Após Superlua, ano terá eclipse total e missão ao sol

(Foto   Toby Melville/Reuters) – O ano mal começou e o primeiro destaque astronômico já surgiu no céu: a noite de segunda-feira (1º) teve “Superlua” – quando a lua cheia atinge o ponto mais próximo à Terra (veja fotos). O G1 elencou outros eventos e missões astrônomicas previstos para 2018:

Eclipses

Em 15 de fevereiro, teremos um eclipse solar parcial que vai pegar uma parte da região sul do Brasil. A Antártica e a América do Sul, principalmente a Argentina e o Chile, verão com mais clareza o fenômeno.

O destaque fica para o eclipse total da lua, em 27 de julho, visível na América do Sul – em todo o Brasil –, África e outras regiões. Antes, em 31 de janeiro, haverá outro fenômeno deste tipo na Oceania e na América do Norte, mas sem visibilidade para o nosso país.

Outros dois eclipses parciais do sol ocorrem no ano que vem: em 13 de julho, visível no sul da Austrália, e em de 11 de agosto, na Europa e na Ásia.

Missões

A Parker Solar Probe, missão da Nasa que deve ser lançada entre 31 de julho e 19 de agosto, quer “tocar” o sol. Os astrônomos vão enviar uma sonda para viajar pela atmosfera do sol, o mais perto o possível da superfície, enfrentando condições extremas de calor e radiação – serão observações inéditas sobre a estrela que rege o nosso sistema.

A missão InSight, da Nasa, irá enviar instrumentos geofísicos sofisticados para explorar a superfície de Marte, atrás de vestígios dos processos de formação do planeta. Outras missões até o planeta vermelho investigaram cânions, vulcões e rochas, mas ninguém até então explorou os blocos abaixo da superfície, o “miolo” de Marte. A aterrissagem está prevista para 26 de novembro.

A Juno, missão que fez história ao entrar na órbita de Júpiter em 2016, pode chegar ao final em julho. Até lá, a sonda terá completado 12 órbitas científicas no planeta. No entanto, a equipe pode propor uma extensão do período das pesquisas, e dependerá do mérito e dos retornos analisados pela agência espacial americana.
Por: G1
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Fique atento! WhatsApp vai parar de funcionar nos seguintes sistemas

Por Tudocelular.com – Até mesmo os sistemas operacionais têm uma data de validade, perdendo o suporte tanto oficial quanto o de terceiros. Desta vez, algumas plataformas vão perder o acesso ao WhatsApp. A informação foi confirmada pela própria empresa em seu blog oficial. Eis os softwares em questão:

BlackBerry OS
BlackBerry 10
Windows Phone 8.0

De acordo com a nota oficial do WhatsApp, a remoção do suporte aos sistemas acima vai acontecer no próximo dia 31 de dezembro, que cai em um domingo. A medida não foi tomada simplesmente “do nada”, no entanto. Abaixo, leia a explicação dada pela companhia sobre a decisão:

    Essas plataformas não oferecem o tipo de capacidades que nós precisamos para expandir a função do app no futuro. Se você usa algum desses dispositivos móveis afetados, nós recomendamos atualizar o sistema para uma versão mais recente; ou para um novo Android rodando a versão 4.0 ou superior; ou iPhone rodando o iOS 7 ou superior; ou Windows Phone 8.1 ou superior para que você continue a desfrutar do WhatsApp.

O aviso foi dado, é bom se preparar para abandonar o WhatsApp ou o seu aparelho, se ele rodar algum dos sistemas supracitados. Sempre que uma novidade é adicionada ao app, ele fica mais pesado e cobra mais do smartphone, então faz sentido parar de funcionar em modelos mais antigos.

E aí, você é dono de um aparelho com os sistemas listados?

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Novo tipo de Internet será mais rápido e mais barato

Internet via feixes de luz, conexão pela rede elétrica, desenvolvimento de redes 5G: essas tecnologias podem ser o futuro da distribuição mundial de dados online. Em 2017, pesquisadores continuaram a incessante busca por maneiras de tornar a Internet mais rápida, mais barata e acessível a mais pessoas.

