Quase 58 mil títulos são cancelados no Pará

Quase 58 mil títulos são cancelados no Pará (Foto: Rafael Neddermeyer/FotosPúblicas)
Eleitor que não justificou ausência de votação há três eleições não poderá obter documento

Segundo a Justiça Eleitoral, 57.964 eleitores paraenses tiveram o título cancelado por ausência ás urnas nas três últimas eleições. Os nomes e números dos títulos já estão disponíveis para consulta nos sites do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Do universo de 142.822.083 eleitores na época do último pleito realizado no país, foram cancelados 1.711.267 títulos. Para aplicação dessa regra, cada turno é considerado uma eleição.

No Pará, dos 5.188.450 eleitores aptos ao voto, 60.188 estavam passíveis de cancelamento, e apenas 2.204 foram regularizados dentro do prazo determinado. Em Belém, o atendimento ao chamado foi bem menor ainda. A capital possui 1.023.169 eleitores e 11.722 títulos estavam correndo risco de serem cancelados, mas somente 413 eleitores regularizaram sua situação, e outros 11.347 forma cancelados.

O cancelamento ocorreu depois de passado o prazo de 60 dias para que os 1.781.115 eleitores passíveis de terem o documento invalidado pudessem regularizar a situação perante a Justiça Eleitoral. Desse total, apenas 64.580 (3,62%) compareceram aos cartórios eleitorais portando documento oficial com foto, título e comprovantes de votação, de justificativa e de recolhimento ou dispensa de recolhimento de multa.

Para saber se o documento foi cancelado, basta acessar o link “situação eleitoral”, no espaço “serviços ao eleitor”, disponível nos sítios eletrônicos da Justiça Eleitoral.

REGULARIZAÇÃO

Para reverter esse quadro e regularizar o título eleitoral, o eleitor deverá comparecer, pessoalmente, ao cartório eleitoral de sua inscrição ou, em caso de mudança de endereço, no cartório eleitoral ao qual pertença sua residência. Ele deverá levar um documento de identidade, exceto o novo modelo de passaporte por não conter dados de filiação, e, se possuir, apresentar o título eleitoral e os comprovantes de justificativa de ausência em cada turno das eleições, além de comprovante de residência.

A regularização não é necessária para eleitores com menos de 18 anos ou com mais de 70, para os quais o voto é facultativo. Pessoas com deficiência e que têm dificuldade de cumprir as obrigações eleitorais também não terão o título suspenso.

Segundo a Justiça Eleitoral, 57.964 eleitores paraenses tiveram o título cancelado por ausência ás urnas nas três últimas eleições. Os nomes e números dos títulos já estão disponíveis para consulta nos sites do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Do universo de 142.822.083 eleitores na época do último pleito realizado no país, foram cancelados 1.711.267 títulos. Para aplicação dessa regra, cada turno é considerado uma eleição.
No Pará, dos 5.188.450 eleitores aptos ao voto, 60.188 estavam passíveis de cancelamento, e apenas 2.204 foram regularizados dentro do prazo determinado. Em Belém, o atendimento ao chamado foi bem menor ainda. A capital possui 1.023.169 eleitores e 11.722 títulos estavam correndo risco de serem cancelados, mas somente 413 eleitores regularizaram sua situação, e outros 11.347 forma cancelados.
O cancelamento ocorreu depois de passado o prazo de 60 dias para que os 1.781.115 eleitores passíveis de terem o documento invalidado pudessem regularizar a situação perante a Justiça Eleitoral. Desse total, apenas 64.580 (3,62%) compareceram aos cartórios eleitorais portando documento oficial com foto, título e comprovantes de votação, de justificativa e de recolhimento ou dispensa de recolhimento de multa.
Para saber se o documento foi cancelado, basta acessar o link “situação eleitoral”, no espaço “serviços ao eleitor”, disponível nos sítios eletrônicos da Justiça Eleitoral.

REGULARIZAÇÃO

Para reverter esse quadro e regularizar o título eleitoral, o eleitor deverá comparecer, pessoalmente, ao cartório eleitoral de sua inscrição ou, em caso de mudança de endereço, no cartório eleitoral ao qual pertença sua residência. Ele deverá levar um documento de identidade, exceto o novo modelo de passaporte por não conter dados de filiação, e, se possuir, apresentar o título eleitoral e os comprovantes de justificativa de ausência em cada turno das eleições, além de comprovante de residência.

