Medida da Anatel pode bloquear celulares de 40 milhões de brasileiros

O objetivo da Anatel é combater o comércio irregular de eletrônicos

Cerca de 40 milhões de brasileiros podem ter os celulares bloqueados por conta de uma medida da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que entra em vigor até o final do ano. Quem comprou aparelhos sem a certificação da agência, responsável por regular o setor, pode ser atingido. A informação é de O Globo.

Com a novidade, o registro dos celulares importados sem certificação da Anatel, não será válido. Esse registro, conhecido como Imei, é um número único de cada aparelho.

O objetivo da Anatel é combater o comércio irregular de eletrônicos. O número de lojas e sites que vendem telefones sem homologação tem crescido nos últimos anos. Segundo O Globo, em 15 de setembro as empresas de telefonia devem avisar aos clientes, via SMS, que o aparelho não está regularizado e será bloqueado. Depois de 75 dias da notificação, o telefone poderá ser bloqueado.

Quem comprou o telefone fora do Brasil não terá o aparelho bloqueado caso ele tenha sido certificado por alguma organização estrangeira que faça parte da Associação Internacional do Setor, a GSMA, da qual o Brasil faz parte. Os fabricantes grandes estão neste grupo.
Para ter total segurança, no entanto, só checando tudo antes de comprar. “O único caminho seguro é, antes de comprar um celular, pedir para ver o aparelho, abrir a caixa, ver o selo da Anatel, verificar o Imei, ir ao site da agência para ter certeza de que o celular é homologado. Só assim para ter segurança total”, afirma Fabro Steibel, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade.

Fonte: Correio24hrs.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Facebook lança Find Wi-Fi em todo o mundo

O “Find Wi-Fi” ajuda a localizar redes Wi-Fi disponíveis perto do usuário, que tenham sido compartilhadas por estabelecimentos

O Facebook a disponibilizar nesta sexta-feira (30) em todo o mundo o “Find Wi-Fi” (Encontrar Redes Wi-Fi) para iPhone e Android. O serviço já estava disponível em alguns lugares do mundo e, através de um comunicado, a rede social explicou que eles descobriram que a ferramenta não é apenas útil para pessoas que estão viajando, mas também em áreas onde a infraestrutura de dados móveis é escassa.

O “Find Wi-Fi” ajuda a localizar redes Wi-Fi disponíveis perto do usuário, que tenham sido compartilhadas por estabelecimentos com o Facebook pelas suas Páginas. Assim, onde quer que esteja, você pode facilmente encontrar as conexões mais próximas quando sua rede de dados estiver fraca.

Para localizar pontos de Wi-Fi, clique na aba “Mais” no app do Facebook e depois em “Encontrar Redes Wi-Fi”. Quando estiver na seção “Encontrar Redes Wi-Fi”, você pode precisar ativá-lo. Você poderá então navegar por um mapa com os pontos mais próximos de Wi-Fi disponíveis, além de saber mais sobre os estabelecimentos com eles.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Cientistas descobrem 1ª galáxia com 2 buracos negros supermaciços

Ela está localizada a 750 milhões de anos-luz da Terra

A 750 milhões de anos-luz da Terra está localizada uma das galáxias mais peculiares descobertas até hoje: uma com dois buracos negros supermaciços que giram um ao redor do outro no centro da galáxia. Este é o primeiro caso confirmado da existência de tais galáxias, embora haja possibilidade de elas existirem faz muitos anos.

De acordo com o novo relatório dos pesquisadores da Universidade do Novo México, publicado no Astrophysical Journal, a galáxia distante tem dois buracos negros no centro, cuja massa conjunta é 15 vezes superior à do Sol. A cada 24.000 anos, eles orbitam um ao redor do outro em um dos períodos orbitais mais longos de sempre — cientistas não detectaram uma mínima curvatura durante 12 anos de observação.

