Homem ateia fogo à companheira em Novo Progresso

(Foto:WhatsApp-Jornal Folha do Progresso)- Mulher está internada com parte do corpo queimado, mas não corre risco de morte
Na madrugada desta terça-feira (28), uma tentativa de feminicídio ocorreu em Novo Progresso. Conforme informações do Enfermeiro Everton, por volta das 05h foi internada no Hospital Municipal  Marli Brito de 35 anos, com queimaduras de 2º grau nas costas rosto e braços. O seu companheiro  fugiu, conforme  relatos da vitima ele jogou álcool e ateou fogo.
A mulher recebeu os primeiros socorros e foi levada para o atendimento médico. Em princípio, não corre risco de morte.
Quando receber alta, ela será conduzida para prestar esclarecimentos sobre a tentativa de feminicídio, já que não conseguiu ser precisa quanto ao ataque e os motivos que levaram à agressão.

O Crime aconteceu no Bairro Santa Luzia frente escola Doralina em Novo Progresso.

Acusado

A policia Militar saiu em diligencia e prendeu  Waldison Elias F. Serra,em flagrante, foi encaminhado para DEPOL onde ficará a disposição da justiça. Foto Veja Abaixo;

Fonte:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO
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(Foto:WhatsApp-Jornal Folha do Progresso)
Waldison Elias F. Serra (Foto:WhatsApp-Jornal Folha do Progresso)

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Ibama avisa antecipadamente que fará operações na região

Ibama avisa antecipadamente onde fará operações contra desmatamento na Amazônia

Alvo histórico de saques de madeira, a partir da BR-163, floresta perdeu nada menos que 3.100 hectares (Foto: VINICIUS MENDONCA – IBAMA)

O Ibama divulgou na sexta-feira, 24, um comunicado em que informa que fará operações de fiscalização contra desmatamento e garimpo na região sudoeste do Pará. “Estão planejadas operações de fiscalização contra desmatamento e garimpo em Terras Indígenas e Unidades de Conservação no sudoeste do Pará, região que abriga a Floresta Nacional do Jamanxim”, diz o texto. Até o ano passado, as informações sobre os locais de fiscalizações e operações do instituto eram mantidas em sigilo, para que não atrapalhassem os resultados das ações. Desta vez, o texto foi disponibilizado, em português e inglês.

Na nota, o Ibama também afirma que o Ministério do Meio Ambiente (MMA) “trabalha em uma nova metodologia de alertas de desmatamento e busca desde o início da atual gestão uma ferramenta tecnológica que permita a detecção diária de desmatamentos de até 1 hectare”. Segundo a nota, “o sistema atual detecta desmatamentos superiores a 6,25 hectares e emite alertas com lapso temporal que não favorece ações de caráter preventivo”.

Procurados, o Ibama e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) afirmaram que apenas o MMA se manifestaria sobre o tema. O Estado também procurou o MMA, que não se manifestou até as 18h50.

Os dados sobre o desmatamento na Amazônia foram revelados na semana passada pelo Estado, com base em informações oficiais, produzidas pelo próprio Sistema de Detecção do Desmatamento na Amazônia Legal em Tempo Real (Deter), ferramenta do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, órgão do governo federal.

Conforme informado, foram perdidos oficialmente, em uma quinzena de maio, 6.880 hectares de floresta preservada na região amazônica, o equivalente a quase 7 mil campos de futebol. Esse volume ainda está próximo do desmatamento registrado na soma de todos os nove meses anteriores, entre agosto de 2018 e abril de 2019, que chegou a 8.200 hectares. Em 2018, o País registrou os maiores números de desmatamento na região amazônica de toda a história. Desde agosto, a devastação ilegal continua e atinge, em média, 52 hectares da Amazônia/dia.

Os dados mais recentes, dos primeiros 15 dias de maio, são os piores no mês em uma década – 19 hectares/h, em média, o dobro do registrado no mesmo período de 2018.

Alteração. Apesar de não responder ao pedido de esclarecimento, o Ibama mexeu na declaração de suas fiscalizações após ser procurado pela Estado. Ao reeditar o texto, o órgão declarou que “estão planejadas operações de fiscalização contra o desmatamento ilegal nas áreas críticas da Amazônia”. Nestas áreas, prosseguiu, estão incluídas “Terras Indígenas e Unidades de Conservação no sudoeste do Pará, região que abriga a Floresta Nacional do Jamanxim”.
POR:André Borges, O Estado de S.Paulo
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Caminhões são retirados da BR-163 próximo da cidade de Novo Progresso no Pará- vitima é identificada.

