Prefeito visita obras do Frigorífico Redentor

frigorificoredentorO prefeito Ubiraci Soares (PSC) acompanhado do secretário de Meio Ambiente Juliano Simionato, secretária de Ind. Comércio e Trânsito Gisela Brigman, secretário de Agricultura João Borges e alguns empresários do município, visitaram nesta tarde (18) de Agosto as obras de reforma e ampliação do frigorífico Redentor, antigo Frigorífico Novo Progresso.

Macarrão colocou o Executivo à disposição que for necessário para auxiliar o crescimento da empresa principalmente no apoio a geração de empregos.

O espaço está sendo reformado e ampliado com alta tecnologia e qualidade, os produtos daqui poderão levar o nome de Novo Progresso para todo os estados e outros países”, disse o prefeito.

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A Frigorífico Redentor está localizado a 25 km de distância da sede do município na rodovia Br 163 Cuiaba/Santarém as margens esquerda  no Km 1110, a construção iniciou-se no ano de 2011 e finalizou em 2015 aonde funcionou por 01 (um) ano e paralisou as atividades, o grupo Redentor comprou e está fazendo as reformas  necessárias e ampliação do mesmo para iniciar as atividades.

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Frigorífico Redentor.

As obras estão sendo executadas pela empresa  Conjucel Construtora, estará pronta em 90 dias, segundo o responsável da empresa Sr. Marcos que estava acompanhando a comitiva, o Frigorífico terá capacidade de abate de 500 bovinos dia, gerando em torno de 500 empregos diretos e indiretos em toda a cadeia produtiva, voltando a estimular a economia local com emprego e renda para a população. Assim que concluído as obras e todas as licenças necessárias para operação do Frigorífico estiverem emitidas, iniciará o processo de contratação de funcionários para iniciar as atividades da empresa no município.

frigorificoredentor1Fonte/Fotos: Redação Jornal Folha do Progresso




Ramificação em Novo Progresso -Polícia de MT prende 50 pessoas em operação contra roubo e furto de carros

Investigação aponta que criminosos agiam por ordens de membros de uma facção que age de dentro dos presídios. Há mandados de prisão também em Mato Grosso do Sul, Pará e Rondônia.
A operação foi batizada de Ares Vermelhos (Foto: Polícia Civil de Mato Grosso)

Polícia faz operação contra quadrilha que roubava carros e aplicava golpes

A polícia prendeu 50 pessoas nesta quinta-feira (17), durante uma operação deflagrada em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Rondônia, contra roubo e furto de veículos. Destes presos, 45 já estavam com as prisões decretadas e outros cinco foram presos em flagrante, segundo a Polícia Civil de Mato Grosso, responsável pela operação. Essas prisões tinham sido efetuadas até as 11h (12h no horário de Brasília).

Ao todo, a operação busca cumprir 51 mandados de prisão, 12 de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para depor, e 62 de busca e apreensão. A investigação aponta que criminosos agiam por ordens de membros de uma facção que age de dentro dos presídios.

A operação foi batizada de Ares Vermelhos e conta com a participação de cerca de 200 policiais.

Segundo a polícia, os crimes eram chefiados por quatro integrantes da facção que estão presos em Mato Grosso, que encomendavam veículos a comparsas que estão soltos. A estimativa é que o esquema seja responsável por 409 roubos ou furtos dos 682 ocorridos durante os três meses das apurações.
Segundo a Polícia Civil, a operação é fruto de três meses de investigações que levaram a descoberta de uma rede criminosa liderada por membros de uma facção, que agem de dentro de presídios de Mato Grosso, e mantêm alianças com facções em Rondônia, Santa Catarina, Rio Grande do Norte e Amazonas.
Ao logo da apuração, os policiais acompanharam em redes sociais a ação controlada de 35 eventos criminosos envolvendo roubos de veículos, receptação e manobras financeiras de aberturas de contas para depósitos, transferências e saques de valores em bancos, além de ocultação e o comércio de veículos subtraídos e clonados.

