O fim de uma era chegou com o Skype desligado! Confira os principais motivos dessa decisão

(Foto: Reprodução) – Serviço de videochamadas deixará de funcionar e usuários são orientados a migrar para o Teams

A Microsoft anunciou em comunicado no perfil oficial do Skype no X que o serviço será descontinuado nesta segunda-feira (5), e orientou os usuários a migrarem suas contas para o Microsoft Teams, mantendo histórico de conversas e contatos.

A decisão atende ao plano da empresa de otimizar seus serviços gratuitos de comunicação em tempo real e focar na plataforma Teams.

Ao instalar o aplicativo nas lojas Microsoft Store, Play Store e App Store, o usuário é redirecionado a página de download do Microsoft Teams que substituirá o serviço.

Lançado em 2003, o Skype rapidamente se tornou um dos sites mais populares para ligações de voz e vídeo gratuitas pela internet, chegando a centenas de milhões de usuários.

Em 2011, a Microsoft adquiriu o aplicativo por US$ 8,5 bilhões(R$ 48 bilhões na cotação atual), sua maior compra até então, e integrou suas funcionalidades a produtos como Xbox e Windows.

Apesar de inovações como chamadas de alta qualidade e integração com dispositivos vestíveis, o Skype enfrentou perda de público com a ascensão de aplicativos como WhatsApp e Facebook Messenger.

Em 2017, um redesign inspirado no Snapchat motivou críticas de usuários insatisfeitos, que reclamaram de mudanças desnecessárias em recursos já consolidados.

Em postagem assinada por Jeff Teper, presidente de aplicativos colaborativos da Microsoft, a empresa explicou que o Teams oferece recursos equivalentes aos do Skype, incluindo chamadas individuais e em grupo, mensagens e compartilhamento de arquivos, além de funcionalidades avançadas, como agendamento de reuniões e criação de comunidades.

Clientes que assinam planos pagos no Skype poderão usufruir dos serviços até o fim de seu período de renovação.

Quem optar por não migrar deve exportar dados como histórico de chats, contatos e registros de chamadas antes do encerramento.

A Microsoft disponibilizará suporte para ajudar na transição e preservação dessas informações.

 

Fonte: Vitor Hugo Girotto – tecnologia e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/05/2025/15:19:35

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Cachorro-robô de Lucas Rangel mistura alta tecnologia e praticidade; saiba o preço e funções do novo ‘pet’

(Foto: Reprodução) – Equipamento custa R$ 40 mil e possui câmeras de alta resolução integradas com softwares avançados

O influenciador Lucas Rangel gerou grande repercussão ao apresentar, nas redes sociais, seu novo “pet”: um cachorro-robô de aproximadamente R$ 40 mil. O modelo chamou a atenção não só pelo preço, mas também pela impressionante tecnologia que carrega, misturando inovação e funcionalidades práticas para diversos contextos.

Equipado com câmeras de alta resolução e softwares avançados, o cachorro-robô é capaz de responder a estímulos, comandos de voz e até reproduzir movimentos programados, oferecendo uma experiência interativa.

A versatilidade do dispositivo vai além do entretenimento, com a capacidade de ser utilizado em tarefas de segurança em ruas e residências, assistindo a pessoas com mobilidade reduzida e até mesmo contribuindo para pesquisas científicas.

Com base em inteligência artificial, o robô pode se integrar facilmente a outras tecnologias, como celulares e computadores, potencializando sua utilidade em tarefas do dia a dia. Essa capacidade de adaptação a diferentes necessidades faz do cachorro-robô um equipamento que ultrapassa a barreira dos brinquedos e se posiciona como uma ferramenta funcional em diversas áreas.

 

Fonte: Macajuba Acontece e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/05/2025/15:12:26

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Pesquisas revelam efeitos de antenas de celular na saúde

Foto: Reprodução | Estudos de mais de 30 anos indicam riscos mínimos à saúde humana, mas comunidade científica recomenda monitoramento contínuo dos efeitos a longo prazo

Apresença constante de antenas de telefonia móvel no cenário urbano continua a gerar dúvidas sobre possíveis riscos à saúde relacionados à exposição à radiação eletromagnética, principalmente quanto ao potencial desenvolvimento de câncer.

