Cerca de 30 denúncias de violações de direitos humanos são registradas por dia no Pará

Foto:DC Studio / Freepik | Nesta terça-feira (12/8), é celebrado o Dia Nacional dos Direitos Humanos e que reforça o compromisso do Brasil com a proteção e a promoção dos direitos fundamentais de todos os cidadãos

Cerca de 30 denúncias por dia de violação de direitos humanos foram registradas de janeiro deste ano até segunda-feira (11/8), no Pará.

Os números são do painel de dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, que engloba a quantidade desse tipo de situação envolvendo uma vítima e um suspeito, que pode conter uma ou mais violações na mesma denúncia. Ao todo, 6.792 denúncias foram computadas neste período.

O Dia Nacional dos Direitos Humanos, criado em homenagem à líder sindical Margarida Maria Alves, é celebrado nesta terça (12/8) e reforça o compromisso do Brasil com a proteção e a promoção dos direitos fundamentais de todos os cidadãos.

A advogada Suena Carvalho Mourão, especialista em direito administrativo e ex-presidente da Comissão Nacional de Promoção da Igualdade do Conselho Federal (CFOAB), conta que esta data lembra que, no Brasil, “defender direitos básicos pode custar a própria vida, e que a violência contra quem se levanta contra injustiças ainda é uma realidade”. Segundo ela, os direitos precisam ser protegidos todos os dias.

“Todos deveríamos ter acesso pleno ao direito à vida digna, à igualdade de oportunidades, à educação de qualidade, à saúde integral e à liberdade de ser e existir sem medo. Esses direitos são indivisíveis e interdependentes: negar um é fragilizar todos. Na prática, isso significa garantir segurança alimentar, acesso à moradia, combate à discriminação, inclusão social e respeito à diversidade. Não se trata apenas de um ideal, mas de uma obrigação legal e ética do Estado e da sociedade”, explicou.

Suena ressalta também que as maiores violações de direitos humanos ocorrem com a população negra, povos indígenas, mulheres, comunidade LGBTQIA+, PCDs, pessoas em situação de rua, imigrantes e pessoas que vivem em áreas periféricas.

“São grupos que enfrentam não apenas a ausência de políticas públicas adequadas, mas também o peso histórico do racismo, do machismo e de outras formas estruturais de opressão. Para mudar esse cenário, precisamos de políticas afirmativas robustas, orçamento público comprometido e fiscalização efetiva. É fundamental incluir essas populações na formulação das políticas que lhes dizem respeito: nada sobre nós sem nós”, afirmou.

A advogada ponderou avanços importantes na asseguração do tema, como, por exemplo: ampliação do arcabouço legal de proteção, como a Lei Maria da Penha, o Estatuto da Igualdade Racial, o reconhecimento jurídico das uniões homoafetivas e a criação de políticas afirmativas em universidades e concursos públicos.  “Essas conquistas nasceram de décadas de luta de movimentos sociais e da pressão por um Estado mais inclusivo”, explicou.

O trabalho da Seirdh

Em nota, a Secretaria de Estado de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh) informou que, em 2025, atendeu 47 denúncias de violações de direitos humanos no Pará. Em 2024, a Seirdh atendeu 77 demandas. Segundo a Secretaria, as principais demandas tratam sobre luta pela posse da terra, racismo, racismo religioso, violação de direitos e violência contra a população LGBTQI+.

A Seirdh, que foi criada em abril de 2023 com a missão de planejar e executar políticas públicas voltadas à proteção de diversos grupos vulneráveis e ao combate a violações, comunicou também que vem desenvolvendo iniciativas inovadoras e estruturadas em múltiplos eixos para a promoção dos direitos humanos.

Entre os principais projetos e políticas atuais da Seirdh, estão: Direitos Humanos nas Escolas, Juventude Empreendedora, Funtrad – Projeto Resgata Pará, Empodera, Observatório de Direitos Humanos do Pará, Educação do Olhar Inclusivo, Interiorização das Políticas e Leis para Educação Quilombola e Antirracista, Política de Memória, Verdade e Reparação, Conferências Estaduais, Proteção aos Defensores de Direitos Humanos (PPDDH), Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM).

A Seirdh abriga atualmente nove conselhos estaduais, tendo sido responsável pela implantação do décimo conselho, voltado à promoção de políticas para comunidades pela reativação de alguns que estavam paralisados, e está em processo de quilombolas, conforme Decreto nº 4.372/2024.

De acordo com a Secretaria, A atuação desses conselhos é paritária, envolvendo representantes do Governo do Estado e da sociedade civil, e contribui de forma decisiva para o avanço das pautas de direitos humanos, igualdade racial, juventude, diversidade sexual, combate à tortura e trabalho escravo no Pará.