A regularização não é necessária para eleitores com menos de 18 anos ou com mais de 70, para os quais o voto é facultativo. Pessoas com deficiência e que têm dificuldade de cumprir as obrigações eleitorais também não terão o título suspenso. (Com informações do TSE)

(Diário do Pará)

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No Pará- Área devastada equivale a 38 mil campos de futebol

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Área devastada equivale a 38 mil campos de futebol (Foto: Fernando Araújo)
Segundo Schaedler, o Ibama aplicou multas contra os acusados e o caso está na Justiça (Foto: Fernando Araújo)

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) entrará com ações civis públicas contra infratores ambientais no Pará, que devastaram uma área de 380 quilômetros, o que equivale a 38 mil campos de futebol.

Em uma recente fiscalização do Ibama foram identificadas três pessoas físicas e duas jurídicas que desmataram áreas significativas da Amazônia em cinco municípios do Pará: Altamira, Anapu, Ulianópolis, Santa Bárbara do Pará e Rondon do Pará. Os valores das indenizações pedidas chegam aos R$ 212 milhões, que devem ser revestidos em recursos para recuperação de áreas degradadas ou para projetos que possam conservar a Amazônia brasileira.

O superintendente do Ibama, Hugo Américo Schaedler, explicou que no âmbito administrativo foram aplicadas multas contra os autores dos crimes e o caso está na Justiça. “Neste caso específico, estamos entrando com ações civis públicas para obrigação de reparação de dano ambiental cometido. Identificamos inicialmente cinco grandes desmatadores, o maior deles chega a ter 20 autos de infração (multas no Ibama)”.

INDENIZAÇÕES

Segundo a procuradora chefe da divisão jurídica do Ibama, Karine Levy, as indenizações das áreas desmatadas devem ser aplicadas em fundo em prol da Amazônia. “Aferimos quantos hectares da Amazônia foram degradados e os infratores têm que fazer essa recuperação dessas áreas, com reflorestamento e recuperação do dano. Se não efetivarem essa recuperação, estamos pedindo uma indenização, no qual, o valor seria destinado a um “Fundo Amazônia”, que visa à recuperação da Amazônia”.

Até o final do ano, o Ibama pretende impetrar mais 15 ações. As ações do Ibama foram apresentadas ontem. Segundo Schaedler, em onze anos houve reduções significativas do desmatamento. “De 2004 para cá tivemos uma redução de 27.000 km²”.

Schaedler destacou que ações estão sendo intensificadas para minorar o desmatamento na Amazônia. “Este ano, com estas ações intensas, como a prisão dos envolvidos da Operação Castanheira, que eram grandes grileiros na região da BR- 163, nós esperamos que haja uma redução ainda maior no Estado do Pará e que isso reflita positivamente na queda do desmatamento e que coloque o Brasil como um grande combatente do desmatamento, apesar de ter as taxas absolutas ainda muito grandes, até porque é uma extensão de área muito superior até do que alguns países. Mas que continue caindo e o Pará colabore com isso”.

(Diário do Pará)

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Saúde financia Samu em 21 municípios paraenses

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Valores liberados são complementação dos recursos previstos em portarias já publicadas

O Ministério da Saúde liberou ontem R$ 4,16 milhões do Fundo Nacional de Saúde para custeio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) em 21 municípios do Estado do Pará. Os valores são uma complementação dos recursos financeiros estabelecidos em portarias já publicadas sem observar a data do efetivo funcionamento do Samu 192. Os recursos serão recebidos por cada município em parcela única.

A maior destinação desses recursos será para Conceição do Araguaia, com o valor de R$ 713.440,00; e Tucuruí, com R$ 624.260,00. Os dois também são os únicos no Estado com parcelas extras de R$ 136.500,00 e R$ 119.437,50, respectivamente. Na sequência surgem Marabá (R$ 409.500,00), São Domingos do Capim (R$ 153.562,50) e sete municípios com parcelas única de 136.500,00 –  Água Azul do Norte, Bannach, Ourilândia do Norte, Pau D’Arco, Redenção, Santana do Araguaia, Xinguara.

