Google anuncia mudanças na configuração dos e-mails do Gmail

Nova versão procura melhorar a produtividade e a segurança dos mais de 1,4 bilhões de usuários
O Google permitirá colocar uma data de expiração nos e-mails enviados através da nova versão do correio eletrônico Gmail, que estará disponível aos seus mais de 1,4 bilhões de usuários em todo o mundo, a partir desta quarta-feira (25).

Dentro desse modo, existe uma “opção de fazer com que uma mensagem expire depois de um período de tempo estabelecido para ajudar a manter o controle de sua informação”, acrescentou o Google.

A nova versão procura melhorar a produtividade e a segurança dos usuários e utiliza a gestão integrada de direitos (IRM, por sua sigla em inglês) e autenticação de dois fatores (2FA).

No entanto, o modo confidencial estará disponível nas próximas semanas, ao contrário do resto de funcionalidades da versão. Através de sua nova versão, o Gmail facilitará a abertura de arquivos anexados e fotos desde a caixa de entrada sem ter de acessar as conversas.

De acordo com o manual de novidades, também poderá ser arquivado, eliminado, marcado como lido ou não lido um e-mail sem necessidade de abri-lo, e haverá um botão de repetição para adiar sua leitura a outro momento mais conveniente.

Além disso, a nova versão inclui alertas para dar seguimento a mensagens recebidas há vários dias, para que os de alta prioridade emitam notificações e para identificar os potencialmente perigosos.

Para evitar que o acúmulo de e-mails, o Gmail também começará a sugerir quando cancelar as assinaturas a boletins ou ofertas, apontando a última vez que as mensagens foram abertas.

Outra novidade é a implementação da “resposta inteligente”, que permite selecionar frases para responder rapidamente a uma mensagem, e a possibilidade de abrir aplicativos como Calendar, Keep e Tasks dentro de Gmail, em uma barra lateral.

Para testar a nova versão, os usuários deverão operar o Gmail no navegador e selecionar essa opção, clicando no ícone de configuração, apontou o Google, que permitirá voltar ao e-mail “clássico” se assim desejarem.

Por: Agência Brasil

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Golpe que promete benefício do Bolsa Família tenta enganar 600 mil

Golpe que promete benefício do programa Bolsa Família afeta mais de 600 mil brasileiros em 24 horas (//Reprodução)
Mensagem falsa direciona beneficiário do programa do Governo Federal a página que tem como objetivo infectar o smartphone da vítima

Interessados em receber o benefício do programa Bolsa Família, do governo federal, estão na mira de hakers. O novo golpe, identificado pelo laboratório da PSafe, empresa especializada em cibercrime, já ameaçou 600 mil brasileiros. nas últimas 24 horas.  O objetivo do ataque é infectar smartphones e deixá-los vulneráveis a outros tipos de crime, inclusive com prejuízo financeiro.

As vítimas receberam uma mensagem de WhatsApp induzindo-as a responder três perguntas se quisessem ganhar 954 reais. As questões eram: “você possui o cartão Bolsa Família?”, “você recebe todo mês?” e “você conhece amigos ou parentes que recebe?”.

Uma forma fácil de saber que a mensagem era golpe é que o valor do Bolsa Família não é de 954 reais – esse é o valor do salário mínimo. O pagamento do Bolsa Família varia, podendo chegar a 372 reais por mês para famílias em situação de extrema pobreza que acumulam o benefício básico, o variável e o variável jovem.

Independentemente das respostas, a vítima era encaminhada para uma página que pedia o compartilhamento do falso benefício com dez amigos ou dez grupos no WhatsApp. Após o compartilhamento, o usuário era direcionado a outra página de cadastro para fazer download de aplicativos maliciosos.

“O número de pessoas que estão acessando esse golpe está aumentando nas últimas horas. Esse perfil de golpe utilizando a popularidade do WhatsApp tende a ganhar escala rapidamente”, afirma Emilio Simoni, diretor do dfndr lab.

Para evitar cair em falsas promoções, o especialista reforça a importância de as pessoas criarem o hábito de se certificarem sobre a veracidade de toda informação antes de compartilhá-la com seus contatos.

