Carro bate em poste e fica abandonado em rua de novo Progresso

Um veículo bateu em um poste e foi encontrado abandonado na esquina do antigo Bar da Nete com Bar Raio de Sol no bairro “Bela Vista” em Novo Progresso.

O Jornal Folha do Progresso  recebeu a foto de um internauta por meio do whatsapp (93) 98404 6835.

Ele informou que passou pelo local e viu apenas o carro batido no poste sem ninguém por perto.

A reportagem ligou para a Polícia Militar,  e Serviço de Ambulância (SAMU), de Novo Progresso,mas todos informaram que não receberam qualquer chamado sobre o referido acidente.

Segundo o que foi apurado a princípio, um motorista na madrugada do carnaval desta terça-feira  (13)  dirigia seu carro pela rua, quando   perdeu o controle da direção e colidiu com o poste.

Sem nenhuma autoridade ser informada, o veículo ficou sozinho no local.

O automóvel batido abandonado na via chamava a atenção de quem passava pela rua.

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“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”

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Ex-secretário foi vitima de latrocínio diz policia que prendeu dois menores de idade envolvidos no crime

Menor mostra local onde foi jogado o corpo (Foto Denis Macedo) – Segundo o Delegado de Policia Daniel Mattos, responsável pelo caso,  divulgou pra imprensa nesta quinta-feira que o ex-secretário de Meio Ambiente “Valdeir de Paula Peres “ de Novo Progresso,  foi vítima latrocínio (roubo seguido de morte) praticado por dois menores. A intenção deles seria levar a caminhonete. Outra pessoa,  esta maior de idade, prestou auxílio na ocultação de cadáver.

Leia Também:Corpo de ex-secretário municipal que estava desaparecido é encontrado

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De acordo com o delegado responsável pelo caso, Daniel Mattos, a investigação partiu após a denúncia da família de Valdeir de Paula Peres. A caminhonete foi localizada, e cinco pessoas foram presas, incluindo dois menores, que denunciaram o crime e apontaram onde estava o corpo.

Após o corpo ser localizado  e retirado do rio, foi encaminhado para o exame de necropsia, os policiais iniciaram o processo de investigação do crime para identificar os envolvidos. O delegado de polícia, Daniel Mattos, falou a equipe de reportagem da Rádio Cultura –FM, que o maior de idade foi liberado, mas que continua sendo investigado para ver  qual foi o envolvimento dele no crime, um indiciamento para apurar os fatos foi aberto em paralelo, disse. O delegado anunciou  que foi encontrada o celular da vitima e que este vai auxiliar no inquérito.

Leia Também:Ex-secretário de Meio Ambiente está desaparecido em Novo Progresso

O Crime

Policia Militar retirando corpo de Valdeir (Foto Denis Macedo)
Policia Militar retirando corpo de Valdeir (Foto Denis Macedo)

Após serem presos  os dois menores com iniciais J. e L. confessaram o crime eles  atraíram Valdeir , na noite do  dia 10 no carnaval , de posse do veiculo camioneta hylux , o levaram e jogaram no rio poraquê e posteriormente deferiram golpes de faca, onde há vitima veio em óbito.

Conforme informações dos dois adolescentes masculinos, outras pessoas foram usadas para atrair a vitima, incluindo meninas que por sua vez ficaram ao meio do caminho.

De posse de todas as informações repassadas pelos envolvidos no crime, os policiais irão inserir os fatos no inquérito policial que será transformado em um procedimento especial de apuração de ato infracional, dado que todos os autores envolvidos no crime são menores inimputáveis (adolescentes).

Segundo a policia , os menores , tem passagens pela polícia por cometerem outros ilícitos relacionados ao crime contra o patrimônio, danos, roubo, uso e tráfico de drogas ilícitas.

O  delegado Daniel Mattos informou que o crime está sendo tipificado como latrocínio (roubo seguido de morte).

O que acontecerá agora?

Tendo em vista que eles não foram capturados em qualquer das situações dispostas pelo Artigo 302 que são as condições de flagrante delito, a polícia civil fica impossibilitada de prender os acusados pelo fato de constar em lei.

Valdeir de Paula Peres
Valdeir de Paula Peres

“A policia divulgou que esta segurando eles sob custodia, para garantir integridade dos menores”.

Após ser confirmado as identificações dos envolvidos e feita as oitivas, eles serão entregues aos pais ou responsáveis. A justiça pode determinar que sejam transferidos para centro socioeducativo.

