Cinco curiosidades sobre eclipse solar que será visto no Brasil

o acontecimento, que é quando a lua passa na frente do sol, poderá ser contemplado, no Brasil, entre 12h40 até 18h05

Um eclipse solar total que poderá ser observado nos Estados Unidos, no próximo dia 21, e também será visto no Brasil, tem algumas curiosidades que você talvez não saiba. Conhece a melhor maneira de registrar o acontecimento? E quando o primeiro foi registrado? O fenômeno, considerado pouco frequente na Terra, causará uma sombra e bloqueará os raios de luz por 2 minutos e 40 segundos.

Segundo o G1, o acontecimento, que é quando a lua passa na frente do sol, poderá ser contemplado, no Brasil, entre 12h40 até 18h05. O episódio será melhor visto no Norte do país, principalmente, de forma parcial, em Roraima. No topo do país, a escuridão deve chegar a 50%.

Descubra cinco curiosidades sobre o fenômeno:

Você sabe quando o primeiro eclipse foi registrado?

A primeira observação teria acontecido no dia 22 de outubro de 2134 a.C. O acontecimento, dizem historiadores, foi visto por dois astrólogos chineses.

Qual a melhor maneira de registrar o fenômeno?

Todo cuidado é pouco. Principalmente com a câmera. É necessário comprar um filtro para evitar que os raios danifiquem o equipamento. A recomendação é esperar que o sol cubra completamente a lua.

O comportamento dos animais é afetado durante o eclipse?

Os pássaros, afirmou a Nasa, seriam os mais afetados. O motivo é a escuridão, o que causa medo e os bichos acabam se escondendo.

E no Brasil, quando será visto um eclipse total?

Já tem data marcada: 30 de abril de 2041.

O clima fica mais frio durante o fenômeno?

A resposta é positiva. No entanto, neste próximo, a temperatura não deverá cair tanto.

Fonte: Notícias ao Minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Pequeno asteroide passará perto da Terra em outubro

O dia que possivelmente acontecerá o fenômeno já tem data marcada: 12 de outubro

Um anúncio feito pela Agência Espacial Europeia (ESA) levantou rumores de que um asteroide do tamanho de uma casa, que varia entre 15 e 30 metros, passará a apenas 44 mil quilômetros da Terra. O dia que possivelmente acontecerá o fenômeno já tem data marcada: 12 de outubro. As informações são do Estadão.

“Trata-se de um objeto muito pequeno”, declarou Detlef Koschny, codiretor da divisão de Objetos Geocruzadores (Near-Earth Objects) da ESA. Ele ainda ressaltou que o corpo celeste não se chocará com a Terra. “Passará tremendamente perto”, destacou Rolf Densing, diretor de operações da ESA. De acordo com Densing, os satélites mais distantes estão a 36 mil quilômetros da Terra.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Como gravar áudio em segundo plano no WhatsApp no Android

Recurso permite gravar até 15 minutos enquanto usa outros aplicativos no celular.

O WhatsApp para Android tem um recurso pouco conhecido que permite gravar áudio em segundo plano. O gravador do mensageiro funciona mesmo ao usar outros apps no celular, permitindo captar o som do microfone por até 15 minutos de forma contínua. Não é preciso, portanto, segurar nenhum botão enquanto estiver gravando o som.

A função está presente somente para o sistema do Google e não chegou ainda para iPhone (iOS) e WhatsApp Web. Para usar, basta fazer o download da versão mais recente disponível na Play Store. Veja, no passo a passo a seguir, o tutorial de como gravar áudio em segundo plano no WhatsApp.

WhatsApp: atalhos para Android e conversa consigo mesmo entre os destaques

Passo 1. Atualize o app do WhatsApp para Android para a versão mais recente disponível na Play Store.

Passo 2. Abra o mensageiro e selecione o chat no qual deseja enviar o áudio. Acesse o menu de compartilhamento (no botão em formato de clipe) e selecione “Áudio”. Você pode criar um chat com você mesmo, caso não queira compartilhar a gravação com amigos.

Passo 3. Você verá uma nova opção para gravar áudio no menu de compartilhamento. Toque no botão para acessar o gravador integrado ao WhatsApp. Na janela flutuante, toque em “Gravar” para começar a capturar o som do seu microfone.

