Instagram restringe contas de adolescentes; pais poderão controlar configurações dos perfis
Foto: Lionel BONAVENTURE / AFP | Rede social introduz nova função para adolescentes com perfil privado, limites em mensagens diretas e notificações noturnas. Pais também poderão ter maior controle sobre o acesso e a proteção de seus filhos no app.
O Instagram começou a implementar no Brasil a “Conta de Adolescente”, que restringe os perfis de adolescentes entre 13 e 17 anos e também permite aos pais um maior controle sobre as configurações de acesso e proteção de seus filhos na rede social.
Agora, adolescentes menores de 18 anos que se cadastrarem no app terão automaticamente a sua conta configurada como privada. Isso significa que novos seguidores só serão aceitos mediante aprovação, e o conteúdo do perfil não poderá ser visto ou compartilhado por não seguidores.
Os adolescentes também só poderão receber mensagens de pessoas que eles seguem, ou com quem já estejam conectados. Eles também só poderão ser marcados ou mencionados por pessoas que eles seguem.
Há uma restrição maior para menores de 16 anos. Para esse grupo, a conta configurada como privada será válida para todos os usuários, inclusive aqueles já cadastrados no app. Eles também precisarão da autorização dos pais para alterar as configurações de suas contas e deixá-las com menos proteção.
A Meta explica que os pais de adolescentes mais velhos (16 e 17 anos) também podem ativar a supervisão dos pais, caso queiram ter maior controle sobre o acesso dos filhos.
Com a supervisão ativada, os pais poderão aprovar e negar as solicitações dos adolescentes para alterar as configurações, ou permitir que eles mesmos as gerenciem. A Meta diz que, em breve, os pais também poderão alterar essas configurações diretamente para torná-las mais protetivas.
Atualmente, o Instagram permite que pessoas a partir dos 13 anos criem uma conta na plataforma.
A implementação da “Conta de Adolescente”, anunciada pela empresa nesta terça-feira (11), já vem acontecendo há alguns dias, segundo a Meta. A introdução da novidade foi comunicada em setembro do ano passado.
Restrições de conteúdo
Segundo o Instagram, os menores de 18 anos também são automaticamente colocados na configuração mais restrita de controle de conteúdo sensível – a rede cita, como exemplo desses conteúdos, brigas ou promoções de procedimentos cosméticos em áreas como o Explorar e nos Reels do app.
A versão mais restrita do recurso anti-bullying, Palavras Ocultas, também será ativada por padrão para filtrar ofensas em comentários e solicitações de mensagens.
O Instagram também diz que removerá conteúdo que viola as regras do aplicativo e evitará recomendar publicações de teor “potencialmente sensível, como conteúdo sexualmente sugestivo ou conteúdo que discuta suicídio ou automutilação”.
‘Conta de Adolescente’ começa a ser implementada no Brasil em fevereiro — Foto: Divulgação/Instagram
Instagram lança ‘Conta de Adolescente’ para que pais possam monitorar contas de seus filhos — Foto: Divulgação/Meta
➡️ O que muda com o “Conta de Adolescente”?
Contas privadas: o adolescente pode aceitar novos seguidores normalmente, mas pessoas que não o seguem ficarão impossibilitadas de interagir com ele. Isso será automático para novos usuários menores de 18 anos, e para todos os usuários (inclusive já cadastrados no app) menores de 16 anos.
Restrições de mensagens: somente as pessoas que seguem o adolescente ou que já estavam conectadas com ele podem enviar mensagens diretas (DM).
Notificação sobre tempo de uso: diariamente, os adolescentes receberão uma notificação pedindo para saírem do Instagram após 60 minutos de uso.
Modo noturno: entre 22h e 7h, esse recurso será ativado, silenciando as notificações. Quem tentar contatá-los durante esse período será notificado de que o adolescente não poderá visualizar a mensagem naquele momento.
Limitação de conteúdo sensível: a “Conta de Adolescente” limita automaticamente a exibição de conteúdos sensíveis, como vídeos de brigas e procedimentos estéticos.
Marcação e menções: adolescentes só podem ser marcados ou mencionados em publicações por pessoas que os seguem.
Supervisão dos pais: menores de 16 anos precisarão de autorização dos pais para alterar as configurações de suas contas e deixá-las com menos proteção. Os pais de adolescentes de 16 e 17 anos também podem ativar essa supervisão, caso prefiram ter esse controle.
Meta já tinha o ‘Central da Família’
Em 2022, o Instagram lançou o “Central da Família”, uma ferramenta que permite aos pais e responsáveis gerenciar o uso do Instagram pelos filhos. Segundo a big tech, a chegada da “Conta de Adolescente” não altera as funcionalidades do “Central da Família”.
