Caminhão Munck retira moto encontrada de baixo de uma ponte em Novo Progresso
Após muito esforço, a polícia conseguiu retirar a moto de baixo a ponte do córrego das bueiras. Foi necessário ajuda de um caminhão especial (Munck) para retirar a motocicleta , o local é de difícil acesso.
A motocicleta encontrada abandonada em baixo a ponte do córrego das bueiras, foi retirada na tarde deste domingo, a Policia Militar chamou um caminhão com munck hidráulico para suspender, o local de difícil acesso a altura ultrapassou os seis metros. O fato chamou atenção por não ter encontrado vitima e nem sinal de sangue que poderia ter causado ferimentos ao condutor com altura da queda.
O Proprietário da motocicleta não havia aparecido e nenhuma queixa de furto foi encontrada.
Segundo informações na tarde deste domingo uma mulher não identificada esteve na delegacia para registrar que a motocicleta teria sido furtada pelo ex-marido e reconheceu a motocicleta.
O veiculo foi identificado pela mulher, que não sabia ainda o que tinha acontecido com sua motocicleta que ficou toda danificada. Outra testemunha disse ter visto um homem na madruga de domingo , jogando a motocicleta após ter batido e cortado os assentos, naquele local.
A motocicleta se encontra apreendida na delegacia da cidade.
Por Jornal Folha do Progresso
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br
Líder do Sintraf e MST rebate divulgação de produtores rurais sobre invasão em Novo Progresso
Líder MST- Aluisio Sampaio (Alenguer).
Aluisio Sampaio (Alenquer) líder do Sintraff e representante do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) rebateu em vídeo, acusações dos Produtores Rurais de Novo Progresso, que divulgaram invasões de propriedades na região por parte de sua liderança.
Para o sindicalista, os produtores distorceram os fatos em torno das acusações de invasões, segundo ele os sem terras de sua liderança não estão invadindo terras, estão em cima de uma área doada de fazendeiro que os acompanha. “Estamos em uma área doada pelo fazendeiro Anderson que situa no município de Altamira, não iremos invadir área de ninguém”, disse.
Estamos regularizando área doada para assentar legalmente os assentados, as informações estão distorcidas, nós não somos baderneiros e lideramos com responsabilidade, argumentou.
Segundo o movimento, existem pelo menos 800 famílias a espera da terra, mas nosso assentamento não é de invasões, não somos arruaceiros, vamos trabalhar na legalidade e com responsabilidade,afirmou.
Agamenon Menezes. (Presidente dos Produtores Rurais de NP).
“O Vídeo divulgado pelo Presidente dos Produtores Rurais de Novo Progresso”, Agamenon Meneses, existe um grupo fazendo inscrições com objetivo de receber terra por está entidade e convocou os produtores para uma reunião, onde o objetivo é encontrar caminhos para combater este grupo organizado que ameaça os produtores divulgaram. “Nossas propriedades estão sob ameaça deste grupo”, disse.
Anderson Estotes (doador da área.)
Para os produtores a terra é invadida de propriedade particular, este sujeito que está doando não é proprietário da terra.
O Fazendeiro Anderson Estotes, que também divulgou um vídeo nos grupos de WhatsApp, disse que é dono da terra a mais de 20 anos e que doou a metade da área para associação por ser uma área muito grande e não tem condições de produzir nela, então resolvi doar, divulgou. O Fazendeiro não foi encontrado por nossa reportagem.
Por Redação Jornal Folha do Progresso
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Na BR-163, Kayapó é detetive- “Kayapós ajudam PF e Ibama a capturar quadrilha de desmatadores”
Por Juliana Tinoco (reportagem) e Marcio Isensee e Sá (fotos e vídeo) – Entre o final de 2014 e o início de 2016, operações do IBAMA em parceria com a Polícia Federal conseguiram capturar duas grandes quadrilhas de criminosos ambientais operando em regiões próximas à BR-163, rodovia que liga Cuiabá (MT) a Santarém (PA), na Amazônia. As autoridades, no entanto, sabem que há muitas outras espalhadas nestas áreas. Contando com a sofisticação de monitoramento por satélite, a amizade e as redes sociais, fiscais do IBAMA e índios kayapós querem ser projeto-piloto de parceria na defesa dos territórios de floresta pública que ainda resistem no Pará.
