Trump estende em 90 dias prazo para que TikTok evite suspensão nos EUA

(Foto: Reprodução) – Shuttterstock

O TikTok deveria ter sido desativado em janeiro, após o ex-presidente Joe Biden ter sancionado a Lei de Proteção aos Americanos contra Adversários Estrangeiros (Protecting Americans from Foreign Adversary Controlled Applications Act), ainda no cargo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira, 19, uma ordem executiva que estende em 90 dias o prazo para que o TikTok venda as operações norte-americanas ou tenha o funcionamento proibido no país, conforme publicação do líder da Casa Branca na rede social Truth Social.

O decreto confirma sinalização recente da Casa Branca de que o republicano daria mais tempo à chinesa BytdeDance, controladora da rede social.

A saga do TikTok já dura mais de um ano e deve continuar enquanto a China e os EUA negociam acordos comerciais.

O TikTok deveria ter sido desativado em janeiro, após o ex-presidente Joe Biden ter sancionado a Lei de Proteção aos Americanos contra Adversários Estrangeiros (Protecting Americans from Foreign Adversary Controlled Applications Act), ainda no cargo.

A lei proibia a plataforma de compartilhamento de vídeos nos EUA caso suas operações não fossem vendidas a um proprietário que não fosse “controlado por um adversário estrangeiro” até 19 de janeiro de 2025.

 

Fonte: Estadao Conteudo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/06/2025/16:39:40

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Tinder lança novo recurso para ajudar no match certeiro

Novo recurso agita o aplicativo de relacionamento | Divulgação

Nova função permite formar duplas para buscar pretendentes e marcar encontros em grupo no app.

OTinder acaba de lançar uma novidade que promete transformar a experiência de paquera online: o “Double Date”. Disponível a partir desta terça-feira (17), o recurso permite que dois amigos se unam para buscar outros casais e organizar encontros em quartetos diretamente pelo aplicativo.

Até agora, a participação dos amigos na busca por um par romântico ficava restrita a dicas e ajuda fora do app. Com o “Double Date”, a interação se torna oficial, possibilitando que as duplas naveguem juntas pela plataforma, curtam perfis e encontrem outras duplas interessadas.

A iniciativa surgiu após o reconhecimento do sucesso dos encontros em grupo, que já ocorriam de forma espontânea entre os usuários. Após testes em regiões selecionadas, incluindo países da América Latina, onde a recepção foi bastante positiva, o Tinder decidiu oficializar a prática.

Dados internos apontam que 90% dos usuários do “Double Date” têm menos de 29 anos, faixa etária que corresponde a metade da base global do app. A América Latina se destaca, respondendo por 40% do uso mundial dessa funcionalidade.

Para experimentar o recurso, basta acessar o ícone no canto superior direito da tela principal, escolher até três amigos para formar a dupla e deixar que o Tinder faça o pareamento com outros grupos. Quando um match acontece, um chat em grupo é criado automaticamente, facilitando a organização do encontro.

Fonte: O Globo/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/06/2025/09:36:07

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Usuários em redes sociais reclamam de falha no Pix da Caixa

De acordo com os relatos, os valores não estão chegando às contas de destino, mas são debitados da conta de origem.

Usuários de redes sociais reclamam na tarde desta segunda-feira, 16, de falhas no Pix da Caixa Econômica Federal. De acordo com os relatos, os valores não estão chegando às contas de destino, mas são debitados da conta de origem.

Contas no X têm feito postagens em que afirmam que o problema acontece desde o domingo, 15. Clientes afirmam que os recursos não voltaram à conta mesmo após a falha na transferência. Outros dizem ainda que o Pix foi recusado.

O site Downdetector, que compila reclamações sobre serviços online, mostra um pico de reclamações sobre a Caixa entre o final da manhã desta segunda e o começo da tarde, com números bastante acima da média para o período. As principais reclamações são sobre o Pix.

