Tecnologia do projeto 500 no cultivo de cacau alcança 200 arrobas por hectare em menos de 3 anos

(Foto: Reprodução) – Uma nova tecnologia de produção de cacau tem surpreendido com resultados expressivos, alcançando 200 arrobas por hectare em menos de três anos.

Esse avanço faz parte do projeto Cacau 500, que utiliza um pacote tecnológico inovador, demonstrando eficácia em novos modelos de produção, especialmente com a aplicação de clones de alta produtividade.

Resultados Expressivos na Fazenda Iguatemi

Os resultados notáveis foram registrados na Fazenda Iguatemi, localizada no município de Coaraci, na Bahia, de propriedade do fazendeiro Adriano Novitsky. A área total implantada na propriedade compreende 32 hectares de plantio avançado, seguindo as diretrizes do projeto. A tecnologia aplicada está revolucionando a produção de cacau, trazendo mais eficácia e produtividade para o setor. @fazenda_iguatemi

Projeto Cacau 500 e a Inovação na Produção

O projeto Cacau 500 foi idealizado pelo Engenheiro Agrônomo Ivan Costa, que também é realiza atividade de consultoria, através da Consulmat. O objetivo do projeto é aumentar a produtividade dos cacaueiros por meio da implementação de práticas e tecnologias avançadas, incluindo a utilização de clones selecionados por suas características superiores de rendimento e resistência.

Com o uso dessas técnicas, a Fazenda Iguatemi conseguiu resultados impressionantes em um curto período de tempo, destacando o potencial das novas abordagens para transformar a realidade do cultivo de cacau no Brasil.

Implicações para o Futuro do Cacau

A produtividade de 200 arrobas por hectare em menos de três anos demonstra que o uso de tecnologias avançadas pode ser um caminho viável para revitalizar a produção de cacau. A experiência da Fazenda Iguatemi mostra que, com acompanhamento técnico especializado e a aplicação da tecnologia bem definidos, é possível alcançar níveis de produtividade significativamente mais altos do que os cultivos tradicionais.

O sucesso do projeto Cacau 500 pode incentivar outros produtores a adotarem essas práticas inovadoras, contribuindo para aumentar a competitividade do cacau brasileiro no mercado global. Além disso, a melhoria da produtividade pode gerar mais renda para os agricultores, promovendo o desenvolvimento econômico das regiões produtoras e garantindo a sustentabilidade da cultura do cacau.

Este avanço na Fazenda Iguatemi é um exemplo do que o setor agrícola brasileiro pode alcançar quando investe em tecnologia e inovação, destacando o papel fundamental do conhecimento científico e técnico no desenvolvimento de práticas agrícolas modernas e eficientes.

 

Fonte: mercadodocacau e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2024/15:26:19

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X diz ao Supremo que vai pagar R$ 28,6 milhões em multas

(Foto: X/Divulgação) – Plataforma já cumpriu determinação de reativar representação no Brasil

A rede social X informou nesta terça-feira (1°) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que vai pagar multas que somam R$ 28,6 milhões para voltar a operar no Brasil.

A manifestação da defesa da rede foi feita após Moraes anunciar, na sexta-feira (27), novas determinações para liberar o funcionamento da rede no Brasil.

Segundo o X, o valor total das multas devidas envolve R$ 18 milhões que foram bloqueados nas contas do X e da Starlink, empresa que também é de propriedade de Elon Musk, mais R$ 10 milhões pelo acesso que foi permitido por meio da plataforma Cloudflare e R$ 300 mil que foram aplicados contra a advogada Rachel Villa Nova, representante legal da rede.

Na mesma decisão, o ministro reiterou que o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) cumpram sua decisão anterior que determinou o desbloqueio das contas do X.

Na semana passada, os advogados do X pediram ao ministro a liberação da representação no Brasil, além de indicar a advogada para atuar como representante legal da empresa no país.

No mês passado, Moraes retirou o X do ar após a empresa fechar seu escritório do Brasil, condição obrigatória para qualquer firma funcionar no país.

