NASA apresenta o Marsmobile, jipe feito para andar em Marte

Ainda não se sabe quando é que o Homem vai pisar o solo marciano, mas o carro que vai transportar os astronautas já está pronto.

A NASA apresentou, no Kennedy Space Center no último fim de semana, o jipe que foi criado para explorar o planeta Marte.

O veículo, segundo o International Business Times, tem rodas todo-o-terreno. Mais do que um meio de transporte, é um laboratório sobre rodas, pois está equipado com sistemas de navegação e comunicação e é capaz de criar e manter a atmosfera necessária para a sobrevivência dos astronautas.

“O jipe foi desenhado para explorar as paisagens de Marte. A próxima geração de exploradores espaciais poderão viajar e trabalhar num veículo-laboratório de alta tecnologia como este”, explicou a NASA.

O veículo tem um motor elétrico, painéis solares e ainda uma bateria de 700 volts, estando dividido em duas partes. A da frente é para observar e fazer o reconhecimento do território, a de trás é um verdadeiro laboratório que permitirá aos astronautas analisar o que for surgindo durante exploração do terreno

Fonte: Notícias ao minuto.
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Cientistas checos veem risco crescente de asteroide colidir com a Terra

O risco de a Terra ser atingida por um asteroide de uma chuva de meteoros conhecida como Táuridas está aumentando, afirmaram cientistas checos nesta terça-feira.

Os astrônomos, da Academia Checa de Ciências, chegaram a essa conclusão depois de analisar 144 bólides – grandes meteoros que explodem na atmosfera – da Táuridas e detectar um novo “ramo” com pelo menos dois asteroides que têm entre 200 e 300 metros de diâmetro.

“Provavelmente, o ramo também inclui muitos asteroides não detectados que têm dezenas de metros de diâmetro ou mais”, informou a academia checa em uma nota à imprensa.

“Portanto, o perigo de uma colisão com um asteroide cresce significativamente” a cada vez “que a Terra encontra esse fluxo de material interplanetário”.

O novo ramo compreende objetos que se movem juntos em torno do Sol, e a Terra se encontra com ele a cada poucos anos por um período de cerca de três semanas.

“Durante este período, a probabilidade de uma colisão com um objeto maior (de cerca de dezenas de metros de diâmetro) é acentuadamente maior”, informou a Academia.

Os asteroides são muito frágeis, mas quando eles são grandes assim, podem penetrar profundamente na atmosfera e representar uma ameaça real de colisão com a Terra, acrescentou.

O estudo pede pesquisas futuras para obter “uma melhor descrição dessa fonte real de objetos potencialmente perigosos, grandes o suficiente para causar um desastre local ou mesmo continental”.

O artigo está disponível no site da Astronomy & Astrophysics (https://www.aanda.org/component/article?access=doi&doi=10.1051/0004-6361/201730787), pendente de publicação em sua revista renomada.

Fonte: MSN.
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Cientistas descobrem planeta com temperaturas de 4300ºC

O planeta descoberto é mais quente que a maioria das estrelas

Cientistas descobriram que o planeta gasoso KELT-9b, localizado a 650 anos-luz da Terra, na constelaçã Cisne, tem temperaturas extremas que chegam a 4,3 mil graus Celsius. Ele é considerado mais quente que a maioria das estrelas.

Segundo explica O Globo, a temperatura das estrelas varia entre 2,1 mil graus Celsius e mais de 100 mil graus Celsius, mas a maioria delas têm temperaturas entre 2,1 mil graus Celsius e 3,4 mil graus Celsius. O nosso Sol tem temperatura de 5,5 mil graus Celsius.

O KELT-9b também possui outras características inéditas: o planeta tem 2,8 vezes mais massa que Júpiter, mas apenas metade de sua densidade, porque a radiação extrema fez sua atmosfera expandir como uma bexiga de ar.

“É um planeta como qualquer outro pelas definições típicas baseadas na massa, mas sua atmosfera é diferente da de qualquer outro planeta que já vimos por causa da temperatura no seu lado iluminado”, explicou Scottt Gaudi, professor de Astronomia na Universidade Estadual de Ohio e líder do estudo publicado na revista “Nature”.

