Guarda municipal agride paciente em Ananindeua

Mais um caso de violência gratuita provocada por quem na teoria é pago para proteger os cidadãos foi registrado no último sábado (21), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade Nova, em Ananindeua, região metropolitana de Belém.

Uma paciente, que não foi identificada, aguardava atendimento e bastante nervosa pela demora, foi agredida por um guarda municipal que estava no local. Ainda não se sabe ao certo o que o guarda fazia no posto: se estava de serviço no horário ou só estava lá para ser atendido ou algo do tipo.

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Um morador de Ananindeua, que estava no local, presenciou e filmou a agressão. No vídeo, é possível ver a mulher bastante revoltada com as agressões e o guarda municipal que demonstra tranquilidade e até mesmo certa empáfia, mesmo com outras pessoas tentando acalmar a situação.

Procurada pela reportagem do DOL, a Prefeitura Municipal de Ananindeua (PMA), por meio da Guarda Municipal de Ananindeua (GMA), informou que o órgão só teve acesso às imagens na manhã desta segunda-feira (23), e que o comando da GMA já está analisando as imagens para tomar as providências cabíveis.

O comando da guarda antecipa que o órgão vai instaurar a investigação por meio de processo administrativo disciplinar, como prevê a legislação vigente. O Guarda envolvido na situação não possui antecedentes e registrou boletim de ocorrência na Seccional Urbana da Cidade Nova, sob número 00004/2015.002717-9 relatando agressões verbais e físicas, no entanto, todos os fatos serão apurados também no âmbito administrativo.

Fonte DOL.

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Chacina em Redenção foi uma tragédia anunciada

O Estado do Pará virou novamente notícia nacional com uma nova chacina que vitimou seis pessoas de uma mesma família, na zona rural do município de Redenção, no sul do Pará, região esta palco de constantes conflitos fundiários que já resultaram em dezenas de mortes, colocando o Estado como um dos que mais matam no campo.

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O DIÁRIO vem acompanhando de perto mais esta chacina, a exemplo também do que fez no caso da “Chacina de Icoaraci”, onde seis jovens foram executados simultaneamente no bairro Ponta Grossa, e no caso da “Chacina de Santa Izabel do Pará”, com sete mortes em 2010.

Na “Chacina de Redenção”, como vem sendo chamada esta barbárie, o crime foi praticado com os mais vis requintes de vingança, terror e crueldade de toda espécie, contra vítimas indefesas que só tinham um desejo: ocupar um pedaço de terra devoluto.

A tarefa de investigação, através de ordem de missão, foi expedida pelo delegado Marcos Vinicius Almeida aos investigadores Alisson dos Santos Pereira, bacharel em Enfermagem, pós graduado em Crime Scene Investigation; Denilson Augusto dos Santos da Paixão, bacharel em Direito, pós graduado em Direito Público; e Jefter Pessoa Marques, bacharel em Direito e pós graduado em Direito Penal e Processo Penal, todos lotados em Redenção.

Mesmo distante do grande centro e com as condições de trabalho desfavoráveis, os policiais civis iniciaram as investigações de uma forma incansável e desesperadora, na esperança de localizar uma pista, começando por traçar uma lista de moradores da área, que ainda impactados com o crime, começaram a fornecer informações que levassem aos criminosos.

O primeiro nome real desta história macabra foi Dorvilê Azevedo Belém Filho, de alcunha “Cabeça”, que teria sido visto perto do local onde os corpos foram encontrados e que naquele dia portava uma espingarda cartucheira. “Cabeça” foi encontrado e questionado sobre seu documento de identidade, revelou que os perdeu durante um incêndio em seu barraco.

A resposta não convenceu e os policiais foram até sua casa e lá encontraram uma arma de fogo, sendo dada voz de prisão a “Cabeça”, que na qualidade de custodiado viu os policiais encontrarem os corpos em um raio de 200 metros com as marcas da monstruosidade.

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Fonte: Diário do Pará.

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Reajuste no preço do açaí já passa de 10%

buy lioresal online after comparing prices . baclofen (lioresal) mg tid x 3 days, then 20 mg tid x 3 days, then titrated to response, not to exceed 80 mg/day Depois de fechar o ano de 2014 com alta acima da inflação, o açaí comercializado na Grande Belém iniciou 2015 com novos reajustes de preços.

Em pesquisa divulgada na manhã desta segunda-feira (23) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), é possível notar o aumento de mais de 10% no preço do açaí, que custava em média a R$ 14,70 por litro, em janeiro foi comercializado em média a R$ 16,32, valor acima da inflação oficial calculada para o mesmo período (7,13%).

