Fotógrafo “Ricardo Stuckert” faz registro raro de tribo isolada em floresta no Acre; veja imagens

(Fotos:Foto: Ricardo Stuckert  Por BBC Brasil) – O céu escureceu e uma forte chuva obrigou o helicóptero que sobrevoava uma floresta no Acre a pousar. O temporal demorou para passar e a tripulação decidiu voltar ao ponto de partida antes de escurecer.
A chuva frustrou a viagem, mas proporcionou um registro raro e histórico de uma tribo indígena isolada, próximo à fronteira com o Peru. “É como achar uma agulha no palheiro. Pura sorte”, definiu o fotógrafo Ricardo Stuckert.

Foto: Ricardo Stuckert
Foto: Ricardo Stuckert

A BBC Brasil teve acesso a parte dos registros feitos por Stuckert no último domingo. Ele viajava para a aldeia Caxinauá (também no Acre), onde faria uma sessão de fotos para o livro Índios Brasileiros . A obra vai documentar a rotina de 12 tribos brasileiras e será lançada no dia 19 de abril de 2017 – Dia do Índio.
Mas ele estava acompanhado do experiente sertanista José Carlos Meirelles, que trabalhou para a Fundação Nacional do Índio (Funai) durante 40 anos, e a dupla resolveu investigar uma área da mata com mais calma.

Foto: Ricardo Stuckert
Foto: Ricardo Stuckert

“Depois da chuva, a gente voltou e viu umas malocas feitas de palha. A gente estava voando muito rápido, mas vimos plantações e decidimos voltar. Encontramos a tribo e eu comecei a fotografar”, relata o fotógrafo.
Ao identificar uma possível ameaça, os índios reagiram. Os olhares de surpresa e raiva contra o helicóptero foram registrados pelas poderosas lentes de longo alcance de Stuckert. A tribo atirou dezenas de flechas na tentativa de afastar a aeronave, que sobrevoou a região durante sete minutos.

Foto: Ricardo Stuckert
Foto: Ricardo Stuckert

O próprio Meirelles avalia o voo como algo invasivo à comunidade isolada. “É um registro importante, mas é uma certa agressão. Por isso, a gente toma o cuidado de não voar baixo para não assustar tanto. Por outro lado, o mundo precisa saber que eles existem e que precisamos de políticas para conservá-los”, disse Meirelles, que demarcou áreas de tribos isoladas durante os 20 anos que trabalhou na região.

Foto: Ricardo Stuckert
Foto: Ricardo Stuckert

Ele estima que a tribo, identificada apenas como “Índios do Maitá”, por estar próxima ao rio de mesmo nome, é composta por cerca de 300 pessoas. O número, segundo ele, é bem grande para uma aldeia isolada.
Algodão
Segundo o sertanista, não há nenhum relato ou documento de aproximação dessa tribo com povos civilizados e até mesmo outros grupos.
Após o sobrevoo e uma primeira análise das fotos de Stuckert, José Carlos Meirelles identificou detalhes que revelam alguns costumes dos índios isolados.
“As mulheres usam uma saiota e eles têm plantações de algodão. São sinais de um povo que tece e fia. Parte deles também possui um cabelo incomum: careca até a metade da cabeça e comprido da metade para trás”, relatou.

Foto: Ricardo Stuckert
Foto: Ricardo Stuckert

O sertanista afirmou que os índios são mais altos que a média e os homens amarram o pênis a uma espécie de cinta. O especialista também identificou que a tribo planta milho, banana, mandioca e batata.
O grupo fotografado vive numa área de 630 mil hectares onde estão três reservas indígenas: Kampa Isolados do Envira, Alto Tarauacá e Riozinho do Alto Envira. O sertanista disse que, apesar do completo isolamento, a localização aproximada da tribo já era conhecida.
Nas fotos, não foram identificados objetos ou características que possam ter sido influenciadas ou levadas a eles por outros povos.
Um dos fatores apontados pelos especialistas para a sobrevivência da tribo é o fato dela estar localizada numa região de difícil acesso de madeireiros, garimpeiros e seringueiros.

Emocionante
Stuckert, que trabalhou como fotógrafo da Presidência da República durante oito anos e tem 28 anos de experiência na profissão, disse que o registro dos índios está entre “os mais emocionantes” de sua carreira.
“Eu gostaria de voltar lá, mas acho que a gente não pode ter contato. Precisamos preservar isso e quero que as minhas fotos mostrem que a gente tem que mapear tudo o que está perto e protegê-los para que não tenham problemas externos”, afirmou.

Foto: Ricardo Stuckert
Foto: Ricardo Stuckert

O fotógrafo disse ter ficado “maravilhado” por registrar pela primeira vez na sua carreira uma população que nunca teve contato com uma população isolada.
O sertanista José Carlos Meirelles também demonstra felicidade por ter visto os índios isolados, mas se disse preocupado com o possível avanço do desmatamento e de seringueiros.

