Progressenses tem até 04 de maio para tirar e transferir título de eleitor

Prazo para tirar e transferir título de eleitor vai até  04 de maio
O cartório eleitoral de Novo Progresso fica na Rua IV de Abril Próximo ao Bar Esquina da Amizade.
Os Progressense que queiram tirar o título de eleitor, pedir transferência de domicílio ou revisão do documento têm até o dia 04 de Maio para procurar o único cartório eleitoral do município, e requisitar o serviço, que é  gratuito.
Quem quiser se alistar (tirar o seu título, primeira via) deverá fazê-lo até 04 de maio.
Eleitor que deseje transferir seu título eleitoral deve obedecer ao mesmo prazo.
Os documentos necessários exigidos pela Justiça Eleitoral são os seguintes:

Para primeira via:    Documento de identificação:
*RG, CTPS, certidão de nascimento, de casamento. Não pode ser a CNH.
*Comprovante recente de residência.
*Sexo masculino: comprovante de estar quites com o serviço militar (alistamento ou baixa).
*Todos os documentos devem ser originais.

Para revisão ou transferência:   

Documento de identificação:
*RG, CTPS, certidão de nascimento, de casamento. Pode ser a CNH.
*Comprovante recente de residência.
*Todos os documentos devem ser originais

Consulta On Line
Sem sair de casa, o eleitor de Novo Progresso  pode consultar sua situação perante a Justiça Eleitoral e emitir a titulo1certidão de quitação eleitoral. A informação está no site do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Pará (www.tre-pa.jus.br ). Após realizar a consulta (http://www.tre-pa.jus.br/eleitor/situacao-eleitoral/sistema-de-consulta-a-situacao-eleitoral) caso a situação do eleitor não esteja regular, o sistema orienta que ele procure um posto de atendimento para verificar possíveis pendências.

Só poderá votar nas eleições municipais de 2016 os eleitores em situação regular. O eleitor que tenha alguma pendência com a Justiça Eleitoral deve procurar o cartório eleitoral ou posto de atendimento do município onde reside. O atendente irá informar quais são as pendências encontradas no nome do eleitor e orientar como proceder para regularizá-las.

O prazo para que o eleitor regularize a situação encerra no dia 4 de maio deste ano, quando o cadastro nacional de eleitores é fechado e reabre somente após o pleito eleitoral.

As pendências podem ser oriundas de títulos cancelados por ausência às urnas ou até mesmo suspensão dos direitos políticos por condenação criminal transitada em julgado. Neste último caso, só será possível regularizar a inscrição eleitoral se o eleitor apresentar a certidão de cumprimento integral da pena.

Também não recebe o status de regular o eleitor que está em serviço militar obrigatório, durante o qual é considerado conscrito, tendo a inscrição eleitoral suspensa.

Orientação para consulta:

Ao acessar o site do TRE-PA (www.tre-pa.jus.br), o eleitor deve clicar no link “Eleitor” e depois “Situação Eleitoral” (http://www.tre-pa.jus.br/eleitor/situacao-eleitoral/sistema-de-consulta-a-situacao-eleitoral)  A consulta pode ser por nome ou título. O sistema só responderá quando houver precisão na informação postada pelo eleitor, conforme a que está constando no banco de dados da Justiça Eleitoral. Se houver alguma inconsistência nas informações inseridas na busca, o sistema apontará erro.

*Não esqueça: O prazo de 04 de maio é improrrogável.
Em caso de dúvidas, ligue para o Disque Eleitor: 0800-091-9101

Por blog do Adecio
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Polícia mata 4 assaltantes que roubaram banco em Rurópolis.

Polícia não divulgou se o dinheiro foi recuperado.

Delegado Vicente ajudando a comandar a operação
Delegado Vicente ajudando a comandar a operação

Quatro bandidos que assaltaram a agência do Banco da Amazônia em Rurópolis, sudeste paraense, no último dia 11 de abril, morreram em um confronto com a polícia na madrugada desta segunda-feira (18). As mortes foram confirmadas pela assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

Equipe da Polícia Militar - imagem: blog Sem Polêmica
Equipe da Polícia Militar – imagem: blog Sem Polêmica

As mortes aconteceram depois que o bando tentou furar o bloqueio policial montado na zona rural do município em localidade entre os travessões da Cachoeirinha e Baiano. Outros quatro assaltantes continuam foragidos. A polícia mantém o cerco aos bandidos com equipes em terra e por meio do helicóptero do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp).