As prisões preventivas são cumpridas nas cidades de Barra do Garças (1), Jaciara (1), Nova Olímpia (1), Cuiabá (33), Várzea Grande (2), Chapada dos Guimarães (2), 5 em Campo Grande (MS) e 6 em Rondônia. As conduções coercitivas são cumpridas em Nova Olímpia (2), Sinop (1), Cuiabá (6), Várzea Grande (1), Rondonópolis (1) em Novo Progresso no  Estado do Pará (1). As buscas ocorrem em todas as cidades com membros investigados.

Leia:Operação “Ares Vermelho” é deflagrada em Novo Progresso

Os crimes eram liderados por quatro principais membros da organização criminosa, que estão presos em unidades prisionais de Mato Grosso. Eles encomendavam veículos para comparsas do lado de fora, que agiam como ‘soldados do crime’, executando os roubos conforme a necessidade (modelo e cor) da organização.

Assim, usando carros clonados promoviam rondas pela cidade, em grupos de três a quatro pessoas, objetivando encontrar vítimas com veículos, de acordo com as características repassadas pelos líderes. Caso encontrassem a pessoa desatenta, embarcando ou desembarcando de seu veículo, rapidamente entravam em contato com os ‘superiores’ e mencionavam o que tinham à disposição. Se o comando criminoso se interessasse pelo veículo, faziam o roubo.

Segundo a polícia, duas características faziam do roubo uma ‘ótima opção’ e a mais realizada. A primeira, pela facilidade de tomar as chaves originais (possibilitando a ação de um criminoso sem conhecimentos específicos de mecânica/elétrica – ligação direta e outros necessários para o furto) e documentos do veículo e bens das vítimas.

Na segunda característica, o perfil das vítimas, que por estarem distraídas ou em momento de descontração, possibilitava a aproximação dos criminosos e uma abordagem armada sem maiores problemas.

A investigação estima que o grupo criminoso tenha sido responsável por 60% dos roubos e furtos de veículos automotores ocorridos nos três meses da apuração. No período da investigação foram contabilizados 682 roubos e furtos de veículos (410 roubados e 272 furtados), sendo atribuído a organização 409 veículos roubados ou furtados na região metropolitana.

O ganho na revenda ou troca dos veículos de origem criminosa rende, em média, R$ 3 mil para os envolvidos. Caso não tivesse ocorrido a recuperação de 90% dos veículos subtraídos em Cuiabá e Várzea Grande, em ação das forças policiais, a estimativa de lucro seria de R$ 1,2 milhão no curto tempo da investigação.

Nome – “Ares” remete ao deus grego das guerras, da guerra selvagem com sede de sangue, daí o complemento “vermelho”, devido a cor.

Os mandados de prisão, busca e condução foram expedidos pela 7ª Vara Criminal da Capital – Vara Especializada do Crime Organizado, na investigação comandada pela Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos Automotores (DERRFVA), em parceria com a Diretoria de Inteligência da Polícia Civil.
Por G1 MT
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Ministro dá ordem para pavimentar restante da BR-163 no Pará e beneficiará escoamento de MT

Até o final de 2018, a BR-163, no Pará, principal via de escoamento de milho e soja do Centro-Oeste rumo aos portos do Arco Norte, estará pavimentada até Miritituba, onde estão localizados os principais terminais portuários utilizados no escoamento dessa produção. Dos 730 km da divisa de Mato Grosso com o Pará até Miritituba, restavam pavimentar 100 km, distribuídos em dois trechos.

O ministro dos Transportes, Portos e Aviação (MT), Maurício Quintella, assinará nesta quinta-feira, termo de transferência de R$ 128,5 milhões para o Exército pavimentar, de setembro próximo até o final de 2018, os 65 km entre Novo Progresso e Igarapé do Lauro. Outros 35 km entre Vila Planalto e o Entroncamento BR-230 estão em obras. Dos 955 km da rodovia, só vão faltar asfaltar 80 km acima de Miritituba, obras que também estão em andamento e previstos para ficarem prontos depois de 2018.

“Nosso objetivo é garantir o escoamento da safra de 2017/2018 aconteça sem problemas. Faremos todo o esforço para concluir a pavimentação até Miritituba, porque investir na solução dos obstáculos que amarram a economia brasileira e o funcionamento do país significa aumentar a competitividade dos produtos no mercado global”, afirmou o ministro Quintella, acrescentando que, finalmente, o país resolverá um problema que se arrasta pelas últimas décadas, quando a agricultura ampliou sua fronteira em direção ao Norte e a infraestrutura de transportes não acompanhou essa expansão.