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Os preços do litro de açaí são muitos diferenciados em função dos vários locais de vendas. Segundo Dieese, na última semana do mês de janeiro o litro do açaí do médio foi encontrado nas feiras livres o menor preço encontrado foi de R$ 13,00 e o maior R$ 16,00. Já nos supermercados, o menor preço encontrado foi de R$ 15,00 e o maior R$ 22,20. O açaí do tipo grosso também está mais caro e pode ser encontrado nas feiras livres com o menor preço a R$ 18,00 e o maior R$ 20,00.

Por fim, o açaí do tipo “papa” (vendido somente em feiras livres da Grande Belém), também ficou mais caro 10,71% no mês de janeiro e relação a dezembro de 2014, sendo comercializado em média a R$ 20,67 por litro, variando entre R$ 20,00 e R$ 26,00.

Ainda segundo o Dieese, a tendência pelo menos até o mês de maio é de altas no preço do açaí em todo o Pará, em função principalmente do período de entressafra do produto.

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Fonte: DOL.

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Mulher é morta enquanto dormia

Ruth Lea Chagas Cardias, de 35 anos, foi assassinada com quatro tiros na cabeça quando estava dormindo na casa dela e cerca de três crianças, entre quatro e seis anos, presenciaram o crime que ocorreu na madrugada de ontem, no canal do Acampamento, no bairro do Telégrafo.

De acordo com informações da Polícia Militar, o suspeito de cometer o assassinato é sobrinho da vítima e foi identificado como Bruno Chagas Cardias, de 25 anos.

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“Fomos até a casa da ex companheira dele e ela contou que os dois, tia e sobrinho, tinham uma rixa por conta do tráfico de drogas e que ela (Ruth) já tinha tentado matar ele também. Mas esse Bruno é foragido da Colônia Agrícola Heleno Fragoso por conta do crime de roubo”, relatou o aspirante Lima da 1ª Companhia de Policiamento / 1º Batalhão de Polícia Militar, ressaltando que Bruno continua foragido e chegou ao local em uma bicicleta.

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“Ele quebrou uma janela de madeira e provavelmente efetuou os disparos de lá, porque ela estava deitada em uma rede com a cabeça perto da janela. Testemunhas viram também quando o homem fugiu em uma bicicleta”, informou o PM Lima.

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A Divisão de Homicídios da Polícia Civil esteve no local para investigar o caso. O corpo da vítima foi periciado por uma equipe do CPC “Renato Chaves” e removido para o Instituto Médico Legal (IML).

Fonte: Diário do Pará.

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Riscos causados pela pílula do dia seguinte

Uma relação sexual sem preservativos pode causar uma gravidez indesejada, além de várias doenças sexualmente transmissíveis. Mesmo sabendo dos riscos, muitos ignoram as possíveis consequências e mantém relação sem qualquer tipo de proteção. Depois, recorremo à pílula do dia seguinte, como o casal Talita e Rafael, participantes do realitty show BBB.

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Por mais de uma vez o casal precisou recorrer à pílula do dia seguinte, que protege apenas de uma gravidez indesejada. Mas os especialistas alertam que ela deve ser tomada somente em casos extremos.

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O caso não é exclusividade do programa de TV, e muitas mulheres usam o medicamento com frequência, esquecendo que ele deve ser usado com cuidado, já que pode trazer diversos efeitos colaterais, devido à sobrecarga hormonal que provoca no organismo da mulher.

TIPOS DE PÍLULA

O mercado disponibiliza dois tipos de pílula do dia seguinte: uma cartela com apenas um comprimido de 1,5mg de levonorgestrel e outra com dois comprimidos de 0,75mg da substância. Como se trata de um método de emergência e não de prevenção, a dosagem da pílula, independentemente do tipo, é um turbilhão de hormônios.

Para os especialistas, não existe diferença entre os dois tipos de pílula do dia seguinte, até porque a dosagem é a mesma. Ambas representam uma enorme carga de hormônios ingerida de uma só vez, diferentemente das pílulas anticoncepcionais convencionais – ingeridas diariamente -, que possuem dosagem menor.

COMO TOMAR O REMÉDIO DE FORMA SEGURA

Para o tipo que tem apenas uma pílula, basta tomá-la até 72 horas depois do ato sexual. Para aquela que vem em duas doses, a primeira deve ser tomada logo após a relação desprotegida, e a segunda, depois de 12 horas.

