Trump anuncia retorno do TikTok nos EUA

Governo dos EUA defendeu a proibição do aplicativo com base em riscos à segurança nacional, em lei aprovada em abril de 2024 (Foto: Divulgação)

Presidente eleito, Donald Trump voltou a falar neste domingo (19) que o TikTok será reativado no país

Neste domingo (19/01), o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicano), disse que o aplicativo TikTok será reativado no país. O aplicativo estava banido por causa da nova legislação federal que obrigou a ByteDance, empresa chinesa proprietária do TikTok, a vender sua operação no território norte-americano.

Neste domingo, véspera de sua posse, Trump afirmou em comício no Capital One Arena, em Washington, D.C., que o TikTok está de volta. Ainda neste domingo, mais cedo, ele escreveu na rede social dele, que a Truth Social, que irá emitir uma ordem executiva no 1º dia do novo mandato para adiar a proibição do aplicativo.

Depois da publicação de Trump, o TikTok declarou que passou a restaurar parcialmente sua operação no país norte-americano. No mesmo comunicado, a empresa agradeceu o presidente eleito por “fornecer a clareza e a garantia necessárias” para a retomada do aplicativo.

Confira a declaração publicada no X: “Em acordo com nossos provedores de serviço, o TikTok está em processo de restauração do serviço. Agradecemos ao Presidente Trump por fornecer a clareza e a garantia necessárias aos nossos provedores de serviço de que eles não enfrentarão penalidades ao fornecer o TikTok a mais de 170 milhões de americanos e permitir que mais de 7 milhões de pequenas empresas prosperem. É uma posição forte pela Primeira Emenda e contra a censura arbitrária. Trabalharemos com o presidente Trump em uma solução de longo prazo que mantenha o TikTok nos Estados Unidos”.

Trump quer criar uma joint venture com 50% de participação norte-americana

A intenção de Trump é criar uma joint venture com 50% de participação norte-americana no controle do aplicativo. “Eu gostaria que os Estados Unidos tivessem uma participação de 50% em uma joint venture. Fazendo isso, salvamos o TikTok, mantemos o aplicativo em boas mãos e permitimos que ele continue ativo.

Sem a aprovação dos EUA, não há TikTok”, disse Trump“.

Ele acrescentou: “com nossa aprovação, ele vale centenas de bilhões de dólares — talvez trilhões”, disse o presidente eleito. Apesar de criticar a nova legislação, a administração Trump defendeu o banimento do aplicativo nos Estados Unidos em 2020.“Não quero passar na frente do presidente [Donald Trump], mas [o banimento] é algo que estamos considerando”, afirmou à época o então secretário de Estado, Mike Pompeo.O CasoEm abril de 2024, o Congresso americano aprovou a lei que impede o download do TikTok, e ela teve a sanção do presidente americano, Joe Biden (Partido Democrata).O governo dos EUA defendeu a proibição do aplicativo com base na suposta coleta de dados confidenciais dos norte-americanos, o que representaria risco à segurança nacional.A legislação estipulou o prazo até 19 de janeiro de 2025 para o TikTok vender suas operações no país a um comprador norte-americano.

Como a negociação não foi selada, serviços de hospedagem nos EUA foram proibidos de trabalhar com o TikTok.

A ByteDance nega as acusações de coleta de dados sigilosos. O CEO da companhia, Shou Zi Chew, chegou a cogitar ir à posse do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, nesta segunda-feira (20/01).

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Fonte: O Liberal   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/01/2025/11:03:41

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Instagram permitirá publicar Reels de até 3 minutos; saiba mais

Usuários do Instagram poderão subir vídeos mais longos no Reels a partir deste sábado (18) • Jakub Porzycki/NurPhoto via Getty Images

Informação foi compartilhada por Adam Mosseri, o diretor da rede social.

O Instagram, rede social da Meta, permitirá publicar Reels de até três minutos de duração. A novidade foi compartilhada por Adam Mosseri, o diretor da rede social, que menciona que a funcionalidade estará disponível a partir deste sábado (18).

Em um vídeo compartilhado em sua própria pagina pessoal, o empresário americano menciona que historicamente o aplicativo permitia o carregamento de Reels de até 90 segundos, devido ao foco do Instagram em publicar vídeos curtos.

