Starlink começa a liberar acesso a internet grátis, confira se seu celular terá acesso

Foto:Reprodução | A partir de julho de 2025, a Starlink vai oferecer conectividade gratuita via satélite para usuários com smartphones compatíveis.

A iniciativa busca ampliar o acesso à internet em áreas remotas ou com cobertura instável, utilizando a infraestrutura de satélites da SpaceX.

Modelos compatíveis incluem celulares da Apple, Samsung, Google e Motorola
Conexão automática será ativada fora da rede tradicional, com funções limitadas no início
Tecnologia via satélite promete internet em locais onde outras redes não alcançam

Nem todos os modelos poderão usar a rede Starlink gratuita. A funcionalidade será ativada apenas em dispositivos com componentes e atualizações específicas.

Veja os principais modelos confirmados:

iPhones a partir do modelo 14
    Google Pixel 9 e variantes
    Motorola lançados a partir de 2024
    Samsung Galaxy A14, A15, A16, A35, A53, A54
    Série Samsung Galaxy S a partir do S21

Quando o usuário estiver fora do sinal tradicional, a conexão Starlink será ativada automaticamente. O celular mostrará a identificação “T-Mobile SpaceX” na tela.

Nessa fase inicial, a conectividade permitirá apenas:

Envio e recebimento de mensagens de texto
    Compartilhamento de localização
    Acesso a serviços de emergência como o 911

A previsão é que chamadas de voz e acesso à internet completa sejam habilitados futuramente, com atualizações no sistema operacional dos aparelhos.

Por que a internet via satélite é diferente?

A Starlink utiliza satélites em órbita baixa, a cerca de 550 milhas da Terra. Isso reduz a latência e melhora a estabilidade da conexão, mesmo em regiões isoladas.

Atualmente, a rede conta com mais de 7.000 satélites ativos e atende cerca de 5 milhões de usuários globalmente. Isso torna possível oferecer um sinal estável e confiável em áreas sem cobertura de fibra óptica ou torres de celular.

O que fazer para usar a Starlink no seu celular

Para garantir o acesso gratuito à Starlink, o usuário deve manter o sistema do aparelho atualizado. A funcionalidade depende de ajustes no software que habilitam a comunicação direta com os satélites.

A conexão será ativada automaticamente quando não houver sinal tradicional, sem necessidade de configurações adicionais ou instalação de aplicativos extras.

Dica rápida: A atualização do sistema pode estar disponível de forma escalonada. Verifique com frequência nas configurações do seu dispositivo.

Starlink amplia o acesso à internet para todos

A partir de julho de 2025, modelos de celulares selecionados terão acesso gratuito à rede Starlink em áreas sem c

obertura

A conexão permitirá inicialmente mensagens e emergências, com expansão futura para voz e dados

O avanço representa um passo importante na inclusão digital, levando conectividade onde antes era impossível

 

Fonte: oantagonista e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/07/2025/07:00:36

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Criador do Orkut diz que rede social vai voltar

Foto: Reprodução | O Orkut, rede social que marcou a entrada de milhões de brasileiros na internet nos anos 2000, pode estar prestes a voltar.

O Orkut, rede social que marcou a entrada de milhões de brasileiros na internet nos anos 2000, pode estar prestes a voltar. Ao menos é o que promete seu criador, o engenheiro turco Orkut Büyükkökten, há alguns anos.

Em uma publicação no site oficial da plataforma, ele afirma estar “trabalhando duro para trazer o Orkut de volta”. Mas ainda não há data para o relançamento nem detalhes sobre como será a nova versão da rede. E a publicação é de 2022.

“Estamos construindo algo novo e mágico. Algo que coloca a comunidade em primeiro lugar. Onde você é mais do que um número, um algoritmo ou um alvo de anúncios“, diz o texto assinado pelo fundador.

Nesta quarta-feira (9), “Orkut” e “Orkut vai voltar” entrou nos trending topics de redes sociais. Entre memes e lembranças saudosas dos scraps, muitos brasileiros torcem para que a rede volte a funcionar. Mas outros apontam que o sucesso do passado não garante relevância no presente.

“Se tiver depoimento e comunidade tipo ‘me adiciona que eu te adiciono’, eu volto”, brincou uma usuária no X (antigo Twitter). “Mas só volto se der para ver quem visitou meu perfil“, disse outro.

O anúncio reacendeu a nostalgia de uma geração que usava o Orkut para interagir em comunidades como “Eu odeio acordar cedo” ou “Tenho preguiça até de ter preguiça”, além de enviar depoimentos e acumular “fãs” no perfil.

O Fim do Orkut e o Que Aconteceu Com os Seus Dados?

A possível volta do Orkut também levanta dúvidas sobre o que será feito com os dados e perfis antigos. O Google permitiu por um tempo o download de arquivos dos usuários após o encerramento da plataforma, mas muitos perderam acesso. Büyükkökten não esclareceu se os dados anteriores serão reaproveitados ou se o novo Orkut começará do zero.

O Orkut foi encerrado oficialmente pelo Google em 2014, quando perdeu espaço para o Facebook e outras plataformas. No Brasil, a rede acumulou cerca de 30 milhões de usuários.