O bilionário Elon Musk, dono da rede social,  anunciou o fechamento da sede da empresa no Brasil após a rede ser multada por se recusar a cumprir a determinação de retirar do ar perfis de investigados pela Corte pela publicação de mensagens consideradas antidemocráticas.

Fonte: André Richter – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2024/14:18:20

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Anatel premia soluções para acabar com ‘TV Boxes’ ilegais

Foto: Reprodução | A maratona de desenvolvedores começou no sábado (28), com 24 participantes divididos em cinco equipes. Uma cerimônia premiou as três equipes mais bem avaliadas pela banca julgadora

O primeiro Hachathon TV Box, realizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em parceria com a Comunidade Hackathon Brasil, encerrou na noite deste domingo (29), na cidade de São Paulo, com a escolha das três melhores soluções tecnológicas para o bloqueio de TV Boxes irregulares.

A maratona de desenvolvedores começou no sábado (28), com 24 participantes divididos em cinco equipes. Uma cerimônia premiou as três equipes mais bem avaliadas pela banca julgadora:

  • O grupo que ficou em primeiro lugar, composto* por Juarez J., Aline A., Henrique A., Eduarda L., Daniel S. e Theo W., levou R$ 7 mil;
  • O segundo, formado por Thiago H., João R., Atara R., Pedro M. e Gabriel E., ficou com R$ 3 mil;
  • E o terceiro, com Lauri J., Luiz B., Alan S. e Guilherme R., ganhou R$ 2 mil.

(*Por uma questão de sigilo, os nomes completos dos vencedores não foram divulgados.)

As equipes participantes montaram apresentações de até cinco minutos, com considerações sobre suas propostas. Foram avaliados os seguintes aspectos: potencial de impacto, aderência ao desafio, inovação da solução e apresentação da solução.

Participaram do evento profissionais com conhecimento ou experiência em redes de computadores, infraestrutura e hardware, protocolos de rede, análise de logs de rede, debug de aplicações, Android (sistema operacional) e Pentest (teste que analisa o grau de segurança em sistemas operacionais).

Segundo a Anatel, as TV Boxes legais “são dispositivos IP que utilizam protocolo de Internet e possuem um sistema operacional capaz de permitir o acesso a aplicativos de programação multimídia (também conhecidos como streaming) fornecidos por geradoras de conteúdo, tanto de programações pagas quanto gratuitas, e em conformidade com a Lei de Direitos Autorais, além de permitir o acesso a navegadores e redes sociais”.

As ilegais são aquelas não homologadas pela Anatel.

“Ao adquirir um TV box é importante que o consumidor verifique se o equipamento possui a marca da Anatel e o número do Certificado de Homologação correspondente ao modelo do produto. Outra maneira de identificar se um TV box é irregular é verificar se o anúncio do produto informa que ele permite acesso livre e irrestrito (sem autenticação) a uma grande quantidade de canais, jogos ao vivo e outros programas. Esse é um grande indicativo de que o aparelho é um TV box irregular (não homologado), mesmo que ele contenha algum selo ou código de homologação, pois, nesses casos, pode ser falsificado”, informa a agência, que tem em seu portal uma lista de TV boxes homologadas.

Para Richard Tordoya, CEO da Comunidade Hackathon Brasil, o evento “cumpriu com êxito seu principal objetivo: chamar a atenção para um tema de extrema relevância para a sociedade. Durante o evento, destacamos a importância de conscientizar a população sobre os perigos de adquirir e utilizar TV BOX não homologados pela Anatel”.

“Ao adquirir um dispositivo sem a devida homologação, os consumidores podem estar introduzindo em suas casas verdadeiros ‘espiões digitais’. Esses aparelhos podem comprometer a segurança digital, expondo dados pessoais e informações bancárias a cibercriminosos. Os prejuízos podem ser amplos, variando desde perdas financeiras até graves violações de privacidade”, completou.

“Com o mundo cada vez mais conectado, diversas soluções tecnológicas de IoT [internet das coisas, em português] têm surgido e é crescente a possibilidade de novas aplicações. Neste contexto, torna-se ainda mais necessária a preocupação com a segurança dos dispositivos e da conectividade de uma rede”, disse a organização do evento.

