Ibama desmantela esquema de madeira ilegal em Castelo de Sonhos e Uruará no PA: multas ultrapassam R$ 15 mi

Multas também foram aplicadas por descumprimento de embargos ambientais – Foto: divulgação/Ibama

Ação ocorreu em Altamira e Uruará, com condução do Grupo de Combate ao Desmatamento da Amazônia (GCDA).

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) desarticulou um esquema de processamento, armazenamento e transporte de madeira de origem ilegal no estado do Pará. As ações de fiscalização ocorreram nos municípios de Altamira, no distrito de Castelo de Sonhos, e Uruará, e resultaram na aplicação de multas que somam mais de R$ 15 milhões, decorrentes de autuações em serrarias irregulares e do descumprimento de embargos ambientais.

A operação foi conduzida pelo Grupo de Combate ao Desmatamento da Amazônia (GCDA) e envolveu o fechamento de empreendimentos irregulares, a apreensão de milhares de metros cúbicos de madeira e a demolição de estruturas clandestinas utilizadas para a atividade ilegal.

Serraria irregular em Castelo de Sonhos

Em agosto de 2025, uma serraria localizada no distrito de Castelo de Sonhos, em Altamira, foi alvo de fiscalização do Ibama. O empreendimento operava sem licença ambiental e utilizava madeira sem comprovação de origem legal. O responsável foi identificado e multado em R$ 2 milhões. Na ocasião, cerca de 8 mil m³ de madeira foram apreendidos e doados a municípios da região, e a serraria teve suas atividades embargadas.

Durante nova vistoria, realizada em dezembro de 2025, os agentes constataram que a atividade ilegal havia sido retomada, em total descumprimento do embargo administrativo. No local, foram encontrados 155 m³ de madeira em tora e 253 m³ de madeira serrada armazenados no pátio. Diante da reincidência, foi aplicada nova multa no valor de R$ 122 mil, além da demolição das estruturas, medida prevista na legislação ambiental para impedir a continuidade do dano.

Há fortes indícios de que a madeira apreendida tenha sido extraída ilegalmente da Terra Indígena Baú e da área da Base Aérea da Serra do Cachimbo, ambas localizadas no Pará.

Fiscalização de serrarias em Uruará

O Ibama também realizou fiscalização em quatro serrarias no município de Uruará, onde foram identificadas evidências de processamento e armazenamento de madeira ilegal, inclusive com indícios de “esquentamento” de produtos florestais provenientes de terras indígenas e unidades de conservação, especialmente da Terra Indígena Cachoeira Seca.

Durante as vistorias, foram constatadas divergências entre os volumes de madeira declarados nos sistemas oficiais de controle ambiental e o saldo físico existente nos pátios das empresas. Três serrarias operavam apenas com licença de operação e utilizavam madeira sem comprovação de origem legal, enquanto uma funcionava de forma irregular.

Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 4,3 mil m³ de madeira em tora e 1,1 mil m³ de madeira serrada. As atividades das empresas foram suspensas nos sistemas oficiais de controle ambiental até a comprovação da regularidade. Parte da madeira foi destinada à doação, e outra parte inutilizada.

As ações resultaram em:

*três empresas autuadas por operar atividade potencialmente poluidora em desacordo com a licença ambiental;
*uma empresa autuada por lançamento de resíduos madeireiros e pó de serra a céu aberto;
*uma empresa autuada por descumprimento de embargo.

As multas aplicadas nessa etapa somam R$ 13,7 milhões. As infrações estão previstas no Decreto Federal nº 6.514/2008.

Ação conjunta Ibama e PRF na BR-230

Em operação conjunta com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Ibama abordou caminhões no km 852 da BR-230 (Rodovia Transamazônica), no município de Uruará. Os veículos transportavam 156 m³ de madeira serrada beneficiada sem a documentação ambiental obrigatória.

Fiscalização abrange toda a cadeia produtiva da madeira – Foto: divulgação/Ibama
Fiscalização abrange toda a cadeia produtiva da madeira – Foto: divulgação/Ibama

A madeira foi apreendida e destinada à doação. Os caminhões também foram apreendidos e ficaram sob responsabilidade dos condutores, na condição de depositários. A infração configura violação ao artigo 36 da Lei nº 12.651/2012 (Código Florestal), que exige licença ambiental válida para o transporte e armazenamento de produtos florestais de espécies nativas.