LUCIO DA SILVA [LUCINHO]
LUCIO DA SILVA [LUCINHO]

O congestionamento causado pelo acidente com três caminhões na BR-163, principal ligação rodoviária entre o Mato Grosso aos portos do Pará, acabou na manhã desta segunda-feira (27) , 30 horas  depois da colisão.

Congestionamento na rodovia ultrapassou os 10km.

Os veículos foram retirados da pista. Uma vitima fatal , o motorista foi identificado como LUCIO DA SILVA [LUCINHO] de 40 anos, ele natural da cidade de Caetité (BA). Atualmente estava morando em Sinop no Mato Grosso.

Caminhão de Lucio da Silva veio óbito no local (Foto:Jornal Folha do Progresso)
Caminhão de Lucio da Silva veio óbito no local (Foto:Jornal Folha do Progresso)

A colisão aconteceu neste sábado (25) por volta das 19h30mn, na rodovia BR 163 , distante 10 quilomêtros da cidade de Novo Progresso, dois caminhões seguiam para o Porto de Miritituba outro retornava para o Mato Grosso.
Os sois veículos estava carregado com soja o terceiro caminhão estava vazio. A soja esparramou pela rodovia.

Leia Também:Motorista morre após colisão de três carretas na BR-163 em Novo Progresso
Acidente

Conforme relatos de outros motoristas coletado no local pelo Jornal Folha do Progresso, o acidente aconteceu no momento que o caminhão da frente freio para desviar de um buraco , o caminhão conduzido pela vitima (Lucinho) , acabou colidindo na traseira , o terceiro caminhão que retornava do porto de miritituba, saiu da rodovia, ficou pendurado em uma ribanceira para  não colidir. com  violência da colisão motorista foi lançado para fora da cabine que ficou completamente destruída.61236622_346096449425741_7395053563308670976_n

Equipes contratadas pela empresas que administram os caminhões, e com apoio da Policia Rodoviária Federal (PRF) e da Fratello Engenharia, concessionária que administra a rodovia, trabalharam ontem e hoje para dar trafegabilidade.  Toda soja foi carregada em outros caminhões para liberar a pista e evitar acidentes.61350740_542465806283594_3351491340461408256_n
O acidente provocou congestionamento de cerca de 10 quilômetros. A pista ficou fechada durante duas horas, e o tráfego ainda estava em uma pista no sentido MT/PA  das 21h de sábado.

O motorista do caminhão que saiu da rodovia  foi encaminhado ao Hospital , em Novo Progresso com ferimentos leves. O nome dos outros envolvidos não foram divulgados pela PRF. O corpo da vitima foi transladado pelos familiares, não informaram  local de sepultamento.

Fonte:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

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Congestionamento na rodovia ultrapassou os 10km. (Foto:Jornal Folha do Progresso)
Congestionamento na rodovia ultrapassou os 10km. (Foto:Jornal Folha do Progresso)

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Encontrado corpo de homem que estava desaparecido após cair de barco no rio jamanxim

(Foto:WhatsApp) – Amigos e populares encontraram o corpo de Oscar Pereira Silva (PINGÃO) distante três quilomêtros do local onde ocorreu o acidente com o barco que virou. “OSCAR PEREIRA SILVA” , de 64 anos, estava na companhia de mais  três pessoas no barco que afundou neste domingo (26), um filho , sobrinho e outro amigo, eles  não usavam colete salva-vidas.
“OSCAR PEREIRA SILVA” muito conhecido na cidade como Seu Pingão, atualmente trabalha com motorista da empresa “PANELÃO”, caiu no rio jamanxim nas proximidades da fazenda do Camargo [fundos com o rio jamanxim em Novo Progresso] –  no local tem uma balsa – o barco afundou ontem, por volta das 18h00mn.
Leia Também:Progressense “PINGÃO” cai de barco e desaparece nas águas do Rio Jamanxin em Novo Progresso
Acidente

Conforme relatos de amigos, Pingão e mas três pessoas estavam acampados naquele local, ao se deslocarem para ir para casa, o barco afundou nomeio do rio, os companheiros viram Pingão descendo o rio agarrado em um colchão, por mais de 500 metros, posteriormente perderam de vista. O corpo da vitima foi encontrado na manha desta segunda-feira (27) , distante aproximadamente 3km do local onde ocorreu o acidente.

