Golpe da “Mão Fantasma”: o que é, os riscos e como se proteger

Foto: Reprodução | Descubra como o golpe da ‘Mão Fantasma’ funciona, exemplos de prejuízos e dicas essenciais para se proteger de fraudes digitais e manter sua segurança.

O golpe da chamada “Mão Fantasma” é uma forma sofisticada de fraude digital em que criminosos acessam remotamente o celular da vítima, controlando o aparelho como se estivessem fisicamente presentes — daí o nome. Por meio desse acesso, podem abrir aplicativos bancários, realizar transferências via Pix, alterar senhas e até contratar empréstimos, tudo sem que a vítima perceba imediatamente

Como o golpe acontece na prática?

Geralmente, o criminoso se comunica com a vítima alegando ser um funcionário de banco, alegando movimentações suspeitas na conta. Convence a pessoa a baixar um aplicativo de controle remoto — como AnyDesk, TeamViewer ou QuickSupport — e concede acesso ao aparelho ao aceitar permissões de acessibilidade ou controle da tela.

Uma vez com controle do celular, o golpista age rapidamente: navega no app bancário e executa transferências, inclusive automatizadas, em poucos segundos.

Exemplos reais de prejuízo

Um caso recente reportado pela Polícia Militar no Paraná mostrou que um homem de 49 anos perdeu impressionantes R$ 31 mil após cair no golpe. Inicialmente enganado com um link supostamente de reconhecimento facial, o celular travou e desligou, e posteriormente os criminosos realizaram várias transações via Pix, esvaziando sua conta.

Como se proteger do golpe

  • Nunca instale aplicativos por links recebidos via SMS, WhatsApp ou e-mail, especialmente de contatos não oficiais. Bancos não pedem esse tipo de ação.
  • Evite aplicativos fora das lojas oficiais. Prefira sempre o download pela Google Play ou App Store.
  • Desconfie de solicitações de permissões indevidas, como acesso à acessibilidade ou controle da tela — especialmente vindas de apps desconhecidos.
  • Ative autenticação de dois fatores (2FA) em apps bancários, e-mails e redes sociais para adicionar uma camada extra de segurança.
  • Monitore constantemente sua conta bancária, habilitando notificações de movimentação por push ou SMS, para identificar transações não autorizadas rapidamente.
  • Use antivírus confiável e mantenha o sistema e apps atualizados, para reduzir risco de instalação de malwares.

O que fazer em caso de golpe

  • Caso suspeite de invasão ou já tenha sofrido fraude:
  • Desconecte o celular da internet imediatamente — desligue Wi-Fi e dados móveis.
  • Remova qualquer aplicativo suspeito instalado recentemente; o modo de segurança pode ajudar nesse processo.
  • Contate seu banco imediatamente pelos canais oficiais para relatar o ocorrido e solicitar bloqueio ou reversão de transações.
  • Troque todas as senhas de serviços importantes, como apps bancários, e-mail e redes sociais
  • Registre boletim de ocorrência — isso é essencial para respaldo legal e eventual ressarcimento
  • Restaurar o aparelho de fábrica, se necessário, pode eliminar qualquer malware persistente

Fonte: Terra /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/08/2025/11:43:26

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Jader apoia CPI para investigar denúncias de exploração de menores

Jader Barbalho considera que repercussão fundamentará a atuação do Senado na questão | Divulgação

Comissão a ser criada irá investigar a atuação de influenciadores e plataformas que estejam divulgando conteúdo indevido de crianças e adolescentes na internet. Para o senador, a medida é urgente e necessária

OSenado vai criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar a atuação de influenciadores e plataformas que estejam divulgando conteúdo indevido de crianças e adolescentes na internet. O requerimento protocolado no início da semana recebeu adesão inédita na Casa Legislativa, com 70 assinaturas a favor da apuração sobre denúncias de sexualização de crianças na internet. A Comissão será composta de oito membros e cinco suplentes e terá 120 dias para funcionar, prazo este que pode ser prorrogado.

O senador Jader Barbalho (MDB-PA) foi um dos apoiadores para a criação da CPI. Segundo ele, a medida é urgente e necessária. “A preocupação com a exploração e a sexualização de menores em redes sociais ganhou repercussão nos últimos dias. As revelações feitas pelo youtuber Felca revelam um fato grave que afeta a todas as famílias brasileiras e o Senado está atento e vai atuar na proteção de nossas crianças e adolescentes”, declarou o parlamentar.