Golpe que promete benefício do programa Bolsa Família afeta mais de 600 mil brasileiros em 24 horas

Golpe que promete benefício do programa Bolsa Família afeta mais de 600 mil brasileiros em 24 horas (//Reprodução)
Golpe que promete benefício do programa Bolsa Família afeta mais de 600 mil brasileiros em 24 horas (//Reprodução)

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CNH Digital já está disponível para usuários do Android e iOS

(foto  Reprodução) – Os motoristas já podem usar a versão eletrônica da Carteira Nacional da Habilitação: a CNH Digital. Desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), o aplicativo está disponível em celulares iPhone (iOS) e com o sistema Android.

Para utilizar o recurso, é preciso se cadastrar no Portal de Serviços do Denatran. O procedimento é relativamente simples, mas requer autenticações emitidas pelo Detran caso não possua um certificado digital.

Com uso do sistema QR Code (códigos de barras escaneáveis), o acesso ao documento não requer o uso de Internet e pode ser feito por meio da aplicação Lince, também criada pelo Serpro.

Esse é o primeiro documento de identificação civil com representação digital válido em todos os estados do Brasil. O recurso está disponível desde fevereiro de 2018.

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WhatsApp permite baixar de novo fotos e vídeos antigos

WhatsApp permite baixar novamente mídias apagadas do aparelho (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)

OWhatsApp passou a permitir o download de fotos e vídeos que foram apagados pelo usuário. A novidade faz parte do mensageiro para Android, desde que o smartphone esteja com a versão 2.18.106 ou posterior. Funciona da seguinte forma: mesmo depois de remover uma mídia, o dono do aparelho pode refazer o download do conteúdo. A mudança beneficia a limpeza de memória do smartphone, pois mantém a possibilidade de acessar o conteúdo novamente no futuro.

Em teste conduzido pelo TechTudo, o WhatsApp liberou baixar mídias recebidas há cerca de quatro meses. Fotos e vídeos apagados antes desse período emitem um alerta solicitando que o usuário peça o reenvio ao remetente. A nova função não está disponível na edição do WhatsApp para iPhone (iOS).

Anteriormente, usuários perdiam acesso a fotos e vídeos recebidos no aplicativo caso os arquivos fossem removidos do celular. Isso dificultava o trabalho de apps que limpam o armazenamento do telefone, obrigando usuários a perderem acesso às mídias do WhatsApp.

Com a mudança, usuários de Android poderão esvaziar a memória ou apagar manualmente a pasta de mídias do aplicativo sem se preocupar em perder acesso ao conteúdo. Para funcionar, a recuperação de mídia requer que a miniatura da imagem ou vídeo ainda esteja presente na conversa.

Mídia muito antigo não pode ser baixada novamente; WhatsApp avisa sobre “falha no download” (Foto: Reprodução / TechTudo)

Mídia muito antigo não pode ser baixada novamente; WhatsApp avisa sobre "falha no download" (Foto: Reprodução / TechTudo)
Mídia muito antigo não pode ser baixada novamente; WhatsApp avisa sobre “falha no download” (Foto: Reprodução / TechTudo)

Mídia muito antigo não pode ser baixada novamente; WhatsApp avisa sobre “falha no download” (Foto: Reprodução / TechTudo)

Não é possível realizar o download novamente se a mensagem for apagada diretamente no chat. Segundo o site WABetaInfo, especializado em informações sobre o aplicativo, quando uma mídia é removida diretamente no WhatsApp, o aplicativo exclui o arquivo dos seus servidores, impedindo a recuperação.

Como fazer print de conversas inteiras no WhatsApp
Segurança e privacidade
A possibilidade de recuperação de mídia confirma que o WhatsApp preserva os arquivos dos usuários em seus servidores mesmo após o download no celular. A empresa já mantinha o conteúdo por 30 dias se o usuário ainda não tivesse feito o download. Agora, o prazo é estendido para cerca de quatro meses e vale também para quem já baixou, mas apagou o arquivo do smartphone.

