Planeta Água: 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia segue até domingo (26) com ampla participação da juventude

Moradora de Luziânia (GO), Raíssa Lopes, 17 anos, levou à 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia um trabalho sobre a importância do oceano como produtor de oxigênio para o planeta. Fotos: Vitor Vasconcelos – Secom/PR

Evento na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, une cultura oceânica, inovação e o futuro do país. Foco é popularizar o conhecimento científico

“Aqui eu soube de várias informações novas sobre o próprio oceano, podendo acrescentar no nosso projeto também. O nosso objetivo é trazer maior conscientização às pessoas que não vivem perto do oceano, como o Cerrado, porque muitas pessoas têm a ideia de que não é preciso saber sobre o oceano por não morar perto dele. Só que isso é errado porque o oceano é muito importante para a nossa vida, por ser um dos maiores produtores de oxigênio do planeta.”

O depoimento é de Raíssa Kayori Okagama Lopes, 17 anos, aluna do Colégio Estadual Oswaldo da Costa Meireles, em Luziânia (GO), uma das milhares de estudantes que participam da 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), em Brasília. Uma das maiores iniciativas de popularização científica do país, a Semana tem como tema “Planeta Água: a Cultura Oceânica para Enfrentar as Mudanças Climáticas no meu Território”.

“Aqui eu soube de várias informações novas sobre o próprio oceano, podendo acrescentar no nosso projeto também. O nosso objetivo é trazer maior conscientização às pessoas que não vivem perto do oceano, como o Cerrado, porque muitas pessoas têm a ideia de que não é preciso saber sobre o oceano por não morar perto dele”

Raíssa Kayori Okagama Lopes, 17 anos, aluna do Colégio Estadual Oswaldo da Costa Meireles, em Luziânia (GO)

“Nós trouxemos maquetes táteis para pessoas deficientes visuais e permitir um maior entendimento em sala de aula, transformando em um ambiente acessível, criativo e com maior aprendizagem”, completou a estudante goiana, que conta ter visitado estandes de realidade virtual tendo o oceano como cenário e projetos que abordam a poluição marítima, com ênfase no descarte de esgoto e plástico. Na avaliação da jovem, exposições, feiras e eventos como a SNCT colaboram para criar um ambiente mais amplo, interativo, didático e pedagógico para educar e informar sobre temas urgentes.

O pavilhão da SNCT foi montado na Esplanada dos Ministérios, com o propósito de ser um grande laboratório de ideias, experiências e descobertas. Entre estandes, exposições e debates, a ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luciana Santos, deu o tom da mostra ao anunciar uma chamada pública de R$ 100 milhões para o desenvolvimento de soluções de inteligência artificial voltadas à proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.

O investimento do MCTI, em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), mobiliza pesquisadores e startups em torno de um desafio urgente: garantir que o avanço tecnológico caminhe junto com a segurança da infância e da juventude. “Queremos promover ambientes digitais seguros, inclusivos e educativos, estimulando pesquisadores e startups a encontrarem soluções tecnológicas de proteção. É a ciência como aliada na defesa da infância”, afirmou Luciana Santos.

A medida complementa as novas diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA Digital (Lei nº 15.211), reforçando o compromisso do Governo do Brasil em construir um ambiente virtual mais saudável, confiável e humano.

Criada há 21 anos, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia é hoje o maior movimento de popularização científica do País. De 21 a 26 de outubro, atividades presenciais e digitais ocorrem em todo o Brasil, aproximando a ciência da vida cotidiana.

PROTAGONISMO DA JUVENTUDE — A ministra também falou sobre a importância de inspirar os jovens e despertar novas vocações científicas, convidando o público a se enxergar como parte desse movimento de transformação. “Queremos que cada jovem que passar por aqui se veja como parte desse futuro. Que entenda que o conhecimento é um caminho de liberdade, de criação e de oportunidades”, complementou a ministra.

A estudante catarinense Inaê Reddiga, 17 anos, cursa o 3º ano do ensino médio no Centro Universitário da Fundação Educacional de Brusque (Unifebe) e exaltou a importância da preservação dos oceanos. “Os oceanos, principalmente, estão sofrendo muito com a diminuição das espécies, dos corais e das águas, que são extremamente importantes pra gente, já que a maior parte do oxigênio terrestre vem das águas”, justificou. “Então, proteger as águas acaba sendo muito importante para nossa própria proteção e para proteção de todo o ecossistema da terra”, acrescentou.

Inaê também celebrou o protagonismo da participação de jovens no evento. “Eu vi que tem muitos estandes interessantes e muito incentivo à pesquisa, à cultura e à ciência, e eu acho que isso é muito importante para os jovens, porque estou vendo também muitas crianças pequenas de muitas escolas vindo para cá”, avaliou a jovem, que detalhou o projeto apresentado por ela.

“Meu projeto é uma construção de caixa com sistema de aquecimento automatizado para abelhas sem ferrão, porque eu sou de Santa Catarina, e lá os meliponicultores sofrem muito no inverno por causa da perda de colônia em decorrência do frio extremo. E a caixa que a gente criou dá uma segurança maior e auxilia durante os meses frios”, explicou a jovem catarinense.