As principais violações

A Seirdh informou que o Pará é o estado com maior número de conflitos de terra do Brasil, liderando em massacres e mortes no campo. “Os principais provocadores dos conflitos são fazendeiros, grileiros e garimpeiros, o que coloca comunidades indígenas, quilombolas e pequenos agricultores sob constante ameaça de invasão, intimidação e violência armada”, disse.

“Há aumento expressivo nas denúncias de racismo, principalmente após a expansão de canais de combate a crimes discriminatórios. O Pará é o único estado da Amazônia com delegacia especializada para esse tipo de crime. Casos de injúria racial entre estudantes, principalmente cotistas, em universidades e escolas, têm gerado mobilização e protestos por providências”, destacou.

Ainda conforme a Seirdh, o estado registra centenas de denúncias anuais de violência contra idosos, sendo a violência financeira a mais comum, seguida por agressões físicas e negligência, sendo a maior parte dos casos em Belém.

Com relação à população LGBTQIA+, a Secretaria apontou o enfrentamento de violações em múltiplos setores: na saúde (dificuldade de acesso a tratamentos, como para HIV), na educação (discriminação no uso de banheiros universitários e hostilidade nas salas de aula) e no sistema carcerário (transferência para presídios de maior risco, falta de assistência médica e respeito à identidade de gênero).

Além disso, a Seirdh falou também sobre feminicídio e violência contra a mulher. “Municípios como Ananindeua lideram estatísticas nacionais de feminicídio, com alta vulnerabilidade para mulheres negras e periféricas. O cenário demanda ações conjuntas de políticas públicas e apoio internacional”, frisou.

A Secretaria, por fim, comentou que a violência contra defensores de direitos humanos também está entre os principais registros. “O Pará é o estado com o maior número de violações contra defensores de direitos humanos: entre 2019 e 2022, foram registradas 143 ocorrências, inclusive assassinatos. A maior parte relacionada à defesa de territórios, meio ambiente e populações tradicionais”, pontuou.

Avanços nas políticas públicas

A Secretaria de Igualdade Racial e Direitos Humanos reforçou que, nos últimos anos, o Pará tem promovido avanços significativos nas políticas públicas de direitos humanos. Entre eles, a Seirdh destacou a criação da própria secretaria, que permitiu maior foco e eficiência no atendimento a grupos vulneráveis, e o fortalecimento da participação social por meio de conferências e reativação de conselhos.

“Houve ampliação de ações de promoção da igualdade racial, inclusão social da população LGBTQIA+ com programas como o EMPODERA+, e iniciativas voltadas à geração de emprego e renda para a juventude. A criação do Observatório de Direitos Humanos trouxe maior produção e transparência de dados, enquanto políticas para pessoas com deficiência, como a ‘Educação do Olhar Inclusivo’, reforçaram a inclusão e o combate ao capacitismo. Também ocorreu a interiorização das políticas para alcançar municípios do interior e o fortalecimento da articulação com órgãos federais e sociedade civil, consolidando o Pará como referência nacional em iniciativas intersetoriais e inclusivas”, observou.
O planejamento

Para este ano e 2026, a Secretaria contou que planeja dar continuidade ao investimento em atendimento direto à população e na ampliação das ações educativas voltadas para a promoção e defesa dos direitos humanos.

Entre as iniciativas previstas, há o lançamento de uma pós-graduação voltada à temática dos direitos humanos e igualdade racial, fruto de uma parceria estratégica com a Escola de Governança Pública do Estado do Pará (EGPA). O protocolo de intenção para viabilizar o curso será assinado nesta terça-feira (12/8), na sede da própria secretaria, marcando um passo importante para a capacitação de servidores e lideranças sociais.

“Além disso, a SEIRDH pretende fortalecer programas já existentes, ampliar a interiorização das políticas públicas, intensificar campanhas educativas contra discriminação e violência, e aprimorar a produção de dados por meio do Observatório de Direitos Humanos, garantindo que as ações cheguem a todos os municípios paraenses de forma integrada e participativa. A SEIRDH também tem como meta para este período consolidar e ampliar parcerias estratégicas com as comunidades quilombolas, fortalecendo as políticas públicas voltadas a esses territórios tradicionais”, relatou.

“Nesse sentido, está previsto o lançamento do Conselho Estadual Quilombola, que funcionará como espaço permanente de diálogo, formulação e monitoramento de ações específicas para a promoção da igualdade racial, garantia de direitos territoriais e valorização cultural. A iniciativa busca assegurar que as demandas apresentadas pelas lideranças quilombolas sejam incorporadas ao planejamento estadual, impulsionando o desenvolvimento sustentável, a proteção do patrimônio histórico e a preservação das tradições desses povos”, finalizou.
Proteção aos mais vulneráveis

“É muito simbólica a data que faz memória a uma mulher em um país que mata as mulheres nessa estrutura machista e patriarcal”, afirmou Eliana Fonseca, coordenadora geral da Sociedade Paraense em Defesa dos Direitos Humanos (SDDH).

