Tecnologia de reconhecimento facial e biometria avança, mas cresce preocupação sobre privacidade

Foto Reprodução| Desbloquear um aplicativo de banco com identificação por biometria ou entrar na academia com reconhecimento facial são ações cada vez mais presentes no dia a dia de milhares de pessoas. Mas, junto com o avanço da tecnologia, crescem também as preocupações sobre privacidade, uso abusivo de dados sensíveis e lacunas na regulação. Nos últimos anos, empresas de tecnologia, bancos, operadoras e até o setor varejista ampliaram o uso de sistemas biométricos para agilizar processos e fortalecer medidas de segurança.

 O apelo da biometria facial está na combinação entre rapidez, redução de fraudes e facilidade para o usuário, bastam alguns segundos diante de uma câmera para confirmar uma identidade que, teoricamente, não pode ser falsificada. Embora a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estabeleça diretrizes para o tratamento de dados sensíveis, categoria na qual a biometria se enquadra, ainda não há uma regulamentação específica para o uso de reconhecimento facial, especialmente no setor público.
 A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) já se manifestou sobre a necessidade de transparência e proporcionalidade no uso da tecnologia. Em Belém, sistemas de reconhecimento facial já são vistos em ônibus, terminais e espaços públicos. No setor privado, embora haja maior incentivo para o cumprimento da LGPD, ainda existem dúvidas sobre o descarte dos dados, a segurança de armazenamento e o compartilhamento com terceiros, especialmente considerando que muitas empresas contratam soluções de fornecedores estrangeiros.

A principal preocupação apontada por especialistas é a falta de controle do cidadão sobre seus próprios dados. Diferente de uma senha ou de um documento, a biometria facial não pode ser “trocada” caso vazada. Isso torna cada incidente de segurança potencialmente irreversível.

“O que define o nível de segurança é a forma como as empresas e instituições tratam as informações. Com boas práticas de proteção de dados, criptografia e respeito à LGPD, os riscos diminuem bastante. Porém, é importante manter um olhar crítico e atento”, argumenta Danievelyn.

Já para o sanitarista Vinicius Alcântara a proteção de dados deve avançar na mesma velocidade que as novas tecnologias. Para ele, o sistema de reconhecimento facial e biometria representa um avanço na segurança, mas ressalta que nenhuma tecnologia está livre de riscos. “Eu considero relativamente seguras, especialmente em ambientes controlados, como bancos e dispositivos pessoais. Mas nenhuma tecnologia é 100% livre de riscos. A segurança depende tanto da qualidade do sistema quanto das políticas de proteção de dados adotadas por quem coleta e processa essas informações.”

Setor já movimentou US$ 60 bilhões

Para se ter ideia do tamanho do mercado de biometria no mundo, o setor movimentou até agora US$ 60 bilhões. Para os próximos anos esse crescimento pode ser ainda maior, chegando a US$ 120 bilhões, de acordo com dados da Mordor Intelligence. Quando o assunto é reconhecimento facial o montante também é elevado. Ano passado, o mercado movimentou US$ 6,42 bilhões e projeta-se que cresça para US$ 35,14 bilhões até 2035, de acordo com a Market Research Future Analysis .

Além disso, há o risco de que sistemas inicialmente adotados para finalidades específicas como segurança em eventos sejam gradualmente expandidos para monitoramento generalizado. Sem mecanismos de supervisão, auditoria algorítmica e limites legais claros, abre-se espaço para violação de liberdades individuais.

Setor financeiro adota mais rapidamente tecnologia

Paulo André Freitas, sócio de uma empresa de segurança, afirma que a adoção de tecnologias biométricas tem avançado no país, embora de forma desigual entre regiões e setores. Ele explica que segurança pública, bancos, varejo, mobilidade e condomínios aparecem em estágios diferentes dessa digitalização.

