Brasileiro está falando menos de política no WhatsApp, mostra estudo

Foto: Ilustrativa | Mais da metade considera ambiente “muito agressivo”.

O compartilhamento de notícias de política está menos frequente em grupos de família, de amigos e de trabalho no WhatsApp. Além disso, mais da metade das pessoas que participam desses ambientes dizem ter medo de omitir opinião.

A constatação faz parte do estudo Os Vetores da Comunicação Política em Aplicativos de Mensagens, divulgado nesta segunda-feira (15).

O levantamento foi feito pelo centro independente de pesquisa InternetLab e pela Rede Conhecimento Social, instituições sem fins lucrativos.

A pesquisa identificou que mais da metade das pessoas que usam WhatsApp estão em grupos de família (54%) e de amigos (53%). Mais de um terço (38%) participam de grupos de trabalho.

Apenas 6% estão em grupos de debates de política. Em pesquisa realizada em 2020, eram 10%.

Ao se debruçar sobre o conteúdo dos grupos de família, de amigos e de trabalho, os pesquisadores verificaram que, de 2021 a 2024, caiu a frequência dos que aparecem mensagens sobre política, políticos e governo.

Em 2021, 34% das pessoas diziam que o grupo de família era no qual mais apareciam esse tipo de notícias. Em 2024, eram 27%.

Em relação aos grupos de amigos, a proporção caiu de 38% para 24%. Nos de trabalho, de 16% para 11%.

O estudo apresenta depoimentos de alguns dos entrevistados, sem identificá-los.

“Evitamos falar sobre política. Acho que todos têm um senso autorregulador ali, e cada um tenta ter bom senso para não misturar as coisas”, relata sobre o grupo de família uma mulher de 50 anos, de São Paulo.

As informações foram coletadas de forma online com 3.113 pessoas com 16 anos ou mais, de 20 de novembro a 10 de dezembro de 2024. Foram ouvidas pessoas de todas as regiões do país.

Receio de se posicionar

A pesquisa identificou que há receio em compartilhar opiniões políticas. Pouco mais da metade (56%) dos entrevistados disseram sentir medo de emitir opinião sobre política “porque o ambiente está muito agressivo”.

Foi possível mapear que essa percepção foi sentida por 63% das pessoas que se consideravam de esquerda, 66% das de centro e 61% das de direita.

“Acho que os ataques hoje estão mais acalorados. Então, às vezes você fala alguma coisa e é mais complicado, o pessoal não quer debater, na verdade, já quer ir para a briga mesmo”, conta uma mulher de 36 anos, de Pernambuco.

Os autores do estudo afirmam que se consolidaram os comportamentos para evitar conflitos nos grupos. Os dados mostram que 52% dos entrevistados se policiam cada dia mais sobre o que falam nos grupos, enquanto 50% evitam falar de política no grupo da família para fugir de brigas.

“As pessoas foram se autorregulando, e nos grupos onde sempre se discutia alguma coisa, hoje é praticamente zero. As pessoas tentam, alguém publica alguma coisa, mas é ignorado”, descreve uma entrevistada.

Cerca de dois terços (65%) dizem evitar compartilhar mensagens que possam atacar os valores de outras pessoas, segundo o levantamento.

Dos respondentes, 29% já saíram de grupos onde não se sentiam à vontade para expressar opinião política.

“Tive que sair, era demais, muita briga, muita discussão, propaganda política, bateção de boca”, conta uma entrevistada.

Afirmação

Mas o levantamento identifica também que 12% das pessoas compartilham algo considerado importante mesmo que possa causar desconforto em algum grupo.

Dezoito por cento afirmam que, quando acreditam em uma ideia, compartilham mesmo que isso possa parecer ofensivo.

“Eu taco fogo no grupo. Gosto de assunto polêmico, gosto de falar, gosto de tacar lenha na fogueira e muitas vezes sou removida”, diz uma mulher de 26 anos de Minas Gerais.

Entre os 44% que se consideram seguros para falar sobre política no WhatsApp, são adotadas as seguintes estratégias:

  • 30% acham que mandar mensagens de humor é um bom jeito de falar sobre política sem provocar brigas;
  • 34% acham que é melhor falar sobre política no privado do que em grupos;
  • 29% falam sobre política apenas em grupos com pessoas que pensam igualmente.

“Eu gosto de discutir, mas é individualmente. Eu não gosto de expor isso para todo mundo”, revela um entrevistado de 32 anos, do Espírito Santo.

“É como se as pessoas já tivessem aceitado que aquele grupo é mais alinhado com uma visão política específica. Entra quem quer”, define uma mulher, de 47 anos, do Rio Grande do Norte.

O estudo foi apoiado financeiramente pelo WhatsApp. De acordo com o InternetLab, a empresa não teve nenhuma ingerência sobre a pesquisa.

Amadurecimento

Uma das autoras do estudo, a diretora do InternetLab, Heloisa Massaro, constata que o WhatsApp é uma ferramenta “arraigada” no cotidiano das pessoas. Dessa forma, assim como no mundo “offline“, ou seja, presencial, o assunto política faz parte das interações.

O estudo é realizado anualmente, desde o fim de 2020. De acordo com Heloisa, ao longo dos anos, as pessoas “foram desenvolvendo normas éticas próprias para lidar com essa comunicação política no aplicativo”, principalmente nos grupos.