Outros seis (Breu Branco, Canaã dos Carajás, Dom Eliseu, Goianésia, Jacundá e Tailândia) receberão, cada um, R$ 136.500,00. Já Maracanã e Ourém estão com previsão de receber individualmente R$ 118.125,00, enquanto Barcarena receberá R$ 68.250,00 e Viseu, R$ 34.125,00. No geral, além do Pará, serão beneficiados com o montante total de R$ 24,6 milhões para o custeio do Samu 192 municípios de São Paulo, Santa Catarina, Pernambuco, Minas Gerais, Goiás, do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Amazonas, da Paraíba e Bahia.

Esses recursos fazem parte dos R$ 220 milhões anunciado pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, na última semana, durante a 18ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. Os recursos, previstos em seis portarias de temas específicos, são destinados aos serviços de emergência do Sistema Único de Saúde (SUS), como Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e Samu. Para a assistência hospitalar, serão contemplados os serviços de cardiologia, além da saúde mental.

“Todos os recursos que estavam com portarias já publicadas foram liberados, para UPA, Samu, contratualização, entre outras áreas que aguardavam recursos. São R$ 220 milhões que nós já estamos executando, a partir da liberação, na sexta-feira passada, do nosso orçamento. Neste momento, não há nenhuma portaria já aprovada e publicada que não tenha sido paga. E os pagamentos serão retroativos à data de publicação da portaria”, reforçou o ministro da Saúde, que disse ainda que estão previstos mais recursos para as cirurgias eletivas.

Entre as portarias já publicadas estão R$ 88,6 milhões para UPAs, R$ 23 milhões para Saúde Mental, R$ 13,5 milhões para leitos de UTI, R$ 67,2 milhões a Santas Casas e Hospitais Filantrópicos por meio do Incentivo de Adesão à Contratualização (IAC), e R$ 2,9 milhões para Serviços de Alta Complexidade em Cardiologia. O repasse de ontem corresponde a mais R$ 24,6 milhões para o Samu 192 e entrou em vigor a partir da sua publicação.
Por: O Liberal

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Gravida da à luz a trigêmeos na clinica Sinhá em Novo Progresso, filhos e mãe passam bem.

O primeiro caso raro de gravidez de trigêmeos é registrado no município de Novo Progresso. A mãe Daniele Monteiro Borges
(Professora), 35 anos, deu a luz a três lindos bebês na Clinica Sinhá neste sábado (30). Sendo dois meninos e uma menina.

A gravidez de trigêmeos aconteceu de forma espontânea. A situação, de acordo com a medicina, isso só acontece uma vez a cada 9 mil gestações.

Para o médico, enfermeiras e técnicas, este foi um momento muito especial para eles e para o Hospital, este é o primeiro parto de trigêmeos que é realizado neste Hospital, não temos registro de outro caso no município.

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Devido o número de filhos e os pais serem pessoas de condições financeiras baixas, está sendo feita uma campanha para arrecadar donativos, como fraudas descartável, mantas, alimentos, roupinhas, calçados e até berços e colchãozinhos. Sê você quer ajudar, ligue para o telefone (93) 981176889.  Os nomes das crianças ainda não foi decidido , a mãe e os bebes ja receberam alta.

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Aguardem mais informações sobre este caso.

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Por:Redação Jornal Folha do Progresso

Trigêmeos
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Caprichoso e Garantido se dizem prontos para o Festival Folclórico de Parintins

A 25 dias do evento, bumbás entram em fase de acabamento das alegorias para as três noites de festa.

Festival Folclórico de Parintins acontece nos dias 26, 27 e 28 de junho. Foto: Danilo Mello/Acervo-DA

Manaus – A 25 dias do Festival Folclórico de Parintins, os bumbás Caprichoso e Garantido entram em fase de finalização das alegorias para a apresentação das três noites. Este ano, o evento acontece nos dias 26, 27 e 28 de junho e celebra 50 anos do festival.

No Boi-Bumbá Caprichoso, que defende o tema ‘Amazônia’, desde o início do mês de maio os integrantes das tribos  realizam os ensaios na arena do Bumbódromo. Segundo a direção da agremiação, aproximadamente 300 pessoas se reúnem diariamente com a finalidade de aperfeiçoar os passos e marcações das coreografias preparadas para as três noites de disputa.