Desde então, Büyükkökten já tentou ressuscitar a proposta com outra rede, a Hello Network, que não ganhou tração e foi desativada em abril de 2022 -seis anos após o início de operação. Desde então, o site oficial traz a mesma mensagem do que o site do Orkut: de que a equipe está trabalhando em algo melhor e pedindo aos usuários que deixem seus e-mails para receber

Fonte: Diário do Pará  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/07/2025/03:24:59

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Núcleo da Terra para de girar, inverte direção e efeitos já são sentidos por humanos, sugere estudo

Estudo revela que o núcleo da Terra pode ter parado de girar. Saiba como isso afeta o planeta| Foto:Freepik

Núcleo da Terra para de girar e inverte rotação: entenda os impactos no campo magnético e no clima

Pesquisadores da Universidade de Pequim analisaram dados sísmicos de terremotos entre 1990 e 2021. Eles descobriram que o núcleo interno da Terra pode ter desacelerado, parado e até invertido sua rotação.

Até 2009, o núcleo girava mais rápido que a superfície terrestre. Após esse período, a rotação começou a desacelerar e pode ter parado temporariamente.

Por que o núcleo da Terra muda de rotação?

O núcleo da Terra é uma esfera sólida de ferro e níquel, cercada por um núcleo externo líquido. Sua rotação é influenciada pelo campo magnético e interações gravitacionais com o manto terrestre.

Segundo o estudo publicado na Nature Geoscience, variações nesse equilíbrio podem levar a oscilações na rotação do núcleo ao longo das décadas. Esse fenômeno já ocorreu na década de 1970, sugerindo um ciclo de 70 anos.

Quais são os impactos na superfície?

Embora os efeitos diretos sejam sutis, a inversão da rotação do núcleo pode influenciar o campo magnético da Terra. Esse campo protege o planeta da radiação solar e é essencial para sistemas de navegação e comunicação.

Além disso, mudanças na interação entre o núcleo e o manto podem afetar atividades sísmicas e a movimentação das placas tectônicas, impactando a dinâmica terrestre.

Como isso afeta o clima e a duração dos dias?

Variações na rotação do núcleo podem alterar o comprimento dos dias na Terra, com mudanças na ordem de milissegundos. Essas pequenas oscilações podem influenciar processos climáticos a longo prazo.

Os cientistas ainda investigam como essas mudanças podem afetar o clima global e a estabilidade do planeta.

O que os dados sísmicos revelam?

Os pesquisadores compararam o tempo de propagação das ondas sísmicas que atravessam o núcleo da Terra. Os resultados mostram que a rotação do núcleo desacelerou e pode ter parado temporariamente.

Essa descoberta sugere que o fenômeno é cíclico e já ocorreu no passado, como na década de 1970.

Por que isso é importante?

Entender a rotação do núcleo da Terra é crucial para prever mudanças no campo magnético, no clima e na atividade sísmica. Esses fatores têm impacto direto na vida na superfície.

Os estudos ajudam a compreender melhor a dinâmica interna do planeta e seus efeitos no meio ambiente.

 

Fonte: gazetasp.com e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/07/2025/07:00:26

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Maquininhas Point para diferentes perfis de vendedores: qual é a ideal?

Foto: Reprodução | Para quem está em busca de soluções de pagamento práticas e eficientes, a maquininha point surge como uma excelente alternativa. Mas, com tantas opções disponíveis, qual modelo é o mais adequado para o seu tipo de venda? Seja você um autônomo, lojista ou empreendedor digital, existe uma maquininha pensada para seu perfil. Neste artigo, vamos explorar os diferentes modelos da linha Point e ajudar você a escolher a melhor opção.

Por que escolher uma maquininha Point?

As maquininhas Point se destacam por oferecer praticidade, integração com soluções digitais e condições acessíveis. Elas não exigem mensalidade e funcionam de forma autônoma, sem necessidade de conexão com celular (no caso de alguns modelos). Além disso, aceitam diversos tipos de pagamento, como crédito, débito, QR Code e Pix, o que amplia as possibilidades de venda para o comerciante.

Perfil 1: Vendedores autônomos e informais

Quem trabalha de forma autônoma, como motoristas de aplicativo, ambulantes, artesãos ou prestadores de serviço, precisa de uma solução compacta, simples e acessível.

Modelo ideal: Point Mini

A Point Mini é leve, cabe no bolso e tem excelente custo-benefício. É perfeita para quem está começando ou quer uma opção econômica. Ela funciona conectada via Bluetooth a um celular, usando o aplicativo para realizar as vendas. Além disso, a bateria tem boa duração e o visor é prático.

Principais vantagens:

  • Preço acessível
  • Portabilidade
  • Simples de usar
  • Ideal para quem faz vendas esporádicas

Perfil 2: Pequenos comércios e lojas físicas

Empreendedores com ponto de venda fixo, como salões de beleza, lojas de bairro ou pequenos mercados, necessitam de uma maquininha mais robusta, com funcionalidades extras.

Modelo ideal: Point Pro

A Point Pro é uma máquina completa. Ela tem impressora de recibos, chip e Wi-Fi integrados, o que permite o funcionamento sem celular. Seu visor é grande e tátil, facilitando a operação. Ideal para quem tem movimento constante no local de vendas.

Principais vantagens:

  • Impressão de comprovantes
  • Conexão autônoma
  • Design profissional
  • Agilidade no atendimento

Perfil 3: Vendas online e social commerce

Quem vende pelas redes sociais, marketplaces ou aplicativos de delivery precisa de uma solução versátil, que acompanhe a mobilidade e agilidade do digital.

Modelo ideal: Point Mini Chip ou Point Smart

A Point Mini Chip é ideal para quem quer mobilidade, pois possui chip com plano de dados incluso e Wi-Fi. Já a Point Smart combina funcionalidades de maquininha e smartphone, com sistema Android e acesso a aplicativos, sendo ideal para quem deseja profissionalizar o atendimento com catálogo de produtos e gestão integrada.