“O Corredor Norte é uma realidade, não tem volta”, afirma o diretor da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Mato Grosso (Aprosoja), Edeon Vaz, fazendo contas. “Para o próximo ano (safra 2017/2018), esperamos um aumento na produção voltada para a exportação e, se tudo der certo, esse crescimento deve ser de 3 milhões de toneladas de soja e milho ao ano”. Do volume total de soja, derivados e milho exportado, 13% foi transportado via Corredor Norte.

Relevância do Corredor Norte

A safra 2016/2017 chegou a 220 milhões de toneladas. Com exceção da safra 2015/2016, que sofreu leve queda por condições climáticas, a produção brasileira de grãos vem batendo novos recordes a cada ano, ancorada, principalmente, pela produção de soja e milho. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostram que, em 2014/2015, as lavouras de soja do país renderam 96,2 milhões de toneladas, 11,8% a mais que na safra passada, enquanto que a do milho registrou 84,7 milhões de toneladas, avanço de 6% sobre o ciclo anterior.

A soja e seus derivados e o milho se destacam como os principais produtos da balança comercial brasileira. Para se ter ideia, em 2015, o volume do complexo de soja exportado foi de 70,8 milhões de toneladas – 14,6% de toda a exportação do país, que geraram US$ 27,96 bilhões de receita.

Do volume total de soja, derivados e milho exportado, 41% saíram pelo corredor Sul, 39% pelo Sudeste, 7% pelo Nordeste e 13% pelo Norte, formado pelas rodovias federais do Mato Grosso, Pará e Rondônia. Embora o volume de exportação pelo Norte ainda não seja tão significativo, as rotas da região são apontadas como uma alternativa para escoar a produção e desafogar os portos do Sul e do Sudeste.

O ministro Quintella afirma que a relevância do Corredor Norte é motivo suficiente para que nunca mais aconteça o que houve no último mês de fevereiro, em pleno escoamento da safra de soja. O intenso volume de chuvas na região, combinado às difíceis condições de alguns trechos da rodovia, praticamente paralisaram a BR-163. Havia quilômetros de filas de caminhões que se dirigiam aos portos de Miritituba e Santarém. O trecho entre Vila Planalto e Miritituba foi o mais atingido. A rodovia só voltou a funcionar após a intervenção do Ministério, que coordenou um Grupo de Trabalho para desbloquear a estrada.

“Em fevereiro, nós garantimos ao país que a BR-163 estaria em condições muito melhores a partir do escoamento da safra 2017/2018. Não foram só palavras. As obras, que já estamos fazendo na região e a transferência desses recursos para o Exército, tornam essas palavras concretas”, concluiu o ministro dos Transportes, Maurício Quintella.

Fonte: Agro Notícias.
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Operação “Ares Vermelho” é deflagrada em Novo Progresso

Em Novo Progresso e na região, a polícia cumpriu um mandado de busca e apreensão e um de condução coercitiva. A operação foi batizada de Ares Vermelhos (Foto: Polícia Civil de Mato Grosso)

A Polícia Civil de Novo Progresso, sudoeste paraense, deu suporte à Operação “Ares Vermelho”, deflagrada na manhã desta quinta-feira, 17, pela Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DERRFVA) em parceria com a Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Mato Grosso.

Na operação, um mandado de busca e apreensão e um mandado de condução coercitiva foram cumpridos no município, em uma residência na rua Belém, bairro Bela Vista. As ordens judiciais foram expedidas pela 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Especializada do Crime Organizado.

Na residência, foi apreendido um telefone celular que será enviado à Cuiabá. Foi ouvido o depoimento de Emanuela Gonçalves, alvo da investigação. Após o depoimento, ela foi liberada. O procedimento policial será encaminhado à Polícia Civil de Mato Grosso.

Mediante autorização do superintendente da Polícia Civil na região do Tapajós, delegado Vicente Gomes, a equipe de Novo Progresso cumpriu, nas primeiras horas do dia, os mandados judiciais. A operação Ares Vermelhos ocorre simultaneamente nos Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Pará, visando prender acusados de integrar uma associação criminosa ligada a roubos majorados, furtos, receptação de veículos, adulteração, falsificação de documentos, estelionatos e lavagem de dinheiro.