Mesmo com esse intervalo grande de tempo – 72 horas – a pílula do dia seguinte pode ser tomada em até 12 horas do “acidente” para aumentar a eficácia do método.

A PÍLULA DO DIA SEGUINTE PODE FALHAR?

Segundo especialistas, existe cerca de 5% de chance da pílula falhar. Isso se levarmos em conta que ela seja tomada nas primeiras 24 horas após o ato sexual. Então é possível, sim, que a mulher engravide, afinal, a pílula do dia seguinte não é um método contraceptivo, e sim um medicamento de emergência. Logo, o corpo não está preparado para ela.

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A ação do levonorgestrel – um tipo de progesterona – pode inibir ou retardar a ovulação. Ou seja, ele é capaz de dificultar a passagem do óvulo ou do espermatozóide, além de provocar alterações no endométrio, bloqueando a implantação do óvulo.

Se ingerida depois da formação do feto, a pílula ela pode causar hemorragia e aborto, fatores de altíssimo risco para a vida da mulher.

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EFEITOS COLATERAIS

Mesmo se usada de forma esporádica, a pílula do dia seguinte pode causar efeitos colaterais como dores de cabeça e no corpo, náuseas, diarreia, vômito, cansaço excessivo, hipersensibilidade nos seios e dor abdominal.

Na maioria das vezes, a pílula altera o fluxo normal da mulher, desregulando a menstruação – e dependendo do dia em que foi tomada, a pílula pode provocar sangramento ou mesmo retardar a menstruação.

Se usada com certa frequência, de acordo com o organismo, é possível que o medicamento interferira nas reações do corpo, que pode acarretar inclusive, o aumento de peso.

CONTRA INDICAÇÕES

O uso da pílula deve ser preescrito por um médico. Porém, sabe-se que algumas condições podem tornar o uso da pílula do dia seguinte perigoso. Em princípio, ela é contra-indicada a mulheres com hipertensão descontrolada, problemas vasculares, doenças do sangue e obesidade mórbida.

Vale reassaltar que estas são contra-indicações relativas, que aumentam o risco de insucesso ou outros problemas e dependem de avaliação individual.

PÍLULA, ÁLCOOL E CIGARRO

O uso de alguns tipos de drogas pode ser prejudicial se combinados com o tratamento com a pílula do dia seguinte. Bebidas e cigarros possuem substâncias que potencializam os níveis do hormônio estrogênio no organismo e não devem ser ingeridos com nenhum outro medicamento.

A pílula com estrogênio é um vasoconstritor, que contrai os vasos sanguíneos, e a nicotina do cigarro também. Em associação, aumentam o risco de derrame (Acidente Vasculas Cerebral) e trombose.

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Fonte: Diário Online.

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Pesquisadores explicam requisitos e cuidados para garantir a qualidade da água de chuva coletada

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Apesar de ser uma técnica relativamente simples, o aproveitamento da água de chuva possui requisitos mínimos que devem ser respeitados para garantir o funcionamento do sistema e, principalmente, para assegurar a qualidade dos volumes coletados.

O telhado ou a laje de cobertura da edificação funcionam como área de captação. “Jamais deve-se fazer a captação a partir de pisos”, explica o pesquisador Luciano Zanella, do Centro Tecnológico do Ambiente Construído do IPT. Calhas e tubos direcionam as águas até o reservatório. É preciso prever um sistema de tratamento, cuja complexidade vai depender dos usos pretendidos. Em alguns casos, pode-se pensar em uma rede de distribuição da água para pontos de consumo de água não potável, caso das bacias sanitárias. Em edificações já construídas, entretanto, é indicado optar por sistemas simplificados, uma vez que o custo de novas instalações hidráulicas prejudicará a viabilidade financeira do projeto.

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Exemplo de sistema permanente de uso. Sistemas simplificados também demandam tratamento dos volumes coletados.
A capacidade de reservação é definida em função de diversos fatores, a começar pela localização da edificação. É preciso considerar o regime de chuvas na região, a existência e a regularidade de abastecimento de água potável por uma concessionária, além do custo do recurso.

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Entra no cálculo também a demanda por água não potável. O número de usuários e seus hábitos de consumo, além das diversas aplicações que essa água pode ter na edificação, como limpeza de pisos e rega de jardins, também precisam ser levados em conta.