“Ouvimos feedbacks de que isso é muito curto para quem deseja compartilhar histórias mais longas e espero que isso ajude”, menciona em sua publicação. Nos comentários, diversos internautas da rede social celebraram a novidade.

Nesta semana, o Instagram passou por outra alteração, quando removeu os filtros de realidade aumentada e efeitos. A decisão acontece com o encerramento da plataforma Meta Spark, de ferramentas e conteúdos para terceiros.

Fonte: CNN BRASIL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/01/2025/11:51:52

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Suprema Corte dos EUA mantém lei que proíbe o TikTok

Foto: Reprodução | O TikTok é uma das plataformas de mídia social mais proeminentes dos Estados Unidos, usada por cerca de 270 milhões de norte-americanos — aproximadamente metade da população do país, incluindo muitos jovens

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu contra o TikTok, nesta sexta-feira, no julgamento de um recurso contra uma lei federal que exige que o popular aplicativo de vídeos curtos seja vendido por sua empresa controladora, a chinesa ByteDance, ou seja banido nos EUA em 19 de janeiro.

Os juízes decidiram que a lei, aprovada por uma esmagadora maioria bipartidária no Congresso no ano passado e sancionada pelo presidente Joe Biden, não viola a proteção da Primeira Emenda da Constituição dos EUA contra a restrição governamental à liberdade de expressão.

A Suprema Corte agiu rapidamente no caso, tendo realizado audiências em 10 de janeiro, apenas nove dias antes do prazo estabelecido pela lei. O caso opôs os direitos de liberdade de expressão às preocupações com a segurança nacional na era da mídia social.

O TikTok é uma das plataformas de mídia social mais proeminentes dos Estados Unidos, usada por cerca de 270 milhões de norte-americanos — aproximadamente metade da população do país, incluindo muitos jovens.

O poderoso algoritmo do TikTok, seu principal ativo, alimenta os usuários individualmente com vídeos curtos adaptados aos seus gostos. A plataforma apresenta uma vasta coleção de vídeos enviados pelos usuários, geralmente com menos de um minuto de duração, que podem ser vistos com um aplicativo para smartphone ou em navegadores de internet.

A China e os Estados Unidos são rivais econômicos e geopolíticos, e o fato de o TikTok ser propriedade de chineses há anos tem gerado preocupações entre os líderes norte-americanos.

A disputa sobre o TikTok se desenrolou durante os últimos dias da Presidência de Biden e em um momento de crescentes tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo. Donald Trump tomará posse como novo presidente dos EUA na segunda-feira.

O governo Biden disse que a lei visa combater o controle do aplicativo por um adversário estrangeiro, não o discurso protegido pela Constituição, e que o TikTok poderia continuar operando como está se for vendido pelos controladores chineses.

Durante a argumentação do caso, a advogada do Departamento de Justiça Elizabeth Prelogar disse que o controle do TikTok pelo governo chinês representa uma “grave ameaça” à segurança nacional dos EUA, com a China buscando acumular grandes quantidades de dados confidenciais sobre os norte-americanos e se envolver em operações secretas de influência. Prelogar disse que a China obriga empresas como a ByteDance a entregar secretamente dados sobre usuários de mídias sociais e a cumprir as diretrizes do governo chinês.

O imenso conjunto de dados do TikTok, acrescentou Prelogar, representa uma ferramenta poderosa que poderia ser usada pelo governo chinês para assédio, recrutamento e espionagem, e que a China “poderia usar o TikTok como arma a qualquer momento para prejudicar os Estados Unidos”.

Trump

A lei foi aprovada em abril passado. O governo Biden a defendeu no tribunal. O TikTok e a ByteDance, bem como alguns usuários que publicam conteúdo no aplicativo, contestaram a legislação e recorreram à Suprema Corte após perderem, em 6 de dezembro, no Tribunal de Apelações dos EUA.

Trump se opõe à proibição, em uma inversão de posição em relação ao seu primeiro mandato, quando ele pretendia proibir o TikTok. Trump disse que tem “um carinho especial pelo TikTok”, opinando que o aplicativo o ajudou com os jovens eleitores na eleição de 2024.

