WhatsApp passa a avisar quando mensagem recebida foi encaminhada

O aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp anunciou nesta terça-feira (10) a introdução de uma nova ferramenta que permite aos usuários saber se uma mensagem recebida foi encaminhada a partir de outra conversa. A funcionalidade tem o objetivo de evitar a disseminação de boatos como a que levou ao recente linchamento de várias pessoas na Índia após a circulação de falsas acusações de que estariam envolvidas no tráfico de crianças e já estava em testes pela empresa de tecnologia.

De acordo com a assessoria de imprensa do WhatsApp citada pelo site de notícias G1, o recurso está sendo liberado gradativamente para os usuários. Em comunicado publicado em sua página na internet, a empresa informa que para visualizar a etiqueta de “encaminhada” é necessário ter a atualização mais recente do aplicativo no telefone. Segundo o WhatsApp, a indicação de que a mensagem foi encaminhada “ajudará a determinar se um amigo ou familiar realmente escreveu a mensagem que enviou ou se a mesma veio originalmente de outra pessoa”.

Falha em celulares da Samsung faz aparelho enviar fotos sem permissão

“O WhatsApp se importa profundamente com sua segurança. Encorajamos você a pensar antes de compartilhar mensagens que foram encaminhadas”, acrescenta o texto no site da empresa.

Esta não é a única iniciativa do Whatsapp para conter a disseminação de boatos que levou às mortes na Índia nesta terça. Hoje a empresa também publicou anúncios em importantes jornais do país em que pedia aos usuários que chequem as informações antes de compartilhá-las e tenham cautela para evitar a disseminação de notícias falsas.

“Juntos nós podemos combater informação falsa”, diz o anúncio de página inteira em alguns grandes jornais de língua inglesa da Índia, parte da série que também vai ser publicada em jornais em idiomas regionais.

– Nós estamos começando uma campanha educativa na Índia sobre como identificar notícias falsas e rumores – disse um porta-voz do WhatsApp em comunicado. – Nosso primeiro passo é colocar anúncios em jornais em inglês e hindi e diversos outros idiomas. Nós vamos avançar esses esforços.

Espancamentos e mortes incitadas por mensagens falsas na Índia, maior mercado do WhatsApp com mais de 200 milhões de usuários, causaram um pesadelo de relações públicas, levando autoridades a pedirem uma ação imediata da empresa.

O Globo

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WhatsApp anuncia iniciativa contra falsificação de notícias

Mensageiro vai conceder bolsas de estudo a pesquisadores de fake news
(Foto:  Thássius Veloso/TechTudo)
O WhatsApp anunciou a primeira iniciativa para combater as fake news: o mensageiro irá oferecer 20 bolsas de US$ 50 mil (cerca de R$ 195 mil, em conversão direta) para estudos que auxiliem na proliferação de boatos. A informação foi divulgada pelo jornal O Estado de São Paulo nesta terça-feira (3) e confirmada pelo TechTudo.

O incentivo será concedido a pesquisadores que busquem compreender o fenômeno e para encontrar alternativas que impeçam a distribuição dessas mensagens, sem prejudicar a privacidade dos usuários. Entre as maiores preocupações estão as falsificações que envolvem saúde e eleições.

Pesquisadores interessados em participar do programa de bolsas devem enviar ideias até 12 de agosto. São cinco os pilares para os estudos, conforme divulgou o mensageiro:

Processamento de informações de conteúdo problemático.
    Informações relativas a eleições.
    Efeitos de rede e viralidade.
    Detecção de comportamento problemático em sistemas criptografados
    Detecção de comportamento problemático em sistemas criptografados

A empresa destaca que nenhum dado de usuários de WhatsApp será compartilhado com pesquisadores. A documentação também esclarece que “todos os dados gerados pelas pesquisas serão propriedade intelectual dos pesquisadores e não precisam ser compartilhados com o WhatsApp”.

O mensageiro vem buscando alternativas para evitar o fenômeno das fake news. No começo de junho, a versão experimental (Beta) do app para Android ganhou um indicador de mensagens compartilhadas. O rótulo “Encaminhada” indica que o texto não foi escrito pela pessoa que o está repassando.

Um dos entraves para a checagem de notícias no WhatsApp é a criptografia de ponta a ponta. Em funcionamento desde abril de 2016, o recurso impede que as mensagens de usuários sejam lidas por pessoas que não estejam participando das conversas. Atualmente, todas as contas cadastradas no serviço já contam com a tecnologia.