A iniciativa ganhou força após uma série de denúncias e reportagens revelarem a existência de criadores de conteúdo que exploram, direta ou indiretamente, a imagem de menores em contextos de cunho sexual, muitas vezes com fins comerciais. O requerimento foi apresentado pelo senador Jaime Bagattoli (PL-RO) e já tem assinaturas suficientes para a instalação da CPI.

Como foco, senadores e senadoras vão conduzir uma investigação sobre a relação entre o conteúdo exposto por influenciadores, e a potencial exploração sexual de menores. O colegiado também vai avaliar a efetividade das políticas de proteção à infância no ambiente digital e a resposta das autoridades competentes às denúncias de pedofilia e abuso online.

“ADULTIZAÇÃO”

A CPI terá como foco identificar práticas de exploração, abuso ou “adultização” de crianças e adolescentes em plataformas como Instagram, TikTok, YouTube e outras redes. Além disso, pretende-se apurar responsabilidades criminais e civis de influenciadores, agências de publicidade, marcas patrocinadoras e até das próprias empresas de tecnologia, caso tenham se omitido na prevenção ou remoção do conteúdo.

Parlamentares já adiantaram que pretendem chamar para depor representantes das plataformas digitais, além de influenciadores, especialistas em proteção infantil e membros de organizações de defesa dos direitos da criança. O objetivo é propor mudanças legislativas que fortaleçam a proteção de menores no ambiente online.

Com 70 assinaturas a favor da instalação da CPI, o Senado mostra união ao ter apoio de todos os espectros políticos presentes na Casa, tendo assinaturas dos senadores governistas e daqueles que fazem oposição ao governo Lula.

“É uma causa que ultrapassa as ideologias. É nosso dever investigar a atuação de influenciadores digitais na produção, promoção e disseminação de conteúdos que sexualizam crianças e adolescentes nas redes sociais”, reforça o senador Jader Barbalho.

PARA ENTENDER

CPI

  • Uma Comissão Parlamentar de Inquérito tem aval para realizar uma investigação profunda, com poder de convocar pessoas, quebrar sigilos e coletar provas, com caráter quase policial e foco em apurar fatos e responsabilidades já ocorridos.
  • Tem o poder de requisitar documentos e informações sigilosas (bancárias, fiscais, telemáticas). E ao final, encaminhar resultados ao Ministério Público para abertura de processos criminais.
  • O objetivo desta é apurar a atuação de influenciadores digitais na promoção e disseminação de conteúdo que sexualiza crianças e adolescentes, identificar responsáveis (influenciadores, marcas, agências e plataformas) e apontar se houve crime.

Prazo: 120 dias, prorrogáveis.

Resultado esperado: Relatório final com recomendações e indiciamentos, possivelmente sugerindo mudanças na legislação.

Leia mais

Fonte: Diário do Pará /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/08/2025/09:46:17

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Proteção em ambientes digitais é responsabilidade coletiva

Vídeo do influenciador Felca viralizou por denunciar o risco do uso de imagem de crianças e adolescentes na internet | Reprodução

Vídeo de denúncia do influenciador Felca acendeu o debate sobre a divulgação de conteúdos que expõem crianças e adolescentes e a responsabilização dos culpados por essa “adultização”. Saiba o que diz a legislação.

Após a divulgação de um vídeo do influencer Felca, as redes sociais foram tomadas por discussões sobre exploração e abuso de crianças e adolescentes nas plataformas digitais. O caso acendeu um alerta sobre a responsabilidade de pais e responsáveis na proteção desses menores, mas levanta questões importantes: será que apenas eles têm esse dever? E mais, será que somente os influenciadores podem ser responsabilizados pela divulgação de conteúdos eróticos envolvendo esse público?

O Estatuto da Criança e do Adolescente deixa claro que a proteção não é exclusiva da família. É dever também da comunidade, da sociedade como um todo e do poder público garantir, com absoluta prioridade, direitos como vida, saúde, alimentação, educação, esporte, lazer, cultura, dignidade, respeito, liberdade e convivência familiar e comunitária.

“Ou seja, todos nós temos o compromisso legal e moral de proteger crianças e adolescentes, reconhecendo que são pessoas em constante desenvolvimento e, por isso, em situação de maior vulnerabilidade social”, destaca a advogada Flávia Figueira, especialista em Direito Digital e de Família.

Flávia Figueira explica que crianças estão expostas à internet pelo celular |Reprodução
Flávia Figueira explica que crianças estão expostas à internet pelo celular |Reprodução

Nas décadas de 1980 e 1990, o “grande vilão” do imaginário infantil era o “homem do saco” uma figura folclórica usada para assustar crianças que não obedeciam aos pais: “está na hora de dormir, senão o homem do saco vem te buscar” ou “se não voltar para casa antes de anoitecer, ele vai passar e te levar”. Assim, o perigo era visto como algo distante, personificado em um personagem que só surgia quando a criança “desobedecia”.