Principais vantagens da Mini Chip:

  • Autonomia de conexão
  • Preço intermediário
  • Portátil e simples

Principais vantagens da Smart:

  • Sistema Android
  • Acesso a apps
  • Ideal para alto volume de vendas e gestão completa

Perfil 4: Empreendedores em feiras e eventos

Para quem vende em feiras, eventos ou atividades itinerantes, é essencial contar com uma maquininha que suporte mobilidade e funcione bem fora do ambiente urbano.

Modelo ideal: Point Mini Chip ou Point Pro

Ambas funcionam bem nesses contextos. A escolha depende do volume de vendas e da necessidade de impressão de comprovantes. A Mini Chip é mais leve e prática, enquanto a Point Pro garante mais recursos no atendimento.

Destaques importantes:

  • Conexão sem necessidade de celular
  • Longa duração da bateria
  • Resistência e mobilidade

Perfil 5: Prestadores de serviços com atendimento personalizado

Profissionais como cabeleireiros, manicures, personal trainers e consultores que atendem clientes com hora marcada precisam de um equipamento confiável e que ofereça boa experiência ao consumidor.

Modelo ideal: Point Smart

Além da praticidade de uma máquina com tela tátil e sistema operacional próprio, a Point Smart permite a customização da experiência de pagamento, adicionando nome do serviço, valores, promoções e muito mais.

Vantagens principais:

  • Interface moderna
  • Cadastro de produtos e serviços
  • Integração com outras ferramentas de gestão

Fonte: Cene Produtora e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/07/2025/19:32:59

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

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“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Inteligência artificial está nos deixando burros? Cientistas investigam efeitos no cérebro

(Foto: Reprodução) – Dentro dos nossos cérebros, ainda não está claro como o uso persistente da IA molda a mente.

Na nossa vida cotidiana, o uso de programas de inteligência artificial como o ChatGPT é evidente. Estudantes usam essa tecnologia para produzir trabalhos de conclusão de curso. Funcionários de escritório pedem a ajuda virtual para organizar calendários e escrever relatórios. Pais acionam a IA para criar histórias personalizadas na hora de dormir para as crianças.

Dentro dos nossos cérebros, ainda não está claro como o uso persistente da IA molda a mente.

À medida que nossa dependência em ter vasto conhecimento rapidamente sintetizado na ponta dos dedos aumenta, cientistas correm para entender como o uso frequente de programas de modelo de linguagem de grande escala, ou LLMs, afeta nossos cérebros. Eles investigam preocupações de que os recursos de IA enfraquecem capacidades cognitivas e reduzem a diversidade de nossas ideias.

Manchetes sobre como a a inteligência artificial está nos tornando estúpidos e preguiçosos viralizaram este mês após a divulgação de uma pesquisa do MIT Media Lab. Embora os pesquisadores alertem que este artigo científico e outros na área não chegaram a conclusões definitivas, o trabalho do MIT e outros pequenos estudos publicados este ano oferecem sugestões preocupantes.

Uma pesquisa no Reino Unido com mais de 600 pessoas publicado em janeiro encontrou “correlação negativa significativa entre o uso frequente de ferramentas de IA e habilidades de pensamento crítico”, já que usuários mais jovens, em particular, frequentemente dependiam dos programas como substitutos, não suplementos, para tarefas rotineiras.

Um estudo publicado na semana passada pela Escola Wharton da Universidade da Pensilvânia (EUA) mostrou que alunos do ensino médio na Turquia com acesso a um tutor ao estilo ChatGPT tiveram desempenho significativamente melhor ao resolver problemas de Matemática. Mas quando o programa foi retirado, tiveram desempenho pior do que os estudantes que não usaram nenhum tutor de IA.

E o estudo do MIT que ganhou grande atenção – e alguma reação negativa – envolveu pesquisadores que mediram a atividade cerebral de universitários enquanto usavam o ChatGPT para escrever redações no estilo do SAT (espécie de Enem americano) durante três sessões.

O trabalho deles foi comparado ao de outros que usaram o Google ou nada. Os pesquisadores equiparam 54 autores de redações com toucas cobertas de eletrodos que monitoram sinais elétricos no cérebro.

Os dados de EEG revelaram que os escritores que usaram o ChatGPT exibiram o menor engajamento cerebral e “consistentemente apresentaram desempenho inferior em níveis neurais, linguísticos e comportamentais”, conforme o estudo. Em última análise, eles produziram redações que soavam semelhantes e careciam de toques pessoais.

Professores de Inglês que leram os trabalhos os chamaram de “sem alma”. O grupo “apenas cérebro” mostrou as maiores ativações neurais e conexões entre regiões do cérebro que “correlacionavam com memória mais forte, maior precisão semântica e posse mais firme do trabalho escrito”.

Em uma quarta sessão, membros do grupo do ChatGPT foram convidados a reescrever uma de suas redações anteriores sem a ferramenta, mas os participantes se lembravam pouco do seu trabalho anterior.

Céticos apontam inúmeras limitações. Eles argumentam que a conectividade neural medida pelo EEG não indica necessariamente cognição pobre ou saúde cerebral. Para os participantes do estudo, os riscos também eram baixos – a entrada para a faculdade, por exemplo, não dependia da conclusão das redações. Além disso, apenas 18 participantes retornaram para a quarta e última sessão.