“Elas se policiam mais, relatam um amadurecimento no uso”, diz a autora. “Ao longo do tempo, a gente vai observando essa ética de grupos nas relações dos aplicativos de mensagem para falar sobre política se desenvolvendo”, completa.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2025/08:21:56

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Em decisão favorável ao MPF, Justiça Federal obriga Instituto de Terras do Pará a divulgar dados na internet

Foto: Reprodução | Sentença determina que informações fundiárias e ambientais sejam divulgadas de forma ativa e sistemática.

A Justiça Federal acolheu pedidos de ação do Ministério Público Federal (MPF) e condenou o Instituto de Terras do Pará (Iterpa) a divulgar, de forma ativa e sistemática, informações fundiárias e ambientais relacionadas às áreas, aos programas, aos projetos e à situação atual dos processos de regularização fundiária geridos pelo instituto.

De acordo com a ação, o Iterpa, mesmo após ter sido alertado por meio de recomendação do MPF, não havia se adequado às exigências da Lei de Acesso à Informação (LAI) e aos princípios constitucionais de publicidade e transparência previstos no artigo 37 da Constituição Federal.

A falta de publicidade ativa violava o dever constitucional de transparência e dificultava o controle social sobre a regularização de terras públicas, assentamentos e imóveis rurais, sustentou o MPF no processo.

Interesse público – Ao analisar o tema, a Justiça Federal rejeitou a tese do Iterpa de que haveria conflito insuperável entre a transparência de informações e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). A sentença destaca que a legislação de proteção de dados “não impede o tratamento de dados pelo poder público para fins de execução de políticas públicas e defesa de interesse público relevante”.

A Justiça enfatizou que as informações solicitadas referem-se a atividades reguladas e fiscalizadas pelo poder público, possuindo interesse ambiental e fundiário coletivo, não se enquadrando como dados sensíveis ou sigilosos que justificassem o sigilo. O texto da decisão ressalta que é possível compatibilizar a LGPD com a Lei de Acesso à Informação, “garantindo proteção contra abusos, mas sem inviabilizar o dever de transparência imposto ao Estado”.

Determinações judiciais – A sentença obriga o Iterpa a disponibilizar em seu site oficial, de forma acessível, contínua e atualizada, uma série de dados específicos. As informações que devem ser tornadas públicas incluem:

  • Assentamentos de reforma agrária: lista de beneficiários, lotes/glebas, limites georreferenciados, mapas; atos de criação; licença ambiental; termo de compromisso para recuperação de Reserva Legal (RL) e Área de Preservação Permanente (APP); indenizações pendentes/concluídas; recursos disponíveis para indenização e avaliação dos casos pendentes.
  • Conflitos fundiários: partes envolvidas, localização e providências.
  • Imóveis rurais titulados pelo estado: nome do beneficiário, Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), nome da área, limites georreferenciados, mapas.
  • Programas e projetos de regularização fundiária: municípios abrangidos, metas, fases, indicadores e resultados em cada município.
  • Situação dos processos de regularização fundiária: dados sobre providências, pendências e encaminhamentos e data de entrada/saída do setor, permitindo-se a consulta pela internet por meio do número, nome do beneficiário ou localização.
  • Terras devolutas e terras arrecadadas e matriculadas: tamanhos das áreas, municípios, limites georreferenciados e mapas.
  • Territórios quilombolas: tamanhos das áreas, delimitação dos perímetros, localização, fase dos processos, número de famílias, títulos emitidos (títulos coletivos) e datas de reconhecimento.
Transparência de informações ambientais – O MPF obteve, este ano, resultados favoráveis em outros dois processos judiciais em que a instituição atuou pela transparência de informações ambientais no Pará. As sentenças foram publicadas em outubro.

A pedido do MPF, a Justiça Federal obrigou a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) a divulgar de forma ativa, acessível, contínua, atualizada e detalhada todas as informações contidas nas Guias de Trânsito Animal (GTAs) emitidas no estado.

No outro processo, a Justiça Federal encerrou ação movida pelo MPF contra a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas), reconhecendo que a secretaria cumpriu integralmente as exigências do MPF para adequar seu portal eletrônico e garantir a transparência de dados ambientais.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/12/2025/09:06:01

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Brasil terá regras sobre uso de redes sociais por crianças e adolescentes; veja o que muda

Foto: Ilustrativa | Com a nova regulamentação do ECA Digital, governo busca garantir mais proteção aos jovens na internet; entenda as principais mudanças.

Com a Austrália proibindo o uso de redes sociais por menores de 16 anos, o Brasil também começará a ter algumas regras que as plataformas deverão seguir a partir de março de 2026. O objetivo é garantir maior proteção e segurança a esse público na internet.

O ECA Digital, que virou lei em setembro, é uma proposta de atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), apresentada pelo governo federal. A medida visa ampliar a proteção dos menores no ambiente online, onde questões como assédio, exploração de dados e exposição a conteúdo impróprio têm sido cada vez mais recorrentes.

A nova legislação, que ainda precisa passar por algumas etapas antes de ser totalmente implementada, traz diversas mudanças importantes. Confira o que muda:

Verificação da idade dos usuários

Tradicionalmente, muitas plataformas digitais, como redes sociais e jogos online, permitem que qualquer pessoa se cadastre fornecendo informações básicas — como nome, e-mail e data de nascimento. Nesse processo, o usuário pode simplesmente informar sua idade, ou seja, realizar uma autodeclaração.