Por muito tempo, temos estudado o espaço para tentar descobrir estes dois buracos orbitando como resultado da fusão de duas galáxias”, disse o coautor e professor da Universidade do Novo México, Greg Taylor. “Mesmo com teorias sobre a possibilidade de existência, ninguém os tinha visto até hoje.”

As observações foram feitas através do sistema de radiotelescópios Very Long Baseline Array (VLBA) entre 2003 e 2015. Os pesquisadores da universidade esperam criar um relatório em três ou quatro anos que indique as órbitas precisas dos buracos negros gêmeos.

Espera-se que a galáxia seja de interesse particular para os astrônomos, pois pode dar mais informações e esclarecimentos sobre buracos negros supermaciços e as galáxias que se formam ao redor deles.

“Os buracos negros supermaciços têm muita influência nas estrelas perto deles e no crescimento e evolução da galáxia”, escreve Taylor. “Então, mais conhecimentos sobre eles e sobre o que acontece quando se fundem pode ser importante para conhecer melhor o Universo.”

A Via Láctea, provavelmente, um dia se tornará uma galáxia com buraco negro duplo também, quando colidir com a galáxia de Andrômeda, mais precisamente, em 4 bilhões de anos.

Fonte: Notícias ao minuto.
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WhatsApp finalmente libera função para você apagar mensagens enviadas

Uma função muito aguardada no WhatsApp, finalmente está começando a ser liberada aos usuários. O recurso “Anular” chega para deixar que você apague mensagens enviadas — diferente da capacidade atual, se você apagar uma mensagem de alguma conversa no seu celular, ela também será apagada do celular do destinatário.

Porém, existem algumas “regras” para isso. “O recurso Anular permite que você anule uma mensagem específica enviada para um grupo ou para uma conversa individual. Você só pode anular uma mensagem até cinco minutos após seu envio. Uma vez que os cinco minutos se passaram, não há nenhuma maneira de anular a mensagem”, explica o WhatsApp.

Se você enviar alguma mensagem, tem até cinco minutos para considerar se realmente quer apagar ou não o que escreveu

Isso significa que, se você enviar alguma mensagem, tem até cinco minutos para considerar se realmente quer apagar ou não o que escreveu. A novidade já está listada na área de FAQ no site oficial do WhatsApp e, ao que tudo indica, os usuáros vão começar a receber a funcionalidade entre as próximas semanas.

“As mensagens que você anular com êxito desaparecerão das conversas dos seus contatos. Da mesma forma, se você vir ‘Esta mensagem foi anulada’ em uma conversa, isso significa que o remetente anulou a mensagem dele”, diz o WhatsApp deixando claro que, apesar de você conseguir apagar a mensagem, o destinatário vai saber do sumiço por causa da mensagem automática que fica no mesmo espaço.
Para apagar as mensagens, você precisa fazer o seguinte:

No Android, simplesmente toque e segure continuamente na mensagem para que ela seja destacada, em seguida toque no Botão Menu > Anular.
No iPhone e Windows Phone, simplesmente toque e segure continuamente na mensagem para que ela seja destacada, em seguida toque em Anular

WABetaInfo
Outra observações feitas pelo WhatsApp:

Para que que as mensagens sejam anuladas com sucesso, você e o destinatário deverão estar utilizando a versão mais recente do WhatsApp para Android, iPhone e Windows Phone
Se o destinatário de sua mensagem não estiver utilizando a última versão do WhatsApp para Android, iPhone ou Windows Phone, este recurso não funcionará
Destinatários poderão ver sua mensagem antes de a mesma ser anulada ou se a anulação não for completada
Você não será notificado caso a anulação não funcionar

Fonte: tecmundo.
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CNJ autoriza uso do WhatsApp para intimações judiciais

Uso do aplicativo para fins jurídicos começou em 2015 e já rendeu prêmio a juiz

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) aprovou a utilização do aplicativo para intimações judiciais. A decisão foi tomada por unanimidade durante o julgamento que contestava a decisão da corregedoria do Tribunal de Justiça de Goiás, que proibiu a utilização do aplicativo no juizado Civil e Criminal da Comarca de Piracanjuba (GO).