Segundo ela, a lei que criou a data é um instrumento de conscientização e reflexão sobre a importância da promoção e defesa dos direitos humanos, especialmente para os mais vulneráveis. “Persiste a necessidade de lutarmos pela dignidade da pessoa humana em sua integralidade, como o direito à terra, à moradia, à cultura, ao lazer e de enfrentar todas as formas de violência contra mulheres, crianças, a juventude da periferia e a comunidade LGBTPIAPN+”, declarou.

A SDDH, fundada em 1977 por lideranças como Paulo Fonteles, atua historicamente na resistência contra violações ocorridas durante a ditadura militar. Hoje, a instituição mantém ações voltadas à formação e engajamento de lideranças por meio do curso anual de Direitos Humanos, que reúne trabalhadores rurais, indígenas, militantes do movimento negro e representantes de comunidades urbanas. Também articula uma rede de comunicadores e publica semestralmente o Jornal Resistência, fundado há 47 anos.

No campo jurídico, a entidade acompanha conflitos agrários, impactos das mudanças climáticas e casos de violações cometidas por agentes do Estado ou terceiros. Em 2024, divulgou o Cadernos da Resistência, revelando que 142 defensores e defensoras de direitos humanos estão ameaçados no Pará.

Entre os grupos mais vulneráveis, Eliana cita povos do campo, das águas e das florestas, mulheres, crianças e adolescentes. Ela destaca dados do Atlas da Violência que mostram salto de 35 mil para mais de 115 mil casos de violência contra crianças e adolescentes entre 2013 e 2023. “A violência tem várias facetas, do abandono à violência física, psicológica e sexual”, pontuou.

Ao avaliar avanços e retrocessos, a coordenadora lembrou conquistas como o voto feminino, a Constituição de 1988 e o Estatuto da Criança e do Adolescente, mas alertou para perdas recentes. “Enfrentamos retrocessos, como mudanças na legislação ambiental, no ECA e nas leis trabalhistas, além de ameaças à liberdade de imprensa”, observou.

Para ela, o maior obstáculo atual para efetivar políticas públicas é o avanço da extrema direita no Congresso Nacional. “Todas as conquistas históricas sofrem ataques desses grupos. A democracia, conquistada a custo de sangue de tantos mártires, sofre ameaça de pessoas que recentemente tentaram dar um golpe para voltar aos tempos de autoritarismo”, concluiu.🗞

 

Fonte:  O Liberal   /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/07:00:49

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Felca passa a andar com seguranças e carro blindado após vídeo sobre ‘adultização’

Youtuber Felca — Foto: Reprodução | A medida foi tomada após o Youtuber publicar vídeo denunciando o influenciador paraibano Hytalo Santos por exploração de menores.

O youtuber e humorista Felca afirmou que tem andado com carro blindado e seguranças para se proteger de ameaças depois de publicar vídeos com denúncias.

A declaração foi feita durante entrevista ao podcast PodDelas, no mesmo dia em que publicou um vídeo denunciando o influenciador paraibano Hytalo Santos por exploração de menores e fazendo um alerta sobre os riscos das redes para crianças e adolescentes. O conteúdo, de 50 minutos, soma quase 30 milhões de visualizações em menos de quatro dias.

Juíza alerta para riscos da adultização infantil e negligência das big techs

Ao falar sobre a própria segurança, o youtuber disse ao podcast que tem tomado os cuidados desde os vídeos em que critica o envolvimento de influenciadores com apostas esportivas:

“Comecei a andar com carro blindado e segurança. Muitas ameaças. A questão das bets, veio muitas ameaças. A questão da adultização, existe uma ameaça de processo. A gente conta com isso, que vai existir alguns processos aí. Mas, se ninguém fala, ninguém vai falar, cara. E eu não aguento”, declarou.

Felca ainda defendeu a responsabilização das plataformas e a restrição de conteúdos que abusam da exposição da imagem de crianças. No vídeo, o youtuber faz um compilado de denúncias sobre influenciadores que abusam da imagem de crianças e como o algoritmo funciona para divulgar esse tipo de conteúdo nas redes sociais.

O youtuber Hytalo Santos, denunciado por Felca, somava mais de 17 milhões de seguidores no Instagram, antes do perfil dele ter sido suspenso na semana passada. A maior parte dos vídeos dele no YouTube mostra menores de idade, com cenas de danças de teor sexual e adolescentes se beijando.

Ainda não há a confirmação se a suspensão do Instagram tem relação com a denúncia de Felca. O Ministério Público da Paraíba disse que apura, desde 2024, outras denúncias contra o influenciador também por exploração de menores.