Procurada, a Caixa ainda não se havia de manifestado sobre o problema até a publicação desta nota. O espaço está aberto para manifestação.

Fonte: Estadão Conteúdo/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/06/2025/15:50:23

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NUDES GERADOS POR IA : CRIMINOSOS USAM FERRAMENTA PARA LUCRAR NA WEB

(Foto: Reprodução) – A denúncia de que ao menos 17 alunas do ensino médio do Colégio Santa Maria, em Belo Horizonte (MG), tiveram suas imagens manipuladas com uso de inteligência artificial (IA) para a criação de conteúdo pornográfico gerou indignação e acendeu um alerta sobre a vulnerabilidade digital de meninas e mulheres.

O caso ganhou repercussão nas redes sociais após ser exposto pela influenciadora Ive Moreira, de 21 anos, irmã de um ex-aluno da instituição.
Segundo Ive, as imagens íntimas falsas foram criadas com base em fotos postadas pelas vítimas em redes sociais, utilizando ferramentas de IA que geram deepfakes – manipulações realistas, porém falsas.
O conteúdo teria sido disseminado em grupos no WhatsApp e Telegram, com indícios de comercialização por parte de um aluno da própria escola.
As vítimas, com idades entre 12 e 17 anos, também tiveram seus nomes associados aos arquivos.
A Polícia Civil de Minas Gerais confirmou a investigação do caso, e a escola emitiu nota afirmando que está colaborando com as autoridades. Ainda assim, o episódio expõe a urgência de um debate legislativo e educacional sobre crimes digitais envolvendo inteligência artificial.
O impacto do caso ultrapassou os muros da escola e chegou à Câmara dos Deputados.
Um projeto de lei aprovado neste ano pretende incluir no Código Penal a prática de manipulação digital com finalidade de exposição íntima falsa.
O texto prevê reclusão de 2 a 6 anos e multa, podendo a pena ser aumentada em casos que envolvam mulheres, crianças, idosos ou pessoas com deficiência, além de disseminação em massa pelas redes.
O projeto agora aguarda votação no Senado.
Especialistas têm reforçado a importância de reunir provas em casos como esse.
A advogada Jéssica Marques, especialista em direito penal e digital, orienta que a vítima registre o conteúdo alterado, salve os links e colete qualquer informação que ajude na identificação dos responsáveis.
“É fundamental notificar as plataformas e registrar ocorrência na delegacia especializada”, afirma.
O caso também chamou atenção para a crescente proliferação de vídeos falsos produzidos por IA, muitos deles gerados com ferramentas como o Veo 3, do Google, que permite criar vídeos realistas com efeitos sonoros e diálogos simulados.
Em resposta a questionamentos sobre o uso da tecnologia para fins ilícitos, o Google afirmou que suas políticas proíbem conteúdos sexualmente explícitos, violentos ou enganosos.
Além disso, informou que aplica marcas d’água digitais nos conteúdos gerados para facilitar sua identificação e rastreamento.
Em entrevista ao portal Metrópoles, o professor de direito da Universidade de Brasília (UnB), Alexandre Veronese, expressou preocupação com a capacidade do atual ordenamento jurídico brasileiro de responder a esse tipo de crime.
Ele aponta que, embora o país seja signatário da Convenção de Budapeste – referência internacional no combate a crimes cibernéticos –, ainda há deficiências legais e processuais graves.
Segundo o docente, é necessário atualizar o Código Penal e o Código de Processo Penal, além de compatibilizar a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) com investigações criminais, para garantir uma resposta eficaz diante do avanço tecnológico.
Veronese também destaca os perigos do uso malicioso da IA, que, embora tenha aplicações positivas, pode ser facilmente instrumentalizada em fraudes e violações de direitos fundamentais. Ele defende a criação de agravantes penais específicas e o aumento de indenizações para crimes cometidos com auxílio de IA, sem que isso signifique restringir o desenvolvimento legítimo da tecnologia.
O caso do Colégio Santa Maria se soma a outros episódios semelhantes que vêm ganhando notoriedade no Brasil e no mundo, evidenciando um problema emergente: o uso de inteligência artificial para práticas criminosas contra a intimidade e dignidade das pessoas – especialmente de mulheres e adolescentes.
Tags: crime na webcriminososinteligência artificialnudes por IA