Os ensaios foram intensificados e acontecem também no curral Zeca Xibelão e Clube de Campo Caprichoso. “Essa estratégia é adotada desde o ano passado e deu certo. Os brincantes se adaptam desde à dimensão da arena, o que contribuiu positivamente para os nossos shows”, afirma o coordenador de coreografia do Caprichoso, Jair Almeida.

Segundo ele, a coordenação coreográfica é composta pelos segmentos tribais, cênico e folclóricos. Cada um previamente orientado pelo Conselho de Artes, de acordo com as toadas a serem executadas no festival 2015.

De acordo Jair Almeida, os ensaios devem ser finalizados até a primeira quinzena de junho para a prévia avaliação do Conselho de Artes. “Esse é nosso cronograma de atividades. Vamos apresentar nossos trabalhos para as possíveis modificações e aprovação dos conselheiros”, informou.

A direção do bumbá faz segredo quanto à preparação das alegorias e quanto o Caprichoso está investindo este ano para tentar conquistar o título, segundo a assessoria de comunicação da agremiação.

Garantido aposta nas alegorias

O Boi-Bumbá Garantido, que defendo este ano o tema ‘Vida’ para conquistar o tri-campeonato,  informou que o planejamento estratégico de formatação do projeto de arena  entra na fase de acabamento, revestimento, pastelagem e pintura artística, além da montagem de adereços e decoração. Ao todo são 160 módulos alegóricos que vão dar vida as 12 alegorias para a disputa na arena. “E um espetáculo grandioso e nós não podemos retroceder. O festival chegou a um nível tão alto que daqui pra frente só vai evoluir”, afirmou o artista e coordenador da Comissão de Artes do Garantido, Marialvo Brandão.

De acordo com Brandão há cerca de dois meses os artistas de galpão trabalharam na montagem estrutural de ferragem, uma vez que a nova diretoria encontrou o complexo de alegorias com a maioria dos módulos sucateados e houve a necessidade de renovar toda a estrutura de ferro. “O Garantido estava sucateado e tivemos que comprar todas as peças metálicas novas, necessária para a confecção do projeto de arena 2015”, explicou Brandão.
Marilavo Brandão ressaltou que houve um esforço de todos os setores do bumbá para que os materiais estivessem no almoxarifado do boi para não haver atraso na execução dos trabalhos nos galpões, o que facilitou o andamento do serviço. “O presidente Adelson Albuquerque e o vice Fábio Cardoso fizeram todo o esforço para atender aos pedidos dos artistas para que pudéssemos cumprir o projeto na íntegra e dentro do planejado”, disse o coordenador artístico.

Segundo ele, uma das vantagens de ter todo o material de galpão para a feitura das alegorias, é que a equipe ganha  tempo de uma semana antes do festival para realizar o translado dos módulos alegóricos para a área de concentração no setor externo do Bumbódromo. “O nosso planejamento foi feito com muito cuidado, estudo minucioso e um novo formato de projeto artístico que só podermos mostra na arena”, afirma Marialvo sem revelar os detalhes do projeto.

Para as três noites de disputa na arena do Bumbódromo a diretoria do Garantido investiu R$ 9 milhões no projeto de arena. Serão 12 alegorias distribuídas em Celebração Folclórica, Lenda Amazônica, Figura Típica Regional e Ritual Indígena.

Preparativos
O governo do Estado, segundo informações da Prefeitura de Parintins, vai investir aproximadamente R$ 2 milhões para preparar o município para o 50º Festival Folclórico de Parintins.
Segundo a Secretaria de Obras, 400 toneladas de asfalto serão utilizados para recapear as vias que estão em situações críticas. O município também está enfrentando situação de emergência por conta da cheia do Rio Amazonas. Conforme informações 2.900 famílias foram atingidas pela cheia na zona urbana e rural do município este ano.

Segundo a prefeitura, parte das ações nas áreas de infraestrutura, segurança, social, saúde e abastecimento já estão em andamento no município para o festival.

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Em Cuiabá governadores da Amazônia defendem preservação ambiental com desenvolvimento econômico

O Pará foi representado pelo vice-governador Zequinha Marinho.

