Trecho da BR-163 em Novo Progresso que recebeu reparos ganha novo piso

(Foto:Jornal Folha do Progresso)- O trecho de aproximadamente 45 km da rodovia BR-163 que estava com o piso irregular [BURACOS] entre Novo Progresso e km 100 (Vila Isol), vem recebendo reparos com novo piso.

A empresa Fratello Engenharia é responsável pela obra de recuperação, uma extensão de 15 km já concluído , recebeu novo asfaltamento nesta semana. Equipe da Empresa Pavienge vem aplicando massa asfáltica na obra pronta, que terá espessura de 5 centímetros. Em seguida, a rodovia ganhou nova sinalização no trecho recuperado (Foto). 

A rodovia BR-163, já é conhecida como Estrada do GRÃO, uma das principais vias de ligação entre as região Norte do Mato Grosso com os portos de Miritituba (Itaituba) e Santarém.br 13

A pavimentação do trecho ligando a localidade de Novo Progresso, Alvorada da Amazônia até o distrito de Vila Isol no município de Novo Progresso. O asfalto, antes em más condições de uso, dará lugar a uma estrada pavimentada, portanto mais segura para os seus usuários quando concluída.
Este trecho da rodovia recebeu serviços preliminares, tapa buracos , recuperação da terraplanagem com uma camada de cimento , melhorias na drenagem,  pavimentação e revestimento do tipo CBUQ. O Custo final da obra não foi divulgado.

Fonte:Jornal Folha do Progresso

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Policiais de Novo Progresso são denunciados por abuso de autoridade, cárcere privado e divulgação de segredos.

(Foto:Arquivo)- Ação da Policia Civil e Militar de Novo Progresso aconteceu na Pizzaria Dom Fernando em novembro deste ano.

Policiais do município de Novo Progresso, sudoeste do Pará, foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) por abuso de autoridade, cárcere privado e divulgação de segredos.

De acordo com o órgão, o caso ocorreu em novembro deste ano, quando o delegado da cidade e um Policial Militar prenderam três agentes da Polícia Federal. Caso sejam condenados, os envolvidos podem pegar uma pena de até três anos de prisão.

LeiaTambém:Ação da Policia Civil e Militar prendem policiais Federais e assusta clientes e moradores em torno da “Pizzaria Dom Fernando”nesta quarta-feira (21) em Novo Progresso

Segundo as investigações, os agentes federais atuavam em uma investigação na região e, no dia 21 de novembro, tinham ido a um restaurante, quando foram abordados por um dos PMs envolvidos. A denúncia afirma que o militar ameaçou chamar outras viaturas enquanto exigia que o carro da PF fosse retirado da via pública. O carro foi retirado, mas mesmo assim duas viaturas chegaram ao local e nove policiais, de armas em punho, entraram no restaurante.

Os agentes foram abordados pelos PMs. Os servidores da PF tentaram comprovar que eram policiais, mas mesmo assim foram levados para a delegacia. Ao chegar no local, o delegado ordenou que os agentes fossem colocados em uma cela. Eles ficaram presos por um dia sob acusação de estarem bêbados. Porém, a alcoolemia constatou que eles não ingeriram bebida alcoolica.

No dia seguinte, um jornal da cidade publicou fotos das carteiras funcionais dos agentes da PF. De acordo com o MPF, os documentos só podem ter sido fornecidas pelo delegado.

Segundo a denúncia criminal, os três policiais responsáveis pelo episódio devem responder por abuso de autoridade e cárcere privado. Já o delegado deve ser julgado também por divulgação de segredo, por ter mandado ao jornal as identificações funcionais dos agentes.
Fonte:MPF
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Polícia Civil divulga retrato falado do suspeito de executar sindicalista em Rurópolis

Polícia Civil divulga retrato falado de suspeito de matar líder rural no sudoeste do Pará. — Foto: Divulgação / Polícia Civil

Gilson Maria Tampone teria sido morto por uma disputa de terras na região. Ninguém foi preso ainda. A PC pede que qualquer informação seja repassada para o Disque Denúncia.
A Polícia Civil divulgou, nesta quarta-feira (19), o retrato falado do suspeito de executar o sindicalista Gilson Maria Tempone, em Ruropólis, sudoeste do Pará, no último sábado (15). A vítima era líder rural de assentamentos na cidade de Placas.

