Ibama multa frigorífico 163 Beef de Novo Progresso em R$ 1,3 milhão e outros 22 frigoríficos em R$ 364 milhões

Frigoríficos foram multados em operação contra comércio de gado criado em áreas embargadas por desmatamento ilegal – (Foto:Divulgação/Ibama)

O Frigorífico “163 Beef” de Novo Progresso foi multado em  R$ 1,3 milhão por comércio de gado criado em áreas embargadas por desmatamento ilegal.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aplicou R$ 364,5 milhões em multas contra 23 frigoríficos por comercializar carne de gado criado em áreas embargadas por desmatamento ilegal.

Entre os alvos estão filiais no Pará do grupo JBS, que pertence à J&F —dos irmãos Joesley e Wesley Batista. O valor inicial da punição contra a empresa, uma das maiores produtoras de carne bovina do mundo, é de R$ 615,5 mil, por casos em Tucumã (PA), cidade na região de São Félix do Xingu (PA).

Outras das firmas envolvidas na ação, realizada neste mês de outubro, são a Frigol (multa de R$ 1,8 milhão) de Tucumã (PA), a 163 Beef (quase R$ 1,3 milhão) de Novo Progresso (PA), e a Frizam (R$ 2,8 milhões) em Boca do Acre (AM).

Em nota à Folha, enviada após a publicação, a JBS afirma que nenhuma das compras “indicadas pelo Ibama foi realizada de áreas embargadas”.
Camionete com logo do Ibama em estrada de terra perto de bois; ao lado do carro, há um cavalo com um homem montado.

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*Imazon aponta “Novo Progresso” líder em áreas de floresta degradadas na Amazônia em setembro;Pará tem 57% das áreas de floresta degradadas

“Em resposta enviada ao Ibama na quarta-feira, dia 23, a companhia apresentou as Guias de Trânsito Animal (GTA) relativas às aquisições do fornecedor citado, demonstrando que as propriedades estavam em plena conformidade com a legislação vigente e com a política de compras de matéria-prima da empresa“, diz ainda a JBS.

Fiscais do Ibama em operação contra comércio de gado criado em áreas embargadas por desmatamento ilegal – (Foto:Divulgação/Ibama)
Fiscais do Ibama em operação contra comércio de gado criado em áreas embargadas por desmatamento ilegal – (Foto:Divulgação/Ibama)

A empresa destaca que possui há 15 anos uma política de compra responsável e um sistema de monitoramento geoespacial que “garante que a companhia não adquire animais de fazendas envolvidas com desmatamento ilegal, invasão de terras indígenas ou áreas de conservação ambiental, que estejam embargadas pelo Ibama, ou ainda que estejam na Lista Suja do Trabalho Escravo”.

A reportagem também procurou Frizam e 163 Beef por email e telefone na sexta, 25, mas não teve resposta. Em nota enviada nesta segunda, 28, a Frigol disse que o Ibama se baseou em documentos autodeclaratórios dos vendedores que estão errados.

“A FriGol não adquiriu animais destas áreas. Por isso, afirmamos que se trata de um erro de validação de dados por parte do Ibama e quem oportunamente, no curso do processo administrativo, restará clara a conformidade da FriGol“, disse a empresa.

No total, segundo o órgão ambiental, foram apreendidas 8.854 cabeças de gado. A operação, batizada de Carne Fria 2, mirou empresas no Amazonas e no Pará e resultou em 154 autos de infração.

A primeira edição da Carne Fria, em 2017, já havia atingido frigoríficos do grupo JBS, que também foi alvo da chamada operação Carne Fraca, no mesmo ano (as duas ações, no entanto, não estão relacionadas).

Fonte:Com Informações Revista Cenarium  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/10/2024/06:08:26

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Confira a programação religiosa do Dia de Finados nos cemitérios municipais de Novo Progresso

Cemitério de Novo Progresso terá programação para acolher os visitantes — (Foto: Jornal Folha do Progresso)

O Dia de Finados é uma oportunidade para recordar os entes queridos que já partiram e refletir sobre a esperança da ressurreição.