 

Fonte: Blog do xarope e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/06/2025/14:56:56

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Pix automático já está valendo: veja como ativar e usar o serviço

(Foto:© Shutterstock) – Nova função do Banco Central permite autorizar débitos recorrentes no app, com mais controle, segurança e sem custo para o pagador

Começa a funcionar nesta segunda-feira (16) o Pix Automático, novo recurso do Banco Central que promete tornar mais simples o pagamento de contas recorrentes, como luz, água, escola, academia, condomínio e serviços de streaming.

A novidade permite que o usuário autorize previamente os débitos em sua conta, sem precisar aprovar cada transação manualmente.
O modelo funciona de forma semelhante ao débito automático, mas com mais controle e transparência para o consumidor. Na prática, a empresa (recebedora) envia uma solicitação de consentimento ao cliente, detalhando valores máximos, periodicidade, datas de vencimento, validade da autorização e a possibilidade de uso do limite de crédito da conta.

A autorização é feita pelo cliente diretamente no aplicativo do banco, com autenticação por senha ou biometria. Cada permissão é identificada por um número exclusivo, o Consentimento ID, armazenado pela instituição financeira do pagador.

Vantagens para o consumidor e para as empresas

O Pix Automático permite que o usuário visualize e gerencie todas as autorizações diretamente no app do banco. Antes de cada cobrança, ele recebe uma notificação, o que não ocorre no débito automático tradicional. Além disso, o serviço é gratuito para quem paga.

Já para empresas, a nova solução elimina a necessidade de intermediários como bandeiras e adquirentes — comuns nas assinaturas via cartão de crédito —, o que pode reduzir os custos operacionais. Bancos e instituições de pagamento, no entanto, são livres para definir suas tarifas aos comerciantes.

Como aderir e configurar

Empresas que desejarem oferecer o Pix Automático devem ter CNPJ ativo há pelo menos seis meses. Para aderir, é necessário procurar a instituição financeira onde mantêm conta ou uma iniciadora de pagamentos autorizada. Depois, definem os parâmetros da cobrança, como valor fixo ou variável, periodicidade e regras para novas tentativas em caso de inadimplência.

Já para o consumidor, basta aceitar a cobrança enviada pela empresa e confirmar no app do banco. Ele pode limitar o valor de cada débito, consultar ou cancelar autorizações a qualquer momento e acompanhar o histórico de pagamentos. O Pix Automático não interfere no limite disponível para outros Pix.

O que acontece se não houver saldo?

Caso não haja saldo suficiente no momento do vencimento, o sistema realiza duas tentativas de débito no mesmo dia e até três tentativas adicionais nos dias seguintes, conforme definido pelo Banco Central. Se o pagamento atrasar, eventuais juros e multas são incluídos na cobrança seguinte — de acordo com contrato firmado com a empresa.

O consumidor também pode optar por permitir o uso do limite de crédito da conta. Caso todas as tentativas falhem, ele será considerado inadimplente e deverá negociar diretamente com a empresa.

A ferramenta também conta com o Mecanismo Especial de Devolução (MED), caso seja necessário contestar algum débito indevido.

 

Fonte:  Notícias ao Minuto e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/06/2025/07:00:56

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Como identificar vídeos feitos por IA ultrarrealistas? Veja dicas

(Foto:Reprodução) – Imagens geradas com o Veo, ferramenta do Google, têm viralizado nas redes sociais e gerado confusão em alguns espectadores.

