Carreta carregada com cocaína estimada em R$ 6 milhões é apreendida pela polícia

O veículo com o entorpecente saiu do Paraná e tinha como destino a cidade de Campinas, no interior de São Paulo.

Uma carreta que transportava cocaína foi apreendida pela polícia rodoviária durante a Operação Carnaval, no interior de São Paulo. Estima-se que a quantidade de entorpecentes equivale a R$ 6 milhões. O veículo saiu do Paraná e iria para a cidade de Campinas. As drogas estavam escondidas em dois fundos falsos na traseira do veículo.

Fonte: R7 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/02/2024/19:22:27

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Idoso é preso por estuprar netas de 5 e 7 anos; ele foi condenado a 31 anos de reclusão

Os crimes ocorreram em 2019, mas a prisão foi realizada apenas na última quarta-feira (7).

Um idoso de 63 anos foi preso pela Polícia Civil, no bairro Vila Feliz, em Ivaí, no Paraná, pelo crime de estupro de vulnerável por ter violentado sexualmente as netas de cinco e de sete anos. Os crimes ocorreram em 2019, mas a prisão só foi realizada na última quarta-feira (7).

O criminoso foi sentenciado a 31 anos e seis meses de prisão. Segundo os agentes policiais, o homem se aproveitava da proximidade parental das meninas, por ser avô delas, para praticar os atos libidinosos contra as vítimas.

A PC/PR ressalta que a população pode auxiliar com informações que auxiliem nas investigações e localização de criminosos. As denúncias podem ser feitas de forma anônima diretamente à equipe de investigação por meio do WhatsApp (42) 3436-1177.

Fonte: O Liberal  e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/02/2024/15:39:17

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Moro chega isolado a julgamento que pode cassá-lo do Senado

Manobras utilizadas por Sérgio Moro, então juiz da Operação Lava-Jato é um dos alvos no julgamento que foi iniciado na Justiça do Paraná.

O julgamento que pode cassar o mandato de Sergio Moro (União Brasil-PR) e o inquérito aberto recentemente no STF (Supremo Tribunal Federal) podem consolidar em 2024 a cruzada de integrantes da política e de tribunais superiores contra o senador, além de enterrar de vez a Lava Jato.

O cenário de isolamento que Moro vive no mundo político e jurídico amplia o risco vivido neste ano pelo ex-ministro da gestão Jair Bolsonaro (PL).

Principal protagonista da operação que desvendou casos de corrupção em governos do PT e que foi em grande parte anulada por recorrer a manobras ilegais nas investigações, o ex-juiz deve ser julgado no começo deste ano pelo TRE-PR (Tribunal Regional Eleitoral do Paraná).

Havia a expectativa de que o julgamento ocorresse ainda nesta semana, mas o processo ainda não foi pautado e pode ficar para fevereiro. O mandato de um dos juízes termina nesta terça (23), e o processo só pode ser analisado na corte com o colegiado completo.

A corte irá analisar uma ação que pode levá-lo à cassação e, mesmo se obtiver uma vitória no tribunal regional, há chance de o caso subir para o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que tem uma formação ainda mais adversa ao ex-magistrado.

Os processos contra Moro tramitam em um contexto de isolamento do senador tanto no Legislativo quanto no Judiciário em Brasília.

No auge da popularidade da Lava Jato, os tribunais superiores referendavam praticamente todas suas decisões e a classe política temia fazer críticas à operação. Agora, o ambiente é o oposto, o que amplia a chance de o ex-juiz sofrer reveses nos processos a que responde.

Até o início de 2024, a ação eleitoral que conta com uma aliança inusual contra ele —uniu o PT do presidente Lula e o PL de Bolsonaro era o principal motivo de preocupação do senador.

No entanto, em meados deste mês, ele passou a responder também a uma investigação criminal perante o Supremo. O ministro Dias Toffoli determinou abertura de inquérito para apurar a atuação de Moro no acordo de delação premiada do ex-deputado Tony Garcia firmado 20 anos atrás, em 2004, no âmbito do caso do Banestado.

O fato de Toffoli ser o relator do caso, aliás, amplia o risco vivido pelo ex-juiz. O magistrado do Supremo é um dos principais algozes da Lava Jato na cúpula do Judiciário.

Foi ele quem impôs uma das mais amplas derrotas à operação no ano passado, quando determinou que as provas oriundas dos acordos de leniência da Odebrecht e também dos sistemas Drousys e MyWebDay —respectivamente de comunicação interna e de contabilidade e controle de pagamentos de vantagens indevidas— são imprestáveis em qualquer âmbito ou grau de jurisdição.