Passo 4. Depois de iniciada a gravação, saia do WhatsApp e use o celular normalmente ou bloqueie o aparelho e deixe sobre a mesa. Perceba que, no topo da tela, há um novo ícone do mensageiro indicando áudio em andamento. Expanda a área de notificações para checar o tempo de gravação. Ao terminar, toque em “Parar” para salvar o áudio.

Passo 5. Ao interromper a gravação, o WhatsApp abre automaticamente e exibe uma tela que permite realizar três ações: ouvir a gravação (botão play), cancelar e enviar no chat. Ao final, compartilhe a gravação na conversa como uma mensagem comum de áudio.

Fonte: TechTudo.
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Samsung lança smartphones com duas contas de WhatsApp

Quem precisa usar mais de uma conta em seus apps de mensagens poderá fazer isso sem instalar nenhum app

São Paulo – A Samsung anunciou hoje (4) o lançamento de novos integrantes da linha de smartphones Galaxy J. Segundo levantamento do comparador de preços na web Zoom, essa família de produtos é a mais popular do Brasil no e-commerce. Dados da consultoria GfK também confirmam a liderança de mercado do produto em seu segmento intermediário.

Os novos produtos da linha Galaxy J são o Galaxy J5 Pro e o Galaxy J7 Neo. Um dos principais diferenciais do produto é o recurso chamado Dual Messenger, que permite instalar dois aplicativos de mensagens iguais, como o WhatsApp ou Messenger. Usando um recurso já oferecido pela Pasta Segura, da Samsung, seria possível usar até mesmo três contas de apps de mensagens.

A proposta dessa oferta de login múltiplo em aplicativos pode servir para separar a vida pessoal da vida profissional ou então para permitir o uso de contas de chips diferentes no WhatsApp com facilidade, de acordo com Renato Citrini, gerente sênior de produto da divisão de dispositivos móveis da Samsung Brasil.  Com isso, como indica a declaração, os smartphones têm suporte para dois chips de operadoras.

Fora isso, a fabricante investiu em alguns pontos-chave dos produtos para tentar conquistar o consumidor. “Câmera, design e tamanho da tela são os pontos fortes dos aparelhos”, afirmou Antonio Quintas, vice presidente da divisão de dispositivos móveis da Samsung Brasil.

Em termos de câmeras, o Galaxy J5 Pro tem dois sensores de 13 megapixels (principal e frontal). A câmera traseira tem abertura de f/1.7 para captar mais luz mesmo em ambientes parcialmente escuros. Já a câmera dianteira tem flash e permite a captura de selfie panorâmica.

Sua tela tem 5,2 polegadas, há 2 GB de memória RAM, processador octa-core Exynos 7870 e o sistema Android chega na versão 7.0 Nougat. O espaço interno do aparelho é de 32 GB e tem suporte para expansão com cartão.

O Galaxy J7 Neo tem como principal apelo o suporte para sinal de TV digital (Full Seg) e tela de 5,5 polegadas. Seu espaço interno é de 16 GB e as câmeras são de 13 megapixels (principal) e 5 megapixels (frontal). O processador também é o Exynos 7870.

O Galaxy J5 Pro será vendido com preço sugerido de 1.299 reais. Já o J7 Neo chega ao mercado por 999 reais. Ambos os aparelhos estão à venda a partir de hoje.

Os novos produtos chegam ao mercado para concorrer com smartphones como o Asus Zenfone 3 Max, o Moto E4 Plus e o Moto G5.

Fonte: EXAME.
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Cientistas encontram a razão da maior extinção na história da Terra

Os pesquisadores destacam cinco extinções em massa na história de nosso planeta

A extinção em massa do período Permiano provocou o desaparecimento de mais de 95% dos seres vivos que então habitavam nosso planeta. No entanto, até agora os cientistas não tinham uma explicação exata do que pode ter provocado tal desastre da biodiversidade.Agora, um grupo de geólogos assegura ter resolvido o mistério após uma descoberta feita na Sibéria.