O corpo foi encaminhado para uma funerária em Novo Progresso.

Aguardem mais informações….

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OSCAR PEREIRA SILVA” -Pingão,(Foto:Facebook)
OSCAR PEREIRA SILVA” -Pingão,(Foto:Facebook)

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Motorista morre após colisão de três carretas na BR-163 em Novo Progresso

Um homem  morre após bater em traseira de caminhão em volvendo três carretas em acidente de transito na rodovia   BR -163 em Novo Progresso.
Um motorista  morreu após um acidente envolvendo três carretas na BR-163, distante 10 km da cidade de novo progresso, nas proximidades do aeroporto no inicio da noite  deste sábado (25).
A rodovia foi interditada e o trânsito está funcionando no sistema de “Pare e Siga”.

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Motorista morreu no local (Foto:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO)

De acordo com a reportagem do Jornal Folha do Progresso coletado no local, o motorista não identificado que dirigia uma carreta carregada de soja que seguia par ao porto de Miritituba,  perdeu o controle ao desviar de um buraco, o  veículo acabou atingindo outra carreta que seguia na sua frente outro caminhão que seguia em direção oposta caiu em uma ribanceira, para não coldir.

Os motoristas não foram identificados;
Ainda de acordo com a informação coletada no local a vítima motorista do caminhão qre provocou acidente foi lançada e  não resistiu , morreu no local.
O motorista da outra carreta, que saiu da rodovia pra não colidir – não teve nome e a idade divulgada –  foi socorrido pelo SAMU e passa bem.
A policia rodoviária federal esta no local, a  fila de caminhões atingiu dois km na rodovia de um lado ao outro.

Por :JORNAL FOLHA DO PROGRESSO COM FOTOS
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fotos ENCONTRADAS NO LOCAL (foto:jornal folha do progresso)
fotos ENCONTRADAS NO LOCAL (foto:jornal folha do progresso)

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Caminhão saiu da rodovia
Caminhão saiu da rodovia

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IBAMA apreende mais de 2 mil metros cúbicos de madeira ilegal na Rodovia Transamazônica

— Foto: Divulgação / Ibama – Em um dos locais foram encontradas mais de mil toneladas de toras escondidas embaixo de folhagens para impedir a visualização em buscas aéreas.
Agentes do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) com apoio da Polícia Militar Ambiental do Pará, apreenderam aproximadamente 2 mil metros cúbicos de madeira ilegal, no sudoeste do Pará. A carga foi encontrada em serrarias de Uruará, às margens da Rodovia Transamazônica, e um dos maiores polos madeireiros do Pará.

Em um dos locais foram encontradas mais de mil toneladas de toras escondidas embaixo de folhagens para impedir a visualização em buscas aéreas. A apreensão faz parte de uma operação que combate a exploração ilegal de madeira em terras indígenas do Pará e usava imagens de satélite em alta resolução para as buscas.

O valor do material apreendido ainda está sendo calculado, mas o IBAMA adiantou que a madeira deve ser doada para municípios da região e será destinada a programas sociais. Na mesma ação, serrarias que trabalhavam sem licença ambiental foram notificadas.
Por:Por G1 PA — Belém
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Traficantes que transportavam droga para Novo Progresso são presos no Mato Grosso

Três traficantes que transportavam droga para o Pará são prelos pela PM de MT(Foto:Divulgação Polici1a MT.

DROGA INTERCEPTADA – Os tabletes de maconha e a porção de cocaína seriam entregues na cidade de Novo Progresso. Ação policial foi realizada nesta quarta-feira (22), na Rodoviária de Cuiabá.

Policiais militares prenderam, na noite desta quarta-feira (22), três pessoas por tráfico de drogas. O trio, um homem e duas mulheres, estava no guichê da rodoviária de Cuiabá comprando passagens com destino a Novo Progresso, no Pará, onde 34 tabletes de intorpecentes seriam entregues. Uma das mulheres carregava uma criança de colo que foi entregue à avó materna.

Os militares foram informados que R.A.O., (30), G.C.A.N., (21) e J.F.R., (19), saíram do bairro Jonas Pinheiro com destino à rodoviária e que estariam transportando a droga. Foram passadas as características das vestes e as características físicas do homem que estaria acompanhado de duas mulheres, sendo uma delas com um bebê.