Também foi o ministro que suspendeu a multa de R$ 10,3 bilhões imposta à J&F no acordo de leniência do grupo dos irmãos Joesley e Wesley Batista. E não só: na mesma decisão, o magistrado autorizou o grupo empresarial a ter acesso à íntegra das mensagens da Operação Spoofing, que possui conversas de integrantes da Lava Jato.

Agora está na mão do ministro um pedido similar, mas da Novonor (antiga Odebrecht). A empreiteira pediu a suspensão da multa de seu acordo de leniência e o acesso aos diálogos trocados em aplicativos de mensagem entre procuradores da Lava Jato entre si e com Moro, então responsável pela operação.

Desde que deixou a magistratura para se tornar ministro da Justiça de Bolsonaro no início de 2019, Moro passou a sofrer derrotas em série no STF.

A mais simbólica delas foi a anulação das condenações contra Lula quando era titular da 13ª Vara Federal de Curitiba. A decisão, além de criar um precedente que levou à derrubada de outras sentenças, também manteve o petista elegível novamente e viabilizou sua eleição à Presidência no último pleito, o que tornou o ambiente ainda mais hostil ao ex-juiz.

Como reação ao cerco que se fechava contra ele, Moro decidiu lançar uma candidatura à chefia do Executivo para enfrentar Lula e também Bolsonaro, de quem havia se tornado inimigo por ter afirmado que o ex-presidente tentou violar a autonomia da Polícia Federal para proteger sua família.

A dificuldade para formar alianças devido à restrição do mundo político a seu nome e de se tornar viável eleitoralmente o fez recuar. Moro preferiu concorrer ao Senado, inicialmente por São Paulo, mas a troca de seu domicílio eleitoral foi barrada. Optou então por seu estado natal, o Paraná, e venceu o pleito com 33% dos votos.

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Agora, o ex-juiz tem afirmado a interlocutores que pretende concorrer ao governo paranaense na próxima eleição, em uma sinalização de que não buscará a Presidência e de que não oferece risco aos projetos nacionais de poder em curso, numa tentativa de aliviar a pressão sobre sua situação perante a Justiça.

Assim como Moro, o ex-chefe da força tarefa da Lava Jato no Ministério Público Federal, Deltan Dallagnol (Novo-PR), também ingressou para a política e se elegeu em 2022 o deputado federal paranaense mais votado.

Nem a expressiva votação, no entanto, foi suficiente para superar a animosidade de políticos e magistrados de Brasília com ele, o que é visto por atores políticos de Brasília como um prenúncio do que ocorrerá com Moro.

Embora não preenchesse exatamente os requisitos de inelegibilidade, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) fez uma interpretação expansiva da lei para cassar Deltan.

A legislação determina que integrantes do Ministério Público que pedem exoneração com PAD (processo administrativo disciplinar) pendente devem ser declarados inelegíveis. O ex-coordenador da Lava Jato, porém, não respondia a procedimentos dessa natureza quando se desligou da instituição, em 2021.

Os sete ministros da corte eleitoral, todavia, entenderam que Deltan tentou fraudar a lei pelo fato de ter deixado o Ministério Público Federal quando respondia a procedimentos que, mais tarde, poderiam se transformar em PAD.

No caso de Moro, a ação eleitoral movida por PT e PL o acusam de ter realizado gastos irregulares no período da pré-campanha. As ações traçam uma linha narrativa partindo desde sua filiação ao Podemos, em novembro de 2021, quando o hoje senador ainda mirava a disputa à Presidência.

Entre as principais frentes de gastos na mira da ação do PL estão a produção de vídeos e publicidade, pesquisas eleitorais, segurança privada, veículo blindado, consultoria jurídica, afirmando que a maioria deles teria sido realizada de forma disfarçada, como se fossem contratações para atividades partidárias, e não eleitorais.

Para o PL, o volume de despesas em benefício de Moro foi excessivo quando comparado ao teto de gastos da eleição ao Senado. Eles afirmam que desconsiderar esse fato abrirá “precedentes hediondos” para futuros pleitos.

“Sem a suficiente reprimenda do Judiciário, restará implícita a permissão para que qualquer partido político ou pretenso candidato promova um derrame de recursos e exponha desmedidamente um dos concorrentes para, no meio do jogo, ‘converter’ a candidatura para outro cargo cujo limite de gastos seja inferior”, diz a inicial.

As acusações do PT são similares. Agora, caberá ao TRE-PR decidir se ele deve ser cassado, o que levaria à realização de nova eleição para senador no Paraná, ou não.