No sábado (2), feriado em que a Igreja celebra os fieis falecidos, a Pastoral da Igreja Santa Luzia de Novo Progresso-PÀ, realiza uma programação religiosa entre o cemitério da cidade e nas comunidades ao longo da BR-163, se estendendo até Moraes Almeida (distante 100 km de Novo Progresso) no município de Itaituba. Além de celebrações e momentos de oração nos cemitérios, também ocorrerão missas nas comunidades e paróquias.

Confira abaixo a programação:

*PRÉ AGENDA DE  MISSA DA  SEMANA*

  *30/10 (Quarta-feira)*

*19:30hs.:*  igreja Matriz

*19:30hs.:* Capela *São João Batista* – Veneza

  *01/11 (Sexta feira)*

*15hs.:* missa do *Sagrado Coração de Jesus*  – Capela  de Santa Luzia.

*02/11 (Sábado)*  (*FINADOS*)

*08hs.:* Cemitério municipal *Br 163*

*08hs.:*  Cemitério  de *Moraes Almeida.*

*08:30hs.* Cemitério da *Alvorada da Amazônia.*

*17:30hs.:* Cemitério do *km 1000*

*17hs.:* Capela *São José  – Br*

*19:30hs.:*  Capela de *Santa Luzia.*

*03/11 (31°Domingo comum)*

*08hs.:* igreja *Matriz*

*08hs.:*  Capela de *NSra. de Guardalupe*

*08hs.:*  Capela *São José OPERÁRIO*

*19:30hs.:* igreja *Matriz*

De acordo com a tradição da igreja, o Dia de Finados é uma oportunidade para recordar os entes queridos que já partiram e refletir sobre a esperança da ressurreição.

Fonte:Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/10/2024/06:08:26

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Ibama e Força Nacional alinham ações em Novo Progresso

(Foto:Divulgação Ibama)-  Locais, datas e horários de intervenções e nome da Operação, que continuará à combater o desmatamento na Amazônia, estão sendo definidos entre agentes da corporação e do Ibama.

Já se encontram em Novo Progresso (PA) , alguns profissionais da Força Nacional de Segurança Pública que irão apoiar ações de combate ao desmatamento da Amazônia. Ao longo deste mês de novembro e  dezembro de 2024.  Informações chegaram até a redação do Jornal Folha do progresso, que o coordenador regional do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), vai comandar a operação.

A operação vem entre meio a uma denuncia feita pela Associação de Produtores Independentes da Amazônia contra Givanildo dos Santos Lima  servidor que coordenou a última operação em Novo Progresso e apreendeu bovinos e multou frigoríficos.A ação (denúncia) foi protocolada na corregedoria pelo Advogado Vinicius Domingues Borba e acusa o servidor de abusos, violação de direitos e abusos na utilização de recursos públicos.   (assista ao vídeo)

https://twitter.com/i/status/1851330376188256595

Os locais, datas e horários de intervenções estão sendo definidos pelos órgãos em conjunto. A parceria visa combater crimes e delitos Ambientais em geral. As ações também terão apoio da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e dos órgãos locais de segurança pública do Pará.

O apoio da Força ao Ibama em Novo Progresso deve durar até o dia 31 de dezembro, podendo ser prorrogado, se necessário. A medida ainda não  foi autorizada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública,  e não foi publicada no Diário Oficial da União.

Fonte: Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/10/2024/15:30:01

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Imazon aponta “Novo Progresso” líder em áreas de floresta degradadas na Amazônia em setembro;Pará tem 57% das áreas de floresta degradadas

Área degradada na Amazônia – (Foto:Reprodução/Imazon)

O Estado do Pará registrou aumento na degradação de suas florestas, concentrando 57% das áreas de floresta degradadas na Amazônia, em setembro de 2024, conforme dados divulgados pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O levantamento revela um crescimento alarmante: a degradação no Pará saltou de 196 km², em setembro de 2023, para 11.558 km² no mesmo período deste ano – um aumento de quase 60 vezes.