Segundo o CNJ, a comunicação de atos processuais pelo WhatsApp começou em 2015 e rendeu ao juiz da comarca de Piracanjuba, Gabriel Consigliero Lessa, destaque no Prêmio Innovare daquele ano. O uso do aplicativo de mensagens como forma de agilizar e desburocratizar procedimentos judiciais foi regulamentado na comarca em conjunto com a Ordem dos Advogados do Brasil do município.

O uso do aplicativo é facultativo às partes que voluntariamente aderirem aos termos de uso. Segundo o CNJ, a norma também prevê a utilização da ferramenta apenas para a realização de intimações e exige a confirmação do recebimento da mensagem no mesmo dia do envio; caso contrário, a intimação da parte deve ocorrer pela via convencional.

Ao CNJ, o magistrado da comarca de Piracanjuba justifica que o recurso tecnológico se caracterizou como um aliado do Poder Judiciário, reduzindo custos e evitando a morosidade no processo judicial. Em seu relatório, a conselheira Daldice Santana, relatora do processo, apontou que a prática reforça a atuação dos Juizados Especiais, orientados pelos critérios da oralidade, simplicidade e informalidade.

O CNJ informou que, para proibir a utilização do WhatsApp, a Corregedoria-geral de Justiça de Goiás havia justificado a redução da força de trabalho do tribunal; a falta de regulamentação legal para permitir que um aplicativo controlado por empresa estrangeira, no caso o Facebook, seja utilizado como meio de atos judiciais; e ausência de sanções processuais nos casos em que a intimação não for atendida.

Segundo a conselheira relatora, diferentemente do que foi alegado pelo tribunal, a regulamentação para o uso do aplicativo em Piracanjuba detalha toda a dinâmica para a realização das intimações, estabelecendo regras e também penalidades para o caso de descumprimento e “não extrapolou os limites regulamentares, pois apenas previu o uso de uma ferramenta de comunicação de atos processuais, entre tantas outras possíveis”.

Fonte: noticias.r7
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O Sol pode ter um irmão gêmeo do mal chamado Nêmesis

Loterias sorteiam mais de R$ 160milhõesMega e Quina vão sortear mais de R$ 160 milhões

Rute e Raquel, Paola e Paulina Bracho, e até mesmo o Homem da Máscara de Ferro. Todos eles têm um irmão mau pra chamar de seu. Agora, um estudo indica que mais uma estrela, literalmente, vai entrar para esse grupo: o Sol.

A pesquisa, fruto de parceria entre as universidades Harvard e Berkeley se propôs a pensar numa pergunta quase infantil: “como nascem as estrelas?”. A resposta não envolve nenhuma cegonha, mas tem relação com ovos. Corpos estelares são formados dentro do que os especialistas chamam de “núcleos densos”, agrupamentos gasosos ovais, tão condensados que impedem até mesmo a luz de sair de dentro delas. Mas não é como se esses núcleos fossem impenetráveis, ondas de rádio conseguem atravessar suas paredes. Pensando nisso, pesquisadores apontaram um transmissor de rádio construído pela Nasa para a constelação de Perseu, onde há uma grande concentração de estrelas em formação. O que os estudiosos perceberam é que praticamente todos os corpos estelares são formados em duplas. São gêmeos.

Analisando as estrelas de Perseu, os cientistas traçaram paralelos entre estrelas binárias jovens e velhas. A descoberta aponta que estrelas relativamente novas (de até 500 mil anos) nascem longe uma da outra, com uma distância de 500 unidades astronômicas (ou 500 vezes a distância entre o nosso Sol e a Terra). As jovens estrelas também são alinhadas no eixo da nuvem oval de onde saíram. Com o passar do tempo, as estrelas vão se juntando. Os corpos mais velhos (com até um milhão de anos), por outro lado, não seguem nenhum tipo de alinhamento, mas costumam ter entre si um distanciamento bem menor, de 200 unidades astronômicas (mais ou menos 11 vezes a separação entre a Terra e Urano).