O “Central da Família” permite aos responsáveis:
Verificar o tempo em que o adolescente passa no Instagram, estabelecendo limites de uso diário ou semanal;
Sejam alertados sobre quem o adolescente segue, bem como as contas que os seguem;
Sejam notificados quando ele denuncia uma conta ou publicação no Instagram, exibindo o que foi denunciado e o motivo.
Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/02/2025/15:46:55
O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:
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Praia no Pará é uma das 10 mais fotografadas do Brasil, segundo Google Maps
Foto: Reprodução | A icônica Praia do Atalaia, em Salinópolis, se destaca no ranking de 2025 como uma das praias mais clicadas do Brasil, encantando turistas com sua beleza natural e importância ecológica
Salinópolis, no Pará, ganha visibilidade internacional ao figurar entre as 10 praias mais fotografadas do Brasil, segundo o Google Maps, com base em fotos enviadas por usuários entre 2010 e janeiro de 2025. A Praia do Atalaia, uma das mais conhecidas da região, ocupa a décima posição no ranking, um feito significativo que destaca a crescente popularidade de destinos no Norte do Brasil.
Conhecida por sua beleza estonteante, a Praia do Atalaia atrai turistas não apenas pelas suas águas cristalinas e paisagens de tirar o fôlego, mas também pela sua importância ecológica. O local é um verdadeiro santuário para tartarugas-marinhas, e por isso, medidas de preservação são adotadas, como a restrição temporária de veículos para proteger os ninhos. A área também faz parte da Zona de Amortecimento do Monumento Natural Atalaia, uma das 27 Unidades de Conservação do estado do Pará.
O Google Maps, plataforma que permite aos usuários compartilhar fotos e experiências de suas viagens, revelou que, ao longo dos anos, a Praia do Atalaia se consolidou como um dos destinos mais registrados da plataforma. Com isso, Salinópolis se torna mais um destaque do ecoturismo brasileiro, oferecendo não apenas uma experiência única de contato com a natureza, mas também um convite para preservar o meio ambiente.
Essa inclusão coloca Salinópolis ao lado de destinos turísticos consagrados no Brasil, como as praias de Santa Catarina e Bahia, provando que o Pará tem muito a oferecer quando o assunto é turismo de qualidade. Para quem ainda não conhece, a Praia do Atalaia é uma opção imperdível para quem busca beleza, tranquilidade e um toque de preservação ambiental no roteiro de viagem.
Além da Praia do Atalaia, o ranking do Google Maps inclui outras praias que são grandes ícones do litoral brasileiro.
Confira as 10 mais fotografadas do país:
1. Praia das Laranjeiras, Balneário Camboriú (SC)
2. Praia Guarda do Embaú, Palhoça (SC)
3. Praia Martim de Sá, Caraguatatuba (SP)
4. Praia do Forte, Cabo Frio (RJ)
5. Orla Brigitte Bardot, Armação dos Búzios (RJ)
6. Praia Ponta das Canas, Florianópolis (SC)
7. Praia de Coroa Vermelha, Santa Cruz Cabrália (BA)
8. Praia Barra da Lagoa, Florianópolis (SC)
9. Pontal do Maragogi, Maragogi (AL)
10. Praia do Atalaia, Salinópolis (PA)
Fonte: Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/02/2025/13:14:41
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Pix fora do ar hoje? Erro afeta Nubank, Itaú, PicPay e outros bancos; veja
Pix está com problemas em vários bancos hoje (7), segundo o Downdetector — Foto: Reprodução/Downdetector
“Pix fora do ar hoje” foi busca em alta no Google Trends nesta manhã; Downdetector aponta mais de 242 registros de reclamações sobre a falha no serviço do Banco Central
O Pix está fora do ar para alguns usuários nesta sexta-feira (7) e afeta diversos bancos, como Nubank, PicPay e Itaú. Segundo o Downdetector, portal que monitora o funcionamento de serviços online, o sistema do Banco Central do Brasil começou a apresentar falhas por volta das 12h30 (horário de Brasília), com mais de 242 reclamações. No Google Trends, termos como “pix fora do ar hoje”, “instabilidade pix e “pix rejeitado” apresentaram aumento repentino na última hora.