CIÊNCIA E SOCIEDADE – O secretário de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social (Sedes), Inácio Arruda, ressaltou que a SNCT se firmou como um espaço de aproximação entre ciência e sociedade. “A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia é um ponto de popularização da ciência. A cada ano escolhemos um tema e percorremos o Brasil, mobilizando estados, municípios e instituições em torno do conhecimento e da transformação social que ele proporciona”, explicou.

Arruda lembrou que o tema deste ano reforça a conexão entre ciência, meio ambiente e a agenda global da Década do Oceano. “É o oceano, de onde todos nós viemos, de onde surgiu a vida na Terra. É um tema muito caro para todos nós e fruto de um debate intenso com as Nações Unidas e com a Década do Oceano. Em 2027, o Brasil vai sediar a Conferência Mundial do Oceano, uma conquista que nasce desse trabalho coletivo de universidades, institutos e escolas”, concluiu o secretário.

PARTICIPAÇÃO REGIONAL — A 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia convida o público a refletir sobre a relação entre o oceano, o clima e o modo como vivemos em cada canto do país.

Durante a cerimônia de abertura, Luciana Santos lembrou que a ciência não é feita apenas em laboratórios, mas também nas escolas, nas periferias e nas comunidades. “A ciência está em tudo: no vai e vem das ondas, na previsão do tempo, na cozinha e até no chute a gol. Mostrar isso é despertar vocações, abrir janelas e inspirar novas gerações”, destacou.

O Pavilhão da SNCT reúne experiências imersivas e espaços interativos — como o Laboratório das Marés, o Parque Pop Espacial, o Geopark, o Espaço Conexões e o Oceanário do Sesc-DF, com projeções em 360° sobre biologia marinha.

Biologia é a disciplina favorita da estudante Keren Rebeca, do Centro Educacional 02 de Brazlândia, região administrativa do Distrito Federal, que visitou as atividades da 22ª SNCT e demonstrou satisfação em aprender mais sobre os conhecimentos ensinados em sala de aula. “Tem várias coisas que foram muito legais de aprender mais sobre o tema do oceano, que eu acho que é um tema muito importante. E também conscientizar mais sobre o microplástico que já está presente em todo o oceano e que afeta a nossa vida e também afeta a vida marinha”, contou a jovem de 15 anos.

SEMINÁRIO INTERNACIONAL — A programação também conta com o Seminário Internacional de Popularização da Ciência, com representantes de mais de dez países, e com o Concurso de Maquetes Mais Ciência nas Escolas, que celebra o protagonismo estudantil e o aprendizado pela experimentação.

Renata Cajado, 15 anos, do Colégio Estadual do Campo Rômulo Galvão, em Caldeirão Grande (BA), definiu a programação da Semana como uma experiência única

DIREITO DE APRENDER — Mais do que uma mostra de descobertas, a SNCT é uma celebração do direito de aprender, experimentar e transformar o mundo com base no conhecimento. “A ciência é uma ponte entre o que somos e o que queremos e podemos ser”, concluiu a ministra Luciana Santos.

Representando a região Nordeste, a estudante Renata Cajado, 15 anos, do Colégio Estadual do Campo Rômulo Galvão, em Caldeirão Grande (BA), definiu a programação da Semana como uma experiência única por permitir que alunos apresentem seus projetos enquanto aprendem com outros desenvolvidos por estudantes vindos de todas as regiões do país.

“Estou achando perfeito porque são projetos muito diferentes que eu não tive muito contato e aqui estou tendo. Espero vir muito mais vezes aqui. Estamos apresentando nosso projeto sobre a Caatinga, que a nossa ideia inicial e objetivo é mostrar, não só para a nossa comunidade escolar, mas para pessoas de todos os lugares, a importância de se conhecer mais sobre a Caatinga, um bioma tão único como o nosso, exclusivamente brasileiro”, relatou.

TROCA DE CULTURA — Para Henrique Luiz Lange, aluno de 16 anos do Colégio Estadual Vereador Dionel Charello, em Morretes (PR), o encontro é uma oportunidade de aprender mais sobre os oceanos e biomas brasileiros. “É uma troca de cultura e diversidade bem legal. Dialoga bastante com aquilo que aprendemos na aula, só que ainda mais complexo, estudado mais, focado mais, para que possamos ir mais longe nos estudos, de forma bem detalhada”, disse o jovem paranaense.

ESCOLAS DO DF VISITAM — Por meio de uma parceria com a Secretaria de Educação do Distrito Federal, foram organizadas caravanas de ônibus que visitarão o evento. A parceria faz parte do Circuito de Ciências do DF, que promove a popularização da ciência. A expectativa é que até domingo, 26 de outubro, quase 12 mil estudantes de 188 escolas da rede pública e particular do Distrito Federal passem pelo pavilhão.

Mariana Martins, aluna do Centro de Ensino Médio (CEM) 01 de Sobradinho (DF), levou à Semana, com um grupo de colegas, a apresentação de um projeto sobre enchentes e como o cidadão pode contribuir para evitá-las em suas cidades. “Nosso projeto foca no cuidado que as pessoas devem ter para não ocorrerem enchentes, alagamentos e tudo que possa acabar com a nossa sociedade. Eu vi só alguns estandes e achei bem interessante porque realmente falam muito sobre esse tema, que é algo extremamente importante para a sociedade”, pontuou.