Estas preocupações motivaram décadas de investigação científica, com resultados que apontam para impactos extremamente reduzidos ou imperceptíveis.

As estruturas de telecomunicação, instaladas em bases de 15 a 60 metros de altura, oferecem um isolamento considerado suficiente para minimizar qualquer risco potencial.

De acordo com o professor de engenharia elétrica da UFRJ e membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Edson Watanabe, as alturas atuais das instalações garantem a segurança das antenas.

“Distâncias da ordem de alguns metros são consideradas seguras e os campos eletromagnéticos não fariam mal às pessoas. Espaços muito menores, por exemplo, um metro ou menos, não são recomendáveis, mas ainda não há casos comprovados de problemas de saúde causados por antenas”, afirma o especialista.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) implementou, em janeiro de 2024, normas atualizadas para assegurar que a população mantenha distância segura das antenas, eliminando qualquer possibilidade de efeito físico.

A agência enfatiza que estas estruturas são protegidas por cercas ou posicionadas em locais inacessíveis, o que reduz consideravelmente a exposição aos campos eletromagnéticos.

Radiação não ionizante: entenda o tipo de emissão das antenas

Os dispositivos móveis e suas respectivas antenas emitem campos eletromagnéticos com efeitos de radiação não ionizante, semelhantes aos encontrados em equipamentos como rádios, micro-ondas e aparelhos conectados via Wi-Fi.

“O Wi-Fi que usamos em casa também tem operação similar e pouco se fala dele como causador de problemas de saúde por indução eletromagnética. A potência é um pouco menor que a do celular, mas eu mesmo trabalho a menos de um metro do roteador Wi-Fi. Nunca tive problema de saúde que pudesse culpar o aparelho”, explica o professor Watanabe.

Sintomas relatados carecem de evidências científicas

Relatos de sensibilidade a campos eletromagnéticos não encontram respaldo consistente na literatura científica. Contudo, instituições como a American Cancer Society mantêm cautela ao evitar afirmações definitivas sobre a ausência total de riscos.

Segundo a entidade, o uso massivo deste tipo de radiofrequência é relativamente recente na história humana, e efeitos potenciais podem demorar a se manifestar. Por esta razão, a sociedade considera necessárias mais pesquisas de longo prazo antes de conclusões definitivas.

“No momento, não há evidências sólidas de que a exposição a ondas de torres de celular cause quaisquer efeitos perceptíveis à saúde. A maioria das organizações especializadas concorda que mais pesquisas são necessárias para ajudar a esclarecer essa questão, especialmente no que diz respeito a possíveis efeitos a longo prazo, mas as emissões de radiofrequência de antenas resultam em níveis de exposição em solo que costumam ser milhares de vezes inferiores aos limites de segurança”, esclarece a ACS.

Pesquisas internacionais reforçam segurança das antenas

Um relatório divulgado em 2023 pelo Comitê Científico Assessor em Radiofrequências e Saúde da Espanha também descarta problemas de saúde associados à exposição a antenas. O documento sugere que sintomas como dores de cabeça ou insônia podem estar relacionados a fatores psicológicos derivados do medo de aproximação, caracterizando o efeito nocebo.

As investigações também não comprovam influência dessas radiações sobre a fertilidade, o desenvolvimento fetal ou a saúde infantil. Análises conduzidas por organizações internacionais não identificaram impactos consistentes nos padrões de sono.

O radiologista Alberto Nájera López, professor de medicina radiológica, oferece uma perspectiva tranquilizadora após duas décadas de pesquisas: “Analisamos há 20 anos o perigo da radiofrequência e mesmo com tecnologias mais modernas, como da implantação do 5G, os níveis de radiação não aumentaram significativamente, pelo menos por enquanto. Os estudos que incutiram este medo na população foram muitas vezes realizados em laboratórios em condições que levaram a resultados contraditórios. O que sabemos é que, em condições normais, não há evidências de que essas radiações tenham efeitos sobre a saúde humana”.

