a relação entre Trump e Musk estavam começando a azedar surgiram em abril. No início daquele mês, o site “Politico” afirmou que o bilionário iria deixar o governo nas próximas semanas e que a saída já havia sido acertada entre os dois.

🙅 Negação: Trump minimizou a reportagem do Politico e afirmou que Musk ficaria no governo pelo tempo que quisesse. Já o bilionário disse no X que o texto era uma notícia falsa.

Nos bastidores, o entorno do presidente já demonstrava incômodo com a imprevisibilidade do bilionário.
Aliados diziam que Musk havia se tornado “um fardo político” e ofuscava Trump com frequência.

🤷 Aceitação: Nas semanas seguintes, tanto Musk quanto Trump começaram a dar sinais de que a relação entre os dois estava chegando ao fim.

No dia 7 de abril, o jornal “The Washington Post” revelou que Musk estava pressionando Trump a reverter o “tarifaço” contra outros países.
O bilionário também criticou publicamente Peter Navarro, assessor de Trump visto como arquiteto do plano tarifário, chamando-o de imbecil.
No mesmo período, o irmão do bilionário, Kimbal Musk, foi às redes sociais criticar a medida, afirmando que Trump estava se tornando o presidente com os impostos mais altos em anos.
No fim do mês, o presidente repetiu que Musk poderia ficar no governo o tempo que quisesse, mas afirmou que ele queria “voltar para casa”.

💔 Término: a saída oficial de Musk do governo foi precedida por críticas públicas do bilionário a um plano fiscal de Trump, que segundo ele prejudicaria seu trabalho no DOGE e custaria caro.

Segundo a agência Reuters, a saída de Musk do governo foi “rápida e sem cerimônias”.
Fontes da Casa Branca disseram que o bilionário não conversou com o presidente antes de deixar o cargo.
Chamou atenção o fato de Musk ter deixado o cargo dois dias antes do prazo legal para funções especiais, de 130 dias.
No X, Musk escreveu: “Gostaria de agradecer ao presidente Donald Trump pela oportunidade de reduzir gastos desnecessários”.
Na quinta-feira (29), repostou a publicação de um usuário que dizia que a mídia tentaria convencer que ele e Trump não eram mais amigos.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o governo agradecia o trabalho de Musk, mas não quis comentar sua saída. Já Trump usou uma rede social para afirmar que o bilionário não está deixando o governo de fato, já que continuará “sempre” ajudando.

 

Fonte: Wesley Bischoff, g1 — São Paulo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/05/2025/07:23:36

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com