Em dezembro, Trump pediu à Suprema Corte que suspendesse a lei para dar ao seu novo governo “a oportunidade de buscar uma solução política para as questões em pauta no caso”. Mas, embora Trump tenha prometido “salvar” o TikTok, muitos de seus aliados republicanos apoiaram a proibição.

Mike Waltz, o novo conselheiro de segurança nacional de Trump, disse na quinta-feira que o novo governo manterá o TikTok ativo nos Estados Unidos se houver um acordo viável. Waltz disse que o novo governo “adotará medidas para evitar que o TikTok fique no escuro” e citou uma disposição da lei que permite uma prorrogação de 90 dias se houver “progresso significativo” em direção a uma venda.

O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, disse na quinta-feira que o TikTok deveria ter mais tempo para encontrar um comprador norte-americano e que ele trabalharia com o governo Trump “para manter o TikTok vivo, ao mesmo tempo em que protege nossa segurança nacional”.

O presidente-executivo do TikTok, Shou Zi Chew, comparecerá à posse de Trump na segunda-feira e ficará sentado entre outros convidados de alto nível.

O TikTok disse que a lei põe em risco os direitos da Primeira Emenda não apenas dele e de seus usuários, mas também de todos os norte-americanos. O TikTok disse que a proibição atingiria sua base de usuários, anunciantes, criadores de conteúdo e funcionários. O TikTok tem 7.000 funcionários nos EUA.

Fonte: Reuters e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/01/2025/08:22:10

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Banimento do TikTok nos EUA pode acontecer no próximo domingo

Foto: Reprodução | Durante o primeiro mandato de Donald Trump como presidente, o governo dos Estados Unidos passou a considerar o TikTok como uma ameaça à soberania do país.

A ameaça de banimento do TikTok nos Estados Unidos, que se arrasta desde o primeiro mandato de Donald Trump como presidente, está em vias de ser cumprida. É por isso que a ByteDance, como controladora da rede social, pode fechar o serviço no país por conta própria a partir de domingo (19/01).

Fontes ligadas à ByteDance informaram à Reuters que, se o plano for executado, os usuários do TikTok nos Estados Unidos verão uma mensagem que leva a uma página explicando a indisponibilidade da rede social no país.

A ByteDance também estaria considerando permitir que os usuários americanos baixem seus dados na rede social, mas eles não poderão mais fazer publicações, muito menos acessar o conteúdo de outros usuários.

O caminho pelo qual a ByteDance seguirá depende da Suprema Corte dos Estados Unidos, que irá determinar se uma lei sancionada pelo presidente Joe Biden em 2024 é válida. Na prática, essa lei obrigará a ByteDance a vender ou a encerrar as operações do TikTok nos EUA.

O caso chegou às esferas judiciais porque a ByteDance alega que a lei em questão viola a constituição americana. A expectativa é de que a decisão da Suprema Corte seja anunciada nos próximos dias.

Se o judiciário americano se mostrar favorável à lei, a indisponibilidade do TikTok nos Estados Unidos pela ByteDance será executada de modo mais rigoroso do que o exigido. A lei impedirá novos downloads do aplicativo, mas permitirá que a plataforma continue funcionando, pelo menos por algum tempo. Contudo, a empresa considera fazer um fechamento total e imediato.

Por que o TikTok pode ser banido nos Estados Unidos?

Durante o primeiro mandato de Donald Trump como presidente, o governo dos Estados Unidos passou a considerar o TikTok como uma ameaça à soberania do país. Isso porque a ByteDance é de origem chinesa e estaria coletando informações de americanos e as repassando ao governo da China. A companhia sempre negou essa prática.

Curiosamente, o próprio Trump vem solicitando à Suprema Corte que suspenda ou atrase a aprovação da lei assinada por Biden, que, antes disso, havia sido aprovada pelo Congresso. O futuro presidente alega que quer buscar uma solução menos drástica para o caso.

Um dos fatores que podem explicar essa postura mais flexível de Trump é o fato de o TikTok ter sido bastante útil em sua campanha eleitoral.

De todo modo, usuários americanos já buscam alternativas. Nos Estados Unidos, tem crescido a adoção de aplicativos como RedNote e Lemon8, este último pertencente à própria ByteDance.