Nas últimas semanas, diversos vídeos ultrarrealistas feitos com inteligência artificial passaram a viralizar nas redes sociais. As imagens têm gerado confusão entre muitos internautas, que ficam com dificuldade de distinguir entre o que é real e o que foi gerado por computador.

Do programa de auditório fictício apresentado por Marisa Maiô, passando por personagens da Bíblia agindo como influenciadores digitais e o vídeo de um suposto canguru de apoio emocional embarcando no avião, os vídeos ultrarrealistas já mostraram que vieram para ficar.

A maior parte destes é gerada com o Veo, ferramenta de IA do Google que possibilita a geração de vídeos de até 8 segundos a partir de um prompt (comando de texto). O Veo tem se destacado pela alta qualidade das imagens, pela adição de som ambiente e vozes realistas e pelo aperfeiçoamento de certas “falhas” características dos vídeos gerados por IAs anteriores.

Com esses avanços tecnológicos sendo feitos de maneira tão rápida e a possibilidade de gerar imagens cada vez mais realistas com IA, como podemos identificar o que é real e o que não é na internet?

Como identificar vídeos feitos por IA?

“Tem sido cada vez mais difícil identificar os vídeos feitos por inteligência artificial dos vídeos reais”, disse Ricardo Marsili, especialista em inteligência artificial. “A gente pode ficar atento a alguns detalhes, mas o maior problema é que muitas vezes, quando estamos em um modo mais relaxado vendo nossas redes sociais, esses vídeos realmente podem passar batidos.”

O program manager da escola de tecnologia Alura e especialista em IA Fabrício Carraro alertou que, para conseguir distinguir a realidade, teremos que mudar nossa postura on-line: “Vai ser essencial para todo mundo adotar uma postura de ceticismo crítico em relação a qualquer conteúdo, seja visual ou em áudio, que seja compartilhado on-line. O futuro da informação vai depender, em grande parte, da nossa capacidade individual e coletiva de questionar, de verificar e também de compreender quais são esses limites.”

Ainda assim, os especialistas apontaram alguns detalhes que, percebidos com atenção, podem indicar se um vídeo é real ou feito por IA:

microexpressões faciais, como o movimento dos olhos e dos lábios, podem parecer estranhas ou pouco naturais;

sincronia do movimento labial com as falas;

sorrisos exagerados e pouco naturais;

desenho e movimentos das mãos (a IA pode acrescentar alguns dedos a mais);

textura da pele, que pode parecer muito lisa, como se tivesse algum filtro aplicado;

inconsistências na maneira como os objetos interagem com a luz e as sombras;

bordas de objetos borradas;

interações que desafiam as leis da física ou objetos e pessoas que aparecem e desparecem na imagem.

Marcas d’água

Algumas ferramentas de IA costumam adicionar uma marca d’água nas imagens. Vídeos feitos com o Google, por exemplo, costumam contar com a palavra “Veo” escrita na parte inferior direita, por exemplo, além de uma marca d’água invisível chamada SynthID, que aparece nos dados do arquivo gerado, mais difícil de ser apagada ou alterada.

“Mas sempre vão ter pessoas que tentam tirar essa marca d’água ou alterar de alguma forma”, ressaltou Marsili. “Sempre haverá quem desenvolve e quem tenta burlar, mas as empresas estão preocupadas com isso e estão desenvolvendo sempre maneiras de dificultar a criação desses vídeos violando os seus termos de uso e também criando formas de você identificar depois os arquivos através de selos, marca d’água e afins.”

Desconfiar sempre

Mesmo com as dicas e a atenção aos detalhes, os especialistas destacam que o mais importante é desconfiar sempre de tudo que aparece na internet.

“Quanto mais essa tecnologia evolui, mais difícil vai ser fazer essa distinção”, disse Carraro. “Se alguma coisa parecer espetacular demais para ser verdade, vale a pena desconfiar e buscar em fontes confiáveis. O mais importante é sempre adotar uma postura de ceticismo crítico quando receber um vídeo no WhatsApp e em outras redes sociais de agora em diante.”