ORGANIZAÇÃO — A SNCT é promovida pelo MCTI, sob a coordenação da Sedes, e conta com o patrocínio de Financiadora de Estudos e Projetos (Finep); Huawei do Brasil Telecomunicações Ltda; Caixa Econômica Federal; Positivo Tecnologia S.A.; Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT); Banco do Nordeste do Brasil S.A. (BNB); Conselho Federal de Química (CFQ); Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur); Comitê Gestor da Internet no Brasil / Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (CGI.br e NIC.br) e Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (Aiab).

Fonte: Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República  e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/10/2025/13:23:59

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Produtores paraenses terão acesso à plataforma de cadastro e monitoramento do Plano ABC+ Pará

Foto: Reprodução | Sistema de Cadastro e Regularização Fundiária, iniciativa da Sedap com apoio do BID, terá portal e aplicativo para os produtores. A previsão de lançamento oficial é na COP30.

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) promoveu nesta quarta-feira (22) um treinamento com representantes de órgãos estaduais sobre o Sistema de Cadastro e Regularização Fundiária (Sicarf). Desenvolvido pelo Instituto de Terras do Pará (Iterpa), o sistema será disponibilizado em breve em formato de portal e aplicativo, para monitoramento das metas do Plano Estadual de Agricultura de Baixo Carbono (ABC+ Pará).

O Sicarf – Plano ABC+ PA é uma iniciativa da Sedap, com apoio do Iterpa e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O treinamento foi ministrado pelo analista de requisitos na YOUX, empresa responsável por desenvolver o Sistema, Renan Ribeiro. Segundo ele, por meio do Sicarf, os produtores podem acessar informações sobre o Plano ABC+ Pará e fazer cadastro do sistema produtivo, informando dados do proprietário, imóvel, solo e outros dados.

“Criamos essa plataforma para que o Estado pudesse cadastrar produtores com sistemas produtivos sustentáveis (SPSs) e monitorar as metas do Plano Estadual ABC+. O objetivo final é certificar os produtores para que, no futuro, essa certificação possa servir de mecanismo de acesso a políticas públicas”, informou Renan Ribeiro.

Treinamento com representantes de órgãos estaduais sobre o Sicarf - Plano ABC+ PA
Treinamento com representantes de órgãos estaduais sobre o Sicarf – Plano ABC+ PA

Aplicativo – Além do Portal, o usuário terá acesso ao aplicativo Sicarf ABC+, que estará disponível para Android. “O aplicativo e o sistema web são totalmente integrados. O produtor pode inserir dados de produção mesmo sem estar logado na internet”, assegurou o analista.

Para o coordenador do Plano ABC+ Pará, Tiago Catuxo, a plataforma será fundamental por contribuir com as ações do governo voltadas à política de mudanças climáticas. “O objetivo é criar um mecanismo de rastreabilidade dos sistemas produtivos sustentáveis e, ao mesmo tempo, certificar os agricultores que adotam práticas que resultam em menor emissão de carbono na atmosfera”, explicou.

Durante o treinamento, os servidores puderam ver na prática como funciona o sistema e sugerir melhorias na plataforma. A previsão é que o Sicarf – Plano ABC+ PA seja lançado oficialmente na COP30 (conferência mundial sobre mudanças climáticas), em Belém.

Fonte: Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República  e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/10/2025/13:23:59

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VÍDEO – Youtuber é preso suspeito de aliciar crianças com cartas Pokémon e pelúcias

Foto: Reprodução | João Paulo Manoel, de 45 anos, com mais de 1 milhão de seguidores e conhecido por conteúdo sobre Pokémon, foi detido em Santo André; Polícia Civil do Rio investiga exploração sexual e estupro de vulnerável.

O youtuber João Paulo Manoel, conhecido como Capitão Hunter, de 45 anos, foi preso nesta quarta-feira (22) em Santo André, São Paulo. A prisão ocorreu no âmbito de uma investigação conduzida pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, que acusa o influenciador de aliciamento de crianças e adolescentes.

Segundo a delegada Maria Luiza Machado, da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav) fluminense, Hunter usava sua popularidade e produtos relacionados à série Pokémon — como cartas colecionáveis raras e pelúcias — para atrair menores de idade.

“Ele sempre usava essa proposta de dar um benefício, de dar uma cartinha rara de Pokémon, de, às vezes, dar um brinquedo. E aí ele ia aliciando essas crianças, esses adolescentes, falando que a criança era a pessoa que ele mais confiava que era a melhor amiga dele”, relatou a delegada Maria Luiza Machado.

O youtuber, que produz conteúdo focado em personagens e produtos da franquia e possui uma base de mais de 1 milhão de seguidores em suas redes sociais, é investigado pelos crimes de exploração sexual de crianças e estupro de vulnerável.