A Grande Agonia

Os cientistas destacam cinco extinções em massa na história de nosso planeta. A mais significativa é considerada a extinção do Permiano-Triássico dos finais do período Permiano, conhecida também como a Grande Agonia. Acredita-se que o fenômeno provocou o desaparecimento de mais de 95 % dos seres vivos que habitavam a Terra naquele tempo.

Existem evidências que a extinção do Permiano-Triássico foi provocada pela libertação para a atmosfera de grandes quantidades de metano e dióxido de carbono, o que mudou drasticamente o clima em todo o planeta e fez com que a Terra se tornasse um lugar árido e quente.Segundo os cálculos dos geólogos, o epicentro desta emissão de gases se encontra na Sibéria Oriental, mas até agora a ciência não sabe exatamente que mecanismos provocaram a catástrofe. As escavações indicam que há 252 milhões de anos na Sibéria ocorreu um grande derramamento de magma à superfície. No entanto, não foi este processo que causou a extinção, que teve lugar dezenas de milhões de anos depois.

Inferno na Terra

A revista científica Nature publicou um artigo que revela qual foi o verdadeiro detonador da Grande Agonia. O artigo é baseado no estudo realizado por um grupo de geólogos norte-americanos na bacia do rio Tunguska, na Sibéria.

A equipe de investigadores recolheu e investigou os restos das rochas ígneas e descobriu que as amostras pertencem de fato a duas erupções diferentes. A primeira, que ocorreu 252 milhões de anos atrás, foi um derramamento significativo de magma que cobriu a maior parte da Sibéria, mas não levou à extinção dos animais nem causou mudanças climáticas globais.

A segunda erupção, que aconteceu uns 100 mil anos mais tarde, deixou menos traços visíveis, mas foi esta que matou a maior parte da vida na Terra. Ao subir à superfície, o magma ia sendo pressionado por camadas de sedimentos que tinham ficado da erupção anterior. Como resultado, a lava se foi acumulando por baixo da superfície terrestre, criando uma espécie de lago subterrâneo 50 vezes maior que o lago Baikal, o maior lago atual.

Este lago aqueceu as camadas sedimentares que se tinham acumulado da erupção anterior, o que durante muito tempo provocou a constante libertação para a atmosfera de enormes quantidades de CO2, metano e outros gases de efeito estufa.

“O calor liberado durante a subida desta lava à superfície fez com que as rochas sedimentares vizinhas emitissem enormes quantidades de gases de efeito estufa para a atmosfera. O volume destes gases foi suficiente para causar uma extinção em massa. Este acontecimento se tornou o ponto-chave na história da evolução da vida na Terra”, explicou o coautor do estudo, James Muirhead da Universidade de Syracuse, EUA.

O estudo sugere que as consequências das grandes erupções vulcânicas podem variar dependendo da composição dos solos através dos quais sobem. Os pesquisadores esperam que o estudo ajude a entender como evoluiu a vida no passado e como estes acontecimentos afetaram a evolução da Terra e dos seres vivos.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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O que aconteceria se jogássemos um cubo de água no Sol?

Sem dúvida, não se trata de um cubo habitual, e sim de um cubo hipotético de um tamanho capaz de “molhar” a estrela rainha

Cientistas norte-americanos responderam a uma pergunta insólita: o que aconteceria com o Sol se jogássemos nele um cubo de água? Sem dúvida, não se trata de um cubo habitual, e sim de um cubo hipotético de um tamanho capaz de “molhar” a estrela rainha.

Neste caso, os conceitos de “cubo”, “água” e “molhar” são metáforas, pois é impossível imaginar um vaso do tamanho necessário e existência de água em estado líquido no espaço.

Sabemos que segundo as leis da física que funcionam na Terra, a água pode parar o processo de combustão, porque faz parar o acesso de oxigênio ao objeto em chamas. Mas o Sol produz energia através da fusão nuclear, no qual dois ou mais núcleos atômicos se juntam e formam outro núcleo de maior número atômico.

Os cientistas assinalam que a densidade média da matéria do nosso Sol supera quase duas vezes a densidade da água. Por isso, se juntar o Sol com um volume de água capaz de cobri-lo, os elementos se conectariam e surgiria uma nova estrela, que corresponderia a 48% de hidrogênio, 14% de hélio e 37% de oxigênio. Por isso, de acordo com cientistas entrevistados pelo jornal Independent, a nova estrela seria muito mais quente e seis vezes mais brilhante.

