Ponte Sob rio jamanxim esta interditada após estrutura ser danificada por caminhão na segunda

A Secretaria de Obras do município de Novo Progresso, interditou para caminhões uma ponte de madeira que fica sobre o Rio jamanxim, localizada na vicinal jamanxim distante  aproximadamente 5 km da cidade de Novo Progresso.

A interdição realizada nesta segunda-feira (15) ocorreu porque parte da estrutura, ao meio, foi danificada após a passagem de um caminhão carregado com uma maquina pesada. O motorista teria perdido controle saiu do trilho e forçou a estrutura que já não estava boa.

Estrutura da ponte cedeu e formou uma curva acentuada(Foto: JORNAL FOLHA DO PROGRESSO)
Estrutura da ponte cedeu e formou uma curva acentuada(Foto: JORNAL FOLHA DO PROGRESSO)

A ponte que tem um alinhamento reto esta com uma curva acentuada ao eixo, sinal que a estrutura moveu, ela pode ceder ainda mais e causar acidente – os usuários devem tomar cuidado ao trafegar no local.
Segundo o secretário de Infraestrutura, José Lopes , já foi contratado os serviços de terceiros e com apoio da prefeitura  a ponte será concertada em curto espaço de tempo. Enquanto isto o acesso somente para motocicletas e veículos leves,informou.
Os reparos na ponte serão realizados nesta semana.

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO COM FOTOS

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Ponte de madeira sob o rio Jamanxim em Novo progresso (Foto:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO)
Ponte de madeira sob o rio Jamanxim em Novo progresso (Foto:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO)

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Policia recupera motos roubadas e prende dois suspeitos de assaltos, furtos e roubos na cidade

(Foto:Divulgação Policia)- Duas motocicletas foram recuperadas.

Um deles é foragido da justiça do estado do Mato Grosso.

A Polícia Militar da de Novo Progresso  prendeu na manhã desta segunda-feira (15.07) após denuncia anônima  dois  suspeitos de estarem fazendo assaltos, furtos e roubos na cidade.
Na operação da Guarnição da Policia Militar no comando do Sargento Maduro Sargento e soldados Valter e Gilberto foram presos Daniel Sousa Campos, vulgo Zóio é Kercio de Oliveira Santos, vulgo Pepeu, os dois são acusados de cometerem assalto a mão armada em Novo Progresso.
Após a prisão foi constatado que Daniel Sousa Campos, vulgo Zóio é  foragido da cidade de Sorriso no estado do Mato Grosso.
Conforme  as informações repassada pelo Sargento Maduro ao Jornal Folha do Progresso ,  foi recuperada uma motocicleta Honda Bros 150, branca,na vicinal Jamanxin a aproximadamente 6 km da cidade em uma área de mata – as vitimas reconheceram os dois como os assaltantes em Novo Progresso.

Outra motocicleta recuperada Honda Bros placa QEO 6348 de cor vermelha, que foi entregue para policia onde teve reconhecimento feito pelo proprietario dos acusados como assaltantes do veiculo.
Diante dos fatos os suspeitos foram encaminhados a Central de Flagrantes de novo Progresso para que sejam adotados todos os procedimentos cabíveis.

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

Motocicleta recuperada na vicinal jamanxin a aproximadamente 6 km da cidade em uma área de mata(Foto:Policia)
Motocicleta recuperada na vicinal jamanxin a aproximadamente 6 km da cidade em uma área de mata(Foto:Policia)

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Morre a professora “Ivanete Cruz ” que tratava depressão

Professora Ivanete Cruz que sofria de depressão profunda e diabetes, passou mal e veio a óbito na manhã deste domingo (14), em hospital no município de Trairão.

Conforme informações a Professora estava afastada para tratamento, ela se encontrava no município do Trairão , pela manhã deste domingo teve uma crise e foi internada no hospital Municipal de Trairão onde veio óbito.  Os médicos suspeitam de intoxicação por medicação controlada.