Na rodoviária, o trio foi identificado e a abordagem realizada. Todos apresentavam bastante nervosismo. Foram encontrados dentro de uma mala 33 tabletes de maconha e, em uma mochila, mais uma porção grande de cocaína, além de uma porção de pasta base. Em conversa, os suspeitos disseram que entregariam o entorpecente na cidade de Novo Progresso, no Pará. A Droga e os suspeitos foram entregues na delegacia para as devidas providências.

Fonte:Jornal Folha do Progresso com informações 24 Horas News

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Cano estoura e causa grande vazamento de água e deixa moradores sem água nas torneiras em Novo Progresso

(Fotos:Jornal Folha do Progresso)- Um grande vazamento de água limpa foi registrado na manhã desta quinta-feira (23) após um cano estourar às margens da Avenida Brasil no bairro Pires de Lima, em Novo Progresso. Segundo moradores das proximidades o vazamento já ocorre à mais de dois dias sem  providencias pela concessionária “Águas de Novo Progresso”.

Leia Também:Clamor por água nas torneiras volta a ecoar em Novo Progresso

Nas imagens é possível perceber a quantidade de água que foi e esta sendo desperdiçada.
A água acabou invadindo a avenida , moradores avisaram a empresa responsável pelo abastecimento , mas até o fechamento desta edição agua continua vazando e moradores em agua nas torneiras.

Até o fechamento desta matéria a empresa não emitiu nota

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Homem assassinado dentro de casa no bairro Jardim Santarém tinha droga na mão.

(Foto:Reprodução) – Nas imagens divulgadas após ocorrência do crime, mostra um dos homens que estava na residência no bairro jardim Santarém segurava droga em uma das mãos.  A policia investiga o caso e já apurou que o local era usado para venda de drogas, um menor residia com um dos homens assassinado, a pessoa que aparece com a drogas foi identificado como Leonardo e segundo testemunhas ele não morava no local.

A policia suspeita que os dois tinham envolvimento com traficantes e foi queima de arquivo ou acerto de contas. “Wilian e Leonardo” foram assassinados dentro de uma residência no bairro Jardim Santarém sábado (18), por volta das 22h30mn.

O inquérito foi aberto para apurar os fatos,que pra investigação não há dúvidas que a causa da morte foi a envolvimento com traficantes.

Ninguém foi preso acusado deste crime.

Leia Também:Dois homens são assassinados dentro de casa no bairro Jardim Santarém em Novo Progresso

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO
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Áreas da Amazônia que deveriam ter ‘desmatamento zero’ perdem 6 cidades de SP em três décadas

Uma das entradas da Floresta Nacional do Tapajós; visitantes precisam pedir autorização ao ICMBio — Foto: Marcelo Brandt/G1

Desmatamento na Amazônia: mais da metade da floresta está em Unidade de Conservação
Em 1985, elas representavam 47% da área de floresta natural do bioma; hoje, o índice chega a 53%. No Pará, entorno da Floresta Nacional do Tapajós vive pressão da soja e pecuária.

Áreas protegidas na Amazônia perderam o equivalente a seis cidades de São Paulo em vegetação em três décadas. Foram 953 mil hectares desmatados em unidades de Conservação (UCs), terras indígenas (TIs) e quilombolas que deveriam ter permanecido integralmente preservados. Cercadas por territórios com taxas ainda maiores de desmatamento, esses territórios não passaram ilesas às pressões crescentes sobre o bioma, mas ganharam importância: hoje são responsáveis por preservar mais da metade da floresta.

Amazônia perdeu 18% da floresta em 3 décadas, mostra análise de satélites

Em 1985, elas representavam 47% da área de floresta natural da Amazônia; hoje, o índice chega a 53%, de acordo com monitoramento de satélite. Nesta semana, o Desafio Natureza do G1 publica uma série de reportagens sobre o desmatamento no bioma, o impacto da criação de infraestrutura e bons exemplos de interação com a floresta.

Floresta Nacional do Tapajós e o Rio Tapajós ao fundo —
Floresta Nacional do Tapajós e o Rio Tapajós ao fundo —

Os dados foram compilados a partir de imagens de satélite pelo projeto Mapbiomas (entenda o projeto) e analisados pelo G1. Para mostrar o cenário de desmatamento em áreas protegidas e não-protegidas, a equipe de reportagem viajou até a região de Santarém, no Pará. Em um território pressionado pelo agronegócio e cortado pela BR-163 estão uma floresta nacional e uma reserva extrativista.