Hoje, a tecnologia mudou completamente esse cenário. “O ‘homem do saco’ deixou de ser um mito distante e passou a caber na palma da mão, a um clique de distância, podendo atingir qualquer criança, obediente ou não e essa ameaça agora se esconde por trás de telas e perfis digitais, exigindo de todos, incluindo família, sociedade e Estado uma vigilância constante e ações concretas para prevenir, responsabilizar e proteger”, coloca a especialista.

Essa necessidade de proteção encontra amparo direto no artigo 17 do Estatuto da Criança e do Adolescente, que assegura o direito ao respeito, compreendido como a inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente e isso inclui a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, das ideias e das crenças, bem como dos espaços e objetos pessoais.

Em outras palavras, a lei reconhece que não basta proteger contra agressões físicas, mas também contra qualquer forma de violência simbólica, emocional ou digital que possa ferir a dignidade e o desenvolvimento saudável desses indivíduos, incluindo a integridade mental desses menores e seus dados neurais, ou seja, as atividades cerebrais desenvolvidas por esse público”, explica Flávia.

Nesse contexto, vídeos, imagens e qualquer tipo de conteúdo que exponham ou explorem crianças e adolescentes de forma sexualizada violam frontalmente esse direito, independentemente de quem os produza ou compartilhe e a responsabilização. “Portanto, não se restringe a influenciadores ou a quem tenha maior visibilidade nas redes, mas alcança qualquer pessoa que, de alguma forma, participe dessa cadeia de produção, divulgação ou estímulo”.

Lei quer que as big techs sejam regulamentadas

“Ao reconhecer que o ambiente digital é hoje tão ou mais presente na vida das crianças do que a própria convivência física, o projeto reforça a necessidade de políticas públicas, educação digital e um compromisso conjunto entre Estado, sociedade, família e setor privado para garantir que a internet seja um espaço de aprendizado, convivência e oportunidades, e não um terreno fértil para violações e abusos”

Em relação a responsabilização dessas big techs, o Ministro da Casa Civil, Rui Costa, anunciou ao longo dessa semana que enviará ao Congresso Nacional um novo projeto de lei para regulamentação direta dessas grandes empresas que uma vez que essas plataformas obtêm grandes lucros, muitas vezes às custas da saúde mental e física de públicos vulneráveis, que é o caso desses menores e que é urgente melhorar a legislação para regular, fiscalizar e punir não apenas quem publica conteúdo ilegal, mas também quem o viabiliza.

A advogada reforça que a responsabilidade é de todos, pois a vulnerabilidade desses indivíduos não pode ser ignorada em nome da liberdade irrestrita de circulação de conteúdos nas redes, “pois ao mesmo tempo em que se deve garantir um espaço digital livre e democrático, é imprescindível estabelecer limites claros para proteger aqueles que não possuem plena capacidade de discernimento e defesa.

Plataformas devem adotar protocolos para monitorar conteúdos

A era digital nos coloca diante de um cenário em que a proteção infantojuvenil não é mais apenas um ato de vigilância familiar ou comunitária, mas uma responsabilidade coletiva e contínua e garantir que esses direitos sejam respeitados é mais do que cumprir uma norma jurídica, é proteger o futuro e a essência da infância.

Essa compreensão mais ampla da responsabilidade pela proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais também se reflete em iniciativas legislativas recentes, como o Projeto de Lei nº 2628 de 2022, conhecido como PL da Proteção de Crianças e Adolescentes no Ambiente Digital e que busca criar mecanismos mais rígidos para coibir a exposição indevida e o acesso a conteúdos nocivos, impondo obrigações específicas a provedores, plataformas, serviços de internet e as big techs, que são as grandes empresas de tecnologia e inovação que exercem grande influência na sociedade como a Meta (Facebook, Instagram e Whatsapp), Microsoft, Amazon, dentre outras.

Flávia Figueira explica que o texto do projeto prevê, entre outras medidas, que as plataformas adotem protocolos para identificação e remoção imediata de conteúdos que violem os direitos infantojuvenis, especialmente aqueles que contenham cenas de abuso, exploração sexual ou qualquer forma de violência. “Além disso, estabelece regras para o tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes, reforçando a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) a esse público e ampliando a proteção para informações sensíveis que possam colocá-los em risco”, coloca.