A principal pesquisadora do MIT, Nataliya Kosmyna, reconhece que o estudo foi limitado em escopo e, contrariamente às manchetes virais da internet sobre o papel, não estava avaliando se o ChatGPT está nos tornando menos inteligentes.

O artigo científico não foi revisado por pares, mas a equipe divulgou resultados preliminares para provocar conversas sobre o impacto do ChatGPT, particularmente em cérebros em desenvolvimento, e os riscos do ethos do Vale do Silício de lançar tecnologia poderosa rapidamente.

“Talvez não devêssemos aplicar esta cultura cegamente nos espaços onde o cérebro é frágil,” disse Nataliya Kosmyna em entrevista.

A OpenAI, empresa da Califórnia que lançou o ChatGPT em 2022, não respondeu aos pedidos de comentário. (O jornal Washington Post tem parceria de conteúdo com o OpenAI.)

Michael Gerlich, que liderou o estudo de pesquisa do Reino Unido, chamou a abordagem do MIT de “brilhante” e disse que mostrou que a IA está superestimulando o que é conhecido como “descarga cognitiva”, onde usamos uma ação física para reduzir as demandas em nosso cérebro.

Mas, em vez de descarregar dados simples – como números de telefone que uma vez memorizamos, mas agora armazenamos em nossos telefones – as pessoas que confiam em LLMs descarregam o processo de pensamento crítico.

Seu estudo sugeriu que pessoas mais jovens e aquelas com menos educação são mais rápidas em descarregar o pensamento crítico para LLMs porque são menos confiantes em suas habilidades. (“Isso se tornou parte de como penso,” um estudante disse mais tarde aos pesquisadores.)

“É um modelo de linguagem extenso. Você acha que é mais inteligente que você. E você adota isso,” disse Gerlich, professor na SBS Swiss Business School em Zurique.

Ainda assim, Kosmyna, Gerlich e outros pesquisadores alertam sobre o risco de tirar conclusões abrangentes – nenhum estudo de longo prazo foi concluído sobre efeitos na cognição da tecnologia nascente. Os pesquisadores também enfatizam que os benefícios da IA podem, em última análise, superar os riscos, liberando nossas mentes para enfrentar pensamentos maiores e mais ousados.
Medos enraizados e avenidas para criatividade

O medo de que a tecnologia reestruture nossos cérebros não é nada novo. Sócrates alertou que a escrita faria os humanos se tornarem esquecidos. Em meados dos anos 1970, professores temiam que calculadoras baratas pudessem privar os alunos da capacidade de fazer contas simples. Mais recentemente, o surgimento de motores de busca suscitou temores de “amnésia digital”.

“Não faz muito tempo que todos estávamos em pânico sobre o Google estar nos tornando estúpidos e agora que o Google faz parte mais do nosso cotidiano, não parece tão assustador,” disse Sam J. Gilbert, professor de Neurociência Cognitiva na University College London.

“O ChatGPT é o novo alvo de algumas das preocupações. Precisamos ser muito cuidadosos e equilibrados na maneira como interpretamos esses achados” do estudo do MIT.

O artigo do MIT sugere que os autores de redações do ChatGPT ilustram “dívida cognitiva”, uma condição na qual contar com tais programas substitui os processos cognitivos trabalhosos necessários para o pensamento independente. As redações se tornam tendenciosas e superficiais. A longo prazo, tal dívida cognitiva pode nos tornar mais fáceis de manipular e sufocar a criatividade.

Mas Gilbert argumenta que o estudo do MIT também poderia ser visto como um exemplo do que ele chama de “transbordamento cognitivo”, ou descartar algumas informações para limpar a mente para pensamentos potencialmente mais ambiciosos.

“Só porque as pessoas dedicaram menos esforço mental à escrita das redações que os pesquisadores pediram que elas fizessem, isso não é necessariamente uma coisa ruim,” ele disse. “Talvez tivessem coisas mais úteis, mais valiosas que poderiam fazer com suas mentes.”

Especialistas sugerem que talvez a IA – a longo prazo e implantada corretamente – nos levará aumentar, não substituir o pensamento crítico.

O estudo da Wharton School em quase mil alunos do ensino médio turcos também incluiu um grupo que teve acesso a um programa tutor estilo ChatGPT com salvaguardas embutidas que forneciam dicas projetadas por professores em vez de dar as respostas.

Esses alunos tiveram desempenho extremamente bom e fizeram aproximadamente o mesmo que os alunos que não usaram IA quando foram solicitados a resolver problemas sem assistência, mostrou o estudo.

Mais pesquisas são necessárias sobre as melhores maneiras de moldar comportamentos do usuário e criar programas LLM para evitar danificar habilidades de pensamento crítico, disse Aniket Kittur, professor no Instituto de Interação Humano-Computador da Carnegie Mellon University. Ele faz parte de uma equipe que cria programas de IA projetados para acender faíscas criativas, não gerar saídas finalizadas, mas sem graça.

Um programa, chamado BioSpark, visa a ajudar os usuários a resolverem problemas por meio da inspiração no mundo natural – por exemplo, criar um suporte de bicicleta melhor para montar em carros.

Em vez de uma interface de texto sem graça, o programa pode exibir imagens e detalhes de diferentes espécies de animais para servir de inspiração, como o formato das pernas de um sapo ou a viscosidade do muco de um caracol que poderia espelhar um gel para manter as bicicletas seguras. Os usuários podem percorrer pesquisas científicas relevantes, salvando ideias à la Pinterest, e então fazer perguntas mais detalhadas ao programa de IA.