Segundo Freitas, “a segurança pública tem feito avanços pontuais, mesmo com limitações orçamentárias e operacionais”. Ele cita que o uso se concentra em grandes eventos e locais estratégicos, ainda sem uma aplicação totalmente disseminada. No setor financeiro, entretanto, a adoção é mais sólida. “Os bancos são os que mais usam reconhecimento facial, principalmente para autenticação e prevenção a fraudes, porque há retorno imediato”, observa.

 O varejo, de acordo com ele, vive uma situação distinta: grandes redes já testam sistemas para reduzir perdas e identificar riscos, mas o setor médio e pequeno ainda avança lentamente por causa de custos e falta de cultura digital. No transporte e mobilidade, Freitas diz que há iniciativas pontuais, inclusive em Belém, mas ressalta que “o uso ainda é incipiente, mesmo com a melhoria da estrutura nos últimos anos”. Já em condomínios e empresas privadas, o crescimento é mais claro: o controle de acesso por biometria facial vem se tornando mais comum pela praticidade e pela redução de falhas humanas.

Sobre os efeitos do reconhecimento facial na segurança, o especialista afirma que a tecnologia contribui, mas não pode ser tratada como solução isolada. “O reconhecimento facial não reduz criminalidade sozinho. Ele funciona quando todo o sistema ao redor funciona”, aponta. Ele destaca alguns benefícios já registrados, como a identificação de foragidos em estados como Rio de Janeiro, Ceará e São Paulo, além da aceleração das respostas em operações bem integradas.

Freitas também menciona resultados consistentes no setor bancário, onde a biometria facial ajudou a reduzir fraudes em transações digitais ao melhorar a precisão das autenticações. Por outro lado, ele pondera que o efeito dissuasório é limitado e não resolve problemas estruturais da segurança urbana. Em relação a Belém, afirma que os investimentos recentes criam oportunidades para aprimorar a vigilância e integrar dados, mas alerta que “ainda é cedo para associar isso a uma queda direta da criminalidade”. Para ele, o impacto tende a ser maior na capacidade de investigação e resposta do que em reduções automáticas dos indicadores.

Fonte Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/12/2025/115:14:07

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ChatGPT “Para Adultos” chega em 2026: veja as mudanças

Foto Reprodução| A OpenAI confirmou uma das novidades mais aguardadas pelos seus usuários: o chamado “modo adulto” do ChatGPT será disponibilizado no primeiro trimestre de 2026. Este lançamento faz parte da evolução do modelo de linguagem GPT 5.2, que visa responder à crescente demanda por IAs com maior liberdade de interação.

Em uma estratégia clara para equilibrar a inovação com a segurança, a empresa também revelou que implementará mecanismos rigorosos para impedir o acesso de menores de idade ao novo recurso, conforme noticiado pelo Gizmodo.

A decisão de oferecer uma versão mais “livre” surge em meio a um histórico de cautela. A OpenAI reduziu significativamente a personalidade do chatbot após um trágico incidente que culminou em um processo por homicídio culposo. O caso envolveu um jovem de 16 anos que buscou instruções no ChatGPT para tirar a própria vida.

Desde então, a companhia intensificou os controles parentais e focou em experiências mais seguras para usuários mais jovens. O sistema de estimativa de idade é um pilar central dessa estratégia.

“A empresa ainda está testando sua tecnologia de verificação de idade e quer garantir que ela possa identificar adolescentes com precisão e não identificar adultos erroneamente,” explicou Fidji Simo, CEO de Aplicações da OpenAI, em declaração ao The Verge.

O CEO da OpenAI, Sam Altman, prometeu essa versão mais madura em resposta às críticas de usuários que sentiram que o modelo GPT 5 havia sido “lobotomizado” devido aos ajustes comportamentais.

Embora o termo “modo adulto” tenha sido associado a conteúdo erótico, Altman esclareceu que o foco real é a liberdade de interação. O objetivo é permitir que adultos personalizem a personalidade do chatbot de forma mais livre, sem as restrições de segurança que limitavam a capacidade do sistema de desenvolver um estilo de resposta ajustado ao usuário.