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Governadores e vice-governadores de nove estados da Amazônia Legal defendem a união entre os Estados para garantir a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico da região. As discussões fazem parte da 10ª edição do Fórum dos Governadores da Amazônia Legal, que tem como objetivo definir mecanismos de cooperação regional e nacional para buscar alternativas para a remuneração dos serviços ambientais. O evento aconteceu, hoje, no Palácio Paiaguás.

Para o governador Pedro Taques, a união dos Estados da Amazônia é fundamental para conseguir o fortalecimento da política de desenvolvimento sustentável, com ações como a remuneração por serviços ambientais, investimentos em educação, saúde, energia e transporte e produção de conhecimento. “Se estivermos unidos vamos conseguir resultados muito melhores. Mato Grosso já tem diminuído sistematicamente o desmatamento na região Amazônica. Com esses esforços estamos mostrando ao mundo que se pode aliar aumento de produtividade e preservação ambiental”, afirmou.

Entre os principais pontos de discussão estão a possibilidade para conseguir retorno financeiro com Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação florestal (REDD +). Segundo o coordenador do Fórum Global dos Governadores para Clima e Floresta (GCF) no Brasil, Mariano Cenamo, o Brasil foi o país que mais reduziu as emissões de carbono no mundo, e por isso, os estados da Amazônia precisam explorar este potencial. Conforme dados da GCS Mato Grosso é o Estado brasileiro que receberia a maior parcela pelo empenho em reduzir os desmatamentos da Amazônia.
O governador do Acre, Tião Viana, também defendeu a união entre os governadores e apontou como a melhor saída para que os Estado concretizem os objetivos desejados. Viana, lembrou da importância de avançar as discussões sobre créditos de carbonos para a Amazônia. “É muito importante essa reunião nesse Estado que está mudando sua imagem e se afirmando como um Estado que produz com sustentabilidade. As discussões sobre a venda de carbono são muito importantes, pois estamos mostrando ao mundo uma nova moeda: o carbono”, afirmou.

No Brasil, seis estados integram o GCF: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará e Tocantins. Entre os anos de 2006 e 2013, nos estados amazônicos, foi verificada uma redução do desmatamento de 8,6 milhões de hectares, correspondente a 4,2 bilhões de toneladas de gás carbônico, que deixaram de ser emitidas para a atmosfera. Essa marca supera a redução de qualquer país desenvolvido ou em desenvolvimento, com ou sem metas obrigatórias.

Ao final, será apresentada a Carta de Cuiabá, que representará um pacto dos Estados da Amazônia pela valorização da floresta e redução do desmatamento além de estratégias para captação de recursos.

Fonte: Redação Só Notícias (foto: assessoria) Com Redação Jornal Folha do Progresso

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MPF quer atendimento diferenciado para 13 etnias de índios

Mesmo com direito garantido por lei, 13 povos indígenas do baixo Tapajós até hoje não tem o atendimento específico

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou nesta semana ação civil para que a União Federal seja obrigada a garantir efetiva prestação de serviço de saúde a treze etnias indígenas do baixo rio Tapajós, rio Arapiuns, Planalto Sereno e regiões próximas.

A ação aponta que desde 2001 as etnias Borari, Munduruku, Munduruku Cara-Preta, Jaraqui, Arapiun, Tupinambá, Tupaiu, Tapajó, Tapuia, Arara Vermelha, Apiaká, Maitapu e Cumaruara solicitam atendimento de saúde diferenciado, conforme determina a lei, mas os pedidos não foram atendidos até hoje, mais de 14 anos depois.

Enquanto isso, os quase seis mil indígenas continuam sem acesso a postos de saúde nas 60 aldeias e precisam percorrer longas distâncias se deslocando até o centro urbano de Santarém, local mais próximo onde há atendimento básico.

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O MPF também quer que a União garanta o mesmo atendimento aos índios não aldeados ou que residam em centros urbanos por outros motivos, como estudo e trabalho.