Vale lembrar que a cópia de imagens e vídeos nos servidores do WhatsApp não invalida a criptografia de ponta-a-ponta, que também está em funcionamento no WhatsApp Business. Dessa forma, dados mantidos para recuperação futura só podem ser acessados por quem faz parte da conversa.

Com informações: WABetaInfo
Por Paulo Alves, para o TechTudo

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Agora é possível gravar áudio no WhatsApp sem manter o dedo grudado na tela

A opção só está disponível para o WhatsApp Beta
(Foto Reprodução )- Agora, todo mundo que utiliza o WhatsApp Beta para Android consegue gravar e mandar áudios para seus contatos sem ficar com o dedo grudado na tela do celular.

Aquele que era o único incômodo a prevenir pessoas de exagerarem no tamanho das gravações está deixando de existir. Ninguém mais vai ficar com o dedo doendo como castigo por ter importunado a vida dos coleguinhas com áudio desnecessário. Se fosse por mim, mandar áudio deveria ser dificultado em vez de facilitado, mas como eu não mando em nada no WhatsApp, minha opinião não importa.

Agora que eu já terminei de reclamar, vamos detalhar o que realmente mudou no mensageiro. Para usar a novidade, você precisa ter a versão Beta 2.18.102 do WhatsApp instalada no seu celular. Com isso, basta abrir uma conversa ou grupo, tocar no botão do microfone, aguardar a gravação começar e, em seguida, arrastar o ícone para cima. Você verá o ícone de um cadeado mostrando que é possível travar o botão de gravação, bem como uma pequena frase explicativa.

Depois de terminar seu discurso, é só tocar novamente nesse elemento para fazer o envio do áudio seja ele do tamanho que for. Quem não utiliza o WhatsApp Beta recebe os novos e longos áudios normalmente, mas não sabemos quando ou se essa função chegará à versão estável do mensageiro — aquela que a maioria das pessoas de fato usa.

Se você quer testar essa novidade, é necessário entrar no programa de testadores beta do WhatsApp na Play Store. Contudo, parece que não há mais vagas para testador na loja da Google. Dessa maneira, uma saída é baixar a versão 2.18.102 através de repositórios externos de apps , como o APKMirror. Contudo, o TecMundo de forma alguma recomenda essa prática, uma vez que instalar apps fora da loja da Google pode ser algo extremamente perigoso para um smartphone Android.
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Por: Tecmundo
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Novo golpe no WhatsApp promete resgate de R$ 1.900 do FGTS

 (Foto EW3 Internet Business) – Um novo golpe que circula no WhatsApp promete o resgate de até R$ 1.900 a pessoas que trabalharam com carteira assinada entre 1998 e 2018. A fraude já atingiu 70 mil usuários do mensageiro.

Segundo o laboratório de segurança da Psafe, as vítimas recebem pelo WhatsApp uma mensagem (abaixo), com um link para uma página falsa.

Depois de responderem a algumas perguntas, os usuários são orientados a compartilhar a mensagem com os seus contatos para receber o dinheiro.
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De acordo com o UOL, o objetivo do golpe é cadastrar os telefones em serviços de SMS pagos sem o consentimento das vítimas.

A mensagem contém erros de acentuação e abreviações, o que pode ser um indício de ser falsa. Outra dica para se prevenir desse tipo de golpe é nunca clicar em links recebidos, mesmo que venham de pessoas conhecidas. Se acreditar que a informação é oficial, pode confirmar diretamente no site da empresa. Neste caso, a Caixa Econômica Federal.

Notícias ao Minuto

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Facebook Messenger recebe duas interessantes novidades por meio de atualização 1

Brian Acton, co-fundador do WhatsApp, incitou o movimento nas redes sociais para deletar o Facebook, devido às políticas de privacidade da rede social. Ironicamente, foi descoberta uma falha no aplicativo de bate-papo que também compromete a segurança de dados dos usuários, de acordo com pesquisadores suíços da École Polytechnique Fédérale de Lausanne.