A intenção é não apenas punir os responsáveis diretos por tais crimes, mas também criar uma rede de responsabilização que alcance empresas de tecnologia, administradores de plataformas e todos que, de alguma maneira, contribuam para a perpetuação desse tipo de material, adaptando-o à realidade das interações digitais, onde o perigo pode se manifestar de forma rápida, invisível e, muitas vezes, irreversível.

Fonte: Diário do Pará /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/08/2025/09:46:17

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Petição exige fim de medida do YouTube que estima idade com IA

Foto:© LusaA plataforma informou que começou a testar o uso de funções de IA nos Estados Unidos para.

Uma petição pública, com mais de 90.000 assinaturas, exige que o YouTube volte atrás na implementação de uma medida que usa Inteligência Artificial (IA) para verificar a idade dos usuários.

No final de julho, o aplicativo informou que começou a testar o uso de funções de IA nos Estados Unidos para descobrir se os usuários são maiores de idade na plataforma, com base em vários sinais, como os tipos de vídeos pesquisados, a categoria dos vídeos ou o tempo da conta.

A medida pretende oferecer “as experiências e proteções mais adequadas para cada idade”, destaca a plataforma.

Contudo, a nova funcionalidade de IA do YouTube está gerando grande contestação, tendo sido criada uma petição nos Estados Unidos que já soma mais de 90.000 assinaturas devido ao receio de violação de privacidade dos usuários.

Os autores da petição, disponível na plataforma Change.org, temem a análise de “todo o seu histórico de visualizações e comportamento para estimar a sua idade”, estando em causa a “vigilância em massa e controle de dados (…) que viola a privacidade e a autonomia”.

Quando um usuário for identificado como adolescente serão automaticamente aplicadas uma série de medidas de segurança, que consistem em desativar a publicidade personalizada, ativar ferramentas de bem-estar digital e adicionar salvaguardas às recomendações.

A plataforma também alertou que, se o sistema calcular erroneamente que um usuários tem menos de 18 anos, este poderá verificar a sua idade através de um cartão de crédito ou de um documento de identificação oficial.

A petição pode ser consultada através da seguinte ligação: https://www.change.org/p/youtube-s-ai-tracks-everything-you-watch-stop-this-now.

 

Fonte: Notícias ao Minuto/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/08/2025/11:01:01

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WhatsApp Web fora do ar? Versão para navegadores caiu nesta quarta-feira (13)

Foto: Reprodução | Usuários relatam que WhatsApp Web não carrega. Falha afeta diferentes navegadores, mas mensageiro continua funcionando em smartphones.

O WhatsApp Web enfrenta instabilidade na tarde desta quarta-feira (13/08). Alguns usuários relatam que a versão do mensageiro para navegadores não se conecta. Em nossos testes, o serviço trava na tela de carregamento de mensagens — nem mesmo a barra de progresso sai do lugar.

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O problema começou por volta de 16h30, segundo o gráfico de relatos do DownDetector, site que monitora o status de serviços na internet. Segundo o que usuários contam nas redes sociais, a falha acontece em diferentes navegadores, como Chrome e Firefox. Possíveis soluções, como limpar cookies ou desconectar o dispositivo no menu do WhatsApp no celular, não funcionam.

A falha parece restrita ao WhatsApp Web. O mensageiro continua funcionando normalmente em smartphones e também em outras plataformas, como os apps nativos de macOS, Windows e iPadOS.

Fonte: /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/16:13:49

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Anatel alerta: 1,8 milhão de TV Boxes piratas no Brasil têm vírus perigoso

(Foto: Reprodução) – O Brasil lidera o número de infecções, com cerca de 1,8 milhão de aparelhos comprometidos.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) emitiu um alerta preocupante sobre os perigos das TV Boxes não homologadas, após identificar a presença do malware “Bad Box 2.0” em diversos modelos vendidos irregularmente no Brasil. Segundo o conselheiro Alexandre Freire, o software malicioso transforma os aparelhos em verdadeiras ferramentas para crimes virtuais, mesmo sem o conhecimento do usuário. Além da violação de direitos autorais associada à pirataria, esses dispositivos comprometem dados pessoais, podem ser usados para fraudes na internet e até como pontos de retransmissão de tráfego ilícito, colocando em risco a segurança das redes e a privacidade dos consumidores.