A estrela que orbita esse planeta, a KELT-9, também tem temperaturas elevadas, sendo duas vezes maior e mais quente que o nosso Sol. “A KELT-9 erradia tanta radiação ultravioleta que ela deve evaporar completamente o planeta “, disse Keivan Stassun, professor de Astronomia na Universidade Vanderbilt e coautor do estudo.

Além disso, o KELT-9b pode ser engolido pela estrela, caso ela se expanda.

“A KELT-9 inchará para se tornar uma estrela gigante vermelha em cerca de um bilhão de anos”, disse Stassun.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Júpiter e Saturno prometem iluminar as suas noites

Mês de junho terá alguns fenîmenos astronômicos que merecem atenção

Se você gosta de olhar para o céu em busca de fenômenos astronômicos fora do comum, saiba que em junho terá duas razões para ficar atento.

De acordo com o anunciado pelo Observatório Astronômico de Lisboa, e transmitido por vários órgãos comunicação social pelo mundo fora, durante os próximos dias Júpiter e Saturno estarão no ‘campo de visão’.

Já no dia 4, Júpiter estará a 2 graus da Lua, algo que, segundo o site Science Alert, permitirá que a sua presença seja notada no céu, mesmo que resida em uma cidade grande.

Por outro lado, um dia antes do solstício de verão no hemisfério sul, também Vênus estará a 2 graus da Lua, algo que permitirá com que os mais atentos vejam o seu brilho à distância.

Saturno ficará, em junho, a 3 graus da Lua – dia 10 -, sendo possível ser visto a olho ‘nu’. Por isso, se prepare para viajar pelo espaço mesmo com os pés na Terra.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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NASA marca primeira missão até o Sol para 2018

A NASA comentou que a ideia é chegar “o mais próximo do que nunca” de nosso Sol

A NASA anunciou ontem (31) que vai lançar uma missão para chegar ao Sol em 2018. A “principal estrela” de nosso Sistema Solar será a meta da Sonda Solar Parker, batizada com o nome de Eugene Parker, cientista que trouxe a teoria dos ventos solares e jatos supersônicos de radiação.

Em comunicado para a imprensa, a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA) dos EUA comentou que a ideia é chegar “o mais próximo do que nunca” de nosso Sol. A Sonda Solar Parker está sendo desenvolvida pelo Laboratório Johns Hopkins Applied Physics e deve ser lançada pelo foguete Delta IV Heavy em julho ou agosto de 2018.

Segundo a NASA, a Sonda Solar Parker vai levar cerca de sete anos de aproximação ao Sol e orbitando ao redor da estrela. Ainda, para chegar ao destino, o equipamento fará sete sobrevoos em Vênus e, isso, eventualmente vai levá-lo para 3,7 milhões de milhas do Sol — o que é oito vez mais próximo da estrela do que a humanidade já alcançou.

Ao chegar próxima ao Sol, a Sonda Solar Parker vai analisar a atmosfera e buscar informações para os cientistas entenderem melhor como funcionam os ventos solares, que são partículas altamente carregadas na forma de plasma. Caso você não saiba, esses ventos viajam até o Planeta Terra e param em ‘nosso’ campo magnético.

Fonte: ORMNews.
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Marte teve água durante mais tempo do que se pensava

Continua-se, no entanto, sem saber se esta água teria suportado alguma forma de vida

Grandes concentrações de silício descobertas em Marte indicam que o planeta teve água líquida, elemento fundamental para a vida, durante mais tempo do que se pensava. Essa é a conclusão a que chegou o estudo publicado nesta terça-feira (30) na revista Geophysical Research Letters.

As concentrações de silício, o segundo elemento químico mais abundante na crosta terrestre, foram detectadas pelo veículo robotizado norte-americano Curiosity em marcas circulares na cratera de Gale.

Segundo o autor principal do estudo, Jens Frydenvang, da universidade dinamarquesa de Copenhague e do laboratório norte-americano Los Alamos, o silício parece ter migrado de sedimentos rochosos muito antigos para rochas sobrepostas mais recentes por meio de água que fluía através de fraturas rochosas.

A missão Curiosity, em solo marciano desde agosto de 2012, procura investigar a possível habitabilidade do planeta, tendo chegado à conclusão que a cratera de Gale teve em tempos um lago com água líquida.

O estudo agora publicado sugere que, mesmo quando o lago teria eventualmente evaporado, quantidades significativas de água líquida no subsolo perduraram durante muito mais tempo do que se julgava. Continua-se, no entanto, sem saber se esta água teria suportado alguma forma de vida.