Combate à ilegalidade na cadeia produtiva da madeira

As ações de fiscalização do Ibama, realizadas ao longo de toda a cadeia produtiva da madeira, têm como objetivo identificar e responsabilizar os envolvidos em atividades ilegais, coibir o processamento, o armazenamento, a comercialização e o transporte de madeira sem origem legal, além de impedir a geração de créditos fraudulentos nos sistemas oficiais de controle ambiental.

A demolição de estruturas clandestinas busca inviabilizar a reincidência dessas práticas e interromper a continuidade do dano ambiental em regiões historicamente pressionadas pelo desmatamento ilegal.

Fonte: GOV BR e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/01/2026/09:25:15

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Jovem de 24 anos morre a caminho da escola após se envolver em grave acidente de moto na BR-230

Jovem morre em grave acidente de moto na BR-230, entre Medicilândia e Uruará (PA)-  (Foto> Reprodução)

Um jovem identificado como Jailson Santos de Araújo, de 24 anos, natural de Medicilândia (PA), morreu na noite da última quinta-feira (30/10) após se envolver em um grave acidente de moto na Rodovia Transamazônica (BR-230).

O corpo de Jailson foi encontrado já sem vida às margens da estrada, na madrugada desta sexta-feira (31), nas proximidades da Vila do Alvorada (km 140), zona rural do município de Uruará. Segundo informações, o motociclista usava capacete no momento do acidente.

Relatos apontam que o jovem residia no travessão do Zero e havia se deslocado até a Vila do km 140 para estudar. O acidente teria ocorrido no retorno para casa.

As circunstâncias da tragédia ainda não foram esclarecidas. O corpo foi removido para o necrotério municipal de Uruará e, em seguida, liberado aos familiares para os procedimentos fúnebres.

A Polícia Civil deverá instaurar inquérito para investigar as causas do acidente.

Jailson Santos de Araújo, de 24 anos, natural de Medicilândia (PA) - *(Foto>Reprodução)
Jailson Santos de Araújo, de 24 anos, natural de Medicilândia (PA) – *(Foto>Reprodução)

Fonte: com informações do Gazeta Real e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/11/2025/08:46:41

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Carro com cinco pessoas sai da pista e cai em área de mata no sudoeste do Pará

Foto:Reprodução | O acidente ocorreu na tarde de sexta-feira (3/10), no quilômetro 170 da rodovia, e deixou três pessoas gravemente feridas, entre elas duas crianças.

Um carro com cinco pessoas da mesma família saiu da pista e caiu em uma área de mata às margens da BR-230, a Transamazônica, entre os municípios de Uruará e Medicilândia, no sudoeste do Pará. O acidente ocorreu na tarde de sexta-feira (3/10), no quilômetro 170 da rodovia, e deixou três pessoas gravemente feridas, entre elas duas crianças.

De acordo com informações publicadas pelo site Confirma Notícia, o veículo seguia em direção a Uruará quando o motorista perdeu o controle da direção, fazendo o carro sair da estrada e parar em meio à vegetação às margens da pista. No automóvel estavam três adultos e duas crianças. O condutor e as crianças tiveram ferimentos graves, e uma delas, de 11 anos, sofreu uma fratura em um dos braços.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado por motoristas que passavam pelo local e realizou o resgate das vítimas, encaminhando os feridos ao Hospital Municipal de Uruará. Funcionários de uma concessionária de energia que transitavam pela rodovia também auxiliaram no socorro.

Moradores relataram que as vítimas residem na altura do quilômetro 147 da Transamazônica, na zona rural de Uruará. As causas do acidente estão sendo investigadas pela Polícia Civil.

 

Fonte: Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/10/07:00:00

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Indígenas liberam temporariamente a BR-230 em Miritituba após 12 dias de protesto

(Foto:Reprodução) – Lideranças indígenas anunciaram na manhã deste sábado (5) a liberação temporária da BR-230, a Rodovia Transamazônica, no distrito de Miritituba, em Itaituba, sudoeste do Pará. Segundo os manifestantes, o tráfego foi retomado às 10h e deve permanecer liberado até a madrugada de domingo (6), sem horário definido para possível novo bloqueio.