A ameaça não é restrita ao país. O FBI, centros de segurança da Irlanda e Portugal e empresas como a Google, que já moveu ação judicial contra os responsáveis, também emitiram alertas. Porém, o Brasil lidera o número de infecções, com cerca de 1,8 milhão de aparelhos comprometidos. Entre as ações maliciosas identificadas estão o roubo de credenciais, a fraude publicitária com cliques falsos, ataques DDoS e a transformação de redes domésticas em canais para atividades criminosas. Em muitos casos, o tráfego de dados suspeito ocorre mesmo com o equipamento em modo de espera.
Riscos e Proteção Contra TV Boxes Não Homologadas

Para se proteger, a Anatel reforça a importância de adquirir apenas dispositivos homologados, informação que pode ser verificada no portal oficial da agência. A recomendação inclui evitar fontes não confiáveis de software, manter sistemas atualizados e desligar imediatamente aparelhos suspeitos. Como destaca a superintendente Gesiléa Teles, o combate a esses dispositivos vai além de questões técnicas: trata-se de um tema que envolve segurança pública, proteção de dados e preservação da concorrência leal no mercado digital brasileiro.

 

 

Fonte: Diário do Pará /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/14:48:33

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Especialistas alertam que crianças não podem ser “produto” das redes

(Foto: Reprodução) – Segundo especialistas, para gerar lucro, as redes sociais incentivam que as pessoas exponham as próprias vidas cada vez mais, sem se responsabilizar pelos riscos ou mesmo pelos crimes cometidos nos ambientes virtuais.

O debate sobre o uso das redes sociais por crianças e a circulação de conteúdos que exploram a imagem de menores de idade ganharam enorme repercussão nos últimos dias após as denúncias feitas pelo influenciador Felca Bress. Para especialistas entrevistados pela Agência Brasil, é preciso determinar regras claras para as redes sociais e plataformas pata combater a exploração de crianças e adolescentes online.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que vai enviar ao Congresso Nacional, nesta quarta-feira (13), uma proposta para regulamentação das redes sociais.

Segundo especialistas, para gerar lucro, as redes sociais incentivam que as pessoas exponham as próprias vidas cada vez mais, sem se responsabilizar pelos riscos ou mesmo pelos crimes cometidos nos ambientes virtuais. É preciso, portanto, ter leis e dispositivos que regulamentem a atuação das empresas de tecnologia.

“As plataformas de redes sociais precisam ter limites do que é possível explorar comercialmente. Explorar a infância adultizada, sexualizada, exposta sem nenhum tipo de cuidado, não é, em lugar nenhum, aceitável como modelo de negócio”, defende o psicólogo e especialista em educação digital no Instituto Alana, Rodrigo Nejm.

“A gente não pode permitir usar a criança como um produto comercial”, acrescenta.

O influenciador Felca tem exposto perfis com milhões de seguidores nas redes sociais que divulgam imagens de menores de 18 anos com pouca roupa, dançando músicas sensuais ou falando de sexo em programas divulgados nas plataformas digitais. O influenciador mostra também como as próprias plataformas, por meio de algoritmos, incentivam a divulgação desses conteúdos.

Nejm ressalta que, ao impulsionar esse tipo de conteúdo, as plataformas fazem com que eles cheguem a mais pessoas e abrem a possibilidade para o ganho financeiro de quem os divulga. Dessa forma, a lógica do engajamento acaba fazendo com que famílias e as próprias crianças se exponham cada vez mais em busca dos likes, dos comentários e dos compartilhamentos.

“Há um convite constante para exposição desse tipo de comportamento e quanto mais esdrúxulo, quanto mais erotizado, quanto mais chocante é o conteúdo, mais atração esse tipo de conteúdo ganha nessas redes e, logo, mais dinheiro gera para as pessoas que expõem e para as empresas”, explica.

Para a coordenadora-geral de pesquisa do Netlab, laboratório de pesquisa da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Débora Salles, a regulação das plataformas é necessária não apenas para proteger crianças e adolescentes, mas toda a população, que está vulnerável a crimes nas redes sociais.

“A regulamentação ajuda a garantir que as plataformas vão ser responsabilizadas e vão agir. Elas têm capacidade técnica de moderar esse tipo de conteúdo, seja automaticamente, seja semi-automaticamente. Hoje em dia, como elas não são obrigadas, elas pouco fazem”, diz.

Diante da repercussão do assunto, o Colégio de Líderes da Câmara dos Deputados definiu, nesta terça-feira (12), que será criado um grupo de trabalho (GT), a partir da próxima semana, com o objetivo de elaborar um projeto de lei (PL) para combater a adultização de crianças e adolescentes nas redes sociais. O grupo terá até 30 dias para apresentar um texto sobre o tema.

Um dos textos sugeridos como base para o novo texto é o PL 2.628 de 2022, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE). O projeto exige que as empresas criem mecanismos para evitar conteúdos com erotização de crianças, por exemplo. O texto prevê multas para as plataformas de até 10% do faturamento da companhia em caso de descumprir o que determina a legislação.