“Precisamos de novas formas de interagir com essas ferramentas que desbloqueiem esse tipo de criatividade,” disse Kittur. “Precisamos de formas rigorosas de medir quão bem-sucedidas essas ferramentas são. Isso é algo que só se pode fazer com pesquisa.”

Na nossa vida cotidiana, o uso de programas de inteligência artificial como o ChatGPT é evidente. Estudantes usam essa tecnologia para produzir trabalhos de conclusão de curso. Funcionários de escritório pedem a ajuda virtual para organizar calendários e escrever relatórios. Pais acionam a IA para criar histórias personalizadas na hora de dormir para as crianças.

Dentro dos nossos cérebros, ainda não está claro como o uso persistente da IA molda a mente.

À medida que nossa dependência em ter vasto conhecimento rapidamente sintetizado na ponta dos dedos aumenta, cientistas correm para entender como o uso frequente de programas de modelo de linguagem de grande escala, ou LLMs, afeta nossos cérebros. Eles investigam preocupações de que os recursos de IA enfraquecem capacidades cognitivas e reduzem a diversidade de nossas ideias.

Manchetes sobre como a a inteligência artificial está nos tornando estúpidos e preguiçosos viralizaram este mês após a divulgação de uma pesquisa do MIT Media Lab. Embora os pesquisadores alertem que este artigo científico e outros na área não chegaram a conclusões definitivas, o trabalho do MIT e outros pequenos estudos publicados este ano oferecem sugestões preocupantes.

Uma pesquisa no Reino Unido com mais de 600 pessoas publicado em janeiro encontrou “correlação negativa significativa entre o uso frequente de ferramentas de IA e habilidades de pensamento crítico”, já que usuários mais jovens, em particular, frequentemente dependiam dos programas como substitutos, não suplementos, para tarefas rotineiras.

Um estudo publicado na semana passada pela Escola Wharton da Universidade da Pensilvânia (EUA) mostrou que alunos do ensino médio na Turquia com acesso a um tutor ao estilo ChatGPT tiveram desempenho significativamente melhor ao resolver problemas de Matemática. Mas quando o programa foi retirado, tiveram desempenho pior do que os estudantes que não usaram nenhum tutor de IA.

E o estudo do MIT que ganhou grande atenção – e alguma reação negativa – envolveu pesquisadores que mediram a atividade cerebral de universitários enquanto usavam o ChatGPT para escrever redações no estilo do SAT (espécie de Enem americano) durante três sessões.

O trabalho deles foi comparado ao de outros que usaram o Google ou nada. Os pesquisadores equiparam 54 autores de redações com toucas cobertas de eletrodos que monitoram sinais elétricos no cérebro.

Os dados de EEG revelaram que os escritores que usaram o ChatGPT exibiram o menor engajamento cerebral e “consistentemente apresentaram desempenho inferior em níveis neurais, linguísticos e comportamentais”, conforme o estudo. Em última análise, eles produziram redações que soavam semelhantes e careciam de toques pessoais.

Professores de Inglês que leram os trabalhos os chamaram de “sem alma”. O grupo “apenas cérebro” mostrou as maiores ativações neurais e conexões entre regiões do cérebro que “correlacionavam com memória mais forte, maior precisão semântica e posse mais firme do trabalho escrito”.

Em uma quarta sessão, membros do grupo do ChatGPT foram convidados a reescrever uma de suas redações anteriores sem a ferramenta, mas os participantes se lembravam pouco do seu trabalho anterior.

Céticos apontam inúmeras limitações. Eles argumentam que a conectividade neural medida pelo EEG não indica necessariamente cognição pobre ou saúde cerebral. Para os participantes do estudo, os riscos também eram baixos – a entrada para a faculdade, por exemplo, não dependia da conclusão das redações. Além disso, apenas 18 participantes retornaram para a quarta e última sessão.

A principal pesquisadora do MIT, Nataliya Kosmyna, reconhece que o estudo foi limitado em escopo e, contrariamente às manchetes virais da internet sobre o papel, não estava avaliando se o ChatGPT está nos tornando menos inteligentes.

O artigo científico não foi revisado por pares, mas a equipe divulgou resultados preliminares para provocar conversas sobre o impacto do ChatGPT, particularmente em cérebros em desenvolvimento, e os riscos do ethos do Vale do Silício de lançar tecnologia poderosa rapidamente.

“Talvez não devêssemos aplicar esta cultura cegamente nos espaços onde o cérebro é frágil,” disse Nataliya Kosmyna em entrevista.

A OpenAI, empresa da Califórnia que lançou o ChatGPT em 2022, não respondeu aos pedidos de comentário. (O jornal Washington Post tem parceria de conteúdo com o OpenAI.)

Michael Gerlich, que liderou o estudo de pesquisa do Reino Unido, chamou a abordagem do MIT de “brilhante” e disse que mostrou que a IA está superestimulando o que é conhecido como “descarga cognitiva”, onde usamos uma ação física para reduzir as demandas em nosso cérebro.

Mas, em vez de descarregar dados simples – como números de telefone que uma vez memorizamos, mas agora armazenamos em nossos telefones – as pessoas que confiam em LLMs descarregam o processo de pensamento crítico.

Seu estudo sugeriu que pessoas mais jovens e aquelas com menos educação são mais rápidas em descarregar o pensamento crítico para LLMs porque são menos confiantes em suas habilidades. (“Isso se tornou parte de como penso,” um estudante disse mais tarde aos pesquisadores.)