Fonte: Metrópoles / Jornal Folha do Progresso Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/05/2025/13:34:26

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WhatsApp deixa de funcionar em iPhones; Veja se o seu será afetado

Para quem utiliza smartphones Android, nenhuma mudança foi implementada até o momento. | Foto: Reprodução

Anúncio foi feito pela Apple e aponta que o aplicativo deixa de funcionar em aparelhos nesta segunda-feira (5).

Febre entre os aficionados por tecnologia desde o seu lançamento, os celulares iPhone revolucionaram o mercado de dispositivos inteligentes, mas as constantes atualizações causam alguns transtornos aos usuários dos aparelhos móveis da Apple.

Por exemplo, a marca anunciou que o WhatsAppoficialmente suspenderá o suporte para diversos modelos de iPhone antigos a partir desta segunda-feira (5). A mudança afeta milhares de usuários que ainda utilizam aparelhos da marca da maçã, especialmente os modelos lançados há mais de uma década.

A partir de agora, o aplicativo de mensagens instantâneas exige iOS 15.1 ou versão posterior para funcionar corretamente. Anteriormente, o WhatsApp mantinha compatibilidade com sistemas iOS 12 em diante.

Esta alteração impacta diretamente os aparelhos:

  • iPhone 5s;
  • iPhone 6;
  • iPhone 6 Plus.

De acordo com a documentação oficial da Apple, estes modelos receberam atualizações apenas até o iOS 12, tornando-os incompatíveis com os novos requisitos do WhatsApp.

Seu iPhone mais recente também pode ser afetado

A mudança não se limita apenas aos modelos antigos. Usuários de iPhones mais recentes que mantêm versões desatualizadas do sistema operacional também podem enfrentar problemas de compatibilidade.

Se você possui um iPhone mais novo, mas não realiza atualizações regularmente, verifique imediatamente a versão do seu sistema:

  • Acesse Ajustes no seu iPhone;
  • Toque em Geral;
  • Selecione Atualização de Software;
  • Caso haja atualizações disponíveis, instale-as para manter o WhatsApp funcionando.

Como salvar suas conversas antes que seja tarde

O WhatsApp enviou notificações prévias alertando os usuários potencialmente afetados. Se seu dispositivo não pode ser atualizado para o iOS 15.1, é fundamental realizar um backup das suas conversas para preservar mensagens, fotos e vídeos importantes.

Para fazer backup das suas conversas do WhatsApp, siga os passos a seguir:

  • Abra o WhatsApp;
  • Acesse Configurações;
  • Toque em Conversas;
  • Selecione Backup de conversas;
  • Toque em Fazer backup agora.

Este backup permitirá restaurar suas conversas quando você migrar para um dispositivo compatível.

Usuários Android não são afetados por enquanto

Para quem utiliza smartphones Android, nenhuma mudança foi implementada até o momento. O WhatsApp continua funcionando normalmente em dispositivos com Android 5.0 ou superior.

Alternativas para usuários de iPhones antigos

Se você possui um dos modelos afetados, suas opções incluem:

  • Atualizar para um iPhone mais recente capaz de executar iOS 15.1 ou superior;
  • Migrar para um smartphone Android compatível com WhatsApp;
  • Utilizar apps alternativos de mensagens como Telegram ou Signal.

Fonte: UOL / Jornal Folha do Progresso Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/05/2025/12:45:12

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Dependência excessiva do celular pode virar transtorno

Foto: Reprodução | Descubra como o uso excessivo de smartphones afeta a saúde mental e social, e aprenda estratégias para moderar o uso e melhorar a qualidade de vida.

Nove em cada dez brasileiros têm acesso à telefonia móvel, de acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), divulgados no mês passado. Ainda conforme a Anatel, o Brasil encerrou o ano de 2024 com 236,4 milhões de celulares em uso. O número evidencia que há mais celulares do que gente no Brasil, levando em consideração que são 212,5 milhões de pessoas no país, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ao mesmo tempo em que conecta milhões de pessoas, ajuda a solucionar problemas, garante praticidade e encurta distâncias, especialistas alertam que o celular também pode ser um vício e causar dependência. Inclusive, atualmente há um transtorno denominado nomofobia, que de maneira geral, refere-se ao medo ou ansiedade pela falta de uso do aparelho celular. O vício no dispositivo afeta a saúde, inclusive a psicológica.