Risco Psicológico: O Preço da Conexão Livre

Apesar da promessa de mais liberdade, o aumento da capacidade de criar vínculos emocionais mais fortes com a IA levanta sérias questões sobre bem-estar.

Estudos recentes, incluindo um publicado no Journal of Social and Personal Relationships, indicam que adultos que estabelecem esse tipo de conexão profunda com chatbots podem apresentar níveis elevados de sofrimento psicológico. Pesquisas apontam que pessoas com poucos relacionamentos tendem a se abrir mais para a IA, e a própria OpenAI já reconheceu os riscos de dependência emocional.

O lançamento do ChatGPT adulto, portanto, insere a OpenAI no centro de um debate complexo que envolve tecnologia, saúde mental e responsabilidade corporativa.

Fonte: DOLe  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/12/2025/116:40:49

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Descubra os cinco golpes digitais mais comuns no fim do ano e como se proteger das ciladas

(Foto: Reprodução) – Os golpes de engenharia social são aqueles nos quais os criminosos convencem pessoas a revelarem informações confidenciais ou realizarem ações prejudiciais como depósitos bancários. Para seduzirem as vítimas, os bandidos costumam apelar para demandas ou oportunidades urgentes. E, no fim do ano, as iscas são muitas: uma entrega de presente que é aguardada, o desejo de usar as milhas na viagem de férias etc.

A pedido do EXTRA, a empresa de segurança cibernética Kaspersky listou os cinco golpes mais comuns em dezembro. E elencou dicas para os cidadãos se protegerem. Veja abaixo.

Golpe do Pix recebido

Veja um exemplo de mensagem do golpe do Pix recebido — Foto: Reprodução

Veja um exemplo de mensagem do golpe do Pix recebido — Foto: Reprodução

Como funciona – Geralmente chega por SMS e de um remetente desconhecido, informando que uma transferência Pix foi recebida. A mensagem informa que o valor está disponível e para acessá-lo será necessário clicar no link recebido. Mas todos os links levam para plataformas de jogos on-line (tigrinho e similares) não aprovadas pelo governo.

Desfecho – Para ter acesso ao dinheiro, a vítima é informada de que será necessário pagar uma taxa de liberação, além de fazer o cadastro na plataforma de jogos. Ou seja, os criminosos roubam os dados do usuário e ainda ficam com o valor aportado.

Golpe da taxa de entrega

Veja um exemplo de mensagem do golpe da taxa de entrega — Foto: Reprodução

Veja um exemplo de mensagem do golpe da taxa de entrega — Foto: Reprodução

Como funciona – Apesar de ser um golpe amplamente conhecido, o volume de mensagens com essa temática aumenta bastante nos períodos pós Black-Friday, pois as pessoas geralmente estão esperando entregas das compras realizadas. A mensagem traz nome e CPF do usuário e pode chegar por e-mail ou SMS. Ao clicar no link, a vítima é direcionada para a página falsa, onde deve ocorrer o pagamento da suposta taxa. Um QR Code do Pix será exibido na tela e os valores a serem pagos são baixos — a maioria das vítimas paga por esse motivo.

Desfecho – O valor pago pela vítima é enviado para contas de laranjas, abertas em fintechs e dificilmente poderá ser recuperado. Uma variante do golpe pode usar nome de transportadoras conhecidas no mercado.

Golpe do CPF cancelado

Veja um exemplo de site do golpe do CPF cancelado — Foto: Reprodução

Veja um exemplo de site do golpe do CPF cancelado — Foto: Reprodução

Como funciona – A mensagem chega por e-mail, usando o nome da Receita Federal, Banco Central, Polícia Federal ou qualquer outro órgão federal (às vezes apenas usando o nome do governo). O link leva para uma página falsa que exibirá dados completos do usuário (nome, endereço, carteira de trabalho e, em alguns casos, até filiação), informando que o CPF está irregular e que é necessário pagar uma taxa para regularizar. O site tem a mesma aparência da plataforma Gov.br, e algumas variantes exibem um chat com interação com a vítima.