O protesto, liderado por indígenas da etnia Munduruku, chegou ao 12º dia neste sábado. A mobilização teve início em 25 de março, com o bloqueio total da rodovia em manifestação contra a Lei 14.701/2023, que trata da demarcação e gestão de terras indígenas. Os indígenas alegam que a nova legislação enfraquece a proteção de seus territórios, facilita a mineração e reduz o poder de veto das comunidades tradicionais.

Nos primeiros dias, o bloqueio provocou extensos congestionamentos, com a via sendo parcialmente liberada apenas no final das tardes.

Apesar da liberação temporária, as lideranças não informaram se há negociações em andamento nem indicaram o encerramento do protesto. A BR-230 é uma das principais rotas de transporte da região, essencial para o escoamento da produção agrícola e o tráfego de passageiros.

Fonte: Portal Giro

Fonte:Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/04/2025/08:38:13

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TRANSAMAZÔNICA – Cratera na BR-230 causa acidente e DNIT começa a intervir no local

Homens do DNIT chegaram ao local do afundamento da rodovia após o acidente na manhã desta segunda-feira. (Foto:Reprodução)

Mesmo sob chuva, no início da manhã desta segunda-feira (13), uma equipe de uma empreiteira do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte) começou a se movimentar para resolver o problema de uma cratera que começou a abrir há alguns dias na BR-230, entre as folhas 32 e 33, e piorou neste final de semana, com as fortes chuvas que castigam a cidade.

No domingo (12), com o alargamento do buraco, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) colocou cones no local para alertar os condutores e evitar acidentes. Mas não foi suficiente. Na manhã desta segunda-feira, com o grande fluxo de veículos passando pelo local (sentido Nova Marabá-Cidade Nova), dois acidentes leves foram registrados.

Mateus Luís, motorista de um Polo branco foi um dos envolvidos. Uma camionete Hillux bateu atrás dele e causou um engarrafamento no perímetro. Mateus concedeu entrevista à Reportagem do CORREIO e ponderou que o acidente tenha ocorrido em função de o trânsito estar restrito a meia pista. “Eu freei para não bater, mas o carro que vinha atrás acabou tocando na traseira do meu. As autoridades precisam resolver esse problema o quanto antes, para que não haja mais acidentes aqui”, disse ele.

Há pouco mais de um ano, a Prefeitura de Marabá trocou as manilhas de uma galeria por outras mais largas. Por essa galeria passa um enorme volume de água oriunda das partes mais altas do complexo e que segue rumo à Folha 33.

O surgimento do problema se manifesta justamente neste período de chuvas fortes e demoradas em Marabá, quando todas as galerias de água estão sofrendo grandes demandas.

No inverno passado, depois que a obra já estava pronta, houve um primeiro afundamento e a Prefeitura de Marabá realizou uma intervenção no local. Agora, o DNIT chamou para si a responsabilidade para tentar resolver o problema definitivamente.

A equipe do DNIT que estava no local não soube precisar quanto tempo será necessário para realização da obra no local, principalmente em função da chuva, que atrapalha o trabalho a ser executado. Enquanto isso, o trânsito no perímetro segue em meia pista, causando engarrafamento em algumas horas do dia, necessitando ainda de cuidado redobrado dos condutores.

Fonte:Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/01/2025/04:03:18

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Transamazônica está intrafegável e lamaçal deixa motoristas em risco na via; VÍDEO

Transamazônica tem trechos intrafegáveis depois de fortes chuvas no fim de semana, na região sudoeste do Pará. — (Foto: Inverno na Transamazônica)

Transamazônica: trecho de 160 km da rodovia está intrafegável e lamaçal deixa motoristas em risco na via

A BR-230, a rodovia Transamazônica, tem trechos intrafegáveis depois de fortes chuvas no fim de semana, na região sudoeste do Pará. Motoristas que transportam cargas e passageiros estão enfrentando muitas dificuldades.

Nesta terça-feira (7), no trecho de 60 km entre as cidades de Uruará e Placas, até caminhonetes com tração tiveram dificuldades para passar pelo lamaçal. Entre km 194 e o km 205, um dos mais críticos, uma patrol e um trator de uma empresa que presta serviço ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) foram usados para ajudar os motoristas que estão impedidos de continuar a viagem puxando os veículos atolados.

Veja o vídeo abaixo:

https://twitter.com/i/status/1877068467054035245

Cooperativas que fazem o transporte de passageiros e encomendas suspenderam a operação na rodovia, no trecho entre Uruará e Placas, provisoriamente. Os veículos deverão fazer outra rota pela PA 370 com destino à Santarém ou Rurópolis para desviar dos atoleiros e evitar prejuízos.