“A principal dica ainda é o contexto”, acrescentou Marsili. “Será que faz sentido aquilo que está sendo dito, o cenário que está sendo apresentado, as roupas que estão sendo usadas?”

Para tirar a dúvida, os dois recomendam checar a informação com outras fontes confiáveis para ter certeza se é realidade ou não.

 

Fonte: CNN Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/06/2025/08:11:28

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Os segredos do Sol que podem ser revelados por imagens nunca antes vistas

Visão da espaçonave Solar Orbiter. — Foto: ESA

Imagens nunca antes observadas irão ajudar os cientistas a aprender como a atividade solar muda entre seus períodos calmos e de fortes tempestades.

A espaçonave Solar Orbiter, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), enviou para a Terra os primeiros vídeos e imagens já obtidos do polo sul do Sol.

As novas imagens irão permitir que os cientistas estudem como o Sol desenvolve ciclos entre seus períodos de ferozes tempestades e épocas de baixa atividade.

Este estudo é importante porque a intensa atividade solar pode prejudicar as comunicações via satélite e derrubar as redes elétricas na Terra.

As novas imagens mostram uma atmosfera luminosa e cintilante, que atinge temperaturas de um milhão de graus Celsius em algumas regiões. Nela, ficam entremeadas nuvens de gás mais escuras que, embora muito menos quentes, ainda atingem abrasadores cem mil graus.

As imagens são as mais próximas e detalhadas já obtidas do Sol. Elas irão ajudar os cientistas a aprender como a estrela que permite que haja vida na Terra realmente funciona, segundo a professora Carole Mundell, diretora de Ciências da ESA.

“Revelamos hoje as primeiras imagens do polo solar já vistas pela humanidade”, anunciou ela.

“O Sol é a nossa estrela mais próxima, provedora de vida e pode potencialmente interromper os modernos sistemas de energia em terra e no espaço. Por isso, é fundamental entender como ele funciona e aprender a prever seu comportamento.”

A peça que faltava

Da Terra, o Sol é tão brilhante que parece um disco homogêneo.

Mas, usando diferentes frequências e filtros especiais, os cientistas podem observá-lo na sua forma verdadeira: uma bola de fluido dinâmica, com campos magnéticos que se contorcem, aparecem na superfície e conjuram chamas e círculos de gás na sua atmosfera.

São estes campos magnéticos que determinam quando o Sol se enfurece e lança partículas em direção à Terra.

Os cientistas sabem que o Sol tem um período de baixa atividade, quando os campos magnéticos ficam ordenados e os polos magnéticos norte e sul são fixos.

Nesta fase, o Sol não consegue produzir explosões violentas. Mas estes campos ficam complexos e caóticos quando se reorientam, durante a inversão dos polos norte e sul que acontece aproximadamente a cada 11 anos.

Durante o período caótico, o Sol tenta reduzir sua complexidade e surgem violentas erupções, que lançam pedaços do Sol em direção à Terra.

Estas tempestades solares podem danificar os satélites de comunicação e as redes de eletricidade. Por outro lado, elas também podem gerar belas auroras no céu do nosso planeta.

A professora Lucie Green, do University College de Londres, afirma que é difícil prever esta atividade com modelos computadorizados do Sol porque não existem dados sobre a migração dos campos magnéticos em direção aos polos. Mas, agora, isso mudou.

“Agora, temos a peça do quebra-cabeça que faltava”, contou ela à BBC News.

“A reversão dos campos magnéticos polares do Sol é uma das grandes questões em aberto da ciência”, explica a professora. “E o que poderemos fazer com o Solar Orbiter é medir, pela primeira vez, os fluxos de fluido realmente importantes, que arrancam pedaços do campo magnético do Sol e os transportam para as regiões polares.