A psicóloga clínica Joelma Martins alerta para os principais sinais de dependência ao smartphone, sendo importante considerar a relevância emocional que esses aparelhos têm na vida das pessoas. É preciso ficar alerta a sinais como utilizar o smartphone logo ao acordar, checar o aparelho a todo instante (independentemente do local, companhia ou atividade) e trocar qualquer programação social ou familiar para utilizar o smartphone. “Os sintomas podem até parecer algo comum, mas a intensidade e constância indicam um adoecimento”.

Martins explica que o uso excessivo do smartphone afeta tanto a saúde, como a qualidade de vida, “uma vez que piora a qualidade de sono, reduz a capacidade de concentração no mundo ao nosso redor, empobrece os relacionamentos afetivos, cria maus hábitos e aumenta o desânimo”. As estratégias que podem ser úteis para reduzir o uso excessivo do smartphone incluem aprender a utilizá-lo com moderação, monitorando o tempo de uso do aparelho.

Também deve ser limitado o manuseio do dispositivo antes de dormir. “É trocar de hábito. Em vez do celular, ler um livro antes de dormir”, recomenda Joelma Martins. “O uso excessivo de smartphone afeta a interação social dos seres humanos e, portanto, nossos relacionamentos requerem mais disposição para acontecer. Para o cérebro, é mais gratificante apertar a mão de 10 pessoas do que interagir online com mais de cem pessoas”.

Vale o alerta também para responsáveis de crianças e adolescentes, pois os jovens não possuem maturidade para entender os problemas que smartphones podem trazer. “No caso de criança e adolescente, é mais sério devido o hábito afetar a construção cognitiva, que inclui a comunicação, concentração, memória e afetividade. Além de comprometer a percepção da realidade da vida”, informa.

Joelma Martins ressalta que o uso excessivo de telas tem feito muitas pessoas se tornarem mais ansiosas e depressivas, porque cada vez mais as redes sociais dão um prazer imediato em internautas de diferentes idades. “Você verifica que hoje todo mundo tem muita pressa para tudo. Claro que a gente não pode demonizar o uso, mas precisamos saber usar com moderação”, salienta.

“Eu percebo que, enquanto profissional da área da saúde, é urgente ter uma mudança de comportamento. Como é que a gente muda se todo mundo tem o mesmo hábito? É preciso um esforço para valorizar mais os relacionamentos, como a gente fazia antigamente, que era conversar mais com as pessoas, de interagir, ter hobbies, ler livros e fazer atividades ao ar livre. São vários hábitos que precisamos retomar para termos qualidade de vida. Hoje, no ritmo que está, eu vejo cada vez mais uma sociedade adoecida”.

Redução

Tempo no celular

Dicas para Diminuir o Uso do Celular:

1. Definir horários específicos:

Dedique momentos específicos do dia para usar o celular, como durante o trabalho ou em momentos de lazer.

2. Desativar notificações:

3. Substituir o uso por atividades offline:

Troque o uso do celular por atividades como ler, praticar exercícios, conversar com amigos ou fazer um hobby.

4. Usar aplicativos de controle de tempo:

Utilize aplicativos para definir limites de uso diários e receber alertas.

5. Criar zonas livres de celular:

Defina áreas e momentos em que o celular não é usado, como durante as refeições ou antes de dormir.

6. Evitar o celular à noite:

Evite usar o celular antes de dormir para melhorar a qualidade do sono.

7. Conscientizar-se sobre o uso:

Acompanhe quanto tempo usa o celular e o que faz no aparelho, para identificar padrões e metas de redução.

8. Buscar apoio:

Se sentir que o uso do celular está prejudicando sua vida, considere buscar apoio profissional.

9. Utilizar aplicativos de gerenciamento de tempo:

Alguns aparelhos e aplicativos, como o Google Chrome, oferecem recursos para limitar o uso e gerenciar o tempo em diversas plataformas.