Gilson teria sido morto por uma disputa de terras na região. Ninguém foi preso ainda. A PC reforça que qualquer informação poderá ser repassada para o Disque Denúncia no telefone 181, ou em qualquer delegacia de polícia. procurado ruroplis

Entenda o caso
A vítima era conhecida como Mineiro, tinha 43 anos e foi atingido a tiros no portão de sua residência, por volta das 8h. Dois homens suspeitos do crime conseguiram fugir.

A família informou que a vítima vinha sofrendo ameaças. Há cerca de um ano, ele se mudou do município de Placas para Rurópolis, temendo pela vida da família.

A Secretaria de Segurança Pública (Segup) disse que foi aberto um inquérito na delegacia do município para apurar o caso e uma testemunha ocular já foi ouvida. O Ministério Público Federal (MPF) se manifestou sobre o crime informando que já havia solicitado intervenção policial e investigações sobre os conflitos agrários da região.
Polícia Civil divulga retrato falado do suspeito de executar sindicalista em Rurópolis
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Vice-prefeito é acusado de ameaçar de morte Líder sindical em Novo Progresso –

Reconhecida como sucessora do sindicalista Alenquer assassinado em Castelo de Sonhos, Maria Márcia E. de Melo (Foto), que é presidente da Associação dos Produtores e Produtoras Rurais Nova Vitoria (APRNV) do Assentamento Terra Nossa, teme pela vida no assentamento.

Leia:CPT (Comissão Pastoral da Terra) alerta para 41 ameaçados de morte no Pará: 17 apenas em Santarém e Itaituba

A Comissão Pastoral da Terra (CPT) alerta: ameaças de morte ainda são mantidas contra 41 lideranças no campo no Estado, incluindo 17 trabalhadoras e trabalhadores apenas nos municípios da Diocese de Santarém e Prelazia de Itaituba, no oeste do Pará.

Novo Caso

Márcia procurou o MPF [Ministério Publico Federal] em Santarém e denunciou a morte do sindicalista Alenquer assassinado em Castelo de Sonhos [Aluisio Sampaio, conhecido como Alenquer, foi assassinado em 11 de outubro, na sua casa em Castelo de Sonhos, município de Altamira (Pará)]- para ela os assassinos de Alenquer são pessoas envolvidas no PDS Terra Nossa.

Denuncia

“Já fui ameaçada pelo  vice prefeito Gelson Dill, Seu Dico (Sintraff) e o Rogério, funcionário da Prefeitura, são as pessoas que me perseguem no assentamento e se eu morrer eles são os culpados. Segundo a denuncia, a ameaça vem pelo envolvimento dos três em comércio ilegal de terras no assentamento, em defesa dos fazendeiros eles detém áreas de terras e se aproveitam do cargo que ocupam para ameaçar e beneficiar pessoas ligadas a eles, segundo Márcia já venderam áreas, e muita gente morreu em torno disto, a policia não desvenda os crimes. Está semana a Policia Militar estava dentro do assentamento me procurando, a informação que o Gelson Dill vice-prefeito mandou me prender, eu estava justamente em Santarém denunciando eles, repassou ao Jornal Folha do Progresso.

“Eu procurei os direitos Humanos, MPF e o Incra agora eles já sabem de tudo que se passa no Assentamento”. Márcia tem convicção que o Sindicalista “Alenquer” e outras pessoas [não citou nomes] foram assassinadas por interesse das terras do assentamento Terra Nossa. A Policia de Castelo de Sonhos investiga o caso. No assentamento tem assentados desaparecidos, saem de casa para trabalhar e nunca mais apareceram, isto tem alguém por trás, denunciou Márcia. Eu tenho medo de morrer também!

Eu não culpo os fazendeiros pela situação das terras cedidas para o assentamento (PDS-Terra Nossa), o culpado é o INCRA que colocou nós nesta situação, então vamos legalizar os mais de 300 assentados e dar titulo para os fazendeiros poderem trabalhar também , este é nosso pensamento, disse. Quem está na posse das terras há muitos anos tem que ser respeitado, concluiu Márcia.

Leia:Quem matou e quem mandou matar Aluizio Sampaio[Alenquer]?

Está semana Marcia esteve em Santarém e denunciou em agravo a ameaça de morte que recebeu – o caso agora esta nas mãos do MPF e direitos Humanos.

Outro Lado

O vice Prefeito de Novo Progresso repassou ao Jornal Folha do Progresso que a questão de ameaças e outras desavenças com a presidente da Associação dos Produtores e Produtoras Rurais Nova Vitoria (APRNV) do Assentamento Terra Nossa, serão redimidas no Fórum de Novo Progresso, ele mesmo registrou um B.O (Boletim de Ocorrência ) contra Márcia, que a conheceu em uma reunião onde estava como prefeito em exercício no Assentamento em conjunto com o INCRA.