“É um modelo de linguagem extenso. Você acha que é mais inteligente que você. E você adota isso,” disse Gerlich, professor na SBS Swiss Business School em Zurique.

Ainda assim, Kosmyna, Gerlich e outros pesquisadores alertam sobre o risco de tirar conclusões abrangentes – nenhum estudo de longo prazo foi concluído sobre efeitos na cognição da tecnologia nascente. Os pesquisadores também enfatizam que os benefícios da IA podem, em última análise, superar os riscos, liberando nossas mentes para enfrentar pensamentos maiores e mais ousados.
Medos enraizados e avenidas para criatividade

O medo de que a tecnologia reestruture nossos cérebros não é nada novo. Sócrates alertou que a escrita faria os humanos se tornarem esquecidos. Em meados dos anos 1970, professores temiam que calculadoras baratas pudessem privar os alunos da capacidade de fazer contas simples. Mais recentemente, o surgimento de motores de busca suscitou temores de “amnésia digital”.

“Não faz muito tempo que todos estávamos em pânico sobre o Google estar nos tornando estúpidos e agora que o Google faz parte mais do nosso cotidiano, não parece tão assustador,” disse Sam J. Gilbert, professor de Neurociência Cognitiva na University College London.

“O ChatGPT é o novo alvo de algumas das preocupações. Precisamos ser muito cuidadosos e equilibrados na maneira como interpretamos esses achados” do estudo do MIT.

O artigo do MIT sugere que os autores de redações do ChatGPT ilustram “dívida cognitiva”, uma condição na qual contar com tais programas substitui os processos cognitivos trabalhosos necessários para o pensamento independente. As redações se tornam tendenciosas e superficiais. A longo prazo, tal dívida cognitiva pode nos tornar mais fáceis de manipular e sufocar a criatividade.

Mas Gilbert argumenta que o estudo do MIT também poderia ser visto como um exemplo do que ele chama de “transbordamento cognitivo”, ou descartar algumas informações para limpar a mente para pensamentos potencialmente mais ambiciosos.

“Só porque as pessoas dedicaram menos esforço mental à escrita das redações que os pesquisadores pediram que elas fizessem, isso não é necessariamente uma coisa ruim,” ele disse. “Talvez tivessem coisas mais úteis, mais valiosas que poderiam fazer com suas mentes.”

Especialistas sugerem que talvez a IA – a longo prazo e implantada corretamente – nos levará aumentar, não substituir o pensamento crítico.

O estudo da Wharton School em quase mil alunos do ensino médio turcos também incluiu um grupo que teve acesso a um programa tutor estilo ChatGPT com salvaguardas embutidas que forneciam dicas projetadas por professores em vez de dar as respostas.

Esses alunos tiveram desempenho extremamente bom e fizeram aproximadamente o mesmo que os alunos que não usaram IA quando foram solicitados a resolver problemas sem assistência, mostrou o estudo.

Mais pesquisas são necessárias sobre as melhores maneiras de moldar comportamentos do usuário e criar programas LLM para evitar danificar habilidades de pensamento crítico, disse Aniket Kittur, professor no Instituto de Interação Humano-Computador da Carnegie Mellon University. Ele faz parte de uma equipe que cria programas de IA projetados para acender faíscas criativas, não gerar saídas finalizadas, mas sem graça.

Um programa, chamado BioSpark, visa a ajudar os usuários a resolverem problemas por meio da inspiração no mundo natural – por exemplo, criar um suporte de bicicleta melhor para montar em carros.

Em vez de uma interface de texto sem graça, o programa pode exibir imagens e detalhes de diferentes espécies de animais para servir de inspiração, como o formato das pernas de um sapo ou a viscosidade do muco de um caracol que poderia espelhar um gel para manter as bicicletas seguras. Os usuários podem percorrer pesquisas científicas relevantes, salvando ideias à la Pinterest, e então fazer perguntas mais detalhadas ao programa de IA.

“Precisamos de novas formas de interagir com essas ferramentas que desbloqueiem esse tipo de criatividade,” disse Kittur. “Precisamos de formas rigorosas de medir quão bem-sucedidas essas ferramentas são. Isso é algo que só se pode fazer com pesquisa.”

 

 

Fonte: Estadão e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/07/2025/16:47:42

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Perfil da Choquei no Instagram é desativada sem explicações

Até o momento a equipe da página ainda não se pronunciou oficialmente e nem falou acerca do motivo da instabilidade ou retirada da conta do ar. | Foto: Reprodução

A página com mais de 20 milhões de seguidores saiu do ar desde a última quinta-feira (03) e segue desativada. Saiba mais!

Uma das páginas de entretenimento mais famosas de todo o Brasil e que começou a fazer ainda mais sucesso durante a Pandemia da Covid-19, saiu do ar no Instagram desde a última quinta-feira (03).

Com mais de 20 milhões de seguidores na plataforma, o fato intrigou internautas e viralizou nas redes sociais. A informação repercutiu rapidamente no X (antigo Twitter), onde usuários relataram que o perfil principal da página havia sido “derrubado”.

Uma internauta escreveu: “Perfil da Choquei acabou de cair”. Outro usuário reforçou: “O Instagram da Choquei foi derrubado”.

Apesar disso, até o momento a equipe da página ainda não se pronunciou oficialmente e nem falou acerca do motivo da instabilidade ou retirada da conta do ar.