Tática do ‘Parque do Silêncio’

A investigação aponta que João Paulo criava um cenário psicológico para silenciar as vítimas, o que a polícia chama de ‘parque do silêncio’. O objetivo era impedir que as crianças relatassem os atos aos pais, pois acreditavam que o “ídolo” realmente lhes queria o bem.

“Então, ele criava todo esse cenário que a gente chama de ‘parque do silêncio’, pra criança deixar de mencionar isso. De não falar sobre isso aos pais, por acreditarem que aquele ídolo dela era efetivamente uma pessoa que queria o bem dela”, completou a delegada responsável pela prisão.

Perícia de celulares e busca por novas vítimas

A investigação da Dcav teve início após a denúncia de uma adolescente de 13 anos. No decorrer do inquérito, a delegada Maria Luiza Machado confirmou que um menino também pode ter tido conversas íntimas com o youtuber. A própria vítima informou que Hunter chegou a enviar uma foto de um outro menor em situação íntima para “provar” que outras pessoas estavam participando.

Na residência de Capitão Hunter, a polícia apreendeu um vasto material que será submetido à perícia no Rio de Janeiro, incluindo:

  • Seis celulares
  • Três pendrives
  • Uma CPU de computador

O objetivo principal da perícia é “conseguir alcançar outros crimes ou outras vítimas também”, conforme declarou a delegada. Apesar de a investigação ser conduzida pela polícia fluminense, João Paulo Manoel permanecerá preso no estado de São Paulo. A defesa do youtuber não foi localizada pela reportagem até o momento da publicação.

Fonte: g1  e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/10/2025/09:19:06

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Senado aprova identificação de áreas de risco em aplicativos de transporte

Foto: Reprodução | De autoria do senador Wilder Morais (PL-GO), o PL 1.169/2025 prevê que as rotas perigosas sejam identificadas com base em dados fornecidos pelas secretarias estaduais de segurança pública.

A Comissão de Segurança Pública do Senado aprovou na terça-feira, 21, em sessão terminativa, a proposta que permite que motoristas de aplicativos possam se recusar a levar passageiros cujo destino ou trajeto inclua áreas sinalizadas pelas autoridades como de alta criminalidade. A proposta também autoriza que aplicativos de transporte e de navegação emitam alertas sobre rotas perigosas. Caso não haja recurso, o projeto pode seguir direto para a Câmara dos Deputados.

De autoria do senador Wilder Morais (PL-GO), o PL 1.169/2025 prevê que as rotas perigosas sejam identificadas com base em dados fornecidos pelas secretarias estaduais de segurança pública.

No entanto, o envio dessas informações pelos órgãos públicos não será obrigatório. Além disso, caso a proposta se torne lei, a adoção do sistema de alerta também será opcional para as plataformas de transporte.

Agora, se não houver abertura de recurso do senado, o projeto seguirá para Câmara dos Deputados, e por fim, irá para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que decidirá se a medida será transformará em lei.

“A opção por aperfeiçoar o aplicativo se insere na liberdade que o fabricante ou prestador de serviço tem para exercer sua atividade econômica. De qualquer forma, não temos dúvidas de que os desenvolvedores de aplicativos terão grande interesse em receber essas informações, haja vista que poderão prestar um serviço diferenciado, com maior qualidade e, sobretudo, assegurarão maior segurança aos usuários”, destacou o relator do projeto em sessão no primeiro turno da votação.

Apesar de ter votado a favor, o senador Fabiano Contarato (PT-ES) também usou a primeira sessão para expressão preocupação com o possível impacto da medida sobre as populações mais vulneráveis e periféricas.

“Eu ando de Uber e, às vezes, quando você pede uma corrida para um determinado local de vulnerabilidade social, mas também com alto índice de criminalidade, as corridas são recusadas”, afirmou o parlamentar.

Em resposta, o relator defendeu que o objetivo da proposta é prevenir riscos, especialmente no caso de turistas que desconhecem áreas com altos índices de violência. Ele também destacou que motoristas, ao seguirem rotas sugeridas por aplicativos, muitas vezes entram em regiões dominadas pelo crime.

“Infelizmente, temos visto situações trágicas em que cidadãos, muitas vezes motoristas de aplicativo ou turistas, são conduzidos por rotas de GPS que passam por áreas dominadas pelo crime e acabam sendo vítimas da violência. Essas mortes poderiam ser evitadas com informação e prevenção”, concluiu.

Além disso, o presidente da comissão, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), defendeu a implementação dos alertas e destacou que os motoristas devem ter a liberdade de escolha com base nas informações disponíveis.

“Se essa lei entrasse em vigor nesta terça, isso não impediria que corridas fossem canceladas por passarem por áreas de risco. O motorista de Uber usa o aplicativo, e eu acho válido ter o alerta, pelo menos. Aí fica a critério dele aceitar a corrida ou não”, afirmou.

Fonte: O Liberal e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/10/2025/07:00:00

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OpenAI lança o ChatGPT Atlas, “superassistente” navegador com IA

Foto: Divulgação | Descubra o ChatGPT Atlas, o novo navegador da OpenAI com IA integrada, que promete ser um superassistente para otimizar sua navegação na web.