Helicóptero do IBAMA e seus agentes no garimpo Esperança IV. Foto: Marcio Isensee e Sá
Curuá Livre
“Preparem-se para ver o inferno”, avisa Luciano Evaristo, diretor de Proteção Ambiental do IBAMA, no caminho para o garimpo Esperança IV. De um sobrevoo de helicóptero é possível ver uma língua de tonalidade marrom entrando pelo rio Curuá, consequência da contaminação por mercúrio. Do alto, avista-se o corpo de um boi morto à beira d’água, que provavelmente bebeu água contaminada. Capivaras nadam em piscinas azul turquesa – as bacias de rejeito típicas de garimpo. “Vão ficar radioativas”, ironiza Evaristo em tom triste. Até o ar exala devastação.
O uso do mercúrio em garimpos na separação do ouro é controlado pelo IBAMA. O metal é tóxico. Na lista do que pode causar em seres humanos está paralisia cerebral, surdez, cegueira, danos motores, ataques cardíacos e problemas renais. No Esperança IV, que tinha licença de operação expedida pelo município de Altamira, foi apreendido mercúrio. O garimpo foi embargado e multado em R$ 50 milhões.
Era fim de agosto e terminava a operação Curuá Livre, do IBAMA, que havia sido motivada por uma denúncia certeira dos índios Kayapós, da Terra Indígena Mekrãgnoti. O nome da operação vem do rio Curuá, contaminado pelo garimpo e que banha a Mekrãgnoti. Outro objetivo da Curuá Livre foi revisitar as áreas que haviam sido griladas por Antônio Junqueira Vilela Filha, vulgo Jotinha, chefão de recém desbaratada quadrilha, e homem a sofrer o maior valor em multa ambiental por desmatamento ilegal na Amazônia, um total de R$ 119,8 milhões. Ele está preso em São Paulo, mas o IBAMA desconfiava que as suas fazendas, mesmo embargadas, continuavam em funcionamento.
Os garimpeiros do Esperança IV e o grileiro paulista têm algo em comum: seus crimes foram descobertos pelos vigilantes kayapós.
https://youtu.be/_91g40YJaPA
Foi graças à Curuá Livre que Luciano Evaristo fez seu primeiro retorno à terra dos índios que o haviam ajudado a capturar Jotinha um mês antes. A recepção foi calorosa, pois os kayapós se tornaram próximos do diretor do IBAMA. A ligação teve início em 2014, no escritório de Brasília, quando chegaram com pintura de guerra e munidos de arcos e flechas para denunciar o grileiro. Evaristo confiou nos índios e deu certo. Começou ali uma bem-sucedida parceria.
Dototakakyre Kayapó, conhecido como Dotô, liderava os kayapós durante a ida deles à Brasília. Ele relembra o sentimento que os movia: “Tinha invasão dos grileiros ao redor da terra indígena. A gente estava preservando, não queria que os grileiros passassem para o nosso lado”, conta. “Foi nesse momento que a gente chegou na parceria com o Luciano Evaristo para ajudar a defender a floresta”.
Entre 2013 e 2016 foram mais de 180 autos de infração lavrados pelo IBAMA em um raio de até 10 km do entorno de Mekrãgnoti, 27 dos quais dentro da terra indígena. A partir de 2014, grande parte destas ações foram oriundas de denúncias dos próprios índios. Luciano diz que não sabe ao certo quantas foram porque nada disso é, digamos, protocolado no IBAMA por meios formais. O alerta do crime chega ao diretor por um grupo no Whatsapp dele com os índios. “São tantas mensagens que eu já tive até que pedir para sair do grupo”, confessa Evaristo.
Embargadas, mas nem tanto
Durante a Curuá Livre, os fiscais do IBAMA vistoriaram quatro áreas atribuídas a Jotinha, que já estavam embargadas. Em todas encontraram algo fora da lei. Pasto em formação, sinais de incêndio criminoso, cercas, ramal de estrada adentrando área desmatada ilegalmente, gado e… gente. Em uma das fazendas, encontraram Leandro, que se disse funcionário do lugar e apontou o dedo para uma suposta proprietária, que teria arrendado a terra de fazendeiros de Santa Catarina. Com Leandro foram encontradas motosserras, espingarda e munição. Nada tinha documentação. O próprio assumiu que colocou fogo na área. No total, 800 bois se alimentavam nos pastos da fazenda embargada.