10. Desinstalar aplicativos desnecessários

Fonte: DOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/05/2025/08:39:24

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Asteroide do tamanho de um edifício pode bater contra a Lua

Foto: Reprodução | Embora o risco à Terra tenha sido praticamente eliminado, a possibilidade de um impacto lunar reacende debates sobre os perigos do espaço e suas implicações para a exploração futura.

No vasto palco cósmico, um novo drama espacial captura a atenção dos cientistas: o asteroide 2024 YR4, outrora uma ameaça à Terra, agora aponta sua trajetória para a Lua. Descoberto em dezembro de 2024, esse colosso rochoso, com mais de 60 metros de diâmetro, tem 3,8% de chance de colidir com nosso satélite natural em 2032, segundo cálculos da NASA.

Embora o risco à Terra tenha sido praticamente eliminado, a possibilidade de um impacto lunar reacende debates sobre os perigos do espaço e suas implicações para a exploração futura.

Inicialmente, o 2024 YR4 causou alarme ao apresentar 3,1% de probabilidade de atingir a Terra — a maior já registrada para um asteroide. Com estimativas iniciais apontando um diâmetro entre 40 e 90 metros, um impacto terrestre poderia devastar uma área equivalente a uma cidade, liberando energia comparável a milhares de bombas nucleares. Mas observações recentes, feitas com o telescópio James Webb, ajustaram os cálculos: o asteroide mede entre 53 e 67 metros e agora ameaça diretamente a Lua.

O que acontece se o asteroide atingir a Lua?

Diferentemente da Terra, a Lua não possui atmosfera para desintegrar meteoroides, tornando colisões mais frequentes e devastadoras. Segundo a astrônoma Plícida Arcoverde, do Observatório Nacional, um impacto do 2024 YR4 criaria uma nova cratera, potencialmente com dezenas de metros de diâmetro.

A energia liberada no choque seria transformada em calor, vaporizando parte do solo lunar e ejetando detritos. Uma fração dessa energia poderia gerar um clarão visível da Terra, caso a colisão ocorra no lado voltado para nós.

Embora a órbita lunar provavelmente permaneça inalterada, o impacto deixaria marcas permanentes. “A Lua é um registro vivo da história cósmica, com crateras que contam histórias de bilhões de anos”, explica Arcoverde. Um evento como esse, porém, vai além da ciência pura: ele levanta preocupações sobre a segurança de futuras missões espaciais.

Com os Estados Unidos planejando a missão Artemis 3 para 2027 e a China mirando 2030, a superfície lunar será palco de atividade humana. Um impacto de asteroide, mesmo que isolado, poderia lançar detritos perigosos ou danificar infraestruturas futuras.

Por que monitorar o 2024 YR4?

O acompanhamento de asteroides como o 2024 YR4 é vital para a segurança planetária e espacial. A NASA mantém um programa dedicado a registrar impactos lunares, mapeando a frequência e os riscos de colisões. Esses estudos revelam não apenas a dinâmica dos asteroides, mas também sua composição, oferecendo pistas sobre a formação do Sistema Solar.

Além disso, compreender esses eventos é crucial para proteger astronautas e equipamentos em missões futuras.

Enquanto o 2024 YR4 não ameaça mais a Terra, sua possível colisão com a Lua é um lembrete da natureza imprevisível do cosmos. Para cientistas, é uma oportunidade de aprendizado; para a humanidade, um chamado à vigilância. À medida que nos preparamos para explorar o espaço, asteroides como esse nos lembram: o universo é vasto, mas nunca inofensivo.

Fonte: Ver o Fato /Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/04/2025/13:25:31

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Amazon lança serviço de pontos de retirada no Brasil para facilitar entre

(Foto: Shutterstock) – A novidade foi criada para atender clientes que vivem em áreas isoladas, que não permanecem em casa durante o horário comercial

A Amazon anunciou, na última quinta-feira, o lançamento do seu serviço de pontos de retirada de pedidos no Brasil. A novidade foi criada para atender clientes que vivem em áreas isoladas, que não permanecem em casa durante o horário comercial ou que não contam com uma recepção para receber encomendas.