Um levantamento feito pela GloboNews mostra que Disque 100 recebeu quatrocentas e 72 denúncias de erotização de crianças e adolescentes na internet este ano em todo o Brasil.

O que dizem as redes?

A Meta que é dona do Instagram, Facebook e WhatsApp, disse que não permite e remove das plataformas conteúdos de exploração sexual, abuso e nudez infantil, e também sexualização de menores.

O Telegram afirmou está comprometido em impedir que materiais de abuso infantil apareçam na plataforma e que aplica uma política rigorosa de tolerância zero.

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Após vídeo de Felca, Motta promete votar projetos de proteção a crianças nas redes

Câmara pode pautar projeto contra ‘adultização’ de crianças nas redes

 

 

Fonte:cbn.globo/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/07:00:49

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Câmara pode pautar projeto contra ‘adultização’ de crianças nas redes

(Foto: Reprodução) – Influenciador Felca fez campanha contra perfis que usam dessa prática

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), informou nesta segunda-feira (11) que vai pautar projetos que combatam ou restrinjam o alcance de perfis e conteúdos nas redes sociais que promovam a ‘adultização’ de crianças e adolescentes.

O tema ganhou enorme repercussão após denúncias do influenciador Felca Bress contra perfis que usam crianças e adolescentes com pouca roupa, dançando músicas sensuais ou falando de sexo em programas divulgados nas plataformas digitais.

“O vídeo do Felca sobre a ‘adultização’ das crianças chocou e mobilizou milhões de brasileiros. Esse é um tema urgente, que toca no coração da nossa sociedade. Na Câmara, há uma série de projetos importantes sobre o assunto. Nesta semana, vamos pautar e enfrentar essa discussão. Obrigado, Felca. Conte com a Câmara para avançar na defesa das crianças”, afirmou Motta em uma rede social.

O influenciador Felca tem exposto perfis com milhões de seguidores na internet que usam crianças e adolescentes em situações consideradas de adultos para aumentar as visualizações e arrecadar mais recursos, a chamada “monetização” dos conteúdos.

“Devemos cobrar em massa uma mudança nas redes sociais para que conteúdos como esses não sejam espalhados, permitidos nem monetizados. Tira o dinheiro dessa galera que tudo que eles fazem perde o sentido”, defendeu Felca nesse fim de semana.

A ‘adultização’ infantil se refere à exposição precoce de crianças a comportamentos, responsabilidades e expectativas que deveriam ser reservadas aos adultos. A prática pode provocar a erotização e apresentam efeitos que prejudicam o desenvolvimento emocional e psicológico das crianças, segundo a Instituto Alana, organização que trabalha na proteção da criança e do adolescente.

 

 

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/08/2025/17:04:59

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Após vídeo de Felca, Motta promete votar projetos de proteção a crianças nas redes

(Foto: Reprodução) – Após a repercussão, o perfil de Hytalo Santos no Instagram foi derrubado na sexta-feira (8).
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou neste domingo (10) que vai pautar, ainda nesta semana, projetos voltados à proteção de crianças nas redes sociais. A manifestação ocorre após repercussão nacional da denúncia feita pelo youtuber e humorista Felca contra o influenciador paraibano Hytalo Santos, acusado de exploração de menores.

No vídeo, publicado na última quarta-feira (6) e com quase 49 minutos de duração, Felca detalha supostas práticas do influenciador para embasar as acusações. A gravação ultrapassa 26 milhões de visualizações no YouTube, onde o criador de conteúdo possui mais de 5,2 milhões de inscritos. No Instagram, ele soma mais de 14 milhões de seguidores.

Após a repercussão, o perfil de Hytalo Santos no Instagram foi derrubado na sexta-feira (8).

“O vídeo do Felca sobre a adultização das crianças chocou e mobilizou milhões de brasileiros. Esse é um tema urgente, que toca no coração da nossa sociedade. Na Câmara, há uma série de projetos importantes sobre o assunto. Nesta semana, vamos pautar e enfrentar essa discussão. Obrigado, Felca. Conte com a Câmara para avançar na defesa das crianças”, escreveu Motta nas redes sociais.

 

LEIA MAIS: Saiba quem é Felca, influenciador que denunciou Hytalo Santos de produzir conteúdos para pedófilos assistirem; perfis de Hytalo e Kamylinha são derrubados

Fonte: Roma News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/08/2025/14:53:25

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Do tarô ao mapa astral: como o ChatGPT virou tendência no universo místico

Foto:Reprodução | Os possíveis acertos do ChatGPT são vistos apenas como coincidência – ou até mesmo manipulação – pela cartomante Gabriela Santos Pedroso, crítica da prática.

“Como ele se sente em relação a mim? Meu projeto no trabalho vai prosperar? Vou conseguir organizar minha vida financeira?”.