Embora seja de propriedade da empresa por trás do Facebook, o WhatsApp se orgulha de sua criptografia de ponta a ponta, e divulga esse recurso como um diferencial em relação aos outros mensageiros. O problema é que ao usar o chat de grupo do aplicativo, os dados podem ser coletados por qualquer pessoa.

Até 256 usuários podem participar de um bate-papo em grupo, sem a necessidade da aprovação de um administrador central. Criadores de grupos podem adicionar contatos adicionados em seus smartphones ou criar links que permitam a participação de qualquer um, e os grupos podem ser encontrados em pesquisas na web.

Devido ao fato de que qualquer pessoa que encontre o link na web pode entrar no grupo, sem a necessidade de fornecer nome ou se identificar, os membros podem ficar expostos. Por exemplo, seu número de celular pode ser usado para identificá-lo e segmentá-lo.

Segundo a demonstração dos pesquisadores, uma pessoa com algum nível de conhecimento pode facilmente obter dados valiosos de membros de grupos do WhatsApp, usando apenas um smartphone, scripts e alguns aplicativos.

Assim, os estudiosos conseguiram obter dados de quase meio milhão de mensagens trocadas entre 45.794 usuários do WhatsApp em 178 grupos públicos durante um período de seis meses, incluindo os números de celular dos usuários e todas as imagens, vídeos e links da web que eles compartilharam.

Embora os dados sejam criptografados, a chave é armazenada dentro da RAM do próprio dispositivo móvel. Isso permitiu que os estudiosos decodificassem os dados usando uma técnica desenvolvida pelos pesquisadores indianos L.P. Gudipaty e K.Y. Jhala. Porém, eles apenas conseguiram quebrar a criptografia dos grupos em que puderam fazer parte.

O pesquisador Paul Rösler afirma que “a confidencialidade do grupo é quebrada assim que o membro não convidado pode obter todas as novas mensagens e lê-las.

Se eu ouvir que há criptografia de ponta a ponta para grupos e comunicações de duas partes, isso significa que a adição de novos membros deve ser protegida. E se não, o valor da criptografia é muito pequeno.
Essa revelação pode ser o início de mais uma dor de cabeça para a empresa-mãe do WhatsApp. O Facebook é acusado de vazamento de dados para empresas como Cambridge Analytica, durante as campanhas de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos, e Mark Zuckerberg aceitou testemunhar no Congresso dos EUA sobre escândalo. No entanto, a repercussão desse caso é tanta que Mark pode até mesmo deixar o comando do Facebook.

Será que a pesquisa da École Polytechnique Fédérale de Lausanne pode colocar o WhatsApp entre os aplicativos do Facebook investigados quanto à segurança e proteção de dados dos usuários?

Por Tudode celular
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Usuário terá mais tempo para apagar mensagens e respostas automáticas

 Grupos também ganharam novidades e trava de mensagem de áudio chega para a versão de testes do Android.
( Aline Batista/TechTudo) – O WhatsApp recebeu novos recursos durante o mês de março, como a descrição em grupos, mas também foi alvo de polêmicas. Além disso, a ampliação do tempo para apagar as mensagens enviadas e o recurso de trava de microfone foram disponibilizados na versão de testes para Android, hoje disponíveis para iPhone (iOS). O TechTudo também trouxe um tutorial, mostrando como configurar respostas automáticas no serviço com o Reply, o novo app do Google.

No entanto, três novas ameaças à segurança dos usuários surgiram ao longo de mês. O mensageiro voltou a ser utilizado por criminosos virtuais como um meio para aplicar golpes, principalmente, através de textos sobre promoções inexistentes com links de acesso para páginas falsas. Relembre, a seguir, os principais fatos que marcaram o WhatsApp em março.

Mais tempo para apagar mensagens

Desde outubro de 2017, o WhatsApp permite apagar um conteúdo enviado em até sete minutos. Nesse mês, o serviço começou a testar a ampliação desse limite de tempo na versão Beta para Android. Agora, é permitido deletar um texto, vídeo, foto ou arquivo enviado em até 4096 segundos ou, mais precisamente, uma hora, oito minutos e 16 segundos.