Inicialmente, foram disponibilizados 532 pontos de retirada em todo o país, com cobertura em todas as capitais. A expectativa da empresa é ampliar o serviço para mais de 3 mil pontos até o final deste ano.

Para utilizar a modalidade, o cliente deve escolher um produto elegível, acessar a “Página do Produto” ou o “Carrinho” e, no momento de finalizar a compra, selecionar a opção “Retirada” como método de entrega.

Segundo a Amazon, todos os estabelecimentos parceiros passam por um treinamento específico para garantir a qualidade na entrega e no atendimento aos consumidores.

A iniciativa aproxima a empresa de concorrentes como Mercado Livre e Shopee, que já oferecem serviços semelhantes de retirada no Brasil.

 

Fonte: Notícias ao Minuto e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/04/2025/15:56:05

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Dizer ‘obrigado’ ao ChatGPT sai caro à empresa responsável pela IA

(Foto: Getty Images) – O cofundador e CEO Sam Altman diz que esta educação dos utilizadores da ferramenta de IA custa “dezenas de milhões de dólares”.

Se você é uma daquelas pessoas que dizem “por favor” e “obrigado” em suas interações com o ChatGPT, saiba que essa forma de “falar” com a ferramenta de Inteligência Artificial (IA) está saindo caro para a empresa responsável — a OpenAI.

Quem afirma isso é o próprio cofundador e CEO da OpenAI, Sam Altman, que, em uma interação na rede social X (antigo Twitter), confirmou que essa educação dos usuários gera “dezenas de milhões de dólares” em custos adicionais para a empresa.

Apesar disso, Altman parece não estar muito incomodado com o fato de esse tipo de interação exigir mais processamento e, consequentemente, mais gastos de energia.

“Fico pensando quanto dinheiro a OpenAI gastou em custos de eletricidade só porque as pessoas dizem ‘por favor’ e ‘obrigado’ para seus modelos [de IA]”, comentou um usuário. “Dezenas de milhões de dólares bem gastos — nunca se sabe”, respondeu Altman, sugerindo que essa educação dos usuários pode ser útil caso os modelos de IA algum dia se tornem autônomos.

 

Fonte: Notícias ao Minuto Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/04/2025/15:25:05

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WhatsApp cria nova ferramenta para proteger conversas de vazamentos; veja

(Foto: Reprodução) – Lançamento acontecerá de forma gradual e deve abarcar todos os usuários nos próximos meses

Uma nova ferramenta do aplicativo de conversas WhatsApp busca proteger ainda mais as conversas no aplicativo de vazamentos. Nesta quarta-feira (23), a empresa anunciou a “Privacidade Avançada das Conversas”.

O novo recurso garante que somente os participantes da conversa possam ler, ouvir e compartilhar o conteúdo enviado. Quando ativada, a configuração permite impedir que as pessoas exportem conversas, baixem mídias nos dispositivos automaticamente e usem os recursos de IA na conversa.

Para ativar, basta clicar no nome da conversa, acessar as configurações e selecionar “Privacidade Avançada das Conversas”. O lançamento acontecerá de forma gradual e deve abarcar todos os usuários nos próximos meses.

Recentemente, a empresa liberou a criação de pacotes de figurinhas a fim de melhorar a organização dos stickers. Outras novidades anunciadas pela plataforma em 2025 foram atualizações em filtros e planos de fundo, figurinhas e reações nas mensagens, e a possibilidade de adição da chave Pix em seu perfil na plataforma.

 

Fonte: Ingrid Sales – CNN Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/04/2025/15:25:10

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Vírus que rouba o Pix? Entenda como funciona o golpe que acessa aplicativos bancários

Foto Reprodução | Advogada criminalista, especializada em crimes informáticos, orienta como detectar e se prevenir contra o golpe

Um novo golpe para roubar dinheiro do Pix usa um vírus que se infiltra no celular das vítimas que baixam joguinhos ou outros aplicativos fora das plataformas oficiais. Chamado de “BRats”, esse vírus entra no aparelho e permanece oculto no sistema até que a pessoa faça transferências por meio de aplicativos bancários. A advogada criminalista Lorena Pantoja, especializada em crimes informáticos, orienta como detectar e se prevenir contra o golpe.O BRats afeta principalmente celulares com sistema Android.