O bando invadiu a agência bancária no dia 11 de abril. Os assaltantes chegaram atirando ao local para intimidar clientes e funcionários, na modalidade de crime conhecida como ‘novo cangaço’. Os bandidos fugiram levando três reféns que foram liberados em uma estrada próxima ao município.

(foto Divulgação WhatsApp)
(foto Divulgação WhatsApp)

Foto WhatsApp)
Foto WhatsApp)

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(Foto Divulgação Internet)
(Foto Divulgação Internet)

Por ORMNEWS com redação Jornal folha do Progresso
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Novo Progresso – Duas motos batem de frente na vicinal Celeste

Um grave acidente em Novo Progresso na tarde deste domingo (17/04),  vitimou dois motociclistas que estavam de posse de suas motocicletas  no momento que trafegavam sentido contrário – um sentido Cachoeira da Pedreira antiga cachoeira do Abel vinha sentido  cidade e outro no inverso e acabaram por colidir de frete.

Uma das motocicletas saiu da cachoeira outra seguia para a cachoeira do Abel, local onde acontece aos domingos matinê dançante, aproximadamente dois quilômetros do centro da cidade e passa pela vicinal celeste para chegar até  o local. O movimento é intenso aos domingos.

Os motoristas das duas motocicletas foram identificados como Sergio Dagostin que pilotava a moto Honda/Bros – placa: QDB-1467 de cor preta  e a outra condutora Jeniffer Raiane S. Oliveira de posse da motocicleta Honda/Fan 125 – Placa: NTC-9703 de cor preta.

O condutor Sergio Dagostin sofreu ferimentos leves e está fazendo uma bateria de Raio X, já a condutora Jenifer Raiane S. Oliveira sofreu fratura exposta no femor e está na estabilização aguardando transferência para Santarém-Pa.

Fonte: Redação Jornal Folha do Progresso – Fotos: Paulo Monteiro

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Novo Progresso tem dois promotores na comarca

Jairo José de Alencar Santos promotor de Justiça Substituto assumiu  o quadro do Ministério Público no município.

Já está atendendo em Novo Progresso  desde o dia 07 de abril do corrente ano, o  Promotor de Justiça “Jairo José de Alencar Santos” , Substituto, trabalhando em conjunto  na Promotoria de Novo Progresso.

“Agora são dois os promotores que tem como objetivo fortalecer a atuação do Ministério Público no município em conjunto com o Promotor de Justiça Titular Dr. Gustavo,  disse Jairo.

Segundo o promotor “Jairo José de Alencar Santos”, a  finalidade principal é diminuir o número de processos acumulados e proporcionar uma resposta mais eficiente e rápida às demandas da sociedade de Novo Progresso.

A permanência de dois promotores na comarca é por tempo determinado.

Por Redação Jornal Folha do Progresso

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Pescadores fisgam tubarão de 5 metros e 1 tonelada

Espécie é rara e desde os anos 70 só foram encontrados 60 exemplares

Pescadores fisgaram na última sexta-feira (15), nas água de Owase (Japão), um exemplar do raro tubarão-boca-grande, de 5 metros de comprimento e pesando 1 tonelada, segundo o ‘Independent’.

O tubarão-boca-grande se alimenta de plâncton e vive, geralmente, a pelo menos 160 metros de profundidade.

Desde os anos 1970, quando foi avistado pela primeira vez, só foram encontrados 60 exemplares da espécie.

O animal foi vendido a um comerciante da região.
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Por: Pagenotfound
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A última esperança de Dilma: Cinco perguntas sobre a batalha do impeachment no Senado

(Foto Aécio Dilma campanha eleitoral 2014-Divulgação)

Renan, Aécio, Paulo Rocha (líder do PT) e Serra, alguns dos senadores atuais. © Foto: Fornecido por BBC
Renan, Aécio, Paulo Rocha (líder do PT) e Serra, alguns dos senadores atuais. © Foto: Fornecido por BBC

Depois da derrota na longa e tumultuada votação na Câmara, onde o impeachment foi aprovado neste domingo, a presidente Dilma Rousseff tem no Senado – tradicionalmente mais favorável ao governo – a última esperança de manter seu mandato.

Algo que, porém, já não parece tão simples: antes vista como “dilmista”, a Casa teve o perfil severamente alterado com o avanço da crise e a saída do PMDB da base aliada – partido que seria o maior beneficiado do afastamento da petista, já que Michel Temer, um de seus principais quadros, assumiria o controle do país.

Entenda, a seguir, como fica o processo daqui para a frente:

1. Qual é o papel da Câmara a partir de agora?

Na prática, quase nenhum. Constitucionalmente, a função da Casa é autorizar o início do processo de impeachment.