O Solar Orbiter tirou as fotos mais próximas e detalhadas do Sol já obtidas até hoje. — Foto: ESA
O Solar Orbiter tirou as fotos mais próximas e detalhadas do Sol já obtidas até hoje. — Foto: ESA

O objetivo é desenvolver modelos computadorizados do Sol, para poder prever o chamado clima espacial.

Previsões precisas irão permitir que operadores de satélites, companhias de distribuição de energia e observadores das aurora planejem melhor as intensas tempestades solares.

“Este é o Santo Graal da física solar”, segundo o professor Christopher Owen, especializado nos estudos do vento solar usando dados da espaçonave.

“O Solar Orbiter nos permitirá chegar ao fundo de parte da ciência básica do clima espacial. Mas é preciso trabalhar um pouco mais para chegarmos ao ponto de observar sinais solares confiáveis para prevermos as erupções que poderão atingir a Terra.”

Cada cor representa um elemento diferente, em uma camada do Sol. Da esquerda para a direita: hidrogênio, carbono, oxigênio, neônio e magnésio. — Foto: ESA
Cada cor representa um elemento diferente, em uma camada do Sol. Da esquerda para a direita: hidrogênio, carbono, oxigênio, neônio e magnésio. — Foto: ESA

O Solar Orbiter também capturou novas imagens de elementos químicos em diferentes camadas do Sol e seu movimento.

Elas foram tiradas utilizando um instrumento chamado SPICE, que mede as frequências específicas de luz, chamadas linhas espectrais. Elas são emitidas por elementos químicos específicos – hidrogênio, carbono, oxigênio, neônio e magnésio – sob temperaturas conhecidas.

Pela primeira vez, a equipe do SPICE rastreou linhas espectrais para medir a velocidade de movimentação de blocos de material solar. Estas medições podem revelar como o Sol emite essas partículas na forma de vento solar.

 

Fonte: Pallab Ghosh  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/06/2025/07:00:30

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⚠️ URGENTE: Hackers invadem contatos em Novo Progresso e disparam mensagens com arquivos perigosos!

Foto: Reprodução | Nesta quarta-feira,11 de junho de 2025,  a cidade de Novo Progresso foi alvo de uma onda de ataques virtuais. Hackers invadiram diversos números de empresas locais, incluindo contatos da Polícia Militar, e estão utilizando os números para enviar mensagens em massa com arquivos corrompidos.

As mensagens são disfarçadas como se fossem de contatos conhecidos, mas contêm vírus ou arquivos maliciosos que podem travar o WhatsApp e comprometer a segurança do celular do usuário.

Veja algumas das empresas que tiveram seus contatos Hackeados:

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WhatsApp Image 2025-06-11 at 19.59.17

A orientação é clara: não abra arquivos suspeitos, especialmente se vierem acompanhados de textos estranhos ou se você não estiver esperando esse tipo de conteúdo. O ideal é apagar imediatamente a mensagem e evitar qualquer tipo de interação com o remetente.

Inclusive, um dos números da Polícia Militar de Novo Progresso foi hackeado. A população deve utilizar, por enquanto, os seguintes contatos alternativos para falar com a PM:

📞 ‪(91) 98584‑0818‬
📞 ‪(93) 98109‑5193‬

Espalhe essa informação e não caia em golpes!

Fonte: Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/06/2025/19:45:30

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Governo reclassifica Instagram como não recomendado para menores de 16 anos

Ícone do Instagram. — Foto: Reprodução

Classificação anterior do aplicativo era para maiores de 14 anos. Indicação aparece nas lojas de apps no momento do download.

O Ministério da Justiça alterou nesta quarta-feira (11) a classificação indicativa do Instagram, que a partir de agora é considerado não recomendado para menores de 16 anos. Até então, ele era indicado para maiores de 14 anos.