Por enquanto, a novidade só está disponível na versão para iPhone. No Android, ainda é preciso utilizar a versão Beta, de testes, para ter acesso ao recurso.

WhatsApp esperto: respostas automáticas

O Reply é o novo aplicativo do Google de respostas automáticas para mensageiros e permite integração com o WhatsApp. Com recursos de inteligência artificial, o app consegue ler as mensagens e sugerir textos, levando em conta o contexto da conversa, a localização, entre outras variáveis escolhidas pelo usuário.

Seu funcionamento consiste em recomendar uma resposta, que pode ser enviada manualmente por um botão na central de notificações ou automaticamente. É possível definir para que o Reply não precise da intervenção do usuário para realizar a ação, caso a pessoa esteja dirigindo ou realizando atividades físicas.

O aplicativo está disponível para testes apenas para dispositivos Android e é compatível com o WhatsApp, Skype, Facebook Messenger, Hangouts, Twitter, entre outros.

Trava para microfone no Android

Em novembro de 2017, o WhatsApp disponibilizou o recurso de trava do microfone no app para iOS, que permite gravar mensagens de áudio sem a necessidade de ficar segurando o botão. Em março, o recurso apareceu de forma experimental na versão 2.18.71 do WhatsApp Beta para Android e a expectativa é de que chegue para a edição estável nas próximas atualizações.

Além da trava, o site WABetaInfo descobriu, também na versão Beta, uma funcionalidade extra, ainda inexistente para iPhone. A ferramenta oculta permite ouvir o próprio áudio antes de encaminhá-lo para outra pessoa. Atualmente, só é possível escutar a mensagem de voz após o envio.

Descrição e busca por membros em grupos

Os grupos de WhatsApp ganharam novos recursos durante o mês de março. Usuários das versões Android e iOS podem pesquisar por membros e descobrir facilmente se uma pessoa está participando ou não. A função é bastante útil para grupos grandes, uma vez que o limite máximo é de até 256 usuários.

A outra novidade é a liberação da descrição para grupos em todas as plataformas. A ferramenta permite agregar mais informações, além do nome e a foto. A edição da descrição pode ser feita por todos os membros, não se restringindo somente aos administradores.

Golpes

O WhatsApp continuou sendo alvo de criminosos virtuais para aplicar golpes. Para isso, são utilizados textos sobre promoções inexistentes com links que encaminham para sites falsos, enganando milhares de pessoas. Só em março foram descobertos três episódios.

Um dos casos se tratava de uma falsa promoção de Páscoa que oferecia vale-presentes de R$ 800,00. Outro envolvia a entrega de um álbum de figurinhas da Copa do Mundo gratuitamente e o terceiro aproveitava o Dia Internacional da Mulher para ofertar um kit de maquiagem de graça. Em todos os casos, as vítimas eram direcionadas para páginas onde respondiam a questionários. Assim, concediam permissões para o recebimento de notificações por parte dos hackers ou, até mesmo, forneciam dados que podem ser utilizados por criminosos para assinar serviços pagos sem a sua autorização ou outros tipos de violações.
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Estação espacial caiu no Oceano Pacífico, diz governo da China

Estação espacial caiu no Oceano Pacífico, diz governo da China ( Foto: Fraunhofer FHR)
A estação espacial chinesa Tiangong-1 caiu no sul do Oceano Pacífico às 21h16 deste domingo, 1, de acordo com comunicado do governo da China. Segundo a agência de notícias estatal Xinhua, a nave foi praticamente toda consumida pelas chamas ao entrar na atmosfera da Terra. A informação foi confirmada por um órgão do Comando Estratégico do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

Utilizada como um laboratório de pesquisas no espaço, a estação de cerca de 8,5 toneladas e 12 metros de comprimento – aproximadamente o tamanho de um ônibus – estava completamente fora de controle desde 2016, quando a Agência Espacial Chinesa perdeu a comunicação com ela.