Entre os dez municípios que mais degradaram florestas na Amazônia, sete estão no Pará. Os maiores destaques negativos incluem São Félix do Xingu, que, sozinho, foi responsável por 3.966 km² de áreas degradadas, Ourilândia do Norte (1.547 km²) e Novo Progresso (1.301 km²).imazon-940x1024

Esses números colocam o Pará à frente de Estados que, historicamente, apresentam altos índices de degradação, como Mato Grosso, que representou 25% das áreas degradadas em setembro, Rondônia com 10% e Amazonas com 7%.
Larissa Amorim, pesquisadora do Imazon, explicou à CENARIUM que o panorama é particularmente preocupante devido ao período seco em que setembro se encontra. “Este mês geralmente apresenta maiores números de degradação, pois a baixa umidade do ar facilita a propagação de incêndios florestais”, disse Amorim.

Ela destaca que o Pará vinha mantendo uma posição mais controlada em relação ao desmatamento nos últimos meses, ficando atrás de Mato Grosso e Amazonas. No entanto, em agosto e setembro, o Estado surpreendeu ao registrar os maiores índices de degradação e desmatamento na região.

A pesquisadora do Imazon, Larissa Amorim (foto:Reprodução/Imazon)
A pesquisadora do Imazon, Larissa Amorim (foto:Reprodução/Imazon)

A pesquisadora ressalta que, com o cenário atual, os próximos meses serão cruciais para observar se o Pará continuará liderando o índice de degradação na Amazônia.

Alta em Rondônia

Outro Estado que merece destaque é Rondônia, onde a degradação passou de 50 km² em setembro de 2023 para 1.907 km² no mesmo mês de 2024, um aumento de 38 vezes. A situação reforça um cenário preocupante para a Amazônia, com diversos Estados apresentando altas consideráveis de áreas degradadas.

Desafios

Para Amorim, o aumento das queimadas e da exploração madeireira intensifica os impactos ambientais e sociais na região. “É urgente que os órgãos de fiscalização intensifiquem as ações, tanto para conter as queimadas como para mitigar os danos causados”, afirmou.

Medidas de fiscalização, segundo ela, são indispensáveis para tentar frear o avanço da degradação e permitir que as florestas tenham uma chance de recuperação.
Degradação e desmatamento

É importante distinguir degradação de desmatamento, diz Larissa Amorim. A pesquisadora explica que a degradação ocorre quando há danos causados por atividades como exploração madeireira ou queimadas, mas sem a remoção total da cobertura florestal.

Em contraste, o desmatamento implica o corte raso da floresta, removendo completamente a vegetação. A degradação, apesar de causar sérios prejuízos, permite que a floresta se recupere mais rapidamente, desde que as áreas afetadas não sofram alterações contínuas.

Fonte:  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/10/2024/06:49:42

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Degradação de florestas na Amazônia bate recorde mensal em setembro

Aumento das queimadas contribui para destruir a área verde
PF deflagra duas operações contra desmatamento e lavagem de dinheiro. Foto: Polícia Federal/Divulgação
© Polícia Federal/divulgação

Versão em áudio

A degradação florestal na Amazônia Legal atingiu 20.238 quilômetros quadrados (km²) em setembro de 2024, o que equivale a mais de 13 vezes a área da cidade de São Paulo.

O número representa um aumento de 1.402% em relação a setembro de 2023, quando a degradação detectada foi de 1.347 km². O instituto de pesquisa Imazon apontou que essa foi a maior área atingida – no período de um mês – pelo dano ambiental dos últimos 15 anos. Degradação ambiental é o processo de deterioração do meio ambiente, que pode ser causado por ações humanas ou naturais.

Os dados de desmatamento e degradação florestal na Amazônia, do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), são monitorados pelo Imazon por imagens de satélite desde 2008 e 2009, respectivamente.

O desmatamento corresponde à remoção completa da floresta, enquanto a degradação é um dano causado por queimadas ou pela extração madeireira – não remove toda a vegetação, mas destrói parte dela. A entidade ressalta que ambos ameaçam espécies da fauna e da flora.

“Setembro costuma ser um mês marcado pelo aumento dessas práticas na Amazônia, por estar dentro de um período mais seco. Porém, os números registrados em 2024 são muito mais elevados do que os vistos anteriormente. E a maioria dos alertas ocorreu devido à intensificação dos incêndios florestais”, disse, em nota, a pesquisadora Larissa Amorim, do Imazon.