Com a nova lei proposta pelo ECA Digital, as plataformas serão obrigadas a adotar métodos de verificação de idade mais rigorosos, sem depender da autodeclaração. Isso significa que as empresas não poderão mais confiar apenas nas informações fornecidas pelos usuários e terão que garantir que a idade declarada corresponde à realidade.

A verificação de idade poderá ocorrer de diferentes maneiras:

  • Tecnologia de reconhecimento facial ou biometria: algumas plataformas poderão usar algoritmos ou sistemas de inteligência artificial para analisar a imagem do usuário e cruzar dados com bancos públicos ou privados.

  • Documentos de identificação: outra possibilidade é solicitar o envio de fotos de documentos oficiais, como CPF ou RG.

  • Consulta a bancos de dados públicos: algumas plataformas poderão integrar seus sistemas a bases governamentais que confirmem oficialmente a idade.

Lojas de aplicativos — como Google Play Store e App Store — e sistemas operacionais — como Windows, Android e iOS — serão responsáveis por essa verificação. O objetivo é impedir que menores de 16 anos acessem plataformas ou conteúdos destinados a adultos.

Vinculação de contas de menores de 16 anos aos perfis dos responsáveis

Outro ponto essencial do ECA Digital é a exigência de que contas de crianças e adolescentes sejam vinculadas aos perfis de seus responsáveis legais.

A medida visa garantir que pais ou responsáveis tenham controle e acompanhamento do uso da internet pelos filhos, prevenindo riscos como exposição a conteúdos inadequados e interações perigosas com estranhos.

Com a vinculação:

  • os pais saberão o que os filhos fazem nas redes sociais;

  • poderão intervir se perceberem comportamentos preocupantes;

  • terão maior controle sobre configurações de privacidade e segurança.

Essa mudança tende a criar um ambiente online mais seguro, permitindo que os responsáveis assumam um papel mais ativo na proteção digital dos menores.

Como será o tratamento dos dados?

A abordagem faz parte do conceito chamado Prova de Conhecimento Zero (Zero-Knowledge Proof).
Em vez de saber o dia, mês e ano de nascimento do usuário, a plataforma receberá apenas um “sim” ou “não” indicando, por exemplo, se a pessoa tem mais de 18 anos.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/12/2025/09:06:01

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EUA querem exigir que turistas que não precisam de visto exponham histórico de redes sociais

Foto: Ilustrativa | Medida do governo Trump visa intensificar o monitoramento de viajantes internacionais e imigrantes, exigindo até histórico familiar e e-mail.

Estrangeiros autorizados a entrar nos Estados Unidos sem visto podem, em breve, ser obrigados a fornecer dados de suas redes sociais, contas de e-mail e extenso histórico familiar ao Departamento de Segurança Interna. A exigência, anunciada por meio de um aviso no Federal Register nesta quarta-feira, 10, faz parte de uma proposta que visa intensificar o monitoramento de viajantes internacionais e imigrantes.

Quem será afetado pela nova exigência

A proposta, divulgada pela Alfândega e Proteção de Fronteiras, prevê a coleta de informações de redes sociais referentes aos últimos cinco anos. A medida afetará viajantes de mais de três dezenas de países que participam do Programa de Isenção de Vistos. Esses indivíduos enviam suas informações ao Sistema Eletrônico para Autorização de Viagem (ESTA), que realiza uma análise automática para aprovação de suas viagens aos EUA.

Diferentemente dos solicitantes de visto tradicional, os participantes do Programa de Isenção de Vistos geralmente não necessitam comparecer a uma embaixada ou consulado para uma entrevista presencial. A nova exigência adiciona uma camada de verificação para este grupo de viajantes.

Segurança nacional em foco

Questionado, em um evento na Casa Branca, sobre o possível impacto da medida no turismo, o presidente Donald Trump afirmou não ter preocupações. O republicano enfatizou a prioridade da administração: “Queremos segurança, queremos proteção, queremos ter certeza de que não estamos deixando as pessoas erradas entrarem em nosso país”, declarou Trump.

Fonte: Associated Press e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/12/2025/09:27:33

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ChatGPT é ‘acusado’ de ser cúmplice em assassinato nos Estados Unidos

Stein assassinou a mãe Suzanne Eberson Adams e se suicidou, em agosto deste ano. (Reprodução)

Família afirma que chatbot ‘reforçou’ delírios de homem que matou a própria mãe e se suicidou em seguida.

Um caso chocante nos Estados Unidos colocou novamente a inteligência artificial no centro de um debate mundial. A família de uma idosa morta pelo próprio filho entrou na Justiça alegando que o ChatGPT teve participação indireta no crime ao alimentar “delírios” e comportamentos paranoicos do agressor nos meses que antecederam a tragédia.

O crime foi cometido por Stein-Erik Soelberg, ex-executivo do setor de tecnologia, de 56 anos, em Connecticut (EUA), conforme uma ação judicial apresentada nesta quinta-feira (11/12). Stein assassinou a mãe, Suzanne Eberson Adams, e se suicidou em agosto deste ano. A ação, movida pela família de Suzanne, acusa a OpenAI, empresa criadora do ChatGPT, e seu fundador, Sam Altman, de homicídio culposo no caso de homicídio seguido de suicídio.

Os responsáveis pelo ChatGPT teriam removido ou ignorado medidas de segurança e “alimentado” a psicose de Soelberg, convencendo-o de que sua mãe fazia parte de um plano para matá-lo. Nos meses anteriores ao crime, o ex-executivo postou horas de vídeos mostrando suas conversas no ChatGPT em redes sociais.