Aplicativo de mensagens mais utilizado do Brasil, com 120 milhões de usuários no país, o WhatsApp enfrenta problemas com a disseminação de boatos. Em estudo inédito pelo Monitor do Debate Político no Meio Digital da Universidade de São Paulo (USP), 1.145 pessoas entre 2.520 entrevistados (51%) alegaram ter recebido notícias falsas sobre a morte da vereadora Marielle Franco, em março.

Por: TechTudo 4 de Julho de 2018 às 14:25
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WhatsApp Web ou Android Mensagens no PC?

Apesar do visual semelhantes, aplicações têm funções diferentes
(Foto:  Tech Tudo) –  O Android Mensagens para Web é uma plataforma do Google que permite receber e enviar mensagens SMS através de um navegador no computador. A novidade chama a atenção por ter um visual e uma série de funções muito semelhantes àquelas oferecidas pelo WhatsApp Web. Entretanto, um olhar mais atento mostra que as ferramentas apresentam distinções entre si, como a tecnologia usada para a transmissão de conteúdo, o modo como protegem seus usuários, a concepção de grupos, entre outras. Confira a seguir as principais diferenças entre os programas e escolha qual você deve usar.

1. Pagamento de SMS por mensagem enviada

O WhatsApp Web usa somente os dados da rede móvel e Wi-Fi para o envio e recebimento de mensagens. Já o Android Mensagens para Web, além do 4G/3G ou Wi-Fi, consome ainda o pacote de SMS do plano de telefonia ou efetua a cobrança de valor por cada texto/arquivo. Isso porque a ferramenta do Google envia um SMS através de uma conexão do computador para o celular vinculado, através da tecnologia RCS, como se o usuário estivesse trocando conteúdos via celular. O padrão de comunicação já está disponível no Brasil para clientes das operadoras Claro, Oi e Vivo.

2. WhatsApp Web tem status

Os serviços online dos mensageiros apresentam layouts e funções semelhantes, entretanto o WhatsApp Web sai na frente com o seu “Status”. O recurso, que se assemelha ao Instagram Stories e Facebook Stories, permite aos usuários conferirem vídeos curtos, fotos e mensagens de texto criados por seus contatos, que ficam no ar por um período de 24 horas. É uma ferramenta que confere uma pegada de rede social à aplicação.

3. WhatsApp Web permite enviar vários tipos de arquivos

Apesar de a versão web do Android Mensagens facilitar a vida do usuário, permitindo, inclusive, o envio de vídeos, imagens e músicas por MMS, o serviço fica bastante aquém do rival. O WhatsApp Web garante a troca de uma maior variedade de conteúdos, como documentos (por exemplo, .doc, .txt, .xls, entre outros), fotos e vídeos do arquivo ou feitas com a própria câmera do computador, além do número telefônico de outros contatos. A plataforma permite ainda a gravação e transmissão de áudios,função que não é oferecida pela ferramenta do Google.

4. Android Mensagens tem adesivos

Os usuários do WhatsApp Web têm a opção de responder mensagens de forma divertida com emojis ou GIFs animados. No entanto, quem utiliza o Android Mensagem para Web pode optar, além dos emojis, pelos adesivos. Ao todo, estão disponíveis 160 stickers temáticos animados, que são recebidos pelos contatos sob a forma de MMS (sigla para Multimedia Messaging Service ou Serviço de Mensagem Multimídia, em livre tradução).

5. Modos diferentes de criação de grupos

As duas aplicações web permitem criar grupos de bate-papo, no entanto, essa ferramenta tem funções um pouco diferentes em cada uma delas. No Android, o recurso serve para que uma mesma mensagem seja enviada para várias pessoas, mas as respostas a ela são recebidas somente pelo emissor do texto inicial – os participantes do grupo não interegem entre si. Diferentemente, no WhatsApp Web, todos os membros de um grupo são capazes de mandar, receber e visualizar as respostas uns dos outros.

A possibilidade de destinar um mesmo conteúdo para diferentes pessoas e receber respostas individuais existe somente na versão mobile do WhatsApp e a função é chamada de Transmissão e, não, de grupo.

6. Ignorar no Android Mensagens é mais fácil

Se há um contato inconveniente enchendo sua caixa de mensagens indesejáveis, por que não ignorá-lo? Ambas as plataformas oferecem esse recurso, mas, na do Google, ele está bem à vista de todos: basta tocar no símbolo de um sino, situado na parte superior da janela de bate-papo. No WhatsApp, o recurso está escondidinho entre as opções oferecidas dentro do ícone de três pontinhos também na tela da conversa com a persona non-grata.