Fonte: DOL  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/01/2024/10:51:50

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Menina raptada no Paraná estava em casa de acolhimento desde o nascimento a mãe biológica é a principal suspeita

A pequena Ágata Sofia Saraiva, menina de 3 anos que foi raptada na tarde de quinta-feira (11), em Cascavel, no oeste do Paraná, foi encaminhada para uma casa de acolhimento desde os primeiros dias de vida. A informação foi confirmada pelo Secretário de Assistência Social, Hudson Moreschi.

Leia também:  Menina de 3 anos é raptada em frente de casa no Paraná

Conforme o secretário, Ágata foi encaminhada para casa de acolhimento por motivos de proteção, porém, o motivo segue em sigilo.

A mãe era adolescente quando engravidou da pequena e também foi encaminhada para o acolhimento quando criança, de acordo com as palavras de Moreschi.

A pequena desapareceu na tarde de quinta. A princípio, o portão da casa de acolhimento estava aberto, quando um carro parou em frente ao local. Em seguida, a criança foi colocada dentro do veículo, segundo a Guarda Municipal.

O carro foi encontrado na madrugada desta sexta (12) e conforme a Polícia Militar, pertence ao namorado da mãe.

A mãe biológica de Ágata Sofia Saraiva, suspeita de raptar a filha de três anos, também passou por uma casa de acolhimento do município de Cascavel, no Oeste do Paraná. A informação é do Secretário de Assistência Social de Cascavel, Hudson Márcio Moreschi Júnior, que deu entrevista para a RICtv nesta sexta-feira (12).

De acordo com o secretário, a mãe biológica de Ágata é uma jovem, de cerca de 19 anos. Quando a menina nasceu, a mãe ainda era adolescente e Ágata foi levada para uma casa de acolhimento por determinação judicial. Segundo Hudson, a mãe biológica de Ágata foi uma criança acolhida, tem histórico de uso de drogas e álcool, e era acompanhada pelo município.

As casas de acolhimento da Prefeitura são destinadas para crianças e adolescentes, de 0 a 18 anos, que tiveram os direitos violados – seja por violência física, psicológica, abuso sexual, negligência ou necessidade de proteção. Atualmente, cerca de 200 crianças e adolescentes são acolhidas em Cascavel.

Fonte: Ricmais  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/01/2024/16:06:44

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Menina de 3 anos é raptada em frente de casa no Paraná

A menina Ágata Sofia Saraiva, 3 anos, foi supostamente raptada na frente de sua casa em Cascavel, no Oeste do Paraná, na tarde desta quinta-feira (11).

O caso ocorreu no bairro Santa Cruz. Conforme o prefeito da cidade, Leonaldo Paranhos, o portão da casa estava aberto. Um carro de cor prata parou em frente e os ocupantes chamaram Ágata para perto. Quando ela se aproximou, foi colocada no carro e levada embora.

Ágata faz parte de um programa social da prefeitura e estava morando com uma família acolhedora. A família registrou boletim de ocorrência e a polícia está em buscas desde o momento do registro. Ainda não se sabe o modelo e placa do carro.

Qualquer informação pode ser repassada para o telefone da Polícia Civil (45) 3301-5700, ou telefones 153 e 190.

Fonte: Ricmais  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/01/2024/15:58:13

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Idoso ganha R$ 1 milhão no Nota Paraná, mas organização descobre que ele morreu há quase três meses: ‘Situação lamentável’

Idoso de 75 anos foi sorteado na quinta-feira (11). De acordo com a coordenação do programa, prêmio não pode ser entregue para outra pessoa.

O mais recente ganhador de R$ 1 milhão do programa Nota Paraná, um idoso de 75 anos, morreu há quase três meses. A informação foi confirmada por Marta Gambini, coordenadora do programa que devolve créditos para consumidores que pedem CPF na nota no estado.

De acordo com Gambini, por lei, o prêmio não pode ser redistribuído e vai ficar retido na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) para caso a família recorra judicialmente, por exemplo. Leia mais abaixo.

Segundo a coordenadora, o idoso tinha no cadastro o endereço de Maringá, no norte do Paraná, e vivia no bairro Zona 7.

“Chegando no prédio, o porteiro nos informou dizendo ‘o morador desse apartamento faleceu’. Na hora foi aquele baque, choque. Poxa vida, a gente tanto que queria dar a notícia. Fomos com toda empolgação para mudar a vida da pessoa. Situação lamentável”, falou.