Em nota, o Banco Central do Brasil informou que “os sistemas do BC funcionam normalmente. Alguns participantes enfrentaram dificuldades de acesso aos sistemas do BC por conta de problemas na Rede do Sistema Financeiro Nacional. Os planos de contingência de rede foram acionados. A situação já está retornando à normalidade”. O Nubank também informou que “após uma breve indisponibilidade, pagamentos via Pix estão funcionando normalmente”. Nas próximas linhas, entenda mais detalhes sobre a falha no serviço.
Pix fora do ar hoje? Falha do BC afeta bancos
O site Downdetector indica que o problema está acontecendo com os principais bancos, o que pode indicar que a falha surgiu no Banco Central. No órgão, a instabilidade do serviço começou a ser notificada pelo site às 12h43, horário próximo ao início do problema em outras instituições. A instabilidade, que afeta correntistas de bancos como Nubank, Itaú e PicPay também está sendo compartilhada pelos próprios usuários nas redes sociais.
Instabilidade no Pix: usuários relatam problema nas redes sociais
No X (antigo Twitter), há diversos relatos sobre o problema. Correntistas dos principais bancos digitais foram surpreendidos pelo Pix fora do ar enquanto finalizam compras ou faziam pagamentos. Veja alguns dos registros compartilhados pelos usuários:
Fonte: Tech Tudo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/02/2025/16:38:20
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iPhone Pro Revestido em Ouro 24 Quilates em Homenagem a Musk e Trump Vale Mais de R$ 80 Mil
(Foto: Reprodução) – O iPhone 16 Pro coberto por ouro 24 quilates. Parte da coleção “Visionaries”, o dispositivo tem um preço inicial de US$ 11.130, ultrapassando os R$ 65 mil na conversão atual.
Modelos customizados da Caviar compõem a coleção Visionaires e fazem parte de uma edição comemorativa
A renomada empresa de customização de dispositivos de luxo Caviar acaba de lançar uma edição exclusiva do iPhone 16 Pro, completamente coberto por ouro 24 quilates. Parte da coleção “Visionaries”, o dispositivo tem um preço inicial de US$ 11.130, ultrapassando os R$ 65 mil na conversão atual.
Design Inspirado no Bitcoin
O design do iPhone 16 Pro é uma homenagem ao universo das criptomoedas. Apresentando gravuras em 3D do logotipo do Bitcoin e padrões que remetem à tecnologia blockchain, esta edição limitada é composta por apenas 47 unidades, cada uma simbolizando exclusividade e fazendo referência ao 47º presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A Caviar e a Exclusividade
Conhecida por transformar smartphones convencionais em verdadeiras joias, a Caviar, com sede em Dubai, já lançou várias edições especiais de iPhones e outros dispositivos, sempre utilizando materiais nobres como ouro, platina e pedras preciosas.
Celebração do Futuro Digital
Nesta nova coleção, a marca busca homenagear personalidades influentes e conceitos que moldam o futuro, incluindo Elon Musk, Donald Trump e o próprio Bitcoin. A Edição Bitcoin do iPhone 16 Pro celebra a revolução financeira digital, representada pela criptomoeda mais famosa do mundo. O aparelho é revestido com ouro 24 quilates aplicado através da tecnologia Double Electroplated, garantindo alta durabilidade e um brilho intenso.
Fonte: Paulo Cappelli – Google News – Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/01/2025/16:15:33
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Apple corrige falha grave de segurança em dispositivos
Dispositivos desatualizados eram os afetados pela vulnerabilidade | (Foto: Vista Wei/Unsplash)
Brecha permitia que invasores acessassem dados de usuários e tivessem controle sobre as funções dos dispositivos.
Asegurança, em especial de dados, é importantíssima para a garantia da integridade pessoal, e qualquer falha pode levar a resultados terríveis.
Por isso, a Apple lançou, na última terça-feira (28), uma atualização para todos os seus sistemas operacionais (iOS, iPadOS e macOS), corrigindo uma falha gravíssima de segurança.
A vulnerabilidade “Dia Zero” afetava o Core Media, um componente que gerencia os arquivos de mídia de vários dispositivos da Apple. Essa falha abria uma brecha que permitia que invasores acessassem os dados dos usuários.
Toda a linha de produtos da Apple, incluindo iPhones, iPads, Macs, Apple TVs, Apple Watches e o Vision Pro, foram afetados. A empresa não divulgou detalhes sobre como isso ocorria, nem os alvos, além de não divulgar como a brecha foi descoberta.
A falha afetava produtos que estão em versões mais antigas do software, e permitia que hackers tivessem acesso a várias funcionalidades do dispositivo. A Apple confirmou que a vulnerabilidade estava sendo ativamente explorada por hackers, o que significa que usuários desatualizados estavam em risco.