7. Qualquer pessoa com Android pode receber as mensagens

O Android Messenger Web sai na frente por permitir o envio de mensagens para todos os usuários Android, uma vez que o app já vem instalado em smartphones com a plataforma. A fabricante alerta, entretanto, que algumas funções são compatíveis apenas com o Android 6.0 e versões posteriores. Já no WhatsApp Web, a conversa só pode ser efetuada com pessoas que também tenham a aplicação.

8. Mensagens encriptadas de maneiras distintas

O WhatsApp garante que as mensagens trocadas através de seu serviço são criptografadas de ponta a ponta. Isso significa os textos e arquivos são enviados sob a forma de um código e só podem ser lidos e visualizados por quem os envia e recebe.

Já a tecnologia RSC usada pelo Android Mensagens Web não oferece a opção de criptografia, mas o Google assegura que as últimas conversas, os contatos e outras configurações são encriptados e armazenados em cache no navegador. Após 14 dias de inatividade, a conta é desconectada automaticamente por motivos de segurança, sendo necessário realizar novo login via código QR.
Por: Tech Tudo 3 de Julho de 2018 às 07:22
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Falha em celular da Samsung faz aparelho enviar fotos sem permissão

Uma falha de privacidade está levando preocupação a milhares de usuários da Samsung.

A falha admitida pela empresa faz com que imagens salvas no celular da marca sejam enviadas para contatos do aparelho aleatoriamente, sem a autorização necessária. As mensagens são encaminhadas pelo aplicativo de mensagem Samsung Messages.

Muitos proprietários de aparelhos da marca estão reclamando do problema em fóruns oficiais da empresa e em sites de tecnologia – um deles, inclusive, diz que seu smartphones enviou todas as suas imagens para a namorada.

Segundo os relatos, o aplicativo nem sequer emite qualquer alerta sobre os arquivos enviados. Algumas pessoas só descobrem o erro quando recebem uma resposta do destinatário a respeito das imagens enviadas.

Em resposta ao problema, a Samsung informa que está “ciente das críticas” e que suas equipes técnicas estão “investigando o problema”. A empresa também aconselha os clientes que enfrentam o problema a entrar em contato com o suporte da Samsung.

Entre os celulares afetados pelo erro, os consumidores apontam o Galaxy S9 e S9 +.

Enquanto o problema não é resolvido, os usuários podem bloquear o acesso do Samsung Message ao armazenamento do celular, de forma que o aparelho não envie as imagens aleatoriamente aos contatos.

(Fonte: Veja)

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Alunos brasileiros se apresentam à Nasa e enviam experimento ao espaço

Em meio a sisudos estudantes americanos vestindo jaleco, camisa xadrez, gravata borboleta e até terno, um grupo de cinco brasileiros se remexia de ansiedade nas cadeiras de um auditório em Washington, nesta quinta-feira (28).

Os alunos, que têm entre 13 e 15 anos, estavam a poucos minutos de serem os primeiros brasileiros a apresentarem um experimento para ser enviado à Estação Espacial Internacional (ISS), numa ação anual do governo americano em parceria com a Nasa (agência espacial dos EUA).

“Acho que foram os cinco passos mais difíceis da minha vida”, contou à Folha o estudante Otto Gerbaka, 13, sobre o percurso que fez até o palco, debaixo de réplicas de foguetes, satélites e uma imagem da Lua.

É a primeira vez que um grupo de alunos do Brasil, dos colégios Dante Alighieri, Projeto Âncora e Escola Municipal Perimetral, em São Paulo, participa do evento. A competição estudantil, chamada de Programa de Experimentos Espaciais para Estudantes, é realizada há 12 anos. Nunca antes um país de fora da América do Norte havia participado da iniciativa.

“É uma honra ter vocês aqui; isso vai servir como modelo para a nação inteira”, afirmou o coordenador do programa, Jeff Goldstein, que puxou aplausos à equipe.

Em inglês, os brasileiros se revezaram para contar como funciona o experimento, que irá enviar ao espaço uma ampola de um composto feito de cimento e pó de plástico verde. Caso esse composto resista de maneira satisfatória à microgravidade, ele pode ser uma alternativa para a construção de colônias humanas fora da Terra.

O lançamento será nesta sexta-feira (29), às 6h41, no horário de Brasília. É possível acompanhar ao vivo pela internet, neste link.