O corpo da professora esta sendo velado no ramal 22 endereço da família, e será sepultado na manhã desta segunda-feira (14) no cemitério municipal de Trairão.

 A educação de Novo Progresso em LUTO!

Era professora de História na Escola Tancredo Neves e estava afastada desde o início do ano, tratando de sua saúde! Alunos, colegas e professores lamentam muito a perda de uma grande profissional!

SINTEPP-NP EMITIU NOTA
Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará – SINTEPP/ Subsede Novo Progresso, vem a público expressar sua consternação pelo falecimento, na manhã do dia 14 de julho de 2019, da Professora Ivonete Cruz.
Manifestamos nosso apreço por essa grande companheira, que esteve sempre presente contribuindo em nossas lutas em todos os momentos, sempre com a convicção de que a educação tem que ser vista com o prisma da dignidade e que a valorização do profissional da educação é a manifestação de um respeito incondicional.

Neste momento nos juntamos à dor dos familiares e amigos dessa grande companheira e profissional exemplar e que nos deixa como legado a importância de acreditar na educação como instrumento de luta por dia melhores.
Ivonete Cruz, Presente!
Coordenação SINTEPP/Subsede Novo Progresso.

Amigos postaram nas redes sociais877bbd1f-427b-4597-b427-94b322973db8

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

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Homem é encontrado morto com marcas de tiro em Castelo dos Sonhos- IMAGEM FORTE;

( Foto:Policia) –Um homem de Identificado como Marcio Vicius Ferreira dos Antos ,  foi encontrado morto com marcas de tiro em Castelo de Sonhos na noite de domingo (15), informou o  sub Tenente Cruz. Ele estava no meio da rua no bairro Avenida  Industrial, Bairro Jardim Vitória quando foi achado.

Conforme o Sub Tenente, o corpo foi encontrado por volta das 23h00mn e tinha marcas de dois tiros na cabeça.
OCORRÊNCIA: Que por volta das 23:00 h fomos informados por populares que o nacional  marcos vinicius Ferreira Santos  tinha sido baleado na Av.  Industrial, Bairro Jardim Vitória, a Gu se deslocou até o local e constatou a veracidade dos fatos, foi informado ao enfermeiro de Platão, quando o mesmo chegou no local a vítima   já tinha vindo a óbito. Foi informado a polícia civil e Funerária para os procedimentos. Está gu fez buscas  próximas ao local do fato  na tentativa de captura o acusado mas sem êxito.[Por:Sub Tenente Cruz]

A Policia Civil vai investigar  crime.

Fonte:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO
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Milícias se expandem pelo Pará e disputam narcotráfico com facções

Corpo de homem assassinado em Belém, uma das capitais mais violentas do país Yan Boechat/Folhapress – Foi o som das sandálias se movimentando de forma repentina sobre o piso de cimento liso que chamou a atenção de Paulo. O movimento frenético dos pés em fuga, as cadeiras caindo, os saltos sem nenhum grito, nenhuma palavra, lhe deram a certeza de que algo grave ia acontecer.

Estivera a noite toda tão concentrado na sinuca que não percebeu os dois atiradores. Quando tirou os olhos do feltro verde puído, achou o homem com a escopeta calibre 12 em posição de tiro. Teve tempo de ver o primeiro tiro acertar um rapaz que fugia. Ouviu mais um, dois, três. “Eu me joguei debaixo da mesa de sinuca”, relembra Paulo (ele pediu para ter o nome real omitido), seis meses após aquela noite de janeiro.

A carga do primeiro tiro atingiu o braço. Tentou fingir-se de morto, mas mudou de ideia. Correu. “Quando pisei na calçada senti aquele tranco, parecia uma bomba, voei. Na queda quebrei o braço”. Imóvel, agora com um tiro nas costas e o rosto no chão, ouviu o homem se aproximar.
Leia Também:CB da PM é assassinado com 14 tiros

Fechou os olhos e esperou o impacto. O tiro falhou. Ouviu o engatilhar outra vez. A segunda munição tampouco disparou. Os homens, como vieram, se foram. Em silêncio.