Como mencionado antes, a vulnerabilidade permitia que aplicativos maliciosos obtivessem privilégios elevados nos dispositivos, comprometendo dados dos usuários, que devem atualizar seus dispositivos o mais rápido possível para o iOS 18.3, iPadOS 18.3, macOS Sequoia 15.3, tvOS 18.3, visionOS 2.3 e watchOS 11.3.
Este é o primeiro bug “Dia Zero” descoberto no iOS em 2025. Em 2024, a Apple corrigiu pelo menos sete falhas do tipo, que estavam sendo ativamente exploradas por hackers. A empresa recomenda que todos os usuários atualizem seus dispositivos o mais rápido possível para garantir a segurança de seus dados.
Fonte: DOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 31/01/2025/10:06:55
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Mudanças na Meta prometem mais golpes, fake news e prejuízo
Mudanças em algumas políticas da plataforma Meta preocuparam usuários que trabalham com vendas em redes sociais como o Instagram, o Gacebook e o WhatsApp. | ( Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anunciou algumas mudanças cruciais na plataforma que irão afetar empresários, publicitários e trabalhadores online. Saiba mais o que muda e quais providências legais tomar caso se sinta prejudicado.
Com o passar dos anos, ficou cada vez mais raro encontrar uma pessoa que não esteja conectada a internet ou que não tenha pelo menos um perfil em uma rede social. Por isso, muitos viram oportunidades em usar essa conexão como meio de trabalho, surgindo profissões mais modernas como as de influenciadores digitais e administradores de redes sociais, os social mídia, que estão diretamente ligadas ao mercado publicitário, empresas e vendas.
Uma das maiores plataformas online do mundo, a Meta, responsável pelo Instagram, Facebook, WhatsApp e Threads, atingiu o número impressionante de mais de 3 bilhões de usuários ativos diariamente em 2023. Porém, é bom pensar que, com esse crescimento, as informações se espalham rapidamente, podendo facilitar a divulgação de notícias falsas em todo o mundo.
Para evitar as “Fake News”, algumas redes sociais mantinham um setor especifico para a checagem de fontes e veracidades de fatos, conhecido como os “fact-cheking”. Neste ano, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou mudanças cruciais na plataforma como o fim dos “fact-cheking” e a volta de recomendações de assuntos políticos.
Em um mundo cada vez mais globalizado e com pessoas que usam as redes sociais para negócios, os impactos sociais, publicitários, legais e financeiros podem ser enormes. Mas como se preparar para essas mudanças?
O Impacto em empresas digitais
Incialmente, as mudanças na Meta estão restritas apenas aos Estados Unidos, sendo uma forma de “teste” que podem ser expandidas para todo o mundo. Por isso, algumas empresas devem estar atentas a uma possível nova realidade e como lidar com impactos financeiros e qualidade de produtos vendidos pela internet.
Em entrevista ao DOL, o empresário Matheus Campos, CEO da MTEC, empresa especializada em vendas de celulares e consertos de aparelhos digitais, contou que se preocupa em como as medidas anunciadas pela plataforma irão afetar economicamente na sua empresa, especialmente na opinião de seus clientes e no aumento de possíveis golpes.
“Além da forma com o que tudo é avaliado ficar bem prejudicada devido à falta de checagem automatizada de fatos de um modo geral, acredito que o grande prejuízo vai ser a perda de confiança das pessoas em lojas e serviços genuínos, haja vista que o número de golpistas com anúncios ativos e produtos falsificados vai aumentar muito”, preocupou-se Matheus.
Matheus Campos é empresário, CEO da empresa MTEC, do ramo da tecnologia e conserto de computadores. |(Reprodução/Arquivo pessoal)
Outro tema que ganhou destaque é o de a Meta ser retirada do ar no Brasil — algo que já ocorreu com plataformas como o TikTok nos EUA e o X (antigo Twitter) em setembro de 2024 no Brasil. Matheus ressalta como a presença online é crucial para as empresas atualmente. “Hoje em dia existe uma ‘lei’ no mundo empresarial que é: se você está fora da internet, você não existe. O prejuízo para empreendedores ficarem sem seus anúncios e sem suas redes sociais pode ser tão grande a ponto de empresas que vendem ou prestam serviços 100% online terem que fechar as portas”, afirmou, demonstrando o quanto as plataformas digitais deixaram de ser apenas uma opção e se tornaram fundamental para os negócios.