Nesta quinta, foram pouco menos de dez minutos de apresentação. Mas, ao final, professores, pais e alunos se abraçavam, muitos às lágrimas.

“É como se a gente subisse junto. Em cima do palco, tem mais de um ano de trabalho”, afirmou, com olhos marejados, a professora Miriam Brito Guimarães, coordenadora do colégio Dante Alighieri. “Isso aqui é uma pontinha de uma grande montanha que estamos construindo.”

Guimarães segurava uma bandeira do Brasil, no fundo da plateia. Outros professores sacavam o celular e gravavam o momento histórico. Um dos alunos, Natan Cardoso, 15, colocou até borrachinha verde-e-amarela no aparelho que usa nos dentes.

“Não foi para a Copa, não; foi para mostrar aqui na Nasa”, disse ele, que estuda na Escola Municipal Perimetral e faz sua primeira viagem internacional.

Foram meses de preparação e estudos. A equipe vencedora saiu de uma disputa realizada no ano passado entre 72 grupos de brasileiros, formados por alunos de 12 a 14 anos. Três projetos foram enviados à Nasa, e apenas um foi selecionado.

“Nós estamos num momento em que precisamos escolher se o Brasil vai ser um ator ou um espectador do acesso ao espaço. É esse o meu trabalho: transformar o Brasil num ator”, afirmou à Folha o engenheiro espacial Lucas Fonseca, coordenador da Missão Garatéa, que desenvolveu o projeto em parceria com os colégios.

Depois de escolhido o experimento, em dezembro do ano passado, os alunos passaram a se organizar para a viagem. Alguns reforçaram as aulas de inglês. Outros fizeram vaquinha com os colegas para pagar as passagens.

“Eu vendi muito brigadeiro para conseguir vir”, contou Sofia Palma, 13, aluna do 8º ano do Projeto Âncora, em Cotia. “Sempre gostei muito de ler sobre Ciência, mas nunca pensei que estaria em um projeto desse porte.”

A possibilidade de criar novos engenheiros espaciais é real entre o grupo. “Eu nunca tinha pensado em trabalhar com o espaço. Com esse projeto, eu acho que é uma possibilidade”, disse Laura D’Amaro, 13, aluna do Dante Alighieri. “Eu sempre quis ser engenheiro. Depois desse projeto, mais ainda”, afirmou Guilherme Funck, 13, de quem partiu a ideia de trabalhar com cimento.

No dia anterior, eles haviam praticado a apresentação durante três horas a fio – mesmo com jogo do Brasil na Copa do Mundo.

Para os professores, os reflexos da pesquisa já são sentidos em sala de aula. “A perspectiva é outra: eles começam a elaborar perguntas, fazer hipóteses, trabalhar com variáveis. É uma alfabetização científica”, diz Tiago Bodê, professor de Ciências do colégio Dante Alighieri.

Em julho, o Garatéa irá abrir um edital nacional para a próxima edição do concurso. Podem participar colégios de todo o país.

Por:FOLHA UOL / fOTO:*Estelita Hass Carazzai
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Golpe no WhatsApp tem políticos como principal alvo

(WhatsApp©Foto: Reprodução WhatsApp) – Imagine que você recebe uma mensagem pelo WhatsApp de um contato conhecido, normalmente um familiar ou amigo próximo, pedindo que você faça uma transferência que ele próprio não é capaz de realizar. Se o grau de intimidade for grande, você atenderia ao pedido, certo? Pois é justamente esse o modus operandi de uma quadrilha de criminosos que visa, principalmente, políticos, secretários e outros membros do governo em Brasília, em uma nova onda de golpes que parece contar até mesmo com integrantes dentro das operadoras de telefonia.

As mensagens que levam aos depósitos vêm de números legítimos, efetivamente usados pelos contatos da vítima, o que faz com que ela seja levada a realizar as transferências. A conversa segue o mesmo roteiro, com o perfil, agora sob controle dos golpistas, perguntando em qual banco o alvo possui conta e, na sequência, solicitando o envio de pagamentos e prometendo um reembolso no dia seguinte, com a alegação de que o contato não seria capaz de realizar, ele próprio, o depósito.

De acordo com informações do UOL, desde março, pelo menos 20 políticos tiveram seus números clonados como parte do golpe. Estariam na lista, por exemplo, Carlos Marun, atual ministro-chefe da Secretaria de Governo, Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil, Osmar Terra, líder da pasta de Desenvolvimento Social e Agrário e Fernando Coelho Filho, que dirigia o setor de Minas e Energia até abril deste ano.