Paulo teve sorte. Ficou 40 dias internado, passou por cirurgias, precisou retirar um pedaço da coxa para enxertar no braço parcialmente dilacerado. Há poucas sequelas.

Jamais foi ouvido pela polícia, e o ataque nunca foi investigado. Ainda assim, ele, seus colegas que estavam no bar, a polícia e qualquer pessoa que viva na extensa periferia da área metropolitana de Belém, sabe exatamente o que aconteceu naquela noite às margens do rio Tucunduba.

Paulo, como centenas de jovens paraenses, fora alvo de um típico ataque de milicianos que disputam o controle do tráfico de drogas com o Comando Vermelho nos bairros pobres da capital paraense. Tem sido assim nos últimos anos. Belém assiste ao crescimento de grupos de policiais, ex-policiais e agentes de segurança pública que se unem para cometer crimes e dominar regiões da capital paraense.

O avanço das milícias por aqui só tem paralelo no Rio. Em nenhum outro estado brasileiro organizações criminosas comandadas por policiais e ex-policiais estão tão organizadas, estruturadas e dominam áreas tão vastas. “Nos últimos anos, eles proliferaram com incrível rapidez e passaram a atuar de forma ativa no tráfico de drogas”, diz o promotor da Justiça Militar paraense Armando Brasil.

Segundo investigações da Polícia Civil e do Ministério Público do estado, os milicianos dominam o transporte alternativo em várias regiões, a venda de gás em diferentes favelas, a oferta de serviços de TV a cabo, a venda e transporte de produtos contrabandeados e serviços de segurança.

Além disso, controlam parcela considerável do tráfico de drogas local, rivalizando com as facções criminosas. “Aqui os policiais apreendem ou roubam drogas de grandes criminosos para distribuírem a uma rede de pequenos traficantes controlada por eles”, diz o chefe da Secretaria Adjunta de Inteligência e Análise Criminal, Carlos André Costa.

Não há consenso entre investigadores, autoridades e especialistas que estudam a violência sobre as razões que levaram o Pará, estado com características distintas do Rio, ser onde o modelo das milícias prosperou. Mas há pistas.

As polícias do Rio e daqui são as mais violentas do Brasil. No Rio, de acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), as forças de segurança do Estado deixaram um rastro de 8,9 mortos para cada grupo de 100 mil habitantes em 2018. Mataram 1.534 pessoas no ano passado. “Não há notícia em todo o mundo de uma polícia mais violenta que a do Rio de Janeiro, nem as forças de segurança da América Central matam tanto”, diz Samira Bueno, diretora-executiva do FBSP.

O Pará, quarto estado mais violento do país, segue o Rio de perto. Em 2018, as polícias do estado mataram mais de 600 pessoas —ou 7,2 para cada grupo de 100 mil habitantes. Em cinco anos, as mortes cometidas por policiais no Pará cresceram mais de 300%. No Rio, a expansão beira 200%. “Não é possível ser categórico, mas há indício de que uma polícia violenta seja a semente para as milícias”, diz Bruno Paes Manso, do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo.

Assim como mata, a polícia paraense é também uma das que mais morre. Só em 2018, 45 policiais perderam a vida, quase todos fora de serviço. O Pará sempre foi um estado violento, mas a chegada das milícias é um fenômeno novo. “Sempre houve esquadrões da morte com policiais, mas é só a partir de 2014 é que vamos ver esse tipo de organização envolvendo policiais e ex-policiais”, diz o geógrafo da Universidade Estadual do Pará Aiala Couto, que estuda o crescimento da violência em Belém.