A OpenAI apresentou nesta terça-feira, 21 de outubro de 2025, o ChatGPT Atlas, um novo navegador web construído com a inteligência artificial do ChatGPT em seu núcleo. A companhia acredita que a IA oferece um momento raro para repensar o significado de usar a web. O Atlas busca aproximar o usuário de um “verdadeiro superassistente” que compreende o seu mundo e auxilia na conclusão de objetivos. O lançamento inicial ocorre globalmente no sistema macOS para usuários Free, Plus, Pro e Go, enquanto as experiências para Windows, iOS e Android estão programadas para chegar em breve.

Com a arquitetura do Atlas, o ChatGPT pode acompanhar o usuário em qualquer lugar da web, oferecendo ajuda na mesma janela em que ele está. A ferramenta entende o que o usuário está tentando fazer e é capaz de completar tarefas sem a necessidade de copiar e colar ou sair da página. O navegador também traz a memória do ChatGPT integrada, permitindo que as conversas atuais se baseiem em chats e detalhes passados.

A página de nova aba no Atlas funciona como o ponto de partida central. Nela, o usuário pode fazer uma pergunta ou inserir uma URL para obter resultados mais rápidos. Para explorar tipos de resultados mais específicos, o navegador oferece abas para links de pesquisa, imagens, vídeos e notícias.

Um dos testadores iniciais destacou o impacto da integração da IA em seu fluxo de trabalho:

“Durante as aulas, gosto de usar perguntas práticas e exemplos do mundo real para realmente entender o material. Eu costumava alternar entre meus slides e o ChatGPT, tirando capturas de tela apenas para fazer uma pergunta. Agora o ChatGPT entende instantaneamente o que estou olhando, me ajudando a melhorar minhas verificações de conhecimento conforme avanço”, afirmou Yogya Kalra, estudante universitário e testador inicial do ChatGPT Atlas.

Memória do Navegador e Modo Agente

O Atlas se torna mais inteligente e útil à medida que é usado, por meio das Memórias do Navegador (Browser memories). Estas memórias permitem que o ChatGPT lembre o contexto dos sites visitados, oferecendo sugestões mais inteligentes e aprimorando as respostas nos chats. Por exemplo, as memórias podem ser usadas para que o usuário pergunte ao ChatGPT: “Encontre todas as vagas de emprego que eu estava procurando na semana passada e crie um resumo das tendências do setor para que eu possa me preparar para entrevistas”.

As memórias do navegador são opcionais e dão total controle ao usuário, que pode visualizá-las ou arquivá-las a qualquer momento nas configurações. Excluir o histórico de navegação apaga quaisquer memórias associadas ao Atlas.

O navegador introduz também o modo agente (agent mode), que permite ao ChatGPT fazer o trabalho pelo usuário. O agente aprimorado é capaz de pesquisar e analisar, automatizar tarefas, e planejar eventos ou agendar compromissos enquanto o usuário navega.

A funcionalidade do modo agente está disponível hoje em prévia para usuários Plus, Pro e Business. A experiência é descrita como sendo inicial e pode cometer erros em fluxos de trabalho complexos, mas a OpenAI está trabalhando para melhorar rapidamente a confiabilidade e o sucesso de tarefas complexas.

Como exemplo de uso no cotidiano, se o usuário estiver planejando um jantar e tiver uma receita em mente, ele pode pedir ao ChatGPT para “encontrar um supermercado, adicionar todos os ingredientes a um carrinho e pedi-los para sua casa”. No ambiente de trabalho, o agente pode abrir e ler documentos antigos da equipe, realizar pesquisas competitivas e compilar *insights* em um breve relatório para a equipe.

Segurança e Controle do Usuário

A OpenAI afirma que o usuário está no controle do que o ChatGPT pode ver e lembrar durante a navegação. As memórias do navegador são privadas à conta do ChatGPT. Mesmo quando as memórias estão ativadas, o usuário pode decidir quais sites o ChatGPT pode ou não visualizar usando um botão na barra de endereços. Quando a visibilidade é desativada, o ChatGPT não pode ver o conteúdo da página e nenhuma memória é criada a partir dela.

Por padrão, o conteúdo navegado não é utilizado para treinar os modelos da OpenAI. O usuário precisa optar por ativar a inclusão da navegação web nas configurações de controle de dados se desejar que isso ocorra.

Na construção do modo agente no Atlas, a OpenAI priorizou a segurança. O agente possui salvaguardas que impedem-no de executar códigos no navegador, fazer *download* de arquivos, instalar extensões, ou acessar outros aplicativos ou o sistema de arquivos do computador. Em sites sensíveis, como instituições financeiras, o agente fará uma pausa para garantir que o usuário esteja observando a ação.

Apesar das salvaguardas, a OpenAI alerta que as capacidades de agente do ChatGPT ainda carregam riscos, como a possibilidade de cometer erros ao agir em nome do usuário. Os agentes também são suscetíveis a instruções maliciosas ocultas em páginas da web ou e-mails, o que pode levar ao roubo de dados ou a ações não intencionais. A empresa recomenda que os usuários ponderem sobre as informações fornecidas ao agente e monitorem suas atividades.