Dico (Sintraff)

Procurado pelo Jornal Folha do Progresso informou que registrou B.O (Boletim de Ocorrência ) contra a pessoa da Associação dos Produtores e Produtoras Rurais Nova Vitoria (APRNV) do Assentamento Terra Nossa, que tudo não passa de uma leviandade e inverdade.

Rogério

Rogério ocupa cargo de função de confiança na Prefeitura Municipal de Novo Progresso, é responsável pela questão agrária , entrou em contato com o Jornal Folha do Progresso na manhã desta quinta-feira(19), comentou da estranheza de não terem o encontrado que não saiu do município nos últimos dias, que nunca ameaçou a Sra. Maria Márcia, que somente participou de uma assembleia do SINTRAF naquele assentamento que não tem terras em lugar nenhum deste país, que vai procurar a justiça para provar sua inocência e fazer com que outra parte prove as acusações.

(Atualizado às 11:49:51)

Fonte: Jornal Folha do Progresso

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Associação Nova Vitoria comunica Assentados do Terra Nossa para visita do INCRA

[Superintendente do Incra Elizângela Gemaque de Almeida ,Marcia, Hodeti e Suedinha em Santarém-Foto Reprodução]

Associação dos Produtores e Produtoras Rurais Nova Vitoria (APRNV) do Assentamento Terra Nossa convida assentados e ocupantes do PDS Terra Nossa para importante procedimento que acontecerá nos dias 19,20,21 de Dezembro de 2018, com presença de servidores do INCRA em atendimento ao  Programa de Documentação de interesse dos assentados e ocupantes do assentamento Terra Nossa.

O atendimento será em na comunidade dos assentados onde será tratado em visitas sobre os seguintes temas; DAP -CCU -FOMENTO -REGULARIZAÇÃO DOS OCUPANTES.

Com o objetivo de aperfeiçoar os processos democráticos que permitem a construção conjunta de políticas públicas entre governo e sociedade, o Incra disponibilizou os servidores Rubens François e Luiz Fernando para esta etapa de visitas no PDS.

Maria Marcia E. de Melo convida a todos os assentados e ocupantes para importante procedimentos. “É importante a participação de todos! 

Marcia adiantou ao Jornal Folha do progresso que esta entregando  aos assentados os CCU dos que faltavam. Esta conquista foi durante a semana em visita ao INCRA em Santarém.

A entidade representada pela liderança de Marcia, já conseguiu a liberação de recursos para residenciais (casa) dos assentados, a energia (luz Para Todos) aguarda o licenciamento Ambiental para iniciar as obras. Nosso objetivo é regulamentar o assentado em conjunto com o INCRA para dar segurança jurídica e estrutura para todos viverem na terra,comentou.

Fonte:Redação Jornal Folha do Progressoterra nossa
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Ibama rastreia todos os garimpos ilegais na floresta amazônica-Fotos

Amazônia, sitiada por minas ilegais (Fotos:RICARDO MORAES REUTERS)

Fonte:El País-  A proliferação de minas ilegais de ouro ou cassiterita tornou-se uma epidemia na floresta tropical brasileira. O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) lançou uma campanha para reprimir atividades em todas as minas ilegais da floresta amazônica
O projeto do Ibama rastreia todas as minas ilegais na floresta amazônica, que se estende por Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru, Equador e Bolívia. Na foto, uma vista aérea de uma mina ilegal de cassiterita nos parques nacionais de Novo Progresso, no Estado do Pará, em 4 de novembro de 2018.

 1O projeto do Ibama rastreia todas as minas ilegais na floresta amazônica, que se estende por Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru, Equador e Bolívia. Na foto, uma vista aérea de uma mina ilegal de cassiterita nos parques nacionais de Novo Progresso, no Estado do Pará, em 4 de novembro de 2018. RICARDO MORAES REUTERS
1O projeto do Ibama rastreia todas as minas ilegais na floresta amazônica, que se estende por Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru, Equador e Bolívia. Na foto, uma vista aérea de uma mina ilegal de cassiterita nos parques nacionais de Novo Progresso, no Estado do Pará, em 4 de novembro de 2018. RICARDO MORAES REUTERS

Essas informações são coletadas através de operações de mapeamento, como parte da proteção realizada pelo Ibama em conjunto com outras associações ambientais. Na foto, um helicóptero do Ibama sobrevoa uma mina de ouro ilegal durante uma operação nas proximidades do município brasileiro de Novo Progresso, no Estado do Pará, em 5 de novembro de 2018.

