Céu de julho terá chuva de meteoros e encontros celestes

Foto:Reprodução | Veja os principais fenômenos do mês, segundo o guia de Efemérides Astronômicas do Observatório do Valongo, da UFRJ

Durante as noites do mês de julho, os observadores do céu noturno poderão contemplar diversas conjunções celestes, além de acompanhar uma chuva de meteoros.

O pico de atividade da chuva de meteoros Delta Aquáridas será registrada no dia 30 de julho, mas o fenômeno já poderá ser observado a partir da metade do mês. A chuva recebe este nome porque aparece no céu próxima à constelação de Aquário, mais precisamente de uma de suas estrelas mais brilhantes: a Delta Aquarii.

Além disso, ao longo de todo o mês também ocorrem conjunções celestes no céu. Elas acontecem quando dois ou mais corpos celestes aparecem bem próximos no céu — uma ilusão de ótica, já que eles seguem separados por milhares de quilômetros no espaço.

Geralmente, esses encontros são observáveis a olho nu, e costumam render belas fotos astronômicas.

Veja abaixo os principais fenômenos astronômicos do mês de julho, de acordo com o guia de efemérides astronômicas do Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

3/7: Conjunção entre Mercúrio e o aglomerado estelar Presépio (M 44) no começo da noite, direção oeste, na constelação de Câncer; conjunção da Lua com a estrela Spica no começo da noite, na constelação de Virgem.

4/7: Conjunção entre Vênus, Urano e Plêiades (M 45) antes do amanhecer, direção nordeste, na constelação de Touro. Urano poderá ser visto apenas com binóculos, em céus escuros.

11/7: Conjunção de Vênus com o aglomerado das Híades, na direção nordeste, antes do amanhecer, na constelação de Touro.

16/7: Conjunção entre Lua e Saturno durante a madrugada, direção leste, na constelação de Peixes.

20/7: Conjunção entre Lua e as Plêiades (M 45) na direção nordeste, antes do amanhecer, na constelação de Touro.

21/7: Conjunção entre Lua e Vênus antes do amanhecer, direção nordeste, na constelação de Touro;

23/7: Conjunção entre Lua e Júpiter na aurora, direção nordeste, na constelação de Gêmeos. Os astros estarão muito baixos no horizonte;

28/7: Conjunção entre a Lua e Marte no começo da noite, direção oeste, na constelação de Virgem;

30/7: Máximo da chuva de meteoros Delta Aquaridas, que poderá ser observada na direção leste, durante a madrugada.

O guia de efemérides astronômicas é produzido desde 2016 pelo Observatório do Valongo, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), e traz os principais fenômenos que podem ser vistos no céu noturno a cada ano.

Com o objetivo de resgatar o interesse pela contemplação celeste, o material lista mês a mês quais corpos celestes estarão visíveis e qual a melhor forma de procurá-los. Além de trazer explicações simples sobre astronomia.

O guia completo de efemérides astronômicas de 2025, com mapas do céu, pode ser baixado gratuitamente aqui.

 

Fonte: CNN Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/07/2025/07:00:17

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YouTube inicia desenvolvimento da versão iOS do app de edição Create

Foto:© iStock | Dois anos após o lançamento exclusivo para Android, o YouTube começa a preparar o Create para iPhones.

A ferramenta gratuita busca competir com apps como CapCut e InShot, oferecendo recursos de edição para criadores que produzem diretamente pelo celular

Dois anos após o lançamento da ferramenta de edição de vídeo YouTube Create para Android, a plataforma deu início ao desenvolvimento da versão para iOS. Segundo informações do site TechCrunch, o Google já está em busca de engenheiros especializados para trabalhar na adaptação do aplicativo para iPhones.

Criado como uma alternativa direta ao CapCut — app da ByteDance, mesma empresa dona do TikTok —, o YouTube Create oferece recursos como efeitos especiais, trilhas sonoras, GIFs e adesivos. A proposta é facilitar o trabalho de criadores de conteúdo que editam diretamente pelo celular.

Apesar de ser gratuito e prático, o aplicativo ainda enfrenta dificuldades para ganhar tração entre o público. De acordo com dados da empresa de análise Sensor Tower, o YouTube Create teve cerca de 4 milhões de downloads desde o lançamento, em setembro de 2023. No mesmo período, o CapCut registrou números bem mais expressivos: foram 66 milhões de downloads apenas no segundo trimestre deste ano.

Além do CapCut, a ferramenta do YouTube também disputa espaço com outros aplicativos populares, como o InShot e o VN Video Editor. Todos já consolidados entre influenciadores e editores amadores, especialmente por sua presença multiplataforma e vasta biblioteca de recursos.

Com o lançamento da versão para iPhone, o YouTube espera ampliar o alcance do Create e reforçar sua posição entre os criadores. A expectativa é de que a chegada ao ecossistema iOS ajude a impulsionar os números da plataforma e ofereça uma alternativa integrada para quem já publica conteúdo no próprio YouTube.