A indicação aparece nas lojas de apps no momento do download. O g1 verificou que o Google Play já alterou a recomendação do Instagram, agora para maiores de 16 anos. Na App Store, da Apple, a classificação indicativa ainda aparece como não recomendado para menores de 14 anos.

O Instagram pode recorrer da decisão, e o recurso deverá ser enviado à Secretaria Nacional de Justiça do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Questionado pelo g1, o Instagram e disse restringir a recomendação de conteúdos sensíveis para adolescentes e afirmou que a metodologia da classificação indicativa do Ministério da Justiça “não leva em consideração nenhuma medida de proteção que as plataformas oferecem” (veja a resposta na íntegra mais abaixo no texto).

‘Drogas, violência e sexo explícito’

O ministério diz ter encontrado, em uma análise de rotina do aplicativo, conteúdos que exigiram classificação indicativa mais elevada, como:

  • morte intencional, nudez e erotização (14 anos);
  • mutilação, relação sexual intensa e consumo de droga ilícita (16 anos);
  • crueldade, situação sexual complexa ou de forte impacto e sexo explícito (18 anos).

“Desta forma, altera-se a indicação etária para ‘não recomendado para menores de 16 (dezesseis) anos’, por apresentar drogas, violência extrema e sexo explícito, em razão da aplicação dos critérios atuais explicitados no Guia Prático de Audiovisual”, diz a portaria publicada nesta quinta no Diário Oficial da União.

“A alteração da classificação indicativa outrora atribuída preserva tanto a liberdade de expressão, como a proteção de crianças e adolescentes, quanto a exibição de conteúdos inadequados ao seu desenvolvimento psíquico”, acrescenta o ministério na decisão.

Até então, a plataforma permitia que pessoas a partir dos 13 anos criem uma conta na plataforma.

Veja a classificação indicativa de algumas redes no Brasil:

TikTok: maiores de 14 anos

Facebook: maiores de 16 anos

Instagram: maiores de 16 anos

X: maiores de 18 anos

Classificação é referência para os pais, diz ministério

De acordo com a secretária de direito digital do Ministério da Justiça, Lílian Cintra de Melo, a decisão do governo é relevante porque amplia a informação disponível às famílias.

“Essa é uma ferramenta fundamental para que as pessoas responsáveis acompanhem os usos de dispositivos digitais por crianças e adolescentes e façam essa mediação, ajudando a escolher quais aplicativos são ou não adequados à idade”, disse a secretária.

“É importante que todos saibam que a classificação indicativa não se aplica apenas a filmes no cinema ou programas na TV. O Ministério da Justiça também monitora conteúdos impróprios em todos os aplicativos disponíveis nas lojas virtuais”, acrescentou.

Além da mudança nas lojas de aplicativos, o ministério vai alertar sobre a mudança ao IARC, uma coalizão internacional de classificação indicativa da qual o Brasil faz parte. A decisão brasileira, segundo a secretária, pode levar outros países a adotarem a mesma medida.

A alteração ocorre no momento em que está aberta uma consulta pública que discute mudanças na classificação indicativa e monitoramento de conteúdo impróprio em aplicativos e redes sociais.

Uma das propostas do ministério é criar um aplicativo que permita aos pais restringir o acesso de crianças a conteúdo inadequado na internet.

O que diz o Instagram

Em resposta ao g1, o Instagram questionou a metodologia da classificação indicativa e citou a “Conta de Adolescente”, recurso lançado pela plataforma em fevereiro que restringe os perfis de adolescentes entre 13 e 17 anos e permite aos pais maior controle sobre as configurações de acesso. Veja a resposta na íntegra:

“Trabalhamos há mais de uma década em ferramentas e recursos para proteger adolescentes e apoiar suas famílias, e restringimos a recomendação de conteúdos sensíveis a adolescentes no Instagram. No ano passado, lançamos a Conta de Adolescente com recursos integrados para garantir que os jovens tenham experiências seguras na nossa plataforma.