Ao definir o rito da tramitação, em dezembro passado, o STF (Supremo Tribunal Federal) deu ainda ao Senado a alternativa de acatar ou não a decisão dos deputados, ou seja, o processo pode nem chegar a ser instaurado caso os senadores assim decidam.

A autorização da Câmara para o processo contra a presidente será enviada ao Senado. Além disso, a Casa, segundo a Constituição, elegerá uma comissão de três deputados para acompanhar a tramitação.

2. O que os senadores vão decidir?

Em um primeiro momento, os parlamentares irão definir se instauram ou não o processo autorizado pela Câmara.

Para que o impeachment avance, serão necessários os votos de ao menos 41 dos 81 senadores.

Caso isso ocorra, haverá um segundo e definitivo momento mais adiante: o julgamento no qual eles decidirão se Dilma é culpada ou inocente das acusações de crime de responsabilidade.

3. Quando o Senado deve tomar essas decisões?

Diferentemente da tramitação na Câmara, a Constituição não estabelece prazos para o Senado na apreciação do impeachment.

Segundo o regimento interno da Casa, após a Câmara enviar a autorização, o documento será lido na sessão seguinte. Nesse mesmo dia, os senadores elegerão uma Comissão Especial, assim como a da Câmara, composta por um quarto dos parlamentares.

A lei 1.079, de 1950, que rege o impeachment, determina que essa comissão deverá se reunir em até 48 horas, eleger presidente relator e emitir, em um prazo de dez dias, um parecer recomendando levar ou não a denúncia contra a presidente a julgamento.

Esse parecer, determina a legislação, deverá ser lido em sessão da Casa, publicado e levado a votação na sessão seguinte, na qual precisará ser aprovado por mais da metade dos senadores para que o processo seja instaurado.

Segundo relatos da imprensa, o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), já manifestou a intenção de fazer com que essa votação ocorra no dia 11 de maio.

Depois disso, não há prazos determinados – embora haja um tempo máximo para que a presidente fique afastada à espera do julgamento (confira no próximo tópico).

4. O que acontece com Dilma a partir da decisão da Câmara?

Inicialmente, nada. A presidente só terá de sair do cargo se o Senado der seu aval à decisão dos deputados de abrir o processo contra ela.

A princípio, essa saída seria temporária. Dilma ficaria afastada e teria os rendimentos cortados pela metade por até 180 dias, enquanto o julgamento no Senado não fosse realizado. Temer assumiria seu lugar.

Caso ele não ocorresse nesse período, a petista retomaria a cadeira presidencial e aguardaria a decisão dos senadores no exercício do cargo.

5. Como seria o julgamento no Senado?

O procedimento não é chamado de julgamento à toa: a Constituição estabelece que o presidente do Supremo Tribunal Federal deve comandar a sessão no Senado. Além disso, há protocolos como discursos da acusação e da defesa, assim como ocorre em um júri comum.

Segundo a Carta Magna, o presidente do STF deve fazer um relatório resumido da denúncia, das provas apresentadas pela acusação e da defesa antes que os senadores votem nominalmente – com direito a discurso, assim como ocorreu na Câmara.

Seriam necessários os votos de no mínimo dois terços da Casa, ou 54 senadores, para que Dilma perdesse definitivamente o mandato.

Como resultado disso, o vice ocuparia o cargo até o fim do mandato e ela ficaria inelegível por oito anos.

Se o impeachment não recebesse os votos necessários, a presidente seria absolvida e retomaria suas funções.
Por BBC Brasil
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SEBRAE cria o “DET – Desenvolvimento Econômico Territorial Tapajós” no município

sebrae1No último dia (14/04) aconteceu na sala de reuniões da Prefeitura Municipal de Novo Progresso a oficina de levantamento de informações qualificadas do Projeto DET Tapajós – Desenvolvimento Econômico Territorial do Tapajós”, que tem como objetivo identificar os setores econômicos prioritários do município e demais informações qualificadas.

Esse projeto é uma parceria entre o SEBRAE, Prefeitura de Novo Progresso e ACINP foi palestrado pela consultora do SEBRAE Fabrine e a administradora de mestre em educação Hildecy. O mesmo projeto está sendo desenvolvido em 06 (seis) municípios da região do tapajós.

Participaram o vice-prefeito, secretários municipais, representantes da ACINP, institutos e profissionais da área.

Fonte/Fotos: Redação Jornal Folha do Progresso




Obras de recuperação da Av. João Atilis, Iluminação pública da Av. Jamanxim e entrega da nova ponte da rua 04 de Abril foram realizadas pela Prefeitura Municipal nesta última semana

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Prefeito Ubiraci Soares, acompnahdo os serviços na João Atilis.