Com conexões de velocidades cada vez maiores ao alcance, além do acesso mais fácil a vídeos, músicas e imagens pelo computador ou smartphone, nos aproximamos mais da concretização de certos recursos. Confira, abaixo, os últimos avanços feitos pela ciência e pelo mercado que podem alterar o modo como usamos a rede já a partir de 2018.

Tecnologia sem fio distribui Internet veloz por feixes de luz

A distribuição de Internet em alta velocidade sem o uso de cabos já é realidade. Conforme divulgado em outubro, pesquisadores da Universidade de Glasgow, na Escócia, desenvolveram uma tecnologia que usa feixes de luz para transmitir dados pelo ar, fora de qualquer rede cabeada. A novidade pode significar que conexões sem fio serão, em breve, tão rápidas quanto as que utilizam fibra ótica, porém, de forma mais simples e barata.

Nos testes realizados, o sinal de Internet em forma de fótons percorreu 1,6 km, passando por campos, ruas e perto de prédios altos, com velocidade superior a 1 Gb/s. A tecnologia permite “dobrar” a luz no ar, desviando, assim, dos obstáculos. De acordo com os cientistas, além de não depender do custoso cabeamento, o novo método permite um maior armazenamento de dados em cada fóton.

A técnica poderá levar banda larga a qualquer lugar com baixo investimento, e ainda tem potencial para alcançar velocidades mais altas do que as conexões com fibra ótica. No início de dezembro, o Google anunciou o uso de tecnologia similar para levar Internet a áreas rurais. A Alphabet, empresa mãe da Gigante de Buscas, já está trabalhando com uma operadora de telecomunicações da Índia para conectar o estado de Andhra Pradesh, onde vivem 50 milhões de pessoas.

Serão instalados no estado indiano, a partir de janeiro, 2 mil links de comunicação ótica em espaço livre (Free Space Optical Communications, em inglês), que darão suporte à espinha dorsal da rede no local. A iniciativa da Alphabet também promete conectividade de alta velocidade e alta capacidade por longas distâncias através da luz.

Operadora americana testa Internet por rede elétrica

Outra alternativa à fibra ótica parece ser a rede de energia elétrica. A operadora americana AT&T divulgou, em dezembro, testes com uma tecnologia chamada AirGig, que disponibiliza transmissão de dados com potencial para atingir mais de 1 Gb/s de velocidade. O método também tem como vantagem os custos reduzidos para levar Internet a lugares remotos, pois usa os cabos elétricos já instalados pelas companhias de energia.

A AT&T fez testes em uma pequena área do estado da Georgia, nos EUA. O AirGig utiliza sinais de onda milimétricas, capazes de transferir dados em frequência muito maior do que os cabos de cobre. Segundo a empresa, a instalação da Internet via rede elétrica na casa dos clientes é bem rápida.

O uso da estrutura de energia elétrica para distribuir Internet não é uma total novidade. No Brasil, a técnica foi regulamentada pela Anatel em 2009, porém, poucas operadoras aderiram. O diferencial da nova tecnologia é a alta velocidade, que se compara a da fibra ótica.

Avanços nas conexões 5G

Na esfera da Internet móvel, temos avanços com a rede 5G. A expectativa era de que só veriamos esse tipo de conexão em funcionamento em 2019 ou 2020, mas a operadora americana Verizon afirmou que tem planos de lançar serviço 5G em cinco cidades dos Estados Unidos até o fim do próximo ano. A companhia promete uma Internet de 10 a 100 vezes mais rápida que as conexões móveis atuais. Para comparação, as redes 4G no Brasil atingem cerca de 100 Mb/s.

A princípio, a rede 5G da Verizon vai funcionar apenas em residências, não em smartphones. O serviço será como uma banda larga, no entanto, sem necessidade de cabos, oferecendo uma rede Wi-Fi por meio da conexão 5G. A expectativa da empresa é alcançar 30 milhões de casas. O anúncio foi feito depois da realização de testes bem sucedidos da tecnologia, no início do ano, que chegaram a uma velocidade de pelo menos 3,77 Gb/s.