Desfecho – O valor pago via Pix é enviado para contas de laranjas, abertas em fintechs e dificilmente poderá ser recuperado.

Golpe das milhas vencidas

Veja um exemplo de mensagem do golpe das milhas vencidas — Foto: Reprodução

Veja um exemplo de mensagem do golpe das milhas vencidas — Foto: Reprodução

Como funciona – Esse golpe é bastante comum no final de ano, pois o número de viagens aumenta consideravelmente. A mensagem chega por SMS ou e-mail, informando que o saldo em milhas venceu, vai vencer, ou já expirou. Para evitar a perda das milhas, o usuário é convidado a clicar em um link, que levará para um site falso das plataformas de fidelização usada pelos cartões de crédito e bancos.

Desfecho – O foco é roubar as milhas nas contas das vítimas, fazendo emissão de passagens aéreas usando as credenciais roubadas.

Golpe do upgrade de cartão de crédito
Veja um exemplo de site do golpe do upgrade do cartão de crédito — Foto: Reprodução

Veja um exemplo de site do golpe do upgrade do cartão de crédito — Foto: Reprodução

Como funciona – Geralmente é voltado a pessoas de alta renda, usando nomes de bancos tradicionais. A mensagem chega por SMS ou e-mail, prometendo um upgrade gratuito para cartões de crédito com muitos benefícios. Ao clicar no link, a vítima é levada para uma página falsa onde serão solicitados dados de acesso à conta bancária.

Desfecho – Após a vítima entregar os dados, o golpista irá usá-los em outras fraudes.

Dez dicas para se proteger

–  Desconfie de ofertas e promoções: golpes podem oferecer descontos exclusivos em hotéis, transporte ou acesso a eventos. Se a oferta parece boa demais para ser verdade, provavelmente é falsa.
–  Use pensamento crítico. Não acredite na mensagem, mesmo que exiba seus dados pessoais. Essa tática é usada pelos golpistas para transmitir confiabilidade.
– Saiba como funciona a engenharia social: criminosos frequentemente manipulam emoções como urgência, medo ou afeto para fazer você agir sem pensar.
– Busque sempre pelos sites e canais oficiais. Por mais tentador que seja adquirir algum produto de forma mais barata e prática, preze sempre por sua segurança digital, comprando e compartilhando informações que sejam realmente necessárias com sites de vendas oficiais.
–  Verifique sempre o endereço do site ou das mensagens com atenção. Antes, erros gramaticais ou termos genéricos ajudavam a identificar golpes, mas hoje eles podem ser corrigidos por inteligência artificial, tornando as mensagens e páginas falsas mais convincentes. Por isso, a ausência do nome ou pequenas mudanças na URL devem ser consideradas um alerta de golpe. Em caso de dúvida, acesse diretamente o site oficial digitando o endereço no navegador ou use o aplicativo oficial.
– Vale lembrar que sites oficiais sempre começam com o nome da instituição no domínio principal.
– Use um cartão virtual para compras online. Essa modalidade de cartão pode ser gerada apenas para compras específicas e dentro de um determinado prazo, com código de segurança.
–  Não deixe seus cartões salvos em sites. Isso pode aumentar o risco de clonagem e golpes em caso de ataque aos seus dispositivos ou plataformas.
–  Verifique suas contas e transações com frequência, para detectar cobranças ou movimentos que você não reconhece.
–  Tenha uma proteção de cibersegurança, como o Kaspersky Premium, para proteger seus dados pessoais, pagamentos online, conexões não autorizadas em outros dispositivos, além de proteger sua identidade.

Fonte: extra.globo e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/12/2025/08:07:46

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Lançamento de foguete da base de Alcântara é adiado para sexta-feira

( Foto: INNOSPACE/ Divulgação) – Alcântara (MA) – 16/12/2025 FAB realiza últimos preparativos para lançamento do 1º foguete comercial em território brasileiro. O Foguete HANBIT-Nano, da start-up espacial Innospace, já está posicionado na plataforma do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).