Fonte: Tecnoblog e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/01/2025/16:37:42

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Meta desativa filtros de RA criados por usuários no Instagram e Facebook a partir desta terça (14)

(Foto: Reprodução) – A partir desta terça-feira (14), os efeitos e filtros de realidade aumentada (RA) criados por usuários deixarão de estar disponíveis nas plataformas Instagram, Facebook e Messenger.

A decisão foi anunciada pela Meta, empresa responsável pelas redes sociais, e está relacionada ao encerramento do Meta Spark, ferramenta utilizada para criação de filtros personalizados.

O Meta Spark, lançado há sete anos, permitia que criadores independentes e marcas desenvolvessem filtros de RA para campanhas publicitárias e projetos pessoais, sendo uma importante fonte de engajamento e até de receita para muitos designers e influenciadores digitais. No entanto, a empresa decidiu desativar o serviço, limitando os filtros disponíveis apenas aos criados pela própria Meta.

O anúncio do fim do Meta Spark foi feito em 27 de agosto de 2024, surpreendendo muitos criadores que utilizavam a plataforma como uma ferramenta de expressão criativa e interação com o público. Com a mudança, a diversidade de filtros deve ser reduzida, já que os recursos personalizados, frequentemente usados para refletir tendências e campanhas sazonais, não estarão mais disponíveis.

Embora a Meta não tenha esclarecido os motivos exatos para o encerramento da ferramenta, a decisão levanta questionamentos sobre o impacto na criatividade e na liberdade de personalização dentro das plataformas sociais.

 

Fonte:  Portal HS e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/01/2025/16:43:21

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Explicação da Meta sobre novas regras de conteúdo não tranquiliza o governo

(Foto: Reprodução) – A manifestação da Meta ao governo brasileiro sobre o fim do programa de checagem de informações e de restrições a conteúdo sobre imigração e gênero esclarece, mas não tranquiliza o governo sobre as novas regras, de acordo com fontes da Advocacia Geral da União (AGU).

A resposta da empresa, assinada pelo escritório de advocacia TozziniFreire, chegou quase no fim do prazo das 72 horas estipuladas pela AGU. Era pouco antes da meia noite, quando a manifestação foi protocolada.

Os esclarecimentos foram encaminhados a pedido de uma notificação extrajudicial do governo. Dentro da AGU, um departamento chamado Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia cuida do tema.

O próximo passo é saber no que irá levar a falta de tranquilidade do governo com o assunto.

Nesta terça-feira (14), representantes de quatro pastas se reúnem para analisar os detalhes da resposta e se é caso de entrar com ação judicial.

A resposta da AGU

O ministro da Advocacia Geral da União, Jorge Messias, afirmou nesta terça-feira (14) que analisará de forma “técnica” e “cuidadosa” a resposta da Meta sobre as mudanças no programa de checagem da empresa.

A AGU acionou a empresa de Mark Zuckerberg ainda na sexta-feira (10). A partir das resposta, o governo vai decidir sobre medidas judiciais.

“Vamos tratar de analisar o inteiro teor do documento de forma cuidadosa e a partir de um olhar técnico do que significam as mudanças no dia a dia do funcionamento das plataformas da Meta”, afirmou Messias.

“Importante sabermos qual é o impacto real dessas mudanças na vida dos brasileiros”, complementou.

Além da AGU, vão participar também integrantes dos Ministérios da Justiça e de Direitos Humanos, e ainda da Secretaria de Comunicação da presidência da República.

 

Fonte: CNN   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/01/2025/15:20:59

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Meta responde AGU e governo discute ações sobre Facebook e Instagram

Foto: Reprodução | Instituição convoca reunião sobre mudanças anunciadas pela Meta.

A gigante da tecnologia Meta – que controla as redes Facebook, Instagram e WhatsApp – respondeu na noite dessa segunda-feira (13) a questionamentos da Advocacia-Geral da União (AGU) sobre as mudanças nas políticas de moderação da companhia, entre elas, o fim do programa de checagem de fatos, que indicava quando informações falsas circulavam nas redes.

Em nota, a AGU informou que convocou uma reunião técnica para esta terça-feira (14) sob a coordenação da Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia, vinculada à AGU, para discutir as ações e medidas em relação às alterações anunciadas pela big techestadunidense.

“Somente após essa análise, a AGU, em conjunto com os demais órgãos, se pronunciará sobre os próximos passos em relação ao assunto e tornará público o teor da manifestação”, informou a AGU.