Apesar do serviço da Verizon ser voltado inicialmente para pontos fixos, o mercado de smartphones já está se preparando para receber a próxima geração de conexão móvel. A Intel apresentou, em novembro, a primeira linha de modems compatíveis com redes 5G. Os modelos XMM800 e XMM8060 podem ultrapassar 1 Gb/s e devem chegar aos celulares à venda em 2020.

O chip XMM800 trabalha em bandas abaixo de 6 GHz e serve para diversos dispositivos, de computadores a celulares, podendo vir embarcado inclusive em carros. Enquanto isso, o modem XMM8060 é um dos primeiros do mundo capaz de operar simultaneamente tanto em redes 5G, como nas 4G, 3G e 2G.

A Qualcomm também divulgou, em outubro, a conclusão de testes com Internet 5G. O chip Snapdragon X50 5G estabeleceu conexão com velocidade superior a 1 Gb/s. Além disso, a fabricante mostrou um design de referência para smartphones com 5G, desenvolvido para otimizar a performance do modem.
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Fake news e controle na internet são desafios para 2018

Algumas propostas preocupam movimentos sociais para o pleito

A partir de provedores localizados em diferentes países, notícias falsas, as chamadas fake news, tem impactado os últimos debates públicos mais relevantes, como as eleições nos Estados Unidos, os plebiscitos sobre a saída do Reino Unido da União Europeia, além do acordo de paz entre o governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

A menos de um ano das eleições gerais, agora é o Brasil que se vê diante do problema. Com um debate polarizado, o país corre contra o tempo. Diferentes instituições públicas convocam debates sobre medidas que podem ser adotadas para garantir um processo eleitoral democrático e transparente. Algumas propostas preocupam movimentos sociais, que temem que o alarde em torno das notícias falsas leve ao controle dos conteúdos pelas plataformas digitais e, com isso, à censura na internet.Para detalhar os desafios do Brasil diante do tema, a Agência Brasil publica uma série de matérias sobre fake news e controle na internet.

Na Declaração Conjunta sobre Liberdade de Expressão e Notícias Falsas (Fake News), Desinformação e Propaganda, órgãos das Nações Unidas trataram da questão. Por um lado, apontam que as fake news corroem a credibilidade da imprensa e interferem no direito das pessoas à informação. Por outro, alertam que governos, sob o argumento de combatê-las, não devem promover censura. “A desinformação e a propaganda afetam intensamente a democracia”, resumiu o relator especial para a Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), Edison Lanza, na divulgação do documento.

“No início da internet, previu-se que o acesso direto e descomplicado à informação levaria a uma Era onde o conhecimento seria equalizado através da rede e todos tomaríamos decisões melhores e [seríamos] mais bem-informados”, argumenta o coordenador do Comitê, Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Maximiliano Martinhão. “Por outro lado, a falta de uma curadoria aumenta a demanda por um senso crítico daqueles que consomem informação e comunicação pela internet”, acrescenta. Martinhão foi um dos participantes do Seminário Internet e Democracia, promovido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste mês, em Brasília.

Não é o que tem ocorrido. Diretora da Agência Lupa (especializada em checagem de informações), Cristina Tardáguila lista conteúdos falsos que ganharam projeção nas redes, como a suposta notícia de que o papa Francisco havia apoiado o republicano Donald Trump na corrida eleitoral e a de que o ex-presidente Barack Obama não era norte-americano, o que o motivou a divulgar a própria certidão de nascimento.

Proteção e censura

Em uma campanha eleitoral de apenas 45 dias, uma exposição negativa decorrente de notícia falsa pode significar o fracasso de um candidato, além de outros danos. “Não podemos nos negar a entender essa realidade”, ressaltou o presidente do TSE, minitro Gilmar Mendes. Ele ponderou que a tentativa de prejudicar adversários por meio de informações falaciosas sempre existiu, mas que o novo é a velocidade da disseminação desses conteúdos e sua abrangência, por meio da rede de computadores.