“Dispositivos de telecomunicação não certificados e homologados pela Anatel representam riscos para os consumidores e para a infraestrutura de telecomunicações do Brasil”, apontou a Comunidade Hackathon Brasil.

“Entre os principais riscos existentes identificados em TV Boxes não homologados, destacam-se os sistemas operacionais desprovidos de mecanismos básicos de segurança, lojas de aplicativo dos fornecedores não submetidas às políticas globais de segurança, presença de arquivos maliciosos (malware), execução remota de aplicativos em outros equipamentos ligados à LAN, ações de captura de screenshot e de screenshare, sem que o usuário pudesse notar”, detalha o regulamento do concurso.

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/2024/10:54:10

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Musk anuncia plano residencial da Starlink a preço de banana no Brasil

(Foto: Reprodução) – Empresa informou que a promoção valerá enquanto os estoques durarem

A Starlink, empresa de internet por satélite do bilionário Elon Musk, anunciou desconto de R$ 1.400 no equipamento para os planos residenciais de internet no Brasil.

Segundo publicação do Poder 360, antes, os aparelhos custavam R$ 2.400 e agora saem por R$ 1.000.

Atualmente, o plano de internet na categoria custa R$ 184 por mês, sem impostos inclusos.

Diferentemente dos dados de internet, que têm cobrança mensal, o aparelho é pago uma única vez.

O equipamento inclui o aparelho Starlink padrão, roteador e cabos de alimentação. Segundo a empresa, a promoção valerá enquanto durarem os estoques.

Fonte: Fabíola Sinimbú – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/09/2024/10:39:04

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Brasileiro tem que trabalhar 68,6 dias em média para comprar o iPhone 16 Pro

(Foto: Reprodução) – Quem mora no Brasil terá que trabalhar 68,6 dias em média para conseguir comprar o iPhone 16 Pro.

É o que indica uma nova pesquisa feita pela plataforma Picodi, que mostrou o país na terceira posição entre os 50 que mais requerem dias de trabalho dos usuários para poder comprar o novo celular da Apple.

Chamado de iPhone Index 2024, o levantamento faz referência ao modelo de 128GB e cita o tempo que seria necessário trabalhar para conseguir fazer a aquisição do smartphone. Dessa forma, o país tupiniquim é tido como um dos locais mais desafiadores para quem busca obter um dos modelos recém-lançados pela maçã.

Para fins de curiosidade, o Brasil ainda fica atrás das Filipinas, que aparecem em segundo lugar, com 68,8 dias e a Turquia, com 72,9 dias de trabalho necessários para obter o aparelho. Os resultados foram coletados por meio de uma comparação dos preços locais de iPhone 16 Pro com o salário médio mensal líquido de cada nação e dividindo por 21 (média de dias trabalhos em um mês).

Em comparação com o ano de 2023, houve um aumento 2 dias de trabalho no Brasil, já que o levantamento mostrou a necessidade de trabalhar por 66,6 dias. No ano anterior, o número chegou a ser ainda maior, com 74,2 dias. Por outro lado, a Suíça é o país onde se demora menos para comprar o novo iPhone 16 Pro de 128GB: 4 dias.

Os Estados Unidos, nesse caso, ficam em segundo lugar, com 5,1 dias. Nesse sentido, o estudo lembra que o preço anunciado de US$ 1.000 não leva em conta os impostos estaduais, que mudam de acordo com a região. Como resultado, o preço final do dispositivo se torna maior na maioria dos estados.

O Apple iPhone 16 Pro está disponível na Amazon por R$ 9.449. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. Para ver as outras 63 ofertas clique aqui.

 

Fonte: Fabíola Sinimbú – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/09/2024/10:39:04

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Moraes recebe relatório sobre quem usou X durante bloqueio

Moraes recebe relatório sobre quem usou X durante bloqueio camera Moraes recebe relatórios da PF e Anatel sobre quem usou X, de Musk, durante bloqueio | Divulgação/Ag.Brasil

Documento foi enviado pela Polícia Federal e Agência Nacional de Telecomunicações

A Polícia Federal (PF) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) encaminharam relatórios ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), detalhando o uso da plataforma X (ex-Twitter) mesmo após seu bloqueio em 30 de agosto.