Essas foram algumas das perguntas que a cineasta Maya Süssekind, de 40 anos, fez ao ChatGPT quando buscou a ferramenta para tirar tarô. As respostas foram tão impactantes que a fizeram, além de acreditar em uma eventual mediunidade da plataforma – o que é veementemente negado por especialistas em Inteligência Artificial – indicar a prática para amigas.

– O chat foi muito certeiro, me dando até a data de quando algo aconteceria. Depois que se confirmou, não tive como não acreditar. Como ele me escuta e uso para outras atividades. Acaba me conhecendo muito e fala o que eu preciso ouvir. E nem são só coisas boas, às vezes, me dá até bronca – conta ela.

Foi um vídeo no Tik Tok explicando o passo a passo para tirar o tarô na plataforma que instigou a curiosidade do influenciador Jhonatan Sousa, de 26 anos. Mesmo sem acreditar piamente na efetividade, ele foi tirar a prova, e conta que sentiu um certo conforto com as respostas, em um momento de incerteza.

– O ChatGPT fez um resumo geral de como seriam meus próximos meses e gostei do que li. Me deu um certo alívio, ajudou a manter a calma e a me fazer pensar que tudo tinha seu tempo – lembra.

Assim como a cineasta e o influenciador, cada vez mais pessoas buscam o ChatGPT para atividades ligadas ao universo místico, como tarô, elaboração de mapa astral e análise de matriz do destino. A buscas por respostas do campo subjetivo na tecnologia, no entanto, é alvo de críticas de especialistas, que garantem não haver qualquer respaldo científico ou astral que confirmem a veracidade das informações fornecidas pela ferramenta de IA.

Os possíveis acertos do ChatGPT são vistos apenas como coincidência – ou até mesmo manipulação – pela cartomante Gabriela Santos Pedroso, crítica da prática. A profissional garante que a tecnologia não tem a intuição e o estudo necessários para a atividade e que para fazer a tiragem de tarô é preciso criar um link energético com a pessoa que pede a consulta, o que só um profissional capacitado consegue fazer.

– Quando vamos embaralhar as cartas, mentalizamos a pessoa que está na consulta. É como se a gente puxasse o campo vibracional dela e as cartas as traduzissem em forma de símbolos. O ChatGPT faz apenas uma dedução, interpreta a sua pergunta e busca uma resposta que você quer ouvir, o que pode acabar envenenando a cabeça das pessoas e trazer problemas de saúde mental – pondera.

Mas há quem veja o ChatGPT como um aliado e não como um adversário na busca por consulentes dentro do universo da tiragem de tarô. É o caso da cartomante e comunicadora na área da espiritualidade Brenda Sandri. Mas ela destaca que não dá para o chat substituir profissionais da área.

– As pessoas nunca vão deixar de ir, por exemplo, em um psicólogo, porque o ChatGPT dá conselhos. Quem tem uma cerreira bem consolidada, com uma rede social forte e com uma cartela de clientes grande, que indicam seu trabalho, não tem com o que se preocupar – avalia ela, que vê ainda utilidades na plataforma para sua atividade. – Pode ajudar elaborar perguntas para uma tiragem.

A elaboração de Mapa Astral na plataforma de IA é outra prática que tem ganhado adeptos, mas que também é alvo de ressalvas pela astróloga Maria Eduarda Rodrigues. Os comentários de suas clientes sobre a experiência fez com que ela também decidisse testar a funcionalidade do chatbot.

– Não passa de algo generalista onde se relata situações cotidianas e plausíveis com as quais alguém pode de fato se identificar. É uma questão de probabilidade, mas há um lado perigoso: quando pessoas tomam isso como algo implacável e arriscam tomar decisões na própria vida com base nas previsões do chat – destaca.

Especialistas em tecnologia veem o mesmo ponto com preocupação, já que garantem não haver qualquer ligação do ChatGPT com o universo místico ou espiritual. A ferramenta também não conta com nenhuma intervenção ou mediação humana durante a interação do usuário e a entrega das informações solicitadas.

Adriano Carezzato, professor do curso Dominando a IA: Ferramentas e Aplicações para Negócios, da Fundação Vanzolini, explica que o portal tem como principal premissa fornecer uma resposta “mais provável” para os questionamentos que recebe:

– É uma ferramenta que não se deve confiar plenamente nem quando são feitos questionamentos teóricos porque é falha, ainda mais com perguntas pessoais.

Ele explica ainda que o portal recolhe os dados compartilhados pelos usuários anteriores, para cada vez elaborar uma resposta mais do seu agrado e relacionada com a sua vivência.