A pesquisa TIC Domicílios 2016, do Comitê Gestor da Internet no Brasil, identificou que as atividades mais comuns executadas na rede são o envio de mensagens instantâneas (89%) e uso de redes sociais (78%). A maior parte desses fluxos se dá em plataformas de uma mesma empresa: o Facebook, que também controla o aplicativo para celulares Whatsapp. Além da concentração econômica, há o desafio de efetivar regras, pois as corporações que atuam na rede são, em geral, internacionais. “[No caso das fake news], muitos sites estão instalados em países longínquos e com a institucionalidade muito débil, o que dificulta a cooperação judicial”, ressalta Gilmar Mendes.

Legislação

Atualmente, o Marco Civil da Internet permite empresas como o Facebook a adotar políticas para manutenção ou remoção de determinado conteúdo, caso a informação ofenda os termos de uso. Além disso, estabelece que a plataforma remova os dados em caso de decisão judicial neste sentido.

Para o presidente do Conselho de Comunicação Social (CCS), Murillo de Aragão, a solução para combater as fake news, garantindo também a liberdade, passa por medidas diversas, a começar pela educação da população. “Temos que ter uma legislação mais robustecida e que possa dar às autoridades os instrumentos devidos de intervenção e punição, rapidamente, nos casos de fake news.”

Coordenador da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep), Fernando Neisser defendeu atenção à dinâmica da internet porque é o meio de comunicação que mais cresce em influência na sociedade, mas discordou da fixação de regras duras sobre notícias falsas. Ele argumenta que “o discurso político não passa por esse crivo de sim e não tao óbvio”, pois comporta opiniões que não são necessariamente verificáveis. Para ele, as instituições devem atuar para garantir que dados pessoais não sejam comercializados por empresas de big data (grande conjunto de dados armazenados) e ter atenção sobre as formas de impulsionamento e direcionamento de opiniões nas redes sociais.

Fernando Neisser entende que a legislação eleitoral brasileira já proíbe a compra ou venda de dados cadastrados eletronicamente. Isso porque a Lei 12.034/2009 veda a utilização, doação ou cessão de cadastro eletrônico de seus clientes, em favor de candidatos, partidos ou coligações. A norma proíbe ainda a venda de cadastro de endereços eletrônicos. A regra tem sido usada para impedir, por exemplo, que cadastros de e-mails de uma determinada loja possam ser vendidos. “Essa regra se aplica integralmente a qualquer tipo de dado que pode ser cadastrado eletronicamente”, afirma Neisser.

Papel das plataformas

Para a integrante do CGI.br e da Proteste – Associação de Consumidores, Flávia Lefèvre (áudio), o centro do debate é saber como as informações são disseminadas na rede. “Os algoritmos [códigos] definem se você vai receber determinada informação. Vamos supor que chegue à véspera das eleições e o Facebook, por uma preocupação ou outra, comece a postar no feed de notícias das pessoas publicações como ‘lembre de votar amanhã’, mas que ele concentre esse aviso para pessoas de direita ou de esquerda. Em que medida esse resultado pode alterar os resultados das eleições?”, alerta.

Durante as discussões no TSE, representantes do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social defenderam que a tarefa de apontar o que é ou não notícia falsa não deve ficar a cargo apenas das plataformas digitais e lembraram a discussão em curso nos Estados Unidos, onde o Facebook é acusado de ter favorecido Donald Trump por meio de informações privilegiadas.

Diante do calendário eleitoral no Brasil para as eleições de 2018, o Intervozes sugeriu que o TSE dialogue com a empresa para que medidas de transparência já sejam adotadas. Para a entidade, é preciso garantir transparência. No Brasil, apenas o Facebook reúne mais de 100 milhões de usuários.