Nejm destaca a aprovação do PL 2.628/2022 como um mecanismo importante para regular e responsabilizar as plataformas. Ele ressalta que nem mesmo as famílias têm o direito de lucrar com a imagem de crianças e adolescentes. “Nem as famílias têm esse direito, porque o Estatuto da Criança e do Adolescente proíbe, tampouco as empresas de tecnologia têm o direito de fazer isso. Hoje já é considerado uma violação e a gente precisa de mais regulação. Por isso o PL é importante”, diz.

Nesta terça-feira (12), a Sociedade Brasileira de Pediatria solicitou à Câmara dos Deputados urgência na aprovação do PL. O texto já passou pelo Senado.

De acordo com a pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) , 93% da população brasileira de 9 a 17 anos é usuária de internet, o que representa 24,5 milhões de pessoas. A pesquisa TIC Kid Online mostra ainda que 83% desses adolescentes têm perfil próprio nas redes sociais.

Além disso, 30% relataram que tiveram contato com alguém online que não conheciam pessoalmente.

Sem moderação, crianças e adolescentes têm acesso a todo tipo de conteúdo presente nessas plataformas e estão expostas a abusos e exploração . A “adultização”, denunciada por Felca, é a exposição precoce de crianças a comportamentos, responsabilidades e expectativas que deveriam ser reservadas aos adultos.

“A adultização é um fenômeno que tem a ver com a exposição das crianças a situações que de alguma forma ameaçam a infância. É muitas vezes entendida como a questão da erotização, da sexualização, mas não só. A gente também pode listar influenciadores mirins que dão dicas de investimento em criptomoeda, por exemplo, ou fazem algum tipo de trabalho que de alguma forma afasta esses menores de idade do que a infância deveria ser”, enfatiza Débora.

Nessa lógica do engajamento, crianças têm acesso, desde muito cedo, a padrões estéticos e sociais inatingíveis. Passam a se comparar e a sentirem-se frustrados por não corresponderem às expectativas construídas nesses ambientes. Isso pode gerar impactos psicológicos e físicos, além de expô-los a criminosos.

“A forma como interpretamos o mundo vai sendo construída desde o início das nossas vidas. Desenvolvemos conceitos sobre nós mesmos, os outros e o mundo a partir da interação de aspectos genéticos, culturais, ambientais, físicos, familiares, de desenvolvimento e de personalidade”, explica o psicólogo Tiago Giacometti.

Na infância, enquanto deveria estar experimentando e descobrindo mais sobre sua própria personalidade, crianças e adolescentes estão sendo submetidas a verdadeiros tribunais online. “Isso pode impactar o desenvolvimento desse adulto, assim como a sua qualidade de vida e sua experiência em ambientes sociais, muitas vezes impactando outras pessoas”, acrescenta Giacometti.

Outro risco da exposição de crianças e adolescentes nas redes sociais, sejam por publicações próprias ou feita por familiares, é que essas imagens e vídeos sejam usados por criminosos. Além da regulação das plataformas, os especialistas recomendam que as famílias redobrem o cuidado tanto do que é acessado, quanto do que é publicado.

Débora ressalta que as redes sociais não são um ambiente seguro. “O que a gente vê, muitas vezes, são famílias, pais, mães que acabam produzindo conteúdo, às vezes, de forma não intencional com essas crianças, que de alguma são ressignificados por redes de pedofilia. Então, se usa imagens, por exemplo, de crianças trocando fralda, crianças nadando, crianças brincando e isso acaba entrando em um buraco negro de crime”, diz a coordenadora-geral de pesquisa do Netlab.

“Os pais não têm noção de que tão colocando os seus filhos e seus familiares em risco, porque imaginam que aquilo ali é um ambiente seguro. Mas é importante reforçar que, hoje em dia, as redes sociais não são lugar seguro”, diz.

Débora recomenda que crianças e adolescentes não usem redes sociais ou mesmo a internet sem o monitoramento dos pais.

“Crianças precisam de um olhar atento e muito próximo para o que elas estão fazendo nas redes, porque elas acabam vítimas não só de pedofilia, mas às vezes envolvidas em redes de misoginia, de extremismo e de outros crimes. É importante que os pais entendam que assim como uma praça que você não deixa uma criança sozinha para fazer o que ela quer, nas redes sociais também é importante garantir que está de olho no que uma criança está fazendo”.