Opinião

Em consulta ao Jurista do Jornal Folha do Progresso, ele disse que o delegado sabe  que mesmo após o trabalho feito, os investigadores se deparam com um sentimento de impunidade aos menores envolvidos em crimes que mesmo sendo capturados em flagrante delito, os policiais se deparam com outro problema que é a falta de vagas em estabelecimentos socioeducativos. “E até por essa sensação de impunidade, que eles (menores) tornam a delinquir”, Lamentavel.

Por Redação Jornal Folha do Progresso

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Secretaria de Meio Ambiente implanta ponto eletrônico com identificação biométrica em Novo Progresso

Registro no ponto eletrônico por meio da biometria é obrigatório a partir deste mês de fevereiro naquela pasta.

Com o controle de frequência dos servidores municipais, por meio de ponto eletrônico biométrico, tornando-se obrigatório a partir de fevereiro, na Secretaria de Meio Ambiente (SEMMA-NP).

De acordo com o secretário de Meio Ambiente “Juliano Simionato”, além das orientações em torno do funcionamento do controle de frequência, a secretaria  também passou a mensagem de haver necessidade de compromisso e responsabilidade no trato com o relógio. “Passamos a necessidade de responsabilidade no trato com o relógio e compromisso com as pessoas que trabalham. Todos têm a obrigação legal de fazer e o livre arbítrio de escolher se vai ou não. Mas, na hora que aparecer a falta, terá de arcar com as consequências. É uma situação legal que nos foi exigida e a secretaria está cumprindo. Quem trabalha e cumpri o horário, não vai ter problema algum”, explicou.

Servidor Publico usando biometria na SEMA-NP
Servidor Público usando biometria na SEMMA-NP

O registro de entrada e saída pelo funcionário público no ponto eletrônico, por meio da biometria  na secretaria de meio ambiente do município já é uma realidade.

 “Desde o dia 08 de fevereiro todos os funcionários estão registrando no ponto biométrico a sua entrada e saída. Todos terão de fazer o registro da biometria, vai ser bom para a secretaria, ganha o município e principalmente a população, que vai poder cobrar e saber quem trabalha” e todos os funcionários estão de acordo com o novo sistema, finalizou Juliano Simionato.

A Secretaria de Meio Ambiente foi a primeira em implantar o sistema no Município de Novo Progresso.

Por: Jornal Folha do Progresso/Fotos: Jornal Folha do Progresso

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Chuva e obras atrapalham o trafego de caminhões na BR-163 no Pará

As obras no local são de responsabilidade do Exército e já duram quase um ano

A história se repete. O clima chuvoso e as obras de pavimentação na BR-163 estão comprometendo o trânsito de caminhões na rodovia, principalmente no trecho entre Itaituba e Santa Luzia.

No município de Moraes Almeida, os caminhões trafegam no sistema pare e siga, nos dois sentidos, com apenas uma via livre. O tempo de espera é de 3 horas.
Estrada em construção

Em Novo Progresso o tráfego está parcialmente interditado, no sentido norte, para as carretas carregadas. O tempo de retenção é de 12 horas.

Leia Também:Tapa Buracos do Dnit do Pará na BR 163 é com terra e pedra

Em 2017, a chuva na região transformou um trecho de cerca de 40 quilômetros, entre os municípios paraenses de Trairão e Novo Progresso, em um imenso lamaçal. Caminhoneiros chegaram a ficar dias atolados.

Segundo o DNIT, a maior parte da BR-163 está pavimentada desde Mato Grosso até o Pará, restando poucos trechos em obras.

Da divisa do Mato Grosso, até a entrada do Porto de Miritituba são 710 quilômetros; 620 quilômetros já foram pavimentados. Os quase 90 quilômetros a serem asfaltados estão divididos em dois lotes de obras em andamento. Já foram investidos UM bilhão e TREZENTOS milhões de reais no serviço.

Leia Também:Rodovia BR 163 continua com problemas para trafego da safra 2018

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PorRepórter Amazônia

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Corpo de ex-secretário municipal que estava desaparecido é encontrado

Valdeir de Paula Peres, estava desaparecido desde sábado (10), após sair de sua residência em Novo Progresso/PA. (Foto Denis Macedo via WhatsApp)

Valdeir de Paula Peres
Valdeir de Paula Peres

O empresário “Valdeir de Paula Peres”  (Foto) foi visto pela última vez no sábado (10), ele saiu em sua camioneta e nunca mais foi visto, saiu por volta das 22:00 horas de sua residência. Valdeir trabalhava com projetos e coleta de  resíduos ambientais, é Biólogo e foi secretário de Meio Ambiente na gestão do ex-prefeito Osvaldo Romanholi.