Fonte: ORMNews.
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Policial da Força Nacional é assaltado em Novo Progresso

Agente da Força Nacional de Segurança foi assaltado em via publica em Novo Progresso. (Foto Ilustrativa)-

Ele teve um celular SANSUNG levado pela dupla, que roubou em um motocicleta.

O policial da Força Nacional de Segurança identificado como “Gabriel da Silva Bastos”, teve um celular roubado durante um assalto que aconteceu por volta das 22h00mn, da  noite desta terça-feira (15), na rua Tiradentes bairro Santa Luzia em Novo Progresso. Conforme informações o agente estava de folga e a paisano na companhia de outro colega e não usavam uniformes e sem arma, quando foram rendidos na via pública por dois homens armados com uma pistola.

Após o crime, os suspeitos fugiram, eles estavam em uma motocicleta HONDA/Titan de cor Preta.

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Reação

Após o assalto  o agente informou a outros companheiros e saíram em busca do assaltante, já com uniforme de passeio [Força Nacional] e armados, eles entraram nos estabelecimentos [bares e lanchonetes] e começaram fazer revistas e usaram da autoridade para pressionar os que eles encontravam.

Em dois estabelecimentos o bagunça foi grande, que levou os proprietários a chamarem a Policia Militar, os clientes saíram com medo, após a interferência da PM eles se afastaram. Até o momento, os bandidos não foram localizados. Em um dos casos a proprietária do estabelecimento mandou áudio para o apresentador “Denis Macedo” do Programa de noticias da rádio comunitária Cultura-FM, que vai ao ar todo os dias no horário de meio  dia relatando e reclamando do prejuízo e do abuso dos policiais.

A Força Nacional chegou a Novo Progresso no inicio do mês de agosto para dar segurança às operações dos fiscais ambientais do IBAMA na região, segundo a informação 100 homens estão no município.

O apresentador Denis Macedo da Rádio Cultura–FM informou ao Jornal Folha do Progresso que conseguiu entrar em contato com o chefe da segurança nacional no município e o mesmo ficou de dar uma resposta ao ocorrido no programa desta quinta-feira (17).

Da Redação Jornal Folha do Progresso

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O Pará é o estado com o maior número de massacres no campo, segundo a CPT

Nos últimos 32 anos houve 45 massacres no campo e mais de 200 mortes em todo o Brasil. Só o Pará registra 26 massacres com 125 pessoas assassinadas. a Rede Amazônica de Clínicas de Direitos Humanos da UFPA solicitou uma audiência pública à OEA para tratar da violência no campo.

O Pará é o estado que registrou o maior número de conflitos agrários no Brasil. De acordo com os dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT), ao todo, o Brasil regitra 45 massacres e mais de 200 mortes, em 32 anos. Só no Pará ocorreram 26 massacres com 125 pessoas assassinadas.

Por isso, a Rede Amazônica de Clínicas de Direitos Humanos da Universidade Federal do Pará (UFPA) solicitou uma audiência pública na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, que integra a Organização dos Estados Americanos (OEA), para tratar dos conflitos de terra no Brasil, e, principalmente, no Pará.

“A gente está fazendo todo um levantamento, junto com a CPT, de todos esses dados de conflito no campo com morte. E mostrando que o Brasil não vem dando uma resposta adequada”, disse Valena Jacob, integrante da Rede Amazônica de Clínicas de Direitos Humanos da UFPA.

O caso mais recente de massacre no Brasil foi no município de Pau d’arco, no sul do Pará, em maio de 2017. Durante uma operação para cumprir mandados de prisão, com a participação de 29 policiais militares e civis, 10 trabalhadores rurais foram assassinados na fazenda Santa Lúcia. O inquérito está em andamento e a Polícia federal faz uma investigação paralela, que deve divulgar ainda neste mês de agosto o resultado da reconstituição do crime.

A CPT critica a atuação do Estado para combater os ataques no campo e cobra punição para os culpados de cometer os crimes.