A OpenAI continuará a aprimorar o Atlas, e o roteiro inclui suporte a múltiplos perfis e ferramentas aprimoradas para desenvolvedores. Este lançamento marca um passo em direção a um futuro onde grande parte do uso da web acontecerá por meio de sistemas de agência.

Fonte: DOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/10/2025/15:54:01

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Chuva de meteoros será visível em todo o Brasil nesta semana

Foto: Reprodução | O pico da atividade está previsto para as noites de terça-feira, 21, para quarta-feira, 22, e de quarta para quinta-feira, 23.

A chuva de meteoros Orionídeas, que resulta de detritos deixados pelo Cometa Halley, poderá ser vista de todo o território brasileiro nesta semana, desde que o tempo esteja bom, informou o Observatório Nacional (ON), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

O pico da atividade está previsto para as noites de terça-feira, 21, para quarta-feira, 22, e de quarta para quinta-feira, 23. Segundo o observatório, o melhor horário de visualização será entre a meia-noite e o amanhecer.

De acordo com o astrônomo Marcelo De Cicco, coordenador do Projeto Exoss, parceiro do Observatório Nacional, essa chuva possui meteoros rápidos, brilhantes e que muitas vezes deixam trilhas luminosas no céu. Os meteoros podem chegar a 66 quilômetros por segundo, o que é considerado extremamente rápido.

“A boa notícia é que todo o Brasil pode observar. O radiante em Órion é visível de norte a sul, com leve vantagem no Norte e Nordeste, onde ele sobe mais alto. Mesmo no Sul, é um show garantido”, afirma o astrônomo.

O nome dessa chuva de meteoros faz referência à constelação de Órion, o Caçador, de onde os meteoros parecem “nascer” perto da estrela Betelgeuse. No entanto, os meteoros podem surgir em qualquer parte do céu.

De acordo com o observatório, o pico das Orionídeas coincide com a Lua Nova apenas 2% iluminada e se pondo cedo. Isso significa céu escuro durante toda a noite, o que favorece a observação da chuva de meteoros. Em seu pico, sob condições ideais, os observadores podem esperar ver de 15 a 20 meteoros por hora.

Como observar chuvas de meteoros

Não é preciso nenhum equipamento especial nem muita habilidade para observar uma chuva de meteoros, de acordo com o ON. Mas é necessário estar em um local com baixa poluição luminosa.

Recomenda-se que o observador procure um local escuro, se possível, afastado das grandes cidades, para evitar a poluição luminosa. Além disso, deve-se apagar as luzes em volta e é imprescindível que o tempo esteja bom.

O que são chuvas de meteoros

Os meteoros são fenômenos luminosos atmosféricos devido a entrada de meteoroides em altíssima velocidade na atmosfera da Terra. Os meteoroides são fragmentos de cometas ou de asteroides que ficam à deriva no espaço.

Conforme a rocha espacial cai em direção à Terra, a resistência do ar, atuando no meteoroide, ocasiona a ablação (queima), formando um rastro brilhante.

Quando a Terra encontra muitos meteoroides ao mesmo tempo, ocorre uma chuva de meteoros. Esse fenômeno acontece quando a Terra passa pelas zonas de detritos deixadas pelos cometas.

Os meteoroides são geralmente pequenos, desde partículas de poeira até pedregulhos. Eles quase sempre são pequenos o suficiente para queimar rapidamente na atmosfera.

Passagem do Cometa Halley

As Orionídeas resultam da passagem da Terra através dos detritos deixados pelo Cometa Halley, que só visita o planeta a cada 75 ou 76 anos. Ao entrar na atmosfera, esses fragmentos queimam e criam os traços luminosos que vemos no céu.

O período de atividade deste fenômeno astronômico vai de 2 de outubro a 12 de novembro, segundo o Exoss, quando a Terra atravessa a parte mais densa e empoeirada desses detritos.

A Orionídeas é a segunda chuva de meteoros criada pelo Cometa Halley. A Eta Aquaridas, em maio, também foi formada por fragmentos do famoso cometa.

Fonte:  e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/10/2025/09:25:41

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Vídeo: Trump publica vídeo de IA com ataque de fezes a manifestantes

Vídeo criado por IA debocha de manifestantes – (crédito: Reprodução/Truth social)

Em publicação na Truth Social, presidente publica vídeo lançando bomba de fezes sobre manifestantes.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou neste domingo (19/10) um vídeo feito por inteligência artificial em que aparece pilotando um avião militar, usando uma coroa de rei e lançando “bombas” de fezes sobre manifestantes dos protestos “No Kings” (“Sem reis”). A publicação foi feita na rede social, a Truth Social.

O vídeo foi a primeira reação pública de Trump às manifestações que tomaram as ruas de diversas cidades americanas e europeias no sábado (18/10). Em entrevista à Fox News, o presidente comentou o episódio e tentou afastar as críticas de autoritarismo. “Estão se referindo a mim como rei. Eu não sou um rei”, afirmou.

Antes disso, o Partido Republicano havia minimizado os protestos, classificando-os como “movimentos antiamericanos”. A mobilização foi uma das maiores desde o retorno de Trump à Casa Branca e ocorre em meio à paralisação do governo federal, o chamado shutdown, provocada pela falta de acordo no Congresso sobre o orçamento.