Os dados obtidos na pesquisa foram replicados para tentar responder se o nosso Sol teria também um irmão de gestação.“Queremos dizer que sim, provavelmente tenha havido um Nêmesis há muito tempo”, afirmou em comunicado Steven Stahler, astrônomo da Universidade de Berkeley e coautor do estudo. As estrelas, na hora do nascimento, estariam há mais ou menos 17 vezes a distância entre a Terra e Netuno.

Mas, espera aí. Por que chamar a estrela de Nêmesis (palavra vinda do vinda do grego, usada frequentemente para designar inimigos)? O Nêmesis já é uma velha teoria astrológica. Em 1984 o astrônomo Richard Muller, também da universidade de Berkeley afirmou que uma estrela, há milhões de quilômetros da Terra pode ser a responsável por enviar meteoros para cá. A teoria é de que o corpo estelar tenha passado por uma região com uma alta concentração de asteroides e que suas forças gravitacionais tenham funcionado como um estilingue que arremessa meteoros na direção oposta à sua própria. Se a ideia de que os sois gêmeos se mantêm paralelos quando jovens, o alvo era ninguém mais ninguém menos que o nosso Sol, atingindo a Terra no meio do caminho. Muller afirma, inclusive, que o meteoro que dizimou os dinossauros é fruto de um direcionamento do Nêmesis.

O paradeiro do nosso irmão solar, porém, é desconhecido. Especula-se que, se ele de fato existiu, a gravidade de algum outro corpo tenha o puxado para longe, tirando-o da rota natural de aproximação. Separados ao nascimento, enfim.

Fonte: MSN.
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Vacina BCG contra a diabetes

Usado para prevenir a tuberculose, o remédio surge como opção promissora para tratar o tipo 1 da doença, justamente o que obriga os pacientes a tomarem insulina todo dia

Um remédio criado há 97 anos pode se transformar na cura de uma doença que hoje representa para a medicina um de seus maiores desafios. Em trabalho exemplar, pesquisadores do Massachusetts General Hospital, nos Estados Unidos, estão testando com sucesso o uso da vacina BCG, contra a tuberculose, para tratar a diabetes tipo 1. Na primeira fase dos estudos clínicos, os pacientes submetidos à terapia apresentaram melhora tão considerável que a Food and Drug Administration (FDA), a agência americana responsável pela liberação de drogas e tratamentos, acaba de aprovar a continuidade da pesquisa, desta vez com número maior de participantes.

Existem dois tipos de diabetes. A do tipo 1 é uma doença auto-imune, desencadeada porque o sistema de defesa ataca as próprias células do corpo. No caso da enfermidade, as células destruídas pelo exército imunológico são as beta, localizadas no pâncreas e responsáveis pela fabricação da insulina. O hormônio é o que permite a entrada do açúcar circulante na corrente sanguínea para dentro das células. Sem ele, a glicose se acumula no sangue, caracterizando a doença. É diferente da diabetes tipo 2, associada à obesidade e aos seus efeitos sobre o funcionamento da insulina, não à sua produção. No caso da tipo 2, ocorre o fenômeno da resistência à insulina. Ou seja, o hormônio não atua como deveria. O resultado é o mesmo: o excesso de glicose na corrente sanguínea. As consequências também são iguais. A elevada concentração de açúcar no sangue está na raiz das doenças cardiovasculares, é uma das principais causas de cegueira e também de amputações.

ORQUESTRA AJUSTADA

O efeito da vacina BCG em doenças auto-imunes está no leque de interesses da ciência há alguns anos. É, por exemplo, objeto de estudo no tratamento da Esclerose Múltipla, enfermidade neurológica crônica que afeta o sistema nervoso central. Os dados obtidos até agora mostram que a doença tinha parado de progredir em pacientes vacinados havia mais de cinco anos. Também há evidência de eficácia em vários casos de alergia.