O ministro havia solicitado à PF um levantamento sobre quem usou de maneira “extremada” o X, em resposta ao pedido do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que alertou sobre a necessidade de identificar fraudes à decisão judicial, especialmente relacionadas a discursos de ódio e a divulgação de informações falsas durante as eleições municipais.

Desde a semana passada, a PF analisa manifestações na plataforma que possam ter implicações criminais. Moraes determinou que os usuários identificados seriam notificados sobre a proibição do uso do X, com multas de até R$ 50 mil para quem insistir no comportamento. A Anatel informou que o bloqueio foi restabelecido pelas operadoras após um período de acesso irregular.

Além disso, Moraes multou o X e a Starlink em R$ 5 milhões diários devido a manobras que permitiram o funcionamento da plataforma no Brasil. Na última sexta-feira, a empresa de Elon Musk indicou Rachel de Oliveira Villa Nova como representante legal no Brasil, após um período de inatividade que motivou a suspensão do serviço.

Apesar do bloqueio, alguns políticos, como o deputado federal Eduardo Bolsonaro, continuam a utilizar a plataforma, convocando seguidores a se manifestarem publicamente. “Se estou fazendo este post, assumindo todos os riscos, é porque acredito que vale a pena lutar pela nossa liberdade”, declarou, evidenciando a resistência ao bloqueio imposto.

 

Fonte: Alexandre Nascimento – Folhapress e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/09/2024/16:59:12

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Anatel determina medidas de combate a fraudes e golpes telefônicos

Foto: Reprodução | Prestadoras deverão realizar novas etapas de verificação das chamadas.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou nesta segunda-feira (23) um conjunto de medidas às prestadoras de serviços de telecomunicações com o objetivo de impedir o uso de ligações telefônicas para aplicação de golpes e fraudes.

A agência reguladora esclarece que as medidas determinadas pretendem garantir a transparência e a rastreabilidade das ligações telefônicas e correspondem a uma resposta à atualização de métodos usados por fraudadores e ações complementares a outras disposições já implementadas pela Anatel e em andamento.

Medidas

A realização de novas etapas de verificação das chamadas está entre as providências que devem ser tomadas pelas empresas. As operadoras também deverão proibir o uso de múltiplos números aleatórios para chamadas realizadas a partir de uma mesma origem. A prática tem dificultado a identificação de quem está ligando e, consequentemente, prejudica o bloqueio de chamadas indesejadas ou fraudulentas, no telefone do consumidor, se este desejar. De acordo com a Anatel, esta prática é adotada pelo mercado de telesserviços.

A Anatel definiu ainda a criação de um canal para centralizar o recebimento de denúncias de instituições financeiras sobre números utilizados para o cometimento de golpes e fraudes. A partir dessas notificações, cada operadora deverá usar as informações para identificar o usuário e a prestadora de origem das chamadas, bloquear o acesso do usuário às redes de telefonia e acionar as autoridades de segurança pública.

O descumprimento das medidas estabelecidas pela Anatel poderá resultar na aplicação de multas de até R$ 50 milhões ou até mesmo na extinção da autorização para prestação de serviço de telecomunicações da operadora que for considerada conivente com as práticas criminosas.

Bloqueio de ligações

Especificamente sobre ligações de telemarketing ativo, as principais prestadoras de serviços de telecomunicações criaram a plataforma Não Me Perturbe. Com a autorização da Anatel, desde 2022, o sistema possibilita que os consumidores que não desejam receber este tipo de ligação telefônica se cadastrem gratuitamente na Lista Nacional de Não Perturbe.

Em até 30 dias após o pedido de cadastramento, o consumidor não receberá mais ligações para a oferta de serviços de telefonia fixa, telefonia móvel, banda larga e TV por assinatura das prestadoras e serviços de telecomunicações participantes. Os bloqueios também podem ser para promoção de vendas e serviços por meio de contato telefônico de empréstimo consignado e cartão de crédito consignado, por parte de instituições financeiras participantes.