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Após investigação, o MPF constatou que a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) não inclui no subsistema de saúde específico os povos indígenas que não habitam em terras com procedimento demarcatório concluído. O subsistema de saúde indígena determina a existência de postos de saúde situados dentro das aldeias com agentes indígenas, além de pólos-base com equipes multidisciplinares de saúde indígena e Casa de Saúde Indígena (Casai), que apoia o atendimento de média e alta complexidade e realiza atendimento dos indígenas que estão nos centros urbanos.

Por consequência, as treze etnias em questão, que vivem em terras indígenas que ainda não são integralmente demarcadas, pertencentes aos municípios de Santarém, Belterra e Mojuí dos Campos, não foram incluídas no subsistema. O mesmo tem sido constatado em relação aos índios não aldeados e que estão em centros urbanos. Apesar de oriundos de territórios indígenas, a Casa de saúde Indígena (Casai) tem se recusado a atendê-los com a justificativa de que eles residem na cidade e, portanto, perderam o vínculo com suas respectivas aldeias e não têm mais direito ao atendimento diferenciado.

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Em relação aos índios que vivem fora das aldeias, a Portaria do Ministério da Saúde nº 1.163/99 é categórica: “a recusa de quaisquer instituições, públicas ou privadas, ligadas aos SUS, em prestar assistência aos índios configura ato ilícito, passível de punição pelos órgãos competentes. Assim, não há amparo legal para recusar atendimento diferenciado aos indígenas que vivem em aldeias não demarcadas integralmente ou que vivem nos centros urbanos para trabalhar e/ou estudar.
Por: Ministério Público Federal-Foto: Igor Mota

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Paraguayo-Preso em operação Castanheira é condenado a pagar R$2,6 mi

Sentença foi publicada nesta sexta-feira (29)

A Justiça Federal condenou nesta sexta-feira (29) o empresário um dos empresários acusados pelo desmatamento ilegal em 2009 de 559 hectares de área federal em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. A sentença foi deferida pelo juiz federal em Itaituba Ilan Presser.

Edivaldo Dalla Riva, o ‘Paraguaio’, terá que pagar R$ 2,6 milhões em danos materiais e morais. Ele é um dos presos em fevereiro deste ano pela operação Castanheira, deflagrada em agosto de 2014 pela Polícia Federal (PF), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Receita Federal e Ministério Público Federal (MPF).

A organização da operação Castanheira considerava o grupo que Dalla Riva participava um dos que mais causaram danos à floresta Amazônica.

Na sentença, o juiz Ilan Presser observou que, mesmo tendo conhecimento pessoal da autuação ambiental, Dalla Riva não adotou nenhuma medida para a regularização ambiental da área degradada, o que mostrou a necessidade de que a pena fosse pagamento em dinheiro.

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A operação Castanheira foi deflagrada pela Polícia Federal, Ministério Público Federal, Receita Federal e Ibama, que desarticulou a maior quadrilha de grileiros que operava na região da BR 163, no estado do Pará, respondendo por 20% de todo o desmatamento da Amazônia.

Um dos grandes êxitos da operação foi a prisão do homem considerado o ‘maior devastardor da Amazônia, Ezequiel Castanha. Ele e Edivaldo Dalla Riva foram presos em Novo Progresso.
Por: Redação ORM News com informações da assessoria
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Doze são presos por grilagem de terras em Mato Grosso

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Onze homens e uma mulher foram presos, ontem, município de Confresa (1,1 mil quilômetros de Cuiabá), acusados de grilagem de terra durante a operação “Top Five”, da Secretaria de Estado de Segurança Pública. De acordo com o delegado André Rigonato, as investigações partiram de um inquérito policial instaurado, em 2013, para apurar crimes de invasão de terra e identificar as principais lideranças de esbulho possessório na região do Araguaia.

De acordo com a assessoria de imprensa, durante as diligências, os policiais civis descobriram que um grupo de ‘grileiros’ invadiu uma grande área de terra particular, usando de violência e grave ameaça para expulsar os seguranças contratados pelo proprietário.

A fazenda, na região do projeto Assentamento Piracicaba, a cerca de seis quilômetros da área urbana de Confresa, é alvo de briga judicial e já houve decisão da Justiça favorável ao dono da área. Porém, os grileiros cortaram o cadeado da porteira da fazenda e invadiram o local usando enxadas, foices, entre outros materiais.