 

Fonte: Agência Globo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/08/2025/14:00:56

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PF prende procurador de SP suspeito de abuso sexual contra filha de 8 meses

Foto: Reprodução | Perícia confirmou crime. Homem estava foragido desde a primeira fase de operação contra crimes relacionados à pedofilia. PGE instaurou procedimento administrativo que pode resultar em demissão.

A Polícia Federal prendeu, na tarde de sexta-feira (8), um procurador do estado de São Paulo suspeito de abusar sexualmente da própria filha bebê e de compartilhar e produzir material de abuso sexual infantil. Segundo a PF, uma perícia confirmou que o homem cometeu o crime contra a filha quando ela tinha apenas oito meses.

A Procuradoria Geral do Estado de São Paulo informou que acompanha as investigações e que instaurou procedimento administrativo que pode levar à demissão do procurador (leia íntegra da nota mais abaixo).

Pedofilia na internet: mais de 1 milhão de usuários do Telegram compartilham imagens de abuso sexual infantil — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
Pedofilia na internet: mais de 1 milhão de usuários do Telegram compartilham imagens de abuso sexual infantil — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Esta é a segunda fase de operação da PF que tem como objetivo investigar crimes decorrentes de pedofilia. Na primeira, em 18 de junho, o mesmo suspeito teve dispositivos apreendidos, sob indícios de compartilhamento e produção de material.

O procurador era considerado foragido e foi encontrado em hotel próximo ao Aeroporto de Congonhas.

A operação, batizada de Kore 32, é de responsabilidade da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos da PF. Além de estupro de vulnerável, os policiais envolvidos também apuram a posse, o compartilhamento e a produção de imagens de abuso sexual infantojuvenil pela internet.

Leia a íntegra da nota da Procuradoria Geral do Estado de São Paulo:

A Procuradoria Geral do Estado de São Paulo (PGE-SP) acompanha as investigações da Operação Kore 32 e instaurou procedimento administrativo que pode resultar na demissão do procurador. A Corregedoria e o Gabinete da Procuradora Geral mantêm contato permanente com as autoridades competentes, respeitando o sigilo legal, para garantir que todas as medidas adotadas estejam em plena conformidade com a legislação e com os princípios que regem a Administração Pública.

Fonte: g1/ Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/08/2025/21:15:09

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Cresce o número de jovens ‘low profile’; entenda o fenômeno

Foto: Reprodução | Nos últimos anos, um movimento silencioso tem ganhado força entre a nova geração: o estilo low profile. Longe de ser apenas uma tendência estética, trata-se de um comportamento que valoriza a discrição, a privacidade e a simplicidade, tanto na vida pessoal quanto na exposição nas redes sociais.

O termo low profile — que em tradução livre significa “perfil baixo” — descreve pessoas que evitam chamar atenção para si, preferem se manter fora dos holofotes e priorizam um círculo social restrito. Essa escolha contrasta com o estilo de vida mais exibicionista e expansivo que predominou na última década, marcado por postagens constantes, ostentação e busca por engajamento digital.

Segundo psicólogos e especialistas em comportamento digital, a adesão ao low profile pode estar relacionada à fadiga causada pelo excesso de informações e pela pressão social presente nas redes. “Vivemos numa era em que todos se sentem obrigados a mostrar algo o tempo todo. Para muitos jovens, se afastar desse cenário é uma forma de preservar a saúde mental e a individualidade”, explica a psicóloga comportamental Marina Oliveira.

O movimento também se reflete no consumo e no estilo de vida. Adeptos dessa filosofia tendem a optar por roupas mais neutras, ambientes mais calmos e interações mais significativas. Não se trata, necessariamente, de timidez ou isolamento, mas de uma escolha consciente por não compartilhar cada detalhe da vida.

Além disso, pesquisas recentes apontam que, para esses jovens, a privacidade se tornou um bem valioso. Uma enquete realizada pela consultoria digital Trends Insight revelou que 64% dos entrevistados de 18 a 25 anos afirmam ter reduzido a frequência de publicações pessoais e limitam o acesso a seus perfis.

No entanto, especialistas alertam que o low profile não deve ser confundido com desconexão total. Muitos adeptos continuam ativos digitalmente, mas de forma mais seletiva, priorizando conteúdos de interesse e interações genuínas.

A tendência, que antes era vista como exceção, hoje já começa a se consolidar como uma postura desejada. Em um mundo hiperconectado, o low profile surge como um contraponto — uma forma de resistência silenciosa à superexposição e à cultura da performance.

Fonte: Chellsen Carneiro/ Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/08/2025/21:01:13

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Tecnologia está transformando a produção de açaí na Amazônia. Saiba como!

Descubra como a rastreabilidade do açaí está promovendo a sustentabilidade e valorizando os produtores locais na Amazônia. | Divulgação

Projeto desenvolvido pela UFPA garante a implantação de um sistema inovador para monitorar, em tempo real, a cadeia produtiva do fruto, garantindo a origem do produto e ampliando o acesso a mercados.