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Ela afirmou que esse pico da degradação é bastante preocupante e que rios importantes da Amazônia estão em situação crítica. O Imazon atribui o resultado do levantamento ao aumento das queimadas causadas pela ação humana e favorecidas pela seca severa na região.

Setembro deste ano foi ainda o quarto mês consecutivo com aumento nas áreas degradadas, o que contribuiu para que o acumulado desde janeiro também fosse o maior dos últimos 15 anos, atingindo 26.246 km². Antes disso, o recorde para o período era de 2022, quando a degradação alcançou 6.869 km².

https://youtu.be/jTyXiThvDiU

Estado mais afetado

O estado do Pará concentrou 57% das áreas de florestas degradadas na Amazônia em setembro deste ano. A degradação passou de 196 km² em setembro de 2023 para 11.558 km² no mesmo mês de 2024, área quase 60 vezes maior. Sete dos 10 municípios que mais degradam a região amazônica são paraenses, incluindo  São Félix do Xingu (3.966 km²), Ourilândia do Norte (1.547 km²) e Novo Progresso (1.301 km²).

Outros estados com percentuais significativos, segundo o Imazon, de áreas degradadas em setembro foram Mato Grosso (25%), Rondônia (10%), Amazonas (7%). A entidade destacou, também, a situação de Rondônia, onde a degradação passou de 50 km² em setembro de 2023 para 1.907 km² no mesmo mês de 2024, o que representa uma alta de 38 vezes.

“Historicamente, no período de setembro, Mato Grosso costumava liderar como o estado que mais degradava a Amazônia. Porém, em 2024, o Pará surpreendeu com números muito altos. Ainda em setembro, foi decretada situação de emergência e ficou proibido o uso de fogo, mas precisamos que essa decisão seja acompanhada de fiscalização e responsabilização dos culpados para que seja mais eficaz”, observou o coordenador do programa de Monitoramento da Amazônia, do Imazon, Carlos Souza Jr, em nota.

Além disso, o Pará concentra sete das 10 unidades de conservação mais degradadas no período. As quatro primeiras do ranking são Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, com 1030 km²; Flona do Jamanxim, com 670 km²; APA do Tapajós, com 165 km²; e Flona de Altamira, com 124 km².

Entre as terras indígenas, a Kayapó segue pelo segundo mês consecutivo como a mais degradada, com 3.438 km² afetados. O território concentrou 17% de toda a área com degradação na Amazônia em setembro.

“A permanência dessa terra indígena entre as dez com as maiores áreas degradadas é um forte indicativo de que as medidas para conter o fogo na Amazônia não estão sendo suficientes. A presença desse problema ambiental nas áreas indígenas e unidades de conservação ainda compromete diretamente a biodiversidade local, ameaçando tanto a fauna quanto a flora, e representa um impacto negativo no modo de vida, na subsistência e na saúde das populações tradicionais”, explicou Larissa.

Desmatamento

O desmatamento também cresceu na Amazônia em setembro deste ano e teve o quarto mês consecutivo com alta, após 14 meses corridos de redução de devastação na região. No mês, um território de 547 km² foi desmatado, o que significa a perda 1.823 campos de futebol por dia de floresta, destacou o Imazon. A área foi 0,2% maior do que em 2023, quando foram degradados 546 km².

No acumulado de janeiro a setembro, a área desmatada foi de 3.071 km², a oitava maior da série histórica.

A maioria do desmatamento, em setembro deste ano, ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse (61%). O restante do desmatamento foi registrado em Assentamentos (30%), Unidades de Conservação (7%) e Terras Indígenas (2%).

Dos nove estados que compõem a Amazônia Legal, três concentraram 83% de todo o desmatamento identificado em setembro. O Pará liderou com 52% do desmatamento, seguido pelo Amazonas (16%) e pelo Acre (15%). Sete dos dez municípios que mais desmataram são paraenses.

Assentamentos

O Pará reúne ainda sete dos dez assentamentos e sete das dez unidades de conservação com as maiores áreas desmatadas. Já entre as dez terras indígenas mais desmatadas, três estão integralmente no Pará e outras três têm parte da sua área no estado.