No caso de instituições financeiras, o bloqueio de ligações não se aplica à realização de cobrança de débitos, oferta de refinanciamento de dívidas, solicitação de portabilidade de serviços, confirmação de dados, prevenção a fraudes.

Além do site, o Não Me Perturbe está disponível em aplicativo para smartphones, que pode ser baixado gratuitamente em lojas virtuais. O usuário pode efetuar o bloqueio diretamente no próprio celular para não receber ligações de telemarketing de empresas.

Fonte: Agência Brasil  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/2024/12:59:30

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Rede social X afirma que volta de acesso ao serviço no Brasil foi ‘involuntária’

Logotipo do X, antigo Twitter, na entrada do Supremo Tribunal Federal (STF) — Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

Antigo Twitter voltou a estar parcialmente acessível no Brasil nesta quarta-feira (18); rede foi suspensa pelo STF no fim de agosto após descumprimento de decisões judiciais.

A rede social X afirmou nesta quarta-feira (18) que a volta temporária do serviço da plataforma no Brasil foi “involuntária” e ocorreu devido a um problema técnico, de acordo com a Agência France-Presse (AFP).

Uma mudança de provedor de rede “resultou em uma restauração temporária e involuntária do serviço para os usuários brasileiros”, escreveu o X, segundo a agência, em sua conta de Assuntos Governamentais Globais, acrescentando que espera que a plataforma volte a ficar inacessível no país “em breve”.

A rede social voltou a estar parcialmente acessível no Brasil nesta quarta-feira, após ter sido suspensa em 30 de agosto por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) devido a descumprimentos judiciais.

“Quando o X foi desligado no Brasil, nossa infraestrutura para fornecer serviço à América Latina não esteve mais disponível para nossa equipe”, declarou a rede em sua conta de Assuntos Governamentais Globais, acrescentando que “mudamos de provedor de rede”, ainda conforme AFP.

“Embora esperemos que a plataforma volte a ficar inacessível em breve, continuamos trabalhando com o governo brasileiro para que ela esteja disponível novamente para os cidadãos do Brasil o quanto antes”, concluiu a rede.

Mudança em servidores

Segundo a Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), o X passou a usar endereços de IP vinculados a servidores da Cloudflare. Uma mudança de servidores permitiu que usuários brasileiros voltassem a acessar a plataforma nesta quarta-feira.

Relatos no Bluesky indicaram que algumas pessoas conseguiram acessar e publicar no X pelo Wi-Fi e pela rede móvel da operadora, mesmo sem usar VPN.

Na prática, a mudança ajudou o X a driblar o bloqueio feito por operadores de telefonia após a ordem judicial. Com os novos servidores, fica mais difícil para os provedores impedirem o acesso à rede.

A Cloudflare é uma empresa que fornece serviços e pode atuar como um intermediário entre o servidor de um site e o usuário. Neste caso, esse serviço permitiu que o X se tornasse mais resistente contra o bloqueio.

“Diferente do sistema anterior, que usava IPs específicos e passíveis de bloqueio, o novo sistema [Cloudflare] faz uso de IPs dinâmicos que mudam constantemente”, diz a Abrint.

IP é uma sequência de números que funciona como o endereço de um servidor. Ao digitar o endereço de um site, o navegador transforma o link em um IP (sigla em inglês para “protocolo de internet”).

A Abrint afirma que as operadoras estão em uma posição delicada e aguardam o posicionamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para entender quais medidas devem ser tomadas.

“Os provedores não podem tomar ações por conta própria sem uma orientação oficial da Anatel, pois um bloqueio equivocado poderia afetar empresas legítimas”, diz a associação.

X suspenso no Brasil desde agosto

O X foi suspenso após determinação do ministro do STF Alexandre de Moraes. Ele tomou a decisão depois que a empresa não obedeceu uma ordem de instituir um representante legal no país.

Em 28 de agosto, Moraes deu 24h para o X atender essa determinação. O prazo venceu às 20h07 do dia seguinte, e o X escreveu que não obedeceria o que chamou de “ordem ilegal”.