Veja vídeo:

Fonte: Correio Brasiliense e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/10/2025/16:48:56

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Trabalho por aplicativo cresce 25% e já soma 1,7 milhão no Brasil

Foto: Ilustrativa | O número representa aumento de 25,4% em relação a 2022, quando 1,3 milhão de pessoas exerciam atividades em aplicativos.

O número de pessoas que têm nos aplicativos sua principal forma de trabalho aumentou 25,4% em 2024, na comparação com 2022. Nesse período, o total de trabalhadores passou de 1,3 milhão para quase 1,7 milhão, o que representa um acréscimo de 335 mil pessoas.

O levantamento integra o módulo sobre trabalho por meio de plataformas digitais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgado nesta sexta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2022, os trabalhadores por aplicativos representavam 1,5% dos 85,6 milhões de ocupados no país. Em 2024, essa proporção subiu para 1,9% dos 88,5 milhões de pessoas com alguma ocupação.

Crescimento e motivos
De acordo com o analista responsável pela pesquisa, Gustavo Fontes, o aumento pode estar relacionado à flexibilidade e à possibilidade de renda que o modelo oferece. “Essa possibilidade de a pessoa escolher os dias em que vai trabalhar, a jornada de trabalho, o local de trabalho, isso também pode ser um fator”, afirmou.

Principais tipos de aplicativos
O IBGE considerou quatro modalidades principais de plataformas digitais. Os aplicativos de transporte particular de passageiros (excluindo táxis) são os mais utilizados, reunindo 53,1% dos trabalhadores. Em seguida vêm os apps de entrega de comida e produtos (29,3%), os de prestação de serviços profissionais e gerais (17,8%) e os aplicativos de táxi (13,8%).

Entre os 1,7 milhão de trabalhadores, 72,1% estão classificados como operadores de instalação e máquinas e montadores — grupo que inclui motoristas e motociclistas.

Informalidade elevada
O estudo mostra que a informalidade é mais comum entre os trabalhadores por aplicativos. Enquanto 44,3% da população ocupada no país é informal, entre os chamados “plataformizados” esse número chega a 71,1%.

Do total, 86,1% trabalham por conta própria, 6,1% são empregadores, 3,9% são empregados sem carteira assinada e 3,2% têm vínculo formal. Segundo o IBGE, a proporção de autônomos é três vezes maior que a observada entre os ocupados em geral.

Perfil dos trabalhadores
O perfil predominante é masculino: 83,9% dos trabalhadores por aplicativo são homens, frente a 58,8% no total da população ocupada. A maioria (47,3%) tem entre 25 e 39 anos, seguida pela faixa de 40 a 59 anos (36,2%).

Em relação à escolaridade, 59,3% têm ensino médio completo ou superior incompleto, 16,6% possuem ensino superior completo, 14,8% concluíram o ensino fundamental e 9,3% têm instrução básica incompleta.

Concentração regional
Mais da metade dos trabalhadores (53,7%) está na região Sudeste. As demais participações são Nordeste (17,7%), Sul (12,1%), Centro-Oeste (9%) e Norte (7,5%). O Sudeste é a única região onde a participação dos trabalhadores por aplicativo (2,2%) supera a média nacional (1,9%).

Metodologia e próximos passos
A pesquisa do IBGE foi realizada no terceiro trimestre de 2024, em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e o Ministério Público do Trabalho (MPT). O estudo considerou apenas pessoas que têm nos aplicativos sua principal forma de trabalho, sem incluir quem realiza atividades eventuais para complementar renda.

Por enquanto, o levantamento é classificado como experimental e está em fase de aprimoramento. Em 2025, o IBGE pretende incluir também informações sobre plataformas de comércio eletrônico.

Debate no Supremo Tribunal Federal
A pesquisa foi divulgada em meio ao debate sobre a relação entre motoristas e empresas de aplicativos. O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar em novembro se há vínculo empregatício entre as partes.

Representantes de trabalhadores apontam precarização nas condições de trabalho, enquanto as plataformas e a Procuradoria-Geral da República (PGR) defendem que não há relação trabalhista formal.

Fonte: Portal Todo Dia e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/10/2025/13:17:50

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Veja o que é a AWS, serviço da Amazon que causou pane global

Falha na infraestrutura da AWS causou uma pane global nesta segunda-feira (20), afetando redes sociais, jogos e serviços de streaming em vários países. | Divulgação/Amazon

Falha temporária no sistema de nuvem da Amazon derrubou plataformas como Facebook, Prime Video e Fortnite, mas empresa afirma que o problema já foi resolvido.

Em um mundo cada vez mais conectado, quando a infraestrutura digital falha, milhões de pessoas sentem o impacto quase instantaneamente. Foi o que ocorreu na madrugada desta segunda-feira (20), quando a Amazon Web Services (AWS) apresentou instabilidade e deixou fora do ar diversas plataformas populares ao redor do mundo. Segundo a empresa, o problema foi resolvido ainda durante a manhã, após horas de lentidão e falhas em serviços como Facebook, Prime Video, Fortnite e Snapchat.