Embora as mudanças da Meta ainda não estejam em andamento no Brasil, Matheus acredita que elas podem ser implementadas no país. No entanto, ele reforça que o cenário pode ser diferente devido à legislação. “Eu acredito e torço para que todas essas previsões de regras sejam reanalisadas e ‘podadas’ em certos sentidos. O que manda no nosso país são as leis, então, se vierem a chegar aqui do jeito que estão prometendo, com certeza a Meta será derrubada no Brasil”, projeta o empresário.
Por isso, para Matheus, é preciso estar preparado de todas as formas, principalmente com o engajamento de outras plataformas, caso ocorra a suspenção da Meta no Brasil: “Acredito que já é o momento das empresas variarem seu marketing e presença digital em outras redes, inclusive os anúncios em TikTok e Google são ótimas opções e tem grande alcance”, concluiu.
A Meta e o mercado publicitário
O mercado publicitário e as marcas viram uma grande oportunidade em usar as redes sociais para divulgar serviços e produtos usando influenciadores digitais, sejam eles anônimos, famosos, memes ou virais, para garantir engajamento do público de seguidores cada vez mais disposto a compartilhar esses conteúdos. Sendo assim, as mudanças também impactam no trabalho de agências de comunicação que utilizam ativações digitais.
Érika Horiguchi, diretora de Marketing da Gamma Comunicação, destacou os desafios e as oportunidades que surgem em um cenário de maior instabilidade nas redes sociais. Para ela, a internet nunca esteve livre de informações falsas, e o consumidor sempre precisou agir com cuidado ao consumir e compartilhar conteúdo. Porém, o fim da moderação oficial coloca mais responsabilidade nas mãos dos usuários e das próprias empresas.
“Com o fim da checagem de fake news, as empresas precisam se aproximar ainda mais do público para garantir que informações sobre seus produtos sejam precisas e confiáveis. A responsabilidade recai sobre os consumidores e empresas em assegurar a veracidade das informações, isso já nos alerta a destacar ainda mais a importância da comunicação institucional para elevar a credibilidade das marcas perante seu público. As mudanças tem duas linhas de raciocínio, uma de que os moderadores poderiam agir de forma tendenciosa e a outra é de que agora, o público deverá agir de acordo com suas ideologias, então, as empresas devem incentivar seus clientes a compartilharem experiências reais de forma transparente”, afirmou Érika.
Érika Horiguchi trabalha com Marketing digital e é CMO da Gamma Comunicação. |(Reprodução/Arquivo pessoal)
A publicitária também enfatizou que pequenas empresas podem ser as que mais sofrerão consequências caso as mudanças testadas fora do país sejam implementadas no mundo todo. “As grandes empresas têm mais facilidade para redistribuir recursos para canais alternativos. Já as pequenas, especialmente as que operam majoritariamente online, correm riscos significativos de prejuízo. Por isso, é fundamental que as marcas estejam preparadas para diversificar seus canais de comunicação”, explicou.
Segundo Érika, algumas empresas já estão explorando novos formatos, como podcasts e parcerias com influenciadores no YouTube e outras plataformas de vídeo, como o TikTok, para manter a conexão com seu público. Essas iniciativas mostram que, em meio às incertezas, investir em múltiplas frentes é essencial para garantir a resiliência das estratégias de comunicação.
Com o risco de queda de plataformas como Instagram, Facebook e WhatsApp no Brasil, o mercado publicitário está intensificando esforços para diversificar os canais de comunicação. Érika explica que agências vêm promovendo a criação de plataformas próprias para interação com o público, garantindo a consistência da comunicação mesmo em cenários de instabilidade.
“A diversificação de plataformas já é uma prática aplicada há algum tempo. Além disso, fortalecer a presença digital orgânica das empresas se tornou essencial para oferecer um porto seguro em meio à volatilidade das redes sociais”, destacou Érika.
Como agir de forma legal?
A legislação brasileira exige um representante legal no país para que empresas internacionais continuem ativas para a população. Em setembro de 2024, o X (antigo Twitter), ficou algumas semans fora do ar após uma determinação do Ministro do Tribunal Superior Federal (STF) Alexandre de Moraes para que Elon Musk indicasse alguém que representasse a empresa no Brasil. Essa “queda” gerou prejuízos para o X e para alguns usuários da rede social.
Sobre as mudanças na Meta, a Advocacia Geral da União (AGU) exigiu um posicionamento da plataforma sobre as mudanças nas políticas de uso, obtendo a resposta de que as alterações seriam uma forma de “garantir maior espaço para a liberdade de expressão (…) e permitir um debate mais amplo e conversa sobre temas que são parte de discussões em voga na sociedade”, de acordo com nota enviada ao governo brasileiro.