A metodologia do Classind não leva em consideração nenhuma medida de proteção que as plataformas oferecem e o Ministério da Justiça está reavaliando o processo de classificação indicativa por meio de uma consulta pública, na qual estamos comprometidos em participar ativamente.”

Fonte: g1 /Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/06/2025/18:07:26

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Google vai permitir que PM bloqueie celulares roubados remotamente; saiba como vai funcionar

Foto: Reprodução | A novidade, que funcionará por meio do Google Localizador, será incorporada nos TPDs dos policiais.

A Polícia Militar de São Paulo anunciou nesta terça-feira, 10, uma parceria com o Google para tentar ajudar a combater os roubos e furtos de celular. A funcionalidade, que passa a operar nos Terminais Portáteis de Dados (TPD) dos policiais, vai permitir que os agentes façam o bloqueio remotamente de um aparelho subtraído.

Segundo a Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação da PM, a ferramenta só será acionada a pedido da vítima, que deverá dar as informações para a ativação do serviço. Além de bloquear o aparelho, os policiais podem auxiliar a vítima a identificar a localização em tempo real, tocar um som para facilitar sua identificação ou, em último caso, apagar todos os dados. Todas as ações devem ser documentadas pelo agente.

A novidade, que funcionará por meio do Google Localizador, será incorporada nos TPDs dos policiais, que iniciam o período de instrução nesta semana. A Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação esclarece ainda que o uso do TPD é uma medida de apoio imediato à vítima e não substitui a necessidade de se registrar o boletim de ocorrência, informando o Imei do aparelho, nem a investigação policial.

De acordo com o governo do Estado, o serviço poderá ser ativado para celulares com sistema operacional Android, presente em mais de 80% dos aparelhos. “Essa parceria da PM com o Google é mais uma ferramenta importante para coibir o crime e proteger a população”, disse o governador Tarcísio de Freitas.

Modo ladrão

A parceria com a Polícia Militar de São Paulo foi apresentada no Google for Brasil, evento anual brasileiro da big tech.

A companhia anunciou ainda que o “modo ladrão” vai ganhar outras funções, como a proteção contra a redefinição de fábrica e a verificação de identidade, que chegarão aos celulares já habilitadas por padrão.

Desde que lançou as ferramentas de segurança que visam dificultar o acesso a informações sensíveis em um celular roubado ou furtado, o Google tem adicionado atualizações à plataforma de segurança. Segundo a empresa, apenas no carnaval deste ano, o uso do Bloqueio de Detecção de Roubo cresceu 30%.Agora, o Google anunciou que tanto o Bloqueio de Detecção de Roubo quanto o Bloqueio Remoto chegarão aos celulares novos como uma configuração já habilitada por padrão. Anteriormente, o usuário precisava ativar manualmente as proteções.

A configuração padrão será lançada primeiramente no Brasil, país que inspirou os recursos, lançados no ano passado. A ferramenta pode ser usada em celulares com Android 10 e posteriores e estará disponível até o fim de 2025.

No Android 15, o Google também adicionou mais algumas restrições. Uma delas é a proteção contra a redefinição de fábrica, uma operação que deleta todas as configurações e dados dos dispositivos. A empresa afirmou que reforçou o recurso para que, no momento do reset, o usuário seja obrigado a colocar a senha ou o pin anterior. A ideia é proteger dados e aplicativos, além de tornar a revenda clandestina mais difícil em caso de o aparelho ser roubado.

Outro ponto estudado pelo Google foi a forma como criminosos estavam usando as configurações para explorar características do aparelho. Agora, por exemplo, não será possível desativar o Google Localizador – aplicativo que rastreia o celular – sem que um dado de biometria seja inserido.

Balanço

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), somente neste ano, 24,7 mil aparelhos foram roubados na cidade de São Paulo. A quantidade é 12,9% menor na comparação entre janeiro e abril do ano passado.

Fonte: O Estado de S. Paulo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/06/2025/12:00:09

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