Os doze acusados foram conduzidos à delegacia e interrogados. “Entre os envolvidos, três são considerados como lideranças no conflito de terras e já eram investigados pela Polícia Civil. As diligências continuam para prender pessoas que estão agindo fora da lei”.

Segundo o delegado, eles foram autuados em flagrante pelos crimes de esbulho possessório, associação criminosa, desobediência e resistência a prisão.

Fonte: Redação Só Notícias

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Família de suposto piloto de avião abatido embarca para Venezuela

Família de suposto piloto de avião abatido embarca para Venezuela
Documentos de amazonenses e drogas foram encontrados junto a corpos.
Aeronave teria sido derrubada no domingo (24) em Puerto Ayacucho.

Família de Klender Hideo não consegue contato com ele há dias (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)

Famílias dos supostos ocupantes do avião brasileiro abatido na Venezuela cobram informações sobre o caso. Ao G1, João Marcos Silva, tio do homem que seria o piloto do avião, informou que o pai do jovem – que vive em Manaus – viajou nesta quinta-feira (28) para Caracas em busca de notícias sobre o paradeiro do filho. O avião teria sido abatido no domingo (24).

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a aeronave modelo EMB-820C foi abatida quando sobrevoava a cidade de Puerto Ayacucho, na Venezuela. Restos mortais, drogas e documentos de dois jovens foram encontrados junto aos destroços da aeronave. Com base na documentação encontrada, autoridades daquele país afirmam que o piloto seria Klender Hideo, de 24 anos, e o outro ocupante seria Fernando Cesar Silva Da Graca, de 19. Ambos são de nacionalidade brasileira.

Em Manaus, familiares das supostas vítimas aguardam por notícias. “O documento e a bolsa [encontrados] são dele [Klender]. Não temos a certeza de que ele morreu porque alguns sites venezuelanos dizem que o corpo não foi encontrado, outros veículos [de comunicação] dizem que o corpo dele foi carbonizado. Também disseram que o documento foi encontrado no bolso dele, mas como o documento não está queimado se o corpo foi carbonizado? A droga também estava intacta. Dizem que morreram, mas não mostraram os corpos. A gente está com esperança, acreditando em um milagre”, disse Marcos.

Sem notícias do filho, a mãe de Klender está debilitada, segundo o tio. “A família quer ver o corpo dele. A mãe dele está muito mal, não quer comer. Ontem [quarta-feira], ela teve alucinações. Está difícil”, diz o tio da suposta vítima.

Familiares do outro ocupante do avião também buscam informações. Cleiton Castro, irmão de Fernando, diz que a família está mobilizada para obter informações oficiais sobre o caso. Segundo ele, o Consulado da Venezuela ajudou a família a fazer contato com o Consulado brasileiro em Caracas.

“As informações do Itamaraty e dos dois consulados são iguais. Eles informaram que os corpos estão em um hospital de Valência, mas não confirmaram que é o meu irmão. Pediram para que eu vá até lá para fazer o reconhecimento porque, pelo que disseram, eles estão carbonizados”, informou.

Documentos de vítima foram encontrados entre destroços de avião (Foto: Reprodução)
Documentos de vítima foram encontrados entre
destroços de avião (Foto: Reprodução)

Entenda o caso
Um avião que teria saído do Brasil foi abatido na Venezuela no último fim de semana e causado a morte de dois brasileiros. Conforme portais de notícias venezuelanos, foram encontrados mais de 600 pacotes de cocaína no local em que a aeronave teria caído.  Segundo o Itamaraty, a Embaixada do Brasil em Caracas foi informada do ocorrido pelo Escritório Nacional Antidrogas (ONA), responsável pelo abatimento da aeronave.

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Uma publicação do Ministério do Poder Popular para Relações Interiores, Justiça e Paz da Venezuela (MPPRIJP) aponta que o Comando de Defesa Aeroespacial Integral detectou a aeronave voando ilegalmente e, em seguida, teria deslocado aviões de caça para abordar o avião supostamente conduzido pelos amazonenses.

De acordo com o Ministério venezuelano, os tripulantes não responderam às tentativas de comunicação feitas pelas Forças Armadas, o que levou ao abate. A aeronave estava com falso registro venezuelano, informou o governo.

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