Ainda não há data oficial para o lançamento da nova versão, mas os anúncios de vagas indicam que o projeto já está em estágio inicial. A iniciativa também mostra que o Google continua investindo em soluções para atrair criadores, buscando reduzir a dependência de ferramentas externas — muitas delas ligadas a plataformas concorrentes.

 

Fonte: Notícias ao Minuto  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/06/2025/19:35:16

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Ministério da Justiça regulamenta uso de IA em investigações criminais

Foto:Reprodução | As diretrizes da Portaria nº 961 se aplicam às forças federais (ou seja, às polícias Federal (PF), Rodoviária Federal (PRF), Penal Federal e Penal Nacional e Força Nacional de Segurança Pública), e também aos órgãos estaduais, distritais e municipais que recebem recursos dos fundos nacionais de Segurança Pública (FNSP) e Penitenciário (FPN)

O Ministério da Justiça e Segurança Pública publicou, nesta segunda-feira (30), no Diário Oficial da União, uma portaria na qual autoriza servidores dos órgãos de segurança pública a empregarem modernas ferramentas tecnológicas de informação, incluindo soluções de inteligência artificial (IA), em investigações criminais.

As diretrizes da Portaria nº 961 se aplicam às forças federais (ou seja, às polícias Federal (PF), Rodoviária Federal (PRF), Penal Federal e Penal Nacional e Força Nacional de Segurança Pública), e também aos órgãos estaduais, distritais e municipais que recebem recursos dos fundos nacionais de Segurança Pública (FNSP) e Penitenciário (FPN).

A regulamentação também alcança o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), além das secretarias nacionais de Segurança Pública (Senasp) e de Políticas Penais (Senappen), ambas do ministério.

Em nota, a pasta informou que a iniciativa “busca modernizar a atuação das forças de segurança brasileiras, sem abrir mão da proteção aos direitos fundamentais dos cidadãos”. O próprio texto da portaria justifica que a razão de ser da norma é assegurar “a legalidade, a adequação, a necessidade e a proporcionalidade como condições do uso de sistemas de tecnologia da informação nas atividades de investigação criminal e inteligência de segurança pública que possam gerar riscos à privacidade e a outros direitos fundamentais”.

Além de poderem ser usados em investigações criminais, as ferramentas poderão ser empregadas para reforçar a segurança de estabelecimentos prisionais, seja para detectar, localizar e permitir o bloqueio do sinal de dispositivos móveis de telecomunicações (celulares, smartphones, tablets etc), seja para acessar informações armazenadas nestes mesmos aparelhos, quando apreendidos.

Contudo, os órgãos de segurança pública só poderão utilizar as soluções de tecnologia da informação para a obtenção de dados sigilosos com autorização judicial, para fins de investigação criminal e de instrução processual.

E, “sempre que tecnicamente viável”, deverão ser descartados os dados sigilosos das pessoas que não tiverem relação com os fatos investigados, bem como os obtidos fora do período autorizado pela Justiça. Informações encontradas de forma fortuita, que possam constituir crime e extrapolem a autorização inicial, deverão ser comunicadas ao juízo competente para eventual continuidade das investigações.

Inteligência Artificial

O uso de soluções de inteligência artificial deverá ser “proporcional, observar o dever de prevenção de riscos e as leis aplicáveis à espécie”. A regulamentação proíbe os agentes dos órgãos de segurança pública de empregarem aparatos que permitam a identificação biométrica à distância, em tempo real e espaços públicos – exceção à busca de vítimas de crimes, pessoas desaparecidas ou em circunstâncias que envolvam ameaça grave e iminente à vida ou à integridade das pessoas.

Também são considerados exceções os casos em que o uso sirva à instrução de inquérito ou processo criminal; flagrante delito de crimes passíveis de serem punidos com mais de dois anos de prisão ou para possibilitar o cumprimento de mandados judiciais de prisão ou a recaptura de réus ou detentos.

Caberá ao órgão que recorrer a estas ferramentas adotar as medidas necessárias para garantir que apenas agentes no pleno exercício de suas funções e previamente autorizados possam ingressar nas respectivas instalações e utilizar as soluções, por meio da adoção de certificados digitais, biometria ou autenticação multifator.

De acordo com o Ministério da Justiça, a Portaria nº 961 é a primeira norma específica acerca dos parâmetros a serem observados quanto ao uso da inteligência artificial no campo da segurança pública. “A medida representa um avanço significativo na modernização das forças de segurança brasileiras, posicionando o país na vanguarda da aplicação responsável de tecnologia para proteção da sociedade”, sustenta a pasta, em nota.

 

Fonte: Vinícius Soares – Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/06/2025/16:16:49

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Como a tecnologia pós-pandemia mudou a forma de relaxar em casa

Foto: Reprodução | Desde a pandemia, a forma como lidamos com o tempo livre e o entretenimento mudou drasticamente. O lar deixou de ser apenas um local de descanso e passou a concentrar lazer, trabalho, estudo e até encontros sociais — tudo com o apoio da tecnologia.