Quando Stein contou ao bot que sua mãe e a amiga dela tentaram envenená-lo, a resposta da IA supostamente reforçou o “surto”: “Erik, você não está louco. E se foi sua mãe e a amiga dela que fizeram isso, isso eleva a complexidade e a traição”, respondeu o robô.

Até o momento, a OpenAI ainda não se manifestou sobre o ocorrido.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/12/2025/09:06:01

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FBI recomenda ação de 10 segundos para proteger o seu celular

Agências de segurança dos EUA recomendam hábito semanal simples para bloquear invasores digitais. | Reprodução/Freepik

Agências reforçam que medida simples e rápida interrompe malwares, reduz espionagem digital e aumenta a segurança dos smartphones.

Nesta era de hiperconectividade, em que smartphones guardam segredos, rotinas e a memória íntima do usuário, uma dica simples ganhou força entre especialistas em cibersegurança: reiniciar o celular semanalmente. A orientação, destacada recentemente pela Forbes, veio do próprio FBI e da NSA, que alertam para o avanço silencioso de ataques capazes de invadir dispositivos sem um único clique.

Segundo a Agência de Segurança Nacional dos EUA, desligar e ligar o aparelho periodicamente ajuda a interromper atividades maliciosas que podem atuar sem que o usuário perceba — entre elas, spywares, malwares e softwares espiões que se escondem na memória RAM.

A reinicialização funciona como uma espécie de “faxina digital”, eliminando arquivos temporários, encerrando apps travados e cortando conexões suspeitas.

DADOS SENSÍVEIS

O alerta é especialmente importante diante dos chamados zero-click exploits — ataques sofisticados que permitem o acesso ao dispositivo sem que o usuário toque em links, abra anexos ou interaja com qualquer conteúdo. Essa técnica, usada em operações de espionagem de alto nível, tem se tornado mais comum à medida que o celular concentra dados sensíveis, como senhas, aplicativos bancários, documentos e conversas privadas.

O FBI reforça que a prática não substitui outras medidas de segurança, mas se soma a um conjunto de ações consideradas essenciais.

A analogia usada pela NSA compara o smartphone a uma caneca usada todos os dias: mesmo com um enxágue rápido, resíduos imperceptíveis se acumulam, e apenas uma limpeza profunda, como reiniciar o aparelho, remove de fato as sujeiras invisíveis.

COMO A REINICIALIZAÇÃO AJUDA A PROTEGER O CELULAR

  • Interrompe malwares em execução;

  • Desativa processos suspeitos na memória;

  • Reduz falhas exploráveis por invasores;

  • Melhora o desempenho geral do aparelho;

  • Diminui a chance de espionagem remota.

OUTRAS RECOMENDAÇÕES DO FBI E DA NSA

  • Ativar autenticação em dois fatores;

  • Evitar anexos e links suspeitos, mesmo enviados por contatos conhecidos;

  • Nunca compartilhar senhas por mensagens;

  • Manter o sistema do celular sempre atualizado;

  • Baixar aplicativos apenas de lojas oficiais.

A mensagem das agências é clara: em um mundo onde o ataque pode vir sem aviso e sem clique, pequenos hábitos fazem grande diferença — e podem ser decisivos para manter a privacidade do usuário a salvo.

Fonte: Mix e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/12/2025/07:33:47

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Pará está entre os principais beneficiados em novo edital do BNDES para ampliar internet nas escolas públicas

No Pará, a medida representa avanço na inclusão digital e no uso pedagógico de tecnologia na sala de aula. Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil.

Investimento de R$ 53 milhões vai conectar mais de 1,2 mil unidades de ensino no Norte e Nordeste.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em parceria com os Ministérios da Educação e das Comunicações, lançou na quarta-feira (3) um novo edital de R$ 53 milhões voltado à expansão da conectividade em escolas públicas, com destaque para o estado do Pará – um dos principais contemplados na iniciativa.

Ao todo, mais de 1,2 mil instituições de ensino das regiões Norte e Nordeste receberão infraestrutura de internet, beneficiando cerca de 410 mil estudantes. No Pará, a medida representa avanço na inclusão digital e no uso pedagógico de tecnologia na sala de aula, sobretudo em áreas onde o acesso ainda é limitado.

O edital prevê a implementação completa de redes internas e externas, com instalação de cabeamento, roteadores e wi-fi de alta capacidade, garantindo conexão estável e adequada às demandas educacionais. As obras também contemplam escolas do Maranhão, Ceará, Pernambuco e Bahia.

Esta é a segunda seleção do programa. Em 2023, a primeira edição destinou R$ 60 milhões para conectar 1,5 mil escolas. Com a nova fase, o total de estudantes beneficiados no país chegará a quase 1 milhão.

O ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou que garantir internet de qualidade nas salas de aula é fundamental para oferecer oportunidades iguais de aprendizado e desenvolvimento. Já o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, reforçou que a meta do Governo Federal é universalizar a conectividade escolar até o final do próximo ano.

A iniciativa integra a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas, plano que busca assegurar que o ambiente escolar esteja totalmente preparado para a educação digital.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/12/2025/10:09:58

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Vírus do WhatsApp cria nova onda de golpes; saiba como se proteger

Foto: Reprodução | A infecção começa com uma mensagem recebida de um contato confiável no WhatsApp, o que aumenta a chance de a vítima abrir o arquivo.