A possibilidade de conferir a origem dos produtos oriundos da floresta amazônica pode ser um diferencial decisivo para ampliar o acesso a mercados que adotam critérios rigorosos de sustentabilidade e rastreabilidade. Atento a essa demanda, o Laboratório de Nanoestruturação 3D (LABNANO3D) da Universidade Federal do Pará (UFPA) desenvolveu um sistema inovador que combina QR Codes e Dispositivos Eletrônicos Remotos (DERs) para monitorar, em tempo real, a cadeia produtiva do açaí — um dos principais produtos da sociobiodiversidade amazônica.

O projeto busca não apenas aumentar a transparência sobre a procedência do fruto, como também valorizar os produtores locais e promover práticas mais sustentáveis ao longo de toda a cadeia. Com a tecnologia, será possível acompanhar o percurso do açaí desde a coleta até o consumidor final, oferecendo informações detalhadas sobre sua origem.

O professor do Instituto de Tecnologia da UFPA (Itec) e coordenador do Laboratório de Nanoestruturação 3D (LABNANO3D), Marcos Allan Leite dos Reis, explica que o sistema de rastreabilidade desenvolvido pelo laboratório consiste em códigos QRcode impressos em 3D, com ou sem nanotecnologia para encriptação, e um aplicativo. “Após o treinamento, o aplicativo é instalado nos celulares da comunidade, quando o agricultor familiar despacha sua produção, o barqueiro faz a varredura do código instalado na rasa (cesta de 14 kg), carregando os dados do agricultor e a quantidade de rasas fornecidas para compor o lote de produção”, explica. “Ao chegar no porto, a carga é conferida via App, o qual soma e identifica todo o lote, nesse momento é adicionada a informação do kg total do lote e despachada via caminhão para a fábrica que terá o relatório da carga antes mesmo de abrir a fábrica, com isso pode ajustar sua linha de produção”.

O professor explica que QRcode impresso com nanotecnologia possui Nanotubos de Carbono na sua última camada de impressão. “Essa nanopartícula apresenta assinatura espectral que confere inviolabilidade de dados ao código por meio da criptografia quântica. Essa tecnologia foi patenteada pela startup CaaetéCatu tecnologias Ambientais (Patente requerida n° BR 10 2023 008813 9 A2”.)”.

A partir do sistema de monitoramento de dados real-time, o comprador pode ter a confirmação de origem do açaí e, inclusive, constatar se ele foi oriundo de uma área de desmatamento ou não. O professor lembra, por exemplo, que o açaí de várzea é diferenciado do açaí de terra firme e essa informação pode ser conferida a partir do sistema de rastreabilidade. Da mesma forma, o sistema também é capaz de mostrar ao consumidor se o açaí que ele está comprando é oriundo de área preservada ou desmatada para monocultura, o que estimula a preservação ambiental.

Com potencial para ser aplicado no processamento na origem de outros produtos agroflorestais não madeireiros e madeireiros, um projeto piloto do sistema foi aplicado em dezembro de 2023, sendo bem recebido pelos produtores envolvidos. “O projeto foi financiado pelo Ministério de Desenvolvimento Regional e tinha como objetivo, além da criação da tecnologia, o treinamento da comunidade. Os produtores absorveram muito bem a tecnologia, mesmo porque o aplicativo foi desenvolvido para ser intuitivo e de fácil uso pelos elos da cadeia de valor do açaí”, aponta Marcos Allan Leite dos Reis.

Durante o andamento do projeto, inclusive, os pesquisadores do LABNANO3D observaram que outra demanda da cadeia do açaí poderia ser solucionada. Foi o início do projeto que prevê o desenvolvimento e a implantação de um sistema de tecnificação do açaí desde a origem na Comunidade Santo Antônio, em Igarapé-Miri.

“Durante a execução do projeto anterior, percebi que para implantar de forma exitosa a tecnologia de rastreabilidade era necessário organizar e tecnificar toda a cadeia na origem. Assim, em 2022 propomos esse projeto que consiste em instalar uma minifábrica container para processar o açaí na origem, reduzindo a dependência da comunidade de atravessadores, o que poderá aumentar a renda deles em 200%”, explica o professor, ao pontuar que o projeto é financiado pela FINEP e iniciou sua execução em abril de 2024. “O projeto está previsto para ser entregue até abril de 2027 com o sistema de rastreabilidade integrado ao mesmo”.

Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 09/08/2025/11:38:32

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Saiba quem é Felca, influenciador que denunciou Hytalo Santos de produzir conteúdos para pedófilos assistirem; perfis de Hytalo e Kamylinha são derrubados

Felca fez vídeo que já soma 3 milhões de visualizações sobre adultização de menores | Foto: Reprodução | Redes sociais

Vídeo com acusações contra colega digital ultrapassou 1 milhão de visualizações em poucas horas; paranaense classificou práticas como “circo macabro”

O influenciador digital Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, publicou um vídeo com acusações contra o também influencer Hytalo Santos. Na gravação, que ultrapassou 1 milhão de visualizações em poucas horas e já alcançou mais de 3 milhões, Felca denuncia o que considera ser a sexualização de crianças e adolescentes para obtenção de engajamento nas plataformas digitais.

No conteúdo, que tem quase 50 minutos de duração e aborda o tema da “adultização” de crianças na internet, o paranaense classificou as práticas de Hytalo como “nefastas” e um “circo macabro”. A denúncia rapidamente se espalhou pelas redes sociais, gerando repercussão entre seguidores de ambos os criadores de conteúdo.

“Uma das paradas mais cabulosas que envolvem crianças em conteúdos nefastos é o caso do Hytalo Santos com a Kamylinha. Olha que ideia super interessante o Hytalo teve: que tal pegar um monte de criança e adolescente no auge da puberdade e botar todo mundo numa espécie de reality show com bagunça e putaria, jogar pro Brasil inteiro e tirar uma grana? Mas que nível de insanidade a pessoa tem que ter pra fazer isso?”, diz no vídeo.

https://youtu.be/FpsCzFGL1LE

Quem é Felca

Felipe Bressanim Pereira tem 26 anos, nasceu em Londrina, no Paraná, e atualmente mora em São Paulo. Sua presença digital soma aproximadamente 20 milhões de seguidores entre YouTube, TikTok e Instagram.

Felca iniciou sua carreira na internet em 2012 com transmissões ao vivo de jogos eletrônicos. Com o tempo, diversificou seu conteúdo para vídeos humorísticos e comentários sobre diversos assuntos.

Em maio de 2023, ele publicou o vídeo “Testei a base da Virgínia”, uma paródia sobre um produto cosmético da influenciadora Virgínia Fonseca que estava sendo criticado por supostos problemas de qualidade. A gravação, onde aparece com o rosto coberto pelo produto, acumula mais de 19 milhões de visualizações no YouTube.

No TikTok, ganhou destaque com as chamadas lives de “personagem não jogável” (tradução de “non-playable character”), nas quais imita personagens com movimentos repetitivos e falas mecanizadas.

Sua popularidade o levou a participações em programas televisivos como “The Noite”, do SBT, e “De Frente com Blogueirinha”, da Dia TV. O influenciador afirmou que parte dos recursos financeiros obtidos através de suas transmissões foi destinada a instituições beneficentes.

Processos

No vídeo recente sobre “adultização”, Felca revelou que, durante sua investigação, seguiu perfis de menores de idade com sua conta principal, o que gerou polêmica. Mais de 200 pessoas na plataforma X o acusaram de ser pedófilo por essa ação, conforme divulgado pelo influenciador.

Ao final do vídeo, o youtuber anunciou que pretende processar essas pessoas, a menos que elas doem R$ 250 para uma instituição de proteção à infância e combate à exploração infantil. Seu advogado, João de Senzi, compartilhou uma lista com as contas que estão na mira e serão processadas caso não aceitem o acordo.

Fonte: O Tempo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/08/2025/14:56:35

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Instagram começa a liberar a opção de republicar postagens

Foto: Reprodução | Seu Instagram está prestes a mudar, pois agora a rede começa a liberar nesta quarta-feira (6) o recurso de republicar postagens. O TikTok, maior competidor da rede da Meta, já conta com a funcionalidade.

A partir desta quarta-feira (06), será possível republicar reels públicos e postos de terceiros no seu perfil. Aparecerá um novo botão de repostagem (com duas setas que se encontram) abaixo de todas as publicações. Ao usar o recurso, a publicação ficará exposta no seu feed para seus amigos. A Meta ressalta que contas públicas podem desativar a opção de republicação, indo em Configurações, na seção Compartilhamento.

No perfil de cada pessoa, haverá uma aba de republicações, onde será possível ver os reposts realizados.

“Reposts estão finalmente disponíveis. Agora vou republicar meus memes favoritos”, disse Mark Zuckerberg, CEO da Meta, em anúncio da funcionalidade.

Recurso de republicar postagens claramente busca aumentar a viralidade de conteúdos e o tempo gasto na plataforma. O TikTok conta com este mesmo recurso desde 2022.

Instagram terá mapa de amigos para a ver a localização ativa de contatos – por enquanto, só nos EUA. A funcionalidade, que deve chegar a mais países nos próximos meses, foi pensada para facilitar o encontro com amigos.

Atualização começa a ser liberada nesta quarta-feira (06) e chega aos poucos para todos os usuários da rede.

Fonte: TECH e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/17:23:22

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