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Dois aspectos não podem ser ignorados: o espaço disponível para a instalação do reservatório e, quando a intenção for instalá-lo sobre a laje de cobertura, a capacidade da estrutura para suportar o peso adicional. “A carga extra de um reservatório cheio de água pode não ser suportada por alguns tipos de construção”, ressalta Zanella.

DESCARTE DA PRIMEIRA CHUVA – É imprescindível, alertam os pesquisadores do IPT, desprezar as primeiras chuvas. São elas que vão arrastar os poluentes presentes no ar e lavar a sujeira acumulada na área de captação. As recomendações técnicas indicam um descarte em torno de um a dois litros de água da primeira chuva para cada metro quadrado de telhado. Assim, se a cobertura tem 20 metros quadrados, é necessário desconsiderar um volume entre 20 e 40 litros.

Um sistema mínimo de tratamento das águas pluviais envolve não somente o descarte das primeiras águas, mas a remoção dos sólidos, como folhas, galhos e areia, por meio da utilização de filtro ou tela. “É recomendada a desinfecção com compostos de cloro, quando existir a possibilidade de contato da água com a pele do usuário ou quando o tempo de armazenamento for longo”, esclarece o pesquisador Wolney Castilho Alves, do mesmo centro.

Sistemas permanentes de aproveitamento da água da chuva, instalados com o objetivo de suplementar o abastecimento para fins não potáveis, demandam sistemas mais complexos de tratamento. É possível encontrar no mercado filtros e componentes de desinfecção que devem ser empregados nesses casos. É exigido, para sistemas de uso integrados à edificação, um projeto elaborado por profissional devidamente habilitado.

CUIDADOS NO ARMAZENAMENTO – A qualidade da água está diretamente relacionada com o seu armazenamento. Por isso, é fundamental manter o reservatório com tampa e com quaisquer aberturas fechadas para evitar a proliferação de mosquitos ou mesmo a contaminação da água pela entrada de ratos ou insetos. Além disso, o reservatório deve ser protegido de impactos e da luz solar, e também se deve prever uma saída de fundo no reservatório que propicie sua limpeza, quando for necessária. Os pesquisadores do IPT alertam ainda para a importância de manter o reservatório longe do acesso de crianças.

O mais comum é utilizar a água de chuva para a rega de jardins e plantações, lavagem de carros e pisos e também em descargas de bacias sanitárias. Em condições anormais de abastecimento, desde que se mantenha a forma adequada de coleta, tratamento e armazenamento, é possível considerar o uso para lavagem de roupas, louças e para o banho.

Fonte: IPT.

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Esquema movimenta R$ 640 milhões para financiar corrupção no MT

No centro da investigação, ex-governador, ex-presidente da assembleia legislativa e ex-secretário que gastou R$ 1 bi em obras para a Copa do Mundo.

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amoxil for sale order Amoxicillin buy amoxil online cheap Esquema movimenta R$ 640 milhões para financiar corrupção no MT
O Repórter Secreto do Fantástico entrar em ação. Dessa vez, em Cuiabá, capital do Mato Grosso, ele vai investigar um esquema que movimentou pelo menos R$ 640 milhões para financiar todo tipo de corrupção.

No centro da investigação, um ex-governador, um ex-presidente de uma assembleia legislativa e um ex-super-secretário do estado que gastou R$ 1 bilhão em obras para a Copa do Mundo, como o VLT, Veículo Leve sobre Trilhos, mas que até hoje não estão prontas.

“Foi prometido pelo governo do estado para mim R$ 5 milhões para arena e R$ 5 milhões no VLT”, diz Éder Moraes.

Éder está falando sobre corrupção nas obras da Copa do Mundo em Cuiabá. Diante de promotores e acompanhado pelos advogados, ele diz que levaria ao todo uma propina de R$ 10 milhões nas obras da Arena Pantanal e do VLT, o Veículo Leve sobre Trilhos.

Quem é ele para valer tanto? Éder Moraes foi titular da Secretaria Extraordinária da Copa no Mato Grosso. Ele e mais o ex-presidente da Assembleia Legislativa José Geraldo Riva, eleito pelo PSD, e o ex-governador Silval Barbosa, do PMDB, estão sendo investigados por um esquema que movimentou pelo menos R$ 640 milhões e, segundo o Ministério Público, financiou muita corrupção.

Por isso, o repórter Eduardo Faustini está em Cuiabá para perguntar: Cadê o dinheiro que tava aqui?