Unidades de Conservação próximas a Santarém — Foto: Rodrigo Sanches/G1
Unidades de Conservação próximas a Santarém — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Desmatamento: Belterra 10% x Flona 0,1%

Na Floresta Nacional (Flona) do Tapajós vivem mais de mil famílias que podem caçar, plantar e extrair recursos naturais apenas para consumo. Nas imediações da Flona, o território ao lado da unidade de conservação é usado para o cultivo de grãos.

O contraste vai além dos tons de verde no cenário demarcado pelo asfalto da rodovia federal e aparece também nos percentuais de desmatamento: a cidade de Belterra – que abriga em seu território parte da Flona Tapajós – teve 10% de sua floresta desmatada em três décadas. Se for considerado apenas o percentual dentro da unidade, a taxa de desmatamento foi de 0,1%.

Na prática, os efeitos do desmatamento são sentidos por moradores como João Batista Ferreira, de 58 anos, um ex-produtor de mel. Ele mora em uma área de 400 metros quadrados fora da Flona do Tapajós.

João Batista Ferreira, mais conhecido como João do Mel, em seu terreno em Belterra, no Pará — Foto: Marcelo Brandt/G1
João Batista Ferreira, mais conhecido como João do Mel, em seu terreno em Belterra, no Pará — Foto: Marcelo Brandt/G1

A propriedade está cercada por plantações. O ex-produtor diz que não consegue mais recolher mel e alega que o extermínio das abelhas está relacionado aos agrotóxicos carregados pelo vento, assim como verificado no Sul do país. “Infelizmente não dá mais para manter a criação de abelhas. Eu aconselho que ninguém crie mais aqui, porque não dá mais certo”.

Do outro lado do rio, Joelma Lopes, de 45 anos, mora na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns e vive realidade bem diferente em uma área um pouco mais isolada e protegida onde a taxa de desmatamento fica perto dos 0,5% desde 1985.

Joelma empreende produzindo mel e licor com as frutas da estação – na época da visita do G1, taperebá e murici. “Aqui não temos essa preocupação”, diz com relação ao impacto do uso de agrotóxicos usados no cultivo da soja.

Joelma Lopes em frente à produção de mel na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, no Pará — Foto: Marcelo Brandt/G1
Joelma Lopes em frente à produção de mel na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, no Pará — Foto: Marcelo Brandt/G1

BR-163 e o ciclo do desmatamento

O contraste entre as áreas protegidas e as demais na região começou a se intensificar nos anos 1970. A BR-163, que liga Cuiabá, no Mato Grosso, a Santarém, foi inaugurada no início daquela década pelo governo militar. Quase junto à criação da rodovia foi demarcada a Flona do Tapajós, em fevereiro de 1974.

À época, havia um plano de povoar a região do Pará. Famílias de diferentes regiões do Brasil subiram em busca de terras. Ao longo dos anos, o perfil da ocupação mudou. As famílias passaram a formar pequenas comunidades, e depois a maior parte das terras desmatadas foi transformada em pastagem, para depois a pastagem ser substituída por agricultura. Esse é o ciclo de desmatamento da Amazônia, que ainda se repete no contexto atual.

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Caminho da mudança da terra na Amazônia — Foto: Rodrigo Sanches/G1

‘Caos fundiário’

A promotora de Justiça Ione Nakamura, que trabalha para regularizar as terras da região, explica que é preciso entender o “caos fundiário” que se arrasta ao longo de todos esses anos para entender o desmatamento na Amazônia.

O problema está na ocupação desregrada de terras da União. A promotora explica que, por falta do registro de quem ocupa as áreas, não é simples encontrar o responsável pelo corte de árvores ou qualquer outra exploração irregular dos recursos naturais. Se uma propriedade rural é privada, ela deve respeitar a regra de proteger 80% da floresta se está situada na Amazônia Legal.
Uma das entradas da Floresta Nacional do Tapajós; visitantes precisam pedir autorização ao ICMBio

Em uma tentativa de tentar resolver o problema, o governo federal criou em 2012 o Cadastro Ambiental Rural (CAR). A ferramenta é autodeclaratória: a pessoa diz que é dona da terra e informa dados ambientais. Depois, a confirmação deve ser feita junto ao governo.

O “caos fundiário” aparece também na sobreposição de registros do CAR – quando duas ou mais pessoas alegam ter propriedade das terras. Em levantamento feito pelo G1 em 2017, foram verificadas mais de 11 mil declarações sobrepostas em terras indígenas homologadas no Brasil.