De acordo com o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014), há a determinação que plataformas não são responsáveis por conteúdos de terceiros, salvo descumprimento de ordem judicial para remoção de material ilícito. Porém, isso não significa que usiários não podem tomar medidas legais caso se sintam lesados pelas plataformas online, como as redes sociais.
Rafael Tupinambá Amin, advogado civilista, gestor e empreendedor jurídico há 25 anos em atividade, explicou que com o fim da checagem de fatos, alguns anúncios podem ser classificados como falsos, aumentando o prejuízo de empresas.
“Se um conteúdo de uma campanha for classificado como falso ou enganoso de forma equivocada, isso pode prejudicar a imagem da empresa, além de causar perdas financeiras. Um anúncio marcado como falso pode ser suspenso, e a conta da empresa, bloqueada. Isso pode configurar concorrência desleal, passível de indenização com base na Lei de Propriedade Industrial”, alertou Tupinambá.
Rafael Tupinambá é advogado civilista há mais de 25 anos. |(Reprodução/Arquivo pessoal)
Caso as mudanças nas políticas da Meta causem prejuízos financeiros diretos às empresas, o advogado orienta algumas ações:
Notificação extrajudicial: O primeiro passo é formalizar uma notificação à Meta, relatando os prejuízos sofridos. “Essa etapa é crucial para buscar uma resolução amigável e pode servir como prova em eventual processo judicial”, diz o advogado.
Ação indenizatória: Empresas podem recorrer à justiça para buscar reparação por perdas financeiras, desde que comprovem a relação entre as mudanças da plataforma e os danos sofridos.
Ação coletiva: Grupos de empresas ou associações podem optar por uma ação coletiva, o que reduz custos e aumenta a força do pedido judicial.
Embora a saída da Meta do Brasil pareça improvável, Tupinambá aponta que o cenário seria catastrófico para empresas que dependem das plataformas para vendas e marketing. “As empresas perderiam acesso a milhões de usuários e precisariam migrar para outros canais, o que demandaria investimento, adaptação e tempo”, afirmou. Do ponto de vista jurídico, a ausência da Meta dificultaria o acesso a reparações no Brasil. “Muitas vezes, os termos de uso estabelecem jurisdição internacional, o que complica e encarece ainda mais o processo de busca por indenização”, completou.
Rafael disse ainda que a Meta costuma implementar suas políticas globalmente, o que torna provável que mudanças testadas nos Estados Unidos sejam aplicadas no Brasil. Para se protegerem, as empresas devem diversificar suas estratégias digitais e não depender exclusivamente de plataformas específicas.
“O ideal é manter registros detalhados de todas as atividades e buscar acompanhamento jurídico especializado, especialmente em direito digital ou empresarial”, recomendou.
Em um cenário de mudanças constantes no ambiente digital, a atenção às novas regulamentações e o planejamento estratégico podem ser o diferencial para que empresas não sejam surpreendidas e consigam manter a segurança jurídica de suas operações.
Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 31/01/2025/07:41:59
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O que é a DeepSeek? Veja como app chinês derrubou o chat GPT
DeepSeek | Reprodução
Conheça o Chatbot chinês que ameaça a hegemonia dos EUA no ramo da Inteligência Artificial.
AInteligência Artificial (IA) chegou para mudar toda a percepção de como o ser humano pode interagir com a tecnologia. Ao longo dos anos, vem crescendo o número de pessoas que utilizam as mais variadas ferramentas da IA no seu dia a dia. Seja no trabalho, seja dentro de casa, a IA vem participando ativamente de todas as atividades do cotidiano.
Entre as mais variadas opções, estão os chatbots, que são mecanismos em que pode-se fazer perguntas aleatórias e a IA responder com base em sua rede de dados. Nesta segunda-feira (27), o chatbot de IA chinês DeepSeek ultrapassou o famoso ChatGPT em números de downloads. Isso causou um grande impacto no mundo da tecnologia, visto que essa é a primeira IA não americana a liderar o número de acessos.
O que é o DeepSeek?
O DeepSeek é uma startup chinesa que surgiu de um braço de pesquisa do fundo de hedge quantitativo High-Flyer, fundado em 2015 com foco em computação avançada para análises financeiras, de propriedade do investidor Liang Wenfeng. Diferentemente da maioria das grandes empresas de tecnologia, a DeepSeek não foi fundada por desenvolvedores do Vale do Silício (EUA).
Foi fundada em 2023, com o objetivo de fomentar o uso e a acessibilidade à tecnologia. O sistema de IA da startup chinesa está em sua terceira versão.