As marcas circulares com silício foram descobertas em uma elevação de 20 a 30 metros, perto de uma camada de sedimentos rochosos antigos.

O estudo, citado em um comunicado pelo laboratório Los Alamos, refere que algumas das rochas que têm as ‘auréolas’ de silício foram depositadas pelo vento, tal como as dunas. Tais dunas, sustentam os autores, só poderiam existir se o lago tivesse secado.

A presença de marcas circulares de silício em rochas formadas depois de o lago da cratera de Gale ter possivelmente secado indica, de acordo com os investigadores, que água subterrânea continuava a fluir nas rochas mais recentemente do que se pensava. Com informações da Lusa.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Cientista russo cria método para possibilitar colonização de Marte

Aleksandr Popov possui oito patentes ligadas à exploração do planeta

Um cientista da cidade russa de Arkhangelsk acabou de patentear uma invenção para criar uma nova atmosfera em Marte, o que, teoricamente, poderia ajudar a controlar as condições climáticas e, assim, tornar possível a colonização no Planeta Vermelho.

Aleksandr Popov, membro da Academia Internacional de Ciências, já possui oito patentes, todas ligadas à exploração de Marte. Para criar uma nova atmosfera no planeta, o pesquisador propôs utilizar as calotas polares de Marte, compostas de dióxido de carbono sólido e gelo. Segundo ele, a cada dois anos, essas calotas começam a “derreter” e atingir um estado gasoso, com o gelo permanecendo na superfície.

“Com a ajuda de um sistema de energia solar concentrada, isso pode ser convertido em vapor, que depois é transformado em névoa ou nuvens”, explicou ele à Rossiyskaya Gazeta.

Em um segundo momento, conforme relatou Popov, poderia ser formada uma camada de ozônio no planeta, através de um método também patenteado por ele e muito mais simples do que as tentativas de outros cientistas: dióxido de carbono, para aumentar a temperatura e deixar o ambiente mais favorável. O cientista sugere utilizar um cabo de ferro liberando ácido nítrico. Durante as tempestades de poeira marcianas, as partículas carregarão o cabo com eletricidade por fricção. Uma descarga elétrica criada na atmosfera provocará a decomposição do dióxido em monóxido de carbono e oxigênio, levando à criação de uma camada de ozônio.

Para Popov, a colonização de Marte já está próxima, podendo começar em 20 ou 30 anos. Atualmente, ele trabalha na melhoria da eficiência de suas invenções, a fim de deixá-las mais acessíveis e práticas. (Sputnik)

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Paleontólogos encontram na Rússia réptil marítimo gigante

O achado é comparável ao tamanho de um ônibus

Cientistas russos encontraram um extraordinário réptil marinho, parecido a um delfim gigantesco, o que altera drasticamente os atuais conhecimentos científicos.

“O focinho deste réptil era insolitamente estreito e fino e, quanto à anatomia, era mais parecido ao maxilar de um delfim ou jacaré gavial, que se alimentam de peixe, do que à boca de outros pliossauros. É um traço muito insólito dos animais, o que significa que pliossauros podiam ocupar mais nichos ecológicos do que nós pensávamos”, disse Valentin Fisher da Universidade de Liège, Bélgica, à revista Current Biology.

Os pliossauros são grandes carnívoros marítimos do Cretáceo e Jurássico. O corpo deles podia atingir 15 metros e o peso era de dezenas de toneladas. Em comparação com animais modernos, se pareciam mais aos jacarés.

Graças aos fortes maxilares, os pliossauros podiam caçar todo o tipo de peixes, incluindo pequenos ictiossauros, plesiossauros e peixes gigantescos Leedsichtys de 20-25 metros de comprimento.

Os cientistas efetuaram investigações na região do rio russo Volga, perto da cidade de Ulianovsk. Nesta zona existem rochas formadas cerca de 130 milhões de anos atrás, no início do Cretáceo.

Nas rochas, os cientistas conseguiram encontrar restos de um pliossauro do tamanho de um ônibus. Somente o crânio mede 1,5 metros. O pliossauro difere muito de outros répteis marinhos. Os cientistas o chamaram de Lushhan itilensis, o que significa “rei das águas do Volga”.