O corpo do ex-secretário Municipal de Meio Ambiente, Valdeir de Paula Peres , foi encontrado na tarde desta terça-feira(13).

De acordo com o delegado responsável pelo caso Daniel Mattos, a investigação partiu após a denuncia da família de Valdeir de Paula Peres , a camioneta foi localizada e três pessoas foram presas, incluindo dois menores, que  denunciaram o crime e onde estava o corpo.

Leia Também:Ex-secretário de Meio Ambiente está desaparecido em Novo Progresso

Na tarde desta terça feira (13/02) o corpo de Valdeir de Paula Peres, foi localizado no rio puraquê distante 10 km de Novo Progresso.

As  equipes da polícia Civil e Militar foram até o local para fazer a remoção do corpo.

Um grupo de amigos também fizeram buscas durante a manhã desta terça-feira (13/02) para tentar localizar Valdeir.

Segundo a policia a motivação do crime foi para roubar a camioneta (latrocínio).

Os nomes dos envolvidos  ainda não foram divulgados pela policia.

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Rodovia Transamazônica tem atoleiros e causa prejuízos para condutores entre Itaituba e Ruropolis no Pará

Rodovia Transamazônica tem atoleiros e causa prejuízos para condutores no Pará.

O Trecho da Transamazônica (BR230) entre os municípios de Itaituba e Rurópolis , esta com atoleiro, rodovia escorregadia, lama e buracos. A rodovia liga até o porto de Santarém.

Leia Também:O que está ocorrendo nas rodovias do Para é fruto da incompetência do DNIT” do estado

Atoleiro na rodovia Transamazônica tem provocado diversos transtornos aos motoristas, que trafegam sentido Itaituba até Rurópolis , mesmo caminho que leva até o porto de  Santarém, região oeste do estado.

BR 163

Caminhoneiros estão demorando cerca de 10 dias para percorrer os 720 quilômetros da rodovia BR-163, que liga Novo Progresso , até Santarém, no Pará. A demora deve-se ao trecho de 90 quilômetros, entre o município de Novo Progresso e Trairão,  que ainda não estão asfaltados e no período de chuva viram enormes atoleiros.

A BR-163 é a BR-230 são as principais via de escoamento de grãos da região centro-oeste para o Brasil e o exterior. Os caminhões saem das fazendas em direção o porto de Miritituba, em Itaituba, ou os portos de Santarém. Segundo os caminhoneiros, a viagem que deveria durar entre 4 a 5 dias está durante de 8 a 10 dias, prejudicando o trabalho e ainda encarecendo o preço do produto.

Transamazônica

Ônibus, micro ônibus e veículos menores também tem dificuldade para trafegar neste trecho.

(Foto Adelar Belling)
(Foto Adelar Belling)

Conforme relatou ao Jornal Folha do Progresso o empresário do setor de Transporte Adelar Belling, os caminhões estão encontrando dificuldade em três ponto da rodovia, no km 120 e aproximadamente 05 km,antes de chegar em Rurópolis tem dois pontos com atoleiro para quem trafega sentido Itaituba/Rurópolis,  durante o período chuvoso. No quilômetro 120, em um trecho próximo de Itaituba, sudoeste do Pará, os problemas começam para quem precisa seguir viagem até Rurópolis.

Leia Também:Tapa Buracos do Dnit do Pará na BR 163 é com terra e pedra

Caminhoneiros ficam de dois até três dias (72 horas) na estrada para fazer este trajeto de pouco mais de 200 km, quando em uma estrada em boas condições a distancia duraria no Máximo 4 horas, causando sérios  prejuízos para as cargas perecíveis.

A Superintendência Regional do DNIT no Pará informou que está com equipes mobilizadas para manter as condições de tráfego na rodovia Transamazônica e na BR-163, mas adiantou que em alguns trechos não é possível fazer a manutenção ou restauração devido ao período chuvoso.

Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit) informou que neste momento não há filas de veículos na BR-163 e que equipes do exército fazem serviço de manutenção no local.