Com isso, muitos começaram a investir em conforto doméstico e novas experiências digitais. Seja ajustando a iluminação, comprando assistentes virtuais ou explorando novas opções de conteúdo. Para quem busca variedade e praticidade, fazer um Teste IPTV XCIPTV tem sido uma alternativa comum para acessar canais, filmes e séries com facilidade e sem compromisso inicial.

Essas adaptações mostraram que é possível, sim, tornar a rotina mais leve com a ajuda da tecnologia. E mesmo após o isolamento, seguimos incorporando essas soluções ao nosso dia a dia.

A nova era do entretenimento

Plataformas de streaming, redes sociais curtas e aplicativos de personalização tomaram conta do tempo livre. As pessoas passaram a consumir conteúdo de forma mais seletiva e imediata, optando por experiências que se encaixam na rotina.

Descanso também é produtividade

Em um mundo conectado o tempo todo, descansar virou um desafio. Por isso, aplicativos que ajudam a meditar, organizar o sono ou simplesmente assistir algo sem estresse vêm ganhando cada vez mais espaço.

Tecnologia que aproxima

Mesmo longe fisicamente, muitos mantiveram vínculos graças às chamadas de vídeo, jogos online e grupos virtuais. A tecnologia não só entreteu, como ajudou a manter relacionamentos vivos em tempos difíceis.

Dispositivos inteligentes na rotina

As casas estão cada vez mais equipadas com dispositivos que automatizam tarefas, como lâmpadas controladas por voz, fechaduras digitais e robôs de limpeza. Esses recursos ajudam a economizar tempo e tornam a experiência de estar em casa mais eficiente e agradável.

Novas formas de aprendizado

Cursos online, tutoriais interativos e aplicativos educacionais cresceram de forma acelerada. Hoje, aprender algo novo exige apenas um celular com internet. Essa democratização do conhecimento transformou o acesso à informação em algo muito mais inclusivo.

O futuro está cada vez mais pessoal

Com algoritmos mais inteligentes, a tecnologia tem aprendido a se adaptar às preferências de cada usuário. Do conteúdo que assistimos às notificações que recebemos, tudo está sendo moldado para oferecer uma experiência mais personalizada e fluida.

Fonte:  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/06/2025/18:28:51

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Relatório que embasou ataque dos EUA e Israel ao Irã foi criado por IA

Foto: Reprodução | Denúncia é de major-general especialista em segurança e geopolítica

O pretexto usado por Israel e Estados Unidos (EUA) para atacar o Irã – de que o país persa teria urânio enriquecido para fazer uma bomba atômica – foi construído por meio de Inteligência Artificial (IA).

“É a primeira guerra que podemos dizer que foi iniciada pela IA” alertou o major-general português Agostinho Costa, especialista em assuntos de segurança e geopolítica e ex-vice-presidente da Associação EuroDefese-Portugal.

“Essa IA vem dizer que estão reunidas as condições para que o Irã possa construir uma arma nuclear. O relatório da AIEA de 31 de maio [de 2025] está nesta linha, não está reportando evidências, mas deduções e tendências que foram tomadas como factuais pelo Conselho de Governadores [da AIEA] e serviu de pretexto para o ataque de Israel”, concluiu Costa, em entrevista exclusiva à Agência Brasil.

O programa Mosaic, contratado pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) das Nações Unidas, recolhe uma base massiva de dados e faz previsões futuras. Ele é usado em muitas áreas da segurança, incluindo por polícias em todo o mundo, tendo sido desenvolvido para a guerra de contraterrorismo no Afeganistão, em 2001.

Segundo o general, o Conselho da agência atômica é controlado principalmente pelos países ocidentais, especialmente Alemanha, França e o Reino Unido, além dos EUA, que subscreveram o relatório baseado em IA.

“Isso, obviamente, é um abuso do uso de um programa de inteligência artificial”, disse o general Costa fazer um alerta: “Esses são os riscos do novo mundo, os riscos da IA.”

Relatório

No dia 6 de junho, o Conselho de Governadores da AIEA aprovou relatório da agência afirmando, pela primeira vez em 20 anos, que o Irã não estava respeitando as obrigações em relação à inspeção nuclear. Seis dia depois, Israel atacou Teerã.

O Irã acusa a AIEA de “agir politicamente” e, após a trégua no conflito que durou 12 dias, o parlamento do país aprovou a suspensão da cooperação com a agência atômica das Nações Unidas.

A agência, apesar de afirmar que não tem provas de que o Irã estivesse construindo armas nucleares, vinha alertando para os riscos de que o país pudesse estar desenvolvendo esse tipo de armamento.

Para o general português, a acusação de que o Irã estaria prestes a construir uma bomba atômica foi o pretexto usado por EUA e Israel para os ataques.