“Menos de 10% dos crimes ocorridos contra os trabalhadores rurais, sejam os massacres, sejam aqueles cometidos contra as lideranças sindicais, de associações, se concluiu, que é no mínimo necessário para um julgamento na forma da lei a conclusão de inquéritos. Muitos, a maioria ficou pela metade. Outros nem se quer foram objetos de investigação policial. E os que foram levados a júri popular, a minoria muito insignificante”, falou o padre da CPT Paulo Joanil.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup) informou que vem implementando ações de prevenção de conflitos agrários em todo o estado, e que já criou delegacias especializadas em Belém, Marabá e Redenção. E a previsão é criar outras três em Altamira, São Félix do Xingu e Itaituba. A Segup disse também que mantém, junto com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), o programa de proteção de defensores, que atende atualmente 53 pessoas.

Fonte: G1 PA.
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Novo modelo de Ensino Médio será implantado em Novo Progresso

“Novo modelo de Ensino Médio será implantado em 30 municípios do Pará”

*Prefeito Ubiraci Soares (PSC) vai assinar convênio para incluir Novo progresso.
A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) executa mais uma etapa do processo de implantação do Plano de Implementação do Ensino Médio Presencial com Mediação Tecnológica, denominado Sistema Educacional Interativo (SEI). Na próxima segunda-feira (14), 30 prefeitos vão assinar convênio, formalizando a implantação do novo modelo de Ensino Médio em seus municípios.

O evento para formalizar a adesão ocorrerá na sede da Seduc, em Belém, às 09 h, e contará com a participação da secretária de Estado de Educação, Ana Claudia Hage, que apresentará o programa aos prefeitos.

Os convênios firmados entre o governo do Estado, por meio da Seduc, e os municípios onde o SEI será implantado visam obter o apoio das Secretarias Municipais de Educação para, entre outras atribuições, fazer o levantamento da demanda de alunos candidatos ao SEI nas sedes e áreas rurais.

O SEI é uma metodologia de ensino que vai atender alunos concluintes do Ensino Fundamental em comunidades rurais, onde não há oferta do Ensino Médio, a demanda é superior ao número de vagas oferecidas e o acesso de professores é difícil. O Sistema é uma das ações que fortalecem o Programa de Melhoria da Qualidade e Expansão da Cobertura da Educação Básica, idealizado no contexto do Pacto Pela Educação – movimento liderado pelo governo do Estado para congregar órgãos públicos estaduais, prefeituras, empresas privadas e instituições civis em torno de um objetivo comum: equacionar fatores fundamentais para a qualidade da educação: rendimento, evasão e fluxo escolar; cobertura do Ensino Básico; infraestrutura e gestão.

Entre as meta do Sistema está levar o Ensino Médio às comunidades mediante metodologia inovadora, por meio de comunicação multimídia (dados, voz e imagem). As aulas serão transmitidas via satélite, a partir de um Centro de Mídia, que já está sendo instalado em Belém. No centro atuarão os professores responsáveis pelas aulas que serão recebidas ao vivo, em salas instaladas em 145 localidades de 30 municípios. Em cada sala, um professor mediador acompanhará os estudantes e, ao final de cada aula, esclarecerá em tempo real, com os professores do estúdio, as dúvidas dos alunos.

Na implantação do SEI, a Seduc está investindo 15,3 milhões de dólares – recursos oriundos do financiamento concedido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) ao Estado.

Seleção de professores

Em setembro serão abertas as inscrições ao Processo Seletivo Interno Simplificado para professores do quadro da Seduc que desejarem atuar no SEI. Serão contratados 328 educadores, entre professores ministrantes e professores mediadores. As aulas do SEI começarão ainda em 2017 para atender alunos que se farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As aulas efetivas do 1º ano do Ensino Médio Regular iniciarão em 2018.

A implantação do Sistema começou em abril deste ano, com a aquisição de serviços e produtos de telecomunicação (torre, antena e receptor), para a transmissão de áudio e vídeo, além do Centro de Mídia (infraestrutura para produção de aulas em três turnos – manhã, tarde e noite).

Inicialmente, o SEI estará presente em 145 localidades dos municípios de Baião, Cametá, Abaetetuba, Acará, Igarapé-Miri e Moju (região nordeste); Aveiro, Belterra, Mojuí dos Campos, Santarém, Alenquer, Curuá, Juruti, Óbidos, Faro, Altamira, Medicilândia, Uruará, Vitória do Xingu, Brasil Novo, Itaituba, Trairão, Novo Progresso e Placas (no oeste), e Chaves, Breves, Curralinho, Portel, Afuá e Muaná (no Arquipélago do Marajó). (Elck Oliveira, colaboração de Nélio Palheta).