Conforme Gambini, esta foi a primeira vez em oito anos de sorteio que um contribuinte falecido é contemplado com o prêmio.
De acordo com a coordenação, o idoso faleceu em 26 de outubro de 2023 e foi sepultado em Maringá. Conforme o programa, ele concorreu com 36 notas fiscais e 27 bilhetes. O bilhete premiado foi 17604359.

“Em oito anos de programa Nota Paraná, realizando sorteios, não tínhamos nos deparados com uma situação como essa”, completou.

Segundo Gambini, as compras do contribuinte que contemplou o bilhete foram realizadas um mês antes da morte dele, em setembro de 2023.

Quem vai ficar com o R$ 1 milhão?

Conforme a coordenadora, a Lei Estadual n° 18.451/2015 estabelece que somente o titular do cadastro que adquiriu os bens e pediu CPF na nota pode retirar eventuais valores sorteados.

“Somente a pessoa natural que adquiriu a mercadoria fará jus aos créditos do Programa Nota Paraná. Como não é possível entregar ao titular do cadastro, esse prêmio não será liberado, não será entregue”, falou.

Ela explicou que a família do falecido pode recorrer à Justiça para tentar ficar com o prêmio.

“Vai depender dos familiares e o que eles vão entender neste caso”, completou.

Gambini alertou que em caso de falecimento do titular do cadastro, é orientado para que familiares notifiquem o programa, para exclusão dos dados nos sorteios.

“É justamente para não ocorrer uma situação lamentável como esta. Um milhão de reais muda a vida de uma pessoa, da família toda”, disse.

O programa Nota Paraná

O Nota Paraná é um programa do governo estadual para incentivar o consumidor a exigir o documento fiscal no momento de uma compra.

Para participar, é necessário estar cadastrado. Para o procedimento, é necessário informar e-mail e dados pessoais básicos.

No programa, os consumidores podem ganhar:

15 mil prêmios de R$ 50;
10 prêmios de R$ 10 mil;
Um prêmio de R$ 50 mil;
Um prêmio de R$ 100 mil;
Um prêmio de R$ 1 milhão.

Conforme as regras do Nota Paraná, a cada R$ 200 em notas, é gerado um cupom automaticamente para o contribuinte participar dos sorteios.

No sorteio que contemplou o homem que morreu, também foi sorteado R$ 100 mil para um moradora de Piên, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

O mesmo sorteio deu o prêmio R$ 50 mil para uma moradora de Campina da Lagoa, no centro-oeste do Paraná.

Fonte: g1 PR   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/01/2024/10:13:35

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Paranaense ligado ao tráfico de armas para facções do RJ e SP é preso no Paraguai; arma capaz de derrubar aeronaves foi apreendida

Ricardo Luiz Picolotto era procurando há anos. Outros 2 brasileiros e 7 paraguaios também foram presos. 9 suspeitos foram mortos em confrontos com a polícia paraguaia.

O paranaense Ricardo Luiz Picolotto, apontado como fornecedor de armas e drogas para grupos criminosos de São Paulo e do Rio de Janeiro, foi preso nesta terça-feira (19) em Salto Del Guairá, no Paraguai, próximo à fronteira brasileira. Veja o vídeo acima.

Picolotto era foragido da Justiça brasileira e estava morando no país vizinho. Em fevereiro de 2021, quando tinha sido visto pela última vez, conseguiu escapar de um cerco da Polícia Civil do Rio de Janeiro e da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai, em Assunção.

Além dele, outros dois brasileiros e sete paraguaios foram presos no país vizinho na operação conjunta da Polícia Federal (PF) e da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai. Outros nove suspeitos foram mortos em confronto com as forças de segurança.

No Brasil, Picolotto é investigado por tráfico de drogas e armas. No Paraguai, ele é apontado como sócio de criminosos presos com o arsenal e o responsável pelo fornecimento de armas para o grupo.

De acordo com a investigação, o grupo, chefiado por um paraguaio, era responsável pelo tráfico de drogas para o Brasil – especialmente para organizações criminosas de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Além disso, o grupo é investigado por assassinatos de policiais brasileiros e paraguaios.

A organização se caracterizava por ações de extrema violência contra facções rivais e contra policiais, segundo as investigações.

Armas capazes de derrubar aeronaves

Além das prisões, as forças policiais apreenderam um arsenal que inclui armamento capaz de derrubar aeronaves ou perfurar a blindagem de veículos, segundo as forças policiais.

Também foram apreendidos fuzis de grosso calibre e munições para diversas armas.