 2Essas informações são coletadas através de operações de mapeamento, como parte da proteção realizada pelo Ibama em conjunto com outras associações ambientais. Na foto, um helicóptero do Ibama sobrevoa uma mina de ouro ilegal durante uma operação nas proximidades do município brasileiro de Novo Progresso, no Estado do Pará, em 5 de novembro de 2018. RICARDO MORAES REUTERS
2Essas informações são coletadas através de operações de mapeamento, como parte da proteção realizada pelo Ibama em conjunto com outras associações ambientais. Na foto, um helicóptero do Ibama sobrevoa uma mina de ouro ilegal durante uma operação nas proximidades do município brasileiro de Novo Progresso, no Estado do Pará, em 5 de novembro de 2018. RICARDO MORAES REUTERS

Somente na Amazônia brasileira, 453 minas ilegais foram classificadas, de acordo com dados publicados pelo Ibama. Na imagem, uma vista aérea de uma das minas de ouro ilegais da floresta amazônica brasileira, nos parques nacionais de Novo Progresso, em 5 de novembro de 2018.

 3Somente na Amazônia brasileira, 453 minas ilegais foram classificadas, de acordo com dados publicados pelo Ibama. Na imagem, uma vista aérea de uma das minas de ouro ilegais da floresta amazônica brasileira, nos parques nacionais de Novo Progresso, em 5 de novembro de 2018. RICARDO MORAES REUTERS
Somente na Amazônia brasileira, 453 minas ilegais foram classificadas, de acordo com dados publicados pelo Ibama. Na imagem, uma vista aérea de uma das minas de ouro ilegais da floresta amazônica brasileira, nos parques nacionais de Novo Progresso, em 5 de novembro de 2018. RICARDO MORAES REUTERS

    garimpo 4Em novembro, foram realizadas operações em várias minas ilegais em dois parques nacionais da Amazônia brasileira. Quando os helicópteros do Ibama desceram para realizar o ataque, alguns dos mineiros fugiram para as profundezas da selva. Na imagem, é visto como os mineradores saem de uma mina de cassiterita ilegal após serem avisados sobre a chegada dos agentes durante uma operação do Ibama, em Novo Progresso, em 4 de novembro de 2018.

Um agente do Ibama inspeciona uma mina de ouro ilegal na Amazônia, em Novo Progresso, no dia 5 de novembro de 2018. RICARDO MORAES REUTERS
Um agente do Ibama inspeciona uma mina de ouro ilegal na Amazônia, em Novo Progresso, no dia 5 de novembro de 2018.
RICARDO MORAES REUTERS

Logo depois, cerca de seis pessoas foram presas. O objetivo real das autoridades não trata dos mineiros, que em muitos casos trabalham em condições de escravidão, mas dos donos das minas ilegais, cuja identidade é desconhecida.

Logo depois, cerca de seis pessoas foram presas. O objetivo real das autoridades não trata dos mineiros, que em muitos casos trabalham em condições de escravidão, mas dos donos das minas ilegais, cuja identidade é desconhecida. RICARDO MORAES REUTERS
Logo depois, cerca de seis pessoas foram presas. O objetivo real das autoridades não trata dos mineiros, que em muitos casos trabalham em condições de escravidão, mas dos donos das minas ilegais, cuja identidade é desconhecida. RICARDO MORAES REUTERS

 

Um acampamento de mineiros em uma mina de ouro ilegal em Novo Progresso, em 5 de novembro de 2018. RICARDO MORAES REUTERS
Um acampamento de mineiros em uma mina de ouro ilegal em Novo Progresso, em 5 de novembro de 2018. RICARDO MORAES REUTERS

Nestas operações, os agentes destroem o maquinário das minas, principalmente escavadeiras e outras máquinas pesadas, geralmente caras e difíceis de substituir, a fim de cessar as atividades nessas minas ilegais. Na foto você pode ver uma escavadeira em chamas em uma mina de cassiterita ilegal, durante uma operação do Ibama no município de Novo Progresso (Estado do Pará), em 4 de novembro de 2018.