Corpo de homem assassinado em Belém, uma das capitais mais violentas do país Yan Boechat/Folhapress
Corpo de homem assassinado em Belém, uma das capitais mais violentas do país Yan Boechat/Folhapress

A explicação para isso, afirma, pode ser o processo de profissionalização pelo qual passou o crime no estado, com a chegada de facções no final da década passada. Hoje, Belém pertence ao Comando Vermelho. O PCC foi expulso da capital paraense e controla o sul do estado.

“O CV, ao contrário do PCC, é mais belicoso, sempre teve atitude de enfrentamento contra a polícia, isso talvez tenha feito os policiais se unirem e, unidos, perceberam que podiam lucrar —além de fazer um combate direto— sem as fardas”, diz André Costa, secretário adjunto de inteligência.

Costa também vê a decisão do governo paraense de permitir aos PMs levar suas armas para casa como determinante para expandir as milícias. “A partir de 2013 eles ganham esse direito, em 2014 surge a primeira milícia, e em 2015 a coisa começa a se espalhar.”

Desde então, parte das chacinas que tornaram Belém uma das capitais mais violentas é cometida com armas exclusivas das forças de segurança, como as pistolas .40.

Foi assim em maio deste ano, quando 11 pessoas —nove delas sem passagens pela polícia— foram mortas em um bar no bairro do Guamá, área próxima ao centro de Belém e em constante disputa entre o tráfico e as milícias.

Após uma rápida investigação, a Polícia Civil chegou aos autores. A chacina fora encomendada e realizada por ao menos quatro PMs, que, como de costume, usaram suas armas de serviço no crime.
“Até a munição era da PM, os policiais estavam usando balas compradas para treinamento, com carga menor de pólvora, mas letais”, diz o promotor da Justiça Militar Armando Brasil.

Paulo jamais pensou na hipótese de uma munição com menos pólvora desviada do paiol da tropa de choque da PM paraense ter sido a causa do que ele chama de milagre. Atribui a sobrevida aos desígnios divinos. “Deus me deu outra chance e agora não me desviarei mais”, diz ele.

Em todo caso, decidiu não andar mais pelas ruas de paredes pichadas com a sigla do Comando Vermelho de seu bairro depois que a noite cai. “Os milicianos continuam por aqui.”
Morte de cabo da PM detonou proliferação das milícias

Maria Auxiliadora do Socorro, de 62 anos, ainda viu o neto ser abordado pelos homens vestidos de preto a bordo das motos que cortavam as vielas do bairro Terra Firme na noite do dia 4 de novembro de 2014.
Sentira algo e foi até a esquina onde o neto estava. Nervosa, abriu a Bíblia. Eclesiastes capítulo 8, versículo 10: “Assim também vi os ímpios, quando os sepultavam; e eles entravam, e saíam do lugar santo; e foram esquecidos na cidade, em que assim fizeram; também isso é vaidade”.

Ela diz que começou a ouvir os tiros antes de terminar a leitura. Foram seis. Um atingiu a mão de Eduardo, o neto de Maria. Os demais, a nuca. Eduardo, 17, foi a primeira das 13 vítimas da Chacina de Belém, marco no ciclo de violência que a cidade passaria a enfrentar. Ao longo daquela noite e da madrugada seguinte, motoqueiros encapuzados mataram jovens aleatoriamente nas periferias.

Horas antes, Antônio Figueiredo, o cabo Pety, fora assassinado em Guamá. Integrante da tropa de elite da PM paraense, Pety foi o primeiro militar a criar uma milícia com controle territorial em Belém. “Ele esteve duas vezes no Rio atuando junto à Força Nacional e essa passagem por lá o influenciou”, diz o promotor Armando Brasil. “Sua mulher pensa o mesmo, que após ele retornar tudo mudou.”

Pety foi morto pelo Comando Vermelho em uma disputa pelo controle dos bairros pobres de Belém, desencadeando a proliferação de milícias. “Ali é o início, e os governos do Pará foram omissos com a reação dos policiais e a expansão dessas organizações criminosas”, diz o deputado estadual Carlos Bordalo (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia. Bordalo foi relator da CPI que investigou a chacina.