Entre km 194 e o km 205, um dos mais críticos, uma patrol e um trator de uma empresa que presta serviço ao Dnit foram usados para ajudar os motoristas — Foto: Inverno Amazônico
Entre km 194 e o km 205, um dos mais críticos, uma patrol e um trator de uma empresa que presta serviço ao Dnit foram usados para ajudar os motoristas — Foto: Inverno Amazônico

Lamaçal

As dificuldades são maiores entre as cidades de Uruará e Placas e também até Rurópolis. São cerca de 160 km de pontos críticos.

O início do período chuvoso tem sido difícil para quem trafega pela rodovia. Os motoristas se arriscam na estrada escorregadia. Alguns usam enxadas para tentar abrir passagem.

São horas de espera e várias tentativas de retirar os carros e ônibus da lama. Tem gente que passa a noite na estrada porque não consegue superar os atoleiros.

Com as chuvas mais intensas na região os trechos da rodovia que não tem asfalto já começam a ficar intrafegáveis por causa da lama e dos buracos. E isso afeta diretamente o transporte de cargas e passageiros.

De acordo com os motoristas, não há máquinas trabalhando na manutenção da rodovia o que tem prejudicado ainda mais a trafegabilidade.TRANSAMAZONI

Fonte:G1/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/01/2025/06:03:18

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Ex-morador de Alvorada da Amazônia, tem livramento na BR-163, no Pará com acidente entre carretas

Foto: Reprodução | A densa poeira no local teria causado o acidente.

Nesta última segunda-feira, 28 de outubro de 2024, um acidente envolvendo duas carretas foi registrado na transamazônica(BR-230), próximo a comunidade Campo Verde, no KM 30. “Índio”, ex-morador de Alvorada da Amazônia e uma das testemunhas do ocorrido, afirmou que conseguiu desviar seu carro a tempo, enquanto as carretas colidiram. “Um verdadeiro Livramento”

Ele parou para ajudar as vítimas, que sofreram ferimentos leves. A esposa do motorista sofreu um ferimento na perna, mas sem gravidade. Ambos foram atendidos e estão fora de perigo, segundo informou Índio à reportagem do Jornal Folha do Progresso apenas danos materiais.

A provável causa do acidente foi a densa poeira, que prejudicou a visibilidade do motorista no momento. A rodovia precisou ser interditada, já que o e veículos bloquearam a pista.

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Fonte: Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/10/2024/12:47:10

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Indígenas ocupam DNIT e pedem paralisação de obras na BR-230

Indígenas Parakanã fizeram manifestação e ocupação na sede do DNIT, em Marabá – Foto: Luciana Araújo

Eles cobram do DNIT e Governo Federal a realização das compensações acordadas, que visam reduzir os danos causados pela obra

No início da tarde desta segunda-feira, 2, um grupo de indígenas da Terra Indígena (TI) Parakanã esteve na sede do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), para reivindicar as compensações prometidas pelo governo federal, no que diz respeito às obras de pavimentação realizadas na rodovia BR-230, na região do município de Novo Repartimento.

Faltando 8 quilômetros para a conclusão da obra, o receio dos indígenas é de que após sua conclusão, o cumprimento do acordo demore ainda mais para ser realizado.
A reportagem do Correio de Carajás foi a primeira equipe de Imprensa a chegar no local e conversou com os indígenas e seus advogados.

Apesar de carregarem arco e flecha, bastões e lanças – além de pintura corporal característica – o clima da manifestação era pacifico. Foram eles que informaram à reportagem que sua liderança, o cacique, estava reunido com representantes do DNIT e Governo Federal.

O assunto, que é de interesse público, foi tratado a portas fechadas, pois o DNIT não permitiu a presença da Imprensa no local da reunião. Do lado de fora, por sua vez, os indígenas expuseram suas demandas e preocupações para a reportagem do CORREIO.

“Pedimos carro, caminhão, mas não saiu nada. Por isso viemos para cá”, compartilha Tearoa Parakanã e acrescenta que seu povo quer melhorias para a TI.

“O DNIT prometeu muitas coisas para nós, mas até agora não saiu nada”, desabafa um dos indígenas do grupo e complementa que eles vão permanecer no local até serem atendidos.