Vale destacar que o perfil da Choquei coleciona uma série de polêmicas que renderam duras críticas à página. No ano de 2023, a jovem Jéssica Canedo se tornou alvo de boatos sobre um suposto envolvimento com o humorista Whindersson Nunes. A repercussão do caso foi tão grande que a jovem tirou a própria vida.

Apesar do caso, a Polícia Civil do Rio de Janeiro concluiu que a página não teve responsabilização direta pelo caso. A conta apesar de desativada, ainda segue com o perfil alternativo Daily online no Instagram, bem como com a conta oficial no X funcionando normalmente.

 

Fonte: Nd+ e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/07/2025/09:08:18

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Justiça condena rede social a indenizar comerciante de Cuiabá após invasão de conta no Instagram

(Foto: Reprodução) – Uma comerciante de Cuiabá teve sua conta no Instagram invadida por hackers, que utilizaram sua imagem para aplicar golpes virtuais em seguidores e clientes.

A falha na segurança da plataforma resultou em uma condenação do Facebook Serviços Online do Brasil Ltda. ao pagamento de R$ 10 mil por danos morais.

A decisão foi unânime na Terceira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), sob relatoria do desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha.

Segundo os autos, a usuária foi notificada pela plataforma sobre um login suspeito, e, em segundos, perdeu o acesso à sua conta, que possuía mais de 4 mil seguidores. A partir disso, os invasores passaram a simular vendas e a solicitar dinheiro usando a identidade da comerciante. “Os hackers invadiram seu perfil no Instagram, se passando pela requerente e se aproveitaram do seu prestígio nas referidas redes, para, então, aplicar golpes em seus seguidores e clientes”, destacou a sentença mantida pelo TJMT.

A decisão apontou que houve falha grave na prestação do serviço e vulnerabilidade no sistema da empresa, que demorou a agir e não ofereceu canais adequados para impedir a continuidade das fraudes. “A atuação dos fraudadores somente foi possível devido à falha na segurança do aplicativo, que possibilitou a invasão na rede social da apelada”, afirmou o relator.

De acordo com o voto, além da responsabilidade objetiva prevista no Código de Defesa do Consumidor, o Facebook deve responder também pelo prolongamento da exposição vexatória da usuária. “O serviço prestado foi totalmente defeituoso nos termos do artigo 14, § 1º, do CDC”, pontuou o desembargador.

A empresa recorreu sob a alegação de que não poderia ser responsabilizada por ato de terceiro, mas o recurso foi rejeitado. O relator reforçou que a segurança dos dados é responsabilidade da plataforma: “Não pode, ademais, querer o réu transferir o risco de sua atividade ao usuário”.

O Tribunal também manteve multa cominatória (astreintes) para garantir o cumprimento da determinação judicial de restabelecer o controle da conta à usuária. A indenização de R$ 10 mil foi considerada adequada para compensar o abalo moral e coibir a repetição do dano. O valor dos honorários advocatícios foi majorado para 15% do total da condenação.

 

Fonte: O Documento e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/07/2025/14:13:57

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PF investiga ataque hacker a empresa de tecnologia que presta serviço a bancos nacionais

Foto:Reprodução | O ataque foi à empresa C&M Software, que administra a troca de informações e interliga instituições financeiras ao Sistema de Pagamentos Brasileiro do Banco Central, incluindo o PIX.

A Polícia Federal está investigando um ataque hacker contra uma empresa que presta serviço a instituições financeiras. O desvio pode ter chegado a centenas de milhões de reais.

O ataque foi à empresa C&M Software, que presta serviços para bancos menores. Ela administra a troca de informações e interliga instituições financeiras ao Sistema de Pagamentos Brasileiro do Banco Central, incluindo o PIX. Segundo o BC, o ataque não prejudicou clientes.

A C&M Software disse que a ação criminosa usou indevidamente informações de clientes para acessar de forma fraudulenta seus sistemas e serviços, que todos os sistemas críticos – mais sensíveis – seguem íntegros e operacionais, e que as medidas previstas nos protocolos de segurança foram integralmente executadas após a invasão.

A BMP foi uma das instituições financeiras atingidas. Disse que a invasão permitiu acesso indevido a contas reserva de seis instituições financeiras.

As contas reserva são uma exigência do Banco Central para todas as instituições financeiras. Elas são usadas apenas para transações entre os bancos e não têm qualquer relação com as contas ou dinheiro dos clientes. O dinheiro desviado pelo ataque saiu dessas contas das instituições bancárias.

A BMP disse ainda que nenhum cliente foi impactado ou teve seus recursos acessados; que adotou todas as medidas operacionais e legais cabíveis; e que conta com reservas suficientes para cobrir integralmente o valor impactado, sem prejuízo à sua operação ou a seus parceiros comerciais.

O Banco Paulista também foi vítima. Em um comunicado, afirmou que o ataque causou a interrupção temporária do serviço de PIX do banco e informou que a falha foi externa, não comprometeu dados sensíveis nem gerou movimentações indevidas.

Após a confirmação do ataque, o Banco Central determinou o desligamento do acesso entre a empresa de tecnologia que sofreu a invasão, a C&M, e as seis instituições financeiras atingidas. Por isso, os clientes dessas empresas não estão conseguindo fazer transações via PIX. O Banco Central e a Polícia Federal não informaram o valor exato do desvio. Mas fontes estimam um prejuízo de até R$ 800 milhões.

O BC também não informou quais foram os outros quatro bancos atingidos, mas afirmou que o ataque foi interrompido e que o sistema do Banco Central não foi afetado.