Foto: Ricardo Stuckert
Foto: Ricardo Stuckert

“Fiquei muito feliz em saber que estão bem. Foi muito bom ver que eles têm um roçado e estão no seu espaço. O problema é que ninguém sabe até quando.”
Por BBCBrasil.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Chefe da “FLONA do JAMANXIM” Explica Novos Limites

Alteração dos limites da FLONA do Jamanxim, PARNA do Rio Novo, PARNA do Jamanxim e criação da APA do Jamanxim (MPs 756 e 758 de 20/12/2016)flona-jamanxim

“Duvidas perguntas e Resposta  Por Rodrigo Cambará Printes (Chefe da FLONA do Jamanxim)”

1)    Quando foi criada a FLONA do Jamanxim? Qual o seu tamanho naquela época?
Foi criada pelo Decreto Federal s/n° de 13/02/2006, com 1.301 mil hectares, sendo a maior FLONA do mundo.
2)    Quando começou a discussão para a alteração do seu tamanho?
Logo após a sua criação já iniciaram os questionamentos. O deputado Asdrúbal Bentes (PMDB/PA) foi autor do primeiro projeto de lei (PL n°2224/2006) visando à sustação dos efeitos do decreto de criação da FLONA. Em 2008, foi elaborado o PL n° 1.148/2008, com a mesma finalidade, pelo deputado Zequinha Marinho PMDB/PA. Em 2009, as associações de produtores ruraislocais, com apoio do Sindicato dos Produtores Rurais de Novo Progresso e de lideranças políticas em Brasília, iniciaram dois processos no ICMBio com propostas de redefinição de limites da FLONA, são eles os processos n° 02070.002498/2009-93 e 02070.000574/2009-26.
3)    Como foi esta discussão de novos limites? Envolveu a população local?
Representantes da população local já participavam desta discussão através de um grupo de trabalho que se reuniu até 2012. A partir de 2015, devido a impasses e esgotamento das ferramentas de gestão, retomamos esta discussão com a comunidade de Novo Progresso e internamente no ICMBio. Com a colaboração de lideranças, sindicatos, vereadores, prefeito, etc. começamos a elaborar novos cenários e procuramos reativar a questão com o ICMBio em Brasília. Fizemos, duas reuniões em Novo Progresso, umaocorreu na Câmara de Vereadores no dia 20/05/2016, com alguns vereadores, o prefeito e outras lideranças locais. A segunda foi realizada em 19/07/2016, com algunsreivindicantes de estabelecimentos rurais na FLONA. O grupo sugeriu 04 possíveis cenários de alteração de limite e recategorização.
Com base nos nossos estudos de geoprocessamento, resgate de processos antigos e nas contribuições das pessoas diretamente afetadas, foram elaborados 08 cenários possíveis sobre o futuro da FLONA do Jamanxim e levados à sede do ICMBio em Brasília.  O falecido presidente do ICMBio, Rômulo Mello, selecionou um deles, propôs algumas alterações, e elaborou uma nova proposta, que foi enviada ao Ministério do Meio Ambiente e depois à Casa Civil, em setembro de 2016.
4)    Então por que esta alteração só saiu agora?
Os decretos saíram agora porque estão associados à desafetação de 862 hectares do Parque Nacional do Jamanxim para a passagem da Ferrogrão.
5)    Como ficou a FLONA do Jamanxim?
Ela teve uma redução de 43%, passando de 1,3 milhões para 561.668 hectares. Ainda ficaram no seu interior 36 estabelecimentos rurais. No último censo, em 2009, havia 257 fazendas.
6)    A outra parte da FLONA foi desafetada?
Não. Nada foi desafetado. Na região oeste, perto do Rio Novo, houve uma ampliação do Parque Nacional do Rio Novo, que passou de 538.151 hectares para 975.914 hectares, um aumento de 437.673 hectares ou 81%.
Não era possível desmatar nem fazer garimpo na FLONA e no PARQUE não pode também. Então não muda muita coisa naquela região.
7)    E essa APA que criaram?
A outra parte da FLONA virou uma APA. Essa APA incluiu 304 mil hectares que eram da FLONA e mais 230 mil que eram área branca. Tem ao todo 534 mil hectares, vai até o rio Jamanxim, por isso recebeu o nome de APA do Jamanxim.
8)    O que é possível fazer numa APA?
Na APA, a princípio, é possível fazer tudo o que é legalmente possível numa propriedade rural. Mas é proibido desmatar para abrir pastagem e tirar madeira. A mineração é um atividade possível, com licenciamento. Como é unidade de conservação, as multas ambientais, quando tiver, serão cobradas em dobro. O plano de manejo da APA pode estabelecer algumas restrições, mas não pode interferir no direito constitucional da propriedade.
A regularização fundiária das áreas de posse é permitida e desejável. Os estabelecimentos rurais vão poder se regularizar conforme os critérios do Programa Terra Legal. Cada pessoa só pode registrar uma área em seu nome, com no máximo 15 módulos fiscais ou 1. 125 hectares.
9)    E o Parque Nacional do Jamanxim, como ficou?
Foi desafetada um área de 862 hectares, ao longo da BR 163, mas em compensação o parque foi ampliado para oeste, em mais 51.135 hectares. No final o PARNA do Jamanxim teve um aumento de 5 % da sua área.
10)    Quais as principais vantagens destas alterações?
Em termos de diminuição da tensão social, a maior parte das áreas reivindicadas (80%) ficarão fora da FLONA do Jamanxim e do PARNA do Rio Novo, podendo ser regularizadas de acordo com os critérios do Programa Terra Legal, pois estarão na APA do Jamanxim.
A concessão florestal poderá ser retomada na FLONA do Jamanxim, pois a maior parte das áreas reivindicadas estará situada na APA. A concessão pode dar um novo significado à FLONA do Jamanxim, como geradora de empregos e impulsionadora do desenvolvimento regional sustentável, a exemplo do que está ocorrendo na FLONA de Altamira, em Moraes Almeida.
Teremos mais recursos para fiscalização, pois o PARNA do Rio Novo é uma UC que tem apoio do ARPA(Programa Áreas Protegidas da Amazônia) e está sendo ampliado. Em geral, houve um aumento de mais de 10% de áreas protegidas a região.