Na última sexta-feira (15/04) a Prefeitura Municipal através da secretaria de obras realizou serviços de recuperação e cascalhamento da avenida João Atilis, local este que concentra o novo centro empresarial do município e foi acompanhado de perto pelo prefeito Ubiraci Soares (PSC). Segundo o prefeito após cessar as chuvas está avenida será asfaltada.

No mesmo dia a empresa prestadora de serviços de iluminação pública do município estava fazendo a manutenção na avenida jamanxim, fazendo a troca das lâmpadas que estavam queimadas por novas lâmpadas.

Ontem (17/04) foi inaugurada a ponte da rua 04 de Abril que da acesso do entro da cidade aos bairro Otavio Onetta, casas populares e setor Industrial II, ponte está que a 05 meses estava caída.

A ponte foi construída com uma estrutura de madeira usando bate-estaca para permanecer por vários anos sem ter problemas estruturais, também foi feito uma passarela para passagem de pedestres em segurança pela ponte.

Estiveram presentes o prefeito, vice-prefeito, secretários municipais, presidente da ACINP e populares.

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Reparos na iluminação na avenida Jamanxim.

Fonte/Fotos: Redação Jornal Folha do Progresso

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Cardozo nega erro em aprovação do impeachment na Câmara; Wagner vê retrocesso

O governo Dilma reconheceu na noite deste domingo (17) a derrota diante da aprovação do processo de impeachment na Câmara dos Deputados. Dois ministros foram escalados para comentar a derrota: Jaques Wagner, chefe do Gabinete da Presidência, e José Eduardo Cardozo, advogado-geral da União, e classificaram o impeachment como “retrocesso” e “decisão política”. Dilma deverá se pronunciar publicamente na segunda (18), disse Cardozo.

O advogado-geral da União disse ainda, em entrevista no final desta noite, que o governo recebe a notícia com “indignação e tristeza”, mas nega erro. “Nem sempre quando você perde, você erra [..] Neste caso, nos pareceu claramente que alguns parlamentares que tinham um convencimento de que não deveria haver o impeachment mudaram de opinião. Por que o fizeram, evidentemente não foi fruto de um erro nosso”

Segundo Cardozo, Dilma não se deixará abater pelo resultado. “A decisão que foi tomada hoje pela Câmara não abaterá a presidente Dilma Rousseff e nem fará que ela deixe de lutar. A luta que ela desenvolverá agora é a luta que ela desenvolveu antes que é a luta pela democracia. Ela lutará com todos aqueles que defendem a democracia no Brasil.”

“”Essa decisão foi uma decisão de natureza puramente política e não é isso o que a nossa Constituição prescreve para o caso de impeachment”, declarou o advogado-geral.

Cardozo voltou a criticar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que deflagrou o processo. “Seu processo de cassação começou antes do processo de impeachment temporalmente, e ele abriu o processo de impeachment justamente porque houve a recusa do partido da presidente de lhe dar os votos.”
Impeachment: Cunha anuncia vitória do “sim”

O advogado-geral também não descartou que o governo recorra novamente ao STF (Supremo Tribunal Federal). “Não temos ainda nenhuma decisão sobre isso, mas posso afirmar que essa discussão pode ser levada ao Poder Judiciário no momento oportuno. Em qualquer procedimento o direito de defesa deveria se fazer presente.”

Jaques Wagner se pronunciou apenas por meio de nota. O chefe do Gabinete da Presidência da República classificou a o avanço do processo de impeachment contra a presidente Dilma como um “retrocesso”. Wagner disse que “decisão da Câmara dos Deputados ameaça interromper 30 anos de democracia no país”.

Veja a íntegra da nota de Wagner:

“Foi um retrocesso a instauração de processo de impeachment contra a Presidente da República, Dilma Rousseff, eleita por 54 milhões de votos e sem nenhum processo e crime de responsabilidade. De modo que a decisão da Câmara dos Deputados ameaça interromper 30 anos de democracia no país.

Caberá ao Senado processar e julgar a presidente Dilma, que continua no cargo até o final do julgamento. Confiamos nos senadores e esperamos que seja dada maior possibilidade para que ela apresente sua defesa, e que lhe seja aplicada justiça. Acreditamos que o Senado, que representa a federação, possa observar com mais nitidez as acusações contra a presidenta, uma vez que atingem também alguns governadores de estado.