O sargento Silvano Oliveira da Silva, vereador pelo PSD em Belém, era amigo do cabo Pety e serviu com ele na Força Nacional, no Rio. Admite que o amigo se envolveu em relações ilícitas, mas não que existam milícias em Belém.

“O que há é grupo de extermínio. Mas esse negócio de milícia é invenção do PT”. Silvano elegeu-se na esteira do discurso de endurecimento da polícia. “Tem que matar, o grupo de extermínio é a revolta do policial contra o sistema injusto. Após a morte do Pety, 12 bandidos foram mortos.”

Ele e o deputado federal Delegado Éder Mauro (PSD) são citados como incentivadores da violência policial no estado. Ambos já foram investigados e nunca foram indiciados pelo Ministério Público, que afirma jamais ter encontrado indícios de elo com milícias.

Para Maria Auxiliadora, a tragédia não acabou naquele novembro de 2014. Dois anos depois, outro neto foi atingido por um tiro em ação similar. Neste mês, ele passou por nova operação para reverter a colostomia feita após ser baleado. “Nunca investigaram nada, mas dizem que foi a milícia. Nem quero mais saber, quero que esse sobreviva.”
Fonte:FOLHA DE SÃO PAULO /Por:Yan Boechat

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Florestas de Papel – Um empresario dono de oito empresa é preso em ferias na cidade de Fortaleza,Ceará.

( Foto: Divulgação/PF) – Um empresário de Manaus (AM) que é dono de pelo menos oito das 22 empresas envolvidas no mega esquema criminoso de desmatamento da Amazônia descoberto pela PF, foi preso na manhã dessa sexta-feira (12), na cidade de Fortaleza, Ceará.
O acusado passava férias no local com a esposa. Ele é um dos alvos da operação ‘Florestas de Papel’ deflagrada sexta-feira (12) no Amazonas, Roraima, Pará, Maranhão e Mato Grosso.

PF cumpriu mandados em madeireiras — Foto: Divulgação/PF
PF cumpriu mandados em madeireiras — Foto: Divulgação/PF

Ação da PF foi realizada em 5 estados mira esquema de desmatamento ilegal que movimentou R$ 80 milhões
Operação cumpriu 70 medidas judiciais contra 22 madeireiras suspeitas de envolvimento em esquema de fraude. PF identificou desmatamento de 260.000 metros cúbicos de madeira, o suficiente para encher 8 mil caminhões. Madeireiras de Novo Progresso, Itaituba, Santarém são investigadas no Pará.
As investigações seguem sob segredo de justiça, nome do empresario preso e donos de madeireiras investigadas e empresa não foi divulgado.

Polícia Federal faz operação em 5 estados contra o desmatamento ilegal da Amazônia
Polícia Federal faz operação em 5 estados contra o desmatamento ilegal da Amazônia

A Polícia Federal deflagrou a operação Florestas de Papel em Roraima, Amazonas, Mato Grosso, Maranhão e Pará nesta sexta-feira (12) A ação mira um esquema de desmatamento ilegal na Amazônia que movimentou pelo menos R$ 80 milhões.

Até as 12h (13 de Brasília), quatro pessoas já haviam sido presas e uma estava foragida. Entre os presos há um empresário que estava de férias em Fortaleza. Ele é apontado como um dos principais beneficiários do esquema e tem oito empresas em seu nome.

Ao todo, foram expedidos oito mandados de prisão 56 de busca e apreensão e quatro de suspensão de atividades econômicas. De acordo com a PF, há alvos com mais de um mandado de prisão por serem investigados em mais de um processo.

A operação mira 22 madeireiras que cometeram as irregularidades entre 2014 e 2017, principalmente no Sul de Roraima. Os mandados foram expedidos pela 4ª Vara da Seção Judiciária do estado.