(Foto Adelar Belling)
(Foto Adelar Belling)

Transamazônica chegando em Rurópolis (Foto Adelar Belling)
Transamazônica chegando em Rurópolis (Foto Adelar Belling)

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Por Jornal Folha do Progresso (Fotos Adelar Belling)

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Ex-secretário de Meio Ambiente está desaparecido em Novo Progresso

O empresário “Valdeir de Paula Peres”  (Foto) foi visto pela última vez no sábado (10), ele saiu em sua camioneta e nunca mais foi visto, saiu por volta das 22:00 horas de sua residência. Valdeir trabalha com projetos e coleta de  resíduos ambientais, é Biólogo e foi secretário de Meio Ambiente na gestão do ex-prefeito Osvaldo Romanholi.

Os familiares do empresário registraram um B.O (Boletim de Ocorrência) na delegacia de policia Civil de Novo Progresso comunicando o desaparecimento de Valdeir Paula Peres.

Segundo a irmã de Valdeir, ele saiu no sábado em uma camioneta Toyota/Hilux de cor  preta, placa KAU 0432 e nunca mais foi visto, e não voltou para casa, ela publicou no facebook pedindo ajuda e deixou os telefones para quem souber do paradeiro informar: Fones (93) 98111 22911/ (62) 99636 3957

(Facebook)
(Facebook)

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Excesso de chuvas atrapalha colheita de soja em Novo Progresso

A chuva tem comprometido algumas lavouras de soja na região de Novo Progresso.

“Produtor de Novo Progresso já perdeu 80 hectares com 60% de avariados”

“Cargas apresentam até 35% de umidade, quando o padrão esperado é de, no máximo, 14%, ; umidade compromete a qualidade da soja”.

Soja pronta para colheita com agua da chuva.
Soja pronta para colheita na lavoura  com agua da chuva.

Os produtores de Novo Progresso estão enfrentando sério problema nesta safra [2017/2018] com excesso de chuva impede que as máquinas façam a colheita dos grãos. Quando as chuvas cessam  as máquinas trabalham na lavoura, mas os grãos são colhidos úmidos, por isso, tem carga chegando aos armazéns com quase 40% de umidade, quando o padrão esperado é de, no máximo, 14%, informação repassada ao Jornal Folha do Progresso.

A reclamação é geral entre os produtores em Novo Progresso – “A gente nem espera mais  o sol sair. Nessa hora tem que medir o tamanho do prejuízo, ver o que vai deixar na lavoura apodrecer e quanto você vai conseguir salvar”, disse o  produtor João Piran.

 “O custo, neste momento, aumenta pra todo mundo.  Trinta por cento da carga é água, então, o custo do frete, naturalmente, fica 30% mais caro. ”, disse o gerente  Eliseu Andrade do secador que recebeu com mais de 30% em Novo Progresso.

Soja com 20%de avariados. (Foto- Eliseu Andrade)
Soja com 20%de avariados. (Foto- Eliseu Andrade)

É fácil de somar os prejuízos “Para um caminhão que carrega 48 mil quilos, dá algo em torno de 10 mil quilos de desconto. É bastante, quase 200 sacos para um caminhão que está levando de 700 a 800 sacos” ( calculo da redação).

A alta umidade nas lavouras causa transtornos no armazém que recebe os grãos. Com os grãos úmidos, o trabalho fica bem mais demorado.

A reportagem entrou em contato com secadores de Novo Progresso e Vila Isol; repassaram ao Jornal Folha do Progresso que  praticamente 100% das cargas estão chegando com índice acima do normal.

“Se o tempo estivesse bom e não chovendo, como está, a soja recebida teria de 14 a 15% de umidade. Hoje, a nossa media é de22%/ 25%. Já chegou cargas aqui com quase 40% de umidade”, informou administrador  do secador Eliseu Andrade de Novo Progresso.

A diferença é percebida até mesmo na hora em que os caminhões vão para o tombador. Os grãos não descem com facilidade por causa da alta umidade e acabam grudando, formando blocos. Com isso, é preciso esperar um pouco para que se desprendam. E, durante a secagem, o trabalho também tem sido mais demorado, disse.

A demora na retirada da soja da lavoura pode interferir também na qualidade da soja. Isso porque a alta umidade aumenta as chances de fermentação, os chamados grãos ardidos.

“Os secadores da região [Castelo,cachoeira ,Novo Progresso] repassaram para o Jornal Folha do Progresso que trabalham com dificuldade”, muito  grão ardido esta chegando, para este ardido nós temos um índice padrão de 8%. Acima disso, cobra-se do cliente, o prejuízo é para todos, argumentam.