Entre os diferenciais do modelo DeepSeek-R1 está, em primeiro lugar, sua gratuidade de utilização por usuários individuais, e em segundo, o baixíssimo custo para desenvolvedores, cobrando apenas US$ 0,14 por milhão de tokens, contra os US$ 2,50 do modelo GPT-4o, quase 18x mais barato.
Para que a IA chinesa consiga maximizar o seu desempenho, o modelo utiliza sistema de aprendizado por reforço, abordagem em IA que imita o processo de “tentativa e erro”, descartando respostas ruins e reforçando respostas boas.
Liang Wenfeng explicou, durante uma entrevista à uma estatal chinesa, que o sucesso acabou sendo acidental, visto que, eles não tinham a intenção de causar tantos impactos num curto espaço de tempo.
“Não esperávamos que o preço fosse uma questão tão sensível. Estávamos simplesmente seguindo nosso próprio ritmo, calculando custos e definindo preços de acordo. Nosso princípio não é vender com prejuízo nem buscar lucros excessivos. O preço atual permite uma margem de lucro modesta acima de nossos custos. Capturar usuários não era nosso objetivo principal. Reduzimos os preços porque, primeiro, ao explorar estruturas de modelos de próxima geração, nossos custos diminuíram; segundo, acreditamos que os serviços de IA e API devem ser acessíveis e baratos para todos”, disse o fundador da DeepSeek.
Como funciona o DeepSeek?
Em relação a interface e as interações com o usuário, o DeepSeek é bastante similar ao ChatGPT. Mas, observa-se que mesmo com o enunciado escrito em português, apenas a resposta final é produzida em português, com as etapas descritivas da linha de raciocínio tendo sido geradas todas em inglês.
Apesar de estar um pouco congestionada nos últimos dias, quem tiver interesse em testar a DeepSeek pode fazê-lo diretamente pelo site oficial do projeto (https://chat.deepseek.com/), ou baixando o aplicativo para iOS, ou Android.
Os EUA estão preocupados?
Ocorre que não é de hoje que os EUA estão preocupados com o interesse dos estadunidenses em aplicativos chineses, visto o recente imbróglio entre o governo americano e a gigante chinesa dona do TikTok. Vale destacar também que a eleição de Donald Trump, que historicamente entra em divergências com a China, pode ser um complicador nas relações internacionais entre as duas potências.
Importante ressaltar que as Bigtechs norte-americanas passaram a adotar medidas que acenam positivamente para o novo governo de Trump. Com isso, cresce a possibilidade de que haja intervenções do governo ainda mais incisivas, para tentar conter essa escalada e provavelmente sob a mesma premissa de risco nacional.
Até o momento, o governo não se pronunciou sobre a popularidade crescente da DeepSeek, mas o lançamento de modelos quase tão competentes aos da OpenAI, a despeito de todas as sanções e com uma fração do investimento, sem dúvida, acende um novo alerta.
Fonte: TechTudo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/01/2025/13:08:32
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Alinhamento de planetas: veja quando ocorre o fenômeno e como acompanhar
(Foto: Reprodução) – Embora o desfile planetário seja fascinante, o alinhamento que veremos neste início de 2025 é apenas aparente, ou seja, visual.
Entenda o que é o desfile planetário e por que o evento deste ano é especial
Nos primeiros meses de 2025, o céu noturno promete um espetáculo único, com alinhamentos planetários previstos. Um deles já está acontecendo, e o próximo será em fevereiro, quando sete planetas poderão ser vistos simultaneamente.
Embora o termo mais popular seja “alinhamento planetário”, trata-se, na realidade, de um “desfile planetário”. Isso significa que é apenas um efeito visual causado pela disposição dos planetas em relação à Terra.
O evento mais esperado ocorrerá em 28 de fevereiro, quando Mercúrio se juntará a Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno (que já estão visíveis em janeiro, embora Urano e Netuno com ajuda de telescópio).
Este tipo de visibilidade conjunta só deve acontecer novamente em 2492, segundo a revista National Geographic.
O que é um desfile planetário?
Diferente de um alinhamento perfeito no espaço, o desfile planetário ocorre quando vários planetas ficam visíveis no céu ao mesmo tempo, próximos da linha imaginária chamada eclíptica.
Esse fenômeno cria a impressão de que estão alinhados, embora não estejam, de fato, alinhados, pois seguem órbitas distintas ao redor do Sol.
Ainda em janeiro, uma “prévia” pode ser observada, com seis planetas visíveis no céu. O ponto alto, no entanto, será em fevereiro, quando sete planetas — Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno poderão ser observados a olho nu. Já Urano e Netuno vão exigir telescópios.