Antes de cair, a estação viajava a cerca de 26 mil quilôemtros por hora, completando uma volta em torno da Terra a cada uma hora e meia. Originalmente, sua altitude média era de 350 quilômetros, mas a órbita decaía lentamente desde a perda de comunicação. Em janeiro deste ano, ela já orbitava a 280 quilômetros e, horas antes da queda, estava a 130 quilômetros do nível do mar.

A Tiangong-1, cujo nome significa “Palácio Celestial” em mandarim, foi lançada em 2011 com o objetivo de aperfeiçoar tecnologias de acoplamento de naves espaciais e de realizar experimentos orbitais. Com seu lançamento, a China se tornou o terceiro país a ter uma estação espacial em órbita, depois dos Estados Unidos e da Rússia.

O lançamento da estação fazia parte de um ambicioso plano do governo da China para transormar o país em uma superpotência espacial. A Tiangong-1 era descrita pelas autoridades chinesas como “um poderoso símbolo político” do crescente poder do País.

Em seus momentos de glória, a estação serviu para testar diversas tecnologias de encaixe – ou atracação – com outras espaçonaves e foi utilizada para diversos experimentos científicos. Por duas vezes, a estação recebeu tripulantes, incluindo a primeira astronauta mulher da China, Liu Yang, em 2012. A segunda missão, em 2013, também recebeu uma astronauta, Wang Yaping.

Depois de completadas as missões, o módulo chinês deveria ter sido derrubado de forma segura em 2013, mas continuou em operação até o ano de 2016. Naquele mesmo ano, após a perda de controle da Tiangong-1, os especialistas chineses previram que a estação provavelmente queimaria na atmosfera no fim de 2017.

Ainda em 2016, porém, o governo da China admitiu ter perdido o controle e informou que não havia mais como conter sua reentrada na atmosfera. Logo depois, a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) previu que a reentrada na atmosfera deveria ocorrer entre março e abril de 2018. No dia 20 de março deste ano, a ESA confirmou que ela cairia na Terra, em local incerto, entre os dias 27 de março e 8 de abril.

Segundo a ESA, era impossível determinar com exatidão a data da reentrada da estação na atmosfera por causa de inúmeras incertezas, sendo a principal delas o efeito do atrito atmosférico na trajetória do módulo em suas últimas órbitas.

Também havia dúvidas sobre a possibilidade da Tiangong-1 sobreviver à reentrada, porque a China nunca divulgou detalhes do projeto e dos materiais utilizados para fabricar a estação. Temia-se que ela contivesse tanques de titânio muito robustos – capazes de sobreviver ao calor incrível da reentrada – cheios de hidrazina, uma substância tóxica utilizada como propelente de foguetes.

Especialistas da Aerospace Corporation, uma empresa de consultoria para missões espaciais financiada pela Força Aérea dos Estados Unidos, previam que, durante a reentrada na atmosfera, a Tiangong-1 ficaria em chamas, por causa do atrito com a atmosfera, e seus pedaços se espalhariam por extensões de até 2 mil quilômetros a partir do ponto da reentrada.

Embora seja comum a queda de detritos espaciais na superfície do planeta, a Tiangong-1 é um dos maiores objetos já submetidos a uma reentrada descontrolada na atmosfera. Normalmente, nas entradas controladas, a espaçonave ou satélite fora de operação são direcionados aos oceanos – um procedimento padrão para reduzir os riscos na Terra.

Estações em queda livre. O maior objeto feito pelo homem a cair na Terra foi a Estação Espacial MIR, da Rússia, que tinha massa de 120 toneladas. Sua reentrada ocorreu em 23 de março de 2001. Depois de 15 anos em órbita, a Rússia decidiu destruí-la por não ter recursos para manter a operação. Foi preciso investir US$ 27 milhões para a operação de reingresso. Os pedaços que restaram da estação caíram em chamas no Oceano Pacífico, a uma distância de 2 mil quilômetros da Austrália.