Devem participar da reunião representantes dos ministérios dos Direitos Humanos e Cidadania, da Justiça e Segurança Pública e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom).

Na semana passada, a Meta anunciou série de mudanças e o alinhamento da política da empresa à agenda de governo do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que defende a desregulamentação do ambiente digital e é contrário à política de checagem de fatos. Em seguida, a Meta liberou a possibilidade de ofensas preconceituosasnas plataformas.

Desde 2016, a Meta oferecia no Facebook e no Instagram um serviço de checagem de fatos, realizado por jornalistas e especialistas em cerca de 115 países, que apurava se informações que circulavam nas redes eram verdadeiras ou falsas e oferecia a contextualização aos usuários.

Com o fim da checagem de fatos, a Meta passou a adotar a política de “notas da comunidade”. Com isso, apenas usuários previamente cadastrados é que podem contestar alguma informação que circula nas plataformas.

Especialistas em direito e ambiente digitais alertam que a mudança favorece a livre circulação de fake news – que são notícias fraudulentas – e também incentiva o discurso de ódio contra grupos minoritários como mulheres, imigrantes e homossexuais.

Documento da Coalizão Direitos na Rede – que reúne mais de 50 entidades ligadas ao tema – afirma que a Meta ataca os esforços democráticos de nações em proteger as populações contra os danos provocados pelas big techs. “Com isso, prioriza, mais uma vez, os interesses estadunidenses e os lucros de sua corporação em detrimento da construção de ambientes digitais que prezam pela segurança de seus consumidores”, diz o documento.

O ministro da AGU, Jorge Messias, tem defendido ações do governo brasileiro que garantam o cumprimento da legislação do país frente às mudanças na Meta. “As pessoas acabam não conseguindo distinguir o que é verdade do que é mentira. Isso acaba impactando no país, na nação, nas pessoas e na economia. Estamos falando de soberania nacional”, enfatizou.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/01/2025/12:30:18

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Saiba como salvar seus filtros antes de eles serem removidos do Instagram

Foto: Reprodução | Quando o estúdio for desativado, seus efeitos de RA serão removidos das plataformas do Meta. Eles não estarão mais disponíveis para uso ao criar novos conteúdos no Facebook, Instagram e Messenger.

Meta removerá, nesta terça-feira (14), todos os filtros de realidade aumentada criados por terceiros no Instagram. Os efeitos primários, ou seja, criados e de propriedade da big tech, continuarão disponíveis. Confira abaixo como baixar os efeitos criados ainda nesta segunda-feira (13).

A companhia irá encerrar o Meta Spark, ou seja, o estúdio que permitia que criadores de conteúdo desenvolvessem filtros personalizados para marcas e projetos pessoais, gerando receita e ampliando o alcance.

Quando o estúdio for desativado, seus efeitos de RA serão removidos das plataformas do Meta. Eles não estarão mais disponíveis para uso ao criar novos conteúdos no Facebook, Instagram e Messenger.

No entanto, de acordo com informações da Meta Spark, os arquivos de efeitos, ativos, vídeos de demonstração e outros arquivos estarão disponíveis para download no Meta Spark Hub até 14 de janeiro de 2025.

Como baixar os efeitos e filtros do Instagram?

Para baixar um arquivo de efeito de realidade aumentada do Meta Spark Hub, primeiro faça login no Meta Spark Hub, em seguida, clique em efeitos e escolha o que filtro que deseja baixar. Por fim, clique em Arquivos e baixe o arquivo.

Já para baixar um vídeo, acesse o mesmo site, clique em efeitos, selecione o filtro desejado, vá em detalhes, vídeo de demonstração e selecione “mais opções” nos três pontos, para realizar o download.

Segundo a Meta, também é possível baixar arquivos pela Central de Contas. Confira o passo a passo:

  1. Acesse a Central de Contas, vá para “Suas informações e permissões” e selecione “baixar suas informações”;
  2. Em seguida, clique em “baixar ou transferir suas informações” ou “solicitar um download”;
  3. Selecione a conta do Facebook ou Instagram que possui os efeitos;
  4. Selecione “tipos específicos de informação”;
  5. Selecione Meta Spark e escolha como deseja fazer o download.