Em maio de 2014, uma operação da Polícia Federal prende Éder Moraes e o então presidente da assembleia, José Riva. Na mesma operação, o então governador, Silval Barbosa, foi detido durante busca no apartamento dele. Tinha uma arma com registro vencido. Mas o foco da investigação era outro: uso de dinheiro público por debaixo do pano.

“Eram diversos esquemas. Todos passavam pelo filtro da lavagem e da tramitação dos recursos pelos bancos clandestinos”, diz o Ronaldo Queiroz, procurador da República do MT.

Ou seja, segundo a investigação, as maiores autoridades do estado usavam bancos piratas para pagar todo tipo de compromisso suspeito. Bancos sem autorização para funcionar e, portanto, longe da fiscalização do Banco Central.
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“Envolvia desde dinheiro para financiamento de campanha, antecipação de recebimento de alguma obra pública, corrupção em geral. Estima-se que mais de meio bilhão de reais circulou nesse mercado financeiro paralelo, ilegal, clandestino”, avalia Queiroz

O repórter Eduardo Faustini localizou um dos banqueiros piratas, um dos financiadores dessa dinheirama ilícita. É um comerciante que resolveu colaborar com a Justiça.

“Quando houve a operação, aí que espontaneamente eu procurei o Ministério Público. Eu tinha cometido alguns erros e queria reparar esses erros, pagar por esses erros”, diz Júnior Mendonça.

Fantástico: Que erros?

Júnior Mendonça: Minha participação se dava com realizações de alguns empréstimos. Eu era procurado pelo Legislativo, pelo senhor Riva; pelo Executivo, pelo senhor Éder, que representava o governo do estado de Mato Grosso.

Fantástico: Quanto o José Riva ficou devendo ao senhor?
Júnior Mendonça: R$ 5,721 milhões.

Segundo Júnior Mendonça, a nota promissória da dívida tem as assinaturas de José Riva e do deputado Mauro Savi, do PR, que era primeiro-secretário da assembleia quando Riva presidia a casa. Riva alega que esse dinheiro era um empréstimo pessoal. Júnior Mendonça diz que não: “Ele me disse que era para atender às necessidades com o sistema, que seriam os deputados”.

“Só das cinco ações penais ajuizadas pelo Ministério Público já tem aí mais de R$ 100 milhões de recursos públicos”, afirma o procurador da República.

José Riva tem, na Justiça, mais de 120 ações cíveis e criminais, que fazem dele o político mais ficha-suja do Brasil.

“O senhor José Riva vem sendo processado já por desvio de recurso público há mais de 13 anos”, destaca o promotor de Justiça Gilberto Gomes.

Em uma cartilha oficial do governo do estado, não há espaço entre as palavras. “Tudo emendado, não há um espaço entre uma palavra e outra. Esse é um manual de redação que foi produzido pela Assembleia Legislativa supostamente. Ao longo de dois anos foram aplicados entre assembleia e estado de Mato Grosso mais de R$ 140 milhões em serviços gráficos, supostamente”, mostra o promotor.

Por que supostamente? Quem conta é o dono de uma das gráficas. Ele denunciou o esquema ao Ministério Público.

“Esse material nunca era entregue. As gráficas tinham o objetivo de desviar dinheiro público. Junto com o presidente José Riva. Ficavam com 25% desse dinheiro e 75% retornavam para o presidente da Assembleia Legislativa”, detalha.

Várias gráficas entraram no esquema. Nenhum responsável por uma delas quis conversa com o Fantástico. Uma curiosidade: e se os R$ 140 milhões de dinheiro público tivessem de fato sido usados para imprimir as tais cartilhas?

“Dá para você enfileirar carretas e carretas de papel daqui a São Paulo”, conta a testemunha.

Então por que o Ministério Público recebeu publicações como aquela cheia de erros?

“Isso foi produzido às pressas, alguns exemplares para atender à nossa requisição”, diz o promotor.

“Rodava dois livros, três livros, só para justificar ao Tribunal de Contas e ao Ministério Público”, diz o dono de uma gráfica.

“Me procuravam, sempre, para extrair da minha, vamos dizer assim, da minha cabeça, as engenharias para se resolver várias situações”, diz Éder Moraes.

Além de ter trabalhado nos preparativos da Copa, Éder foi secretário da Casa Civil e da Fazenda do estado do Mato Grosso. “Eu sempre desenvolvi essas engenharias”, diz Éder.

Éder deu cinco depoimentos ao Ministério Público. Ele afirma que cumpria ordens do então governador Silval Barbosa para pagar dívidas com Júnior Mendonça, o financiador do esquema.