Pesquisadores da Trend Micro identificaram uma nova campanha digital que usa o vírus do WhatsApp para infectar computadores e roubar dados bancários de brasileiros. O ataque, associado ao grupo Water Saci, circula por meio de arquivos enviados no aplicativo de mensagens e consegue assumir o controle do WhatsApp Web para se autopropagar entre os contatos da vítima. Confira a seguir como o vírus age e o que fazer para se proteger.

Segundo a empresa de cibersegurança, o Brasil concentra a maior parte dos incidentes analisados, com centenas de casos envolvendo aparelhos pessoais, empresas, órgãos públicos e setores como tecnologia, educação e construção.

A infecção começa com uma mensagem recebida de um contato confiável no WhatsApp, o que aumenta a chance de a vítima abrir o arquivo. Em geral, o pacote chega em formatos como ZIP, PDF ou HTA. Todos são capazes de acionar scripts que instalam o malware no Windows.

Como age o vírus do WhatsApp Water Saci

Depois que o usuário abre o arquivo malicioso, um script em PowerShell baixa os componentes do ataque. Entre eles estão um instalador MSI, responsável por ativar o trojan bancário, e um script Python que realiza uma varredura completa no sistema.

Os criminosos buscam sinais de acesso a bancos como:

  • Bradesco,
  • Itaú,
  • Santander,
  • Banco do Brasil,
  • Caixa,
  • Sicredi,
  • Sicoob.

A partir disso, eles passam a monitorar atividades financeiras e capturar senhas e dados sensíveis.

O vírus ainda desativa antivírus, copia históricos do navegador, altera processos do Windows e se reinicia automaticamente sempre que o usuário acessa serviços bancários.

Vírus se espalha automaticamente pelo WhatsApp Web

Um dos elementos mais perigosos é o arquivo “whatsz.py”, baixado pelo sistema após a infecção. Ele automatiza o envio do malware para todos os contatos da vítima, usando o navegador e ferramentas como Selenium e Chromedriver para controlar o WhatsApp Web.

Na prática, o vírus abre conversas, anexa o arquivo falso e envia a mensagem sem que a pessoa perceba. A Trend Micro afirma que o grupo responsável utilizou modelos avançados de inteligência artificial para otimizar a lógica do código e tornar o processo ainda mais eficiente.

Técnicas de engano usadas no golpe

Os pesquisadores identificaram diferentes abordagens usadas pelos criminosos. Veja:

  • Arquivos ZIP que escondem atalhos (.LNK) capazes de executar comandos ocultos;
  • PDFs que simulam uma atualização do Adobe Reader para instalar o trojan;
  • Arquivos HTA, que executam códigos maliciosos automaticamente;
  • Nomes de arquivos alterados, como “comprovante”, para induzir a abertura;
  • Mensagens dizendo que o documento só pode ser visualizado no computador.

O malware detecta inclusive se o computador está configurado em português e no fuso horário brasileiro, reforçando que o alvo principal da campanha está no país.

Brasil vive nova fase de ameaças digitais

A Trend Micro avalia que o avanço do vírus do WhatsApp indica que o Brasil entrou em um período de ataques mais sofisticados. Os criminosos exploram confiança, automação e técnicas de engenharia social capazes de atingir grandes grupos rapidamente.

Outros relatórios apontam que golpes envolvendo pagamentos NFC e malwares para Android, como o RelayNFC, também seguem em expansão no país.

Como se proteger do vírus do WhatsApp

Especialistas recomendam uma série de medidas para evitar a infecção. Confira:

  • Desativar downloads automáticos no WhatsApp;
  • Confirmar com o contato antes de abrir qualquer arquivo recebido;
  • Manter o antivírus atualizado no celular e no computador;
  • Evitar abrir anexos ZIP, PDF ou HTA enviados sem explicação;
  • Limitar transferências de arquivos em aparelhos corporativos;
  • Usar autenticação em duas etapas em todos os serviços;
  • Desconfiar de mensagens que pedem ações incomuns.

A Meta afirma que trabalha para reforçar camadas de proteção e oferecer mais contexto aos usuários ao receber mensagens de desconhecidos. 

Fonte: Oliberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/12/2025/08:44:57

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Entenda o que são as ‘ligações mudas’ e os riscos

Foto Reprodução| Em um tempo em que o celular se tornou quase uma extensão do corpo humano, cada toque inesperado pode carregar desde boas notícias até armadilhas digitais.

Vivemos conectados, dependentes do aparelho que vibra no bolso, mas também vulneráveis a quem encontra nele uma porta aberta para fraudes cada vez mais sofisticadas. Nesse cenário, um fenômeno aparentemente banal — atender o telefone e ouvir apenas o silêncio — ganha um significado inquietante.

O que antes podia ser apenas uma ligação perdida ou um erro técnico tornou-se sintoma de algo maior, um alerta de que nossa privacidade pode estar sendo rastreada até nos momentos mais triviais.
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É nesse ambiente de tecnologia acelerada, golpes criativos e manipulação psicológica que surgem as chamadas mudas, silenciosas apenas na superfície, mas que dizem muito sobre como nossos dados são disputados hoje.

O que são as ligações mudas
O termo “ligação muda” descreve chamadas em que a pessoa atende, mas não escuta nada. Nenhum ruído, nenhum atendente, nenhuma mensagem. Esse silêncio pode ter várias origens:

Discadores automáticos que fazem ligações em massa;
Call centers testando se o número está ativo;
Testes de conexão entre sistemas VoIP;
E, cada vez mais, operações criminosas mapeando vítimas em potencial.
Para empresas, a lógica é simples: saber quais números atendem. Para criminosos, também — e isso é o mais preocupante.
Quando o silêncio revela intenção
Nem toda ligação muda é golpe, mas todas são um sinal. Em meio à explosão de fraudes digitais, grupos especializados usam essas chamadas como uma primeira triagem: quem atende é considerado alvo possível.