Nas suas investigações a respeito do impacto do imunizante sobre a diabetes tipo 1, os cientistas americanos descobriram que ele atua sobre genes associados a um tipo específico de células de defesa. Tratam-se dos linfóticos T regulatórios. São assim chamados justamente porque têm a função de regular a ação das outras células do sistema imunológico para que tudo funcione de forma ordenada. Nem demais, nem de menos. Quando essas células encontram-se em desequilíbrio, a orquestra da defesa do corpo se desorganiza. Se estão em baixa concentração, permitem que outras componentes ataquem estruturas identificadas erroneamente como agressores, iniciando o processo que dá origem às doenças auto-imunes. “Verificamos que a vacina BCG induz a fabricação dessas ‘boas’ células T”, explicou à ISTOÉ Denise Faustman, diretora de Imunobiologia do Massachusetts General Hospital, professora da Universidade de Harvard e coordenadora da pesquisa. “Usualmente, elas são chamadas de células supressoras e, na diabetes, não funcionam corretamente. O paciente precisa de mais delas.”

A primeira fase do teste clínico realizada sob o comando da médica apresentou resultados muito animadores. Pacientes diagnosticados havia mais de quinze anos manifestaram um crescimento importante das células T regulatórias e a redução de linfócitos que agiam de forma desordenada. “Observamos também um pequeno aumento na produção de insulina pelo pâncreas”, informou Denise. A princípio, a vacina teria indicação bem precisa. “Seria para pacientes com diagnóstico recente e que possuam ainda alguma quantidade de células beta”, afirma a endocrinologista Isabela Bussade, professora na Pós-Graduação da PUC-Rio de Janeiro.

Na etapa agora aprovada pelo FDA, os pesquisadores reunirão 150 pacientes. A expectativa é tão grande entre cientistas e pacientes que o anúncio do início da próxima fase provocou uma corrida ao laboratório para um lugar na pesquisa. “Os telefones não param de tocar. Calculamos que cerca de cem mil diabéticos tentem se inscrever”, contou a médica. É compreensível que seja assim. A diabetes é doença séria e crônica que exige do paciente muito esforço para que permaneça sob controle. No caso do tipo 1, há a dependência de injeções diárias de insulina para evitar o acúmulo de glicose no sangue. Sua cura representaria um alívio para os doentes e uma das maiores conquistas da medicina.

ATIVAÇÃO GENÉTICA
De que forma a vacina funciona

O QUE É A DOENÇA
É auto-imune (o sistema de defesa ataca estruturas do próprio corpo)
Nesse caso, os alvos são as células beta, localizadas no pâncreas, produtoras de insulina. O hormônio “abre” a porta das células para a entrada do açúcar circulante na corrente sanguínea
Sem a substância, há acúmulo de glicose no sangue, caracterizando a diabetes

O QUE FAZ O REMÉDIO
A vacina reequilibra o funcionamento do sistema imunológico promovendo:

Nerthuz
• o aumento da produção de Linfócitos T regulatórios. São parte do sistema imunológico e têm como função regular seu funcionamento, impedindo que as células de “ataque” trabalhem de forma desordenada
• por essa razão, baixas concentrações estão associadas à doenças auto-imunes e a processos de rejeição de órgãos transplantados

COMO PROMOVE O EFEITO
Eleva a expressão dos genes associados aos linfócitos T regulatórios

O QUE ESTÁ DEMONSTRADO
• Pacientes com diagnóstico há mais de 15 anos apresentam aumento no número desses linfócitos e o desaparecimento das células que funcionavam desordenadamente
• Pequena elevação de produção de insulina pelo pâncreas

Fonte: istoé.
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Júpiter, o irmão mais velho da Terra, é muito importante no sistema

 Além de ser o maior dos planetas, Júpiter é também o mais velho deles

Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar, todo mundo sabe mas não custa lembrar. Por causa de seu tamanho gigantesco, tem um papel muito importante na formação e evolução do nosso sistema planetário. Até mesmo com implicações no desenvolvimento e longevidade da vida na Terra. Com sua massa de aproximadamente 320 vezes a massa da Terra, ele atrai, desvia e até mesmo engole uma grande quantidade de cometas e asteroides errantes que, se não fosse assim, viria para as partes mais internas do sistema cruzando perigosamente a órbita da Terra. Numa dessas, um cometa a caminho do Sol resolve dar uma passadinha pela Terra e já era. Pergunte aos dinossauros.