Foi uma página triste virada pelos deputados que concordaram com argumentos frágeis e sem sustentação jurídica do relatório do deputado Jovair Arantes.

Digo que é um retrocesso porque se trata de um impeachment orquestrado por uma oposição que não aceitou a derrota nas últimas eleições, e que não deixou a presidenta governar, boicotando suas iniciativas e a retomada do desenvolvimento do país.

Os deputados fecharam os olhos às melhorias dos últimos 12 anos, aos avanços, à inclusão social, índices históricos de crescimento econômico e à redução da pobreza”.
Reação na Câmara

Por volta das 22h, quando o placar indicava ainda 293 votos favoráveis ao impeachment de Dilma, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), admitiu a derrota. “Os golpistas ganharam aqui na Câmara”, disse Guimarães.

O reconhecimento da derrota do governo na Câmara causou momentos de tensão entre integrantes da própria base governista. Antes dos 342 votos serem contabilizados, o deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) deu declarações a jornalistas admitindo a vitória da oposição. Minutos antes de ele dar uma entrevista sobre o assunto a uma rede de TV, ele foi interrompido pelo vice-líder do governo na Câmara, Sílvio Costa (PTdoB-PE), que o repreendeu. “Orlando, você está errado. Você está errado”, gritou Costa.>

Antes mesmo de o resultado contrário ser divulgado, a presidente convocou uma reunião com ministros e parlamentares da base aliada no Palácio da Alvorada. Já estavam no local os ministros Juca Ferreira (Cultura) e Aldo Rebelo (Defesa). Dilma passou o dia no Alvorada, onde assistiu à sessão da Câmara ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de ministros do núcleo duro do governo, como Jaques Wagner (Gabinete Pessoal).

POR Folhapress

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Manifestantes pró e contra Dilma rejeitam Temer, aponta Datafolha

FELIPE BÄCHTOLD DE SÃO PAULO-A rejeição ao vice-presidente Michel Temer une os movimentos favoráveis e contrários ao impeachment, segundo pesquisa do Datafolha.

O instituto entrevistou manifestantes que participaram de atos contra e a favor do governo Dilma Rousseff neste domingo (17), em São Paulo.

Na avenida Paulista, onde foi promovido um protesto pela queda de Dilma, 54% dos entrevistados, de acordo com o Datafolha, disseram ser favoráveis ao impeachment também de Temer. Ele assumirá a Presidência caso o impedimento da petista seja confirmado no Senado.

A expectativa quanto a um eventual governo Temer também não é positiva: a maioria dos manifestantes da Paulista (68%) acredita que a gestão dele será regular ou ruim/péssima. Segundo estimativa do instituto, estiveram na avenida 250 mil pessoas.

A avaliação de Temer é ainda pior entre os manifestantes que estiveram no Vale do Anhangabaú (centro de São Paulo), onde foi realizado um ato contrário ao impeachment de Dilma, também neste domingo, com público estimado em 42 mil.

Entre esses manifestantes, 79% defendem que Temer também seja afastado e 88% entendem que o governo dele será ruim ou péssimo.

Segundo pesquisa do Datafolha feita em março, entre a população brasileira geral, 35% entendem que o governo do peemedebista será ruim/péssimo e outros 35% preveem que será regular.

O Datafolha ouviu 1.147 pessoas no Anhangabaú e 2.078 pessoas na região da avenida Paulista entre 15h e 22h. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, na pesquisa feita com os movimentos favoráveis a Dilma e de dois pontos percentuais no protesto contra a presidente

CUNHA

Outro fator que une os manifestantes do Anhangabaú e da Paulista é a cassação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Na mobilização pró-Dilma, 94% disseram ser favoráveis ao afastamento do deputado federal, que conduziu o processo de impeachment até agora.

Na avenida Paulista, o índice foi parecido: 87% declararam apoio ao afastamento do congressista, que é réu no Supremo Tribunal Federal.

Em relação ao afastamento de Dilma, os resultados são opostos. Os manifestantes no Anhangabaú se mostraram céticos sobre a saída dela do cargo: 77% consideram que ela não acabará de fato afastada. Na avenida Paulista, a expectativa é a inversa: 94% creem que a presidente deixará o cargo.

A exemplo de grandes protestos anteriores, tanto na Paulista quanto no Anhangabaú o perfil dos manifestantes se manteve elitizado. Na manifestação pelo impeachment, 31% disseram ter renda superior a dez salários mínimos, enquanto na população do município o índice é de 11%.

No ato favorável à presidente, 61% declararam que possuem curso superior –na cidade de São Paulo o índice é de 28%.
FOLHA UOL
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