Pará fortalece segurança aérea com formação de novo comandante de helicóptero do Graesp

Referência nacional em segurança aérea, grupamento do Pará investe na qualificação técnica de oficiais para fortalecer ações policiais, de salvamento e resgate aeromédico

O Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp), vinculado à Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup), formou mais um comandante de aeronave, reforçando a frota operacional e a capacidade de atuação em missões estratégicas no Estado. Reconhecido nacionalmente pela excelência em segurança aérea aplicada à segurança pública, o Graesp segue investindo na ascensão técnica de seus oficiais.

O tenente-coronel do Corpo de Bombeiros Militar do Pará, Zilvandro Pinheiro de Macêdo, de 40 anos, tornou-se o mais novo comandante do helicóptero Esquilo AS 350 B2, modelo monoturbina leve que integra a frota do grupamento. A aeronave é conhecida pela robustez, versatilidade e bom desempenho em diferentes condições operacionais, sendo amplamente utilizada em missões de segurança pública, com capacidade para até seis ocupantes.

Zilvandro ingressou no Corpo de Bombeiros Militar em 2 de maio de 2006. Em 5 de outubro de 2020, ainda como major, foi transferido para o Graesp, onde passou a atuar como copiloto e comandante de operações aéreas. Com mais de 570 horas de voo, o militar foi considerado tecnicamente apto e teve seu nome indicado e aprovado por um Comitê de Voo para o Plano de Ascensão a Comandante de Aeronave.

Durante aproximadamente cinco meses, o piloto passou por uma rigorosa avaliação prática, sendo submetido a exercícios que incluíram manobras de emergência, operações policiais, combate a incêndios, transporte de carga externa, salvamentos diversos e resgates aeromédicos.

Para o diretor do Grupamento Aéreo, coronel Armando Gonçalves, a formação de novos comandantes demonstra o compromisso do Governo do Estado com o fortalecimento da segurança pública. “As aeronaves do Graesp desempenham funções estratégicas e essenciais no Pará, especialmente considerando as grandes distâncias e as diversas condições operacionais do Estado”, destacou.

Atualmente, o Graesp conta com 13 aeronaves, sendo seis aviões e sete helicópteros, utilizadas não apenas em ações de segurança pública, mas também em missões de apoio à saúde, educação, transporte de pessoas e preservação ambiental.

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/01/2026/10:08:59

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Avião que caiu no Acre estava com certificado de aeronavegabilidade cancelado

Avião que caiu no Acre foi fabricado em 1974 – (Foto:Divulgação)

Licença estava vencida desde junho de 2019; uma pessoa morreu e seis ficaram feridas

O avião monomotor que caiu na tarde desta segunda-feira (18) no interior do Acre estava com o certificado de aeronavegabilidade cancelado, segundo o Registro Aeronáutico Brasileiro, da Força Aérea Brasileira (FAB).

A aeronave, de matrícula PT-JUN, caiu a cerca de 1 quilômetro da pista na cidade de Manoel Urbano, a cerca de 230 quilômetros de Rio Branco. Uma pessoa morreu e outras seis ficaram feridas, segundo o Corpo de Bombeiros.

Segundo o sistema da FAB, o avião acidentado estava com o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) cancelado, já que a licença havia vencido em junho de 2019.

A CNN procurou a FAB para obter mais detalhes sobre o cancelamento da licença, mas ainda não obteve retorno.

De acordo com o governo do Acre, a aeronave estava com sete pessoas a bordo: o piloto e mais seis passageiros. Segundo o registro da FAB, o avião poderia levar, no máximo, três passageiros mais o piloto. Portanto, havia três passageiros a mais do que o permitido.

Como era o avião acidentado

O equipamento que caiu nesta segunda-feira era um monomotor turbohélice modelo 182P, fabricado em 1974 pela empresa norte-americana Cessna Aircraft.

No registro da FAB, a aeronave estava em nome de Samuel Castro Silva. Segundo relação de vítimas enviada pelo Corpo de Bombeiros do Acre, não havia ninguém com esse nome entre os ocupantes do avião.

O monomotor tinha operação negada para táxi aéreo.

De acordo com o governo do estado, o avião saiu da cidade de Manoel Urbano e tinha como destino o município de Santa Rosa do Purus, também no Acre, que fica a cerca de 150 quilômetros em linha reta do ponto de partida e na fronteira com o Peru.

O acidente ocorreu por volta do meio-dia, pelo horário local, e 14h no horário de Brasília. Os sobreviventes foram levados para o hospital de Manoel Urbano e serão transferidos para Rio Branco. A área da ocorrência é de difícil acesso, segundo os bombeiros.

Fonte: CNN  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/03/2024/07:16:46

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Conheça o aeroporto “mais perigoso do mundo” (e um dos mais bonitos)

Fica no Nepal e é o principal acesso para quem vai escalar o Monte Evereste.

O aeroporto Tenzin-Hillary, em Lukla, no Nepal, é considerado o mais perigoso do mundo pelos especialistas da aviação. A porta de entrada para quem vai escalar o Monte Evereste, é também o início dos perigos das alturas dos Himalaias.

Mais de 50 pessoas já morreram neste aeroporto, devido ao clima predominantemente mau e aos sistemas de navegação desatualizados.

Os voos da capital Katmandu para Lukla duram cerca de meia hora e são feitos em pequenos aviões que levam no máximo 16 passageiros. A pista tem apenas 520 metros de comprimento, o que a torna demasiado pequena para outro tipo de aeronaves.

O aeroporto está localizado a 2.859 metros de altitude e cercado por montanhas de 7 mil metros. A paisagem é deslumbrante, mas também perigosa.

Cerca de 50% dos voos programados são cancelados devido à pouca visibilidade. Outro problema é o ar rarefeito. A altitude é tanta que os aviões têm dificuldades a ganhar impulso para levantar em segurança e não desaceleram tão rapidamente como noutras pistas durante a aterragem.

Desde a sua inauguração, em 1964, o Tenzin-Hillary já presenciou dezenas de acidentes, sete dos quais com mortes.

Em 2008, um avião sem visibilidade e sinalização de radar colidiu numas rochas enquanto aterrava, incendiando-se. 19 passageiros, incluindo 12 alemães e dois australianos, assim como os tripulantes morreram. Apenas o piloto sobreviveu.

Em 2012, o piloto perdeu o controlo da aeronave enquanto levantava voo. Todos os 19 ocupantes do aparelho morreram.

Dois anos antes, um piloto defrontou-se com uma mudança abrupta do tempo, com nuvens a bloquearem a visão para a pista. Ainda tentou voltar para a capital do Nepal, mas durante a manobra, um dos motores falhou e o avião acabou por colidir com uma encosta. Todos os 14 ocupantes morreram.

Em abril de 2019, mais um acidente mortal, desta vez com um helicóptero que tentava descolar da pista. Três pessoas morreram.

Infelizmente, não há perspetivas para melhorar o Tenzin-Hillary, uma vez que as suas condições geográficas são de difícil acesso.

A Autoridade de Aviação Civil do Nepal estabelece agora padrões elevados para os pilotos que voam para Lukla. Estes já devem ter realizado pelo menos 100 voos com aterragem em pistas curtas, pelo menos um ano de experiência no Nepal e ter completado (com sucesso) 10 voos para Lukla com um instrutor certificado.

 

 

Fonte: POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL  /Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/12/2023/17:28:19

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