Palantir e Vence

Em 2015, a agência de energia atômica da ONU fez um contrato de € 41 milhões, para adquirir o programa de IA Mosaic. Esse programa foi desenvolvido pela empresa dos EUA Palantir, do empresário Peter Thiel, militante de movimentos de apoio ao presidente Donald Trump.

Thiel é um dos principais magnatas do Vale do Silício e financiador da bem sucedida campanha do atual vice-presidente dos EUA, JD Vance, ao Senado, em 2022, segundo a revista Forbes. O jornal The Washington Post aponta Thiel como “mentor” de Vance.

Segundo a AIEA, o software foi contrato devido ao aumento de demandas de monitoramento de programas nucleares pelo mundo, sem que houvesse um aumento de receita para a organização ligada às Nações Unidas.

“Empregando 150 profissionais internos, o projeto desenvolveu mais de 20 aplicativos de softwareexclusivos para tornar as salvaguardas mais eficazes, eficientes e seguras”, explicou a AIEA, em seu portal.

Questionada pela Agência Brasil sobre o uso do programa IA Mosaic na análise do programa nuclear iraniano, a AIEA não se manifestou até a publicação desta reportagem.

Pacífico?

O major-general Agostinho Costa está entre os analistas que afirmam que não há indicativos concretos que possam afirmar que o Irã estivesse construindo armas atômicas. “O programa nuclear que é um programa civil, pacífico”, avaliou.

Costa lembrou que uma das principais preocupações da agência passou a ser o fato de o Irã ter enriquecido cerca de 400 quilos de urânio a 60%, apesar de ser necessário um enriquecimento a 90% para fins de armas atômicas.

“A partir de 2021, Israel introduziu vírus que provocaram o colapso das centrífugas na central Natanz, do Irã. Em retaliação, o país persa subiu o nível de enriquecimento para 60%, o que não é suficiente para armas nucleares”.

Entenda

O Irã nega que busca desenvolver armas nucleares e sustenta que seu programa é pacífico. O país estava na sexta rodada de negociações com os EUA, realizadas em Omã, sobre seu programa nuclear quando foi atacado por Israel.

O relatório da AIEA publicado em 31 de maio de 2025 trouxe sérias preocupações em relação ao programa iraniano.

“Embora as atividades de enriquecimento salvaguardadas não sejam proibidas por si só, o fato de o Irã ser o único Estado sem armas nucleares no mundo que está produzindo e acumulando urânio enriquecido a 60% continua sendo uma questão de séria preocupação”, disse

Em março deste ano, a Diretora de Inteligência Nacional dos EUA, Tulsi Gabbard, afirmou à Comissão de Inteligência do Senado estadunidense que o Irã não estava construindo armas atômicas. A posição de Tulsi foi questionada pelo próprio presidente dos EUA.

Enquanto EUA e as demais potências ocidentais defendem o ataque de Israel contra o Irã, o Estado judeu é o único do Oriente Médio que não assinou o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) e, apesar de não confirmar, não nega que tenha armas nucleares.

Fonte: Agência Brasil/ Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/15:13:38

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Uso de IA em programas para deixar de fumar tem taxa de sucesso de até 50%

(Foto: Reprodução) – Alguns modelos conseguem também analisar padrões de comportamento dos usuários, como períodos de maior ansiedade, recaídas ou gatilhos, e ajustar automaticamente as intervenções.

Tecnologias baseadas em inteligência artificial (IA) têm se mostrado aliadas eficazes para ajudar fumantes a largar o cigarro convencional e o eletrônico, com possibilidade de aumentar o acesso a programas de cessação do tabagismo.

Experiências e estudos de vários países apresentadas durante a conferência internacional de controle do tabaco, que acontece em Dublin (Irlanda), mostram que as taxas de sucesso com o uso dessas ferramentas chegam a 50%.

O acesso a programas de cessação de tabagismo é hoje um grande gargalo no mundo. Segundo relatório lançado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) no evento, apenas um terço dos países (33%) oferece esses serviços. Ao mesmo tempo, 60% dos tabagistas desejam parar de fumar.

Usando algoritmos de processamento de linguagem natural e aprendizado de máquina, essas tecnologias simulam conversas humanas, respondem dúvidas, oferecem incentivo e ajudam a desenvolver estratégias para lidar com o desejo de fumar.

Alguns modelos conseguem também analisar padrões de comportamento dos usuários, como períodos de maior ansiedade, recaídas ou gatilhos, e ajustar automaticamente as intervenções.

Eles também podem integrar dados de dispositivos como os smartwatches, monitorando estresse e frequência cardíaca, para enviar alertas ou mensagens de apoio em momentos críticos.

Durante a conferência, pesquisadores da China apresentaram resultados promissores de um sistema de monitoramento baseado em IA (m-Health) que fornece mensagens personalizadas de acordo com o estágio de abandono e as preferências e necessidades de cada usuário em tempo real.