Nestas operações, os agentes destroem o maquinário das minas, principalmente escavadeiras e outras máquinas pesadas, geralmente caras e difíceis de substituir, a fim de cessar as atividades nessas minas ilegais. Na foto você pode ver uma escavadeira em chamas em uma mina de cassiterita ilegal, durante uma operação do Ibama no município de Novo Progresso (Estado do Pará), em 4 de novembro de 2018. RICARDO MORAES REUTERS
Nestas operações, os agentes destroem o maquinário das minas, principalmente escavadeiras e outras máquinas pesadas, geralmente caras e difíceis de substituir, a fim de cessar as atividades nessas minas ilegais. Na foto você pode ver uma escavadeira em chamas em uma mina de cassiterita ilegal, durante uma operação do Ibama no município de Novo Progresso (Estado do Pará), em 4 de novembro de 2018. RICARDO MORAES REUTERS

Uma cozinha improvisada em um acampamento ilegal de mineração, no município de Novo Progresso, em 5 de novembro de 2018.

Uma cozinha improvisada em um acampamento ilegal de mineração, no município de Novo Progresso, em 5 de novembro de 2018. RICARDO MORAES REUTERS
Uma cozinha improvisada em um acampamento ilegal de mineração, no município de Novo Progresso, em 5 de novembro de 2018. RICARDO MORAES REUTERS

Incêndio controlado em mina ilegal de ouro nos parques nacionais de Novo Progresso, durante operação realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), em que máquinas e diversos acampamentos foram destruídos em uma mina ilegal de ouro.

Incêndio controlado em mina ilegal de ouro nos parques nacionais de Novo Progresso, durante operação realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), em que máquinas e diversos acampamentos foram destruídos em uma mina ilegal de ouro. RICARDO MORAES REUTERS
Incêndio controlado em mina ilegal de ouro nos parques nacionais de Novo Progresso, durante operação realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), em que máquinas e diversos acampamentos foram destruídos em uma mina ilegal de ouro. RICARDO MORAES REUTERS

A mineração ilegal polui a água das comunidades locais com mercúrio e contribui para o desmatamento. Na imagem, uma mina de cassiterita ilegal nos parques nacionais de Novo Progresso, realizada durante uma operação do Ibama em 4 de novembro de 2018.

A mineração ilegal polui a água das comunidades locais com mercúrio e contribui para o desmatamento. Na imagem, uma mina de cassiterita ilegal nos parques nacionais de Novo Progresso, realizada durante uma operação do Ibama em 4 de novembro de 2018. RICARDO MORAES REUTERS
A mineração ilegal polui a água das comunidades locais com mercúrio e contribui para o desmatamento. Na imagem, uma mina de cassiterita ilegal nos parques nacionais de Novo Progresso, realizada durante uma operação do Ibama em 4 de novembro de 2018. RICARDO MORAES REUTERS

Um agente do Ibama patrulhando uma mina de cassiterita ilegal durante uma operação em parques nacionais nas proximidades do município de Novo Progresso, no Estado do Pará, em 4 de novembro de 2018.

Um agente do Ibama patrulhando uma mina de cassiterita ilegal durante uma operação em parques nacionais nas proximidades do município de Novo Progresso, no Estado do Pará, em 4 de novembro de 2018. RICARDO MORAES REUTERS
Um agente do Ibama patrulhando uma mina de cassiterita ilegal durante uma operação em parques nacionais nas proximidades do município de Novo Progresso, no Estado do Pará, em 4 de novembro de 2018. RICARDO MORAES REUTERS

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Carga de madeira com origem ilegal é apreendida na BR-230

Carga de madeira com origem ilegal é apreendida na BR-230 Carga de madeira com origem ilegal é apreendida na BR-230
Ascom/PRF

PRF apreendeu carga em Altamira. O Documento de Origem Florestal não correspondiam à carga realmente transportada.
Na madrugada deste sábado (15), a Polícia Rodoviária federal (PRF) flagrou, no km 630 da BR-230, em Altamira, sudeste do estado, uma carga de madeira ilegal. O Documento de Origem Florestal não correspondiam à carga realmente transportada.

De acordo com os documentos apresentados, a carga seria de 4 m³ de madeira serrada como caibro e 12 m³ de madeira serrada como viga (ambas do tipo angelim), porém, após medição técnica realizada pelos policiais, foi encontrado um total de madeira correspondente a 28,74 m³. Com isso, configurou-se o crime de transportar, adquirir, vender, madeira, lenha, carvão sem licença válida, conforme apurado.

O condutor informou que recebeu a madeira em Santarém e que o destino seria Palmas (TO). A madeira e o caminhão foram apreendidos e encontram-se à disposição das autoridades ambientais. O condutor assinou um termo circunstanciado de ocorrência e foi liberado em seguida.