SOLICITAÇÕES

O Correio de Carajás teve acesso a uma carta aberta enviada pelas lideranças indígenas, para as autoridades públicas competentes. Nela é feito o pedido veemente de que as obras na BR 230 – no trecho que corta o limite da reserva indígena Parakanã – sejam paralisadas imediatamente, até que sejam cumpridas ou, pelo menos, licitadas algumas condicionantes do Plano Básico Ambiental (PBA).

As reivindicações imediatas listadas são: conclusão do processo de licitação dos poços artesianos até fevereiro de 2024; conclusão do processo de licitação da empresa consultora do PBA até fevereiro de 2024; abertura imediata dos ramais referentes aos novos aldeamentos criados durante esse período de mora do DNIT e inclusão dessas aldeias como beneficiárias das condicionantes do PBA; entrega imediata dos caminhões com as devidas obrigações acessórias, as quais o DNIT se comprometeu a arcar e realização imediata de ações de proteção territorial no Território Parakanã.

COMPENSAÇÃO

No DNIT, o Correio de Carajás conversou com os advogados Marcone Walvernaque Nunes Leite, que representa o grupo Maroxewara, da TI Parakanã, e com Israel Lima Ribeiro, representante da aldeia Paranatinga, da mesma terra indígena.
Advogados Marcone Leite e Israel Ribeiro representam grupos da TI Parakanã

À reportagem eles frisam que o povo Parakanã busca que o governo federal, através do DNIT, cumpra as obrigações assumidas com os indígenas, e já listadas por este CORREIO. Na carta aberta, fica claro o descontentamento dos indígenas com a maneira que o DNIT conduz a pauta.

“O povo Parakanã manifesta sua insatisfação às autoridades competentes, uma vez que, ao passo que a obra impacta negativamente no território e repercute negativamente na vida deste povo, as mitigações não vêm acontecendo”.

Marcone aponta que as reivindicações são legítimas e aponta a falha do governo federal em não solucioná-las. “Foi atendida uma parcela ínfima disso, que foi a parte das estradas internas e algumas pontes que foram feitas”, salienta.

Além disso, o poder de resolução dos representantes do DNIT, em Marabá, é limitado, sinaliza o advogado dos Maroxewara. Por isso é relevante que o povo Parakanã deixe marcada a intenção de negociar e encontrar uma solução para a contenda.

Caso a obra finalize e as reivindicações não sejam atendidas, as negociações ficarão muito mais difíceis, frisam os advogados.

HISTÓRICO E IMPACTOS

Para além de não receberem as melhorias acordadas, os indígenas amargam os prejuízos causados pela obra. Os açaizais que existem à beira da rodovia foram alagados após a operação de terraplanagem na BR-230. A plantação está morrendo, afirma Marcone Leite.

Indo além, a energia elétrica, por exemplo, é um dos recursos que nunca chegou para esse povo, ainda que o ‘linhão’ da Eletronorte passe dentro delas. A fonte de energia dessa população advém de placas solares do tipo rural.

A pauta reivindicada remonta do ano 2016, quando foram firmadas entre o DNIT e o Povo Parakanã as condicionantes relativas ao PBA da pavimentação da BR-230, a serem cumpridas durante a realização das obras. A intenção era de abrandar os impactos ambientais que a realização das obras ocasionaria naquela TI.

Ao longo desses sete anos, as obras caminharam enquanto o cumprimento das condicionantes do PBA permanece paralisado e limitado a manutenção das estradas de acesso, relata um trecho da carta aberta. Para os Parakanã, este é um percentual ínfimo das inúmeras condicionantes acordadas no PBA.

E os indígenas não passaram ilesos dos impactos causados pela obra e estão repercutindo a todo vapor na TI Parakanã, como por exemplo as constantes invasões de caçadores e madeireiros que tiveram o acesso facilitado ao território Parakanã.

“Visto isso, o povo Parakanã manifesta sua insatisfação às autoridades competentes, uma vez que, ao passo que a obra impacta negativamente no território e repercute negativamente na vida deste povo”, diz trecho da carta.

Vinte e nove aldeias e cerca de 1.600 indígenas integram a Terra Indígena Parakanã.