 

 

Fonte: Agência Brasil/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/14:33:06

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Starlink libera internet gratuita no Brasil; veja como fazer a conexão no celular

Foto:Reprodução | Entretanto, a novidade permite apenas algumas funções até o momento

A rede de satélites Starlink, da SpaceX, liberou a conexão à internet gratuita via satélite para celulares no Brasil. Cerca de 50 modelos já podem aproveitar a funcionalidade.

O serviço da SpaceX, empresa de Elon Musk, está disponível no Brasil desde o dia 31 de julho e deve ampliar a cobertura aos poucos. Ainda assim, junto da operadora americana T-Mobile, a Starlink garante internet em qualquer lugar do mundo e em alta velocidade, desde que o celular esteja na superfície.

Diferente das redes terrestres, utilizadas na maior parte das operadoras, a Starlink utiliza satélites especialmente projetados, que funcionam como “torres de celular no espaço”, para expandir a cobertura terrestre em áreas que de outra forma seriam inalcançáveis.

Entretanto, a novidade permite apenas algumas funções até o momento, como envio e recebimento de mensagens de texto; compartilhamento de localização e acesso a serviços de emergência. A expectativa é de que o serviço da internet da Starlink seja expandido para incluir chamadas de voz e navegação na internet em breve.

Dos 50 modelos de celulares disponíveis para o serviço, 27 são da Samsung, 12 da Apple, 5 da Motorola, 4 do Google, e 2 da T-Mobile – empresa de telecomunicação que não atua no Brasil.

Para habilitar a internet, além da compatibilidade do celular, é importante que os dispositivos Android e iOS estejam atualizados no sistema operacional mais recente, pois incluem suporte para a conexão via satélite emergencial.

Também é necessário ativar a funcionalidade de conexão automática para redes emergenciais por meio das configurações do dispositivo. A opção pode ser encontrada dentro das áreas “Conexões” ou “Redes móveis”.

Dessa forma, a conexão com a rede de Elon Musk será ativada automaticamente sempre que o usuário estiver fora da cobertura de sua operadora tradicional. Nesses casos, o dispositivo exibirá a identificação “T-Mobile SpaceX” na tela.

Confira a lista de aparelhos compatíveis com a Starlink:

Apple iPhone 14 Plus;

Apple iPhone 14 Pro Max;

Apple iPhone 15 Plus;

Apple iPhone 15 Pro Max;

Apple iPhone 16 Plus;

Apple iPhone 16 Pro Max

Google Pixel 9 Pro XL;

Google Pixel 9 Pro Fold

Motorola razr – 2024;

Motorola edge – 2024;

Moto g stylus 5G – 2024;

Moto g power 5G – 2024;

Samsung Galaxy S21 FE;

Samsung Galaxy S21, Plus & Ultra;

Samsung Galaxy S22, Plus & Ultra;

Samsung Galaxy S23, Plus & Ultra;

Samsung Galaxy S23 Fan Edition;

Samsung Galaxy S24 Ultra;

Samsung Galaxy S24 Fan Edition;

Samsung Galaxy S25 Ultra;

Samsung Galaxy Z Flip3;

Samsung Galaxy Z Fold3;

Samsung Galaxy Z Flip4;

Samsung Galaxy Z Fold4;

Samsung Galaxy Z Flip5;

Samsung Galaxy Z Fold5;

Samsung Galaxy X Cover6 Pro;

Samsung Galaxy Z Flip6;

Samsung Galaxy Z Fold6

T-Mobile REVL 7 Pro 5G

 

Fonte:debatecarajas /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/07:00:13

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Câmara apresenta texto sobre adultização infantil nas redes em 30 dias

Foto:Reprodução | Acordo de líderes prevê criação de grupo de trabalho sobre o tema

O Colégio de Líderes da Câmara dos Deputados definiu, nesta terça-feira (12), que será criado um grupo de trabalho (GT), a partir da próxima semana, com o objetivo de elaborar um projeto de lei (PL) para combater a adultização de crianças e adolescentes nas redes sociais. O grupo terá até 30 dias para apresentar um texto sobre o tema.

O assunto ganhou repercussão após denúncias do influenciador Felca Bress contra perfis que usam crianças e adolescentes com pouca roupa, dançando músicas sensuais ou falando de sexo em programas divulgados nas plataformas digitais com objetivo de monetizar esse conteúdos, gerando dinheiro para os donos dos canais.

Uma comissão geral, liderada pelo presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), foi marcada para o dia 20 para dar início ao debate. Ela deve contar com a participação de especialistas e de organizações da sociedade civil.

Diversos projetos em tramitação no Congresso estão sendo sugeridos para que sirvam de base da nova proposta, e o tema passou a ser considerado prioridade pelo presidente Motta.