Se um usuário do Facebook, Instagram ou Messenger já tiver usado seu efeito de RA, em um story ou um reel, por exemplo, esse conteúdo não será afetado.

Em agosto, quando a medida foi anunciada, a Meta disse que a decisão faz parte de esforços para priorizar os produtos que “atenderão melhor às necessidades futuras” dos consumidores e clientes empresariais

Fonte: CNN Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/01/2025/06:44:10

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Governo dá 72 horas para Meta esclarecer mudanças em normas

Foto: Reprodução | Possibilidade de empresa deixar de controlar conteúdo preocupa.

A empresa Meta, responsável por redes sociais como Instagram, Facebook e WhatsApp, terá prazo de 72 horas para esclarecer dúvidas do governo brasileiro sobre a mudança nas políticas de moderação de conteúdos anunciada pelo CEO Mark Zuckerberg. A notificação estabelecendo o prazo será apresentada ainda nesta sexta-feira (10) pela Advocacia-Geral da União (AGU), informou o Palácio do Planalto.

“Nós apresentaremos uma notificação judicial, e a empresa terá 72 horas para informar o governo brasileiro qual é, de fato, a política da Meta para o Brasil”, informou o advogado-geral da União, Jorge Messias, após participar, em Brasília, de reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (foto).

Segundo Rui Costa, o governo vê com muita preocupação o anúncio de que a Meta não fará mais controle de conteúdo. “Isso impacta de forma muito grande a sociedade brasileira. Impacta nas crianças, quando se fala de conteúdo impróprio e de tráfico de crianças. Impacta na segurança pública, quando se trata de informações que dizem respeito à segurança das pessoas, à prática criminosa”, disse Costa. Ele citou também exemplos de impacto envolvendo os mais diversos tipos de discriminação por raça, credo, gênero e regional, ao acabar por promover discursos de ódio.

O ministro mencionou ainda o caso do uso da inteligência artificial para produzir um vídeo com informações falsas atribuídas ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad. De acordo com Costa, vídeos como esse impactam inclusive a economia do país.

“As pessoas acabam não conseguindo distinguir o que é verdade do que é mentira. Isso acaba impactando no país, na nação, nas pessoas e na economia. Estamos falando de soberania nacional”, enfatizou.

Diante da situação, o governo pretende criar um grupo de trabalho envolvendo ministérios e o setor de comunicações, na busca de aperfeiçoamento do arcabouço legal brasileiro. “Buscaremos interlocução com as entidades que representam os meios de comunicação em geral, inclusive a imprensa brasileira, buscando manter o princípio fundamental da democracia, que é a total liberdade de expressão. Não se pode ter diferenciação de tratamento entre uma TV que opera no Brasil, sujeita a um conjunto de regulamentos, e alguém que tem o alcance gigantesco [das redes sociais]”, argumentou.

No entanto, ressaltou o ministro, liberdade de expressão de opinião sobre qualquer tema não significa ausência de responsabilidade de crimes cometidos.

AGU

O advogado-geral da União disse que a sociedade brasileira não ficará à mercê desse tipo de política que a Meta tenta emplacar. “Nossa preocupação neste momento é que a empresa venha a público [para se manifestar claramente], já que ela não foi transparente em momento algum.”

Segundo Jorge Messias, a AGU protocolará, ainda hoje, notificação para que a Meta explique às autoridades brasileiras o que a empresa fará para proteger crianças, adolescentes, mulheres e pequenos comerciantes, entre outros, que usam a plataforma como um modelo de negócio.

“Tem uma série de pessoas que usam frequentemente essa plataforma e que estarão muito vulneráveis pretensamente à nova política. Não sabemos claramente qual é a nova política em razão da ausência de transparência dessa empresa”, argumentou, ao lembrar que o Brasil tem uma legislação muito rigorosa na proteção de tais públicos.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/01/2025/23:04:41

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Aumentam buscas sobre como excluir Facebook e Instagram

Usuários também pesquisaram formas de deletar informações pessoais das redes controladas pela Meta | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Buscas sobre a forma de cancelar essas plataformas registraram aumento nos Estados Unidos após o anúncio de Zuckerberg sobre as mudanças nas plataformas controladas pela Meta

Pesquisas sobre como cancelar e excluir contas no Facebook, Instagram e Threads, plataformas controladas pela Meta, dispararam após o CEO da bigtech, Mark Zuckerberg, anunciar mudanças significativas em suas redes sociais, como o fim do sistema de verificação de fatos por agências de checagens para adotar notas de comunidade similar ao X.