11)    Quais as principais desvantagens?

Para a proteção da Biodiversidade não vejo desvantagens. Para quem tem áreas de posse nessa região, nunca é fácil e cada é um caso em caso. As pessoas devem procurar o ICMBio para abrir seus processos de regularização fundiária. Uma solução que agrade a todos não existe. Então agora é tentar avançar na gestão deste território, a partir do que foi conquistado.

Tabela 1: Balanço das alterações nas UC do sul do Pará

UC De (ha) Para (ha) Balanço (ha) Balanço (%)
PARNA do Rio Novo 538.151 975.914  + 437.763  + 81,34
FLONA do Jamanxim 1,3 milhões 561.668 – 738.332  –  43,20
PARNA do Jamanxim 859.797,04 910.070,04 + 50.273 + 5,84
Área de Proteção Ambiental do Jamanxim 0 534.284 + 534.284      –
Total 2.697.948,04 2.981.936,04  + 283.988  + 10,52

Alterações das unidades de conservação pelas medidas provisórias n° 756 e 758 de 20/12/2016
Alterações das unidades de conservação pelas medidas provisórias n° 756 e 758 de 20/12/2016

Da Redação Jornal Folha do Progresso, informaçes e imagens Rodrigo Cambará Printes

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Vejam as fotos dos “Destaques do Ano de 2016”

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Fonte: Jornal Folha do Progresso




Câmara Municipal realizou última sessão em final de legislatura 2012/2016

A Câmara Municipal de Novo Progresso realizou na noite desta terça-feira, dia 20 de Dezembro, com inicio às 19 horas, a  última sessão ordinária desta legislatura 2012/2016. Os parlamentares analisaram e aprovaram nesta reunião dois requerimentos  e quatro PL (projetos de lei).  Foi aprovado em segundo turno a “LO” (Lei Orçamentária) para o exercício de 2017 na sessão realizada no dia (06/12)

O orçamento do município de Novo Progresso previsto para 2017 e de R$ 64 milhões de reais. As secretarias que mais irão receber recursos são Educação, Saúde e obras e infraestrutura.

Veja os Requerimentos:

img-20161221-wa0067 img-20161221-wa0068A sessão foi presidenta pelo atual presidente vereador Edemar Onetta (PMDB).

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Presidente da Câmara-Edemar Onetta (PMDB)

Os quatro  Projetos de Lei  restantes foram apresentadas pelo Executivo, estando entre elas a proposta que trata  da criação da secretaria de Mineração e autorização para permuta de área urbana, doação de imóvel para instituto Kabu e outro que regulamenta a cobrança de licença comercial no município de Novo Progresso. Todos  foram aprovados por unanimidade.

Ao final da sessão o Presidente da Casa vereador Edemar Onetta (PMDB), agradeceu aos demais Edis que compuseram esta legislatura falou das dificuldades e dos objetivos alcançados para a melhoria da cidade de Novo Progresso. Edemar também falou dos desafios para nova gestão, que sempre estará a disposição para ajudar e fazer o melhor pela nossa cidade, disse.

Como o Regimento Interno da Casa determina que o período de recesso inicie  somente após aprovação da Lei Orçamentária o ano legislativo deu se por encerrado e as sessões ordinárias também. A legislatura termina no dia 31 de Dezembro desde ano.

O presidente Edemar Onetta  afirmou que se demonstrou ao final da Legislatura, uma extrema melhora no relacionamento, agradeceu o apoio de todos que já haviam apoiando a mesa diretora da casa  e aos que o apoiaram neste mandado que se encerra, finalizou!

Dos nove vereadores cinco retornarão para  a próxima legislatura.