A AWS é o braço de computação em nuvem da Amazon. Um serviço que conecta empresas e usuários, permitindo o funcionamento contínuo de aplicativos, sites e plataformas online. As companhias que utilizam a infraestrutura da AWS pagam uma taxa de assinatura à gigante da tecnologia para garantir uma comunicação confiável entre seus sistemas e os clientes.

MAIOR PROVEDORA DO MUNDO

De acordo com o site oficial da empresa, o serviço oferece uma ampla gama de recursos: desde tecnologias de infraestrutura, como computação, armazenamento e bancos de dados, até soluções emergentes, como machine learning, inteligência artificial, data lakes, análises e Internet das Coisas (IoT). A Amazon afirma que a AWS foi projetada para ser “um dos ambientes de computação em nuvem mais flexíveis e seguros atualmente disponíveis”.

De acordo com um relatório da consultoria HG Insights publicado neste ano, a AWS detém cerca de 30% do mercado global de infraestrutura em nuvem, com uma base de mais de quatro milhões de clientes. O que ajuda a explicar por que uma falha isolada pode causar um apagão digital de proporções globais.

CAUSA DA FALHA TÉCNICA

A instabilidade detectada nesta segunda afetou milhões de usuários em diferentes partes do mundo. Segundo o site Downdetector, que monitora falhas na internet, foram registrados mais de quatro milhões de relatos de problemas – mais que o dobro do volume médio diário.

A AWS reconheceu a falha e informou que já havia identificado sua causa. “Estamos trabalhando em vários caminhos paralelos para acelerar a recuperação”, afirmou a empresa em comunicado. Horas antes, a companhia já havia mencionado “uma possível causa para as taxas de erro das APIs do DynamoDB na região US-EAST-1 (Leste 1 dos EUA)”.

PLATAFORMAS FORA DO AR

Entre os serviços atingidos estavam Canva, Snapchat, Duolingo, Roblox, Mercado Livre e até órgãos públicos britânicos, como o HM Revenue and Customs, equivalente à Receita Federal do Reino Unido. Jogos populares como Clash Royale, Clash of Clans, PokemonGo, Rocket League e Fortnite também apresentaram instabilidade.

A Amazon reforçou que a situação foi normalizada e que “continuará a fornecer atualizações assim que houver novas informações”. A pane, no entanto, reacendeu o debate sobre a dependência de empresas e governos de grandes provedores únicos de computação em nuvem.

Fonte: Terra e CNN Brasil e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/10/2025/13:12:10

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Belém recebe 40 novos pontos de antenas 4G e 5G para garantir conectividade durante a COP30

Belém ganha 40 novos pontos de antenas 4G e 5G para garantir conectividade durante a COP30. — Foto: Reprodução / Agência Pará

Projeto do Governo do Pará, em parceria com o Governo Federal e operadoras de telefonia, leva internet de alta velocidade e Wi-Fi gratuito a locais estratégicos da capital.

O Governo do Pará está concluindo a ampliação da infraestrutura digital de Belém para aumentar conectividade de alta performance durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30).

A ação, coordenada pela Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa) em parceria com o Governo Federal, resultou na instalação de 40 novos pontos de antenas 4G e 5G, sendo 24 já em operação e 16 em fase final de implantação.

A iniciativa faz parte do plano de modernização digital da capital. A cidade vai contar com rede pública e gratuita de Wi-Fi em locais definidos pelo Comitê Organizador da COP30.

Os pontos de acesso contemplam áreas essenciais da cidade, como o Parque da Cidade, Porto Futuro, Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão), Vila COP, Aeroporto, Estação das Docas e regiões portuárias de Outeiro.

Segundo o governo, o projeto tem parceria com as operadoras TIM, Vivo e Claro, que trabalham de forma coordenada para ampliar a cobertura móvel e oferecer conexão de alta velocidade.

Ampliação da rede 5G na capital

Supervisionadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), as operadoras são responsáveis pelos serviços de 5G, enquanto a Prodepa atua no suporte técnico e institucional dos projetos de expansão em áreas do Governo do Estado.

No Mangueirão, espaço que recebe eventos com público superior a 100 mil pessoas, a nova infraestrutura vai garantir conectividade estável e de alta capacidade.

De acordo com a Prodepa, a média de 40 mil habitantes por bairro em Belém permite estimar que mais de 500 mil pessoas serão beneficiadas com o aumento da cobertura 5G.

Modernização

A Prodepa também modernizou a rede de telecomunicações, contratando dois links de internet de 100 Gbps e atualizando o datacenter estadual com novos roteadores e switches.

Pontos de Presença em locais estratégicos, como o Parque da Cidade, Mangueirão, Casa Civil, Porto Futuro, Estação das Docas e CDP de Outeiro, já operam com capacidade de 100 Gbps.

Um dos legados tecnológicos será a implantação de redes Wi-Fi públicas baseadas no padrão Wi-Fi 6, oferecendo acesso gratuito e de qualidade em espaços internos e externos de Belém.

Fonte: G1 PARÁ e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/10/2025/12:21:19

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