Atenção: Os comentários são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Jornal. Se achar algo que viole ou fira sua honra pessoal, envie para o email: folhadobico@hotmail.com que iremos analisar.
Jornal Folha do Progresso com Folha do Bico
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Maria Luiza -‘As pessoas que nos ameaçam vivem do crime

‘As pessoas que nos ameaçam vivem do crime’, diz gerente do Ibama de Santarém
Maria Luiza Gonçalves de Souza está reunindo material que comprova as ameaças para formalizar denúncia-crime à Polícia Federal.
Maria Luiza Gonçalves de Souza vai formalizar denúncia-crime por ameaças sofridas (Foto: Folha do Progresso)

À frente da operação “Onda Verde” de combate ao desmatamento na região de Novo Progresso, no oeste do Pará, a gerente regional do Ibama de Santarém, Maria Luiza Gonçalves de Souza, revelou ter sofrido ameaças por meio de redes sociais. Ela está reunindo material que inclui mensagens e vídeos para formalização de denúncia-crime junto à Delegacia da Polícia Federal para abertura de investigações.

“Nós ainda não fizemos boletim de ocorrência, mas temos conhecimento das ameaças que são muitas, e estamos reunindo material para embasar a denúncia-crime que faremos em breve à Polícia Federal. Mas essas ameaças não nos intimidam, pelo contrário, elas mostram que nós estamos no caminho certo”, disse ao G1 a gerente do Ibama de Santarém.

De acordo com Maria Luiza, que comanda a operação “Onda Verde”, as ameaças não vêm de hoje, mas nas últimas semanas, com o acirramento das fiscalizações com a presença de homens da Força Nacional, na região de Novo Progresso, oeste do Pará, elas tomaram uma proporção maior.

“O nosso trabalho tem gerado prejuízo a quem vive da exploração ilegal dos recursos naturais. Se você observar, vai ver que as pessoas que reclamam e as que ameaçam, são aquelas que vivem na ilegalidade, que querem ganhar dinheiro às custas da exploração não autorizada de madeira”, declarou Maria Luiza.

Prints de ameaças e xingamentos à gerente do IBAMA (Foto: Reprodução/Facebook)

Prints de ameaças e xingamentos à gerente do IBAMA (Foto: Reprodução/Facebook)
Prints de ameaças e xingamentos à gerente do IBAMA (Foto: Reprodução/Facebook)

A gerente do Ibama de Santarém informou que somente nesta semana, como parte da operação Onda Verde, foram apreendidos 15.000m³ de madeira em serrarias irregulares na região de Novo Progresso. “Com a apreensão que nós fizemos, nós demos um prejuízo de cerca de R$ 19 milhões para os madeireiros e é lógico que isso vai causar revolta em muita gente, mas é o nosso dever combater a exploração ilegal e o desmatamento das nossas florestas”, frisou Maria Luiza.

Ademir Lourenço de Oliveira que fez ameaças à gerente do Ibama no Facebook é proprietário de caminhão ‘toreiro’ e mora no município de Trairão, onde a economia gira em torno da exploração dos garimpos e de madeira ilegal. Nos comentários de uma postagem do diretor de um jornal de Novo Progresso sobre a operação do Ibama na região, ele escreveu: “Tem que meter é uma bala na cabeça dessa vagabunda”!
Assista o Vídeo de ameaça e xingamento ao IBAMA em Cachoeira da Serra AQUI

Por Sílvia Vieira, G1 Santarém

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Caminhão joga ônibus da “Thomas Tur” pra fora de rodovia

Um caminhoneiro que seguia pela BR-163, entre a comunidade “São José” e “Linha Gaúcha” no trecho conhecido como  “Serra do Castanheira”, estava parado ,não viu o ônibus por causa da poeira na pista e avançou obrigando o ônibus da empresa “Thomas Tur” sair para o acostamento onde foi imprensado pela carreta.