A empresa coreana Innospace anunciou que adiou o lançamento do foguete Hanbit-Nano, que ocorreria nesta quarta-feira (17) para sexta-feira, às 15h45. Seria a primeira vez que um voo comercial partiria de uma base brasileira.

Segundo comunicado, a empresa mudou o dia do lançamento para garantir tempo suficiente para a “substituição de componentes após a detecção de uma anomalia no dispositivo de resfriamento do sistema de suprimento de oxidante do primeiro estágio durante o procedimento de inspeção final”.

A Força Aérea Brasileira (FAB), que opera o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, confirmou o adiamento.

O veículo espacial – que tem 21,8 metros de comprimento, 1,4 metro de diâmetro e 20 toneladas – iria ao espaço nesta quarta-feira levando satélites para a órbita baixa da terra a uma altitude de aproximadamente 300 km e inclinação de 40 graus.

Fonte: Agenciabrasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/12/2025/07:40:46

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Arquivos “picantes” escondem vírus usado para clonar WhatsApp

 (Foto:Reprodução/ Freepik) – Roubo de dados

Aprenda a se proteger de golpes no WhatsApp com dicas práticas e saiba como agir se cair em um golpe. Mantenha seus dados seguros e evite prejuízos.

Mensagens inesperadas, provocativas ou até formais demais têm sido a nova isca de criminosos virtuais para aplicar golpes no WhatsApp. Por trás de arquivos supostamente inofensivos, muitas vezes com conteúdo “picante” ou aparência de documento profissional, pode estar um vírus capaz de clonar contas, roubar dados pessoais e acessar informações bancárias das vítimas.

Os golpes têm se tornado cada vez mais frequentes e sofisticados. Estelionatários exploram sentimentos como curiosidade, medo ou confiança para convencer o usuário a baixar arquivos infectados. Ao clicar no anexo, a vítima pode ter o celular comprometido quase instantaneamente, permitindo que os criminosos tenham acesso a fotos, contatos, senhas e até movimentações financeiras.

A coluna Na Mira teve acesso a prints que mostram como essas armadilhas funcionam na prática. Em um dos casos, a abordagem é apelativa e sensacionalista:

“Sua amiguinha santinha só tem a cara. Olha as fotos e vídeos que vazaram dela. Bem safadinha. Sigilo total aí, viu? Segue a foto.”
Golpistas tentando aplicar golpe pelo Whatsapp

Golpistas tentando aplicar golpe pelo Whatsapp
📷 Golpistas tentando aplicar golpe pelo Whatsapp |Reprodução

Arquivos “picantes” escondem vírus usado para clonar WhatsApp
📷 |Reprodução
Em outra situação, o tom é aparentemente profissional e convincente: “Bom dia, segue em anexo o documento solicitado anteriormente. Permaneço disponível para maiores esclarecimentos.”

Apesar das abordagens diferentes, o objetivo é o mesmo: induzir o usuário a abrir o arquivo anexado, que contém um malware capaz de espionar o aparelho e até clonar o WhatsApp da vítima.

Especialistas em segurança digital alertam que alguns cuidados simples podem evitar grandes prejuízos:

Desconfie de mensagens inesperadas, mesmo que pareçam vir de pessoas conhecidas ou empresas confiáveis;
Nunca clique em arquivos ou links suspeitos, especialmente de números desconhecidos;
Confirme a origem da mensagem antes de abrir qualquer anexo, entrando em contato direto com quem supostamente enviou o conteúdo;
Mantenha o celular e os aplicativos sempre atualizados, pois as atualizações corrigem falhas de segurança;

Use um antivírus confiável, que pode identificar e bloquear arquivos maliciosos antes que causem danos.