Por Redação Jornal Folha do Progresso

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Flona Jamanxim é Reduzida e posseiros legalizados

Temer flexibiliza preservação em floresta do Pará e legaliza posseiros –
Em ação criticada por ambientalistas e celebrada por posseiros, o presidente Michel Temer assinou uma medida provisória que abre o caminho para a regularização de dezenas de estabelecimentos rurais localizados dentro da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxin, no sudoeste do Pará.flona-do-jamanxim-novo-progresso-300x260

A MP 756, publicada nesta quarta (20), retirou 305 mil hectares (o equivalente a quase duas cidades de São Paulo) da Flona, que agora passam a ser parte da recém-criada Área de Proteção Ambiental (APA) Jamanxin. Com isso, se reduz o nível de proteção legal, permitindo a permanência dos posseiros.

A mudança contraria relatório de 2009 do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), segundo o qual apenas uma área de 35 mil hectares deveria ser excluída da Flona.

“Existem apenas posseiros, basicamente com documentos de compra e venda, com pretensões fundiárias quase que exclusivamente de grandes extensões, com alta concentração fundiária, e que refletem uma ocupação voltada à pecuária extensiva”, afirma o relatório, que defendia a “desintrusão” da maioria dos ocupantes ilegais.

leia Também:Flona Jamanxim-Medida provisória altera limites de áreas de conservação na Amazônia

A criação da APA, que incorpora outras 230 mil hectares de áreas que não estavam protegidas, faz parte de um pacote de mudanças, por meio de duas medidas provisórias, em quatro unidades de conservação no entorno da rodovia BR-163, usada para escoar a produção agrícola de Mato Grosso.

A Flona Jamanxin é a unidade de conservação com o maior incremento de desmatamento do país. A área de influência da rodovia concentra 70% dos novos desmates da Amazônia Legal.

A unidade tem registrado episódios de violência relacionados à madeira e ao garimpo. Em junho, um PM foi morto a tiros quando participava de uma operação do Ibama contra madeireiros.

A criação da APA contradiz recomendação do Ministério Público Federal, que entrou com uma ação civil pública contra qualquer mudança na Flona. A Justiça Federal ainda não julgou o caso.

Para Elis Araújo, da ONG Imazon, a mensagem que o governo transmite é de que “vale a pena ocupar terra pública dentro de unidade de conservação”.

“Como se justifica alterar uma unidade de conservação para beneficiar médios e grandes pecuaristas? Que tipo de atividade o governo está estimulando para o país?”

Em linha semelhante, Nurit Bensusan, do ISA (Instituto Socioambiental), afirma que as alterações, embora aumentem a área preservada, deverão estimular invasões em unidades de conservação.

“Do ponto de vista aritmético, não foi tão ruim assim. Mas o problema é o precedente que isso abre. Depois que a Flona foi criada, muitas áreas foram desmatadas. E agora eles estão pegando parte dessas áreas e colocando pra fora da Flona”.

Beneficiada pela medida, Mônica dos Santos, presidente da Associação dos Produtores Rurais das Glebas Embaúba e Gorotire, disse que “foi um grande avanço nestes oito anos de luta”. Ela afirma que 80% dos posseiros ficaram dentro da APA.

Santos ocupa mil hectares e diz ter cerca de 200 cabeças de gado. Ela afirma que respeita os 80% de área preservada exigidos pela lei, mas que não sabe por que a Flona tem altas taxas de desmate.

Segundo Paulo Carneiro, diretor de criação e manejo de unidades de conservação do ICMBio, houve mudanças no conhecimento da região desde 2009 e que a APA permitirá que o órgão aprimore a governabilidade no local.

Carneiro admitiu que regularizar áreas desmatadas é um caminho prejudicial, mas que, nesse caso, a mudança diminuirá o desmate. “Investimos em ações de comando e controle e estávamos numa escalada de conflito que estava exterminando as nossas possibilidades de diálogo.

FLORESTA NACIONAL (FLONA) DO JAMANXIM

CRIADA EM: 2006 com 1.301.000 hectares

MUDANÇA: a área perdeu 743,5 mil hectares. Desse total, 304,8 mil hectares foram para a recém-criada Área de Proteção Ambiental Jamanxim, onde está a maioria dos posseiros, que agora podem ser regularizados. O restante foi para o Parque Nacional Rio Novo.

ÁREA DESMATADA: 11,7%

ESTABELECIMENTOS RURAIS: 257

TAMANHO MÉDIO DAS PROPRIEDADES: 1.772 ha

81% praticam pecuária como atividade principal

67,7% dos moradores chegaram pouco antes ou depois da criação da Flona

80% se beneficiaram com a MP

Fonte: ICMBio, Prodes (Inpe) e Associação dos Produtores Rurais das Glebas Embaúba e Gorotire.
Da Redação Jornal Folha do Progresso com ESTADÃO /UOL-FABIANO MAISONNAVE DE MANAUS
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BR-163-Empresário de Novo Progresso morre em acidente no Mato Grosso do Sul

“Juvenal Lunardi” proprietário do Ferro Floresta morreu em grave acidente na rodovia BR-163 no estado do Mato Grosso

Juvinal Lunardi
Juvinal Lunardi

O Veiculo Honda/Civic que ele dirigia rodou na pista atingiu uma carreta na BR 163 na cidade de Rio Brilhante, ele morreu no local.