Em um ensaio clínico randomizado envolvendo 272 fumantes, a taxa de abandono do tabagismo do grupo de intervenção foi bem maior que a taxa do grupo controle (17,6% contra 7,4%).

“Na China, mais de 50 milhões de fumantes querem parar de fumar, mas a maioria não tem acesso a medidas eficazes de cessação. Nosso estudo mostra o potencial significativo das intervenções personalizadas de m-Health”, disse Pinpin Zheng, professor e diretor do Departamento de Medicina Preventiva e Educação em Saúde na Escola de Saúde Pública da Universidade Fudan.

Segundo ele, a abordagem demonstrou oferecer um modelo escalável e baseado em evidências para expandir o apoio à cessação na China e a nível global.
O Reino Unido foi um dos países pioneiros na implementação de IA na cessação do tabagismo dentro do sistema público de saúde (NHS). Desde 2021, o aplicativo Quit Genius, que combina terapia cognitivo-comportamental digital com suporte de IA, tem sido oferecido a fumantes.

Estudos mostram que, após seis meses, cerca de 45% dos usuários permaneciam sem fumar, enquanto as taxas com métodos convencionais giram em torno de 20% a 30%.

Na Nova Zelândia, o Ministério da Saúde adotou o chatbot QuitBot, integrado às redes sociais e aplicativos de mensagens. Relatórios do governo indicam que os usuários da ferramenta tiveram uma taxa de cessação 1,7 vez maior do que aqueles que tentaram parar sem suporte digital.

Revisões recentes, como uma meta-análise publicada na revista Nicotine & Tobacco Research, indicam que as intervenções digitais baseadas em IA são eficazes e escaláveis, especialmente quando combinadas com terapias medicamentosas.

O estudo avaliou 12 ensaios clínicos randomizados e concluiu que o uso de IA aumenta em até 50% as chances de sucesso na cessação do tabagismo em comparação com tentativas não assistidas.

Outro levantamento, realizado pela OMS em 2024, aponta que países que integraram soluções digitais e IA aos seus programas de combate ao tabagismo, como Reino Unido, Austrália e Canadá, observaram reduções sustentadas nas taxas de fumantes, especialmente entre os jovens adultos e usuários de cigarros eletrônicos.

Apesar dos avanços, especialistas alertam que a tecnologia deve ser uma aliada, e não uma substituta, dos tratamentos já validados, com acompanhamento de profissionais (humanos) e uso de medicamentos.
COMPONENTES PSICOLÓGICOS E COMPORTAMENTAIS

A psicóloga Vera Lúcia Borges, do programa de cessação do tabagismo do Inca (Instituto Nacional do Câncer), afirma que o tabagismo é uma doença que tem componentes psicológicos e comportamentais muito fortes e que o tratamento precisa envolver apoio a essas questões aliado a medicações para controlar sintomas.

“A IA deve se somar a isso, não substituir. O tabaco, de todo o tipo, toma um espaço na vida da pessoa, tem toda uma associação com sentimentos, com momentos, com cheiros. A gente precisa ouvir o usuário e tentar entender que tipo de sentimento esse produto gera.”

Segundo ela, muitas pessoas relatam que o cigarro traz um efeito de relaxamento em momentos de estresse e ansiedade. “É o efeito químico da nicotina no cérebro, que também faz as pessoas ficarem dependentes. No tratamento, precisamos desconstruir isso.”

Borges afirma que os dados do Brasil mostram que as taxas médias de sucesso na cessação do tabagismo, ao final de quatro sessões, giram em torno de 46%, mas em grupos isolados podem passar de 70%. Não há estudos mostrando se essas taxas persistem a longo prazo.

Durante a conferência em Dublin, o programa brasileiro de cessação do tabagismo foi bastante elogiado pela sua capilaridade. O tratamento é oferecido na atenção primária à saúde e em ambulatórios especializados e dura um ano. Envolve avaliação individual, encontros com suporte psicossocial e uso de medicamentos, se necessário.

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, por exemplo, oferece a terapia nas 239 clínicas da família. Segundo Renato Cony, subsecretário de promoção, atenção primária e vigilância em saúde do Rio, entre as medicações ofertadas estão adesivos de nicotina e do antidepressivo bupropiona.

“Parte da população já nos procura hoje para parar de usar o vape, não só o cigarro convencional. Anos atrás, as pessoas achavam que estavam fazendo um bom negócio ao trocar cigarro por vape. Mas acabam com uma carga tabágica muito maior. Não é uma redução de danos.”

 

Fonte: Mateus Souza – Folha Press e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/06/2025/15:22:28

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Novo golpe do Pix controla celular e pode limpar sua conta do banco; saiba como se proteger

Foto: Reprodução | Aplicativo permite que criminosos acessem smartphone da vítima remotamente.