O que fazer se cair no golpe

Se o usuário clicar em um arquivo suspeito e perceber comportamento estranho no celular, é fundamental agir rapidamente. A orientação é registrar um boletim de ocorrência na Polícia Civil da região. O registro ajuda a iniciar as investigações e aumenta as chances de identificar os responsáveis.

Também é importante guardar prints das mensagens, números envolvidos e qualquer evidência do golpe. Essas informações são valiosas para as autoridades entenderem o esquema criminoso.

Golpes virtuais estão cada vez mais elaborados, mas a atenção continua sendo a principal aliada do usuário. Diante de qualquer dúvida, a regra é clara: não clique. Buscar orientação e confirmar informações pode evitar dores de cabeça, prejuízos financeiros e a perda de dados pessoais.

Fonte: dol.com.br e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/12/2025/07:37:46

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Brasil prepara primeiro lançamento comercial de foguete a partir da Base de Alcântara

(Foto de Mateus Nino) – Missão para levar o foguete da sul-coreana Innospace à órbita da Terra está prevista para 17 de dezembro. Voo pode marcar novo capítulo da história da Base de Alcântara, no Maranhão. Cosmódromo tem potencial considerado subutilizado; entenda.

Quase 30 vezes mais rápido que um avião comercial, alto como um prédio de sete andares e com o peso de quatro elefantes africanos. Os números dão a dimensão do primeiro foguete que será lançado em voo comercial a partir da Base de Alcântara (MA) , previsto para acontecer em 17 dezembro. Esse lançamento deve colocar à prova o potencial do cosmódromo brasileiro e, se bem sucedido, representar um avanço do Brasil rumo ao mercado global de lançamentos espaciais.

Essa vai ser a primeira vez que o Brasil vai capitanear uma missão comercial de colocação de satélites em órbita a partir do território nacional. O trabalho é coordenado pela Força Aérea Brasileira (FAB) e pela Agência Espacial Brasileira (AEB).

O foguete sul-coreano HANBIT-Nano, da start-up Innospace, é a primeira tentativa de lançamento de um voo orbital em Alcântara desde o acidente do Veículo Lançador de Satélites (VLS), que matou 21 pessoas. Antes, o Brasil só fez lançamentos de foguetes suborbitais, em voos conhecidos como ‘saltos’, em que o equipamento sobe e regressa.

O novo foguete levará ao espaço, para a órbita da Terra, cinco satélites e três dispositivos que vão auxiliar em pesquisas em mais de cinco áreas desenvolvidas por entidades do Brasil e da Índia. (veja mais abaixo)

“Trata-se do primeiro lançamento comercial partindo do Brasil, marcando a entrada do país no mercado de lançamento espaciais e abrindo novos caminhos para a geração de renda e investimentos”, afirmou o Coronel Aviador da FAB, Clovis Martins de Souza, Diretor do Centro de Lançamento de Alcântara.

Isso porque a base, inaugurada em 1983, tem um potencial de operação considerado subutilizado por profissionais do setor aeroespacial. Sua localização geográfica considerada privilegiada, a previsibilidade meteorológica e a segurança – longe de rotas aéreas ou marítimas – podem fazer com que Alcântara seja cobiçada por governos e empresas de tecnologia do mundo inteiro.

Por isso, o Brasil já vislumbra a possibilidade de ganhar, no futuro, dinheiro com o aluguel da base e cobrança de taxas de lançamento, por exemplo. Esses recursos poderão contribuir com o desenvolvimento do setor aeroespacial brasileiro e gerar novos negócios. (leia mais abaixo)

De acordo com Antonio Chamon, presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), o pontapé para esse futuro foi dado no início deste ano com a criação da Empresa de Projetos Aeroespaciais do Brasil (Alada), que será responsável por negociar os contratos comerciais aeroespaciais lançados a partir do Brasil.

“O que eu posso garantir é que quando nós começarmos a operar a partir da Alada, nós seremos competitivos, [operaremos] com preços internacionais. Essa empresa é que vai fazer a intermediação dos contratos”, explicou.