A colisão entre uma carreta e um veículo Honda Civic cor azul com placas QBD 8176 de Novo Progresso – PA, deixou um homem morto e outro ferido por volta das 13h30min desta terça-feira (20), na BR 163 km 325 em Rio Brilhante.

De acordo com as primeiras informações as vítimas estavam no Civic, que era conduzido por Juvenal Lunardi 40 anos. Eles foram socorridos por equipes da CCR/MS vias e transportados ate o hospital de Rio Brilhante, onde Juvenal acabou morrendo ao dar entrada no pronto socorro. O outro ocupante foi transferido em estado grave para um hospital de Dourados.dsc04848-300x200

Segundo o motorista da carreta chovia no momento do acidente e o condutor do carro de passeio rodou na pista e bateu de frente na carreta. O motorista da carreta, com placas de Belo Horizonte – MG que estava carregada com um trator, não sofreu ferimentos.

Uma equipe da pericia técnica de Dourados esteve no local do acidente realizando levantamentos. Segundo informações de familiares Juvenal que dirigia o carro e a outra vítima seguiam para Coronel Sapucaia-MS. Juvenal tinha 40 anos e morreu no hospital.

Por Redação Jornal Folha do Progresso com Rio Brilhante tempo real

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Ibama destrói equipamentos de madeireiros ilegais na Amazônia

Foto Fabiano Maisonnave/Folha Press – Na ponta do lápis, a operação do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) contra crimes ambientais em terras indígenas em Rondônia e Mato Grosso, na semana passada, teve bons resultados

Em apenas um dos quatro dias de fiscalização na divisa entre Mato Grosso e Rondônia, foram incendiados dois caminhões para transporte de madeira, um skidder (trator para arrasto de toras), uma camionete Mitsubishi L200 e uma pá carregadeira –prejuízo de pelo menos R$ 600 mil aos madeireiros.

Agentes do Grupo Especializado de Fiscalização (GEF) do Ibama destroem escavadeira usada em garimpo, na Terra Indígena Sete de Setembro (MT/RO)
Agentes do Grupo Especializado de Fiscalização (GEF) do Ibama destroem escavadeira usada em garimpo, na Terra Indígena Sete de Setembro (MT/RO)

De quebra, os agentes encontraram, no porta-luvas de um caminhão, guias florestais em nome de Hidemar Finco, fazendeiro vizinho à Terra Indígena Parque do Aripuanã que possui autorização para exploração sustentável em 375 hectares de sua propriedade.

O documento facilitará a investigação da quadrilha. O uso de créditos legais para esquentar árvores roubadas de áreas protegidas é o modus operandi mais comum das quadrilhas de madeira.

Ninguém foi detido. Os madeireiros fugiram pouco antes da chegada, em três helicópteros, de oito agentes do Ibama, acompanhados pela reportagem da Folha

Por outro lado, o tamanho do acampamento mostra que operação semelhante feita no ano passado não conseguiu coibir a atividade na área, onde vivem índios cinta-larga, alguns deles aliados de madeireiros e garimpeiros. À época, foram destruídos dois caminhões e um trator usados na extração de madeira.

Segundo os agentes do Ibama, os madeireiros sabem que uma operação de grande escala demora a se repetir e voltam rapidamente ao mesmo local, muitas vezes com mais voracidade para recuperar o prejuízo.
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As áreas indígenas na divisa entre Mato Grosso e Rondônia são as últimas grandes florestas dessa região amazônica. Ainda que a retirada de madeira seja seletiva, a atividade costuma ser a precursora do desmatamento, que cresceu 29% na Amazônia entre agosto de 2015 e julho deste ano, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O alto lucro obtido pela venda da madeira ilegal e a baixa punição para esse tipo de crime favorecem a reincidência, na avaliação de Roberto Cabral, coordenador do Grupo Especializado de Fiscalização (GEF). A unidade, que usa táticas de grupo de assalto, é acionada para as operações de fiscalização mais arriscadas.

Na legislação, o principal recurso do GEF é o decreto 6.514, de julho de 2008, que autoriza a destruição de equipamentos usados para crimes ambientais encontrados em terras indígenas e áreas de conservação.

Essa prática costuma gerar revolta contra o Ibama nas cidades do Norte, onde o roubo de madeira em áreas protegidas é uma prática socialmente aceita e vista como uma das poucas alternativas econômicas da região.

A hostilidade contra funcionários do Ibama é constante. Um servidor lotado em Mato Grosso que participou da operação foi identificado por moradores de Aripuanã (950 km ao norte de Cuiabá), que passaram a divulgar ameaças a ele no WhatsApp.