O golpe da falsa central telefônica, conhecido por importunar as pessoas com ligações indesejadas e causar prejuízos, ganhou um passo adicional para confundir as vítimas: a instalação de aplicativos que garantem que os criminosos controlem o smartphone.

A fraude começa com uma chamada, na qual o estelionatário se apresenta como técnico do banco e pede que a pessoa instale apps como Teamviewer, Anydesk e outros que permitem o acesso remoto ao aparelho. Depois, o criminoso pergunta qual o código exibido por esse programa que libera o controle a distância.

Se o cliente acreditar nessas instruções, o criminoso toma o controle do celular e pode fazer uma série de operações financeiras para esvaziar a conta da vítima – nem antivírus nem a segurança dos apps bancários podem prevenir as perdas. O programa usado no golpe é legítimo e está nas lojas oficiais de Google e Apple, já que tem uso estabelecido por profissionais de assistência técnica.

A empresa de cibersegurança Kaspersky detectou aumento na instalação desses aplicativos por parte de seus clientes desde maio de 2024, de uma frequência que saiu de menos de dez detecções por mês para um pico de mais de mil em outubro – os patamares registrados continuam acima dos 800 mensais neste ano.

Os programas de acesso remoto, afirma a companhia, são cruciais para uma reedição do golpe da mão fantasma, que afeta celulares Android e iPhones e escapa dos sistemas de segurança.

Embora os criminosos recorram a uma manobra tecnológica para enganar a vítima, é ela quem pode reconhecer os indícios da fraude por meio da fala do falso atendente, de acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). “O banco nunca liga para o cliente pedindo para que ele instale nenhum tipo de aplicativo em seu celular”.

De acordo com a entidade, a pessoa, nesses casos, deve desligar e entrar em contato com a instituição – recorrendo aos canais oficiais – para saber se algo aconteceu mesmo com a conta.

Como esse tipo de fraude requer a cooperação do cliente para ser realizada, os estelionatários ainda tentam convencer a vítima a apresentar o dedo e o rosto para verificação biométrica durante transações via Pix ou empréstimos. Às vezes, eles desligam a chamada e passam a se comunicar por mensagem porque alguns apps bancários não realizam transações enquanto há uma chamada em curso.

O desafio, diz o diretor da equipe de pesquisa da Kaspersky para Américas, Fabio Assolini, é que o criminoso, além de criar pressão mencionando problemas, também cita dados da vítima, como CPF, número e conta e outros – essas informações podem ser vazadas ou compartilhadas anteriormente pelo próprio cliente, que pode ter preenchido um formulário falso na internet.

Outro artifício usado pelos estelionatários é a máscara de telefone (técnica conhecida como “spoofing”), que troca o número que aparece no identificador de chamadas – as ligações falsas podem apresentar o telefone do banco ou até do gerente.

Por se tratar de um aplicativo legítimo, os antivírus, que monitoram a instalação de qualquer programa no aparelho, não bloqueiam o programa de acesso remoto usado pelos criminosos. “Alguns produtos de segurança, nós inclusive, vamos emitir um alerta de que o software tem um potencial malicioso, mas no final a gente deixa a escolha para a pessoa [de manter ou não o app]”, diz Assolini.

O especialista afirma que alguns bancos começaram a travar o funcionamento do próprio app quando detectam um aplicativo de acesso remoto instalado no aparelho e exibem uma mensagem orientando que o cliente delete o programa para conseguir acessar o mobile banking. Porém, essa medida pode incomodar o cliente que usa o aplicativo de acesso remoto no trabalho, por exemplo.

Segundo Assolini, a alta no número de detecções de programas de acesso remoto é um sinal de que o golpe tem funcionado. “E não foi só no Brasil, começou aqui, mas passou a ser uma técnica bastante usada por criminosos em outros países também”.

A nova versão do golpe da mão fantasma começou a ganhar popularidade, depois que caiu o número de detecções do vírus que desvia Pix de forma automática – foram menos de 40 nos quatro primeiros meses deste ano, ante mais de mil em 2024.

O cibercriminoso responsável pelo desenvolvimento desse programa fraudulento foi preso pela Polícia Civil de São Paulo no fim do ano passado. Desde então, as atualizações do vírus cessaram, disse Assolini.

O aumento de golpes com uso de acesso remoto aponta que o alvo das quadrilhas mudou dos computadores para os smartphones. De acordo com levantamento realizado pela Deloitte, 75% das operações bancárias realizadas por brasileiros em 2024 ocorreram em smartphones.

Veja dicas de como não cair no novo golpe da mão fantasma

  • Desconfie se alguém se apresentar como técnico do banco pedindo para instalar aplicativos;
  • o banco nunca liga pedindo instalação de apps no seu celular;
  • suspeite se pedirem códigos de qualquer aplicativo que você baixar;
  • não atenda a pedidos para realizar verificação biométrica (dedo, rosto);
  • se suspeitar de fraude, desligue, procure o canal oficial do banco e confirme se há algo errado;
    mantenha seus dados pessoais em segurança e não preencha formulários suspeitos;
  • use apenas canais oficiais para contato com instituições financeiras Mantenha o celular atualizado com as últimas versões de segurança;
  • não acredite em “pedidos urgentes”, porque estelionatários tentam criar uma situação de pressão.