O ataque ocorre de forma silenciosa, enquanto o usuário realiza operações bancárias, especialmente pagamentos instantâneos. De acordo com investigações, o vírus entra no aparelho quando a pessoa instala aplicativos que estão fora da loja oficial do Google, a Play Store.

O BRats geralmente se disfarça de aplicativos ou extensões aparentemente legítimas, como atualizações de visualizadores de PDF ou ferramentas populares por taboolaLinks promovidos.

Golpe

O vírus espera a vítima abrir a plataforma, tentar fazer uma transferência e então redireciona o Pix. Quando a tela fica travada, o BRats clica em “voltar” e altera o destinatário e o valor da transferência. Essa troca ocorre rapidamente. Quando a tela retorna para a pessoa colocar a senha, a troca já foi feita.

Segundo a advogada Lorena Pantoja, o funcionamento do golpe é engenhoso. O vírus se ativa no instante em que o usuário inicia uma transferência via Pix e insere sua senha de autenticação. “Ele interrompe a operação e redireciona o valor para outra conta bancária, sem que o usuário perceba. Tudo acontece de maneira silenciosa.

O celular pode travar ou ficar lento, o que são sinais de alerta.”Ainda segundo a especialista, o BRats é capaz de agir até mesmo com o celular bloqueado, o que amplia o risco para usuários menos atentos.

“Muita gente só percebe que caiu em um golpe quando vê uma transferência que não reconhece no extrato. Se o aplicativo pedir a senha de novo ou se algo estiver diferente do habitual durante a operação, é preciso desconfiar”, alerta Lorena.

ProteçãoPara se proteger, a principal recomendação é nunca instalar aplicativos de fontes desconhecidas. “Sempre baixe aplicativos diretamente da loja oficial do seu sistema, como a Play Store. Verifique quem é o desenvolvedor, se é mesmo a empresa que você conhece, e evite arquivos com extensão.

Para quem não sabe, aplicativos com extensão são aqueles que terminam com as letras ‘.apk’, típicos de instalações manuais e perigosas”, orienta Lorena.Outra recomendação fundamental da advogada é evitar clicar em links recebidos por SMS ou aplicativos de mensagens. “Nunca baixe arquivos que chegam por canais desconhecidos.

O Android, por ser mais flexível para downloads, acaba sendo o principal alvo desses golpes”, diz. Ela também recomenda manter todas as notificações do aplicativo do banco ativadas, especialmente para transações via Pix.

“Como o BRats age silenciosamente, receber alertas em tempo real pode ser a única forma de perceber que algo está errado. Ative também a autenticação de dois fatores, sempre usando apps próprios de segurança — e não o SMS, que é mais vulnerável a fraudes”, completa.

O que fazer se cair no golpe?A advogada orienta que, caso a vítima perceba que foi lesada, é fundamental agir rápido. “O primeiro passo é entrar em contato com o próprio banco e também com o banco que recebeu a transferência. Solicite imediatamente o início do processo chamado MED, Mecanismo Especial de Devolução, criado pelo Banco Central justamente para lidar com fraudes via Pix”, orienta Lorena Pantoja.Mesmo que o banco não exija, a advogada recomenda registrar um boletim de ocorrência detalhado.

“Inclua informações como data, hora, valor, chave Pix de destino e banco recebedor. Em Belém, por exemplo, há uma delegacia especializada em crimes informáticos. O B.O. fortalece a investigação e pode ser útil em ações judiciais”, explica.Se, mesmo após essas medidas, a vítima não conseguir reaver os valores, ainda há alternativas. “É possível acionar o Banco Central com uma reclamação formal e, se necessário, recorrer à Justiça ou aos órgãos de defesa do consumidor, como o Procon.

Um advogado poderá ajudar a avaliar as provas e indicar os caminhos legais mais eficazes”, conclui Lorena.

Fonte: OLIBERAL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/04/2025/15:07:44

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