Para Júlio Shidara, presidente da Associação Das Indústrias Aeroespaciais Do Brasil (AIAB) e coronel da reserva da FAB, apesar dos fatores naturais de Alcântara serem positivos como atrativos à exploração comercial do cosmódromo , eles sozinhos não suficientes para garantir vantagem competitiva em relação a outras bases do mundo.

Ele destacou a importância do país oferecer segurança jurídica e menores prazos e custos de logística do transporte de carga à base. (leia abaixo)

Como funciona o foguete?

Foguete HANBIT-Nano será lançado no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) no Maranhão — Foto: INNOSPACE

O foguete HANBIT-Nano será lançado na missão batizada de Spaceward. O objetivo é levar ao espaço cinco satélites e três dispositivos que vão auxiliar em pesquisas em mais de cinco áreas desenvolvidas por entidades do Brasil e da Índia.

Produzido pela empresa sul-coreana Innospace, o HANBIT-Nano tem 21,9 metros de altura, pesa 20 toneladas e tem 1,4 metro de diâmetro.

Durante o seu lançamento, o foguete pode atingir uma velocidade de 30 mil km/h. A velocidade é necessária para que ele alcance a órbita e possa ‘escapar’ da gravidade terrestre. A viagem até atingir a atmosfera e entrar em órbita deve durar cerca de 3 minutos.

A compensação monetária paga pelo Innospace ao governo brasileiro para o lançamento no próximo dia 17 não foi informado. Segundo a AEB, a Innospace firmou um acordo de prestação de serviços pelo valor mínimo de retribuição ao Estado com o Governo Brasileiro. Essa modalidade não prevê ‘lucro’.

O lançamento do foguete HANBIT-Nano ocorrerá em dois estágios e poderá ser visto a olho nu dos céus de Alcântara (MA) e em parte de São Luís (MA).

O primeiro estágio do HANBIT-Nano, conhecido popularmente como a base, é responsável pelo impulso inicial durante o lançamento do foguete. A estrutura conta com dois motores, sendo um híbrido e um módulo interestágio, que é responsável por separar os dois estágios do dispositivo.

O motor HyPER híbrido é abastecido com combustível líquido e sólido. Essa tecnologia permite ajustes da potência do foguete em tempo real e reduz riscos de explosão, sendo considerado mais simples e econômico.

O segundo estágio do foguete é onde estão os satélites, chamados de cargas, que serão enviados ao espaço. Essa parte é responsável por inserir os dispositivos na órbita e uma coifa, localizada na ponta do HANBIT-Nano, que protege os satélites de danos no lançamento.

Ao todo, estão sendo mobilizados 500 profissionais entre civis e militares para a operação. A primeira tentativa de lançamento estava marcada para o dia 22 de novembro, mas operação foi remarcada para acontecer entre os dias 17 a 22 de dezembro.

Construída na década de 1980 o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no litoral do Maranhão foi escolhido para sediar um centro espacial que atendesse aos requisitos técnicos e logísticos do Programa Espacial Brasileiro. Um dos motivos é a extensa costa do litoral, a capacidade de abrigar lançamentos próximos a linha do Equador e de angular de órbitas.

A localização próxima à linha equatorial faz com que lançamentos a partir do local gastem menos combustível e tenham, consequentemente, o custo da operação reduzida. Além disso, há uma baixa densidade de tráfego aéreo na região e um amplo leque de inclinações orbitais para os lançamentos.

Quanto menor a latitude – sendo zero na Linha do Equador – , melhor é considerado o local para a realização de lançamento de foguetes. A velocidade de rotação de superfície, necessária para colocar o foguete em órbita, é maior quanto mais próximo do meridiano que divide os hemisférios Norte e Sul. Isso exige menor consumo de combustível da aeronave e menor tempo de viagem à órbita.

Apesar destas qualidades, o local se tornou por décadas subutilizado. Entre os motivos para a subutilização estão o grave acidente há mais de 20 anos no local e questões fundiárias.