“No mês de setembro, o território paraense liderou o desmatamento destruindo uma área correspondente a 970 campos de futebol de floresta por dia. Todo esse impacto está refletido nos municípios, assentamentos, unidades de conservação e terras indígenas. Por isso, é urgente investir em ações eficazes e integradas que protejam a região, como o investimento nos órgãos ambientais de fiscalização”, disse Carlos Souza.

Ele avalia que, dessa forma, será possível combater as mudanças climáticas que são impulsionadas pela retirada de vegetação e oferecer uma maior proteção à biodiversidade e aos povos que habitam a floresta. Outro ponto de atenção, de acordo com os pesquisadores do instituto, é a busca de alternativas para reduzir os impactos das queimadas que já ocorreram tanto na cobertura florestal quanto nas populações.

Fonte:Por Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/10/2024/06:49:42

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Amazônia: 9 mil cabeças de gado apreendidas em fazendas do Amazonas, Novo Progresso, e outras cidades do Pará

Foto: Reprodução | Ibama multa e retira gado de áreas embargadas para combater o desmatamento na Amazônia.

Em uma operação chamada Carne Fria 2, o Ibama intensificou a fiscalização sobre a cadeia de produção e venda de gado em áreas da Amazônia embargadas por desmatamento ilegal, resultando na apreensão de aproximadamente 9.000 cabeças de gado e multas que alcançam R$ 364,5 milhões.

Esta operação integra o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm), visando desestimular práticas que contribuem para o desmatamento e promover um modelo sustentável de produção na região.

Durante a investigação, o Ibama encontrou cerca de 26 mil hectares de áreas embargadas, distribuídas em 69 propriedades rurais nos estados do Pará e Amazonas, com municípios como Novo Progresso, Santarém e Altamira envolvidos. Essas propriedades somavam 18 mil bovinos destinados à produção de carne, que foram localizados em áreas ilegais de produção, trazendo à tona uma rede de violação ambiental que inclui até frigoríficos que compraram gado desses locais.

A ação gerou 154 autos de infração, multando produtores rurais e frigoríficos por manterem atividades em áreas embargadas, dificultarem a regeneração da vegetação e comercializarem gado oriundo de locais embargados. Entre os frigoríficos investigados, 23 foram identificados como infratores ambientais, com três deles embargados por operarem sem licença ambiental válida ou em descumprimento com a licença concedida.

O Ibama também aconselhou compradores e financiadores do setor a consultarem a lista pública de áreas embargadas no site da instituição, de forma a evitar o envolvimento indireto em práticas de desmatamento ao adquirir produtos provenientes dessas áreas irregulares, fortalecendo assim a transparência e a responsabilidade no setor.

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A operação, realizada com o apoio da Força Nacional e da Polícia Rodoviária Federal, será levada ao Ministério Público Federal, para possível aplicação de sanções cíveis e criminais. Com isso, o Ibama espera fortalecer o combate ao desmatamento e estimular um agronegócio mais sustentável e responsável na Amazônia.

Veja abaixo vídeo do Programa Domingo Espetacular da Record TV que divulgou a operação do Ibama em apreensão de bovinos em Novo Progresso e no Pará:

Fonte: Da Redação do BNC Amazonas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/10/2024/07:36:08

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Aeroporto de Novo Progresso entre os 50 aeroportos que o Governo Federal vai leiloar no Brasil

Aeroporto de Novo Progresso (foto:Arquivo) – Governo vai leiloar 50 aeroportos regionais para concessionárias já atuantes no país, dois são do Pará.

Plano busca destravar R$ 3,5 bilhões em investimentos e estimular aviação regional

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou a proposta do governo federal para leiloar 50 aeroportos regionais, com a intenção de estimular a aviação regional e destravar R$ 3,5 bilhões em investimentos. O plano, anunciado ontem, envolve a transferência da gestão de pequenos terminais para concessionárias que já operam grandes aeroportos, como Guarulhos e Brasília, oferecendo em troca a extensão dos contratos vigentes e descontos nas outorgas.