Ainda em 29 de agosto, Moraes determinou o bloqueio das contas da Starlink, outra empresa de Musk, que fornece internet via satélite, para garantir o pagamento das multas aplicadas pela Justiça contra o X.

O ministro desbloqueou as contas da Starlink na sexta-feira (13) e determinou a transferência de R$ 18,35 milhões para os cofres da União. O valor será usado para quitar as multas aplicadas pela Justiça contra o X.

 

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/2024/14:25:48

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Sete em cada dez transações bancárias no país são realizadas via celular

Com a maioria das transações ocorrendo em plataformas móveis, a proteção dos dados dos usuários deve ser prioridade. Para economista, os bancos precisam equilibrar o avanço tecnológico com a inclusão Foto: Irene Almeida/Diário do Pará.

O chamado “banco móvel” vem se consolidando como o principal canal de relacionamento com os clientes, segundo estudo da Febraban, que diz que praticamente todas as operações bancárias podem ser feitas de forma eletrônica

O setor bancário brasileiro tem se adaptado às mudanças tecnológicas, com um crescimento expressivo do uso de plataformas digitais para transações financeiras. De acordo com o segundo volume da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2024, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e realização pela Deloitte, levando em consideração os dados base de 2023, sete em cada dez transações bancárias no país são realizadas via celular, consolidando o mobile banking – ou banco móvel – como o principal canal de relacionamento entre bancos e clientes.

Conforme o estudo, em 2019 e 2023, as transações pelo smartphone tiveram um significativo crescimento de 251%, enquanto o volume total de operações bancárias no Brasil dobrou, totalizando o crescimento de 3,5 vezes nas movimentações por smartphone. Em 2023, 130,7 bilhões de operações foram realizadas por meio de smartphones, representando um aumento de 22% em comparação a 2022.

Luiz Carlos Silva, economista e conselheiro do Conselho Regional de Economia do Pará e Amapá (Corecon-PA/AP), destaca que, embora os custos operacionais para os bancos tenham diminuído com a migração para as plataformas digitais, os benefícios para os clientes são serviços mais ágeis. “O impacto é equilibrado, pois a redução de custos para os bancos não se traduz, necessariamente, em economia visível para o consumidor”, explica. Ele também apontou a ascensão do Pix como “uma mudança benéfica, dominando grande parte das transações bancárias e eliminando as taxas antes cobradas por TEDs e DOCs”.

No entanto, o economista chama a atenção para os desafios enfrentados por aqueles que ainda dependem das agências físicas, especialmente os idosos, pessoas de menor poder aquisitivo e aqueles cuja conectividade ainda é limitada. Para ele, os bancos precisam equilibrar o avanço tecnológico com a inclusão.

“Alguns desses usuários, por vezes, possuem mais de uma característica de condição. A diminuição no atendimento presencial e o tempo de espera para atendimento prioritário são questões preocupantes. Além disso, muitos ainda desconfiam das transações digitais e preferem realizar operações pessoalmente”, diz.

Conforme os dados, 52 transações mensais, em média, são feitas por conta no canal de banco via dispositivos móveis. Do total de clientes ativos nesse canal, 72% são considerados heavy users – usuários frequentes –, ou seja, clientes que realizaram mais de 80% de suas transações por dispositivos móveis nos últimos três meses. A praticidade e a conveniência oferecidas por esses dispositivos os tornam os preferidos dos clientes e para os heavy users, os acessos às plataformas bancárias ocorrem pouco mais de uma vez ao dia.

Para que isso ocorra, a segurança digital é outra questão crucial. Com a maioria das transações ocorrendo em plataformas móveis, a proteção dos dados dos usuários deve ser prioridade. Luiz Carlos observa que alguns consumidores ainda se sentem vulneráveis. “Nossos dados estão expostos, e a segurança digital precisa ser reforçada urgentemente para proteger os usuários de ataques cibernéticos, como é o caso de hackers. Com relação aos golpes, os bancos têm a responsabilidade de criar mecanismos de segurança para os seus correntistas”, pondera.