Além de ser o maior dos planetas no nosso sistema, Júpiter é também o mais velho deles. Isso é meio que esperado, pois o período para que todos os planetas se formem é quase igual para todos, então os maiores precisaram se formar antes, ou pelo menos começarem antes. O que ninguém sabia ao certo é quanto tempo antes.

Uma boa ideia desse tempo foi apresentada por uma equipe internacional do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, sediado na Califórnia, EUA. Segundo os pesquisadores, Júpiter se formou bem cedo, tipo 1 milhão de anos depois da formação do Sol. A nuvem que deu origem a todo o resto do Sistema Solar ainda não havia se dissipado e Júpiter já acumulava material suficiente para formar um núcleo com aproximadamente 20 massas da Terra. Tudo isso nesse primeiro milhão de anos. Depois, em um período entre 3 e 4 milhões de anos, Júpiter juntou massa equivalente a 50 vezes a massa da Terra.

Essa conclusão veio da análise de meteoritos ferrosos que caíram na Terra. Os meteoritos ferrosos representam apenas 3% de todos os meteoritos recuperados na Terra e além do ferro eles carregam outros metais. Eles são verdadeiros testemunhos das condições iniciais do Sistema Solar, pois se formaram em seus primórdios e ficaram navegando pelo sistema até que vieram a cair na Terra, sem grandes alterações químicas. O fato é que analisando as quantidades de dois elementos químicos, o tungstênio e o molibdênio, a equipe de do laboratório nacional notou que havia dois grupos distintos, em um tinha mais tungstênio e em outro muito mais molibdênio. De acordo com os pesquisadores isso significa que se formaram em duas nuvens distintas, cada qual com sua abundância de elemento. Mas se eles fazem parte da mesma nuvem original do Sistema Solar, como não se misturaram? Júpiter se formou muito antes do que o tempo necessário para se misturarem e quando se formou, foi tão rápido que abriu um buraco no disco protoplanetário que manteve as duas nuvens separadas! Elas nunca tiveram a oportunidade de se misturarem e, com o tempo, cada qual formou seus asteroides com composições químicas diferentes.

Uma consequência interessante dessa voracidade toda de Júpiter é que, acumulando tanta massa assim em um período muito curto de tempo, Júpiter impediu que mais matéria fosse transportada das partes exteriores do Sistema Solar. O que vinha de fora, não passou além de Júpiter, fazendo com que nosso sistema não tenha as super Terras, ou seja, planetas rochosos com o dobro ou o triplo da massa da nossa Terra e que vemos em tantos outros sistemas estelares. Isso também impediu a engorda de Urano e Netuno, chamados de anões gasosos. Mais ainda, nosso irmão mais velho ainda teria feito com que um terceiro anão gasoso, um outro Netuno em termos de tamanho, fosse ejetado do Sistema Solar e que agora estaria vagando distante, o chamado Planeta 9.

A ideia de haver um núcleo rochoso em Júpiter, que tenha se formado rapidamente, vai de acordo com as mais aceitas teoria de formação desse gigante gasoso e é um dos objetivos de estudo da sonda Juno em órbita dele. Por enquanto, após a sonda ter feito apenas seis rasantes no planeta, não há nada de conclusivo, mas ainda temos que esperar mais um pouco.

Uau, era um cometa?