Uma das vítimas também foi a vice-governadora do Paraná, Cida Borghetti, em um golpe que teria levado quatro amigos ao envio total de cerca de R$ 8 mil aos criminosos. Na ocasião, também em março, ela informou aos contatos sobre a clonagem de seus números por meio do Facebook e disse também iniciado ação legal para chegar aos bandidos.

O golpe, porém, é bem mais antigo e já estaria acontecendo desde 2016, com direito a prisão de seis integrantes de uma quadrilha no Maranhão e a descoberta do envolvimento de um funcionário da operadora Vivo, responsável por retirar os números originais do ar e os atribuir a novos chips, usados pelos golpistas. No caso ocorrido com Borghetti, duas prisões foram efetuadas, também no estado da região Nordeste, com os bandidos utilizando um login administrativo também da Vivo para realizar a mudança nos números.

Casos de clonagem de números em outras empresas, como Oi e Tim, também já foram registrados. Normalmente, o usuário percebe o problema quando vê seu celular saindo do ar, notando a realização do golpe quando amigos, por e-mail e outros meios de contato, começam a enviar comprovantes de depósito.

O problema se torna ainda pior quando, ao terem acesso ao número clonado, dependendo das configurações de backup de cada usuário, os golpistas podem também ler informações confidenciais, tendo acesso a registros pessoais ou dados que podem ser usados em novos golpes. Não teriam sido registradas ocorrências desse tipo, entretanto.
Como se proteger

A melhor maneira de se manter livre esse tipo de golpe é ativar o sistema de verificação em duas etapas do WhatsApp. Assim, o sistema passa a exigir não apenas a tradicional verificação por SMS (que se torna inútil no caso da clonagem, pois o golpista passa a ter domínio do número original), mas também uma senha de acesso, que deve ser de conhecimento somente do usuário original.
Verificação adicional por senha impede invasão do WhatsApp mesmo com número clonado (Imagem: Reprodução/Felipe Demartini)© Fornecido por Unilogic Media Group Ltda Verificação adicional por senha impede invasão do WhatsApp mesmo com número clonado (Imagem: Reprodução/Felipe Demartini)

Para fazer isso, basta acessar a tela de configurações do aplicativo e, no menu Conta, ativar a opção de “Verificação em duas etapas”, inserindo uma senha segura. Um e-mail também é exigido como parte do processo, como método adicional de verificação no caso de a senha original ser esquecida.

Fonte: UOL Notícias, Brazil Journal

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WhatsApp Beta passa a dizer se mensagem é encaminhada

Recurso permite saber se um texto, imagem ou vídeo é de autoria do contato ou não
(Foto: Paulo Alves/TechTudo) – O WhatsApp Beta para Android traz uma nova função que avisa quando uma mensagem foi encaminhada de outra conversa. A partir da versão 2.18.179, o aplicativo passa a mostrar o rótulo “Encaminhado” acima da mensagem, indicando se o conteúdo é de autoria do contato ou não.

Apenas usuários da versão de testes do WhatsApp para Android podem ver a nova indicação, independentemente de quem enviou. Em testes conduzidos pelo TechTudo, o balão é exibido em textos, imagens e vídeos encaminhados de outras pessoas usando Android ou iPhone (iOS). O aviso não aparece quando o conteúdo foi criado pelo próprio usuário.

O site WABetaInfo, especializado em vazamentos de funções do WhatsApp, menciona que o aviso de mensagem encaminhada é válido apenas para mensagens novas. No entanto, o TechTudo conseguiu reproduzir o recurso também ao encaminhar conversas antigas. Em qualquer cenário, porém, o aplicativo não informa o nome do autor da mensagem original. Da mesma forma, ele não fica sabendo se as informações foram repassadas a terceiros.

O mensageiro corre atrás do Telegram, que oferece funcionalidade parecida há mais tempo. Além de informar quando uma mensagem é fruto de encaminhamento, o mensageiro rival do WhatsApp mostra quem criou o conteúdo e permite abrir uma conversa com o autor com um toque.

Por: TechTudo

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Nasa encontra matéria orgânica em Marte

O veículo explorador Curiosity, da Nasa, encontrou novas evidências que sugerem que Marte pode ter tido vida no passado ou ainda a possibilidade de vida atual na atmosfera do planeta. O anúncio foi feito hoje (7) pela agência espacial norte-americana.

O veículo da Nasa detectou moléculas orgânicas duras em rochas sedimentares de 3 bilhões de anos perto da superfície, assim como variações sazonais nos níveis de metano na atmosfera.