Soja se perdendo na lavoura (Divulgação)
Soja se perdendo na lavoura (Divulgação)

No secador da Fazenda  “ESTÂNCIA MEDIANEIRA” em Novo Progresso  , o gerente do Secador  Eliseu Andrade repassou ao Jornal Folha do Progresso que já recebeu grãos com 16% até 20 % de avariados, em um caso o produtor perdeu 80 hectares , com 60 % de avariados,relatou.

A possibilidade dos problemas permanecerem pelos próximos dias a meteorologia aponta chuva para mês de fevereiro na região sudoeste do estado incluindo Novo Progresso.

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Agricultores de MT temem falta de espaço em armazéns para guardar produção após retenção de caminhões na BR-163

Transtorno no acesso dos caminhoneiros aos portos do Pará tem causado lentidão no escoamento da safra. Outra consequência é o aumento do frete, segundo os produtores.(Caminhões parados na rodovia BR 163- Foto Arquivo Jornal Folha do Progresso)

Precariedade na BR-163 dificulta o escoamento da soja de MT

Agricultores de Mato Grosso que ainda vão colher boa parte dos grãos – principalmente de soja – temem ficar sem espaço nos armazéns para guardar a produção devido ao transtorno no acesso aos portos do Pará, que gera lentidão no escoamento da safra.

Caminhões e carretas não conseguem vencer um trecho de 65 km, perto de Novo Progresso (PA), numa região conhecida como Serra do Sabão. A precariedade na infraestrutura da BR-163, problema agravado pela temporada de chuvas, faz com que uma viagem que normalmente durava cinco dias entre Sinop, a 503 km de Cuiabá, e o porto de Miritituba, em Itaitúba (PA), passasse a ser de oito dias.

Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), a explicação para o problema é que o contrato com a empresa que tocava as obras foi rompido e o trabalho do trecho entre Novo Progresso e Moraes de Almeida foi repassado para o Exército. A meta é lançar a primeira camada de asfalto em todo o segmento até o final de 2019 e, em 2020 fazer a compelmentação e o fechamento da obra.

Caminhões chegaram a ser puxados por máquinas na BR-163 para chegarem aos portos do Pará (Foto: João Miranda/Arquivo pessoal)
Caminhões chegaram a ser puxados por máquinas na BR-163 para chegarem aos portos do Pará (Foto: João Miranda/Arquivo pessoal)

Outra consequência do tráfego ruim é que o frete já aumentou. O agricultor Leonildo Barei cultivou 750 hectares de soja em Sinop e, mesmo antes de terminar a colheita, já percebeu que o preço do frete aumentou de R$ 160 para R$ 240, o que gera um custo de R$ 4 a mais por saca, dinheiro que sai do bolso do produtor rural.

A previsão é de que 11 milhões de toneladas de grãos, entre milho e soja, saiam de Mato Grosso para o Porto de Miritituba neste ano. Com os problemas de infraeturura na estrada, as empresas que organizam os fretes nos municípios do norte e do médio-norte do estado, calculam um prejuízo mínimo de R$ 9 milhões por dia para os transportadores.

Segundo o Dnit, o trânsito já flui melhor na regiãoda Serra do Sabão, em Moraes de Almeida (PA). Por lá, os veículos seguem no sistema ‘Pare e Siga’, já que, em função das obras, existe apenas uma pista liberada para a passagem das carretas.

Em boletim divulgado na noite de sábado (10), o Dnit informou que a execução das obras de impermeabilização da plataforma da rodovia, na serra, causam uma retenção de aproximadamente duas horas em Moraes Almeida. Na semana passada, os caminhões chegaram a ser retidos em Novo Progresso por pelo menos 125 horas.

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Por Laércio Romão, TV Centro América
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Dnit vistoria obra e diz que fluxo de caminhões de soja volta ao normal na BR-136 na região de Novo Progresso

(Exército recupera atoleiro na serra em Moraes Almeida -Foto Emerson Ruteski)

A BR 163 na região de Novo Progresso onde existe maior trecho de rodovia sem pavimentação.

A equipe visitou o atoleiro em  Moraes Almeida, para ver em loco o trecho na serra onde tem impedido o trafego  na rodovia.