Leandro deveria ter sido levado para a delegacia localizada em Castelo dos Sonhos, mas, como não havia lugar no helicóptero nem tempo ou combustível em quantidade suficiente para levar o homem até a cidade e voltar para resgatar os fiscais, ele ficou por lá mesmo. A equipe do IBAMA também considerou pernoitar no lugar, mas considerou que essa opção os expunha ao risco de serem atacados.
O resultado é que fiscais vão embora, mas grileiros e seus agentes ficam.
Com as vistorias em terras griladas por Jotinha, o IBAMA percorre um trâmite de ações e de burocracia legal que permitirão aos agentes do órgão seguir a recomendação do Ministério Público para o caso: destruir cercas, casas e todo tipo de construções e equipamentos encontrados nessas terras.
Daqui pra frente
Dotô herdou o nome do avô, que por sua vez achou bonita a alcunha de um certo Doutor Bruno, médico do Serviço de Proteção ao Índio (SPI) que frequentava a aldeia quando era mais jovem, e resolveu incorporar o Dotô ao próprio nome. Dotô, o neto, saiu da Terra Indígena Mekrãgnoti para o município de Novo Progresso quando tinha cinco anos de idade, por incentivo deste mesmo avô. Lá aprendeu português e se envolveu com a cultura do branco. Aos dezoito foi oficialmente contratado pela FUNAI para atuar na interlocução com os kayapós, onde trabalhou por vinte anos.
Em parte, os kayapós vigiam suas terras circulando no entorno regularmente, indo e voltando de cidades mais próximas como Novo Progresso e Castelo dos Sonhos, onde moram alguns. Mas há um reforço extra, o Instituto Kabu, uma organização dirigida pelos índios para representar as dez aldeias que compõem a TI Mekrãgnoti. Na sede do Instituto, em Novo Progresso, fica a “central de inteligência kayapó”, como brinca Evaristo. O Kabu conta com equipamentos comprados com recursos do Plano Básico Ambiental (PBA) da BR-163. De lá, profissionais de geoprocessamento monitoram com imagens de satélites o que acontece dentro e também próximo às terras dos índios.
“Só em 2014 eu tomei conhecimento do sistema que eles tinham e vi o potencial deste trabalho ganhar a parceria do IBAMA”, conta Evaristo. Os kayapós não são os únicos índios a fazerem este tipo de monitoramento. O que chama a atenção no caso deles é o quão bem preservadas mantêm suas terras. “São 6 milhões e meio de hectares totalmente intactos”, diz Evaristo, em referência ao tamanho da soma das duas TI’s kayapós quase contíguas – Mekrãgnoti e Baú. “Se você olha em volta das reservas, tudo destruído. Dentro, tudo inteiro. Por que será? Os kayapós defendem a sua área”.
O Instituto Kabu desde 2008 representa as aldeias da TI Mekrãgnoti. Além de atividades de monitoramento, o Instituto apoia ações de preservação da cultura e do território kayapó. Foto: Marcio Isensee e Sá
O Instituto Kabu desde 2008 representa as aldeias da TI Mekrãgnoti. Além de atividades de monitoramento, o Instituto apoia ações de preservação da cultura e do território kayapó.
Em parceria com o Instituto Kabu, Evaristo propõe agora um projeto-piloto de pagamento aos kayapós por serviços de monitoramento e vigilância da região no entorno das TIs Mekrãgnoti e Baú: “minha ideia é que, assim como os vigilantes são remunerados no IBAMA, os índios também o sejam. É pagá-los por um serviço de proteção de terra pública federal”.