O objetivo é que esses operadores, ao assumir aeroportos menores, invistam em infraestrutura sem que o governo precise aumentar os gastos públicos. Segundo o secretário de Aviação Civil, Tomé Franca, o programa busca corrigir o fracasso de iniciativas anteriores, que não avançaram devido à falta de recursos públicos. O projeto inclui terminais que atualmente são geridos por Infraero, prefeituras e estados.

Para as concessionárias, a extensão dos contratos torna o modelo atrativo, pois permite amortizar investimentos ao longo de prazos mais longos, garantindo receitas adicionais durante o período estendido. Essa margem financeira possibilita investimentos nos terminais menores, que atualmente operam com capacidade limitada ou recebem apenas voos privados.

A negociação com a concessionária de Guarulhos, intermediada pela Secretaria de Controle Externo de Solução Consensual e Prevenção de Conflitos (SecexConsenso) do TCU, serviu de modelo para o acordo. O governo espera que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publique os editais até o fim do ano, com leilões previstos para 2025.

Os aeroportos serão licitados em blocos regionais, cada um contendo até seis terminais, e haverá exigências de investimentos mínimos para cada terminal leiloado, garantindo melhorias na infraestrutura e nos serviços prestados.

Veja alguns terminais na mira do governo:

*São Gabriel da Cachoeira (AM)
*Eirunepé (AM)
*Guanambi (BA)
*Piracicaba (SP)
*Mogi Mirim (SP)
*Bacabal (MA)
*Lençóis (BA)
  *Novo Progresso (PA)
*Guarujá (SP)
*Paulo Afonso (BA)
*São Raimundo Nonato (PI)
*Tucuruí (PA)
*Caruaru (PE)
*Serra Talhada (PE)
*Cascavel (PR)
*Pato Branco (PR)
*Oiapoque (AP)
*Guarapauva (PR)
*Ponta Grossa (PR)
*Americana (SP)

Aeroporto de Novo Progresso - (Foto-Ibama)
Aeroporto de Novo Progresso – (Foto-Ibama)

Fonte: Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/10/2024/08:26:56

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Frigorífico de Novo Progresso é alvo da segunda fase da “Operação Carne” Fria do Ibama

 (Foto:Ibama/Divulgação) -Operação Carne Fria 2 do Ibama foi realizada no Frigorífico de Novo Progresso (PÁ), na terça (22) e   identificou que a unidade esta entre os 23 frigoríficos que compravam gado produzido em áreas embargadas.

O Ibama realizou nesse mês de outubro a Operação Carne Fria 2 com o objetivo de coibir o desmatamento na Amazônia a partir da fiscalização da cadeia que produz ou comercializa gado procedente de áreas desmatadas ilegalmente na Amazônia. A operação visa combater um dos principais vetores do desmatamento na região, garantindo que aqueles que violam as leis ambientais sejam devidamente penalizados.

Durante as investigações foram identificadas 69 propriedades rurais que criavam e comercializavam aproximadamente 18 mil cabeças de gado, em 26 mil hectares de áreas embargadas por desmatamento ilegal. Além disso, a fiscalização do Ibama identificou 23 frigoríficos que adquiriram esses animais, tornando-se infratores ambientais.

Leia Também:Operação tem repórter da Record com helicóptero e viatura do Ibama em frigorífico de Novo Progresso;vídeo

Operação Carne Fria 2 do Ibama identifica 23 frigoríficos que compravam gado produzido em áreas embargadas

 Ibama fiscalizando uma das 69 propriedades rurais que criavam e comercializavam cabeças de gado (Foto:IBAMA Divulgação)
Ibama fiscalizando uma das 69 propriedades rurais que criavam e comercializavam cabeças de gado (Foto:IBAMA Divulgação)

Os frigoríficos foram autuados por adquirir produto de área embargada. Os responsáveis pelas propriedades foram autuados por descumprimento de embargo, impedimento da regeneração natural e venda de produto de área embargada. Todos foram notificados para fazer a retirada do rebanho bovino das áreas interditadas.

Até o momento foram realizados 154 autos de infração, totalizando R$ 364,5 milhões em multas e apreendidas 8.854 cabeças de gado produzidas nas áreas embargadas. Também foram embargados três frigoríficos por estarem funcionando sem a licença ambiental ou em desacordo com a concedida. O embargo é aplicado quando constatada infração ambiental, com o objetivo de impedir a continuidade das irregularidades, sendo vedada qualquer atividade ou uso durante a vigência da medida administrativa.