(Luciana Araújo e Ulisses Pompeu)

Fonte:correiodecarajas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/10/2023/07:38:48

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Motociclista morre após colisão de duas motocicletas na BR-230

Motos envolvidas no acidente – Foto: Reprodução

O outro motociclista foi encaminha para o HRPT em estado grave

Uma mulher morreu após sofrer um grave acidente na BR-230, em Anapu, no sudoeste do Pará, na noite deste domingo (6). A colisão entre duas motos aconteceu por volta das 19h, quando a vítima retornava da Vila Nazaré, que fica cerca de 15 km da cidade.

Um parente da vítima relatou que ela estava voltando da vila, onde tem outros parentes e costuma visitá-los, além de fazer trabalhos de evangelização, e sempre retornava cedo por conta do perigo de circular na rodovia altas horas da noite. Ninguém sabe ao certo como a colisão aconteceu.

A vítima foi atingida quando estava a cerca de 5 km de Anapu. Um motorista teria relatado que uma ultrapassagem irregular feita pelo outro condutor provocou a colisão e no choque a Claudiene da Cruz Kleme foi arremessada para a lateral da pista.

A violência da batida provocou ferimentos graves na vítima que bateu a cabeça com força no chão e quando foi socorrida por populares já estava sem vida. O outro motociclista não foi identificado, ele também foi arremessado e ficou no chão até a chegada da ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

O homem recebeu os primeiros atendimentos ainda no local e em seguida foi levado para o hospital, mas seu estado era muito grave e ainda na noite de domingo (6) ele foi transferido para um leito no Hospital Regional Público da Transamazônica, em Altamira. Casada, a vítima deixa uma filha adolescente. Policiais militares de Anapu atenderam à ocorrência. O caso é investigado pela delegacia do município.

 

Fonte:Confirma Notícia  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/08/2023/17:23:46

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Poeira intensa na Transamazônica resultou em acidente neste domingo

A colisão aconteceu na rodovia entre Uruará e Medicilândia, sudoeste do Pará (Foto|Reprodução)

poeira na Transamazônica resulta em grave acidente

Poeira tem tirado o sono dos motoristas e condutores que precisam trafegar pela BR-230 (Transamazônica), principal via que interliga o sudeste e o sudoeste paraense

Motoristas que precisam transitar pela rodovia Transamazônica (BR-230), principalmente nos trechos que interligam as cidades do sudeste e sudoeste paraense tem sofrido diariamente com a alta nuvem de poeira. Como a rodovia é estreita e ainda tem trechos não asfaltados e com buracos, a poeira levantada resultante do período de estiagem, é intensa, formando nuvens que dificultam a visibilidade de quem vem e de quem vai.

Infelizmente, essa situação resulta em acidentes, como a colisão entre uma carreta e um veículo de passeio.

A colisão aconteceu na rodovia entre Uruará e Medicilândia, sudoeste do Pará. O trecho não tem asfaltamento e por conta do período seco, a poeira impede a visibilidade dos motoristas. Nas fotos publicadas por um perfil nas redes sociais, é possível ver que a batida foi violenta, os airbags foram acionados e a parte frontal do carro ficou presa embaixo do caminhão.

De acordo com testemunhas o acidente foi registrado no início da tarde deste domingo (30). As causas da colisão ainda estão sendo apuradas pela polícia, mas a poeira no local pode ter colaborado para a colisão. O carro de passeio atingiu a traseira do caminhão.
A colisão aconteceu na rodovia entre Uruará e Medicilândia, sudoeste do Pará

Partes do carro ficaram presas ao caminhão, que no choque perdeu o eixo. Pedaços dos dois veículos foram lançados na área de mata, incluindo o radiador, que pegou fogo e foi arremessado.

Poeira pode ter provocado colisão entre carro e caminhão na BR 230Veículos se chocaram no trecho entre Uruará e Medicilândia, Sudoeste do Pará.

A colisão aconteceu em um trecho da rodovia que fica próximo ao município de Uruará, para onde as vítimas foram levadas. Segundo informações, todos deram entrada na emergência do hospital, sem ferimentos graves, e seguem em observação. O número de vítimas não foi confirmado pela polícia.

Nas fotos publicadas por um perfil nas redes sociais, é possível ver que a batida foi violenta, os airbags foram acionados e a parte frontal do carro ficou presa embaixo do caminhão.
Nas fotos publicadas por um perfil nas redes sociais, é possível ver que a batida foi violenta, os airbags foram acionados e a parte frontal do carro ficou presa embaixo do caminhão.

Fonte:DOL/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 31/07/2023/05:25:27

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