Alinhamentos
Embora o desfile planetário seja fascinante, os “alinhamentos” que veremos neste início de 2025 são apenas aparentes, ou seja, visuais. Os planetas, na verdade, permanecem a distâncias enormes uns dos outros.
Um alinhamento real no espaço, em que os planetas formam uma linha reta, é extremamente raro e acontece uma vez a cada 13 trilhões de anos.
Para uma melhor observação, durante o auge do evento, o ideal é procurar locais com céu limpo e sem poluição luminosa. Também é recomendável se equipar de binóculos ou telescópio para não perder o fenômeno.
Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/01/2025/09:23:29
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ChatGPT enfrenta instabilidade nesta quinta-feira (23)
Nesta quinta-feira (23), o ChatGPT enfrenta instabilidades. | Reprodução
Nesta quinta-feira (23), o ChatGPT enfrenta instabilidades. Entenda o que ocorreu e como a OpenAI está lidando com o problema.
Lançado no fim de 2022, o ChatGPT ganhou popularidade muito rapidamente.Pouco mais de dois meses depois de sua estreia, mais de 100 milhões de usuários já usavam a ferramenta. Em 2024, o site recebe mais de 1,6 bilhão de visitas diárias.
O ChatGPT (sigla para “Generative Pre-Trained Transformer”) é um modelo de linguagem baseado em deep learning (aprendizagem profunda), um braço da inteligência artificial. Na prática, a plataforma utiliza um algoritmo baseado em redes neurais que permitem estabelecer uma conversa com o usuário a partir do processamento de um imenso volume de dados.
Nesta quinta-feira (23), a ferramenta enfrenta instabilidades. Uma falha na API da plataforma foi identificada pela empresa às 08h54, horário de Brasília. Cerca de 30 minutos depois, a OpenAI disse ter identificado o problema e implementado uma correção.
Outro incidente foi reportado pela plataforma às 10h12. Minutos depois, a empresa relatou estar trabalhando para identificar e corrigir as falhas.
ChatGPT fora do ar?
No X, internautas de diferentes países se queixaram de não conseguir utilizar a plataforma. “O ChatGPT caiu, e minha produtividade passou de ‘não ótima’ para ‘inexistente’. Muito obrigado, AI”, escreveu um usuário de Sydney, Austrália.
Fonte: DOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/01/2025/18:37:53
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Usuários reclamam de seguir Trump automaticamente no Instagram e Facebook após posse nos EUA
Foto: Reprodução | A cantora Demi Lovato foi uma das pessoas a expor publicamente a situação.
Após a posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos na última segunda-feira (20), usuários do Instagram e Facebook relataram que começaram a seguir automaticamente os perfis do presidente e do vice, JD Vance. A situação causou polêmica nas redes sociais, com acusações direcionadas à Meta, empresa de Mark Zuckerberg, responsável pelas plataformas.
A cantora Demi Lovato foi uma das pessoas a expor publicamente a situação. Em um story no Instagram, ela reclamou de estar seguindo JD Vance sem sua autorização. “Eu dei unfollow nesse cara duas vezes só hoje. Negócio obscuro da p*rra, Meta”, desabafou a artista.
No entanto, segundo a agência de notícias Associated Press, a situação não é resultado de um erro técnico ou manipulação por parte da Meta. As contas oficiais da presidência dos Estados Unidos e da vice-presidência, conhecidas como @POTUS (President of the United States) e @VP (Vice President), são administradas pela Casa Branca. Quando ocorre uma mudança de governo, essas contas são transferidas para os novos ocupantes do cargo, preservando os seguidores anteriores.
Transição oficial das contas
De acordo com o porta-voz do Meta, Andy Stone, a transição é um processo padrão. “As contas oficiais são gerenciadas pela Casa Branca e mudam quando o ocupante da Casa Branca muda”, explicou ele em uma publicação no Threads.
As contas das administrações anteriores são arquivadas, incluindo suas postagens, e recebem novos nomes. Por exemplo, a conta do presidente anterior, Joe Biden, foi renomeada para @POTUS46archive, e a da vice, Kamala Harris, para @VP46archive. O número 46 indica que eles foram os 46º presidente e vice-presidente dos Estados Unidos.
Caso um usuário não deseje seguir as contas oficiais de Donald Trump ou JD Vance, é possível desfazer isso manualmente. Basta acessar a página de perfil, clicar nas reticências e selecionar “deixar de seguir” ou “bloquear”.
Fonte: O liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/01/2025/13:10:44
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“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com