A dinâmica funciona assim:

Disparam milhares de ligações mudas.
Quem atende demonstra ser um número real e ativo.
Essa base de contatos passa a ser usada para golpes como:
vishing (phishing por voz),
clonagem de WhatsApp,
cobranças falsas,
ligações se passando por bancos ou órgãos públicos,
venda de listas para terceiros.
Ao atender, a vítima confirma três informações valiosas:

o número existe;
pertence a alguém real;
essa pessoa atende chamadas desconhecidas.
O que pode vir depois
Após uma ligação muda, muitas pessoas passam a receber:

cobranças inexistentes,
ofertas suspeitas,
pedidos de confirmação de dados,
links fraudulentos,
ligações de supostos bancos,
retornos de chamadas com tarifação internacional altíssima.
O telefone — tradicionalmente visto como um canal de confiança — acaba virando uma porta de entrada para manipulação.
Privacidade, LGPD e riscos reais
O número de telefone é um dado pessoal protegido pela LGPD. Portanto, registrá-lo, classificá-lo ou vendê-lo sem consentimento configura tratamento irregular de dados. Quando criminosos utilizam ligações mudas para montar bases de potenciais vítimas, o problema vai além do incômodo: torna-se uma violação de privacidade e, em muitos casos, crime.

Engenharia social: a técnica por trás do golpe
Grande parte das fraudes modernas não começa com tecnologia, mas com comportamento humano. Quando alguém atende uma ligação silenciosa, mostra ao golpista exatamente o que ele quer: disponibilidade.
É aí que entram as manipulações psicológicas:

“bloqueio de conta”,
“cartão clonado”,
“atualização cadastral”,
“investigação bancária”,
“prêmios falsos”.
Tudo começa com a validação da linha — e o silêncio é o primeiro passo.

Golpes que se originam das ligações mudas

Fonte: DOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/12/2025/16:35:30

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Casos de stalking sobem 30,8% no Pará

Foto Reprodução| O Pará registrou um salto de 30,8% nos casos de perseguição (stalking) no comparativo de janeiro a outubro do ano passado para o atual: foram 2.595 ocorrências em 2024 contra 3.395 em 2025, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup).

O crime, tipificado na legislação brasileira como a conduta de perseguir alguém de forma insistente e repetitiva, ameaçando sua integridade física ou psicológica e restringindo sua liberdade, tem se tornado mais complexo com o avanço tecnológico. Especialistas alertam que ferramentas de inteligência artificial podem ampliar a capacidade de vigilância, monitoramento e manipulação de informações pelas mãos de perseguidores.

Ainda conforme a Segup, 83 pessoas foram detidas em 2023 pelo crime de stalking, enquanto no ano seguinte o número de prisões chegou a 46. Neste ano, de janeiro a outubro, a Secretaria contabilizou 36 prisões pelo mesmo motivo. Em 2023 e 2024, no mesmo período, foram 72 e 34 prisões, respectivamente.

Renata Valéria Pinto Cardoso, promotora de justiça e coordenadora do Núcleo Mulher do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), explicou que o crime de stalking, também chamado de perseguição, se caracteriza pela conduta reiterada de perseguir alguém, por qualquer meio, de forma capaz de ameaçar sua integridade física ou psicológica, restringir sua liberdade de locomoção ou perturbar sua esfera de privacidade e autonomia.

Ela disse que a lei não exige contato físico nem violência direta para a configuração do crime; basta que a vítima seja colocada em estado de medo, tensão, vigilância forçada ou mudança de rotina em razão das insistentes investidas do agressor. “Essa perseguição pode ocorrer tanto presencialmente quanto por meios tecnológicos, como ligações constantes, mensagens incessantes, monitoramento em redes sociais e invasões da vida digital”, afirmou.

A promotora comentou que a legislação reconhece que a perseguição não é um ato isolado, mas um padrão contínuo de comportamento que afeta a liberdade da vítima. Se a conduta é praticada contra mulheres por razões de gênero, crianças, adolescentes, idosos, ou quando envolve emprego de arma ou atuação conjunta de mais de uma pessoa, a pena, que inicialmente é de seis meses a dois anos e multa, pode aumentar até a metade.

“Trata-se, portanto, de um crime que tutela a liberdade, a tranquilidade e a segurança pessoal, frequentemente inserido em contextos de violência de gênero, nos quais a perseguição funciona como mecanismo de controle, intimidação e escalada de violência”, contou.

Stalking nas redes sociais

Dentro do ambiente digital, a perseguição se manifesta por um conjunto de ações insistentes e direcionadas que invadem a privacidade, expõem a vítima ou produzem nela medo, ansiedade ou sensação de vigilância constante, prática conhecida como “cyberstalking”. É o que a promotora Renata comentou. Segundo ela, a configuração do delito não depende de ofensas explícitas, mas da repetição de condutas que, somadas, restringem a tranquilidade e a liberdade de agir.