“Ocupa-se a área pública, e é feito o desmatamento como forma para valorizar a terra e vender. Se uma área tem aptidão para agricultura, ela vai valer mais”, diz Tasso Azevedo, coordenador-técnico do Observatório do Clima e coordenador-geral do MapBiomas.

A mudança do uso da terra é a principal causa das emissões de dióxido de carbono no Brasil. Os biomas Amazônia e Cerrado respondem por 54% delas entre 1990 e 2015. — Foto: Marcelo Brandt/G1 A mudança do uso da terra é a principal causa das emissões de dióxido de carbono no Brasil. Os biomas Amazônia e Cerrado respondem por 54% delas entre 1990 e 2015. — Foto: Marcelo Brandt/G1

A mudança do uso da terra é a principal causa das emissões de dióxido de carbono no Brasil. Os biomas Amazônia e Cerrado respondem por 54% delas entre 1990 e 2015. — Foto: Marcelo Brandt/G1

Produzir sem desmatar?

Fora das áreas protegidas, a floresta natural na Amazônia perdeu 40,8 milhões de hectares — mais de 268 cidades de São Paulo. A análise dos dados de satélite mostra que, não só na Amazônia, mas em todos os biomas brasileiros, o território de floresta muda para ser área do agronegócio.

Pastagem e agricultura representam 84% do que se tornou a Amazônia nos últimos 33 anos. Do outro lado da cena, naquilo que não necessariamente precisa ser um embate, está um dos setores mais relevantes para a economia do Brasil.

 Valor da produção agropecuária no Brasil — Foto: Rodrigo Cunha/G1

Valor da produção agropecuária no Brasil — Foto: Rodrigo Cunha/G1

Para Caetano Scannavino, morador da região de Santarém há mais de 30 anos e coordenador da ONG Saúde e Alegria, não é possível dissociar a preservação do meio ambiente da manutenção do regime de chuvas da região e, por isso, do sucesso das lavouras.

“Se você não tem água, você não tem agricultura. Então, eu não sou contra o agronegócio, eu sou contra desmatar a floresta para botar soja ou gado”, afirma.

Além do “caos fundiário” e das pressões econômicas já presentes, ambientalistas alertam para o risco de que o percentual de 80% de preservação da floresta dentro das propriedades rurais na Amazônia seja alterado.

O projeto de lei 2.362/2019, apresentado por Flávio Bolsonaro (PSL) e Marcio Bittar (MDB), quer eliminar a obrigatoriedade de manter a reserva legal prevista na Código Florestal, lei 12.651, de 2012.
GIF mostra a mudança da terra desde 85 na Amazônia — Foto: Igor Estrella/G1

GIF mostra a mudança da terra desde 85 na Amazônia — Foto: Igor Estrella/G1

Mas, afinal, é possível produzir e exportar mais sem aumentar o tamanho do terreno onde está a lavoura?

De acordo com o pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Eduardo Assad, não só é possível como é o modelo que vai garantir mais lucro no futuro. Ele defende o uso de terras que já foram desmatadas.

Ele cita como base o estudo mais recente do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), apresentado em 2014, o TerraClass. O balanço traz os números de terras que poderiam ser aproveitadas na Amazônia sem destruir mais floresta primária (“original”).

“São 17 milhões de hectares desmatados na Amazônia em regeneração. O dado é de 2014, mas de lá para cá piorou. Além disso, são mais 10 milhões de hectares de pastos degradados só no bioma. No Brasil, são 70 milhões de hectares de pastos com baixa produtividade”, diz.

Assad faz a soma e diz que 87 milhões de hectares podem ser ocupados sem a necessidade de alterar qualquer parte do Código Florestal em vigência. Segundo o pesquisador, isso permite, em uma estimativa conservadora, mais 240 milhões de toneladas de grãos sem a necessidade de desmatar.

“A maior biodiversidade do planeta está nas nossas mãos. Então, além de um privilégio, também é uma grande responsabilidade em tempos de mudanças climáticas. A Amazônia gera benefícios globais, mesmo que os custos muitas vezes sejam locais”, afirma Caetano Scannavino.

Floresta Nacional do Tapajós, em Santarém e Belterra, cidades no Pará — Foto: Marcelo Brandt/G1
Floresta Nacional do Tapajós, em Santarém e Belterra, cidades no Pará — Foto: Marcelo Brandt/G1

Por Carolina Dantas, G1
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