Não sei se você viu por aí, mas o caso do sinal Uau parece que não está encerrado. Logo depois que eu publiquei o post aqui abaixo começaram a surgir vários astrônomos questionando a hipótese de ter sido um cometa a causar essa confusão toda. As coisas ainda estão, digamos, nebulosas e um astrônomo norte americano sintetizou todos os questionamentos em uma lista de perguntas muito pertinentes, mas também contundentes e convidou o autor do estudo original a respondê-las. Até o momento ele não fez isso, mas assim que tivermos mais um round dessa discussão eu volto com mais novidades.

Fonte: ORMnews.
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Nova geração da caixa de som Bluetooth chega ao Brasil

 Aparelho tem bateria superior ao modelo anterior e é à prova d’água para mergulhos

A JBL anunciou a chegada da Flip 4, a nova geração da caixa de som Bluetooth à prova d’água, ao Brasil. Com bateria de até 12 horas, certificação IPX7 para resistência até mesmo a mergulhos e suporte para Siri ou Google Now, o modelo sem fio já está à venda pelo preço sugerido de R$ 699, o mesmo valor anterior da Flip 3, que agora caiu para R$ 449 no site da fabricante.

JBL Flip 3 ou Charge 3; qual caixa de som tem melhor custo-benefício

O design da Flip 4 segue a linha dos modelos da JBL, com tamanho compacto (6,8 x 17, 5 x 7,0 cm) e material resistente. Um pouco mais avançada que a caixa de som anterior, o novo eletrônico continua à prova d’água, mas agora pode ser submerso em até um metro por no máximo 30 minutos, o que garante a diversão com música em qualquer lugar, inclusive dentro da piscina.

A bateria da nova geração JBL Flip também foi otimizada de dez horas para 12 horas de reprodução de som, uma das mais avançadas nos modelos menores da fabricante. Segundo a empresa, o tempo de carga da caixa de som é de 3,5 horas.

A Flip 4 traz também viva-voz integrado com cancelamento de ruídos e ecos para atender chamadas sem tocar no smartphone ou tablet conectado. Além disso, o aparelho tem suporte para as assistentes virtuais Siri (iOS) e Google Now (Android). Ao sincronizar os apps com a caixa é possível pedir para o celular reproduzir determinada música mesmo à distância.

A tecnologia Connect+, da JBL, para conectar mais de 100 caixas juntas e expandir a reprodução das músicas, e o recurso para parear dois celulares ou tablets sem fio para alternar o som também estão disponíveis na novidade.

A JBL Flip 4 trabalha com Bluetooth 4.2 e dois transdutores de 40 mm, com potência de 8 W cada para auxiliar na qualidade do som. O modelo está disponível nas cores azul, branco, vermelho e camuflado, com previsão de receber uma versão na cor preta e uma edição especial Mosaic. O preço sugerido pela fabricante é de R$ 699.

Fonte: ORMNews.
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WhatsApp vai parar de funcionar em alguns smartphones. Veja quais

São Paulo — O aplicativo de troca de mensagens WhatsApp deixará de funcionar em alguns modelos de smartphones no final deste mês. O anúncio não é novidade, uma vez que havia sido feito ainda em 2016. A empresa até prorrogou por mais um semestre, já que boa parte deveria ter deixado de funcionar na virada do ano passado para 2017.

Vale dizer que os modelos são bastante antigos e englobam aparelhos com Android, Windows Phone e até mesmo alguns modelos de iPhone.

Os modelos são produtos que, em grande parte, caíram em desuso nos últimos anos.

Eles são:

BlackBerry OS e BlackBerry 10
Nokia S40
Nokia Symbian S60
Android 2.1 e Android 2.2
Windows Phone 7
iPhone 3GS/iOS 6
“Por mais que estes aparelhos celulares tenham feito uma importante parte em nossa história, eles não possuem a capacidade requerida para que possamos expandir os recursos de nosso aplicativo no futuro”, explica o WhatsApp em uma publicação em seu blog.

Fonte: ORMNews.
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