Antes disso, o Skylab, a primeira estação espacial americana, chegou a causar pânico em todo o mundo, no fim da década de 1970, quando foi anunciado que o módulo estava fora de controle e cairia em local imprevisível. A estação de 91 toneladas, lançada em 1973, despencou de uma altitude de mais de 400 quilômetros em 1979, mas acabou se desintegrando na reentrada, com alguns detritos caindo sobre o Oceano Índico e partes remotas da Austrália.

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Estadão Fábio de Castro
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Estação espacial chinesa pode cair sobre o Brasil no feriado de Páscoa

Detritos maiores da Tiangong-1 podem chegar intactos à superfície (Foto: Reprodução)Detritos maiores da Tiangong-1 podem chegar intactos à superfície (Foto: CMSA/Reprodução)

Neste exato momento, a cerca de 200 quilômetros de altura, uma estação espacial chinesa espirala sem rumo em direção à Terra. Lançada em 2011, a Tiangong-1 está desabitada desde 2013 e desgovernada desde 2016. Agências espaciais e órgãos especializados do mundo todo afirmam que o primeiro “palácio celestial” da China vive seus últimos momentos em órbita — e que deve cair de vez nos próximos dias.esa_esoc_tiangong1_risk_map_jan2018-1024x375

De acordo com a Agência Espacial Europeia (ESA), a reentrada na atmosfera deve ocorrer entre os dias 30 de março e 2 de abril. Uma inesperada coincidência com o feriado de Páscoa. Já para a Aeroespace Corporation, organização que fornece análises técnicas à Força Aérea dos EUA, a previsão é 1º de abril, com dois dias para mais ou para menos.

E sim, pode ser uma mentira. “A margem de erro ainda é muito grande”, diz o astrônomo amador Marcelo Zurita, diretor técnico da Bramon (Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros). É só de dois a três dias antes do evento que as previsões se tornam mais precisas. Ele tem acompanhado de perto todo o longo processo de reentrada da Tiangong-1, que a GALILEU havia antecipado em 2016.

Zurita está à frente de um grupo criado na Bramon para monitorar reentradas que possam ocorrer nos céus do Brasil. É o caso da estação espacial chinesa, que pode cair em qualquer lugar entre as latitudes 43º Norte e 43º Sul — todo o território brasileiro é contemplado. A possibilidade é baixa, mas não nula. Até o momento, os cálculos da Bramon indicam uma chance de 2,28% de que o objeto se despedace sobre nossas cabeças.
Área em que Tiangong-1 pode cair, densidade populacional e risco de impacto por região

(Foto: ESA)Área em que Tiangong-1 pode cair, densidade populacional e risco de impacto por região (Foto: ESA)
(Foto: ESA)Área em que Tiangong-1 pode cair, densidade populacional e risco de impacto por região (Foto: ESA)

Os amadores conduziram uma série de estimativas extras (veja abaixo), atualizadas a cada dia. Calcularam que a faixa onde a Tiangong-1 pode cair corresponde a 73% da área do planeta. Dentro dela, 68% é oceano e 32% é terra firme. Com isso, descobriram a chance de queda no Brasil e em cada estado. “Pesquisamos as áreas urbanizadas para saber, por exemplo, o risco de cair em uma cidade de São Paulo”, explica Zurita.

Por ter cerca de 10 metros de comprimento, 3 metros de largura e 8,5 toneladas no lançamento (devido ao gasto de combustível, o peso atual é menor), destroços podem chegar intactos à superfície. As chances de acertarem uma pessoa, no entanto, são ínfimas: 0,02%. Mas elas não podem ser desconsideradas.

“Acho que a principal lição é o cuidado que as agências espaciais devem ter com os objetos que colocam em órbita”, afirma o astrônomo amador. “É importante que se discuta o assunto para que, em um futuro não tão distante, essa e outras reentradas possam ser controladas e ocorram sem risco para as pessoas aqui na Terra.”
Mapa com as probabilidades da estação espacial atingir cada região do país (Foto: BRAMOM)Mapa com as probabilidades da estação espacial atingir cada região do país.

Região Norte seria a região mais provável da queda (Foto: BRAMOM) (Foto: )
Região Norte seria a região mais provável da queda (Foto: BRAMOM)
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