A proposta está sendo redigida. Quando a tiver em mãos, Evaristo diz que irá buscar o apoio do Ministério do Meio Ambiente. O dinheiro, segundo ele, poderia vir do Fundo Amazônia. “O tempo do ‘toma aqui um dinheirinho’ acabou. Hoje um jovem Kayapó tem smartphone e está no Facebook se comunicando com a sociedade”. Acima de tudo, Evaristo defende que é preciso unir forças com os índios. “Como proteger a floresta com um ‘exército de Brancaleone’ de agentes ambientais do IBAMA, que têm que cuidar de todos os ecossistemas do Brasil e heroicamente se revezam o ano inteiro para defender a Amazônia?”
Fartura do Crime ambiental
Animação mostra avanço do desmatamento em torno da Terra Indígena Mekrãgnoti, que continua bem preservada. Fonte: Instituto Kabu
Nem mesmo os recentes casos de prisão parecem assustar quem vive de ilegalidade na Amazônia. Jotinha, preso em agosto de 2016, superou Castanha no quesito maior desmatador da região. Castanha, grileiro paraense pego em fevereiro de 2015, era famoso por exercer influência em todas as esferas da vida de Novo Progresso — da rede de supermercados local à polícia. Neste recorte da BR-163 há todo tipo de atividade ilegal: garimpo, pesca e caça em território protegido, exploração de madeira e incêndios compõem uma lista extensa.
Em comum, o cenário destas atividades econômicas revela pobreza, ignorância e medo. Quando flagrados em áreas desmatadas, quem está no campo economiza nas explicações. Em geral, todos alegam que qualquer área aberta recentemente não passa de resquício de desmatamento antigo. Garantem que não sabem de boi ou venda ilegal de madeira em áreas proibidas. Nunca conhecem seus vizinhos e pouco ou nada sabem de seus patrões. Jamais citam nomes.
Todas estas cenas se repetiram durante os quatro dias da Operação Curuá. Neste período, homens passaram pelo acampamento do IBAMA para prestar depoimentos, depois de pegos em flagrante desmatamento ou portando armas sem documentação. Ao menos um foi levado para a delegacia de Novo Progresso, onde não havia delegado. “A BR-163 é terra sem lei. Lá o Estado só aparece ou com o IBAMA na fiscalização ou com a Polícia Federal para prender”, diz Evaristo. O diretor do IBAMA não sabe dizer ainda se os rastros que investiga no momento são de outras quadrilhas tão grandes quanto as de Jotinha, mas tem certeza de que há muitas operando na região da BR-163. Animado pelos sucessos recentes, mas contra o cenário que ele próprio descreve, garante: “Nós vamos pegar uma por uma”.
Jornal Folha do Progresso com ECO “Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br
Moto é encontrada embaixo de ponte
Foi “encontrada na manhã desta quarta-feira (02), uma motocicleta em baixo da ponte, próximo ao Embora-lá”, na avenida Orival Prazeres em Novo Progresso.
Não se sabe ainda o motivo da motocicleta estar abandonada naquele local, no momento que fazíamos a reportagem chegou a policia e o SAMU, os mesmos estão procurando se há vitima.
Foram populares que comunicaram a reportagem do Jornal Folha do Progresso da existência desta motocicleta naquele local.
Não se sabe ainda se a motocicleta é roubada.
Vamos aguardar a investida da polícia para melhores informações.
Por Redação Jornal Folha do Progresso
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Apesar de redução, consumidores pagam mesmo valor pelo combustível em Novo Progresso.
Preços da gasolina e do diesel se mantiveram estável, não houve redução. Em Alguns postos até aumentou.
Apesar do anuncio do Governo Federal em reduzir os preços da gasolina (3,2%) e no diesel (2,75%), em Novo Progresso os consumidores estão pagando mais caro pelo combustível nos postos.
A expectativa era de que o preço caísse entre 2% e 3% no Município. Em conversa com um proprietário de posto de combustível que preferiu não se identificar, diversos fatores influenciaram para que o combustível não tivesse a redução em Novo Progresso, entre eles a distância dos grandes centros e até a mudança da base de incidência da Carga Tributária (ICMS) sobre os combustíveis.
Uma semana antes do anúncio, o preço do litro da gasolina comum em Novo Progresso custava R$ 4,30 e depois do anúncio custava também R$ 4,30, alguns postos elevou para R$ 4,31. Já com relação ao óleo diesel, na semana antes da divulgação da redução, o preço do litro do diesel era encontrado em média a R$ 3,30 e já com a divulgação da possível redução também nada mudou ficou a R$ 3,30 até R$ 3,36..