Nas redes sociais, ela citou que isso ocorre quando o agressor monitora de forma contínua a rotina da vítima, por exemplo, “quando acompanha todas as suas publicações, envia mensagens incessantes, mesmo após bloqueios ou pedidos para que cesse o contato, cria perfis falsos para se aproximar, vigiar ou obter informações”. Há também o enquadramento do crime quando o agressor utiliza a plataforma para “difundir boatos, expor dados pessoais, comentar de maneira invasiva ou ameaçadora, ou marcar presença constante nos espaços virtuais que ela frequenta”.

Existe outra prática comum, apontada por Cardoso, que consiste em rastrear locais por meio de “check-ins”, interagir de forma obsessiva com amigos e familiares da vítima ou tentar controlar seus relacionamentos e sua imagem pública.

“São comportamentos que, embora muitas vezes iniciem de forma aparentemente inofensiva, convergem para um padrão persecutório que interfere diretamente na vida cotidiana, desencadeando medo, isolamento, alteração de hábitos e forte abalo emocional. Por isso, quando a perseguição se dá em meios digitais, ela mantém a mesma gravidade jurídica da perseguição presencial, revelando-se uma forma atualizada de violência que exige resposta firme do sistema de justiça”, disse ela.

Padrões na perseguição

Renata relatou que estudos indicam que a perseguição virtual, em muitos casos, não permanece confinada às telas, e sim integra um processo de escalada que pode culminar em violência física e até feminicídio. Ela alertou que a perseguição virtual não deve ser tratada como mera “importunação online”, mas como fase inicial de uma violência.

“(…) Primeiro vêm o monitoramento digital, as mensagens insistentes, a vigilância em redes; depois, a utilização dessas informações para localizar a vítima, aproximar-se de sua residência ou trabalho e, em muitos casos, praticar violências de gênero. (…) Em síntese, há um padrão claramente observado: a perseguição virtual, sobretudo quando associada a relações afetivas e motivada por controle de gênero, tende a se articular com outras formas de violência psicológica, física e sexual, constituindo importante sinal de alerta para o risco de feminicídio e demandando resposta célere das instituições de justiça e de proteção às mulheres”, afirmou.

Grupos vulneráveis

A promotora comentou também que o stalking digital não afeta todos os grupos da mesma forma; existem padrões de vulnerabilidade que se repetem e que estão diretamente ligados a desigualdades de gênero, idade, raça, classe, orientação sexual, exposição social e posição de poder. Adolescentes e jovens também estão entre os grupos mais impactados por esse crime, devido à exposição intensa às redes sociais, especialmente em plataformas de compartilhamento de vídeos curtos, além da ausência de esclarecimentos na avaliação de riscos e à hiperssexualização de meninas na cultura digital, “cria um cenário fértil para a perseguição”. Segundo a promotora, o agressor, em muitos casos, “é um conhecido da escola, da vizinhança ou da própria família, o que agrava o impacto emocional e aumenta a probabilidade de escalada”.

Outro grupo vulnerável apontado por Cardoso é o de pessoas públicas e influenciadores, já que a presença constante em ambientes digitais amplia a exposição e facilita o acesso de perseguidores.

Em resumo, Renata observou que as mulheres, sobretudo jovens, negras, periféricas e em situação de “ruptura afetiva”, são o grupo mais vulnerável e o mais atingido pelos efeitos psicológicos e pela escalada da violência associada à perseguição. “Esse padrão confirma que o stalking digital, longe de ser uma prática neutra, é profundamente marcado pelas desigualdades de gênero e pelos mecanismos históricos de controle sobre os corpos, a liberdade e a autonomia das mulheres”, avaliou.

Demora em perceber o stalking

Para Renata, as vítimas costumam demorar a reconhecer que estão sendo perseguidas. Isso porque, de acordo com ela, o stalking não começa de forma explícita ou abrupta, ele se instala de maneira gradual, disfarçado “de interesse, cuidado, insistências ‘inofensivas’ ou comportamentos que a sociedade ainda naturaliza, como ciúme e vigilância masculina”. Por isso, ela afirmou que essa normalização cultural contribui para que muitas mulheres só identifiquem o stalking quando o padrão já está consolidado e seus efeitos psicológicos são evidentes.

Esse atraso em assimilar os traços do stalking também está ligado a fatores emocionais e estruturais. “A dificuldade de romper ciclos de controle, o medo de represálias, a minimização social da violência psicológica e a constante responsabilização feminina, que muitas vezes faz a vítima duvidar de sua própria percepção. Em especial quando há vínculos afetivos anteriores, a perseguição tende a ser interpretada, no início, como tentativa de reconciliação ou como manifestação de ‘ciúme’, o que atrasa o reconhecimento do risco real”, afirmou.

Mas existem indícios que ela elencou e que podem indicar o padrão persecutório e evitar que o stalking evolua para formas mais graves de agressão, e são: a presença constante do agressor nos mesmos ambientes físicos ou digitais; o recebimento recorrente de mensagens, comentários ou contatos indiretos, mesmo após bloqueios; a obtenção de informações pessoais sem consentimento; o interesse excessivo pela rotina, amizades ou deslocamentos; a criação de perfis falsos para monitoramento; e a sensação persistente de estar sendo observada. Outro sinal importante comentado pela promotora é a mudança involuntária de hábitos, como evitar sair sozinha, alterar rotas, restringir publicações nas redes, provocada por medo ou desconforto gerado pelas atitudes do agressor.