Como proceder caso caia no golpe

  • Entre em contato com o banco assim que possível;
    registre boletim de ocorrência;
  • conteste as transações pelo app ou pelos canais de atendimento do banco;
  • documentar bem o golpe aumenta as chances de estorno;
    remova imediatamente qualquer app de acesso remoto instalado;
  • troque todas as senhas de contas bancárias.

Fonte: O Tempo/ Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/18:54:28

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TikTok garante remover 98% do conteúdo prejudicial à saúde mental

Foto:© Shutterstock | Cerca de metade dos vídeos mais visualizados sobre saúde mental no TikTok contêm informação errada e amplificam a desinformação, mas a plataforma garante remover 98% do conteúdo prejudicial à saúde mental, revela o The Guardian.

Um veículo de comunicação britânico analisou os 100 vídeos mais populares com dicas sobre saúde mental na rede social TikTok e concluiu que mais da metade deles contém informações incorretas.
Das 100 postagens identificadas com a hashtag #mentalhealthtips, 52 foram consideradas imprecisas ou até perigosas por um painel formado por psicólogos, psiquiatras e acadêmicos. A análise apontou a propagação de desinformação sobre ansiedade, depressão, traumas e outros transtornos mentais.

Os especialistas também alertaram para o uso de termos terapêuticos fora de contexto, a simplificação excessiva de problemas complexos e a promoção de suplementos sem aprovação ou tratamentos sem embasamento científico.

Uma psicóloga entrevistada pelo jornal britânico afirmou que muitos vídeos criam a falsa ideia de que o tratamento de traumas é rápido e serve para todos, quando na verdade é necessário um atendimento personalizado feito por profissionais qualificados.

Resposta do TikTok

Em resposta à investigação, o TikTok declarou que a plataforma é um espaço voltado para a expressão pessoal e o compartilhamento de experiências autênticas, e afirmou que 98% do conteúdo prejudicial à saúde mental é removido antes mesmo de ser denunciado.

A empresa também lembrou que colabora com a Organização Mundial da Saúde (OMS) para fornecer informações confiáveis e redirecionar os usuários para fontes seguras.

 TikTok removeu conteúdos da tendência “SkinnyTok”

Recentemente, o TikTok também removeu mais de meio milhão de conteúdos associados à hashtag #SkinnyTok em todo o mundo, por promoverem conteúdo extremo e prejudicial à saúde, especialmente relacionado à perda de peso.

Essa tendência chegou a reunir mais de meio milhão de publicações, muitas das quais incentivavam a perda de peso com mensagens de culpa e padrões corporais tóxicos. O impacto foi tão significativo que reguladores europeus alertaram para os riscos que isso representa à saúde mental dos jovens usuários da plataforma.

 

Fonte: Notícias ao Minuto Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/06/2025/06:00:29

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Rosto de Jesus no Santo Sudário é recriado por Inteligência Artificial

A ferramenta reconstruiu digitalmente a face de Jesus de Nazaré. | Foto: Reproduição/Midjourney

O uso da inteligência artificial no estudo do Santo Sudário resultou em imagens detalhadas da possível face de Jesus. Confira!

Com o avanço da tecnologia em ritmo acelerado e as novidades impactantes dos últimos anos, a Inteligência Artificial tem sido rotineiramente utilizada em projetos. Um deles envolveu o Santo Sudário e chamou a atenção por usar essa tecnologia para recriar o rosto de Jesus Cristo.

A ferramenta reconstruiu digitalmente a face de Jesus de Nazaré baseando-se nos contornos e marcas do famoso tecido religioso. Considerado por muitos pesquisadores um dos vestígios mais importantes do cristianismo, o Santo Sudário é atualmente guardado em Turin, na Itália e levanta debates acerca de sua origem e autenticidade.

Como a IA foi usada no Santo Sudário?

Com a ajuda de algoritmos avançados, especialistas processaram fotografias em alta resolução. O processo começou com a identificação de detalhes faciais pouco perceptíveis a olho nu, extraindo formas e proporções que serviram de base para a reconstrução digital.

Após isso, o programa cruzou essas informações com bancos de dados antropológicos da região do Oriente Médio do século I, buscando aproximar ainda mais o resultado ao contexto histórico atribuído ao personagem retratado pelo tecido.

A iniciativa exemplifica uma tendência constante de misturar ciência à tecnologia avançada para responder perguntas antigas. Técnicas de restauração digital somadas à capacidade de aprendizado das máquinas permitiram um refinamento progressivo da imagem, favorecendo a identificação de traços físicos e até de possíveis expressões faciais.

Quais os resultados gerados?