Nas investigações, a PF identificou o desmatamento de 260.000 metros cúbicos de madeira, o suficiente para encher 8 mil caminhões.
Polícia Federal faz operação em 5 estados contra o desmatamento ilegal da Amazônia

Segundo a polícia, os donos das firmas usavam laranjas e empresas de fachada para conseguir a emissão de DOFs, licença exigida para transporte e armazenamento de produtos e subprodutos florestais de origem nativa, como toras de madeira e madeira serrada.

As fraudes eram feitas no SISDOF, sistema do IBAMA que gerencia a expedição dos Documentos de Origem Florestal (DOF).

 Ação envolve mais de 150 policiais federais em RR, AM, MA, PA e MT — Foto: Divulgação/PF

Ação envolve mais de 150 policiais federais em RR, AM, MA, PA e MT — Foto: Divulgação/PF

“A PF identificou mais de 91.000 metros cúbicos de madeira serrada que teriam sido “regularizadas” mediante fraude. Convertidas em toras de madeira, este quantitativo se aproxima de 260.000 metros cúbicos, ou 120.000 toras, o suficiente para carregar aproximadamente 8 mil caminhões”, detalhou a PF.

Dentre as espécies desmatadas encontravam-se Ipês, Cedros, Maçarandubas, Aroeiras e Jacarandás, dentre outras. No mercado, o valor das madeiras envolvidas na fraude poderia chegar a quase R$ 80 milhões.

Por :JORNAL FOLHA DO PROGRESSO COM INFORMAÇÕES DA PF
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Dentre as espécies desmatadas encontravam-se Ipês, Cedros, Maçarandubas, Aroeiras e Jacarandás, dentre outras. No mercado, o valor das madeiras envolvidas na fraude poderia chegar a quase R$ 80 milhões.(Foto:PF)
Dentre as espécies desmatadas encontravam-se Ipês, Cedros, Maçarandubas, Aroeiras e Jacarandás, dentre outras. No mercado, o valor das madeiras envolvidas na fraude poderia chegar a quase R$ 80 milhões.(Foto:PF)

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Produtor Rural é amarrado durante assalto no interior de Novo Progresso

Por volta das 09h desta sexta-feira (12), um produtor rural foi alvo de dois criminosos que invadiram sua propriedade, próximo há comunidade de Alvorada da Amazônia. (Imagem ilustrativa)
Conforme a vítima, os criminosos estavam provavelmente, com um revólver calibre 38 e uma espingarda(calibre não identificado) , quando foi surpreendido ao chegar de serviços na propriedade, entraram  na sua residência e anunciaram o assalto. Eles amarraram o produtor.
Os bandidos saíram com uma motocicleta HONDA BROS  de cor Vermelha Paca QED 6348. Assim que conseguiu se liberar, a vítima acionou a Policia Militar. Os militares realizaram buscas, mas os criminosos não foram encontrados.
O trabalhador não conseguiu identificar os assaltantes – não olhou para os ladrões – não tem suspeitos.
Fonte:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO
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Número de acidentes com caminhões na rodovia Br 163 aumentam com safra de milho

(Foto:Via WhatsApp ao Jornal Folha do Progresso)- Enquanto Mato Grosso bate recorde na exportação de grãos por meio do sistema portuário do Estado do Pará instalado às margens do rio Tapajós em Miritituba e Santarém, a BR-163, que liga o Mato Grosso até os portos do Pará, enfrenta os piores índices de mortes dos últimos anos por conta do aumento do fluxo de carretas que transitam diariamente pela caótica rodovia federal. “Mês de julho é o forte da colheita de milho no Mato Grosso”.

Sem Postos de PRF ( Polícia Rodoviária Federal) com sinalização precária , os quase  800 km tem buracos na pista e os acidentes aumentam no dia dia. Muitos com vitimas fatais, outros com percas da carga e danos materiais no veiculo, os acidentes deixam um rastro do descaso com transito caótico da rodovia 163 no estado do Pará.