Por Jornal Folha do Progresso
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Crime em Moraes Almeida – Tribunal do Jurí de “Catarino do arroz” foi adiado e advogado punido com multa de 50 salários mínimos
Adevir Regelin (vulgo Catarino do Arroz)
O advogado Jorge Luiz A. Tangerino foi punido com multa no valor de 50 (cinquenta) salários mínimos por abandonar a defesa do acusado de duplo homicídio ocorrido em Moraes de Almeida, Adevir Regelin (vulgo Catarino do Arroz), que ocorreria nos dias 26 e 27 de outubro. Por causa da recusa do advogado em exercer a defesa, o júri foi remarcado para os dias 10 e 11 de novembro e a doutora Tainá Monteiro da Costa, Juíza de Direito e Presidente do Tribunal do Júri, aplicou a penalidade prevista no art. 265 do CPP, podendo o advogado apesentar justificativa, que segundo a juíza, será levada em consideração em pleito de revogação, apesar de não ter sido apresentada em tempo hábil, causando prejuízo à celeridade e economia processual.
Cinthya Maria Silva, 20 anos de idade
O crime
O duplo homicídio ocorreu por volta das 23h15min do dia 20/05/13, onde Adevir Regelin (vulgo Catarino do Arroz) vitimou sua esposa, Cinthya Maria Silva, 20 anos de idade, e sua sogra, Osmarina Alves Silva, de 43 anos de idade, com tiros de espigada calibre 12, fato ocorrido no distrito de Moraes Almeida, no interior de sua residência.
Por RPI
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Gás de cozinha fica mais caro a partir desta terça-feira
preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha, ficará mais caro a partir desta terça-feira (1º), segundo informou a Petrobras. O aumento se deve a uma nova política de preços do combustível e representará um repasse de até 4% às distribuidoras, dependendo da região e do tipo de contrato.
Empresas que usam tanques de armazenagem da Petrobras para estocar o produto pagarão mais caro, a partir de agora, de acordo com matéria da Folha de S. Paulo.
Os nordestinos devem sentir mais, já que, na região, quase todas as distribuidoras usam a estrutura da petroleira.
Lá, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o botijão de 13 quilos custa, em média, R$ 53,76. A partir de hoje, o valor receberá um adicional de R$ 2,15 por botijão.
Já em São Paulo, o repasse ficará entre 1% e 4%, dependendo do contrato. O preço médio no Estado é de R$ 52,97. O repasse, portanto, ficaria entre R$ 0,53 e R$ 2,12.
Os preços, porém, são livres e as distribuidoras e revendedores adotam suas próprias políticas comerciais. A Associação Brasileira dos Revendedores de GLP criticou a medida.
“O novo aumento foi feito de forma irresponsável, pois não há uma nota sequer com as devidas explicações”, disse o presidente da instituição, Alexandre Borajili.
A Petrobras, por sua vez, afirmou que os novos contratos “refletirão mudanças na composição de preços de logística” do combustível e negou que a nova política seja um reajuste de preços. Segundo suas estimativas, o repasse não ultrapassará R$ 0,20 por botijão de 13 quilos, na média nacional. Por Noticias ao minuto “Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br
Igreja Católica vai celebrar “Dia de Finados” com missa nos cemitérios em Novo Progresso
Neste, Dia de Finados, muitos fiéis da comunidade católica de Novo Progresso vão poder participar da celebração de uma missa campal nos Cemitérios de Novo progresso.
A Igreja divulgou os horários
Quarta-feira dia 02 as 08h00mn no cemitério do bairro Pires de Lima, ás 10h00mn no cemitério as margens da rodovia BR-163.
Segundo a igreja , o Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram.
Para aqueles que não puderam ou não alcançaram a missa no cemitério do bairro Pires de Lima região central da cidade, , poderão participar da segunda missa, que será celebrada no Cemitério as margens da rodovia BR-163 Igreja Matriz, às 10h00mn, pelo padre Roberto Laufer.