A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar os crimes de organização criminosa, furto mediante fraude, invasão de dispositivo de informática e lavagem de dinheiro.

LEIA TAMBÉM:

 “Roubo do século”? Entenda ataque hacker que pode ter desviado 1 bilhão de reais do Banco Central do Brasil

 

Fonte:  Jornal Nacional /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/07/2025/07:00:22

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Microsoft demitirá 9.000 funcionários e cancela games

Foto:© Getty Images | O corte ocorre dois meses após a gigante de tecnologia ter demitido 6.000 trabalhadores em maio. Não há informação se o Brasil será impactado pela medida anunciada nesta quarta-feira.

A Microsoft informou nesta quarta-feira (2) que demitirá 4% de seus funcionários em todo o mundo, cerca de 9.000 pessoas, de acordo com informações das agências de notícias AFP e Bloomberg.
O corte ocorre dois meses após a gigante de tecnologia ter demitido 6.000 trabalhadores em maio. Não há informação se o Brasil será impactado pela medida anunciada nesta quarta-feira.

“Continuamos implementando as mudanças organizacionais necessárias para melhor posicionar a empresa e suas equipes para o sucesso em um mercado dinâmico”, disse um porta-voz da companhia à AFP e à Bloomberg.

De acordo com a Bloomberg, o corte afetará todas as equipes, regiões e períodos de trabalho. A redução inclui a divisão de jogos, o que levou ao cancelamento de alguns games que estavam em desenvolvimento como “Everwild”, que estava sendo produzido com o mesmo estúdio responsável pelo “The Elder Scrolls Online”.

A divisão King, da Microsoft, terá cerca de 200 funcionários demitidos, o que representa 10% da equipe que produz o famoso game “Candy Crush”.

 

Fonte: Folhapress /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/07/2025/07:00:22

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“Roubo do século”? Entenda ataque hacker que pode ter desviado 1 bilhão de reais do Banco Central do Brasil

Foto: Ilustrativa | Prejuízo pode ter alcançado até R$ 1 bilhão com ataque hacker, segundo relatos, embora não haja confirmação oficial sobre valores desviados

Um ataque hacker sofrido por uma empresa que presta serviços para instituições provedoras de contas transacionais que não possuem meios de conexão própria abalou e caiu como uma bomba no sistema financeiro nessa terça-feira (1º/7).

Entenda o caso

A C&M Software, fundada em 1992, é a companhia responsável pela mensageria que interliga instituições financeiras ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) – o que engloba o ambiente de liquidação do Pix, sistema de transferências e pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central (BC) em 2020 e amplamente utilizado pelos brasileiros. O principal foco de atuação da empresa é o desenvolvimento de soluções para operações no ecossistema de pagamentos instantâneos.

A companhia confirmou que foi vítima de um ataque hacker. Embora até o momento não haja nenhuma informação oficial sobre valores, o prejuízo pode ter alcançado cerca de R$ 1 bilhão, segundo informações do site Brazil Journal. Relatos iniciais sobre o caso apontam que os hackers teriam desviado pelo menos R$ 400 milhões.

Ainda de acordo com o site, os criminosos teriam invadido os sistemas da C&M e tido acesso a inúmeras contas. Uma das instituições mais afetadas teria sido a BMP, uma provedora de serviços de “banking as a service” que está em operação desde 1999. No ano passado, a BMP reportou uma receita bruta de R$ 804 milhões e um lucro líquido de R$ 231 milhões.

Apesar de os nomes de todas as instituições financeiras afetadas não terem sido divulgados, estimativas iniciais apontam que cada banco ou fintech teria registrado perdas acima de R$ 50 milhões, em média.

O que dizem as empresas

Em nota, a C&M confirma que foi “vítima direta da ação criminosa, que incluiu o uso indevido de credenciais de clientes para tentar acessar de forma fraudulenta seus sistemas e serviços”.

“Por orientação jurídica e em respeito ao sigilo das apurações, a C&M não comentará detalhes do processo, mas reforça que todos os seus sistemas críticos seguem íntegros e operacionais e que as medidas previstas nos protocolos de segurança foram integralmente executadas”, diz a empresa.

A C&M informou ainda que está colaborando com as autoridades competentes, como o BC e a Polícia Civil de São Paulo, nas investigações sobre o ataque hacker. O Metrópoles também apurou que a Polícia Federal (PF) deve investigar o ataque cibernético contra a prestadora de serviços.

A BMP, também por meio de nota, afirmou que nenhum cliente foi atingido no ataque hacker.

“No caso da BMP, o ataque envolveu exclusivamente recursos depositados em sua conta reserva no Banco Central. A instituição já adotou todas as medidas operacionais e legais cabíveis e conta com colaterais suficientes para cobrir integralmente o valor impactado, sem prejuízo à sua operação ou a seus parceiros comerciais”, diz o comunicado.

A companhia diz ainda que continua operando normalmente, “com total segurança”, e “reforça seu compromisso com a integridade do sistema financeiro, a proteção dos seus clientes e a transparência nas suas comunicações”.

O BC, por sua vez, informou que “a C&M Software, prestadora de serviços de tecnologia para instituições provedoras de contas transacionais que não possuem meios de conexão própria, comunicou ataque à sua infraestrutura tecnológica”.

“O Banco Central determinou à C&M o desligamento do acesso das instituições às infraestruturas por ela operadas”, afirmou a autoridade monetária.

Fonte: Metrópoles/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/07/2025/12:00:53

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