Como resposta às acusações nos EUA, o Facebook divulgou, em outubro, comunicados sobre novas medidas de transparência para os anúncios publicitários que veicula. Uma as mudanças é a política de permissão para que qualquer cidadão, ao entrar em uma página, possa verificar quais anúncios foram feitos pelo Facebook, qual o alcance e o valor investido nessas publicidades. A plataforma anunciou que testaria a nova política no Canadá e não divulgou se e quando as medidas serão adotadas em outros países. De acordo com o Facebook, novas medidas de transparência estão sendo adotadas para combater a disseminação de fake news.

A Google também lançou recentemente mecanismos para que os próprios usuários confirmem os dados e obtenham informações, elaboradas pela própria empresa e demonstradas por meio de imagens, para verificar se determinado conteúdo trata de algo real, mentiroso ou parcialmente correto. A ferramenta ainda não está disponível no Brasil. Recentemente, a empresa estabeleceu parceria com a International Fact-Checking Network (IFCN) para remover dos resultados toda e qualquer notícia que publicar dados errados ou falsificados. Conforme comunicado emitido em abril, serão prejudicadas nas buscas informações de “baixa qualidade”, conceito que inclui o que chamou de “teorias de conspiração” e “fake news”. Flávia Lefebre critica essa medida, alertando para o caráter subjetivo do que pode ser considerado “teorias da conspiração”.

Checagem das informações

Em resposta à Agência Brasil, a empresa Google apontou que cerca de 0,25% do conjunto de pesquisas do tráfego diário que recebe contém conteúdo ofensivo ou claramente enganoso. Para ajudar a prevenir que conteúdos desse tipo se espalhem, a Google disse que trabalha, desde 2016, em iniciativas diversas para melhorar o serviço de buscas, esforço que inclui criação de um selo de verificação de fatos; medidas para impedir a monetização de fake news na plataforma de publicidade digital AdSense e mudanças no algoritmo da busca para privilegiar “conteúdo de qualidade”.

Novas diretrizes de busca “vão ajudar nossos algoritmos a rebaixar esses conteúdos de má qualidade e nos ajudar a fazer outras melhorias com o tempo”, descata a companhia em resposta. A empresa não comentou o questionamento sobre a subjetividade da descrição que pode ser feita baseada no conceito de “teorias da conspiração”. Citou, sobre isso, que pessoas foram contratadas para avaliar os novos mecanismos e sinalizar “melhor o que pode ser uma informação enganosa ou forjada, resultados ofensivos inesperados e teorias da conspiração sem fundamento”.

Enquanto outros mecanismos não são definidos pelas instituições, cabe à população ficar alerta para não formar sua opinião sobre notícias falsas. Diretora da Agência Lupa, Cristina Tardáguila apontou ações que devem ser adotadas pelos internautas, como manter uma postura de desconfiança em relação ao que acessa; verificar a data da publicação do conteúdo; questionar o interesse do autor e ver se a URL – o endereço virtual – é estranha. Consultar bases de dados confiáveis, como as do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IGBE) também é uma dica para confirmar o que consta nas informações que circulam na rede.
Por: Agência Brasil
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Operadora americana testa Internet de até 1 Gb/s por rede elétrica

Velocidade se equipara à Internet por fibra ótica. Entenda como funcionam os testes da AT&T
(Foto  Divulgação/AT&T) – A AT&T anunciou o início dos primeiros testes para popularizar a Internet via rede elétrica na última quarta-feira (13). Chamada de AirGig, a tecnologia disponibilizada pela operadora americana tem potencial para atingir mais de 1 Gb/s de velocidade. O experimento, inicialmente, ocorre em uma pequena área no estado da Georgia, nos Estados Unidos.

A principal vantagem é levar Internet para locais remotos, usando os cabos elétricos das companhias de energia já existentes. Por enquanto, a empresa ainda não divulgou os planos ou pacotes que vão utilizar a rede.

A ideia de usar a rede elétrica para entregar Internet não chega a ser novidade. No Brasil, a Anatel regulamentou o uso em 2009, porém poucas operadoras venderam planos com a tecnologia. A mais conhecida foi a Intelig, em 2010, que chegou a disponibilizar conexão pela rede elétrica em alguns bairros de São Paulo.