A principal particularidade do “rei” era o focinho e o maxilar parecidos aos dos delfins e jacarés gaviais modernos. Estas espécies se alimentam não de carne, mas de peixe pequeno. Assim, os cientistas concluíram que os pliossauros não eram somente os maiores carnívoros do seu tempo, mas ocupavam outros nichos ecológicos. Isso poderia os ter ajudado a sobreviver a extinção maciça no limite entre o Cretáceo e Jurássico e a existir quase até à extinção de todos os dinossauros e outros répteis do Mesozoico, 65,5 milhões de anos atrás. (Sputnik)

Fonte: Notícias ao Minuto.
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WhatsApp deve usar infraestrutura do Facebook

Esse é um planejamento que tem o objetivo de melhorar a estabilidade do aplicativo.

Segundo um rumor veiculado por meio do Twitter, o WhatsApp deve passar a usar a infraestrutura do Facebook em um futuro próximo. O autor do boato é o perfil WABetaInfo, que sempre publica furos com informações certeiras sobre o aplicativo de bate-papo. Especula-se também que com um número imenso de usuários – mais de 1 bilhão –, os servidores do aplicativo de conversa teria chegado a seu limite.

Em um diálogo que se seguiu após a postagem, um seguidor desse perfil afirmou que essa mudança poderia ocorrer por causa do processo que o Facebook tomou de um grupo de consumidores alemães, por meio da União Europeia, por ter coletado e transferido dados de usuários.

O dono do perfil replicou que não, que o motivo principal seria a melhoria da conexão do serviço do WhatsApp, visto que os servidores do Facebook seriam mais estáveis. Especula-se também que com um número imenso de usuários – mais de 1 bilhão –, os servidores do aplicativo de conversa teria chegado a seu limite, precisando de mais deles para funcionar corretamente.

Fonte: ORMNews.
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Como enviar mensagens que se autodestroem pelo WhatsApp

Burle ponto fraco do mensageiro e converse com amigos de forma secreta com vídeo, foto e texto pelo celular

O WhatsApp ainda não tem mensagens secretas como os rivais Telegram e Snapchat, mas existe um aplicativo que imita o recurso e funciona no celular. O Pronto! Mensagens Secretas é gratuito para Android e iPhone (iOS), e permite troca de texto, fotos e vídeos que se autodestroem depois de um tempo programado pelo usuário.

O melhor de tudo é que não há riscos de banimento, pois o app não viola os termos do mensageiro. Aprenda, no tutorial a seguir, o passo a passo de como criar um chat autodestrutivo para ter mais privacidade ao conversar com os amigos no WhatsApp.

Passo 1. Faça o download e instale o Pronto! Mensagens Secretas para iPhone ou Android.

Passo 2. No primeiro acesso, aceite os termos e avance. Em seguida, conceda permissão para o app usar sua câmera.

Passo 3. Na câmera do Pronto! Mensagens Secretas, você encontrará alguns dos mesmos recursos do WhatsApp. Acima, toque nas opções para escrever e pintar na imagem. Abaixo, escolha o tempo permitido de visualização (10 segundos, 20 segundos ou 24 horas) e toque no cadeado para impedir prints.

Passo 4. Já para enviar textos, toque no botão ao centro. Você verá um campo de digitação e, abaixo, os mesmos controles de tempo de autodestruição e proteção contra screenshot. Ao terminar, toque na seta à direita para avançar.

Passo 5. O Pronto! Mensagens Secretas cria um link e permite escolher o aplicativo para envio. Selecione o WhatsApp e mande em qualquer conversa.

Passo 6. Ao clicar no link, o seu amigo verá uma página web temporária com um contador. Basta ficar tocando na tela rapidamente para visualizar a mensagem durante o tempo permitido.

Passo 7. Caso você se arrependa e queira excluir o conteúdo antes que alguém veja, toque no ícone de mensagem do Pronto! e, em seguida, clique em “recall” para apagar uma a uma. Ao acessar um link recebido por você, contatos vão ver uma página avisando que a mensagem secreta expirou.

O aplicativo de mensagens secretas é gratuito, não contém propagandas e funciona com qualquer outro aplicativo além do WhatsApp, como Twitter e e-mail. A forma de uso é a mesma. O que muda é apenas onde o link da mensagem é compartilhado. E, como o destinatário abre o conteúdo no navegador, não importa se ele tem ou não o Pronto! instalado no celular.

Fonte: ORMNews.
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