A líder do PSOL na Câmara, deputada Talíria Petrone (RJ), defendeu que o projeto deve passar pela regulação das redes sociais, tema que sofre resistência da oposição liderada pelo PL.

“Não é possível proteger as crianças e adolescentes na internet sem responsabilizar as plataformas digitais. Porém, parte dos parlamentares é contrária a qualquer medida que afete a ação das empresas de redes sociais. Para nós, o que é proteção de crianças e adolescentes para eles é censura à liberdade de expressão”, explicou.

Um dos textos sugeridos como base para o novo texto é o PL 2.628 de 2022, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE).

O projeto exige que as empresas de redes sociais criem mecanismos para evitar conteúdos com erotização de crianças, por exemplo. O texto prevê multas para as plataformas de até 10% do faturamento da companhia em caso de descumprir o que determina a legislação.

Já a oposição liderada pelo PL, que costuma ser contrária à criação de regras para o funcionamento das redes sociais, disse que há consenso para medidas contra a adultização infantil na internet. Porém, o deputado Domingos Sávio (PL-MG) defendeu que o projeto não pode servir para cercear a liberdade de expressão.

“Há até um consenso, e é absurdo que alguém não concorde, que o crime nas redes sociais tem que ser punido e tem que ter regras claras sobre isso. Agora, não é necessário e nós não podemos admitir que, sob o pretexto que nós vamos punir crime, nós cometemos outro crime contra a Constituição que é acabar com a liberdade de expressão”, comentou.

Adultização infantil

A adultização infantil se refere à exposição precoce de crianças a comportamentos, responsabilidades e expectativas que deveriam ser reservadas aos adultos. A prática pode provocar a erotização e apresenta efeitos que prejudicam o desenvolvimento emocional e psicológico das crianças, segundo a Instituto Alana, organização que trabalha na proteção infantojuvenil.

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Fonte: Agência Brasil /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/20:31:43

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Grupo suspeito de usar IA para produzir rostos falsos de médicos do RS é alvo de operação em SP, PA e ES; três são presos

Grupo recrutava sósias e usava IA para produzir rostos falsos de médicos do RS — Foto: Reprodução/RBS TV

Conforme Polícia Civil, grupo abria contas bancárias em nome dos médicos e fazia movimentações financeiras. Foram identificadas cinco vítimas, todas do RS.

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul realiza, na manhã desta terça-feira (12), operação contra um grupo suspeito de recrutar “sósias” e usar inteligência artificial (IA) para produzir rostos falsos de médicos gaúchos. Os alvos são de São Paulo (SP), Ananindeua (PA) e Vila Velha (ES).

Conforme a polícia, a quadrilha abria contas bancárias em nome dos médicos e fazia movimentações financeiras. As vítimas tinham limites altos — em um dos casos os criminosos tentaram efetuar transferências em uma corretora de investimentos que ultrapassaram R$ 700 mil.

Três pessoas foram presas preventivamente. Também são cumpridos mandados de busca e apreensão. Foram identificadas cinco vítimas, todos médicos do RS.

Conforme a polícia, o suspeito preso em São Paulo é um homem de 44 anos. Ele seria responsável pelo recrutamento das pessoas com semelhança física com as vítimas gaúchas, para tirar as fotos necessárias para a elaboração dos documentos falsos e passar pelas verificações de biometria facial.

“Também fornecia e operava contas bancárias, principalmente de pessoas jurídicas (PJ) com altos limites, para receber transferências dos valores subtraídos e dificultar o rastreamento, recebendo comissões que variavam entre 25% e 40% do total”, explica a Polícia Civil gaúcha.

O suspeito do Pará tem 20 anos e atuava, conforme os investigadores, como provedor de informações sigilosas ao grupo. Para isso, utilizava um bot (robô) de consulta automática em grupos de WhatsApp para vender dossiês de informações pessoais sobre as vítimas.

O suspeito do Espírito Santo tem 29 anos. A polícia apurou que ele era responsável pelo fornecimento e fabricação de documentos falsos em nome dos médicos gaúchos.

O grupo é investigado por estelionato, falsificação de documentos, invasão de dispositivos informáticos e lavagem de capitais.

 

Suspeito de integrar quadrilha que recrutava sósias e usava IA para produzir rostos falsos de médicos do RS é preso — Foto: Reprodução/RBS TV
Suspeito de integrar quadrilha que recrutava sósias e usava IA para produzir rostos falsos de médicos do RS é preso — Foto: Reprodução/RBS TV

 

Fonte: g1 RS e RBS TV/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/18:10:05

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