Por Jornal Folha do Progresso
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Invasão – Mais de 20 trabalhadores rurais são presos em Parauapebas, no PA
(Fotos Reprodução TV Liberal) – Vinte e quatro trabalhadores rurais foram presos e levados para a delegacia de Parauapebas, no sudeste do Pará, no último sábado (29). Segundo a Polícia Militar, o grupo teria invadido e depredado a sede da Fazenda Serra Norte, em Eldorado dos Carajás, na última sexta-feira (28).
Com o grupo foram encontradas armas e munição. De acordo o dono da fazenda, Geraldo Rodrigues, o ataque a sede da propriedade aconteceu na madrugada da última sexta-feira (28) e teria sido realizado por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). “Eles puseram as mulheres aqui primeiro de joelhos, depois viram que podiam por sentadas no chão. Os maridos de joelhos. Eu espero que a Justiça puna com rigor porque a gente não aguenta mais”, afirma ele.
Todos já foram transferidos para um presídio em Marabá, também no sudeste do estado e estão à disposição da Justiça. O MST informou que não houve participação de integrantes do movimento na invasão à fazenda e que condena esse tipo de violência.
“A polícia foi acionada porque estavam depredando tudo lá, só que não teve como a guarnição chegar porque já estava escurecendo e a guarnição foi recebida a tiros pelos ocupantes da fazenda”, afirmou o major da PM Alan Silva.
Máquinas e casas no terreno foram incendiaas. Segundo a Polícia Militar, os invasores usaram explosivos para destruir a casa onde moravam os funcionários da fazenda. “Estamos aguardando a perícia ir no local para resgatar o material e o inquérito policial possa avançar”, explicou o ” Comandante do 23° Batalhão da Polícia Militar, Pedro Queiroz.
Por G1 “Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br
Segup executa a reintegração de sete fazendas no nordeste e sudeste do Pará
As tropas da PM contaram com o trabalho integrado do Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil, Centro de Perícias Cientificas Renato Chaves, Incra e Tribunal de Justiça do Estado
Com as ações, o Governo do Estado resgata 12 propriedades rurais em 2016
O Comando de Missões Especiais da Polícia Militar (CME) executou a reintegração de posse de sete fazendas nas regiões nordeste e sudeste paraense durante a operação Sudeste. As tropas da PM contaram com o trabalho integrado do Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil, Centro de Perícias Cientificas Renato Chaves, Incra e Tribunal de Justiça do Estado.
(Foto SEGUP)
A operação teve início no dia 17 e seguiu até a quinta-feira, 27. Com as ações, o Governo do Estado resgata 12 propriedades rurais em 2016. No início do ano, três áreas entre Marabá e Redenção voltaram às mãos de seus donos, da mesma forma que os proprietários de fazendas em Paragominas e Castanhal receberam suas terras de volta após a intervenção das forças de segurança do Estado, por determinação da Justiça.
“Continuaremos respeitando a decisão da Justiça. Nossos agentes estão treinados para negociar, ao máximo, para que as partes não sofram danos, mas por garantia legal também poderemos usar a força no cumprimento dos mandados de reintegração”, salientou o tenente-coronel Heidtmann, do CME, militar que esteve à frente das ações da operação Sudeste.
A atuação dos militares começou em Bom Jesus do Tocantins, pela fazenda Santa Cecília, no dia 17 de outubro. Até chegar à sede da propriedade, o grupo institucional encontrou pontes e veículos queimados. No interior da fazenda, existiam 85 barracos cobertos por palha. Foram apreendidas armas e munições. Não houve qualquer resistência, mas foram registradas duas detenções, entre elas de Elieu Souza.
No dia seguinte, foi a vez da fazenda Muiaré, em Ipixuna do Pará. Já em Marabá foi reintegrada a área da fazenda Mutamba, onde cerca de 1.200 cabeças de gado eram mantidas. A polícia identificou a participação de integrantes da Frente Nacional de Luta Campo e Cidade (FNL) nas invasões.
No período da operação foi reintegrada ainda a fazenda Garrafão, localizada em Rondon do Pará, além da área da fazenda Nossa Senhora Aparecida, em Goianésia do Pará. Em Ulianópolis, outras duas ações foram executadas pelo CME, mas os donos comunicaram que desistiram da reintegração temporariamente. “Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br