Por aqui, ficou mais conhecido o uso de repetidores domésticos, como o N150 da D-Link, que utilizam a rede elétrica para ampliar o sinal Wi-Fi pela casa.

Velocidade é o diferencial

O diferencial da tecnologia da AT&T fica por conta da velocidade. Ao chegar a mais de 1 Gb/s, a Internet pela rede elétrica se equipara à fibra ótica. O Google Fiber, por exemplo, oferece essa potência nos Estados Unidos.

Chamada de AirGig, a tecnologia utiliza sinais de onda milimétricas conhecidas como mmWave. Com isso, ela é capaz de transferir dados em uma frequência muito maior do que os cabos de cobre, entre 30 GHz e 300 GHz. De acordo com a empresa, a instalação na residência de um cliente leva apenas poucos minutos.

Usar a infrestrutura já existente traz um custo menor para as operadoras, já que não é preciso passar cabos pela cidade. No entanto, traz o problema de ter que negociar com cada empresa de distribuição. A Intelig no Brasil, por exemplo, usava os cabos da Eletropaulo.

Os principais favorecidos seriam pessoas que moram em locais remotos, como em áreas rurais. É muito mais fácil ter um um cabo de energia passando próximo da residência do que uma rede de fibra ótica. Na cidade, a Internet pela rede elétrica pode ajudar pessoas que moram em bairros afastados, onde a rede de cobre/fibra ótica está sobrecarregada.

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Por: TechTudo

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Fóssil de animal pré-histórico é encontrado no RS

(Foto  Reprodução/TV Globo) – O fóssil de um gliptodonte, animal pré-histórico semelhante a um tatu com peso de 1,5 tonelada e comprimento de 3m, foi encontrado na barranca do Rio Ibicuí, em Alegrete, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. A descoberta chamou a atenção dos paleontólogos pelo bom estado de conservação. O lugar é de difícil acesso. Só é possível chegar de barco. O primeiro a encontrar o fóssil, que estava enterrado na barranca, foi produtor rural Átila Dornelles.

“Chamou-me a atenção o formato bem diferente do resto que a gente tinha visto até agora, bem arredondado, com branco em cima que parecia osso. Aí resolvemos encostar pra ver o que era, pegamos um pedaço e vimos um formato uniforme hexagonal, bem característico de um animal”, conta.

Três paleontólogos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) foram até o local e escavaram para deixar à vista o casco do gliptodonte. A espécie, que surgiu há 35 milhões de anos, já teve fósseis encontrados em outros pontos do estado, mas nunca em tão alto grau de conservação. A carapaça está praticamente inteira.

“É bem gratificante”, celebra o paleontólogo Leonardo Kerber. “Normalmente o que a gente encontra em trabalhos de campo são pequenos fragmentos, e aqui temos uma carapaça bastante completa.”

O paleontólogo Flávio Pretto espera que a descoberta ajude os pesquisadores a entenderem melhor o gliptodonte e outras espécies da mesma época. “Esse animal é um dos membros do coletivo que chamamos de megafauna, de grandes mamíferos que há cerca de 10 mil anos se extinguiu”, explica. Existe um corpo de dados que ainda pesquisamos para tentar compreender esse fenômeno. Chovia no dia em que os pesquisadores foram retirar o fóssil do local. Devido à dificuldade de acesso e às condições do tempo, não foi possível precisar quando a peça será removida e levada para análise em laboratório.

Por: G1

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Google e NASA usam aprendizado da máquina para encontrar dois novos planetas no sistema Kepler-90

(Foto Reprodução) – A NASA anunciou nesta quinta (14) a descoberta de um oitavo planeta no distante sistema solar Kepler 90.