“Não são apenas essas pessoas listadas que devem se preocupar com a segurança, o uso digital requer uma atenção redobrada”, alerta o especialista.

A digitalização dos serviços bancários também trouxe mudanças significativas no mercado de trabalho. Embora as agências físicas estejam reduzindo seu quadro de funcionários, há uma crescente demanda por profissionais de tecnologia da informação (TI) e segurança digital. “Estamos vendo uma migração de empregos dentro do setor bancário. Um profissional no computador pode fazer o trabalho de vários atendentes físicos, o que aumenta a eficiência, mas também reduz a necessidade de mão de obra nas agências”, comenta Luiz Carlos.

 

Fonte: diariodopara e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/2024/09:34:37

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X começa a cumprir ordens do STF, e Alexandre de Moraes diz que é preciso

(Foto:Reprodução) – O X (antigo Twitter) começou a cumprir ordens judiciais do Supremo Tribunal Federal (STF) na noite de quarta (18) e retirou do ar contas que o ministro Alexandre de Moraes determinou que fossem suspensas.

O próprio STF está monitorando o movimento. A coluna também confirmou que os perfis, de fato, foram apagados.

Foram retidas por ordem judicial as contas do blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, que está foragido nos EUA, de Paulo Figueiredo, ex-apresentador da Jovem Pan e investigado no inquérito que apura tentativa de golpe de estado no Brasil, e do youtuber Monark, entre outras.

A suspensão foi entendida no STF como um sinal de que o bilionário Elon Musk finalmente pode estar revendo a decisão de descumprir ordens judiciais no Brasil até agora, ele se negava a retirar as contas do ar, a pagar as multas aplicadas pelo STF por causa disso e a indicar um representante no Brasil.

Em agosto, o X anunciou que estava fechando o escritório no país para que seu representante não fosse preso. Descumprir ordem judicial no país é crime, com pena prevista de detenção de 15 dias a seis meses.

O conjunto de descumprimento de decisões levou Alexandre de Moraes a bloquear o X no país.

Um outro sinal positivo emitido por Musk nesta semana foi a nota divulgada pela empresa para tentar explicar a restauração parcial do X no Brasil. A plataforma voltou a ficar acessível para os usuários na quarta-feira mesmo com a determinação de Alexandre de Moraes para que fosse bloqueada.

Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), “a conduta da rede X demonstra intenção deliberada de descumprir a ordem do STF”. Alexandre de Moraes apontou “dolosa, ilícita e persistente recalcitrância” em desobedecer as determinações, e multou a plataforma em R$ 5 milhões (veja abaixo).

A empresa de Elon Musk afirmou na nota que a restauração foi involuntária e tentou mostrar espírito de colaboração. “Continuamos os esforços para trabalhar com o governo brasileiro para que ela retorne o mais breve possível para o povo brasileiro”, diz a nota.
O X também pagou nesta semana as multas determinadas pelo STF, num total de R$ 18,3 milhões.

A única coisa que resta a ser cumprida, portanto, é a indicação de um representante no Brasil. A coluna apurou que o bilionário já se reuniu com advogados brasileiros para tentar resolver o problema.

Diante das iniciativas da empresa de Musk, o ministro Alexandre de Moraes afirmou a interlocutores na corte que é preciso ter “paciência”, indicando acreditar que, apesar de idas e vindas da plataforma e de ataques de Elon Musk, ele acabará cumprindo todas as decisões do STF.

As iniciativas do X, portanto, seguem sendo tratadas com cautela. E o bilionário pessoalmente segue emitindo sinais trocados em relação ao STF.

Na quarta, depois de o X voltar a ficar acessível no país, ele escreveu em seu perfil: ” Qualquer magia suficientemente avançada é indistinguível da tecnologia”.

A frase foi entendida como uma provocação a Alexandre de Moraes.

Apesar das conversas com escritórios brasileiros, o X está tendo dificuldade de encontrar um profissional disposto a assumir a missão, diante da possibilidade de a empresa seguir descumprindo ordens judiciais.

 

Fonte: Folhapress e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/2024/09:34:37

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