MAIS CONTROLE

Enquanto nas áreas protegidas é fácil identificar o crime ambiental –madeira e garimpo são atividades proibidas–, fora delas a fiscalização se torna bem mais complexa devido às diversas formas de burlar os sistemas de controle

“O grande problema ambiental é o crédito fraudulento”, afirma Cabral. “A ideia do plano de manejo é utilizar essa madeira de maneira sustentável. Infelizmente, o que a gente vê são vários planos de manejo originando créditos para acobertar madeira retirada em outro lado.”

Dentro do Ibama, o GEF vem defendendo uma série de aprimoramentos da fiscalização. Um deles é aumentar o número de informações que constam no Documento de Origem Florestal (DOF), como a espécie, as dimensões e a numeração da tora no inventário do manejo florestal

Entre outras fraudes recorrentes, a mudança inviabilizaria o uso da mesma guia do DOF em mais de um transporte, já que seria possível rastrear a árvores até o toco deixado na floresta –daí o apelido de “DNA do DOF” entre agentes.

Cabral também acredita que a legislação ambiental seja branda contra o roubo da madeira, geralmente resultando num TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência), boletim de ocorrência para crimes pouco graves.

O coordenador do GEF defende que madeireiros que agem em terras protegidas deveriam ser enquadrados no Código Penal por usurpação do patrimônio da União e, no caso das serrarias, no crime de receptação. A reportagem da Folha deixou recados para Finco na madeireira de sua família, em Rondonópolis (MT), mas não obteve resposta até o fechamento da edição.

DIAMANTES

Responsável por mortes e destruição ambiental em território dos índios cinta-larga, o garimpo de diamantes ganhou uma nova frente na vizinha Terra Indígena Sete de Setembro, dos paiter-suruís. A invasão coloca em risco uma das principais referências de gestão territorial da Amazônia.

Ibama destrói escavadeira de garimpo avaliada em R$ 500 mil dentro da Terra Indígena Parque do Aripuanã (MT)
Ibama destrói escavadeira de garimpo avaliada em R$ 500 mil dentro da Terra Indígena Parque do Aripuanã (MT)

Na última quarta-feira (16), agentes do GEF (Grupo Especializado de Fiscalização) do Ibama tentaram desmontar um dos principais focos de garimpo da Sete de Setembro, situada entre Rondônia e Mato Grosso, mas foram impedidos por paiter-suruís aliciados por garimpeiros

Imagens da operação mostram que os indígenas ameaçaram entrar em confronto com os agentes, que só conseguiram queimar uma das pelo menos cinco escavadeiras que estavam no local. A um custo de R$ 500 mil por unidade, é o equipamento mais caro do garimpo.

O garimpo do diamante começou no início dos anos 2000 nas terras dos cinta-larga, onde continua até hoje, também com aliciamento de indígenas. A região é considerada uma das maiores jazidas do mundo.

O auge da exploração ocorreu em 2004, quando havia cerca de 5.000 não-índios no local. Naquele ano, os cinta-larga mataram 29 deles, provocando uma interrupção temporária.

Contrário à atividade, o cacique Almir Suruí diz que os primeiros diamantes foram encontrados neste ano, aumentando a invasão na Sete de Setembro –desde 2014, havia começado o garimpo ilegal de ouro dentro da terra indígena.

“Isso traz impactos ambientais e sociais e também cria uma briga interna muito grande. Explorar ilegalmente só traz prejuízo”, afirma Almir, 42, uma das lideranças indígenas mais reconhecidas no Brasil.

NEGOCIAÇÃO

Sob o comando de Almir, os paiter-suruís, contactados pelo branco em 1969, se tornaram o primeiro povo indígena do mundo a vender créditos de carbono, cujo dinheiro financia projetos como plantações de banana e extração do babaçu.

Almir também negociou um acordo com o Google para monitorar a terra indígena por meio de georreferenciamento –ferramenta usada pelo Ibama no planejamento da operação.

Para ele, a atividade ilegal dentro da terra indígena “tira autonomia e deixa os indígenas reféns dos madeireiros e dos garimpeiros”.

Na última sexta-feira (18), a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a Funai fizeram uma reunião em Cacoal (RO) com lideranças indígenas envolvidas com garimpo para tentar convencê-las a abandonar a atividade.

“Queremos atuar de forma pacífica e coibir o garimpo ilegal sem o risco elevado de confronto com os indígenas”, disse o superintendente da Polícia Federal em Rondônia, Araquém Alencar.
Fonte: folha press(Fotos Fabiano Maisonnave/Folha Press)

Agente do Ibama destrói caminhão-toreiro dentro da Terra Indígena Parque do Aripuanã, em Mato Grosso (FotoFabiano Maisonnave/Folha Press)
Agente do Ibama destrói caminhão-toreiro dentro da Terra Indígena Parque do Aripuanã, em Mato Grosso (FotoFabiano Maisonnave/Folha Press)

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Imagem Forte-Suspeito de matar empresário é encontrado morto

O suspeito de ter executado o empresário “Antonio” dentro do estabelecimento  “Comercial Antonio”,  foi encontrado morto na manhã  desta segunda-feira (19). De acordo com a informação o corpo de Julio Cesar acusado de ter matado o empresário, foi encontrado nas proximidades do restaurante do Chico as margens  da rodovia BR- 163, distante aproximadamente 75 quilômetros do distrito de Moraes Almeida.