Um dos cientistas escreveu que, caso isso acontecesse, a biosfera da Terra seria queimada e os oceanos iriam ferver.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Veja como falar sozinho no Whatsapp – e para quê isso serve

Você sabia que é possível falar com você mesmo no WhatsApp? Apesar de parecer uma verdadeira bobagem, isso pode ser útil para que você guarde dados importantes, fotos ou mesmo áudios. É como mandar um e-mail para si próprio, mas ali dentro de um app que você–provavelmente–usa com frequência.

O primeiro passo para fazer isso é adicionar o seu número na agenda de contatos do seu smartphone, seja ele Android ou iPhone. O porém é que você não consegue iniciar uma conversa com você mesmo da maneira convencional, pesquisando o número no WhatsApp e abrindo a janela de conversa.
whatsapp © Fornecido por Abril Comunicações S.A. whatsapp

O truque é o seguinte: abra o bate-papo com algum amigo no WhatsApp, clique no ícone de anexos (um clip ao lado da janela de digitação no Android e um símbolo de adição no iPhone) e escolha a opção Contato. Ali, você vai escolher e enviar o seu próprio contato registrado na agenda do aparelho. Com isso, um link será gerado na conversa com o seu amigo. Aí, você clica nele e começa a conversa.

Talvez seja preciso registrar o número na lista de contatos do WhatsApp. Nesse caso, basta seguir o procedimento normal para adicionar um novo contato.

Fazendo isso, você poderá mandar mensagens para si próprio para guardar links, endereços, números importantes, fotos, áudios, documentos e basicamente tudo que quiser. Ou seja, você não precisa mandar mensagens para o Facebook do Neymar para guardar seus links importantes.

Outra opção para links é utilizar o aplicativo Pocket, gratuito e multiplataforma. Se não curtir a ideia de guardar dados importantes no WhatsApp, você também pode recorrer ao Evernote, criado, basicamente, com a finalidade de ser um Google para os dados que você considera importante.

Fonte: MSN.
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Senhas no WhatsApp: seria bom pra você?

Usuários aguardam ansiosos por esta atualização que pode proteger contas e até relações

Bom, pessoal, a partir de hoje vamos falar de tecnologia e algumas tendências sobre o assunto aqui no Portal ORM. Dou a largada falando de um assunto bem interessante: senha no Whatsapp. Genial, não?!

Na Apple App Store, por exemplo, existem alguns aplicativos que prometem a façanha, mas todos são falsos e realmente não funcionam. Ocorre que este recurso tem tanta demanda de usuários, que diversas pessoas já instalaram esses aplicativos nos iPhones e ficaram sem entender a funcionalidade, pois não exercem o que é proposto. Mesmo se tratando de aplicativos gratuitos, que não cumprem aquilo que prometem, alguns desenvolvedores lucram pela quantidade de acessos.

O que deu para perceber é que usuários aprovam a ferramenta de senha no Whatsapp pelos mais diversos motivos: acesso dos filhos ao app, assuntos confidenciais de trabalho e informações pessoais. Se tratando de iPhones, o caminho é mais demorado e complicado pra ativar a função, pois o usuário precisa de “Jailbreak”  – esse assunto eu volto a falar nas próximas edições aqui da coluna -, mas se tratando de Androids, o WhatsApp Lock é um aplicativo que realmente adiciona esse recurso em um estalar de dedos: basta fazer uma rápida configuração neste programinha para que o seu mensageiro instantâneo fique protegido dos bisbilhoteiros.

Apesar do recurso ser esperado por alguns milhares de usuários a cada atualização do Whatsapp, ainda não temos previsão para a função incorporar o mensageiro de forma nativa, espere se for capaz.

Aproveito a primeira edição desta coluna de tecnologia para deixar alguns contatos aqui no rodapé. Até a próxima semana.