Há pelo menos uma semana a mídia vem tentando descobrir sobre o que seria o anuncio feito hoje pela NASA. TRAPPIST-1? Novos planetas? Em vez disso, a agência espacial apresentou algo mais mundano, mas ainda assim interessante: o Google ajudou a NASA a aplicar aprendizado da máquina em observações astronômicas, vasculhando dados adquiridos anteriormente para encontrar o oitavo planeta do Kepler 90.
“Ele coloca o Kepler 90 no mesmo patamar que o nosso próprio sistema solar por ter a maior quantidade de planetas conhecidos”, disse Paul Hertz, diretor da Divisão de Astrofísica da NASA, durante a conferência da agência.

Christopher Shallue, engenheiro de software sênior no Google AI explicou que eles treinaram uma máquina para identificar os planetas com “sinais fracos”, uma vez que planetas em órbita diminuem o brilho das estrelas quando vistos da nossa posição. Quando avaliaram dados anteriores do sistema Kepler, eles encontraram dois novos planetas: Kepler-90i e Kepler-80g, equiparando o número de planetas no Kepler 90 ao nosso próprio sistemasolar (perdão, mas Plutão continua não sendo um planeta).

https://youtu.be/Y-ycWnt38yk

 

Agora mostramos que redes neurais também podem identificar planetas de dados coletados pelo telescópio Kepler Space”, disse Shallue. Estes planetas emitiam sinais fracos que foram ignorados em buscas anteriores. O engenheiro explicou que o sistema usado para ensinar o computador a identificar estes sinais é semelhante a ensinar uma máquina a identificar gatos e cães.

Kepler 90, a 2545 anos luz da Terra, é obviamente bem diferente do nosso sistema solar. Seus planeta ficam muito mais próximos da estrela central, explica Andrew Vanderberg, astrônomo e pesquisador membro da Nasa Sagan Postdoctoral, na Universidade do Texas. Essa descoberta demonstra a diversidade de sistemas planetários, disse Jessie Dotson, cientista do projeto Kepler no Ames Research Center da NASA, no Vale do Silício.

Kepler é um satélite caçador de exoplanetas e observatório que orbita o Sol. Ele já confirmou a existência de 2.341 planetas em sua primeira missão que teve início em 2009. Duas de suas quatro rodas reatoras, usadas para mantê-lo apontado para a estrela, falharam em 2013. Desde então, a NASA renomeou a missão de K2, e descobriu mais outros 184 exoplanetas antes do anúncio de hoje.

FOTO Fornecido por F451 Midi Ltda.
FOTO Fornecido por F451 Midi Ltda.

A NASA manteve os detalhes deste anúncio escondidos, dizendo apenas que o departamento de Inteligência Artificial do Google estava envolvido em uma nova descoberta. Estas novidades levam a especulações e criam um hype desnecessário, prevenindo jornalistas científicos de apropriadamente digerir a pesquisas ou vetá-las com especialistas externos.

Mas conseguimos falar com um.

“Isso é legal, disse Konstantin Batygin, astrofísico planetário da Caltech, disse ao Gizmodo. Mas dado o seu trabalho, ele hesitou em confirmar que o Kepler 90 era semelhante ao nosso sistema solar em número de planetas.

Gizmodo Ryan F. Mandelbaum
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WhatsApp: aprenda a apagar mensagens já enviadas

Mandou mensagem pro crush e se arrependeu? Seus problemas acabaram

O WhatsApp acaba de liberar um recurso pelo qual muita gente aguardava ansiosamente. Agora você tem até sete minutos para apagar uma mensagem enviada por engano (ou em algum momento de loucura passageira).

É importante lembrar que, para a mensagem ser apagada tanto no celular da pessoa que a enviou quanto no da pessoa que a recebeu, é preciso que ambas estejam usando a última versão do aplicativo (disponível para iPhone, Android, Windows Phone e a versão desktop do WhatsApp).