Na casa onde o paranaense morava foram encontrados documentos falsos, rádios comunicadores, joias, armas, munição e coletes à prova de bala.

Na fronteira do Brasil com o Paraguai, em especial na região entre Foz do Iguaçu e Guaíra, no oeste do Paraná, a Polícia Federal (PF) reforçou a segurança com o objetivo de prender possíveis foragidos do bando.

Além disso, as forças policiais seguem com ações para destruição de locais clandestinos como pistas para aeronaves e locais às margens do Rio Paraná e outros rios na fronteira usados para transporte de armas de drogas.

Picolotto, outros dois brasileiros e sete paraguaios foram presos nesta terça (19) — Foto: SENAD PY
Picolotto, outros dois brasileiros e sete paraguaios foram presos nesta terça (19) — Foto: SENAD PY

Fonte:  g1 PR e RPC Foz do Iguaçu e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/12/2023/12:30:57

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Procuradoria Regional Eleitoral pede a cassação de Sergio Moro

A Procuradoria Regional Eleitoral se manifestou favorável à cassação do senador paranaense Sergio Moro. O parecer faz parte do processo movido contra o ex-juíz que tramita no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná.

O documento, ao qual a reportagem teve acesso, cita que a chapa de Sergio Moro cometeu abuso de poder econômico e que deve ser punida com a cassação e inelegibilidade do titular e também do suplente Luis Fernando Cunha.

A Procuradoria considera que não se comprova a participação do segundo suplente, Ricardo Guerra, e por isso, ele não deve sofrer as mesmas punições, mas, sugere que a chapa toda seja cassada.

O parecer é assinado pelo procurador regional eleitoral, Marcelo Godoy, e pela procuradora regional eleitoral substituta, Eloisa Helena Machado.

O relator, desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza, deve apresentar o seu voto no dia 22 de janeiro.

 

Fonte:  RICMAIS e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/12/2023/08:00:01

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Pai faz filho refém e acaba morto no Paraná; assista

Antes que acontecesse o pior, o agente efetuou um disparo que acabou neutralizando essa ameaça e preservando a vida da criança”, falou.

Um homem identificado como Fabiano Palacini, de 31 anos, foi morto pela Guarda Municipal de Sarandi nesta quarta-feira (13) enquanto mantinha o filho em cárcere privado dentro de casa.

O caso aconteceu no distrito de Vale Azul, área rural do município.

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O atendimento da ocorrência e momento da morte foi filmado por uma câmera de um dos agentes que estavam na ocorrência.

As imagens mostram o momento em que guardas chegam à casa. Em seguida, eles arrombam a porta, encontram o homem deitado e mandam ele largar a criança, que também está na cama.

Logo depois, o homem, ainda deitado, pega uma faca e direciona para a criança, quando um dos agentes faz o disparo.

Segundo o superintendente da Guarda Municipal de Sarandi, Fernando Ribeiro, o disparo foi necessário para evitar com que a criança fosse morta.

“Fizemos todo procedimento padrão. Antes que acontecesse o pior, o agente efetuou um disparo que acabou neutralizando essa ameaça e preservando a vida da criança”, falou.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegaram a ir até o local, mas o homem morreu no local. Já a criança foi resgatada sem ferimentos.

Mãe denunciou o caso

De acordo com o delegado Adriano Garcia, equipes chegaram até a casa após a ex-esposa do suspeito denunciar que o filho dela estava em cárcere privado na casa do homem.

“A Polícia Civil pediu apoio para Guarda Municipal. Ambas equipes foram para o distrito. Chegando lá e encontraram o senhor deitado na cama com o filho.”

Conforme Garcia, o homem tem passagens pela polícia e já foi preso por violência doméstica contra a ex-esposa. Conforme o delegado, ele ameaçava e agredia a ex-companheira na frente dos filhos.

Durante a semana, novas pessoas serão ouvidas para que mais materiais sejam anexados ao inquérito.

Fonte:  Portal Rondon  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/12/2023/08:52:27

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Bebê é entubado na UTI após engasgar com salsicha no Paraná

Um bebê de 1 ano e 10 meses foi entubado após se afogar com uma salsicha. O caso aconteceu na manhã desta terça-feira (12), em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná.

O Corpo de Bombeiros foi acionado na casa da família e conseguiram desobstruir parte das vias aéreas da vítima. O bebê precisou ser levado com urgência para o Hospital Universitário (HU).

A reportagem entrou em contato com o hospital, que confirmou que o bebê está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O estado de saúde é estável.

 

Fonte: RICMAIS  /Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/12/2023/14:44:36

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