A operação ocorreu nos municípios de Novo Progresso, Santarém, Altamira, São Félix do Xingu, Igarapé-Açú, Portel, Anapú, Pacajá, Novo Repartimento, Ipixuna, Tomé-açú e Bom Jesus do Tocantins, no Pará e nos municípios de Boca do Acre e Lábrea, no Amazonas.

Qualquer pessoa que compre ou financie a produção rural, necessita consultar a lista pública de embargos do Ibama, disponível no site do Instituto, para evitar a aquisição ou fomento de produtos ilegais.

As irregularidades constadas na operação serão comunicadas ao Ministério Público Federal para a adoção de medidas cíveis e criminais pertinentes.

A Operação Carne Fria 2 contou com apoio da Força Nacional e da Polícia Rodoviária Federal e integra uma das linhas de ação do Plano de Ação Para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm), conduzido pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
A estratégia da Operação Carne Fria é responsabilizar administrativamente a cadeia produtiva que adquire produtos procedentes de áreas desmatadas ilegalmente, além daqueles que realizam a supressão da vegetação. Antes de adquirir gado ou outros produtos, é necessário consultar a lista pública de áreas embargadas, disponível no site do Ibama , para verificar se não há irregularidades no local de produção.
Operação Carne Fria

O PPCDAm é um dos instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima e tem o objetivo de reduzir de forma contínua e consistente o desmatamento, além de criar as condições para um modelo de desenvolvimento sustentável na Amazônia Legal.

A estratégia da Operação Carne Fria é responsabilizar administrativamente a cadeia produtiva que adquire produtos procedentes de áreas desmatadas ilegalmente, além daqueles que realizam a supressão da vegetação.

Gado produzido em áreas embargadas (Foto:Ibama)
Gado produzido em áreas embargadas (Foto:Ibama)

Fonte:Jornal Folha do Progresso com Ascom Ibama  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/10/2024/08:09:19

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Novo espaço da caixa econômica em Novo Progresso está quase concluído

Foto: Jornal Folha do Progresso | A instalação da agência da Caixa Econômica Federal em Novo Progresso está quase concluída.

Localizada na Avenida Brasil, no bairro Jardim Planalto, ao lado da Lotérica Vem Que Tem, a nova unidade deve iniciar suas operações ainda em novembro.

As instalações são equipadas com caixas eletrônicos e um atendimento mais ágil, garantindo maior conforto e segurança para a população. A agência contará com portas de segurança, atendimento presencial com gerentes e uma equipe de caixa para oferecer suporte em diversas transações bancárias.

Atualmente, os serviços são prestados de forma provisória no bairro Santa Luzia, mas uma nova estrutura proporcionará um ambiente mais amplo e adequado, acompanhando o crescimento da cidade e as necessidades dos moradores.

https://twitter.com/i/status/1849607530550366597

Fonte: Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/10/202420:21:31

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“Calor Recorde! Termômetro do Sicredi em Novo Progresso Marca 40°C”; vídeo

Foto: Jornal Folha do Progresso | O calor chegou com força total em Novo Progresso nesta quinta-feira, 24 de outubro de 2024, quando o Termômetro do Sicredi, localizado na Avenida Brasil, bairro Jardim Planalto, registrou 40°C pela primeira vez.  A temperatura escaldante transformou a rotina dos moradores, que enfrentam um dos dias mais quentes já registrados. A marca inédita destaca o impacto das mudanças climáticas em nosso cotidiano, com o calor extremo chamando a atenção para os desafios que estão por vir.

Com o calor intenso batendo recordes, é fundamental adotar medidas de proteção. Para enfrentar o clima extremo, os especialistas recomendam beber água regularmente, evitar a exposição direta ao sol nas horas mais quentes e consumir alimentos leves e ricos em água, como frutas e saladas. Lembre-se: manter-se hidratado é essencial para atravessar dias tão quentes!

https://twitter.com/i/status/1849520062136263080

Fonte: Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/10/2024/14:24:55

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