Passageiros saíram pela janela lateral
Passageiros saíram pela janela lateral

Ele não viu e não conseguiu frear a tempo e atingiu  um ônibus da empresa “Thomas Tur” com  passageiros, disse a passageira. O ônibus e o caminhão ficaram parados trancando o trânsito na  rodovia BR 163. Os passageiros foram obrigados a saírem pela janela, a porta ficou presa ao caminhão, algumas com ferimentos leves, e nenhuma com risco de vida.

O motorista da carreta que causou o acidente estava carregado de milho, passageiro relatou que foi por pouco e o motorista foi ágil e saiu rápido da rodovia, a carreta prensou o ônibus ela (passageira)  contou que não estava em alta velocidade e que o motorista tentou frear e jogar o ônibus, mas não tinha mais  pista não conseguindo evitar a colisão. O ônibus faz linha neste trecho diariamente.

O trecho onde ocorreu o acidente é de alto risco, a poeira forma uma camada na rodovia, e os veículos tem dificuldade para trafegar.

Trânsito é muito  complicado na região do acidente.

Ônibus teve danos na parte dianteira porta e para brisa
Ônibus teve danos na parte dianteira, porta e para brisa.

Da Redação Jornal Folha do Progresso (Fotos WhatsApp)
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Sob protestos, Temer e Maggi visitam Mato Grosso-Caminhoneiros fecharam BR-163

Caminhoneiros protestam em rodovia contra visita de Temer ao MT

Temer e Maggi no campo de algodão: O presidente Michel Temer (PMDB) e o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, na abertura da colheira de algodão em Lucas do Rio Verde (MT) © PR O presidente Michel Temer (PMDB) e o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, na abertura da colheira de algodão em Lucas do Rio Verde (MT)

Um grupo de caminhoneiros obstruiu parcialmente o tráfego – por cerca de quatro quilômetros e por pouco mais de três horas – na BR-163, em Lucas do Rio Verde (MT), para protestar contra a visita do presidente Michel Temer (PMDB) à cidade para participar da inauguração de uma usina e da abertura simbólica da colheita de algodão na região.

“Temer está inaugurando uma usina, mas não é bem-vindo na nossa cidade pelo fato de estar envolvido nesses atos de corrupção. Ele usou dinheiro da população para comprar o apoio dos deputados e se salvar na cadeira de presidente”, disse o caminhoneiro Gilson Baitaca, um dos líderes do movimento de transportes de grãos do Mato Grosso. Ele lamentou o resultado da votação na Câmara dos Deputados, que barrou a denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente por corrupção passiva. Baitaca também criticou o aumento da alíquota de PIS/Cofins sobre combustíveis.

“O maior custo do transporte é com combustível. Com esse aumento, ele impactou em torno de 10% o preço do óleo diesel, o preço passou de R$ 3 para R$ 3,30 aqui. Todo o setor produtivo, inclusive a agroindústria, está pagando essa conta”, disse. “Nós, caminhoneiros, estamos cumprindo o dever com a pátria ao protestar contra esses atos de corrupção e de abuso de poder. O presidente está tirando alimento da mesa do trabalhador para cobrir os custos da corrupção”, afirmou.
Afago aos ruralistas

Esta foi a primeira viagem de Temer ao Mato Grosso e simbolizou mais um afago ao agronegócio. Um dia antes da votação na Câmara que arquivou a denúncia por corrupção passiva contra ele, o presidente se reuniu com a Frente Parlamentar Agropecuária  e anunciou concessões como refinanciamento de dívidas e redução da alíquota da contribuição de empregador rural para seguridade social. O apoio da bancada ruralista foi fundamental para a vitória do peemedebista na votação.

Além da cerimônia de abertura da colheita de algodão, junto com o ministro Blairo Maggi (Agricultura), Temer inaugurou a usina da FS Bioenergia, a primeira brasileira de etanol que utiliza milho em 100% de sua produção. A FS Bioenergia – joint venture entre a Fiagril Participações, do Brasil, e a Summit Agricultural Group, dos Estados Unidos – investiu cerca de R$ 450 milhões na usina, cuja capacidade inicial prevista é da ordem de 240 milhões de litros de etanol por ano.
VEJA.com Da Redação
(Com Estadão Conteúdo e Agência Brasil)

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