A primeira coisa que você precisa fazer então é atualizar o WhatsApp para a versão que foi liberada ontem. Depois, basta selecionar uma mensagem, escolher “apagar” e em seguida “apagar para todos”.
Apagando mensagens no WhatsApp

whatsapp

O único “problema” é que o destinatário receberá um aviso de que uma mensagem foi apagada. Por isso é bom já salvar algumas frases no bloquinho de notas, do tipo “te encaminhei sem querer um documento secreto do trabalho”. Mas o melhor conselho continua sendo não usar o WhatsApp em caso de bebedeira e afins.

POR REDBULL/Escrito por Evandro Pimentel

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Facebook apresenta recurso que permite selecionar quem pode ler seus comentários

Comentar em algum post no Facebook é sempre uma aventura, uma aposta que pode roubar sua paciência e sua fé na humanidade. Afinal, sabe-se lá quem vai comentar em cima do seu comentário, com alguma piada sem graça, um frase preconceituosa ou simplesmente com um xingamento porque a pessoa discorda de você.

Pensando em reduzir as tretas nas caixas de comentários da rede social, o Facebook está fazendo testes com uma configuração de privacidade que dá ao usuário o poder de selecionar quem pode ler e interagir com ele.

Veja como aparece a nova funcionalidade, por enquanto, restrita a um grupo de usuários.

O novo recurso de privacidade aparece com um cadeado ao lado da caixa de comentários

Ao clicar no ícone do cadeado, o usuário tem acesso às configurações de privacidade. São quatro opções: somente amigos e o autor do post podem ler e comentar; somente amigos; apenas o autor; e aberto ao público.

Numa época de intolerância disseminada pela rede, é sempre bom ter a opção de restringir quem pode ver nossas atividades no Facebook. Também é uma boa opção caso você não queira que aquela pessoa leia o que você está programando fazer.

A rede social ainda não informou quando irá levar o novo recurso para todos os usuários.

Fonte: Terra
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WhatsApp Web ganha novos emojis, conta business e mais recursos

Novidades permitem identificar estabelecimentos comerciais com facilidade
Por   Tech Tudo – O WhatsApp liberou uma nova atualização, sob o número 0.2.7304, de sua versão para a Web (sem download e usando QR Code) na segunda-feira (4). O update vai permitir identificar com mais facilidade contas verificadas de empresas (business), além de incluir um novo conjunto de emoji baseados na edição do Unicode mais novo, visto no Android e no Windows Phone.

As novidades podem ser acessadas apenas atualizando a página, mas pode ser necessário limpar o cache antes, o que pode ser feito com o comando CTRL+F5.

Contas de empresas (business) no WhatsApp

Agora, estão disponíveis três tipos de contas oficiais de empresas, segundo o FAQ. Quem estiver conversando com um estabelecimento, verá sinais de verificação também na versão Web.

Uma conta é considerada “Verificada” quando o WhatsApp confirma a autenticidade da marca e é sinalizada por um ícone verde com um check (✓).

Já contas “Confirmadas” são sinalizadas com um ícone cinza de check (✓), e ocorrem quando o aplicativo aponta que o número de telefone usado para comunicação corresponde ao do telefone da empresa.

Por fim, contas “Comerciais” são aquelas que usam o aplicativo WhatsApp Business, mas ainda não foram confirmadas ou verificadas. São sinalizadas por um ícone cinza com ponto de interrogação.

Tudo é semelhante às páginas verificadas do Facebook, dono do WhatsApp. A verificação e confirmação de negócios, porém, não indicam um endosso do app.

Interessados em contas para empresas devem preencher um formulário (surveymonkey.com/r/WhatsAppBusiness) com dados da sua companhia.

Novo conjunto de emoji

Na última versão da Web de WhatsApp, você encontrará um novo conjunto de emoji que foram desenvolvidos com base no mais atual pacote do Unicode.

O novo conjunto de emoji foi incluído tanto no WhatsApp Web, quanto no Android e no Windows Phone. A versão para iOS (iPhone), por outro lado, não deve receber a modificação por enquanto — já que isso depente da Apple.

A última atualização para a WhatsApp Web já está disponível e você precisará limpar o cache do navegador para usar. Saiba como limpar o cache do Chrome, do Firefox e também do Safari.

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