BR 163-Acoidente próximo Cachoeira da Serra (Foto:Whasts APP)
BR 163-Acoidente próximo Cachoeira da Serra (Foto:Whasts APP)

Boa parte dos acidentes tem a participação de motoristas transportando soja e milho do estado do Mato Grosso aos portos do Pará.

Causas
As principais causas e seus respectivos índices médios de gravidade são: ultrapassagem indevida,precariedade da sinalização,desobediência à sinalização, imprudência,velocidade incompatível,ingestão de álcool e dormindo. 

Acidentes

Nesta terça-feira(09) uma carreta carregada de milho tombou próximo ao distrito de Moraes Almeida, a carga foi saqueada por populares não houve vitimas, nesta quinta-feira (11), outra careta nas proximidades do distrito de Cachoeira da Serra carregado com milho, o motorista perdeu controle do caminhão e tombou na pista, sem vitimas.
Não tem trecho bom ou ruim, toda a rodovia é tomada por caminhões carregados com milho ou soja, para quem trafega sabe dos perigos enfrentado.
Embora não tenhamos dados concretos , mas na delegacia de Policia local nos deparamos todos os dias com uma ocorrência de acidente envolvendo caminhão na rodovia.

Rodovia

Nos últimos meses, se tornou comum encontrar pela BR carretas de milho e/ou soja tombadas na beira da estrada, complicando ainda mais a chegada da mercadoria em seu destino final.

A rodovia federal faz parte do corredor logístico da soja e  milho nesta época do ano e recebe uma média diária de 2.500 veículos. A situação se agrava ainda mais com a chegada do processo de colheita da soja nos  meses de Janeiro/fevereiro quando cresce o fluxo de carretas transitando pela rodovia com destino aos portos de Miritituba e Santarém no Pará.

O período do inverno amazônico, quando o volume de chuva aumenta na região, um trecho sem pavimentação serve para dificultar ainda mais a vida dos milhares de motoristas que transitam pela BR 163 no estado do Pará.

Fonte:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

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Acidente em Moraes Almeida (Foto:Jornal Folha do Progresso)
Acidente em Moraes Almeida (Foto:Jornal Folha do Progresso)

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Menino de 13 anos morre com derrubada de arvore em Novo Progresso

(Foto:Reprodução Facebook)- Mais um caso de morte em derrubada de arvore dentro de floresta é registrado em Novo Progresso.

Desta vez um menino de 13 anos morreu debaixo de uma arvore, em uma fatalidade – próximo a outra pessoa  que trabalhava em derrubada de mato. Mesmo com a chegada rápida de pessoas no resgate – a cabeça foi atingida – o garoto não resistiu aos ferimentos.

O caso aconteceu na manhã desta segunda-feira(08) por volta das 10h00mn, em uma propriedade rural distante aproximadamente 80 km da cidade de Novo Progresso.

A família postou a tragédia nas redes sociais;

A irmã de Jardilson postou nas redes social https://www.facebook.com/luzianecostasilva.luzia/posts/419778555289464?comment_tracking=%7B%22tn%22%3A%22O%22%7D
A irmã de Jardilson postou nas redes social Facebook

A mãe do menino informou ao Jornal Folha do Progresso que o menino tem 13 anos e estava a passeio na fazenda e houve uma fatalidade!

O corpo de menino foi sepultado sob dor e comoção no cemitério municipal na terça-feira (09).

O caso já foi noticiado a delegacia de policia civil de Novo Progresso, que atuou procedimento para investigar as causas do acidente e adotar as medidas legais cabíveis.

Os nomes dos envolvidos não estão sendo divulgados em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Atualizada às 14:50:36 de 12/07/2019

Por:JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

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Fotos Reprodução Facebook
Fotos Reprodução Facebook

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