Buscas sobre a forma de cancelar essas plataformas registraram aumento nos Estados Unidos após o anúncio de Zuckerberg -as novas regras serão aplicadas primeiro no país norte-americano. Pesquisas por termos “como excluir permanentemente o Facebook” atingiram a pontuação máxima de interesse do Google Trends, ferramenta que filtra as buscas e os interesses dos usuários no Google. As informações são do TechCrunch.

Usuários também pesquisaram formas de deletar informações pessoais das redes controladas pela Meta. Termos “como excluir todas as fotos do Facebook”, “como sair do Facebook”, “como excluir conta de Threads” e “como excluir conta do Instagram sem fazer login” cresceram 5.000% em comparação com períodos anteriores.

Além do aumento nas buscas sobre como deletar as redes da Meta, os norte-americanos também pesquisaram alternativas ao Facebook, Instagram e Threads. Nesse sentido, ainda segundo o Google Trends, se destacaram o Bluesky e Mastodon -ambas as plataformas passaram a ganhar relevância após Musk comprar o X e implementar mudanças na rede social. Durante o período em que a rede de Elon Musk ficou inoperante no Brasil, em 2024, os brasileiros adotaram o Bluesky como alternativa.

Interesse do público em excluir perfis no Facebook e no Instagram coincidem com o afrouxamento de regras pela Meta. Com as mudanças anunciadas pela companhia de Zuckerberg, especialistas apontam maior espaço para a disseminação de fake news, do discurso de ódio e conteúdo político inflamatório.

Meta implementou sistema de verificação de fatos e moderação de conteúdo em suas redes para mitigar o impacto das fake news e discursos extremistas no ambiente virtual. Agora, no entanto, a bigtech justifica a mudança em sua política a uma “tentativa de restaurar a liberdade de expressão na Meta”.

ENTENDA O CASO

A Meta anunciou nesta semana que vai remover agências de checagem profissionais e usar um sistema de notas da comunidade, como no X. Segundo Mark Zuckerberg, a medida vai ser adotada primeiro nos Estados Unidos e posteriormente em outros países.

Em vídeo publicado nesta semana, Zuckerberg citou “Cortes secretas da América Latina” para falar que o STF (Supremo Tribunal Federal) censura redes -sem apresentar provas. Ele também disse estar alinhado com o futuro presidente norte-americano Donald Trump e o empresário detentor da rede social X, Elon Musk, contra as imposições feitas pela União Europeia.

O presidente Lula (PT) chamou de “extremamente grave” as mudanças anunciadas pela Meta. “Acho extremamente grave as pessoas quererem que a comunicação digital não tenha a mesma regulação de mercado do que um cara que comete crime na imprensa escrita”, disse o petista nesta quinta-feira (9).

Atualmente, no Brasil, não há regulamentação específica para as redes, sujeitas ao Marco Civil da Internet. Um projeto está sendo debatido no Congresso, mas não tem avançado.

Lula disse ainda que vai fazer uma reunião para tratar do assunto, mas não deu detalhes. Sem celular e sem usar redes sociais, o petista é um crítico analógico das novas tecnologias, incluindo a inteligência artificial.

O secretário de Políticas Digitais, João Brant, já havia criticado a decisão. “Significa um convite para o ativismo da extrema direita reforçar a utilização dessas redes como plataformas de sua ação política”, disse Brant, em postagem no LinkedIn. “Facebook e Instagram vão se tornar plataformas que vão dar total peso à liberdade de expressão individual e deixar de proteger outros direitos individuais e coletivos.”

“Meta vai asfixiar financeiramente as empresas de checagem de fatos”, afirmou Brant. Segundo ele, isso vai acontecer porque a medida “afetar as operações delas dentro e fora das plataformas”.

MPF dá 30 dias para explicações. O Ministério Público Federal em São Paulo pediu para a cúpula da Meta no Brasil explicar se as mudanças na política de moderação de conteúdo vão ser também aplicadas no país.

Fonte: Tiago Minervino/Folhapress  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/01/2025/23:01:17

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