Éder Moraes: Peguei sacola, né? Peguei mochila com R$ 400 mil, R$ 500 mil. Eu sabia onde estavam as dívidas. Então, ‘ó, isso daí é para resolver lá com o Júnior’.

Promotor: Quem que falava isso que era para resolver com o Júnior?
Éder Moraes: O governador.

Éder insinua que, quando era secretário da Fazenda, o dinheiro ilegal que ele arrumava servia para comprar deputados da Assembleia Legislativa.

Éder Moraes: Havia uma carga de pressão violenta da Assembleia Legislativa sobre o governo, o que também demandava recursos financeiros – para se aprovar uma conta no final de ano, para se tramitar as coisas com velocidade.

Promotor: A pressão era para a secretaria levantar dinheiro e passar para Assembleia.
Éder Moraes: Isso.

Éder afirma que recebeu oferta de propina. Ao todo, R$ 10 milhões por conta das obras da Copa. “Foi prometido pelo governo do estado para mim R$ 5 milhões da arena e R$ 5 milhões no VLT”, conta Éder Moraes.

Mas, no mesmo depoimento, ele diz que a propina acabou não sendo paga.

Pois bem. O VLT, o Veículo Leve sobre Trilhos, que deveria estar pronto antes da Copa, foi divulgado com fanfarra. Um vídeo mostra o então presidente da assembleia José Riva e o então governador Silval Barbosa passeando de VLT em Portugal.

Em outro vídeo, Silval aparece inaugurando uma estação do VLT em Cuiabá. A única. Faltou construir mais 32 que tinham que ter ficado prontas, com duas linhas e um total de 22 quilômetros para Copa do Mundo.

“Não havia a menor possibilidade de dar viabilidade econômica para um sistema de VLT”, explica Luiz Miguel, professor do Departamento de Engenharia Civil da UFMT.

O projeto inicial para Copa não era de trens e, sim, ônibus. Muito mais barato. Ia sair por mais ou menos R$ 322 milhões. Segundo o Ministério Público, que está investigando a obra, a mudança no projeto foi feita às pressas e de forma criminosa.

O VLT já passou a casa do bilhão de reais, a cidade está com um rasgo aberto para os trilhos passarem, e até agora bulhufas.

Para continuar a obra, são necessários mais R$ 500 milhões. E quanto tempo para finalmente o VLT sair rodando? “Isso é obra que não se faz em menos de quatro anos”, afirma o professor.

Tem mais. Dois viadutos fazem parte do pacote Copa. “O viaduto foi inaugurado e logo em seguida, um mês depois, ele foi interditado por força de identificação de fissuras na estrutura. Não podem entrar dois ônibus, porque eles não cabem dentro na curva. Então, funcionalmente, ele está errado. Foi mal feito, foi mal projetado”, explica o professor.

Para resolver essa pendenga, fica quanto? “No mínimo, 40% mais caro esse viaduto em relação ao preço original dele”, diz o especialista.

O segundo viaduto também tem problemas. “Não resolveram esse ponto baixo, onde nós estamos. Aqui dá um metro de água diante das chuvas mais fortes. Não fizeram a drenagem para coletar toda essa água que acumula aqui”, ele avalia.

Dias depois de ter dado o depoimento, Éder Moraes fez uma retratação ao Ministério Público, para que o primeiro depoimento seja desconsiderado pela investigação. Ele se diz inocente.

E veja o motivo que Éder apresenta para tentar voltar atrás: “Estava extremamente tomado pela emoção de não ter sido atendido em uma escolha para então ocupar uma vaga no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso”.

O Ministério Público não considera que o depoimento tenha sido anulado. E tanto o Ministério Público Federal quanto o Estadual entraram com ação contra o ex-governador Silval Barbosa por conta do VLT.

Em nota, Silval afirma que nunca autorizou Éder Moraes a fazer qualquer transação com Júnior Mendonça. Sobre a acusação de desvio de dinheiro público, ele diz esperar o teor das investigações e, se necessário, prestará esclarecimentos.

Sobre o VLT, Silval afirma que a obra teve acompanhamento integral de todos os órgãos de controle e fiscalização. Ele afirma também que o atraso se deve a fatores como desapropriações judiciais, ações do Ministério Público e a própria complexidade da obra.

Já os advogados do ex-presidente da assembleia José Riva dizem que as acusações de Júnior Mendonça não têm base em provas e que a documentação relativa aos períodos em que ele presidiu a casa vai afastar qualquer possível suspeita de ato ilícito.