Provas importantes

A comprovação do crime de stalking depende, especialmente, da captação do padrão de perseguição. Registros digitais como capturas de tela de mensagens insistentes, comentários reiterados, tentativas de contato após bloqueios, criação de perfis falsos, solicitações de amizade sucessivas, menções indiretas que demonstram vigilância, histórico de chamadas e conversas por aplicativos são elementos probatórios mais relevantes nos registros digitais, assim como os prints de perfis e publicações que indiquem exposição indevida ou até o monitoramento da rotina da vítima, datas, horários, registros de bloqueio e novas tentativas posteriores.

“A coleta de e-mails, mensagens arquivadas, registros de IP, quando possível, e o relato de testemunhas que observam a insistência online também contribuem para a reconstrução do cenário persecutório. Em situações em que a perseguição digital transborda para o ambiente físico, fotos de aparições inesperadas, relatos de familiares e registros de câmeras podem complementar a cadeia probatória”, assegurou.

O trabalho do Ministério Público

Renata Cardoso disse que o MPPA desenvolve uma atuação articulada, institucional e proativa no enfrentamento ao stalking. Ela explicou que, por meio do Núcleo de Proteção à Mulher (Núcleo Mulher), o combate a esse crime vinculado à violência de gênero é visualizado na missão de capacitar membros do Ministério, servidores públicos e a sociedade civil para identificar, prevenir e agir em casos de stalking. “Isso inclui a oferta de formações, workshops, diretrizes de atuação, bem como a mobilização da rede de proteção para assegurar que essas condutas sejam reconhecidas como expressões de violência de gênero e que merecem resposta institucional coordenada e imediata”, afirmou.

Além disso, o MPPA dispõe da Ouvidoria das Mulheres, canal de acolhimento para denúncias, relatos e encaminhamentos de situações de violência contra mulheres, o que inclui perseguição digital e presencial. “A ouvidoria faz a ponte entre a vítima e as promotorias que atuam em temas de violência doméstica, familiar e de gênero. As promotorias especializadas, dentro da estrutura ministerial, têm competência para investigar esses casos, propor medidas protetivas, atuar junto ao Judiciário e articular com parceiros das redes de atendimento”, informou.

Também há projetos como o Conexões para a Equidade de Gênero, em que se aborda a sensibilização de comunidades, mobilização institucional e ação resolutiva contra crimes de gênero, como o stalking.

Ampliação nas redes sociais

Allan Costa, professor universitário de segurança cibernética, disse que o ambiente digital aumentou significativamente a capacidade de vigiar e perseguir alguém sem contato físico. “Antes, o perseguidor precisava estar próximo da vítima; hoje, com redes sociais, mensageiros e geolocalização, ele consegue acompanhar rotina, círculos de amizade, deslocamentos e hábitos em tempo real”, afirmou.

Para Costa, o agressor consegue monitorar múltiplas vítimas com uma maior facilidade e em grande escala, criando perfis falsos, automatizando contatos, registrando prints e vídeos. E, segundo ele, a exposição excessiva da vida privada cria um “mapa comportamental” perfeito para o stalker.

Outra falha grave que é comumente cometida nas redes sociais e que é dita por Allan é relacionada aos perfis públicos, nos quais qualquer pessoa consegue ver fotos, stories, lista de amigos, comentários e locais marcados, o que facilita o trabalho de quem quer monitorar ou perseguir alguém. A utilização da mesma senha em diferentes serviços ou compartilhamento dela com parceiros ou familiares pode ser perigosa, podendo abrir porta para invasões em cadeia.

“A instalação de aplicativos de procedência duvidosa também cria brechas sérias. Alguns desses apps funcionam, na prática, como ‘stalkerware’: monitoram localização, mensagens, ligações e outras atividades do dispositivo sem que a vítima perceba. Por fim, há o hábito de não revisar dispositivos conectados. Muitas pessoas mantêm contas logadas em celulares, notebooks ou navegadores de terceiros, como um ex-parceiro que ficou com a senha, permitindo que o acesso continue mesmo depois do fim da relação ou da perda de confiança”, destacou.

Sinais de monitoramento

Quando uma pessoa “sabe demais”, comenta lugares em que a vítima esteve ou conversas que ela teve em privado, é preciso ter cuidado com esse tipo de comportamento. “Outro indicativo são mensagens e contatos em horários e contextos muito específicos, quando a pessoa liga ‘coincidentemente’ sempre que a vítima chega em casa, no trabalho ou em um local recorrente, demonstrando conhecimento em tempo real da rotina”, contou.

“Também chamam atenção comportamentos estranhos do dispositivo, como aquecimento fora do normal, consumo de bateria exagerado, aplicativos que aparecem instalados sem lembrança de instalação ou permissões de acessibilidade ativadas sem explicação. Sessões ativas desconhecidas em contas de e-mail, redes sociais ou mensageiros, com logins em dispositivos e locais que a vítima não reconhece, são outro sinal importante. Da mesma forma, alterações em configurações de privacidade sem consentimento, como localização sempre ativada, backups em nuvem vinculados a contas que não são da vítima ou redirecionamento de e-mails e SMS, podem indicar que alguém está manipulando o ambiente digital dela”, complementou.

Dicas de segurança digital

– Ativar a autenticação em duas etapas em e-mails, redes sociais, bancos;

– Usar senhas fortes e diferentes para cada serviço;

– Evitar publicar localização em tempo real nas redes sociais;

– Manter o perfil pessoal fechado e aceitar apenas pessoas conhecidas;

– Optar que as marcações em fotos nas redes sociais sejam aprovadas manualmente antes que apareçam no perfil;

– Restringir mensagens diretas

Fonte: Debate Carajás e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/12/2025/12:03:07

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