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*Polícia Civil já têm suspeitos da morte de empresário

Julio César era foragido do presido da cidade de Santarém, veio pra Novo Progresso praticar assalto chegou ser preso  e fugiu, ele usava nome falso “Marcos Paulo”.

O suspeito era investigado pela morte do empresário Antonio, o crime acontece na noite de 12 de Novembro enquanto o empresário  trabalhava em sua empresa em Novo Progresso. O suspeito chegou ser preso e fugiu da cadeia, usando nome falso. O corpo foi removido para a cidade de Trairão, que tem jurisdição policial da localidade onde foi encontrado.

Da Redação Jornal Folha do Progresso (Foto WhatsApp PM Hilton)

Corpo encontrado (Foto Divulgação Policia Militar)
Corpo encontrado (Foto Divulgação Policia Militar)

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Rios Voadores: venda de gado era feita por meio de esquema de lavagem de dinheiro

Bois de áreas desmatadas eram vendidos como se tivessem sido criados em fazendas regularizadas

O grupo do pecuarista Antônio José Junqueira Vilela Filho, apontado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e pelo Ministério Público Federal (MPF) como o responsável pelo maior desmatamento já ocorrido na Amazônia, vendia o gado criado em áreas desmatadas por meio de esquema de lavagem de dinheiro.

Para tentar enganar a fiscalização, pouco antes da comercialização o gado criado em área desmatada era transferido para fazendas regularizadas. A manobra permitia que os criminosos conseguissem a documentação necessária para fazer a venda a frigoríficos, denunciou o MPF à Justiça Federal.

As fazendas utilizadas estavam em nome de “laranjas”, pessoas cujos nomes serviam para ocultar as identidades dos verdadeiros donos, os integrantes do grupo de Vilela Filho, também conhecido como AJ Vilela ou Jotinha.

No entanto, a equipe de investigação da operação Rios Voadores, que desmontou o esquema criminoso em junho deste ano, verificou que notas fiscais emitidas por frigoríficos compradores do gado acabaram sendo registradas em nome de integrantes do grupo.

O uso de “laranjas” como proprietários das fazendas revendedoras de gado foi comprovado também na investigação, por meio de diligências e obtenção de documentos.

As investigações também constataram que uma das fazendas citadas não tinha tamanho nem infraestrutura suficientes para abrigar as cabeças de gado que, segundo os documentos fraudados, teriam sido criadas no local.

Para financiar o desmatamento e demais crimes cometidos, o mandante, AJ Vilela, repassava recursos para os demais integrantes do grupo por meio de uma empresa de fachada, a Sociedade Comercial do Rochedo. Também foram encontrados repasses de recursos feitos a partir das contas bancárias dos participantes do esquema.

Série – Esse é o terceiro texto de uma série de cinco que busca detalhar o conteúdo das novas ações ajuizadas este mês pelo MPF contra o grupo de AJ Vilela. Somadas às ações ajuizadas após a operação Rios Voadores, de junho deste ano, o MPF encaminhou à Justiça Federal em Altamira cinco denúncias criminais, duas ações civis públicas ambientais (uma delas com bloqueio de bens já decretado no valor de R$ 420 milhões) e uma ação civil pública por improbidade administrativa.

O grupo de acusados, segundo o MPF e o Ibama, é responsável pelo desmate, entre 2012 e 2015, de 330 quilômetros quadrados de florestas em Altamira, no Pará. A área é equivalente ao território de municípios como Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG) ou Recife (PE). O esquema conseguiu movimentar pelo menos R$ 1,9 bilhão.

Com um total de 24 acusados, as ações tratam de crimes de submissão de trabalhadores a condições semelhantes às de escravos, frustração de direitos trabalhistas, falsidade ideológica, invasão e desmate ilegal de terras públicas, provocação de incêndios, impedimento da regeneração de florestas, corrupção ativa e passiva, sonegação de documentos, formação de organização criminosa e lavagem de dinheiro, além de improbidade administrativa e responsabilização por danos ambientais.

Os acusados estão sujeitos a penas de até 238 anos de prisão, multas, pagamento de R$ 503 milhões em prejuízos ambientais, recuperação da área ilegalmente desmatada, demolição de edificações construídas em áreas irregulares, e proibição, por até dez anos, de acessar linhas de financiamento ou benefícios fiscais oferecidos pelo poder público.