Fonte: ORMNews.
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WhatsApp ganha função de picture-in-picture para chamadas de vídeo

Se a função for realmente limitada ao Android O, perspectivas para a maior parte dos usuários são péssimas

Um novo recurso do WhatsApp está disponível para uma fração muito pequena de usuários. Nesta semana, o app recebeu um update na versão beta, disponível para usuários cadastrados como testadores, que permite realizar chamadas de vídeo no modo Picture-in-picture, que permite continuar fazendo outras coisas no celular enquanto a chamada ocupa apenas um cantinho da tela.

O motivo de o recurso ser tão restrito é que ele só vai funcionar com usuários que estejam rodando a versão beta na prévia de desenvolvedores do Android O, que por enquanto só está disponível para aventureiros (porque o sistema ainda está extremamente cru) com um celular Pixel ou Nexus.

No Android Nougat, quando você faz uma chamada de vídeo e pressiona o botão “Voltar”, o vídeo é pausado e a chamada continua apenas por voz enquanto você não volta para a interface do WhatsApp. Para o seleto grupo de usuários que faz parte do grupo de testes tanto do Android O quanto do aplicativo, no entanto, o vídeo continua rolando num cantinho enquanto você faz outras tarefas.

A janela flutuante pode ser livremente movida pela tela, mas ela só é fixada nos quatro cantos quando você a solta. Ao tocar na janela, ela aumenta um pouco de tamanho e volta ao normal quando o usuário volta a tocar em algum outro canto da tela. Também é deslizar o quadro para baixo da tela, o que dispensa a janelinha e pausa o vídeo, mantendo a conversa apenas em áudio.

É difícil acreditar que o recurso esteja disponível para todos os usuários de Android quando ele sair do beta do WhatsApp. Isso porque a versão O do sistema operacional trouxe novas ferramentas, sendo uma delas a API de Picture-in-Picture, que permite que desenvolvedores aproveitem essa funcionalidade. Outros apps com Duo, VLC, Chrome e o Google Play Movies já estão fazendo uso do recurso para quem já está usando o Android O, com outros provavelmente seguindo o mesmo caminho em breve.

Se a função do WhatsApp for realmente limitada ao Android O, as perspectivas para a maior parte dos usuários são péssimas. Tradicionalmente, uma nova versão do Android só se torna a mais popular dois anos após o lançamento, o que significa que a maior parte do público só teria acesso ao recurso em 2019.

Fonte: tribunahoje.
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Mouse vertical promete ser ideal para e-sports e protege pulso do usuário

Delux Vertical Mouse tem frete gratuito para o Brasil

O Delux é um mouse com formato bem diferente do esperado, mas que promete solucionar problemas antigos de quem joga ou trabalha no PC. Ergonômico, o acessório é vertical, com aparência que até lembra um joystick. Segundo a fabricante Delux Mouse, o dispositivo é ideal para quem pratica e-sports ou passa longas horas no computador.

Após bater a meta de financiamento no site Indiegogo, o mouse tem data de entrega prevista para agosto de 2017. Com preço de US$ 63 (cerca de R$ 200, no câmbio atual, sem calcular impostos), o Delux Vertical Mouse tem frete gratuito para o Brasil, o que serve para deixar o custo do aparelho mais interessante.

O mouse chega em duas opções: com ou sem fio. Além disso, o acessório tem botões localizados em posição fácil de alcançar com os dedos, como teclas de localização, roda scroll e comandos para baixo e para cima. Com frequência de 500 Hz e DPI de 800 a 2.400, o Delux wireless é alimentado por pilhas AA, que duram cerca de oito meses. Enquanto isso, o Delux com fio tem de 800 a 4.000 DPI.

Segundo a fabricante, o mouse é construído em uma posição que não sobrecarrega a musculatura do pulso, o que pode ser melhor para uso durante longas horas. O Delux Vertical Mouse é direcionado a gamers que praticam e-sports ou usuários que trabalham pelo PC e precisam de mais conforto sem perder a produtividade.

Com design que parece com o de joyticks, o mouse tem aparência estilosa, com detalhes coloridos (na versão com fio) – em padrão de cores RGB – ou linhas cromadas (no modelo wireless). O acessório tem tamanho de 9,8 x 9,4 x 14,8 cm e peso de 210 g. O mouse tem ainda uma base ergonômica removível, para os usuários que preferem mais agilidade.

Fonte: ORMNews.
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