A tragédia interferiu para a consolidação do Brasil no mercado espacial, com redução da atividade em Alcântara a partir de 2003.

O acidente aconteceu a três dias do lançamento do foguete VLS-1, protótipo que colocaria em órbita dois satélites nacionais de observação terrestre. A estrutura estava montada e o dispositivo passava por ajustes finais, quando um dos motores teve uma ignição prematura e o protótipo foi acionado antes do tempo. A torre acabou explodindo e 21 civis que trabalhavam no local morreram.

Já questão fundiária levou Alcântara até à cortes internacionais. Os conflitos pela terra com as comunidades quilombolas que viviam na região antes da instalação da base viraram processos judiciais que se arrastaram por décadas. (leia mais abaixo)

Para o presidente da Associação Das Indústrias Aeroespaciais Do Brasil (AIAB), superados esses problemas, a mudança de cenário e a possibilidade do Brasil entrar na rota dos lançamentos comerciais espaciais depende ainda de fatores que vão além das vantagens geográficas e naturais de Alcântara.

Por outro lado, Julio Shidara admite que há uma expectativa que o lançamento gere inovações e novas oportunidades de negócio para a indústria aeroespacial nacional e para o Programa Espacial Brasileiro, beneficiando assim todo o ecossistema.

“A competitividade global dependerá de um conjunto maior de fatores que envolvem aspectos logísticos, jurídicos e econômicos,. No cenário global, [Alcântara] será tanto maior quanto maiores forem suas capacidades em oferecer segurança jurídica, menores prazos e menores custos no confronto com outros centros de operação que existem no mundo”, explicou.

O presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), diz também que a entrada de pequenas empresas no mercado de foguetes criou a necessidade de buscar habilitar lugares com boas condições de lançamento de novas missões.

“O que mudou no grande contexto foi a entrada muito forte no mercado de foguetes pequenos de empresas privadas, isso no mundo todo. Então, a grande mudança que permite o uso comercial do centro de Alcântara é que agora existem clientes. Por isso, o lugar entra nesse nicho de oferecer um bom lugar e infraestrutura adequada”, disse Antonio Chamon.

Entenda:

A abertura da base ao mercado de lançamento de foguetes comerciais em Alcântara começou a se tornar possível devido a um Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) assinado pelos governos brasileiro e dos EUA, em 2019.

Pelo acordo, dispositivos desenvolvidos com tecnologia norte-americana e por empresas privadas autorizadas por ele, poderiam ser lançados de Alcântara, e o Brasil ficaria habilitado a receber uma compensação monetária.

Isso porque são os EUA que produzem grande parte dos componentes presentes em foguetes lançados no mundo. Porém, os norte-americanos não autorizam esses dispositivos serem lançados por países nos quais eles não possuem acordos na área espacial. Com a assinatura, em 2019, o processo foi simplificado.

“Antigamente não era proibido, mas para cada lançamento que você fizesse, precisava de uma autorização especial. Agora, é muito mais fácil”, explicou Marco Antonio Chamon, presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB).

Após a assinatura do documento, a Agência Espacial Brasileira (AEB) lançou um edital para empresas privadas na utilização do Centro de Lançamento de Alcântara. Quatro empresas foram habilitadas, dentre elas, a sul-coreana Innospace, dona do HANBIT-Nano.

Ao g1, o presidente da Agência Espacial Brasileira explicou que esse acordo foi importante para abrir os caminhos necessários para o uso de Alcântara com fins comerciais. Além disso, foi necessário atualizar licenças ambientais e equipamentos de controle da Força Aérea Brasileira (FAB) para manter o centro preparado para receber essas missões.

“Foi também necessário atualizar as licenças ambientais do CLA e os equipamentos de rastreio e de controle. Esses investimentos iniciais foram importantes. O centro está preparado para receber essas missões”, disse.

Fonte: Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/12/2025/07:37:46

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