Moléculas orgânicas contém carbono e hidrogênio, e podem também incluir oxigênio, nitrogênio e outros elementos. Elas são comumente associadas com a presença de vida, mas podem também ser criadas por processos não biológicos.

No segundo estudo, os cientistas da Nasa descobriram variações sazonais do nível de metano na atmosfera de Marte ao longo de três anos do planeta, que são quase seis anos na contagem da Terra. O metano pode ter origem biológica.

Sinal positivo

Ainda que não seja possível determinar que houve vida em Marte, as descobertas são um sinal positivo para futuras missões de exploração da superfície do planeta. “Com essas novas descobertas, Marte está nos dizendo para ficar neste caminho e continuar procurando por evidências de vida”, disse Thomas Zurbuchen, administrator associado da sede da Nasa em Washington.

“O Curiosity não determinou a fonte das moléculas orgânicas”, disse a autora do estudo, Jen Eigenbrode. “Se ela tem registro de vida no passado, foi alimento para vida, ou existiu na ausência de vida, a matéria orgânica nos materiais de Marte dão dicas químicas sobre as condições e os processos planetários”, afirmou ela.

Segundo os pesquisadores, ainda que a superfície de Marte não seja apropriada para vida hoje, há evidências claras de que em um passado distante o clima permitiu a existência de água, fundamental para a vida como conhecemos.
Fonte: agenciabrasil

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Nova falha no Facebook tornou pública postagens de 14 mi de usuários

(Foto: ©  REUTERS/Dado Ruvic)- O Facebook disse nesta quinta-feira (7) que tornou públicas por um erro as mensagens de 14 milhões de usuários durante quatro dias em maio.

“Recentemente detectamos uma falha que automaticamente tornava públicas as mensagens criadas por algumas pessoas”, disse Erin Egan, responsável por temas de privacidade do Facebook.

Este erro ocorreu enquanto o grupo estava trabalhando em uma nova forma de compartilhar certos elementos do perfil dos usuários, como as fotos.

O erro afetou a rede de 18 a 27 de maio. O Facebook afirmou ter reparado o problema em 22 de maio, mas precisou de mais cinco dias para que todas as mensagens fossem privadas.

“Resolvemos este problema e começamos hoje (7) a advertir todas as pessoas afetadas, pedindo que verificassem as mensagens publicadas durante esse tempo”, disse Egan.

Os cerca de 14 milhões de usuários envolvidos deverão ver ao se conectarem à rede social uma notificação convidando-os a visitar uma outra página onde poderão checar as publicações afetadas pelo erro.

O problema chega em um momento em que o Facebook está envolvido em vários casos polêmicos relacionados com a segurança dos dados pessoais.

O grupo tem sido fortemente criticado desde março por ter deixado vazar dados de milhões de usuários para a Cambridge Analytica.
Com informações da Folhapress.
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Novo golpe no WhatsApp promete camisa da seleção

Um novo tipo de golpe começou a circular nos últimos dias entre os usuários do Whatsapp. Uma mensagem promete uma camisa da seleção brasileira para quem compartilhar o que recebeu com ao menos 30 dos seus contatos. Após o compartilhamento, é indicado ao usuário clicar em um link, que o leva a várias páginas externas, que servem apenas para que aplicativos sejam instalados no aparelho. Esses aplicativos de origem duvidosa podem trazer problemas, que resultam na exibição propagandas no dispositivo em qualquer momento.

Segundo a Kaspersky Lab — empresa especializada em segurança digital —, a mensagem está sendo disseminada pelo WhatsApp, e também por notificações em navegadores como Google Chrome, Firefox, entre outros.

Para os usuários que possuem celulares com o sistema iOS, após vários direcionamentos, o golpe irá solicitar que sejam instalados uma série de aplicativos. Quanto mais aplicativos instalados, maior será o lucro de quem criou o golpe. O usuário, por sua vez, não é afetado financeiramente pelo sistema.

Já nos casos de sistemas Android, será solicitada a instalação de um aplicativo. Essa ferramenta tem origem maliciosa, o que irá infectar o celular. O usuário passará a receber alertas de propagandas de forma instantânea, sem nem mesmo ter clicado em algo, prejudicando o funcionamento do aparelho.

De olho em evitar golpes como esse, é importante estar atento a promoções disponíveis nas rede sociais, principalmente com links desconhecidos, mesmo que enviados por amigos. Outra dica é evitar a divulgação de dados sigilosos, como cartão de crédito e documentos.

Por: Extra
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