Acontece que neste sábado (21) José Riva foi preso pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, o Gaeco, do Mato Grosso. Com o anúncio desta reportagem ao longo da semana, a Justiça entendeu que o ex-deputado poderia fugir.

Em nota, o deputado Mauro Savi nega qualquer acusação de desvio de recursos públicos e diz que a nota promissória que avalizou para José Riva é somente uma prática comercial lícita.

Enquanto a farra com dinheiro público é investigada, existe em Cuiabá, há 30 anos, um prédio que deveria ser um hospital para a população.

“Aquele que desvia um recurso que deveria ir para saúde, e não vai, a sociedade acaba não vendo a gravidade do seu ato. Quantas pessoas já não perderam a vida e deixaram de ser atendidas por força de carência de recursos?”, destaca o promotor.

E afinal: cadê o dinheiro que tava aqui?

G1/Fanatastico

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Dólar sobe à espera de detalhes sobre acordo de dívida grega

União Europeia e Grécia concordaram em prolongar pacote de resgate.
Na última sessão, moeda fechou com valorização de 0,45%, a R$ 2,8788.

O dólar opera em alta nesta segunda-feira (23), no patamar mais alto em mais de 10 anos, após ter renovado a máxima neste período na última sessão.

O mercado repercute o acordo entre a Grécia e a União Europeia, que estendeu por mais quatro meses a ajuda financeira para o país conseguir pagar sua dívida, no fim da tarde de sexta-feira (20).

Às 11h a moeda norte-americana operava cotada a R$ 2,8860, com avanço de 0,25%, atingindo nova máxima em mais de uma década. Veja a cotação. Mais cedo, o dólar chegou a R$ 2,9006, maior cotação desde setembro de 2004.

A Grécia deve enviar até o final desta segunda-feira uma lista de reformas, incluindo medidas para lidar com a sonegação fiscal e corrupção, atendendo a uma exigência da zona do euro para prorrogar o acordo financeiro ao país.

Os mercados globais têm sido pressionados por preocupações com a possibilidade de os desentendimentos entre a Grécia e seus parceiros europeus levarem à saída de Atenas dazona do euro, em mais um golpe à frágil recuperação econômica global.

“A Grécia precisa correr para assegurar o acordo. Até lá, o clima vai continuar pesado”, disse o estrategista-chefe do Banco Mizuho, Luciano Rostagno. Nesse quadro, o dólar também se apreciava contra moedas como o euro e os pesos chileno e mexicano.

Investidores também vêm mostrando preocupação com a deterioração dos fundamentos macroeconômicos do Brasil e, por isso, diminuindo o ritmo de compras de ativos denominados em real.

Economistas consultados pelo Banco Central em sua pesquisa Focus diminuíram novamente suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, projetando contração de 0,50%, ante 0,42% na semana anterior.

Por fim, as atenções voltavam-se ainda para a política monetária norte-americana. Na semana passada, a ata da última reunião do Federal Reserve chegou a trazer alívio ao câmbio, sugerindo que o banco central dos EUA poderia não dar início ao aperto monetário em junho.

Parte do mercado interpretou que o documento estava defasado por não refletir os mais recentes indicadores econômicos, o que se somava às pressões sobre o câmbio.

Programa cambial
O Banco Central dará continuidade às intervenções diárias no mercado de câmbio nesta manhã, ofertando até 2 mil swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólar, com vencimentos em 1º de dezembro de 2015 e 1º de fevereiro de 2016.

O BC faz ainda mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em 2 de março, que equivalem a US$ 10,438 bilhões, com oferta de até 13 mil contratos.

Na véspera, a moeda norte-americana fechou cotada a R$ 2,8788, com avanço de 0,45%, atingindo nova máxima em mais de uma década. O patamar é o mais alto desde outubro de 2004.

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Do G1, em São Paulo

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Assentamentos são a fronteira do desmatamento

Muito visados, se considerado que hoje o desafio do Pará tem se concentrado no combate aos desmatamentos de médio e pequeno porte, os assentamentos enfrentam dificuldades na promoção da regularização fundiária que também decorrem de questões históricas. Especificamente no município de Anapu, onde estão localizados três Projetos de Assentamento (PAs) e dois Projetos de Desenvolvimento Sustentável (PDS) federais, a dificuldade de regularizar a situação dos assentamentos está na existência de áreas que ainda são alvo de ações de reintegração na Justiça. “O problema aqui é fundiário. Nós temos aqui um problema de sobreposição de várias formas de destinação de terras públicas, e nenhum desses processos nunca foi concluído”, avalia Fagner Garcia, coordenador em Anapu do Posto Avançado do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a autarquia federal cuja missão prioritária histórica seria executar a reforma agrária e realizar o ordenamento fundiário no país.