Chegou nesta quarta-feira (07) em Novo Progresso  diretor de Infraestrutura Rodoviária do DNIT, Luiz Antônio Garcia, Antônio Galvan presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) e o General Dantas do exército, para vistorias nas obras da rodovia BR 163 na região de Novo Progresso.

A vistoria teve inicio no trecho onde o Dnit tem mantido uma operação para tapar buraco que vem sendo realizado pela  empresa “Fratello Engenharia”, que é responsável pelo trecho de 68 km entre a Vila Isol e a cidade de Novo Progresso. O Valor da obra é orçado em R$ 21 milhões.

“A empresa foi flagrada colocando terra para tapar buraco na rodovia, o custo da obra esta orçado em R$ 21 milhões.

A equipe na companhia do Vice-prefeito Gelson Dil (PMDB) de Novo Progresso, informou que percorreram aproximadamente 100 km saindo da cidade de Novo Progresso sentido Mato Grosso.

Luiz Antônio Garcia (Dnit), Gelson Dill, (vice -Prefeito NP)Antônio Galvan (Aprosoja)
Luiz Antônio Garcia (Dnit), Gelson Dill, (vice -Prefeito NP)Antônio Galvan (Aprosoja)

Para o diretor de Infraestrutura Rodoviária do DNIT, Luiz Antônio Garcia, a situação é grave neste trecho e medidas emergências precisam ser tomadas.Em visita ao canteiro de obras da Fratello, Luiz Antonio, exigiu um empenho maior na execução dos serviços, ele quer mais equipes na rodovia e  ordenou que a empresa não coloque mais terra para tapar buraco, “daqui pra frente vamos ter que colocar pedra e cimento com lama asfáltica pra cobrir os buracos”, disse. Luiz Antonio quer mais agilidade da Fratello e pediu para que o Prefeito de Novo Progresso formalize uma comissão com engenheiros do município e entidades representativas para fiscalizar os serviços da Fratello neste trecho. O contrato de serviços entre DNIT e Fratello é para tapar buraco em 68 km da  rodovia, no trecho construído pela empresa Três Irmãos, com o valor de R$ 21 milhões.

Moraes Almeida

General Dantas (Foto Emerson Ruteski)
General Dantas (Foto Emerson Ruteski)

A equipe visitou o atoleiro em  Moraes Almeida, para ver em loco o trecho na serra onde tem impedido o trafego  na rodovia.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), após a visita , informou  que não há mais carretas retidas no trecho não asfaltado da BR-163, na região de Novo Progresso, no Pará. “A fila de caminhões parados chegou aos 70 km pela rodovia”.

O fluxo havia sido comprometido nos últimos dias em virtude das fortes chuvas que caem na região amazônica.

Com estiagem de três dias possibilitou ao exército realizar serviços naquele trecho –  foi retirado a lama e outro material compactou a estrada, posteriormente foi aplicado uma camada de  lama asfáltica , que esta sendo usada como preventivo e corretivo, para reduzir a penetração de água naquele local.

Após o espalhamento da camada de lama asfáltica, é necessário aguardar um período denominado de cura, que varia geralmente de 1 a 3 horas, quando exposta ao sol.

A rodovia liga Cuiabá, em Mato Grosso, a Santarém, no Pará, e é a principal opção rodoviária de escoamento pelo Arco Norte do país.

A subida de caminhões com o grão pela rodovia federal preocupa as tradings, donas da carga, já que tem trechos em condições críticas. A lama formada pelas chuvas atola caminhões e impede o tráfego.

Aprosoja

Antônio Galvan presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), que acompanha a equipe disse que o setor busca melhoria na logística a BR 163 é alternativa mesmo com os obstáculos, mas disse da necessidade de implementar novas logísticas, como está sendo discutida a ferrovia, seja a Ferrogrão , para mudar os modais, mas agora não conseguimos sequer terminar as nossas rodovias então isso preocupa muito”, declarou.

Galvan é presidente da Aprosoja em  Sinop, a 503 km de Cuiabá no Mato Grosso.

Portos

Segundo noticiou ontem o site Valor, há nove navios com atracagem prevista para atracar nas próximas duas semanas no porto de Barcarena e outros seis no porto de Santarém, ambos no Pará. Eles deverão levar pouco mais de 860 mil toneladas de soja para China (principal destino), Espanha e Turquia.

Fonte: Jornal Folha do Progresso

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Trecho de atoleiro recuperado pelo Exército
Trecho de atoleiro recuperado pelo Exército

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