Por G1 PA — Belém

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Celpa é notificada para não realizar cortes entre Natal e Ano Novo

Concessionária foi notificada pelo MPF, MPPA e DPE, para não realizar cortes de energia no período do Natal e Ano Novo no Pará — Foto: Catarina Costa/G1
MPF, MPPA e DPE notificam a Celpa para não realizar cortes entre Natal e Ano Novo
Recomendação vale para período entre 24 de dezembro e 1º de janeiro de 2019.
Os Ministérios Públicos Federal (MPF) e do Estado do Pará (MPPA) e a Defensoria Pública do Estado (DPE) notificaram a concessionária de energia Centrais Elétricas do Pará (Celpa) para que não efetue cortes de energia elétrica entre os dias 24 de dezembro de 2018 e 1 de janeiro de 2019.

A recomendação foi enviada na última quarta-feira (12), alertando a concessionária que é direito dos consumidores, estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que o aviso de falta de pagamento deve ser feito pelo menos 15 dias antes do corte no fornecimento de energia.

A Celpa registra inúmeras reclamações de cortes irregulares de energia elétrica. Em agosto de 2018, a empresa foi notificada para que deixasse de realizar o chamado corte por “consumo não registrado”.

Os órgãos envolvidos acreditam que o consumidor pode ser lesado com eventual corte no período de natal até o ano novo, quando a concessionária vai apresentar o funcionamento restrito ou regime de plantão dos canais de atendimento e para o serviço de religação. Além disso, a partir do dia 20 de dezembro entra o período de recesso do poder Judiciário, que pode dificultar ainda mais os caminhos recursais para a solução de eventual problema com a Celpa.

Em reunião no dia 12 de novembro, a Celpa concordou em suspender a prática. Mesmo assim, segundo o MPF, MPPA e a DPE, a recomendação dessa semana reitera que esse tipo de débito não pode gerar cortes de energia em nenhum período do ano.
Por G1 PA — Belém
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Motociclista colide com carreta estacionada e morre em Novo Progresso

Populares ajudaram na remoção no atendimento a vitima no local do acidente (Foto: WhatsApp/Jornal Folha do Progresso)

Um misterioso acidente tirou a vida de “Gabriel Vinicius dos santos”, de 20 anos de idade. O jovem trabalhava como auxiliar de mecânico na Martelli e voltava do serviço.

A motocicleta Honda Bros , preta, placa JVD 2338, era conduzida por Gabriel pela Avenida Orival Prazeres, nas proximidades do Chopão, acabou colidindo com uma carreta Bitrem,  estacionada na lateral da Avenida.

O acidente ocorreu por volta das 23h30mn, desta sexta-feira (14). O SAMU foi acionado no momento do acidente, chegou socorrer a vitima com vida ,mas veio a  óbito em decorrência da violência do impacto.

ACIDENTE

A forma com que ocorreu o impacto chama a atenção: O Motociclista acabou por colidir atrás da carreta, chocando-se diretamente contra o canto direito da carreta; Não há sinal de frenagem, ou seja, ele não tentou frear no momento que antecedeu o impacto. “Com o impacto percebemos que ele bateu na diagonal da carreta e houve danos com a motocicleta. E mesmo com capacete, houve fraturas no crânio e no rosto. Não existe nenhuma marca de contato com freio. Ele bateu direto na diagonal da carreta e morreu”, estranho..
O o rapaz teve lesão exposta na cabeça com gravidade.
Até aqui nada explica o choque violento que tirou a vida de mais um jovem em Novo Progresso.
Fonte:Jornal Folha do Progresso
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O o rapaz teve lesão exposta na cabeça com gravidade. (Foto:WhatsApp)
O o rapaz teve lesão exposta na cabeça com gravidade. (Foto:WhatsApp)

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Indignado, morador aponta esgoto a céu aberto em rua do bairro Nego do Bento em Novo Progresso

Homem relata que problema dura algum tempo e que já procurou  vereador e a prefeitura.
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O problema de esgoto a céu aberto na rua Francisco Fortes no  bairro Nego do Bento esta generalizado. Segundo o morador, a situação já dura algum tempo. “Estou há meses reclamando, já fui no vereador que é dono do loteamento, mandou procurar a prefeitura e não fizeram nada para resolver. muitas vezes o lixo passa semanas sem coleta , o esgoto a céu aberto está na minha rua e estou esperando eles fazerem alguma coisa , notifiquem as pessoas para abrirem fossa,isso é uma vergonha”, diz.

Fonte:jornal Folha do Progresso

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