O uso da inteligência artificial no estudo do Santo Sudário resultou em imagens detalhadas da possível face de Jesus. Divulgado em 2025, o retrato revelou características compatíveis com os traços comuns da época e região, segundo os pesquisadores envolvidos. A tecnologia também permitiu reconstruir texturas da pele, dos cabelos e da barba, criando uma ilustração que gerou discussões tanto no meio acadêmico quanto no religioso.

  • Reconstrução tridimensional de contornos faciais;
  • Mapeamento de possíveis feridas e marcas relatadas nos evangelhos;
  • Análise de pigmentação sugerida por amostras históricas.

A divulgação das imagens gerou debates sobre os limites entre ciência e arte, já que ao longo da história diferentes culturas idealizaram representações variadas de Jesus. A iniciativa, no entanto, não apresentou um retrato definitivo, mas uma hipótese visual construída a partir de dados disponíveis e critérios técnicos.

Fonte: Correio Braziliense/ Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/06/2025/17:00:50

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Vazamento de dados histórico: 16 bilhões de logins e senhas da Apple, Google e Facebook são expostos

Foto:Reprodução | Um megavazamento de dados expôs cerca de 16 bilhões de logins e senhas de plataformas como Apple, Google, Facebook, Telegram e até serviços governamentais. A denúncia foi feita por pesquisadores do portal Cybernews, que classificaram o caso como o maior incidente do tipo já registrado.

Segundo os investigadores, os dados foram reunidos a partir de 30 bases diferentes, cada uma contendo de dezenas de milhões a mais de 3,5 bilhões de registros. A maior parte dessas informações nunca havia sido identificada em vazamentos públicos anteriores, o que indica que se trata de conteúdo novo e altamente explorável por criminosos virtuais.

“Isso não é apenas um vazamento – é um plano para exploração em massa. Com mais de 16 bilhões de registros de login expostos, os cibercriminosos agora têm um acesso sem precedentes a credenciais pessoais que podem ser usadas para sequestro de contas, roubo de identidade e ataques de phishing altamente direcionados. O que é especialmente preocupante é a estrutura e a atualidade desses conjuntos de dados – não se trata apenas de vazamentos antigos sendo reciclados. Isso é inteligência nova, com potencial de uso malicioso em larga escala”, disseram os pesquisadores em nota divulgada pelo site Cybernews.

Vazamento expõe riscos

Os dados foram organizados em formato de URL, login e senha, o que facilita o uso por grupos especializados em ataques cibernéticos. As informações podem ser usadas em tentativas de invasão automatizadas, direcionadas a qualquer tipo de conta online, de redes sociais a sistemas bancários.

Boa parte das credenciais foi obtida por meio de malwares do tipo infostealer, programas que capturam tudo o que a vítima digita, como senhas e dados bancários, e enviam essas informações a operadores maliciosos. As informações já estariam disponíveis para venda na dark web a preços acessíveis, o que amplia o risco de ataques.

Ex-especialista da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) e CEO da Desired Effect, Evan Dornbush disse à revista Forbes que, em casos como este, a complexidade da senha não importa.

— Não importa o quão complexa seja sua senha. Se o banco de dados que a armazena for comprometido, ela também estará — explica.

Especialistas recomendam troca de senhas e uso de ‘passkeys’

Diante da gravidade do caso, especialistas recomendam que usuários troquem imediatamente qualquer senha reutilizada em mais de um serviço. O uso de gerenciadores de senhas e a ativação da autenticação em dois fatores são medidas consideradas mínimas nesse contexto.

Mais do que isso, especialistas reforçam que o momento é oportuno para a adoção das chamadas passkeys — novo padrão de login que substitui senhas por métodos biométricos ou códigos locais criptografados, como reconhecimento facial ou digital.

Gigantes da tecnologia, como a Apple, o Google e, mais recentemente, o Facebook, já oferecem suporte a passkeys em seus sistemas. A expectativa, segundo a Forbes, é de que, nos próximos três anos, a maioria dos usuários da internet adote essa tecnologia como padrão.

Em 2021, dez milhões de senhas de brasileiros foram expostas em megavazamento global de dados. Um levantamento feito pela empresa brasileira de cibersegurança Syhunt demonstrou que, dentro desses milhões de senhas vazados (todas de e-mails com domínio “.br”), há milhares delas — mais de 68 mil — de órgãos governamentais, como o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal. Até a Petrobras foi vítima, com mais de 8,8 mil senhas expostas.No total, mais de 3 bilhões de senhas foram vazadas no mundo.

Confira as recomendações básicas dos especialistas:

Troque senhas reutilizadas imediatamente;
Use senhas diferentes para cada conta;
Ative a autenticação em dois fatores (2FA);
Adote gerenciadores de senhas confiáveis;
Migre para passkeys, se possível;
Fique atento a mensagens suspeitas (phishing).

Fonte: Jornal Extra  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/06/2025/07:24:10

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