Decorrente de uma prática existente na década de 1970, a alienação de terras públicas para particulares a preços mínimos fez com que muitas áreas ao longo da Transamazônica fossem usadas para especulação imobiliária, descumprindo a assinatura de um compromisso entre governo e particulares que visava uma série de obrigações em prol do desenvolvimento da região. Como consequência, até hoje o Incra busca judicialmente a reintegração de parte dessas áreas. “Desses títulos que foram distribuídos nessa época, a maioria virou especulação e eles existem até hoje”, aponta. “O Incra, na época das décadas de 1970 e 1980, quando estava dentro do prazo de fiscalização, não fiscalizou [o cumprimento das obrigações]. A primeira fiscalização que ocorreu foi em 1987, já por pressão da missionária Dorothy Stang e do movimento social organizado. E isso gerou uma série de ações na justiça. Até hoje estamos entrando com ações de retomada dessas áreas, e essas situações se arrastam por mais de duas décadas”.

Diante da existência até hoje de ações que ainda não foram julgadas, dentro de um único Projeto de Assentamento em Anapu é possível encontrar áreas que sempre foram públicas e nunca saíram do patrimônio da União; áreas que foram alienadas e já retomadas e áreas que estão em processo de retomada. “O que acontece é que a gente tem uma área já ocupada, porque a ocupação aconteceu independente do Incra, pelo fluxo natural de pessoas vindas do Nordeste e do Sul. E o Incra, à medida em que foi retomando as áreas, foi destinando na forma de Projeto de Assentamento”, explica o coordenador do posto avançado do Incra em Anapu. “Aquele título lá da década de 1970 ainda existe até que haja uma sentença judicial transitada em julgado cancelando. Então a gente tem esse mosaico”.

TENSÃO PERMANENTE

Assentado desde 2006 e um dos primeiros ocupantes do lote 55 do PDS Esperança – lote pelo qual Dorothy Stang lutou e onde morreu -, o produtor Fábio Lourenço de Souza conseguiu ser ‘remanejado’ para o lote 57 apenas há cerca de quatro meses, quando o Incra finalmente conseguiu recuperar a área, passados seis anos de disputa na Justiça. Vizinho ao lote marcado pela história da missionária, o lote 57 atualmente é ocupado por cerca de 25 famílias, sendo que dez moram ainda em áreas de pasto. “Até 2013 tinha gado pastando no 57”, recorda, ao se referir à destinação dada às terras por quem possuía direito de uso antes da desapropriação. “Depois da desapropriação, 500 hectares do lote 57 foram destinados para recuperação. O problema do desmatamento ilegal atinge a todos”.

Apesar da pressão já ser muito menor e diferente da vivenciada na época de Dorothy Stang, não é difícil perceber que muitos assentados ainda convivem com a tensão justamente pelo descontentamento de antigos detentores de títulos, após a desapropriação autorizada na justiça. Enquanto os processos judiciais de retomada das terras públicas não são totalmente concluídos, os assentados legalmente instalados dentro do PDS Esperança seguem convivendo lado a lado com as áreas que continuam em situação irregular. “O que acontece é que há documentos [das terras ainda não retomadas pelo Incra] comprados no cartório que, quando a pessoa comprou, já tinha até processo de cancelamento do CATP [Contrato de Alienação de Terra Pública], resquício do ‘terra sem homens para homens sem terra’”, explica Fábio. “Eles compravam propriedades para conseguir financiamento. Mas a pressão dos movimentos sociais e as ocupações pressionaram no Incra à retomada. Ainda hoje tem área sub judice, sem posse e que, ainda assim, tem plano de manejo aprovado pela Sema [Secretaria de Estado de Meio Ambiente]”.

(Diário do Pará)
(Foto: Fernando Araújo/Diário do Pará)

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Após dois meses de recesso, legislativo de Novo Progresso retoma os trabalhos

Após dois meses de recesso, o poder legislativo da cidade de Novo Progresso retoma os trabalhos na casa , as dependências da casa está aberta ao público e a primeira sessão ordinária após recesso acontecerá nesta terça-feira (24/02).

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Por: Blog do Adecio Piran

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