Além da atuação perante a Justiça Federal, as investigações do caso Rios Voadores motivaram o MPF a expedir duas recomendações. Uma foi enviada à Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), para que a autarquia disponibilize ao Ibama acesso a todas as informações necessárias à fiscalização ambiental. A outra teve como destinatário o Ibama, e indicou a necessidade de a autarquia abrir processo administrativo para investigar a regularidade ambiental de edificações nas áreas ilegalmente desmatadas pela organização criminosa.

Também como parte das investigações do caso Rios Voadores, o MPF abriu investigação para analisar as transações comerciais entre integrantes da família Junqueira Vilela e três grandes grupos empresariais: grupo JBS, o maior processador de carne bovina do mundo, à Amaggi Exportação e Importação, uma das maiores companhias de compra e venda de grãos do país, e aos dirigentes do grupo Bom Futuro – outro líder no agronegócio – Elusmar Maggi Scheffer e Eraí Maggi Scheffer.

Os trabalhos de investigação do caso Rios Voadores também resultaram em provas que permitiram a reabertura de inquérito sobre a tentativa de homicídio da trabalhadora rural sem-terra Dezuíta Assis Ribeiro Chagas, crime ocorrido em 2015 no acampamento 1º de Maio, na cidade de Euclides da Cunha Paulista, no interior de São Paulo, na região conhecida como Pontal do Paranapanema. As provas coletadas pelo MPF e utilizadas pelo Ministério Público do Estado de São Paulo na denúncia ajuizada por tentativa de homicídio apontam AJ Vilela como líder de um grupo responsável pela prática desse crime.

Números dos processos na Justiça Federal em Altamira (PA), com links para acompanhamento processual:

1503-60.2016.4.01.3903 (ação civil pública ambiental)

1607-52.2016.4.01.3903 (denúncia por trabalho escravo)

1924-50.2016.4.01.3903 (denúncia por trabalho escravo)

3080-73.2016.4.01.3903 (denúncia ambiental e falsidades – TI Menkragnoti e mais áreas)

3081-58.2016.4.01.3903 (denúncia ambiental e corrupção ativa/passiva)

3286-87.2016.4.01.3903 (denúncia organização criminosa e lavagem de bens)

3287-72.2016.4.01.3903 (ação civil pública por improbidade)

3288-57.2016.4.01.3903 (ação civil pública ambiental)

Relação de todas as pessoas físicas citadas nas ações:

Adilce Eleotério Garcia (Panquinha)

Adulão Alves de Lima

Ana Luiza Junqueira Vilela Viacava

Ana Paula Junqueira Vilela Carneiro Vianna

Antônio José Junqueira Vilela Filho

Arnildo Rogerio Gauer

Clésio Antonio Sousa Carvalho

Clesio Antonio Sousa Carvalho Filho

Douglas Dalberto Naves

Edson Mariano da Silva

Eremilton Lima da Silva

Jerônimo Braz Garcia

Laura Rosa Rodrigues de Sousa

Leilson Gomes Maciel

Marcio Kleib Cominho

Mariano Barros de Morais

Narciso Lidio Pereira Mascarenhas

Nilce Maia Nogueira Gauer

Obalúcia Alves de Sousa

Olivio Bertoldo João Bachmann

Ricardo Caldeira Viacava

Rodrigo Siqueira Pereto
Vanderley Ribeiro Gomes (vulgo Beto)
Waldivino Gomes Silva

Fonte: MPF
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Policia recupera moto furtada e prende outra vez velho conhecido da PM

Rogério Robson de Almeida é pego novamente com objetos furtados. Foi o mesmo que foi preso em flagrante pela PM furtando frascos de perfumes ,condicionador  no supermercado Castanha no início deste ano.

O velho conhecido da Policia Militar Rogério Robson Almeida de 35 anos, foi preso novamente Assaltante preso pela terceira vez em Novo Progresso.

Rogério Robson Almeida de 35 anos  é um dos suspeitos de ter roubado três lojas simultaneamente no fim de semana em Novo Progresso.

Rogério foi preso  com objetos furtados,  notebooks, várias camisetas com etiquetas, produtos de higiene, pulseira de ouro, talão de cheque e uma quantia de R$ 107,00 (cento e sete reais), aparelho celular, perfumes entre outros.  O suspeito já é velho conhecido pela Policia Militar por outros furtos. Mesmo respondendo pelos dois crimes na Justiça,  ele estava em liberdade.

Rogério estava hospedado em um hotel da cidade onde escondia os objetos furtados.

A policia pede para as pessoas que foram vitimas do acusado para procurarem a Delegacia.

Moto Recuperada

Foi recuperada pela Policia Militar uma moto Honda/pop 100cc Placa QDC-4963 de cor branca, em abordagem foi constatada o furto. A motocicleta esta no Quartel da Policia Militar a disposição do proprietário.

Motocicleta Recuperado
Motocicleta Recuperado

Por Redação Jornal Folha do Progresso com iformações de Jailson Rosa o Jamanxim”

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